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Justiça manda Corregedoria apurar supostas agressões de PMs contra traficantes presos em Meriti

A Justiça do Rio mandou a Corregedoria da Polícia Militar apurar supostas agreessões de PMs contra três traficantes presos na comunidade do Dique, em São João de Meriti Um dos bandidos presos alegou ter sido arrastado pelos policiais até a viatura. Um segundo falou ter sido agredido por dois policiais militares que efetuaram sua prisão com pisões e tapa no rosto. Um terceiro narrou ter sido agredido por um dos dois policiais militares que efetuaram sua prisão com um tapa no rosto. Consta do auto de prisão em flagrante que policiais foram chamados para apurar informações sobre o sequestro de dois homens na localidade. Ao chegaram no local foram recebidos por disparos de arma de fogo realizados por cerca de seis elementos. Após revidarem, os policiais conseguiram encontrar dois dos suspeitos João Vitor Dos Reis no interior de uma residência, onde foram duas armas de fogo. No trajeto da fuga, foram apreendidas mochilas com drogas. Os policiais vasculharam a vila onde se situa a casa em que os presos se refugiaram e encontraram, sob uma caixa d’água, um fuzil AR-15, com a numeração suprimida, contendo 6 munições. Os agentes da leu progrediram pela área e foram surpreendidos por disparos de arma de fogo realizados pelo terceiro criminoso. Após revidarem , os militares capturaram o bandido com que foi apreendida uma pistola com a numeração suprimida e municiada. Os três presos estão com a prisão preventiva decretada. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Depoimentos detalham como foi o assassinato de mulher que foi morta em Nova Iguaçu por ter caso com homem casado. SAIBA TUDO

Leia agora detalhes de um feminicídio que chocou o Rio de Janeiro: o asassinato de Larrisa dos Santos Silva, morta por manter um caso com um homem casado. Uma testemunha contou que na quarta feira dia 22/01/2025 por volta das 15hs foi procurado por Alan Santos Gusmão Junior que disse que precisava que o declarante fizesse um canteiro na entrada da casa que fica localizada na rua Augusto Alves da Silva n308 Posse Nova Iguaçu, pois ia fazer um jardim. Alan estava muito nervoso e disse para a testemunha. “Gugu, pô cara como eu te conheço a muito tempo e meu avô também você é a única pessoa que eu fosso confiar. Em seguida, disse que havia matado uma mulher e perguntou se o conhecido poderia ajudá-lo a sumir com o corpo ou ajudar a enterrar. A testemunha, então, afirmou que não podia fazer isso e que Alan estava desesperado então ofereceu dar uma televisão de 70 Polegadas para que o declarante ajudasse a ocultar o corpo de Larissa no canteiro que o declarante havia construído na frente da sua casa. Alan continuou a contar o que tinha feito e disse o seguinte. “Gugu, matei a mulher que tinha um caso com ela” O assassino lhe contou que estavam na casa no momento começou a discussão que desencadeou no homicídio, o próprio Alan, a esposa Leandra e Larissa. Alan disse que Larissa que durante a discussão Larissa o teria esfaqueado nas duas mãos. Ele então tomou a faca da mão de Larissa e a esfaqueou até a morte. Quando foi na casa da testemunha, Alan tinha corte nos desdos das duas mãos. Alan lhe contou que tinha enterrado o corpo de Larissa no canteiro que havia sido construído , mas que já estava cheirando mal e por este motivo estava tão nervoso e desesperado; Ele, então, disse para o declarante que precisava que este fizesse um buraco no piso que fica ao lado do canteiro que fora construído para enterrar o corpo da vítima, mas a testemunha se recusou. Então, Alan disse ao declarante que tinha um conhecido que lhe contou que havia um rio em Belford Roxo que tinha um jacaré e que lá o corpo iria sumir sendo comido pelo animal. A testemunha voltou a negar ajuda. Alan continuou insistindo. Ele queria que o declarante transportasse o corpo de Larissa em seu Veículo um Santana Preto, o que também foi negado. Depois falou para levá-lo para o Arco Metropolitano pois lá teria uma região de matagal, pedido também recusado. Diante disso, a testemunha procurou um amigo que o orientou a contar toda a verdade do que tinha sido relatado por Alan na polícia. Alan havia se separado de Leandra mas reatou o casamento dias antes do crime. Outra testemunha falou que Larissa disse certa vez disse que estava ficando com um homem de nome Alan , pois este tinha dinheiro e proporcionava coisas boas para ela, sendo que o homem nunca disse a ela que era casado. No dia em que desapareceu Larissa não falou nada para a declarante se iria encontrar com Alan. Alan disse que não queria se entregar à polícia pois tinha medo de morrer. . O acusado do crime disse que Larissa foi para a sua casa, no dia 21 de fevereiro, Ela entrou em contato com ele via Whatsapp dizendo que precisava de dinheiro porque havia batido a moto e estava custeando tudo sozinha. Ele disse que a moça o ameaçou dizendo que iria matá-lo, bem como sua esposa já que sabia que os dois haviam reatado. Larissa lhe pediu dinheiro e ele disse que não tinha , e que ainda que tivesse, não lhe daria porque pretendia gastar na sua casa;. A moça continuou insistindo , mas diante da recusa, ela disse que iria embora. Antes de sair, Larissa pediu pra ir ao banheiro mas quando Alan se virou, a moça teria vindo na sua direção com uma faca na mão. Alan foi atingido em ambas as mãos.Houve luta corporal . Durante a briga, Larissa foi atingida uma primeira vez, no peito, acreditando o declarante que de raspão. Alan conseguiu lhe tomar a faca, mas ela teria continuado dizendo que mataria o declarante e a esposa. Então, Alan golpeou a vítima na parte superior do tórax;. Larissa também tentou segurar a faca. A luta começou na sala e terminou no quarto, onde Larissa desfaleceu.Alan não tentou socorrer a moça e não ligou para ninguém. Tentou limpar a sala o máximo possível antes da Leandra chegar, mas não conseguiu. A esposa não chegou a ver o corpo da vítima porque Alan trancou a porta do carro. Disse que o sangue que estava no chão era de suas mãos suas mão, pois havia estourado um pirex. Depois da obra pronta, Alan carregou sozinho o corpo de Larissa até o canteiro. Ele enrolou o cadáver em um edredom e um tapete. Jogou um pouco de terra sobre o corpo, somente o suficiente para escondê-lo;. Após enterrar o corpo, limpou o sangue da casa antes que Leandra acordasse. No dia seguinte, estava nervoso com o corpo enterrado em seu quintal e resolveu procurar o pedreiro, e lhe pediu ajuda para tirar o corpo de lá. Alan disse que não tinha dinheiro, mas que poderia dar alguma coisa pra ele, como uma televisão. Então decidiu levar o corpo para um rio no bairro Shangri-la, em Belford Roxo, onde dizem ter jacarés, para que os animais devorassem o cadáver. Como não teve ajuda, comprou mais terra e plantas para colocar sobre o corpo; Depois disso, fugiu com a mulher. O casal acusado do crime está preso. Eles foram localizados em Petrópolis.. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Traficante do Morro da Mangueira (CV) foi preso em hotel de cidade praiana no Espírito Santo

O traficante vulgo Leo 157, apontado como um criminoso importante na hierarquia do Morro da Mangueira, na Zona Norte do Rio de Janeiro, foi preso em um hotel de Piúma, no litoral do Espírito Santo. Ele foi pego em uma operação integrada entre a PMs fluminense e capixaba. A UPP e a Subsecretaria de Inteligência da PMERJ participaram da ação, Haviam dois mandados de prisão em aberto contra o bandido. Ele foi acusado em 2014 de fazer disparos contra PMs que causaram a morte de um deles., Thiago Rosa Coelho da Silva Uma investigação antiga apontou Léo 157 também como braço-armado da quadrilha, que portava um fuzil AK 47. Ele é conhecido como Léo do Buraco, por ter admnistrado as bocas de fumo da localidade do Buraco Quente., uma das mais conhecidas do morro. Ao perceber a presença policial, ele retornou rapidamente para o interior do estabelecimento e tentou fugir pelas escadas até o terceiro andar. No entanto, os policiais conseguiram impedir a fuga e realizaram a abordagem. Durante a verificação, Leonardo Batista da Silva apresentou um documento de identidade falso. FONTE: PMERJ e Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Após surgirem informações de que Marcinho VP seria contra, apareceu nova evidência de trégua entre o PCC e o CV

Após surgir no final de semana passado informações de que o líder máximo do Comando Vermelho Marcinho VP teria dito que o Primeiro Comando da Capital sempre será inimigo, apareceram novas evidências de que a suposta trrgua entre as duas facções pode ser para valer. Circulou novo comunicado sobre o pacto inclusive com o pedido do PCC para que presos sejam transferidos para presídio que abriga detentos do CV. A mensagem diz que após dez anos os dois grupos colocaram fim a uma guerra e estào refazendo nova aliança. O apresentador Tino Júnior afirmou em suas redes sociais de que, do lado do PCC, o “Grupo dos 14” intermediou as conversas. Já pelo CV, Pezão, Paulista, o Professor (Complexo do Alemão), Doca, 2D e Pedro Bala (Complexo da Penha) foram os representantes. A motivação: afrouxar as regras do sistema penitenciário federal, não interferir nas rotas do tráfico internacional de ambos e compartilhar fornecedores e rotas nacionais para a entrega de drogas no país. O acordo já estaria em vigor, e o comunicado está circulando por mensagens por todo o Brasil. FONTE: Pagina Submundo Criminal (Twitter)

PM prendeu oito traficantes da ADA em área que era da milícia em Curicica

PMs do 18° Batalhão prenderam hoje oito traficantes e apreenderam quatro pistolas, dois rádios transmissores e uma grande quantidade de entorpecentes na comunidade da Vila Sapê, no bairro Curicica, em Jacarepaguá. Todos seriam.da Vila Vintém, em Padre Miguel. Segundo informações que circulam nas redes sociais, o miliciano André Boto que comandava a comunidsde teria entregue a favela para traficantes ligados à facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA). As drogas apreendidas tinham papelotes com a sigla da ADA. FONTE: PMERJ e Apuração Informe BR News (grupo de WhatsApp)

Justiça decretou as prisões preventivas de quatro milicianos de Seropédica suspeitos de matar um homem em 2023 acusado por eles de traficar drogas sem autorização

A Justiça decretou as prisões preventivas de quatro milicianos de Seropédica, vulgos Chica, Marcelinho Macabu, Zazá e um chamado Lucas por um homicídio cometido em maio de 2023. Segundo a denúncia, no dia 07 de maio de 2023, por volta de 20h20min, no estabelecimento denominado “Quiosque da Carlinha”, situado na Rua Rita Batista, nº 10, Campo Lindo, Seropédica/RJ, os suspeitos, teriam matado a vítima Marcos Paulo da Silva Pereira mediante disparos de fuzis calibres 7,62mm e 5,56mm, que causaram múltiplos ferimentos em seu corpo. Uma testemunha reconheceu a participação do falecido milciiano Tubarão no epísódio., afirmando que foram criados juntos desde criança, e que ele seria o chefe da milícia de Seropédica. Tubarão foi morto em confronto com a polícia em 06 de fevereiro de 2024. Além de o identificar, Bruno o apontou como sendo o indivíduo que derrubou Marcos e realizou o primeiro disparo com arma de fogo contra a vítima, tendo o identificado por meio de gravação de vídeo da câmera de segurança do local, em razão do porte físico, pela violência, forma de agir e pela roupa que ele usava. A testemunha também reconheceu Chica e Thiago “Bomba”, falecido na guerra contra o Bonde do Miliciano Zinho no km 32. Outras testemunhas diseram que Marcos morreu pois estaria traficando drogas no Quiosque onde foi morto, sem a autorização da milícia. Do mesmo modo, uma outra testemunha, que estava presente com a vítima no local dos fatos, declarou que Marcelinho Macabú sentou à mesa do Quiosque e,momentos depois, um homem de cor negra, vulgo “Zazá”, apareceu e ordenou que o bar fosse fechado, assim como que todas as pessoas deveriam ir embora. Dando continuidade e complementando o relato da testemunha, uma outra pessoa presente na hora dos fatos , também presente no local, confirmou a identidade de Macabú, e afirmou que milicianos encapuzados chegaram em um carro pequeno, de cor clara, e que jogaram Marcos Paulo ao chão, desferindo muitos tiros em cima da vítima, e logo depois se evadiram do local. Zazá estaria de camisa preta no vídeo, tendo sido a pessoa quem tomou o celular da mão de alguém do bar, após o crime, e mandou todo o comércio fechar e todos irem embora. A mãe de Marcos também identifcou Tubarão como o executor de seu filho ao visualizar as imagens de câmera de segurança vinculadas ao procedimento. A identificação, segunda ela, se deu pelas roupas, pelo modo de andar, bem como pela bandana com fiapos brancos nas pontas. Além disso, também reconheceu Chica que teria aparecido trajando uma blusa de cor roxa clara e portando uma pistola, tendo sido registrado pelas filmagens. Acrescentou que identificou Licas como cobrador da milícia de Tauã. Por fim, momentos após o encontro, relatou também afirmou que Marcos teria retornado para mesa onde estava. Após isso, Tubarão, juntamente com outros milicianos, executaram a vítima com muitos tiros na frente de todos. Ainda sobre seu depoimento, disse que acreditou que a vítima foi executada pois no local não poderia haver concorrência na venda de drogas. Ao final, a autoridade policial destacou a peça “relatório de imagens”, protocolo 049265-1861/2023, onde as cenas gravadas pelas câmeras de segurança do estabelecimento foram minuciosamente detalhadas, indicando a atuação de cada um dos indivíduos que participaram da empreitada criminosa. Em tal documento se pode constatar, “quadro a quadro”, a sequência de fatos que culminou com a execução sumária de Marcos Paulo, bem como a violência da ação, mesmo em um comércio repleto de pessoas. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Foragido da Justiça que estava na casa de Oruam integrava quadrilha ligada ao CV que roubava celulares, extorquia e ameaçava as vítimas. Bando foi alvo de operação policial na semana passada que teve mais de 30 presos. VEJA MAIS DETALHES DA INVESTIGAÇÃO

O foragido da Justiça Yuri Pereira Gonçalves que foi flagrado na casa do rapper Oruam, filho do traficante Marcinho VP, responde a processo na Justiça suspeito de integrarn associação criminosa especializada na receptação de aparelhos celulares subtraídos e, ainda, na prática do crime de extorsão, A quadrilha foi alvo de uma operação da Polícia Civil na semana passada e era ligada ao Comando Vermeho, que teve mais de 30 presos. A ação é do ano de 2020 e descreve que várias pessoas passaram a receber ameaças via correio eletrônico ou aplicativo de mensagens, após terem seus aparelhos celulares subtraídos, nas quais os suspeitos exigiam fotografias de armas com seu nome, além de dados pessoais e nome de seus familiares, de forma a obter as senhas das contas pessoas do referido aparelho subtraído, permitindo seu desbloqueio e utilização por receptadores. Diante do grande número de vítima de tal ação, a equipe a equipe de investigação entrou em contato com o responsável pelo site onde foram feitas as consultas dos dados das vítimas, fornecendo a ele os CPF’s de algumas vítimas da suposta extorsão, sendo certo que ele identificou, inicialmente, dois usuários de seu sistema que consultaram os dados daquelas vítimas e forneceu uma lista das demais consultas realizadas por esses usuários, o que fez com que a quantidade de potenciais vítimas aumentasse de forma significativa. Os dois usuários que consultaram o referido sistema foram identificados e devidamente qualificados na representação policial, onde indica, ainda, os terminais telefônicos por eles utilizados para se comunicar com o proprietário do site de consultas antes mencionado, bem como seus respectivos e-mails. Além disso, consta dos autos do inquérito que uma das vítimas recebeu ameaças de uma pessoa com, a fim de que ela desvinculasse o celular subtraído de sua conta pessoal, valendo-se de fotografias de armas e demonstrando ser conhecedor de seus dados pessoais, como endereço. A quebra de sigilo do aplicativo Whatsapprevelou que os investigados fazem parte de diversos grupos destinados a comercialização e desbloqueio de telefones celulares.O bando agiu entre novembro de 2019 e setembro de 2024 e agia em diversos bairros da região metropolitana do Rio de Janeiro, A vítima J.M.T narrou que teve o seu celular, um Iphone 7 Plus, Jet Black, furtado no dia 06/11/2019, por volta das 11h, na Rua Alfredo Soares, centro de Nova Iguaçu, sendo certo que, após a subtração, começou a receber mensagens ameaçadoras, exigindo que realizasse o desbloqueio do aparelho, tendo o interlocutor demonstrado possuir diversas informações de seus dados pessoais. Diante dos elementos fornecidos, foi feito um levantamento nas bases de dados disponíveis da Polícia Civil, oportunidade em que foi constatado que havia outros procedimentos nos quais as vítimas relatavam que, logo após a subtração, recebiam links que buscavam extrair os dados das contas pessoais (ICloud) dos aparelhos, além de mensagens exigindo o desbloqueio, sob ameaças, conforme exemplificam A partir das diligências realizadas, descortinou-se o modus operandi de um grupo criminoso bem estruturado e com mais capilaridade do que poderia se imaginar,Dois dos integrantes realizaram, um cadastro no site Metabusca, obtendo os dados cadastrais dos usuários dos telefones subtraídos, para utilizá-los nas mensagens ameaçadoras, sendo os primeiros alvos identificados na investigação. Após sete períodos de interceptação telefônica e realização de demais diligências, foi possível identificar outros integrantes da organização criminosa, bem como individualizar as suas condutas. De acordo com o apurado no ambiente policial, estamos diante do golpe cibernético denominado phishing, no qual os criminosos aguardam até a vítima reativar a sua linha telefônica e, então, enviam-lhe uma mensagem informando que o aparelho foi recuperado (isca). No referido comunicado é exibido um link que direciona o usuário para uma página falsa do iCloud, solicitando que a vítima forneça seu login e senha de acesso. Em poder de tais dados, os transgressores conseguem realizar o desbloqueio dos aparelhos subtraídos, permitindo, assim, que possam ser comercializados para outros usuários. Na hipótese de as vítimas perceberem o golpe e não acessarem o referido link, os integrantes da organização criminosa passam a enviar mensagens em tom ameaçador, via aplicativo de mensagens ou e-mail, exibindo fotografias de armas com os seus nomes, além de dados pessoais, como endereço e nomes de familiares das vítimas, exigindo o desbloqueio do aparelho (index Demonstrou-se que os agentes são estruturados para financiar a prática de roubos e furtos de celulares, bem como para receberem, em primeira mão, os aparelhos subtraídos (já que interessa apenas o aparelho com chip para obtenção das senhas do proprietário) e para praticarem extorsão contra os proprietários dos aparelhos cujas senhas não puderam ser obtidas de forma fraudulenta. Por fim, não sendo possível realizar o desbloqueio dos telefones subtraídos, para que possam ser utilizados por outros usuários, os transgressores negociam, tão somente, as respectivas peças dos aparelhos. O caderno investigatório demonstrou, ainda, que os valores a serem pagos pelos telefones produtos de crime, bem como os valores pelos quais estes eram revendidos, variavam de acordo com as características dos aparelhos e a demanda existente no “mercado paralelo”, sendo a negociação realizada pessoalmente ou por meio dos terminais interceptados. Os criminosos atuavam em diversas frentes, formando núcleos voltados à prática de roubos, extorsão e receptação, destacando-se o de Duque de Caxias, Calçadão de Bangu e Central do Brasil, cujos contornos serão apresentados a seguir. Três bandidos faziam parte do Núcleo Duque de Caxias erecebiam os telefones subtraídos dos demais integrantes da malta, para serem revendidos no comércio informal, exercendo papel de liderança na organização criminosa. Chama atenção o fato de os denunciados em questão manterem contato direto com os autores dos roubos, fornecendo-lhes, inclusive, armas de fogo para serem utilizadas nas empreitadas, garantindo, assim, o imediato recebimento dos objetos de origem ilícita. Um dos membros era responsável pela movimentação e ocultação das quantias ilícitas obtidas com a comercialização dos produtos de origem espúria e, após a prisão do seu irmão, passou a receber orientações para assumir a posição de liderança no esquema criminoso. O tio dele guardava em sua residência dinheiro e joias provenientes das condutas criminosas sabidamente praticadas

Preso braço-direito de Beira-Mar (CV) envolvido em ataque à delegacia

A Policia Civil do Rio capturou na noite de ontem Roger de Oliveira Fernandes, o “Geraldão”, chefe do tráfico no Parque das Missões, em Duque de Caxias, Baixada Fluminense. Ele é apontado como braço direito de “Fernandinho Beira-Mar”, um dos líderes do Comando Vermelho, e estaria diretamente envolvido no ataque terrorista ocorrido recentemente à 60ª DP. Ao perceber a ação dos policiais, o bandido tentou fugir. Houve perseguição até o momento em que o criminoso perdeu o controle da motocicleta roubada que pilotava e caiu. Com disso, os policiais se aproximaram e renderam  o traficante. Geraldão encontrava-se fugitivo do sistema prisional desde 2022 . FONTE: Polícia Civil.do Rio de Janeiro

Justiça mandou soltar estudante baleado por PM que estava sob custódia por ter sido confundido com um ladrão. SAIBA OS MOTIVOS

A Justiça soltou o estudante Igor Melo de Carvalho e também o mototaxista Thiago Marques que foram apontados como os autores do roubo a mulher de um PM, que os perseguiu e acabou baleando Igor, que perdeu um rim e está internado em estado grave no Hospital Getúlio Vargas. Consta dos autos que a vítima teria imputado a dupla a suposta prática do crime de roubo e, após noticiar o fato ao seu marido, ambos teriam localizado os dois. Ambos alegam que o carona teria tentado efetuar disparos, oportunidade em que o marido da vítima teria disparado contra Igor.A mulher do PM teria reconhecido os autores pela cor de camisa que utilizavam, mas não foram apreendidos com a dupla nem a suposta arma do crime nem o telefone celular subtraído. Posteriormente, foram divulgados pela mídia e juntadas aos autos inúmeras informações que enfraquecem os indícios de autoria. Conforme consta dos documentos, Igor teria saído do trabalho e solicitado corrida através do aplicativo Uber, sendo certo que Thiago era o condutor que atendeu à solicitação. Portanto, todas as informações indicam que tanto o PM Carlos Alberto quanto sua mulher Josilene teriam confundido a dupla com os supostos autores do crime de roubo, de forma que os indícios de autoria restam totalmente esvaziados, impondo a imediata soltura dos custodiados. Por fim, a Justiça destaca que ambos são primários e há documentação juntada do custodiado Igor juntada aos autos, a indicar o exercício de atividade laborativa lícita e residência fixa. Tendo em vista os requerimentos das defesas, encaminhem-se cópias para a Promotoria de Investigação Penal e Corregedoria da Polícia Militar. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Tráfico faz construções irregulares ao redor do complexo prisional de Bangu

Uma facção criminosa não revelada ainda ligada ao tráfico de drogas estaria por trás de construções irregulares feitas nas imediações do complexo prisional de Bangu. Hoje, o Ministério Público Estadual, a Secretaria de Ordem Pública, a PM, a SEAP realizam, nesta terça-feira (25/02), uma operação conjunta para demolir cerca de 20 construções irregulares erguidas em um loteamento clandestino perto das unidades prisionais. Os imóveis foram construídos sem autorização da Prefeitura, a menos de 250 metros da unidade prisional, em uma área de segurança onde edificações são proibidas por lei. Em uma análise preliminar da SEOP, realizada com avaliação externa, engenheiros da Prefeitura do Rio estimam um prejuízo de R$ 1 milhão aos responsáveis pelas construções irregulares. A área sofre influência do crime organizado. As construções clandestinas ao redor do complexo prisional, facilitam fugas e a entrada de itens proibidos no Complexo de Gericinó. Além das demolições das unidades não habitadas, a Prefeitura notificará os imóveis já ocupados, cujos moradores serão assistidos pela Secretaria de Assistência Social. FONTE: Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro

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