Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

MILICIA

Preso um dos chefes da milícia em Belford Roxo

A Polícia Civil prendeu o miliciano Herbert da Conceição Heleno, conhecido como Kibe do Babi, de 31 anos. Ele é apontado como um dos chefes da milícia que atua em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. A captura ocorreu na noite da última segunda-feira (4). Ele foi preso por agentes da 54ª DP (Belford Roxo), com apoio de policiais penais do Setor de Recaptura (Recap) da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap). Segundo as investigações, Kibe dividia a liderança do grupo criminoso com Jefferson Damazio Luqueti, de 33 anos. Juntos, eles comandavam ações de controle territorial, extorsão e intimidação a moradores e comerciantes da região. Ele era um dos criminosos inseridos no site dos Procurados do Disque Denúncia.

Zinho pode ter perdido o comando da maior milícia do RJ

Bastidores do crime apontam que o miliciano Zinho, que está preso desde dezembro de 2023, não estaria mais no comando do maior grupo paramilitar do Rio. Segundo relatos, ele teria supostamente tomado um golpe de seus subordinados vulgos PL ou Jorjão e Naval. PL, inclusive, seria o novo chefe da milícia. Apesar de não estar mais a frente, Zinho ainda receberia dinheiro da quadrilha na cadeia. Segundo informações que chegaram até a reportagem, Martinha Sapatão e Zero queriam assumir tudo a mando do Zinho E o PL e o Naval não aceitaram e tomaram tudo e ainda expulsaram os dois. Circula que PL”, teria se associado aos milicianos do Catiri, em Bangu, que por sua vez abandonaram seus antigos aliados da Baixada Fluminense. Essas supostas mudanças teriam provocado também rebuliço dentro do sistema penitenciário com os presos da cadeia Bandeira Stampa (Bangu 9) se reunido para saber que bandeira levantar. FONTE: Milícia RJ News (Twitter)

Carro que participou de comboio de milicianos no Catiri e foi apreendido com PM havia sido levado para reduto do TCP na Maré reforçando suspeita de aliança de paramilitares e facção contra o CV

Um veículo que estava em um comboio de milicianos do Catiri filmado por um drone de traficantes no último fim de semana no Catiri foi levado para a Favela da Baixa do Sapateiro, no Complexo da Maré, reduto da facção criminosa Terceiro Comando Puro. Isso reforça a suspeita de que paramilitares do Catiri e traficantes do TCP estão aliados contra o Comando Vermelho na guerra que ocorre na região de Bangu há vários meses. O carro, um Toyota Corolla Cross de cor branca, estava com um PM que foi preso ontem na Avenida Brasil, altura de Guadalupe. Ele disse na ocasião que transportava armas no porta-malas e que se dirigia à comunidade do Catiri tendo partido da Maré. Durante a busca veicular, foram encontradas quatro pistolas e uma submetralhadora Uzi. O Toyota Corolla Cross era produto de crime anterior, conforme RO 059-13353/2025, sendo sua placa original SRD-5D26. O fato ocorreu durante as investigações sobre um grupo de narcomilicianos envolvidos em uma invasão ocorrida na região do Catiri, no dia 27/07/2025. Foi deflagrada uma operação que resultou na apreensão de três veículos pertencentes ao grupo criminoso. Por meio de imagens veiculadas na mídia, foi possível identificar que os criminosos também utilizaram um veículo Toyota Corolla Cross, de cor branca, durante o ataque. O setor de Inteligência identificou, inicialmente, que o veículo se tratava de um clone, ostentando a placa RTT-0F15. Durante o monitoramento das vias no entorno da comunidade, as equipes localizaram o veículo imagens veiculadas nos meios de comunicações mostraram o comboio , além dos veículos apreendidos ontem também foi utilizado pelo grupo um veiculo modelo Corolla Cross de cor branca e outros veículos ainda não identificados. O PM teve a prisão preventiva decretada. FONTE: TJ-RJ

Denúncia do MP esmiuçou acordo entre as facções CV e ADA e a milícia para ocupação de comunidades de Jacarepaguá

A denúncia do Ministério Público Estadual do Rio esmiuçou o acordo entre as facções criminosas (CV e ADA) e milícias para a ocupação de áreas em Jacarepaguá. Segundo o documento, o líder da ADA Celsinho da Vila Vintém mandou seus subordinados ocuparem a comunidade Dois Irmãos, em Curicica, e forneceu as armas para a ação. E a ocupação ocorreu sem resistência alguma já que o miliciano que mandava no local, André Boto, ‘vendeu’ a área para Celsinho. “O grupo que está no Dois Irmãos foi mandado por ordem direta de Celsinho, que forneceu inclusive as armas utilizadas para o grupo dominar a área. Celsinho cormpou a área do Boto, Toda área de Curicica foi negociada com Boto”, disse um traficante preso no dia 10 de março de 2025 quando Celsinho ordenou uma ocupação na área,. Em outra operação da PMERJ em fevereiro, traficantes da ADA presos disseram que foram “recrutados” diretamente por Celsinho a dominarem a Comunidade da Vila Sapê, conforme o referido acordo;. Esse mesmo traficante afirmou que existe um acordo de não agressão entre os traficantes da facção ADA, que ocupam a área do bairro Curicica, e os traficantes do Comando Vermelho, que ocupam a área vizinha, sobretudo na Comunidade Cidade de Deus. O acordo entres as facções “ADA” e Comando Vermelho para a ocupação pacífica da região da Curicica, também restou evidenciada no dia 17 de março de 2025, quando policiais militares prenderam em flagrante delito, na comunidade Gardênia Azul. O líder do CV, vulgo Doca, determinou a ida de comparsas até a Gardênia Azul. Tal movimentação foi orquestrada uma vez que, antes do acordo de Celsinho com Boto, ele teria pedido apoio a Doca inclusive tendo se reunido com ele por videoconferência.

Milicia se aliou ao PCC contra o CV em Manaus. Adolescente de 15 anos que era X9 dos paramilitares foi morta

Segundo informacões que circulam, nessa última terça feira (29), integrantes do Comando Vermelho (CV) teriam torturado e executado um miliciano no bairro Colônia Santo Antônio, em Manaus. Isabela de apenas 15 anos, foi morta pelo CV no bairro Compensa (CV). De acordo com relatos, Isabela seria uma X9 a serviço desse grupo miliciano, repassando informações do CV. Ainda segundo a família, ela teria ido de Uber até uma casa na Compensa com a justificativa de “buscar um carregador”. A milícia em questão, atua em parceria com a facção Primeiro Comando da Capital (PCC). A principal especialidade do grupo é roubar cargas de armas e drogas pertencentes ao CV e revender esse material para o PCC. FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

Leia detalhes da operação que prendeu quatro milicianos e apreendeu quatro fuzis em Curicica. Houve suspeita de tentativa de resgate dos presos o que levou a polícia pedir reforço

Leia como foi a prisão de quatro milicianos ocorrida nesta semana em Curicica, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. Na ocasião, o setor de inteligência da Polícia Civil recebeu informações sobre a existência de uma base operacional de milicianos localizada na Rua Willian Hanna, na Comunidade Dois Irmãos. O local estava sendo guardado por indivíduos armados, conhecidos como narcomilicianos. O imóvel em questão era utilizado como um paiol de armas pela milícia, o que explicaria a presença de pessoas armadas, responsáveis pela contenção da área. Ao chegar ao local, foi avistado um indivíduo armado, aparentando nervosismo, que dava cabeçadas na janela, e foi informado de que outro suspeito também havia entrado no prédio portando uma arma de fogo. Em seguida, as equipes policiais adentraram o imóvel, composto por um terreno com várias quitinetes dispostas em dois andares. Ao alcançar o segundo andar, uma das equipes iniciou buscas no local, momento em que um policial correu para se abrigar após um disparo de arma de fogo ser efetuado contra ele. O policial reagiu à agressão injusta e recuou pelas escadas, procurando cobertura. Seu colega, por sua vez, posicionou-se atrás de uma geladeira, utilizando-a como escudo, mantendo-se em posição de pronto-fogo, caso o agressor saísse da quitinete armado. Gritou que era policial e ordenou a rendição do suspeito, que acatou a ordem, saindo com as mãos na cabeça e sendo imediatamente preso. Dentro da quitinete, foram apreendidos quatro fuzis, vários carregadores, rádios comunicadores e outros materiais bélicos relacionados à milícia. O agente visualizou dois indivíduos já rendidos pelas equipes que haviam ingressado anteriormente no imóvel. Um desses indivíduos foi identificado como Wellington de Oliveira Francisco, vulgo “Agitado”, primo e braço-direito de um miliciano conhecido como “Shrek”, atual líder da comunidade. Ele estava portando um rádio transmissor, o que motivou sua prisão. O outro indivíduo rendido foi identificado como Phablo Vieira Botelho, vulgo “Tonelada”, suposto membro da milícia de Curicica, que, segundo informações, não residia na comunidade, mas habitava a base da milícia. De acordo com as equipes, “Tonelada” tentava sair do imóvel e foi surpreendido ainda no corredor do segundo andar. Através do rádio comunicador utilizado pelos criminosos, foi possível ouvir que os policiais civis haviam prendido Wellington e “Tonelada” nas proximidades da residência de um criminoso conhecido como “Nem”. Os criminosos passaram a ordenar, via rádio, o envio de “formiguinhas” para monitorar os policiais, momento em que um casal foi abordado. Durante o monitoramento do rádio dos criminosos, foi captada uma tentativa de resgate dos presos, o que motivou a solicitação de apoio urgente via CECOPOL. As equipes da 10ª DP e da CORE (SOTE e SAP) prontamente atenderam à solicitação. A equipe recebeu informações sobre o deslocamento de um miliciano conhecido como “Da 12”, identificado como Gilmar Luiz dos Santos. Ele estava se dirigindo a uma padaria e já havia sido abordado anteriormente por policiais da CORE. “Da 12” é apontado como o número 2 da milícia da região e subordinado direto de “Shrek”. Ele foi visto com farda, colete, balaclava e chapéu australiano em uma fotografia registrada na comunidade. Ao ser abordado pelos policiais da CORE, Gilmar parecia estar fotografando a equipe, o que motivou sua condução à delegacia para efetivar sua prisão, devido à sua ligação com a organização criminosa. A Comunidade Dois Irmãos tem sido dominada por narcomilicianos há anos. No caso em tela, dos elementos trazidos pelo APF, percebe-se que a conduta delituosa extrapolou o ínsito ao tipo penal em questão, o que demanda uma reprimenda mais veemente. Isso porque os custodiados seriam integrantes de grupo miliciano que pratica diversos crimes, tais como homicídios, desaparecimento de vítimas e extorsões a comerciantes. Ademais, Renato teria trocado tiros contra a guarnição policial em local público. No local foram apreendidos 04 fuzis (T4, AR, Colt 7.62 e Colt s/ descrição), sendo dois com numeração suprimida; 109 munições calibre 7.62 e 62 munições calibre 5.56, todas nos respectivos carregadores; bem como rádios comunicadores e um telefone celular Samsung de cor preta. Com Wellington, foi apreendido um rádio comunicador ligado na frequência da milícia. Inclusive, há relato policial no sentido de que teria ouvido, por meio do referido rádio, mensagens de milicianos alertando sobre a prisão de Wellington. Ademais, seria conhecido no meio policial como integrante do grupo miliciano. Outrossim, nesta audiência, o custodiado informou endereço diverso do local onde foi preso, de modo que resta fragilizado o argumento defensivo de que seria apenas morador. . Por seu turno, Phablo foi surpreendido no corredor do segundo andar do imóvel, tentando sair do local. De acordo com o setor de inteligência, ele é membro da milícia de Curicica e reside na base operacional da organização criminosa devido à falta de residência própria, o que indica um vínculo funcional e estável com o grupo criminoso. Outrossim, quanto a Gilmar, sua abordagem ocorreu em via pública, após ser visto em atitude suspeita, aparentemente fotografando policiais civis durante uma operação, possivelmente com a intenção de repassar informações internamente. Ele é apontado como o “número 2” da milícia, subordinado diretamente a “Shrek”, e já foi fotografado anteriormente usando farda, colete, balaclava e chapéu tático. No momento da abordagem, estava portando um celular.

PM foi preso conduzindo veículo que estava em comboio de milicianos do Catiri flagrado em drone do tráfico (CV) no fim de semana

Policiais Civis da DRACO-IE e policiais Rodoviários Federais do Núcleo de Operações Especiais realizaram, em 24 de junho de 2025, a prisão do PM Jorge André Felix pelos crimes de receptação, adulteração de sinal identificador e porte ilegal de arma de fogo. Existe na DRACO-IE investigação em andamento sobre grupo de narcomilicianos envolvidos em disputa de território na região do Catiri. Em decorrência desta investigação, no dia de ontem, foi desencadeada operação naquela localidade onde foram localizados três veículos utilizados pelo grupo criminoso durante uma incursão na comunidade, no último dia 27/07/2025 . O setor de inteligência desta Unidade identificou um veículo modelo Corolla Cross, de cor branca, dentre os veículos do comboio, flagrado em frone de traficantes e o localizou no interior da Comunidade da Maré. A partir dessa informação o setor de Inteligência da DRACO, municiou com estas informações as Equipes da DRACO-IE e do NOE-PRF, que hoje realizaram um monitoramento das vias do entorno da comunidade, até que por volta das 12h lograram êxito em localizar o veículo seguindo pela Avenida Brasil, sentido a zona oeste. Em sua condução estava Jorge André , o qual se apresentou como Policial Militar da UPP do 3º BPMERJ. Ele estava sozinho no veículo e não resistiu a abordagem. No interior do automóvel foram apreendidas 4 pistolas e uma sub metralhadora Uzi. Ao ser indagado sobre a origem do veiculo e das Armas, Jorge declarou que apenas estava levando o veículo e o material da Maré para o Catiri. O veículo é produto de crime de roubo e estava com seus sinais identificadores adulterados (clone). O criminoso foi autuado pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo, receptação e adulteração de sinal de veículo automotor sendo conduzido pelos policiais da DPJM, ficando à disposição da Justiça.

Bandidos que mataram inocentes em Nova Iguaçu ao confundí-los com milicianos eram da Favela Grão Pará (CV). Uma das vítimas era muito parecida com um paramilitar que esteve no local do crime minutos antes para fazer cobranças. Um dos suspeitos preso ontem foi militar do Exército e chegou a fugir para Paris. Frente da milícia disse que estava sendo ameaçado por um dos autores dos homicídios a mudar de facção

Os homens que mataram três inocentes e feriram outros dois em dezembro no Km 32 Nova Iguaçu pensando que eles fossem milicianos eram vinculados à facção criminosa Comando Vermelho e da comunidade Grão Pará, na mesma cidade Um deles, vulgo Parazinho, foi preso ontem e outros dois suspeitos, Cocão e Gerô estão com as prisões preventivas decretadas. Parazinho foi militar do Exército e chegou a fugir para Paris. Na ação, morreram Jhonata Lima Almeida, Leanderson Luiz Ferreira e Rodrigo Assis da Silva Junior. Jhonata era muito parecido com um miliciano que esteve no local do crime minutos antes e também usava uma camisa do Flamengo como ele. Uma das testemunhas disse que soube por um amigo que horas antes do crime estava rolando uma guerra entre quadrilhas. As vítimas do homicídio estava em uma confraternização no bar do fato. Durante a confraternização, dois milicianos chegaram no bar para cobrar a “taxa” da milícia; Esses paramilitares aproveitaram para tomar cerveja no bar em uma mesa separada. Algum informante teria avisado a traficantes da comunidade do Grão-Pará que estes milicianos estariam no bar. Com isso, Gerô teria puxado o “bonde” para o local. Ele teria sido criado com as vítimas. O bandido teria falado inclusive se soubesse que o Jhonata estava no local, não teria matado eles. Gerô seria traficante da comunidade do “Dendê” dominada pelo facção criminosa TCP e teria migrado para o Grão Pará que écontrolada pelo Comando Vermelho; Que Gerô” já teria puxado outros ataques na região. Gerô conhece bem a área de Prados Verdes por ter morado ali desde criança. Ele estaria puxando esses ataques para subir no conceito com os traficantes do “Grão-Pará. A testemunha o reconheceu nas imagens de vídeo do homicídio cometido contra Jhonata, como um dos participantes no ataque. Gerô” estaria mancando por ter tomado um tiro na época que estava no “Dendê. Outra testemunha disse que viu as imagens e não exitou em apontar Gerô fortermente armado, haja vista a declarante o conhecer desde criança, pois a mesma brincava quando criança com a padrasto dele. Disse ainda acreditar que Cocão e Parazinho fazem parte do trafico local e acredita que os mesmos fizeram parte da empreitada criminosa, mas que a mesma nao os conhece pessoalmente; Que na filmagem a declarante tambem identificou o nacional que atende pela alcunha de “Piu”, tambem traficante da comunidade Grão Pará, mas que por ora nao sabe a qualificação do mesmo. Uma terceira testemunha falou que o apartamento de uma das vítimas fatais, Leanderson, havia sido saqueado no dia e que um frente da milícia, vulgo Felipinho, estava no local para reaver os pertences dele. Felipinho falou que Gerô” estaria os ameaçando a mais ou menos um mês, dizendo para os milicianos “mudarem” de facção criminosa e aderirem ao “Comando Vermelho” no Grão-Pará; Ainda falavam que quem não fosse para a outro grupo criminoso iria morrer; Após o ataque que vitimaram os inocentes, as ligações de ameaça a Felipinho continuaram; Quem estaria ligando seria o traficante de vulgo Cocão estaria falando que irão acontecer novos ataques e que até o natal faria uma arruaça; Q Cocão teria dito a Felipinho que Playboy teria “escapado dessa vez”; Felipinho teria dito que Playboy teria muita semelhança com Jhonata e que Playboy, que era um dos milicianos que teriam ido ao bar do fato fazer a “cobrança”, teria acabado de vestir uma camisa do Flamengo que seria idêntica a camisa que Jhonata estaria usando;Felipinho teria dado uma “dura” nos milicianos que estiveram no bar pelo motivo deles não poderem parar em bar para beber, e somente efetuar a cobrança. Soube que alguém que estava bebendo no bar informou aos traficantes que os milicianos estariam no local; Felipinho teria dito que já sabe quem é a pessoa que teria falado a posição dos milicianos para os traficantes, que chegou a falar para o dono do bar, mas não quis informar para a declarante a identidade desta pessoa; O miliciano afirmou ainda que no dia anterior, dia 20/12/20024, o mesmo grupo que teriam atacado no bar, teria matado Jolvani Baptista de Oliveira Júnior citado no procedimento 861-01238/2024; Leanderson tinha uma pistola de marca “taurus” que está sumid Um parente de Parazinho disse que ele já foi militar no exército, mas precisamente no Batalhão Central de Suprimentos e Manutenção. Disse que ele era usuário de drogas. Falou que ele está em Paris e achou estranho como Parazinho conseguiu dinheiro para ir pra outro país; Perguntou se Parazinho estava fechado com o tráfico haja vista ter ido para a França sem condições financeiras. Parazinho ficou revoltado com essa pergunta e ameaçou romper contato com o declarante. Ao ser mostrado a filmagem da câmera de monitoramento, ele identificou Parazino como sendo um dos autores da empreitada criminosa e o homem que deixa o aparelho telefônico cair do bolso; Que conhece todos os trejeitos do seu irmão, inclusive o modo de andar e correr; FONTE: TJ-RJ

Três traficantes da Vila Kennedy (CV) que iam invadir o Catiri (milícia) ficaram feridos em confronto com a PM

Policiais do 14 BPM foram atacados a tiros por criminosos na Vila Kennedy, na noite de ontem 29/07), e revidaram. .Durante o confronto, três bandidis ficaram feridos. Um deles é Richard, vulgo “Da Alta”. De acordo com a Polícia, as equipes receberam informações de que traficantes estariam planejando uma invasão no Catiri, em Bangu (alrea de milicianos) e iniciaram uma operação na região. Com os criminosos, foram apreendidos uma carabina e uma pistola. Os feridos foram socorridos ao Hospital Albert Schweitzer

CV invadiu área da milícia em Manguinhos mas PM teria expulsado os traficantes

No última fim de semana, criminosos ligados ao CVlomando Vermelho, que seriam oriundos das bfavelas de Manguinhos e Mandela, entram e expulsaram milícianos da comunidade do Amorim, que fica atrás da Fiocruz. Imagens que circularam nas redes sociais mostraram bandidos armados de fuzis invadindo o local. Após receberem denúncias sobre o ocorrido, PMs da CPP reforçaram o patrulhamento no local, descolando até um veículo blindado para a comunidade, fazendo com que os criminosos do CV retornassem para as suas comidas de origem. Alguns muros da comunidade foram pichados com as siglas da maior facção do RJ, demonstrando que tinham dominado o local. Tinha até papelotes de droga com a sigla do grupo e o nome da comunidade .

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima