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Divulgada foto de foragido suspeito de envolvimento em sequestro de jornaleiro em Niterói

O Disque Denúncia (2253-1177) divulga, neste sábado (13), um cartaz para auxiliar nas investigações e no inquérito policial da 81ª DP (Itaipu), a fim de obter informações que levem à localização e prisão de Thiago Bricio Nogueira, de 39 anos. Ele seria um dos envolvidos no sequestro do jornaleiro Eduardo Aguiar Ferreira, de 24 anos. O crime aconteceu em 24 de novembro, na Região Oceânica de Niterói, e, desde então, a vítima continua desaparecida. Nesta sexta-feira (12), policiais da 81ª DP prenderam em Del Castilho, Zona Norte do Rio, Rafael Gonçalves Pacheco, um dos envolvidos no sequestro e desaparecimento do jornaleiro. Segundo as investigações, o jovem foi levado por três homens encapuzados enquanto aguardava pessoas com quem negociaria uma carga de cigarros de origem ilícita, na Rua Jaerthe Pimentel de Medeiros, na Serra Grande. Segundo testemunhas, os criminosos colocaram a vítima à força no interior de um Toyota Corolla prata, modelo antigo, que fugiu em direção à Avenida Central. Agentes da distrital constataram que a última localização enviada pelo iPhone da vítima foi registrada às 20h30 do mesmo dia, em Imbariê, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.  No início de dezembro, a polícia encontrou em Imbariê, Duque de Caxias, o Toyota Corolla prata usado no sequestro — o carro foi totalmente incendiado. As investigações indicam que o crime pode estar relacionado ao comércio ilegal de cigarros. Eduardo, segundo a polícia, já atuava no mercado de cigarros contrabandeados. O suposto envolvimento teria motivado o ataque.  Thiago Bricio Nogueira, já é considerado um foragido da Justiça, e contra ele foi expedido um mandado de prisão, pelos crimes de Sequestro, Ocultação de Cadáveres e Homicídio.  .O Disque Denúncia, pede que quem tiver informações sobre sobre a localização do foragido da Justiça Thiago Bricio,  favor entrar em contato  pelos seguintes canais de atendimento:     Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido

Homem suspeito de envolvimento em homicídio que Adilsinho teve a prisão decretada essa semana era traficante da Mangueirinha (CV). Veja lista com possíveis vítimas da quadrilha do contraventor

A quadrilha do contraventor Adilsinho recrutou no Comando Vermelho um pistoleiro para cometer assassinatos. Um dos suspeitos da morte de Flávio Alamar em frente ao cemitério de Inhaúma, em 2022, do qual Adilsinho teve a prisão decretada essa semana apontado como mandante, Átilia Deiver Oliveira da Silva integrava a quadrilha de traficantes do Complexo da Mangueirinha, em Duque de Caxias. Conhecido como Sasá, teria participado do sequestro de um policial militar que teria atuado na UPP local. O agente foi levado para dentro da comunidade. Sasá era um dos gerentes do tráfico da Mangueirinha e responsável pelo fechamento da contabilidade das bocas de fumo. O bando de Adilsinho é investigado por diversos homicídios nos últimos anos em casos ligados a máfia dos cigarros e disputas na contravenção. Um dos elementos que ligam os crimes são que as mesmas armas foram usadas em mais de um assassinato. Veja relação das possíveis vítimas do grupo de acordo com investigações e processos que tramitam na Justiça. Adilsinho já teve a prisão decretada por alguns deles. Rodrigo Marinho Crespo – advogado morto no Centro do Rio em 2024 Marquinho Catiri – miliciano morto em 2022 na comundiade do Guarda, em Del Castilho Sandrinho – segurança de Catiri, morto na mesma data. Emerson Teles de Menezes – comerciante, morto em Bangu em 2024. ristiano de Souza – dono de tabacaria morto em 2023 no Recreio dos Bandeirantes em razão de dívidas de jogo Bruno Killer da Conceição Fernandes – policial penal morto em 2023 no Recreio Anderson Reis dos Santos – desaparecido Alexandro dos Santos Marques – desaparecido Fabrício Alves Martins – morto em 2022 Fábio Alamar – morto em 2022 Thiago Barbosa – ex-policial civil morto em Nova Iguaçu em 2022 Ezequias Penido da Rosa – PM morto em Duque de Caxias em 2022 João Joel de Araújo -policial civil morto no bairro de Ilha de Guaratiba. Fernando Marcos Ferreira Ribeiro – morto em 2023 na Tijuca em suposta disputa com Bernardo Bello Antônio Gaspazianni Chaves- comericante, morto em Vila Isabel em 2024 em suposta disputa com Bernardo Bello Daniel Mendonça da Silva – PM morto em Marechal Hremes em 2023. Era ligado a Bernardo Bello O grupo de Adilsinho também é suspeito do atentado sofrido pelo filho do contraventor Luiz Cabral no Centro do Rio, em 2023 e pelo ataque ao bicheiro Vinicius Drumond este ano, na Barra da Tijuca. Vale lembrar que as armas usadas na morte do policial civil José Carlos Queiroz Vianna, ocorrida em Niterói este ano, foram utilizadas nos homicídios de Cristiano e Gaspazianni e a polícia apura a lilgação entre os crimes. O PM Rafael do Nascimento Dutra, vulgo Sem Alma, ligado a Adilsinho, responde a processo na Justiça por pelo menos três destes crimes: Daniel Mendonça, Cristiano e Catiri.

Policia tenta prender 36 traficantes do CV que agem em Anchieta que têm sofrido ataques do TCP

Policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) e da 14ª DP (Leblon) realizam, nesta sexta-feira (12/12), ação para desarticular o principal núcleo armado, logístico e financeiro da facção narcoterrorista Comando Vermelho na comunidade Az de Ouro, em Anchieta. A “Operação Trunfo Final” é fruto de meses de investigação e resultou na identificação de 36 criminosos, entre eles estão os integrantes da “Tropa do Cesar”. O bando é responsável por portar armas, intimidar moradores, organizar ataques e garantir o domínio territorial da região. Até o momento, nove pessoas foram presas. Essa quadrilha vem sofrendo nas últimas semanas diversos ataques de traficantes do Terceiro Comando Puro liderados pelo bandido vulgo Neném. Os agentes buscam cumprir 108 mandados judiciais, sendo 36 de prisão preventiva e 72 de busca e apreensão. As diligências ocorrem em Anchieta, na Zona Norte, e em Nilópolis e Mesquita, na Baixada Fluminense.O trabalho investigativo das unidades mapeou toda a estrutura criminosa que controlava a área e identificou os integrantes da quadrilha e suas funções específicas dentro da máquina do crime. Entre os 36 criminosos identificados estão líderes operacionais, gerentes do tráfico, distribuidores de armas e responsáveis pela arrecadação e movimentação financeira. Os agentes descobriram que a facção mantinha na região um de seus principais braços armados.Ao longo das apurações, as equipes comprovaram que o núcleo financeiro da quadrilha realizava diversas transferências e movimentações financeiras destinadas a sustentar o tráfico local, abastecer o arsenal de guerra e financiar as atividades ilícitas.A “Operação Trunfo Final” recebeu esse nome em referência direta ao ás de ouros, carta que simboliza poder, supremacia e domínio, mesma forma que a facção se via dentro da comunidade. A ação reforça a metáfora de que, no tabuleiro do crime, nenhum “ás” é maior que o trunfo, representado pela ação coordenada e estratégica das forças de segurança.

Rabicó do Salgueiro (CV) movimentava milhões com a venda de drogas e participava pessoalmente das negociações de armas e entorpecentes

Alvo principal da operação policial hoje no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo o traficante Antônio Ilário Ferreira, o Rabicó, movimentava milhões com a venda de drogas em seu principal reduto, e participava pessoalmente das negociações para a aquisição de munições, armas e entorpecentes para a quadrilha.. Uma investigação feita anos atrás mostrou que o bandido chegou a ter pouco mais de R$ 5 milhões em caixa.  A apuração relatou gastos da quadrilha com recargas, prestação de um carro preto, viagens, almoço, cadastramento de telefones celulares, internet, kit gás e até com uma casa que estava sendo construída para Rabicó em Santa Catarina. O trabalho mostrou conversas entre Rabicó e o antigo aliado Thomaz Jahyson Vieira Gomes, o então 2N, em que o chefe afirmou estar comprando 23 caixas de munição calibre 556 de fuzil. 2N rebateu dizendo que tinha um amigo com 50 caixas de munição para fuzil AK-47, 50 de 9 milímetros e 10 de 45, ambos de pistolasRabicó então afirmou a 2N que iria  pagar R$ 500 nas munições de AK, mas não queria as ´de 9mm´, e precisava que as munições fossem entregues imediatamente.2N´ explicou a ele que as munições vinham vindo do Paraguai, mas já se encontravam do lado brasileiro da fronteira e chegavam em uma semana´   2N virou 3N e se tornou inimigo mortal de Rabicó. Já falecido, 3N chegou a querer  tomar o Complexo do Salgueiro. Em outro trecho, Rabicó questionou se um comparsa entregou R$ 300 mil para um matuto (fornecedor de drogas e armas) no Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho, na Zona Norte do Rio. Há um caso em que Rabicó falou para um aliado que alguém teria que levar 50kg de ´cavalo´ (cocaína pura) e, por isso, tinham separar R$ 250 mil, R$ 70 de frete por quilograma, totalizando R$ 3.500. Rabicó comentou com mais um aliado que já havia comprado 500kg de maconha e separado seis fuzis Parafal 7,62mm, 24 pentes e caixas de munição. Em seguida, afirmou que a intenção era comprar um caminhão para levar apenas as armas e munições para o Rio de Janeiro. Ele chegou a dizer que havia depositado para um fornecedor a quantia de R$133.000,00, divididos em parcelas de R$9.500, por 14 bancos diferentes e pediu a confirmação se o dinheiro do depósito já havia caído na conta do ´mano dos bicos´ (fornecedor de armas). Chamou a atenção também a negociação de Rabicó com outro chefão do Comando Vermelho, Luís Cláudio Machado, o Marreta. Rabicó encomendou 50 kg de drogas e perguntou a Marreta tem pedra (referência a 1kg) para adiantar, dizendo que 30 ou 20 pedras bastam. Rabicó ainda perguntou ao comparsa se ele tinha como arrumar cinco caixas de munições para AK-47.Rabicó também negociou com o traficante Monstrão da Mangueira. Em uma escuta, ele perguntou ao aliado  se conhecia alguém que possa levar 50kg para ele. ´Monstrão´ disse na época que tem um amigo que faz frete para ´nós´ (sic) (referência ao núcleo de traficantes liderado por ´Marreta´) e que cobra ´100 por kg´ (sic).Em outro inquérito, Rabicó já preso foi apontado, além das transações relativas ao comércio de drogas e armas, comandar o tráfico na comunidade do Salgueiro, dando ordens, detalhando e fiscalizando cada integrante da quadrilha, tudo do interior do ComplexPenitenciário de Gericinó, em Bangu, por meio de contatos telefônicos. Um dos trechos captados, ele fala com a mulher que menciona que mandou preparar bucho de boi para refeição, conforme ele havia pedido e que lhe entregaria na próxima visita.Em outra escuta, Rabicó deu uma bronca em um subordinado: ” irmão, se liga. Eu tô te pedindo, tô falando e você tem que cumprir essa porra aí ou então sai …então, veja bem o que eu tô falando para você. Se você não está satisfeito de trabalhar comigo, parceiro, e de ouvir o que eu tô falando, você deixa meu bagulho aí, certo parceiro. Mais recentemente, Rabicó foi reconhecido por motoristas como.participante de roubos de cargas na Rodovia BR-101 no ano passado. Chamado de chefe pelos comparsas, ele empunhava fuzil nas ações. Ele autorizou os roubos de veículos na estrada como forma de complementar os lucros de sua quadrilha.

Ministério da Justiça divulgou quem são os oito bandidos mais procurados do RJ. Listamos mais 23 perigosissímos e também caçados pela polícia

Nesta semana, o Ministério da Justiça e Segurança Pública lançou o Projeto Captura com a relação dis criminosos mais procurados do Brasil. No RJ oito deles foram listados: os bicheiros Bernardo Bello e Adilsinho, o miliciano Naval, os traficantes do CV Doca, Abelha e Pezáo e do TCP Peixão e Lacoste. Mas existem muitos outros por aqui perigosíssimo e muito procurados pela polícia fluminense. Gilson Ingrácio de Souza Junior, conhecido como Juninho Varão, segundo o Ministério Público, deu um golpe em Danilo Tandera e assumiu o comando da milícia em bairros como Cabuçu, Palhada, Valverde e Grão Pará, em Nova Iguaçu. Varão tem diversas passagens por homicídio, tortura e organização criminosa, e era responsável pelo controle financeiro da quadrilha, além de participar diretamente da compra de armas e munições. Paulo Roberto Carvalho Martins, o PL – É um dos líderes da maior milícia do Rio ao lado de Naval. Bruno da Silva Loureiro, o Coronel. Chefe do tráfico na Favela do Muquiço (TCP) em Deodoro. É apontado como mandante do assassinato de uma jovem que se recusou a sair com ele após um baile em Sensdor Camará. José Rodrigo Gonçalves Silva, o Sabâo ou 31- comanda a Cidade de Davi, complexo de favelas dominado pelo TCP que abrange Senador Camará e Vila Aliança, na Zona Oeste do Rio. Mario Henrique Paranhos, o Neves – comanda o Morro do Dendê (TCP), na Ilha do Governador. Liderava um esquema de extorsão a motoristas de aplicativo no bairro. William Yvens, o Coelhão – braço-direito de Lacoste, chefão do Complexo da Serrinha (TCP), em Madureira. Lázaro da Silva Alves, o Corinthians- comanda a comunidade do Barro Vermelho (TCP) em Duque de Caxias após dar golpe.em Fernandinho Beira-Mar. Foi alvo recente de operação na Maré que terminou com três mortos entre eles um inocente e uma criança ferida. Leandro Santos Sabino, o Trem ou Flamengo – Divide com Corinthians o comando do Barro Vermelho (TCP). Lidera um esquema de extorsões a moradores de conjuntos habitacionais na região. Michel de Souza Malveira – Um dos líderes do TCP no Complexo da Maré Leandro Nunes Botelho, o Scooby- foi durante anos dono das bocas de fumo do Morro dos Macacos (TCP), em Vila Isabel, até o CV tomar. Leonardo Miranda da Silva, o Empada ou zDanado -?comanda o Complexo de São Carlos (TCP), no Estácio. Antônio Ilario Ferreira, o Rabicó – comanda o Complexo do Salgueiro (?CV), em São Gonçalo. Jorge Luiz de Moura Barbosa, o Alvarenga- comanda a Favela Parque Unido (CV), no Complexo da Maré. Rodrigo da Silva Caetano, o Motoboy – comanda a comunidade Nova Holanda (CV), no Complexoda Maré. Juan Breno Malta, o BMW – comandava a equipe.Sombra,,um braço do CV que matava milicianos na Zona Oeste. Esta envolvido nas mortes de três médicos na Barra da Tijuca. Luiz Carlos Bandeira Rodrigues, o Zeus – bandido de fora do Rio que recebeu o comando da Muzema (CV), no Itanhangá. Pedro Paulo Guedes, o Pedro Bala – um dos líderes do tráfico no Complexo da Penha (CV) John Wallace da Silva Viana, o Johny Bravo -um dos líderes do tráfico na Favela da Rocinha (CV) – Seria responsável pela comercialização de “gatonet” (recepção não autorizada do sinal de TV por assinatura), assinaturas de internet e gás encanado. Dentre as cobranças também está a cobrança de aluguel para de R$ 300 para jogar no campo de futebol público no alto do Vidigal. Leandro Pereira da Rocha, o Bambu – divide com Johny Bravo o comando da Rocinha Paulo César Baptista de Castro, o Paulinhozinho – comanda os morros do Fallet e Fogueteueo (CV), no Catumbi Carlos da Costa Neves, o Gardenal – apontado como um dos braços-direitos do traficante Doca no Complexo da Penha (CV). jorge Alexandre Cândido Maria – chefe do tráfico na Vila Kennedy (CV) Rodney Lima de Freitas, o RD – Ex-miliciano responsável pelos ataques do CV a grupos paramilitares na Zona Oeste. Jean Carlos Nascimento dos Santos, o Jean do 18. Comanda o Morro do Dezoito (CV) em Água Santa e liderou extorsão a empreiteira encarregada da obra do Parrque Piedade.

Justiça decretou mais uma vez prisão preventiva de miliciano Juninho Varão por homicídio. Vítima era integrante do bando de Zinho

A Justiça decretou mais uma vez a prisão preventiva do miliciano Juninho Varão e de seu comparsa Shang Lee pelo homicídio de um integrante do bando de Zinho, David Barbosa do Nascimento, vulgo Luluga. A companheira da vítima comunicou seu desaparecimento desde o dia 19/01/2025, quando então o alvo teria sido abordado por elementos armados e levados em direção à baixada fluminense. Ainda em sede policial, uma testemunha aduziu que a vítima pertencia a Milícia do Zinho e que, no dia do desaparecimento, ele estava próximo ao Bar do Jerrinho quando elementos armados abordaram os clientes do estabelecimento e arrebataram a vítima. Segundo a decisão que decretou a prisão, os denunciados, membros notórios de organizações criminosas, arquitetaram um homicídio a ser praticado com arma de fogo, em via pública, sendo certo que o local onde os disparos ocorreram possuía outras pessoas presentes.

PM que atuou com Ecko e Tandera e foi sócio de Juninho Varão pode ser expulso da corporação

Recentemente preso, o sargento PM André Barbosa Cabral poderá ser expulso da corporação por seu envolvimento com a milícia da Baixada Fluminense. Ele está sendo submetido a conselho de disciplina.  Cabral era ligado aos milicianos Ecko, Tandera e seu irmão Delsinho e agiu com eles entre os anos de 2011 e 2020 praticando crimes como homicídio, extorsão, agiotagem, corrupção ativa, distribuição clandestina de sinal de TV a cabo e  de internet, porte e posse ilegal de armas de fogo e munições, lavagem de dinheiro, além de outros delitos. A investigação dizia que Cabral supostamente exerceria função de liderança do grupo na localidade de Valverde, Cabuçu e na Estrada de Madureira, sendo o PM apontado como uma das mais antigas lideranças da milícia naquela região. Além da liderança, Cabral seria o braço armado da milícia, cabendo-lhe, inclusive, a responsabilidade pela prática de homicídios em nome da organização. Cabral teria sido sócio do atual líder da milícia da Baixada, Juninho Varão em uma empresa que oferecia plano assistencial, acordo que teria sido rompido quando passaram a disputar lucro na atividade.   Foram encontrados diálogos e gravações de áudio entre Cabral e Warley, que era o número 2 da milícia do Varão,  as quais indicariam o envolvimento de ambos com a milícia. 

Polícia impediu ataque do CV a área do TCP na Zona Norte do Rio. Houve confronto. Quatro suspeitos foram baleados e um morreu. Inocentes foram atingidos

Em mais uma ação da “Operação Contenção”, policiais civis e militares frustraram, na madrugada desta quarta-feira (10/12), um ataque armado que seria promovido por integrantes do Comando Vermelho contra criminosos rivais do Terceiro Comando Puro, em Vicente de Carvalho, na Zona Norte do Rio. Os agentes apreenderam dois fuzis, duas pistolas, carregadores de armas, radiotransmissor, um veículo e grande quantidade de munição. Um criminoso foi neutralizando durante ataque com as forças de segurança e quatro estão sob custódia. A ação conjunta reuniu equipes da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA-CAP), da 31ª DP (Ricardo de Albuquerque) e do 16º BPM (Olaria), que já monitoravam o grupo há semanas. As investigações apontaram que o grupo criminoso, ligado à comunidade do Juramentinho, em Vicente de Carvalho, vinha promovendo ataques sucessivos em áreas dominadas pelo grupo rival na região do Amarelinho, onde os narcoterroristas vestiram uniformes escolares para não chamar atenção e surpreender os adversários. Na madrugada desta quarta, a quadrilha se deslocava para mais uma ofensiva, desta vez na comunidade Para-Pedro, em Irajá. Durante o trabalho de monitoramento, as equipes interceptaram o veículo utilizado pelos criminosos. Houve fuga, os criminosos dispararam covardemente contra os policiais e os agentes reagiram à agressão e contiveram o grupo. Quatro homens, entre eles um adolescente, foram baleados e socorridos para uma unidade de saúde da região. Um quinto indivíduo também recebeu atendimento, mas não resistiu. Há informações divulgadas na imprensa que dois inocentes foram atingidos. No veículo, os policiais encontraram um grande arsenal de guerra com fuzis, pistolas, quatro carregadores de fuzil, dois carregadores de pistola, um radiotransmissor e grande quantidade de munição. O carro utilizado pela quadrilha foi apreendido e encaminhado para perícia. Entre os capturados, um deles é apontado como autor de um roubo cometido em julho deste ano, em Mesquita. Já o adolescente ferido responde por ato infracional análogo ao crime de latrocínio ocorrido em abril, em São João de Meriti. A ação faz parte da “Operação Contenção”, uma ofensiva estratégica do Governo do Estado para conter e atacar o avanço territorial da facção criminosa Comando Vermelho. O principal objetivo é desarticular a estrutura financeira, logística e operacional da organização criminosa, além de prender traficantes que atuam na região. Até o momento, mais de 250 capturados e outros 136 criminosos neutralizados em confronto. Foram apreendidas cerca de 460 armas, sendo 189 fuzis, e mais de 50 mil munições.

Sobrinho de Peixão (TCP) detido indo para a Bolívia tem duas condenações por tráfico de drogas, uma delas pelo CV

Matheus Malaquias Santa Rosa, sobrinho do traficante Peixão, que foi detido pela Polícia Rodoviária Federal em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, tem condenações por trárico de drogas na década passada. Em uma delas, foi flagrado em 2017 no interior de Parada de Lucas, com 170 gramas de maconha, além de dois radiotransmissores. Pegou nove anos e quatro meses de detenção em regime fechado. A outra condenação veio por sua participação no tráfico na comunidade do Mato Dentro, em Maricá. Na ocasião, portava uma mochila e um radiotransmissor. Ele admitiu na época que traficava na localidade que é dominada pela facção criminosa Comando Vermelho. Havia na mochila 390 sacolés de Cloridrato de Cocaína e 11 sacolés de maconha.Foi condenado a três anos de prisão, A ação A Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Civil flagraram familiares de um dos traficantes mais procurados do Rio de Janeiro tentando ir para a Bolívia. A abordagem aconteceu na BR-262, em Campo Grande (MS), após o recebimento de informações da Polícia Civil. Por volta das 12h, equipes da PRF foram acionadas pela Polícia Civil do Rio de Janeiro para abordar dois veículos que seguiam da capital com destino a Corumbá, na fronteira com a Bolívia. O traficante estaria acompanhado da família e fugindo para o país vizinho. Durante a fiscalização, os motoristas disseram ter sido contratados por um conhecido, que mora na Bolívia, para realizarem o transporte dos passageiros do Rio de de Janeiro até Corumbá. Eles contaram ter ido de avião até a capital fluminense, onde pernoitaram e seguiram para o Mato Grosso do Sul. Os condutores transportavam a esposa, três filhos e um sobrinho do traficante, mas ele não foi encontrado. Em uma revista nos veículos, os policiais encontraram várias joias, as quais continham inscrições fazendo referência ao foragido da justiça que é líder de uma facção criminosa. O sobrinho do indivíduo afirmou ser o dono dos materiais. Todos os envolvidos foram detidos por suspeita de lavagem de dinheiro ou ocultação de bens, direitos, valores e promoção, constituição, financiamento ou integração, pessoalmente ou por interposta pessoa, de organização criminosa. A ocorrência foi encaminhada à Polícia Federal.

Familiares de Peixão (TCP) foram detidos a caminho da Bolívia

A Polícia Rodoviária Federal abordou familiares de Pexão, um dos traficantes mais procurados do Rio de Janeiro tentando seguir para a Bolívia. A abordagem ocorreu na BR-262, em Campo Grande (MS), após informações repassadas pela Polícia Civil do RJ. A ação só foi possível graças ao trabalho de inteligência da Subsecretaria de Inteligência da Polícia Civil (SSINTE) e do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE). Segundo informações, dois veículos saíram do Rio de Janeiro com destino a Corumbá, na fronteira com a Bolívia. Neles estavam a esposa, três filhos e um sobrinho de Álvaro Malaquias Santa Rosa, conhecido como “Peixão”, apontado como líder do Complexo de Israel. O traficante não estava nos carros. Durante a fiscalização, os agentes encontraram joias com referências ao foragido. O sobrinho afirmou ser o proprietário dos bens. Todos os ocupantes foram detidos sob suspeita de crimes relacionados à lavagem de dinheiro e organização criminosa. O caso foi encaminhado à Polícia Federal..

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