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PM teve conversa vazada com traficante do Alemão (CV) passando informações sobre operação. Já um outro negocia propina. VEJA

O traficante 2D ou Macaco Russo do Complexo do Alemão teve uma conversa vazada com um policial militar. Na troca de mensagens, é possível perceber o agente repassando informações um dia antes de uma operação Um outro policial negocia propina com um bandido. Os prints de conversas foram divulgados nas redes sociais do apresentador Tino Júnior

PM foi morto em operação no Chapadão (CV)

Um policial militar foi morto na manhã de hoje durante uma operação no Complexo do Chapadão. A equipe em que ele atuava foi cercada por criminosos na Rua Javata, onde houve intenso confronto. O agente chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. O policial morto no Chapadão era um dos comandantes do GAT do 41º BPM (Irajá) A PMERJ lamenta a morte do subtenente, Anderson de Souza Figueira, do 41BPM, ocorrida nesta manhã. O policial foi ferido durante uma ação no Complexo do Chapadão. Ele chegou a ser socorrido para o Hospital Ronaldo Gazolla, mas não resistiu.

Policial civil foi executado pelo CV em Angra

O policial civil Elber Peres foi executado na noite de ontem em Angra dos Reis. É investigada a hipótese de a ordem do crime ter partido do traficante vulgo Bigode do Comando Vermelho como retaliação pelo trabalho do poilicial. O bandido havia ameaçado policiais da delegacia da cidade há pouco tempo.    Em uma das mensagens, “Bigode” teria dito: “vai morrer todos, o sangue vai escorrer”, citando diretamente três policiais civis da delegacia, entre eles o próprio Elber. O agente foi atingido por três tiros sendo dois na barriga e um no.pescoço. Ele foi morto ao sair da igreja ao lado do.filho. Chegou a ser socorrido mas não resistiu.

Doca, Tiriça, Matuê e Pezão são acusados de matar ex-ginasta do Vasco por ela ter se relacionado com miliciano. Executaram também sua amiga pelo mesmo motivo e um amigo delas

Os traficantes Doca, Pezão, Tiriça e Matuê, líderes do Comando Vermelho, estão sendo acusados de mandar matar a ex-ginasta do Vasco Monalisa Raueny de Oliveira Mateia e outras duas pessoas que estavam com ela em 2023. Só essa semana, os suspeitos tiveram as prisões decretadas. Os executores abordaram a vítima que estava com amigos em um bar levando a moça e seus acompanhantes para a comunidade da Chacrinha, na Praça Seca. Doca autorizou a execução e foi exaltado, no momento da execução, como “Tropa do Urso”, como também é conhecido por seus comparsas. O crime foi cometido por motivo torpe, uma vez que o crime de homicídio foi perpetrado em virtude da vítima ter se envolvido com um miliciano que atuava na região, até a tomada pelo Comando Vermelho. Os bandidoso ocultaram o cadáver da vítima, eis que foi amarrado e incinerado em local incerto.” Segundo uma testemunha que compareceu a Delegacia de Descoberta de Paradeiros, além de Monalisa, outras duas outras pessoas estariam mortas na mesma localidade. O declarante contou que Monalisa tinha um relacionamento com um miliciano, que atuava em prol da milícia da localidade conhecida como Chacrinha.Monalisa chegou a ter um filho com um paramilitar mas ela não declarou o nome do pai na certidão de nascimento; Contou que no mês do maio de 2023 o Comando Vermelho tomou a região da milícia e estão lá até hoje. Nesse período o miliciano em questão fugiu da localidade levando um fuzil da milícia; Os traficantes estavam atrás dele para tomar o fuzil dele e também matá-lo. Monalista não estava morando com ele e sim ficava na casa da mãe dentro da Chacrinha. De vez em quando, moça saía para encontrar o miliciano, que não estava mais no morro A testemunha disse que Monalisa foi capturada por traficantes do CV sendo um deles de vulgo Eltinho. A abordagem foi por volta das 16h no dia 10/07/2023 dentro da Chacrinha. Eltinho estava acompanhado de outros homens, usando motocicletas; Monalisa estava com outra amiga, que também namorava um miliciano.Havia também um jovem homossexual junto. Os três foram capturados juntos por “Eltinho” e os demais traficantes, sendo levados até o alto do morro, no final da Rua Serenidade. Monalista foi torturada até a morte para passar informações sobre o miliciano, assim como as outras duas vítimas. A amiga de Monalisa também foi morta por namorar o miliciano Wendel, que já até morreu. O jovem que acompanhava as moças também teria sido executado. A testemunha foi até o local onde ocorreu os corpos teriam sido desovados na Rua Serenidade e confirmou que um dos cadáveres era de Monalisa mas não viu o rosto porque tinha um pano em cima. Ao lado dela, estavam os corpos da amiga e de do amigo homossexual. Falou ainda que Eltinho tinha um pai miliciano e mataram ele em 2021. Que decidiu virar Comando Vermelho para vingar a morte dele. Ele passou um tempo fora da favela e voltou agora após o comando vermelho retomar o território; Monalisa tinha sido alertada pelos traficantes de droga do local que não era para ela subir o morro próximo à favela da Serenidade, mas mesmo assim ela foi lá para beber e tomar cerveja com estes dois amigos; A testemunha disse ainda que o pai do Eltinho foi executado pela própria milícia do porque acharam que ele era X9. O apelido dele era Magrão.Monalisa era muito abusada e não levava desaforo pra casa e, inclusive, já deu um tapa na cara de um traficante. Uma outra testemunha disse que Monalisa era uma moça rebelde, se tornou usuária de drogas, e na oportunidade, estava completamente desorientada, sem estudar e sem trabalhar; Ela havia sido ginasta do Vasco, inclusive federada, e costumava competir, até que desistiu de prosseguir com o esporte Falou que assim que os traficantes invadiram a Chacrinha e colocaram os milicianos para fora, a família, temendo pela segurança de Monalisa, a enviaram para Minas Gerais. Ela ficou 15 dias apenas em Minas, tendo ido em seguida para Campo Grande; Monalisa era muito teimosa e decidiu , ela própria, que queria voltar para a Chacrinha. Foi a teimosia de Monalisa que a levou para a morte, até porquê, mesmo depois de ter retornado foi diversas vezes avisada que deveria deixar a localidade. Que também foi avisada que não aparecesse na parte alta da comunidade, Os traficantes começaram a cismar que Monalisa lá aparecia para coletar informações e repassá-las ao miliciano que havia fugido para Madureira.Foi assim que no dia 11/07/2023, os traficantes conhecidos pelos vulgos Eltinho, Matuê, Da Serra e Pazão abordaram Monalisa na Estrada da Chácara e a conduziram para o alto, a localidade conhecida como Serenidade. A moça foi torturada e mantida viva até o dia seguinte, pois o intuito desses homens era descobrir a identidade do miliciano e onde ele poderia ser encontrado; No dia seguinte, foi direto para cima e que ao chegar na Serenidade, encontrou os traficantes sentados e os três corpos;. Que reparou que o corpo dos dois amigos estavam mais ao fundo da mata e pouco machucados; Que certamente foram mortos logo; O corpo de Monalisa estava bem à frente e muito machucado, levando o declarante a concluir que a ela foi muito torturada; O declarante falou com Eltinho e o bandido disse que lhe entregaria o corpo só o dia seguinte. No dia seguinte, foram buscar o corpo mas na ocasião disseram que Monalisa não existia mais, pois já haviam dado cabo do corpo dela. A testemunha falou que três dias antes do sumiço de Monalisa os traficantes fizeram a mesma coisa com o Sr. Mário Luís Gomes Trindade. Ele tinha três filhos que integravam a milícia. Sumiram com ele. Soube que o motivo foi o fato de ser pai de três homens envolvidos com a milícia. Mário era alcoólatra, usuário de drogas, e levantava algum dinheiro catando recicláveis.

“Ajuda a gente porque está eu e meu sobrinho baleados dentro de casa”, disse morador do Chapadão (CV) após ataque do TCP

Madrugada tensa na Zona Norte do Rio mais uma vez. Traficantes do Terceiro Comando Puro atacaram o Complexo do Chapadão, em Costa Barros e há relatos de moradores baleados. “Lá no Gogoó, os alemão invadiu e baleou morador”, disse um internauta. “Meu marido está baleado aqui dentro de casa. Os alemão mandou tiro para cá. Ele e o sobrinho dele baleados. . Eu estou com medo, eles mandaram tiro para dentro da minha casa”, falou uma moradora. “Ajuda a gente aqui na Curumim. Está eu e meu sobrinho baleados aqui dentro de casa”, postou o homem que teria sido atingido. De acordo com o 41º BPM (Irajá) até o momento a unidade não foi acionada.  Houve também confronto no Morro do Jorge Turco, em Rocha Miranda. A comunidade dominada pelo Comando Vermelho foi baqueada por rivais do TCP da Favela Para-Pedro, em Colégio..

Militar da Marinha baleada grávida na Baixada contou como tudo aconteceu. Disse que após ser atingida, perdeu a consciência. Suspeito foi preso. LEIA DETALHES

Veja agora o depoimento da militar da Marinha Juliana da Silva Oliveira que estava grávida quando foi baleada no Dia dos Pais na Baixada Fluminense. Ela conta como tudo aconteceu Juliana chegou a ficar em estado gravíssimo e perdeu o bebê mas conseguiu se recuperar. O suspeito de praticar o crime foi preso ontem. A vítima relatou que “na data do dia 10 de agosto, foi a uma confraternização de família na casa dos pais. Que ao ir embora, seu marido Elionai, ofereceu carona para seu cunhada Mariana e o esposo dela Fillipe; Por volta das 15h30, estava no interior do veículo com seu marido, sua irmã e seu cunhado; Que percebeu uma moto com dois indivíduos vindo em direção ao automóvel e que seriam assaltados, pois o garupa sacou uma arma, Ela falou com o esposo. “Mô, presta atenção que vão assaltar a gente”. Segundo ela, os autores não anunciaram o assalto e nem falaram nada. Que quando chegaram na lateral do veículo, efetuaram um disparo que a alvejaram. Que o condutor estava de capacete e não foi possível identificar alguma característica; Que o garupa não estava de capacete, era um homem preto, biotipo magro e rosto fino; Que logo em seguida perdeu a consciência. A vítima Juliana e as demais testemunhas reconheceram o indiciado Gabriel Silveira de Oliveira como um dos autores do fato, Há um outro investigado, de nome, Eduardo, que também seria o autor da conduta delitiva, ocorridos contra a vítima, . A imprescindibilidade da segregação cautelar para a conclusão da investigação policial restou demonstrada, visto que o investigado Gabriel, supostamente teria cometido o crime contra a vítima Juliana grávida que veio a perder o bebê, de modo que sua liberdade, naturalmente, incute medo e pavor nas vítimas e testemunhas, em evidente prejuízo às investigações, Destaca-se que tal fato teve grande repercussão em toda mídia nacional tamanha a gravidade do ocorrido.

Justiça liberou mais um traficante perigosísimo para passar o dia dos pais em casa e ele não retornou para a cadeia

Marcos Leandro Rosa Alves de Souza, vulgo “Neném”, de 27 anos, se encontra na condição de Evadido do Sistema Penitenciário, desde 16 de agosto de 2025. Preso em outubro de 2023, após após um tiroteio na comunidade Az de Ouro, em Anchieta, na Zona Norte do Rio, foi preso. Ele era apontado como chefe do tráfico da comunidade e como um dos principais responsáveis pela guerra entre grupos criminosos rivais na região. Contra ele consta um Mandado de Prisão, expedido pela Vara de Execuções Penais (VEP), Espécie de prisão: Recaptura, Tipo do Mandado Originário: Mandado de Prisão Motivo: Evasão, após receber o benefício na modalidade de Visita Periódica ao Lar (VPL), referente ao Indulto dos Dias Pais, onde acabou não retornado a sua unidade prisional, aonde cumpria pena pelo crime de Tráfico de Drogas.

Investigação deste ano da DRE destrincha a quadrilha de Popeye, um dos chefões do CV em Belford Roxo e filho de lendário traficante

investigação conduzida pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes-DRE/RJ esmiuçou a estrutura criminosa de alto poder ofensivo, pertencente à facção Comando Vermelho (CV), que exerce, de forma ostensiva e armada, o domínio territorial sobre o denominado “Complexo do Parque Floresta” , no município de Belford Roxo/RJ. Esse complexo é formado pelas comunidades de Santa Marta, Vila Pauline, Caixa D’Água e Parque Floresta, compreendendo uma área geográfica de aproximadamente 1,6759 km2, habitada por cerca de 32.342 pessoas A atual liderança da organização criminosa na região é atribuída a Nome, conhecido pelos vulgos “Popeye”, “Eto” e “Calvin” , herdeiro direto do falecido Orlando Jogador. O bandido comanda ataques a forças policiais, determina a instalação de barricadas e explora economicamente a população local. A quadrilha adota rotas de fuga estratégicas, previamente mapeadas, que incluem a Rua Albuquerque, Estrada do Conde, Rua Amador Dias e acessos à região da Mata do Morro São Bento O bando possui um sistema de evacuação clandestina de feridos e mortos, direcionados para a Unidade Mista do Lote XV, com o propósito de evitar que os corpos passem por necropsia oficial e exponham a estrutura criminosa. A quadrilha ainda outros crimes como roubo e desmanche de veículos, com posterior revenda de peças e financiamento de novas ações criminosas, roubo de cargas, com participação em quadrilhas interestaduais, exxtorsão de comerciantes, moradores e transportadores autônomos, comercialização forçada de gás, cigarros contrabandeados e serviços clandestinos, além de provável lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio por meio de laranjas e empresas de fachada. Instaurou-se na região um regime de terror e opressão contínua , onde o cidadão comum não possui acesso pleno a serviços básicos de saúde, educação e segurança, temendo represálias caso se comunique com agentes públicos ou tente denunciar qualquer irregularidade. Foi possível mapear com precisão diversos pontos de venda de drogas, conhecidos popularmente como “bocas de fumo”, que se encontram plenamente ativos e em funcionamento, com expressiva movimentação diária de entorpecentes. Esses locais se destacam não apenas pelo volume de drogas comercializadas, mas também pela forma armada com que são defendidos pelos integrantes da facção.. ]Boca da Colômbia – situada na confluência da Rua das Margaridas com a Estrada doConde, trata-se de um dos centros neurálgicos das operações do tráfico local, com grande fluxo de usuários e presença constante de olheiros armados; Boca do Coro Come – ESSA base opera com significativa distribuição de cocaína e maconha, sendo referenciada por moradores como uma das mais violentas da região; Boca do Iraque – protegida por barricadas e frequentemente utilizada como esconderijo de armas e rádios transmissores; Boca da Ladeira – movimentação noturna intensa e por ser ponto de recolhimento dos valores obtidos com a venda de drogas em áreas adjacentes;  Boca Central – localizada na interseção entre a Avenida Central e a Avenida do Canal, esse ponto serve como entreposto de distribuição e comando intermediário das operações da facção. Todos esses pontos de venda de drogas são guarnecidos por homens armados com fuzis, pistolas e granadas, dispostos estrategicamente em locais de vigilância elevada, o que representa risco iminente e permanente à integridade física de moradores, agentes públicos e transeuntes.As denominadas “bocas” operam como verdadeiras unidades logísticas do tráfico, com funções bem delimitadas, plantões organizados em turnos e distribuição regionalizada das substâncias ilícitas. Paralelamente à manutenção desses pontos de comércio ilegal, a facção criminosa consolidou a implementação de áreas de contenção armada , estabelecidas com o claro objetivo de impedir a entrada de viaturas policiais e de garantir a impunidade dos operadores do tráfico. Nessas áreas, identificam-se barricadas compostas por entulhos, concreto, ferro retorcido e até veículos queimados, dispostos de forma intencional para atrasar ou impossibilitar a progressão de forças estatais. Os locais de contenção armada, denominados “frentes de fogo” ou “postos de contenção”, são ocupados rotineiramente por criminosos portando armamento de guerra e atuando sob ordens diretas da liderança local. As vias de acesso mais vulneráveis ao ataque são protegidas por atiradores posicionados em pontos elevados, com cobertura cruzada e monitoramento por rádio. A existência dessas áreas consolida um cenário de domínio bélico e insurgente , em que a força estatal é afrontada de forma deliberada e onde o cumprimento da lei se torna praticamente inviável sem operações especiais e uso de força proporcional. No curso das diligências realizadas no presente inquérito policial, foi constatado que a facção criminosa que domina a comunidade da Caixa D’Água, integrada ao Complexo do Parque Floresta, dispõe de um aparato bélico extremamente letal e sofisticado. Tal arsenal inclui armamentos de uso exclusivo das Forças Armadas, caracterizados por seu alto potencial ofensivo, denotando uma postura de insurgência contra o Estado Democrático de Direito e uma evidente capacidade de enfrentamento direto e violento às instituições públicas de segurança. A seguir, detalham-se os principais armamentos e entorpecentes identificados no contexto desta investigação, com considerações jurídicas, sociais e sanitárias ampliadas, bem como as demais atividades ilícitas vinculadas à facção: a) Fuzis AK-47 e Colt 5.56mm: b) Pistolas 9mm: armas curtas, semiautomáticas, de fácil ocultação e rápida utilização. c) Granadas explosivas: artefatos de destruição em massa, proibidos para qualquer uso civil, são utilizados em contextos bélicos e de terrorismo. d) Fuzil .30: armamento com altíssimo poder destrutivo, comumente usado para perfuração de blindagens pesadas e até mesmo aeronaves. A presença de armamentos desse porte não se restringe à exibição de força. Os traficantes implementam verdadeiras zonas militarizadas dentro da comunidade, com postos de contenção, barricadas, sentinelas armados com rádios comunicadores e ordens expressas para repelir incursões policiais. Essas contenções armadas funcionam como “trincheiras” urbanas, transformando o espaço público em ambiente hostil ao Estado e comprometendo o direito de ir e vir da população, a prestação de serviços públicos essenciais (como saúde, educação e coleta de lixo), e minando por completo a autoridade das instituições democráticas. Além do tráfico de entorpecentes e do armamento pesado, a facção desenvolve um sistema criminoso de exploração econômica da comunidade. Dentre as principais condutas, destacam-se:  Extorsão sistemática de comerciantes locais e moradores de condomínios, mediantecobrança de “taxas de segurança” sob ameaça de

Relatos de roubos em massa de carros e motos em Madureira e Cavalcanti por ordem de traficantes da Serrinha (TCP)

Diversos relatos de motoristas e motoboys sobre roubos de motos e carros na data de ontem, na região do entorno do Complexo da Serrinha, em Madureira.e dos morros da Primavera e JJ. , em Cavalcanti. Uma correlação entre eles, que todos os roubos foram cobrados resgates com valores entre 3 e 8 mil reais. Grupos de motoboys estão relatando diversos roubos agora pela manhã(29/08) e 90% dos veículos estão sendo levados para os morros da Fazenda(Vaz lobo) e Primavera. Segundo o jornalista Bruno Assunção, em represaliaà última operação, os bandidos teriam roubado só ontem cerca de 40 carros e motos na região.

Ônibus foram atravessados na pista em Meriti em protesto contra operação policial que deixou um morto. VIDEOS

Bandidos atravessaram ônibus no meio da rua em São Mateus, São João de Meriti. A região ficou cercada por forte presença policial. Os coletivos foram abandonados nas avenidas Getúlio de Moura, Roberto Silveira e Rua da Matriz. Segundo relatos, teria sido uma retaliação a uma operação policial na região que deixou um morto. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, na manhã desta quinta-feira (28/08), policiais militares do 21º BPM (São João de Meriti) detiveram quatro suspeitos durante patrulhamento pela Rua Francisca Peixoto, no bairro São Mateus, em São João de Meriti. Na ação, foram apreendidos um fuzil, uma pistola, um revólver e munições. A ocorrência foi encaminhada para a 64ª DP. À tarde, durante patrulhamento na Rua Paulino Barbosa, na localidade conhecida como Castelinho, no Éden, segundo o comando da unidade, os policiais se depararam com um homem em atitude suspeita que efetuou disparos contra os agentes. Houve confronto e o suspeito foi ferido e socorrido ao Hospital Municipal de São João de Meriti, mas não resistiu aos ferimentos. Com ele foi apreendida uma pistola e munições. Ocorrência registrada na DH. Após o fato, populares tentaram atravessar ônibus nas vias e foram impedidos por policiais.

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