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MILICIA

Preso traficante baiano acusado de homicídio durante guerra de facções em 2021 mas que fugiu para o Rio e estava escondido em área dominada por milicianos na Zona Oeste

A Polícia Civil do Rio prendeu hoje na Barra da Tijuca um homem suspeito de enovlvimento em um homicídio na Bahia em 2021. Segundo os agantes, ele participou do assassinato de Gabriel Silva Santos, durante uma guerra entre facções criminosas baianas. Na ocasião, ele conduziu o veículo com os assassinos, participou da execução do rival e garantiu a fuga do bando. Ainda segundo o apurado, o homem era um dos encarregados de exterminar os rivais. Logo após o crime, ele fugiu para a cidade do Rio de Janeiro, estabelecendo-se na casa de familiares no interior da Comunidade do Rodo, em Santa Cruz., ára dominada por milicianso. Para não levantar suspeita e não chamar atenção dos vizinhos e da Polícia, o autor fazia bicos como ajudante de pedreiro, apresentando-se com nome falso. Contra ele, foi cumprido um mandado de prisão preventiva, expedido pela Justiça do Estado da Bahia. FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro

Miliciano que hoje é o maior rival de Zinho foi homem de confiança do irmão dele

Hoje, o maior rival da milícia de Zinho, o paramilitar Waguinho, de 59 anos, fazia parte da mesma quadrilha dele na época que era comandada pelo falecido Wellington da SIlva Braga, o Ecko, segundo processo criminal de 2018. Na época, Waguinho era homem de confiança de Ecko. Chegou a ser interceptado por intermédio de outro alvo, vulgo Pará, com quem conversava acerca da extração irregular de areia para construção. Nessa ligação, Waguinho afirmou estar vendendo areia a preços irrisórios, prejudicando o comércio local. Tal atitude seu deu em razão do mesmo integrar a quadrilha há bastante tempo e não se conformar com a liderança do miliciano conhecido como “Pingo” morto em operação policial deflagrada em 14/11/2018. Waguinho tinha outros dois apelidos_ Fred e Velho_ . Suas atividades também eram a cobrança de taxa de segurança de comerciantes, exploração de TV clandestina e comercialização de gás. Já naquele época Waguinho exercia liderança no Conjunto João 23, em Santa Cruz, seu reduto principal hoje. Sempre andava de fuzil.Foi condenado neste processo a 12 anos de prisão. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e Milícia RJ News (twitter)

Em processo de prisão de milicianos, Justiça confirmou aliança entre grupos paramilitares de Santa Cruz e Baixada

A Justiça do Rio confirmou que há uma aliança atual da milícia comandada por Wagner Viza Salino, o Waguinho, baseada em Santa Cruz, com o grupo criminoso liderado por Gilson Ingracio de Souza Júnior, o Juninho Varão, que domina áreas na Baixada Fluminense. Ambos são rivais da maior quadrilha paramilitar do Rio, chefiada por Zinho e Naval. A confirmação veio em um proceso contra dois milicianos do grupo de Waguinho presos on dia 21 de janeiro na comunidade do João 23 portando 20 munições de uso proibido ou restrito, calibre 7,62mm; Na ocasião, policiais civis do setor de operações da DRACO- Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas, realizaram diligência na localidade para averiguar informações acerca de imóveis desabitados, esbulhados de antigos moradores, que foram convertidos pela milícia como base operacional. Para tanto, a equipe dividiu-se em duas para verificar dois endereços simultaneamente, e com isso, conseguiu prender os suspeitos.Durante as revistas realizadas pelos agentes, foram encontados 1 (um) cinto tático, 2 (dois) rádios comunicadores, 1 (uma) capa de colete balístico e 20 (vinte) cartuchos íntegros para fuzil cal. 7.62x51mm, uma motocicleta produto de crime de roubo e de adulteração de sinal identificador de veículo, 1 (uma) capa de colete balístico, 1 (um) coldre, 1 (um) cinto tático com porta carregadores para fuzil, 2 (dois) cartuchos para fuzil calibre 7,62x51mm, 2 (dois) cartuchos íntegros para fuzil calibre 5,56x45mm e 1 (um) cartucho íntegro para metralhadora calibre .50, além de 1 (uma) pasta com diversos documentos e 1 (um) rádio comunicador. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Ataque em área que está em guerra entre milicianos em Santa Cruz deixou um morto e um baleado

Um homem conhecido como Felipinho foi baleado e morreu em um ataque ocorrido no Conjunto João 23, em Santa Cruz, na noite de ontem. Uma outra pessoa também foi atingida. O bar em que estavam foi metralhado por criminosos em várias motos que passaram atirando. A área tem sido palco de uma guerra entre milicianos do Zinho e do Naval contra o grupo de Waguinho. Equipes do 27ºBPM foram acionadas para o Hospital Pedro II para verificar informação de um homem ferido por disparo de arma de fogo. No local, os policiais constataram o fato.  FONTE: PMERJ, Página Campo Grande Ao Vivo (Facebook) e informações que circularam em vários grupos de WhatsAapp e em site da região

Novo confronto entre milicianos na Zona Oeste do Rio teria provocado mortes

Segundon informações que circualm nas redes socia,s houve um novo conflito entre as milícias do Waguinho e do Zinho e Naval na Zona Oeate do Rio durante a madrugada. De acordo com o que foi publicado, os homens de Waguinho teriam atacado os rivais no Conjuunto Manguariba, em Paciência. O saldo deste embate teria sido três mortos integrantes do bando de Zinho e dois fuzis levados pelos invasores. A página Campo Grande ao Vivo publicou um video dos tiros com vozes de moradores assustados. Nesta semana, os milicianos do bando de Zinho entraram no Conjunto João 23, em Santa Cruz, reudto de Waguinho; Na noite da última quarta-feira, moradores relataram confrontos na localidade. A disputa entre as duas quadrilhas se acirrou a partir de dezembro. De lá para cá, foram ataques de ambos os lados com relatos de mortes. Muito tiro a minha casa tá tremendo, disse um morador Trabalho próximo , muito muito muito tiro, falou outra pessoa. Negócio está sério o Ônibus que leva funcionários da Renner onde eu trabalho teve que voltar pq era muito mais muito tiro, contou um terceiro Moro exatamente aonde começou os tiros, foi horrível, mencionou um quarto internauta. De acordo com o 27ºBPM (Santa Cruz), a unidade não foi acionada. FONTE: Páginas Milícia RJ News (twitter) e Campo Grande Ao Vivo (Instagram)

Suposto acordo entre as milícias volta a ser especulado nas redes

Pela rede social, foi anunciado um suposto acordo entre as milícias de Rio das Pedras e do Zinho, que já vinha sendo costurado há muito tempo, para conter o avanço do Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio. Os bastidores apontam que, pelo acordo, as milícias tentariam tomar as comunidades do Terreirão e do Cesar Maia. Atualmente, elas estão sob o domínio do Comando Vermelho, e se reconquistadas, ficariam sob o poder do grupo de Zinho. Foi noticiado em uma emissora de televisão de que o CV estaria pretendendo atacar Rio das Pedras nos próximos dias.e que a milícia iria baquear o Morro do Jordão, no Tanque. O suposto acerto das milícias não incluiria os paramilitares ligados a Waguinho que está em guerra com Zinho em Santa Cruz nem Juninho Varão, que comanda áreas na Baixada Fluminense, e é aliado de Waguinho. Os milicianos de Curicica também teriam ficado de fora já que estariam próximos de traficantes da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) que, inclusive, foram presos na Vila Sapê esta semana. Os milicianos de Vargem Grande, comandados por Nicássio, também fariam parte do pacto. A conferir. FONTE: Milícia RJ News (twitter)

PM prendeu oito traficantes da ADA em área que era da milícia em Curicica

PMs do 18° Batalhão prenderam hoje oito traficantes e apreenderam quatro pistolas, dois rádios transmissores e uma grande quantidade de entorpecentes na comunidade da Vila Sapê, no bairro Curicica, em Jacarepaguá. Todos seriam.da Vila Vintém, em Padre Miguel. Segundo informações que circulam nas redes sociais, o miliciano André Boto que comandava a comunidsde teria entregue a favela para traficantes ligados à facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA). As drogas apreendidas tinham papelotes com a sigla da ADA. FONTE: PMERJ e Apuração Informe BR News (grupo de WhatsApp)

Justiça decretou as prisões preventivas de quatro milicianos de Seropédica suspeitos de matar um homem em 2023 acusado por eles de traficar drogas sem autorização

A Justiça decretou as prisões preventivas de quatro milicianos de Seropédica, vulgos Chica, Marcelinho Macabu, Zazá e um chamado Lucas por um homicídio cometido em maio de 2023. Segundo a denúncia, no dia 07 de maio de 2023, por volta de 20h20min, no estabelecimento denominado “Quiosque da Carlinha”, situado na Rua Rita Batista, nº 10, Campo Lindo, Seropédica/RJ, os suspeitos, teriam matado a vítima Marcos Paulo da Silva Pereira mediante disparos de fuzis calibres 7,62mm e 5,56mm, que causaram múltiplos ferimentos em seu corpo. Uma testemunha reconheceu a participação do falecido milciiano Tubarão no epísódio., afirmando que foram criados juntos desde criança, e que ele seria o chefe da milícia de Seropédica. Tubarão foi morto em confronto com a polícia em 06 de fevereiro de 2024. Além de o identificar, Bruno o apontou como sendo o indivíduo que derrubou Marcos e realizou o primeiro disparo com arma de fogo contra a vítima, tendo o identificado por meio de gravação de vídeo da câmera de segurança do local, em razão do porte físico, pela violência, forma de agir e pela roupa que ele usava. A testemunha também reconheceu Chica e Thiago “Bomba”, falecido na guerra contra o Bonde do Miliciano Zinho no km 32. Outras testemunhas diseram que Marcos morreu pois estaria traficando drogas no Quiosque onde foi morto, sem a autorização da milícia. Do mesmo modo, uma outra testemunha, que estava presente com a vítima no local dos fatos, declarou que Marcelinho Macabú sentou à mesa do Quiosque e,momentos depois, um homem de cor negra, vulgo “Zazá”, apareceu e ordenou que o bar fosse fechado, assim como que todas as pessoas deveriam ir embora. Dando continuidade e complementando o relato da testemunha, uma outra pessoa presente na hora dos fatos , também presente no local, confirmou a identidade de Macabú, e afirmou que milicianos encapuzados chegaram em um carro pequeno, de cor clara, e que jogaram Marcos Paulo ao chão, desferindo muitos tiros em cima da vítima, e logo depois se evadiram do local. Zazá estaria de camisa preta no vídeo, tendo sido a pessoa quem tomou o celular da mão de alguém do bar, após o crime, e mandou todo o comércio fechar e todos irem embora. A mãe de Marcos também identifcou Tubarão como o executor de seu filho ao visualizar as imagens de câmera de segurança vinculadas ao procedimento. A identificação, segunda ela, se deu pelas roupas, pelo modo de andar, bem como pela bandana com fiapos brancos nas pontas. Além disso, também reconheceu Chica que teria aparecido trajando uma blusa de cor roxa clara e portando uma pistola, tendo sido registrado pelas filmagens. Acrescentou que identificou Licas como cobrador da milícia de Tauã. Por fim, momentos após o encontro, relatou também afirmou que Marcos teria retornado para mesa onde estava. Após isso, Tubarão, juntamente com outros milicianos, executaram a vítima com muitos tiros na frente de todos. Ainda sobre seu depoimento, disse que acreditou que a vítima foi executada pois no local não poderia haver concorrência na venda de drogas. Ao final, a autoridade policial destacou a peça “relatório de imagens”, protocolo 049265-1861/2023, onde as cenas gravadas pelas câmeras de segurança do estabelecimento foram minuciosamente detalhadas, indicando a atuação de cada um dos indivíduos que participaram da empreitada criminosa. Em tal documento se pode constatar, “quadro a quadro”, a sequência de fatos que culminou com a execução sumária de Marcos Paulo, bem como a violência da ação, mesmo em um comércio repleto de pessoas. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Dono de salão desapareceu em Rio das Pedras. Suspeita de que teria sido sequestrado por milicianos por ser considerado X9

Um rapaz conhecido como Kadu está desaparecido desde a tarde do último domingo. Ele foi visto pela última vez na localidade de Areal, que fica na comunidade de Rio das Pedras, em Jacarepaguá. Ele tem um estúdio de corte de cabelo e barba. Circula informações de que ele teria sido sequestrado e morto  por milicianos por ser considerado X9. A conferir FONTE: Milícia RJ News (Twitter)

Foragido da Justiça que estava na casa de Oruam integrava quadrilha ligada ao CV que roubava celulares, extorquia e ameaçava as vítimas. Bando foi alvo de operação policial na semana passada que teve mais de 30 presos. VEJA MAIS DETALHES DA INVESTIGAÇÃO

O foragido da Justiça Yuri Pereira Gonçalves que foi flagrado na casa do rapper Oruam, filho do traficante Marcinho VP, responde a processo na Justiça suspeito de integrarn associação criminosa especializada na receptação de aparelhos celulares subtraídos e, ainda, na prática do crime de extorsão, A quadrilha foi alvo de uma operação da Polícia Civil na semana passada e era ligada ao Comando Vermeho, que teve mais de 30 presos. A ação é do ano de 2020 e descreve que várias pessoas passaram a receber ameaças via correio eletrônico ou aplicativo de mensagens, após terem seus aparelhos celulares subtraídos, nas quais os suspeitos exigiam fotografias de armas com seu nome, além de dados pessoais e nome de seus familiares, de forma a obter as senhas das contas pessoas do referido aparelho subtraído, permitindo seu desbloqueio e utilização por receptadores. Diante do grande número de vítima de tal ação, a equipe a equipe de investigação entrou em contato com o responsável pelo site onde foram feitas as consultas dos dados das vítimas, fornecendo a ele os CPF’s de algumas vítimas da suposta extorsão, sendo certo que ele identificou, inicialmente, dois usuários de seu sistema que consultaram os dados daquelas vítimas e forneceu uma lista das demais consultas realizadas por esses usuários, o que fez com que a quantidade de potenciais vítimas aumentasse de forma significativa. Os dois usuários que consultaram o referido sistema foram identificados e devidamente qualificados na representação policial, onde indica, ainda, os terminais telefônicos por eles utilizados para se comunicar com o proprietário do site de consultas antes mencionado, bem como seus respectivos e-mails. Além disso, consta dos autos do inquérito que uma das vítimas recebeu ameaças de uma pessoa com, a fim de que ela desvinculasse o celular subtraído de sua conta pessoal, valendo-se de fotografias de armas e demonstrando ser conhecedor de seus dados pessoais, como endereço. A quebra de sigilo do aplicativo Whatsapprevelou que os investigados fazem parte de diversos grupos destinados a comercialização e desbloqueio de telefones celulares.O bando agiu entre novembro de 2019 e setembro de 2024 e agia em diversos bairros da região metropolitana do Rio de Janeiro, A vítima J.M.T narrou que teve o seu celular, um Iphone 7 Plus, Jet Black, furtado no dia 06/11/2019, por volta das 11h, na Rua Alfredo Soares, centro de Nova Iguaçu, sendo certo que, após a subtração, começou a receber mensagens ameaçadoras, exigindo que realizasse o desbloqueio do aparelho, tendo o interlocutor demonstrado possuir diversas informações de seus dados pessoais. Diante dos elementos fornecidos, foi feito um levantamento nas bases de dados disponíveis da Polícia Civil, oportunidade em que foi constatado que havia outros procedimentos nos quais as vítimas relatavam que, logo após a subtração, recebiam links que buscavam extrair os dados das contas pessoais (ICloud) dos aparelhos, além de mensagens exigindo o desbloqueio, sob ameaças, conforme exemplificam A partir das diligências realizadas, descortinou-se o modus operandi de um grupo criminoso bem estruturado e com mais capilaridade do que poderia se imaginar,Dois dos integrantes realizaram, um cadastro no site Metabusca, obtendo os dados cadastrais dos usuários dos telefones subtraídos, para utilizá-los nas mensagens ameaçadoras, sendo os primeiros alvos identificados na investigação. Após sete períodos de interceptação telefônica e realização de demais diligências, foi possível identificar outros integrantes da organização criminosa, bem como individualizar as suas condutas. De acordo com o apurado no ambiente policial, estamos diante do golpe cibernético denominado phishing, no qual os criminosos aguardam até a vítima reativar a sua linha telefônica e, então, enviam-lhe uma mensagem informando que o aparelho foi recuperado (isca). No referido comunicado é exibido um link que direciona o usuário para uma página falsa do iCloud, solicitando que a vítima forneça seu login e senha de acesso. Em poder de tais dados, os transgressores conseguem realizar o desbloqueio dos aparelhos subtraídos, permitindo, assim, que possam ser comercializados para outros usuários. Na hipótese de as vítimas perceberem o golpe e não acessarem o referido link, os integrantes da organização criminosa passam a enviar mensagens em tom ameaçador, via aplicativo de mensagens ou e-mail, exibindo fotografias de armas com os seus nomes, além de dados pessoais, como endereço e nomes de familiares das vítimas, exigindo o desbloqueio do aparelho (index Demonstrou-se que os agentes são estruturados para financiar a prática de roubos e furtos de celulares, bem como para receberem, em primeira mão, os aparelhos subtraídos (já que interessa apenas o aparelho com chip para obtenção das senhas do proprietário) e para praticarem extorsão contra os proprietários dos aparelhos cujas senhas não puderam ser obtidas de forma fraudulenta. Por fim, não sendo possível realizar o desbloqueio dos telefones subtraídos, para que possam ser utilizados por outros usuários, os transgressores negociam, tão somente, as respectivas peças dos aparelhos. O caderno investigatório demonstrou, ainda, que os valores a serem pagos pelos telefones produtos de crime, bem como os valores pelos quais estes eram revendidos, variavam de acordo com as características dos aparelhos e a demanda existente no “mercado paralelo”, sendo a negociação realizada pessoalmente ou por meio dos terminais interceptados. Os criminosos atuavam em diversas frentes, formando núcleos voltados à prática de roubos, extorsão e receptação, destacando-se o de Duque de Caxias, Calçadão de Bangu e Central do Brasil, cujos contornos serão apresentados a seguir. Três bandidos faziam parte do Núcleo Duque de Caxias erecebiam os telefones subtraídos dos demais integrantes da malta, para serem revendidos no comércio informal, exercendo papel de liderança na organização criminosa. Chama atenção o fato de os denunciados em questão manterem contato direto com os autores dos roubos, fornecendo-lhes, inclusive, armas de fogo para serem utilizadas nas empreitadas, garantindo, assim, o imediato recebimento dos objetos de origem ilícita. Um dos membros era responsável pela movimentação e ocultação das quantias ilícitas obtidas com a comercialização dos produtos de origem espúria e, após a prisão do seu irmão, passou a receber orientações para assumir a posição de liderança no esquema criminoso. O tio dele guardava em sua residência dinheiro e joias provenientes das condutas criminosas sabidamente praticadas

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