Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

MILICIA

Inocente foi morto em tiroteio entre milicianos em Santa Cruz

Lucas Menezes foi morto a tiros a caminho do trabalho, durante tiroteio entre milicianos nesta noite (21), na Av. Padre Guilherme Decaminada, em Santa Cruz. A família suspeita que ele tenha sido confundido com um miliciano. Segundo relatos, milicianos do Boi, fizeram um ataque na milícia da João 23, e mataram um radinho da milícia e balearam um inocente, na fulga os milicianos do Boi, capotaram o carro Boi, é um dos homens fortes da Milícia do PL e Naval. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, nesta terça-feira (21/10), policiais militares do 27° BPM (Santa Cruz) foram acionados para uma ocorrência na Avenida Brasil, altura da Avenida João XXIII, em Santa Cruz, No local, as equipes se depararam com um acidente envolvendo dois veículos, estando um deles capotado, e uma motocicleta. Cabe ressaltar ainda que no local foram encontrados um carregador, munições, três rádios transmissores e outros materiais que foram apreendidos. A ocorrência foi encaminhada à 36ª DP. FONTE: Fogo Cruzado, Milícia RJ News (Twitter) e PMERJ

Preso traficante do CV que comanda a guerra com milicianos na Zona Oeste do Rio

Policiais civis da 34ª DP (Bangu) prenderam, nesta segunda-feira (20/10), uma das principais lideranças da facção criminosa Comando Vermelho na comunidade do Catiri, na Zona Oeste do Rio, vulgo Papáo .da 48. A captura aconteceu nas imediações da Vila Kennedy, na mesma região, após uma investigação minuciosa da unidade, que revelou o envolvimento do homem em uma série de ações criminosas na localidade.  As investigações apontam que o criminoso é peça-chave na guerra entre traficantes e milicianos. O narcoterrorista era responsável por coordenar ofensivas da facção contra grupos rivais, além de liderar um núcleo de atentados armados dentro da facção. Sua função incluía desde a organização de ataques, até a expansão territorial do tráfico, em áreas consideradas de alto valor para a organização criminosa. Nas redes sociais, o homem ostentava seu envolvimento com o crime e publicava fotos com armas de fogo, além de símbolos e lemas ligados a facção criminosa.Durante a ação desta segunda para capturá-lo, ele tentou fugir, mas foi preso. Além disso, durante as diligências, foi localizado um celular de um homem desaparecido. A investigação indicou que o criminoso teve participação direta em um atentado contra um veículo, ocorrido em 15 de setembro deste ano, no bairro de Padre Miguel. A vítima do ataque, que permanece desaparecida, teria sido confundida com um integrante da milícia. FONTE: Polícia Civil do RJ

Polícia procura cemitério clandestino no Morro do Jordão (CV)

Policiais civis da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) realizam, na manhã desta terça-feira (21/10), uma operação no Morro do Jordão, na Zona Oeste do Rio. O objetivo é apurar informações de inteligência que apontam a existência de um local utilizado como cemitério clandestino por integrantes de uma facção criminosa que atua na região. A ação conta com o apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e do Corpo de Bombeiros. As equipes estão em campo realizando buscas e levantamento de dados que possam auxiliar nas investigações. A ocorrência segue em andamento. O Morro do Jordão era dominado por uma milícia mas foi tomado pelo Comando Vermelho nos últimos anos. FONTE: Polícia Civil do RJ

Mulher que foi expulsa da milícia foi morta com pelo menos seis tiros na cabeça

A Polícia Civil investiga a morte de Marta Silva de Oliveira, de 36 anos, a Martinha Sapatão, em Cabo Frio, na região dos Lagos, na madrugada de sábado (18). Marta foi morta no bairro Gravatá, em Unamar, com pelo menos seis tiros na cabeça por um homem que invadiu sua residência utilizando uma touca ninja. O caso foi registrado na 126ª DP (Cabo Frio). A suspeita é que o crime tenha sido praticado pela milícia liderada por PL, que expulsou Martinha da quadrilha. O que circula era que ela ettaria buscando aproximação com o Comando Vermelho e a milícia liderada por Juninho Varão. O local do assassinato, onde também estavam um irmão e a companheira de Martinha Sapatão, já foi submetido a uma perícia. Os agentes também apreenderam dois celulares que pertenciam à vítima. Ela foi enterrada no cemitério Jardim da Saudade, em Paciência, Zona Oeste do Rio. Ela era prima de Ecko e Zinho, ex-líderes da maior milícia do Rio, e chegou a ocupar um posto de liderança na organização paramilitar. Após a prisão de Luiz Antônio da Silva Braga, o Zinho, que se entregou à Polícia Federal em dezembro de 2023, Martinha Sapatão chegou a chefiar a milícia, herdando o posto do primo. FONTE: Polícia Civil do RJ e Milícia RJ News (Twitter)

Leia mais detalhes da operação que prendeu sete em festão da milícia em Guaratiba

Leia agora mais detalhes da operação da Draco ontem que prendeu sete homens em uma festa da milícia em Guaratiba Os agentes prenderam em flagrante Yuri Ricardo Pimenta de Araújo, Marcos Barbosa Teixeira, Victor Hugo Antão Nepomuceno, Alessandro Natividade dos Santos Júnior, Douglas Vicente Pereira de Souza, Lucas dos Santos Araújo Dórea e Luís Guilherme Bastos Alves, todos identificados como integrantes da milícia comandada por Luiz Antônio da Silva Braga, conhecido como “Zinho”. A ação ocorreu durante uma festa em homenagem a milicianos mortos, ocasião em que os autuados foram surpreendidos portando armas de fogo de uso restrito, rádios comunicadores e veículos adulterados, um deles produto de roubo. Entre os presos estava o policial militar Luís Guilherme Bastos Alves, que portava duas pistolas de uso particular e operava um drone que registrava o evento. Na ação, os agentes apreenderam seis fuzis de calibre restrito, sete pistolas (sendo cinco de procedência ilícita e duas de propriedade do policial militar), um simulacro de pistola, centenas de munições, seis porta-carregadores, quatro bandoleiras e um coldre. Também foram apreendidos três veículos: um Fiat Fastback produto de roubo, com placa adulterada SYG1B46 (placa original SYU0B02), um Peugeot 208 com sinais de adulteração e o Honda City, placas KOY6J26, de propriedade do policial militar, utilizado no evento criminoso. Foram ainda recolhidos oito rádios comunicadores, um drone DJI Mini 4 Pro, doze aparelhos celulares pertencentes aos autuados e uma bandeira de grandes dimensões contendo as imagens dos milicianos mortos Wellington da Silva Braga (“Ecko”), Carlos Alexandre da Silva Braga (“Carlinhos Três Pontes”) e Matheus da Silva Rezende (“Faustão”), com os dizeres: “Gratidão enorme da equipe Ilha e Barra à família Braga e às nossas lideranças.” Juntaram-se aos autos cópia do registro de ocorrência do roubo do veículo Fiat Fastback, pesquisas da PRODERJ referentes aos veículos apreendidos e fotografias dos milicianos presos e dos materiais arrecadados. Com efeito, restou apurado que os autuados, de forma livre e consciente, integravam organização paramilitar armada voltada à prática de crimes, notadamente a extorsão e o controle territorial ilícito na região de Guaratiba. Na ocasião da prisão, encontravam-se em posse de armamento de uso restrito e de veículos com sinais identificadores adulterados, um deles produto de crime. Os fatos evidenciam a atuação estruturada, hierarquizada e fortemente armada de grupo miliciano com elevado potencial ofensivo e poder bélico incompatível com a ordem pública. O arsenal apreendido – composto por fuzis, pistolas, munições e equipamentos de comunicação – demonstra o risco concreto de reiteração delitiva e o abalo à tranquilidade social, sobretudo diante da ligação dos autuados com organização criminosa de grande influência territorial. A presença de policial militar entre os integrantes agrava o quadro fático, revelando a infiltração da milícia em órgãos de segurança pública e comprometendo a credibilidade institucional. FONTE: TJ-RJ

Polícia acaba com festa da milícia para homenagear a família de Zinho, prendeu sete e recolheu sete fuzis

Policiais civis da Delegacia de Repressão às Ações CriminosasOrganizadas e Inquéritos Especiais (Draco) acabaram com uma festa para celebrar a família de Luiz Antônio da Silva Braga, o “Zinho”, neste domingo (19/10), em Guaratiba, Zona Oeste do Rio. Sete criminosos armados que participavam do evento foram capturados na ação que teve o apoio da Subsecretaria de Inteligência (Ssinte). As equipes foram ao local ao saber que uma faixa havia sido estendida em uma praça com os rostos e nomes de três milicianos neutralizados pela Polícia Civil, todos integrantes da família Braga, um dos núcleos históricos da milícia no Rio de Janeiro. Ao chegarem ao local, os agentes perceberam que se tratava de uma festa em homenagem aos criminosos, com brinquedos, som e ornamentações. Sete criminosos foram identificados, incluindo os que hastearam a faixa.Durante a ação, foram apreendidos seis fuzis e quatro pistolas, e dois veículos roubados foram recuperados. Velhos conhecidos Carlos Alexandre da Silva Braga, o “Carlinhos Três Pontes”, foi líder da milícia na Zona Oeste até 2017, quando foi morto em uma operação do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE) e da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). Ele foi sucedido por seu irmão Wellington da Silva Braga, o “Ecko”, neutralizado em 2021 por equipes do DGPE e da Draco.A partir de 2021, quem assumiu a liderança do grupo paramilitar foi Zinho, o terceiro irmão Braga, que colocou o sobrinho Matheus da Silva Rezende, o “Faustão”, como um de seus homens de confiança. Após a ação da Polícia Civil que resultou na morte de Faustão, em 2023, Zinho viu o cerco se fechar e acabou de entregando. FONTE: Polícia Civil do RJ

Saiba detalhes e suposta motivação para assassinato de mulher que havia sido expulsa da maior milícia do RJ

A miliciana Martinha Sapatão.foi morta na Região dos Lagos para onde fugiu após ser expulsa da quadrilha. Ela era pessoa de confiança do Zinho e responsável pela parte financeira da milícia. Após a prisão do Zinho, Martinha se juntou com o Andrey(Zero). Os dois tentaram assumir. o controle total da milícia, mas bateram de frente com o PL e Naval, e por último tentaram rachar a quadrilha , mas não tiveram apoio dos frentes das áreas e acabarem sendo expulsos da milícia pelo PL. Na ultima madrugada, Martinha foi capturada na Região do Lagos e morta. A suposta motivação da morte da Martinha seria que ela estaria na conexão com o Doca da Penha e com a milícia do Varão, planejando ataques nas áreas do PL FONTE; Milicia RJ News (Twitter).

Mulher que era uma das lideranças da maior milícia do RJ mas acabou expulsa foi morta

A miliciana Martinha Sapatão foi morta durante a última madrugada. Ela era uma das lideranças da maior milícia do Rio, que era comandada por Zinho e agora por PL. Entretanto, por desavenças com os chefes, acabou sendo expulsa da quadrilha recentemente, A informação que circula foi que o próprio bando de PL matou ela. Outra versão diz que foi o grupo de Juninho Varão quem cometeu o crime. Existem vários relatos nas redes sociais sobre crimes supostamente cometidos por Martinha. RELEMBRE: https://www.fatospoliciais.com.br/trio-que-tentava-assumir-o-topo-da-maior-milicia-do-rj-foi-expulso-da-quadrilha/ FONTE: Milícia RJ News (Twitter)

Saiba detalhes como agia uma milícia em Seropédica que rivalizava com o grupo de Juninho Varão

Processo na Justiça revela como atuava uma milícia em Seropédica que é rival do grupo de Juninho Varão, que é o paramilitar mais procurado da Baixada Fluminense. O grupo tinha como cabeças um homem chamado Luiz Gabriel e um outro conhecido como Macabu e os falecidos Samuel Souza Correa Machado e Vitor Leal Crispim, o Vitinho. A milícia agia impondo o pagamento de valores semanais sob o pretexto de “taxa de segurança”, prática comum entre grupos paramilitares que atuam na região. Samuel e Luiz Gabriel exerciam a função de cobradores, sendo responsáveis por visitar semanalmente estabelecimentos comerciais para exigir o pagamento da chamada “taxa de segurança”. Vitinho era o chefe da milícia e Macabu atuava como chefe da cobrança, além de ser o responsável pelo recrutamento de novos integrantes para o grupo criminoso. Durante as investigações, foi apurado que os denunciados realizavam cobranças sistemáticas e rotativas em diversos pontos comerciais da região, utilizando-se de grave ameaça e intimidação, inclusive com o emprego de arma de fogo, para garantir o pagamento das quantias exigidas. Uma das vítimas, que era dono de uma barbearia relatou que desde a inauguração do seu estabelecimento, há cerca de um ano e meio, era obrigado a pagar semanalmente a quantia de R$ 30,00 à milícia local, valor que foi recentemente reajustado para R$ 80,00. Ele reconheceu Samuel como o miliciano que compareceu à sua loja para comunicar o aumento da cobrança. Uma outra comerciante, dona de uma mercearia, também confirmou que era coagida a pagar R$ 20,00 semanais à milícia. Ela relatou que, no mês de junho, dois indivíduos compareceram ao seu comércio para informar sobre um reajuste no valor da taxa. A vítima reconheceu Samuel e Luiz Gabriel como os autores da cobrança. Além dos relatos das vítimas, um indivíduopreso em flagrante por envolvimento com a mesma milícia, prestou depoimento confirmando que atuava como cobrador sob ordens de “Vitinho” e que recebia R$500,00 por semana para realizar as cobranças. Ele também identificou Macabu como o responsável pelos pagamentos e pelo recrutamento de novos membros. No momento da abordagem policial, Samuel foi flagrado com a quantia de R$ 1.550,00 em espécie, um celular da marca Redmi e uma chave de veículo tipo canivete da marca Fiat. Já Luiz Gabriel portava um celular Motorola. Ambos alegaram estar apenas “passeando pela cidade”, mas não souberam justificar a origem dos valores e dos objetos apreendidos. Macabu cumpriu a prisão temporária decretada, enquanto Luiz Gabriel permaneceu foragido. Ambos tiveram as prisões preventivas decretadas este mês. FONTE: TJ-RJ

PM morto ontem em Jacarepaguá também integrou quadrilha na Baixada que matava e torturava traficantes que não pagavam propina

Além de comandar uma milícia na Zona Oeste do Rio, Adelmo da Silva Guerini, policial militar morto ontem na comunidade da Asa Branca, em Jacarepaguá, fez parte também de uma quadrilha voltada para extorquir comerciantes e criminosos na Baixada Fluminense e matar e torturar traficantes que não pagavam propina ao grupo, obtendo supostamente vantagem indevida por meio de crimes e em razão da função pública Adelmo e outros PMs usavam um grupo de Whatsapp por meio do qual eram trocadas mensagens a respeito dos crimes praticados e planejados por eles, expressas menções a informantes, a vantagens ilícitas obtidas, a futuras diligências, inclusive, no que tange à execução de pessoas. Tudo conforme exposto no relatório da investigação. O nome do grupo era ‘Os expresão, nome, no mínimo, sugestiva aos interesses financeiros visados pelos participantes. O bando atuiava perante o GAT do 24º BPM (Queimados) quanto perante a P2 do 21º BPM (São João de Meriti), formavam organização criminosa voltada para prática de delitos, mormente com objetivo de obtenção de vantagens indevidas. Ainda, ficou evidente o risco de reiteração nas práticas delitivas, porque parte dos integrantes, mantiveram a conduta criminosa “a pós a mudança de Batalhão, inclusive, com a iniciação de outros contatos e manutenção de antigo para mapear as oportunidade da nova localidade – FONTE: TJ-RJ

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima