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investigação

Gerentão do Chapadão (CV) que lavava dinheiro da facção em Brasília foi preso em Cabo Frio

Um homem apontado como gerente geral do tráfico no Complexo do Chapadão, em Costa Barros. foi preso hoje, na Praia do Peró, em Cabo Frio. Denis Rodrigues de Farias, conhecido como “Limão”, é investigado por lavar dinheiro da quadrilha em Brasília Segundo as investigações, ele tentava, na capital federal dar origem lícita para lucros obtidos com roubos de cargas na região do Chapadão. Além disso, o criminoso tem várias anotações criminais por latrocínio, tráfico, organização criminosa e destruição ou ocultação de cadáver, entre outros. Contra ele, foi cumprido um mandado de prisão condenatória. FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro

Caso extraconjugal exposto em redes sociais levou homem a morte em Campos (RJ). Polícia prendeu três suspeitos

Dois homens e uma mulher foram presos hoje supostamente envolvidos no homicídio de Jefferson Sabino dos Santos. O crime ocorreu no dia 3 de março, no Canal das Flechas, Zona Rural do município. de Campos dos Goytacazes. Investigações apontam o crime foi motivado por um relacionamento extraconjugal entre a vítima e a esposa de um dos autores. O caso foi a público na comunidade já que foi expostp nas redes sociais, o que levou o suspeito a planejar o assassinato de Jefferson.  A vítima foi atraída para uma emboscada e morta com um disparo de espingarda no rosto. Após o crime, a mulher e um amigo da família foram até a casa da vítima, onde apagaram mensagens do celular que comprovavam a motivação e a participação no crime. FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro

Preso nos EUA integrante da quadrilha do Faraó dos Bitcoins

Foi preso nos Estados Unidos Ricardo Rodrigues Gomes, vulgo Piloto, integrante da quadrilha de Glaidson Acácio dos Santos, o Faraó dos Bitcoins. Segundo investigações, ele faz parte da estruturação e continuidade do plano criminoso, com braço nos EUA, supostamente liderado por Glaidson e sua esposa responsáveis pela administração da sociedade empresária G.A.S Consultoria e Tecnologia. A organização criminosa ocultou e dissimulou a natureza, origem e a localização de bens, direitos ou valores provenientes, direta ou indiretamente, decrimes contra o Sistema Financeiro Nacional e organização criminosa… mediante o envio de USDT 1.777.656,50 (um milhão setecentos e setenta e sete mil seiscentos e cinquenta e seis Tethers), assim conseguiram ocultar, dissimular e movimentar tais valores que equivalem a R$ 9.309.237,05 (nove milhões trezentos e nove mil duzentos e trinta e sete reais e cinco centavos), na cotação correspondente ao dia 01/09/2022, decorrentes de sua atividade financeira ilícita Tais condutas teriam sido praticadas pela utilização da offshore BG&GAS LLC, por meio da qual se realizou a aquisição da aeronave prefixo PSHDG, de fabricação Raytheon Aircraft, modelo 400A, nº de série RK-288 e categoria de registro TPP, equivalente a R$ 3.950.838.97 Mensagens enviadas por Glaidson a Piloto e outros comparsas demonstraram que o Faraó dos Bitcoins teria sido o mandante dos homicídios tentados e consumados contra investidores em Cabo Frio. A quadrilha praticava diversos crimes violentos, como homicídios, extorsões, ameaças, corrupção ativa e passiva, além de oferecimento de vantagem indevida a policiais civis para a realização de diligências contra concorrentes da empresa GAS Consultoria e Tecnologia Ltda. FONTE: Trechos de processos do Superior Tribunal de Justiça (STJ) disponíveis no site jurídico Jusbrasil

Ambulante baleado no Carnaval de Cabo Frio está fora de perigo

O prefeito de Cabo Frio, Dr Serginho, usou as redes sociais para anunciar que o ambulante baleado enquanto trabalhava durante o Carnaval da cidade não corre risco de morte. “Estou no Hospital Central de Emergência (HCE), acompanhando de perto o caso do ambulante Elias, que foi atingido por um disparo de arma de fogo durante o Carnaval. Falei pessoalmente com o sr Elias e com o cirurgião de plantão. De acordo com as informações presentes ele não corre risco de morte e está recebendo todo o atendimento necessário”, disse o prefeito O governante afirmou que as câmeras de monitoramento com reconhecimento facial já identificaram os autores desse crime, e a polícia está em ação para prendê-los. O prefeito falou ainda que seguirá acompanhando esse caso de perto e prestará todo o suporte necessário à vítima e sua família FONTE: Facebook oficial do prefeito de Cabo Frio

Olheiro do PCC havia sido preso em 2022 com muita droga sintética. Ele dizia que era viciado mas depois que saiu da prisão, largou o consumo, ficou mais apegado à família e frequentava igreja

Conhecido como olheiro do PCC, Kaue do Amaral Coelho, que teria informado à facção sobre o momento exato em que o empresário Vinícius Gritzbach chegava ao Aeroporto de Guarulhos (SP) para ser assassinado havia sido preso dia 18 de agosto de 2022, por volta das 18h, na Avenida Inajar de Souza, altura do nº 1942, Limão, em São Paulo. Na ocasião, guardava, para fins de consumo de terceiras pessoas, 1.009 (um mil e nove) comprimidos de tenanfetamina (MDA), popularmente conhecida como “bala”, com peso líquido total de 477,8g, substância entorpecente e que determina dependência física e psíquica. Na época da prisão, Kaue disse que tinha 27 anos de idade era solteiro, tinha um filho de cinco anos, que vive com a mãe dele e morava com os pais.Contou que tinha uma adega em sociedade e tirava de dez a quinze mil por mês, em média. Em épocas de maior movimento, como carnaval e final de ano, a média de retirada chega a vinte mil reais. Com relação aos fatos, confirma que estava com a droga, mas que se tratava de droga para consumo pessoal. Havia adquirido quinhentos gramas de droga por três mil reais. Compra por peso. Um quilo custa cinco mil reais. ]Disse que quando compra menor quantidade, o valor é um pouco maior (ou seja, comprando mais, o valor cai). Essa droga que estava transportando é um pouco mais fraca. Estava viciado e consumia até em dias normais e não só em festas. Na semana usava grande quantidade de comprimidos. Chegava a usar de quarenta a cinquenta comprimidos em um final de semana. Nunca havia comprado quantidade tão grande, mas como era final de ano, iria consumir quase todo dia. Antes de conhecer a pessoa que lhe vendeu essa droga, apenas comprava nas festas que frequentava. Depois que conheceu ele passou a comprar maior quantidade. Ao ser preso, sofreu um choque muito grande. Ficou mais apegado à família e frequentava a igreja. Largou a droga. Não usava mais nada desde que saiu da prisão FONTE: Relatório do Tribunal de Justiça de São Paulo disponível no site jurídicio Jusbrasil

Justiça mandou polícia apurar envolvimento de segurança em morte de funcionário de empresa em Três Rios após receber denúncia de que suspeito tinha dívida milionária com a vítima

Após mais de um ano do crime, a Justiça mandou a polícia apurar a participação de um segurança na morte de um funcionário de uma empresa ocorrida em novembro de 2023 na cidade de Três Rios, no interior fluminense. O suspeito estava junto da vítima no dia em que ela sofreu um atentado e morreu. Foi inclusive baleado. Mas o filho da vítima disse que o suspeito tinha duas dívidas com o pai, uma delas no valor de R$ 1 milhão e outra, R$ 15.000 que venceriam próximo da data do crime, dia 22 de novembro. Para investigar melhor o caso,, a Justiça autorizou essa semana a quebra de sigilo nos aparelhos celulares apreendidos durante o inquérito policial. O suspeito disse a policiais que acompanhava a vítima Moacir da Silva Pereira ao que seria uma visita a um sitio que estava exposto a venda quando foram surpreendidos por dois indivíduos que estavam em uma motocicleta. Afirmando que ele e Moacir deixaram o interior do carro, o investigado relatou disparos feitos por um dos rapazes na direção de Moacir e na sua direção. Em uma narrativa extensa e questionável, ele falou de sua relação com Moacir, com a empresa na qual a vitima fatal trabalhava e com negócios envolvendo compra e venda de armas de fogo. Afirmando trabalhar como segurança, disse narrou que acompanhava Moacir quando ele tinha que levar altos valores da empresa para a qual trabalhava. …” Com o intuito de esclarecer o episódio e encontrar informações sobre toda a dinâmica do ocorrido, a Justiça representou a Autoridade Policial pela conveniência de ser afastado o sigilo dos dois aparelhos de telefonia celular apreendidos para que possuam ser encaminhados para perícia onde deverá ser feita a extração de seu conteúdo para posterior consulta. O Ministério Público ofertou parecer onde manifestou-se favoravelmente ao deferimento da representação formulada pela autoridade policial. Assiste razão ao Ministério Público. Verifica-se que a medida pleiteada é o único meio para se alcançar os esclarecimentos devidos. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Depois de mais de quatro anos do crime, Justiça decretou a prisão de acusado de matar homem que manteve relacionamento com sua ex-mulher. Assassino fazia ameaças a vítima e chegou a dizer que tinha um primo que seria chefe do tráfico da ADA na Zona Oeste do Rio

Depois de mais de quatro anos do desaparecimento e do encontro do corpo de Felipe Luiz Lino da Silva, a Justiça decretou essa semana a prisão de um homem acusado do crime. O homicídio foi cometido porque a vítima teve um relacionamento afetivo com a ex-mulher do acusado. O réu chegou a dizer para a ex-companheira que mataria Felipe e chamaria um primo que seria chefe do tráfico na Vila Vintém, em Padre Miguel. Certo dia, a mulher recebeu um áudio de Felipe dizendo que iria se encontrar com o acusado. Durante horas, o telefone de Felipe permaneceu online e a moça tentando falar com ele e recebia resposta dizendo que não podia conversar ou falar porque o aparelho teria caído na água. A mulher disse que o ex-marido estaria usando o telefone de Felipe e achava que ele teria matado a vítima e ocultado o cadáver, O último local que Felipe esteve foi na loja do acusado, que ficava na Rua 24 de Maio, no Engenho Novo. A mulher teria juntado prints enviados pelo ex-companheiro, um deles dizia que ele iria acabar com esse m…” Um amigo mandou uma mensagem para Felipe no dia 26 de setembro de 2020 e ele teria respondido que estava bem e que não era para se preocupar. Esse amigo disse acreditar que não foi Felipe quem respondeu. O irmão desse amigo também enviou mensagem para o telefone de Felipe e obteve a resposta que não poderia falar no momento pois estaria andando de bicicleta. O laudo de exame em local concluiu que no imóvel da Rua Vinte e Quatro de Maio, local onde a vítima teria estado antes de seu desaparecimento, havia sangue oculto. O laudo de exame de DNA – revelou que a amostra era de indivíduo do sexo masculino. O corpo de Felipe somente foi encontrado muito tempo após o seu desaparecimento, em avançado estado de putrefação, em área de mata, no bairro de Grumari, local bastante distante de onde fora vista pela última vez. Segundo os autos, o acusado elaborou e calculou meticulosamente o fato que gerou a morte da vítima, atraindo-a para o local do crime e, posteriormente, desovando seu cadáver. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Polícia já tem suspeito de ter baleado torcedores argentinos na Barra. Ele integra quadrilha de roubadores no bairro. VEJA COMO O BANDO AGIA

A Polícia Civil do Rio de Janeiro já tem um suspeito de ter baleado dois torcedores do Racing da Argentina na última quarta-feira, na Praia da Barra da Tijuca. Trata-se de Otavio Augusto de Souza Furtado, de 25 anos, conhecido como “Sem Dente”. Segundo invetigações, ele teria sido reconhecido por uma das vítimas e por três testemunhas. Um relatório da Polícia Civil aponta que Otávio integra um grupo de roubadores que praticavam delitos na orla da praia da Barra da Tijuca e também em estabelecimentos comerciais localizados na Avenida Lúcio Costa. Um dos participantes já está morto. O grupo é citado em pelo menos seis registros criminais. Analisando diversos registros de ocorrências, foi observado que os roubadores rendem as vítimas que caminham pelo calçadão e pela ciclovia ou que ea ou que estão sentadas em quiosques ou outros estabelecimentos comerciais para subtraírem aparelhos celulares, dinheiro e joias das vítimas. Esses indivíduos agem a pé; utilizam arma de fogo; costumam se esconder próximos à vegetação que existe na orla da praia ou ficam sentados em bancos ou até mesmo caminham pela orla; e após efetuarem os delitos, empreendem fuga correndo ou embarcando em veículos de apoio No decorrer das investigações, verificou-se que um grupo de roubadores estava reiterando roubos com esse modus operandi, utilizando sempre veículo de apoio. Também foi apurado que, em algumas ocasiões, os autores utilizaram motocicletas nas empreitadas criminosas. Em todas as ações delituosas, os veículos ficaram estacionados próximo ao local de abordagem, aguardando os autores realizarem os roubos. As investigações demonstraram que a maioria dos aparelhos celulares subtraídos apontavam suas localizações para a Comunidade da Cidade de Deus. O criminoso tem uma condenação de dois anos de prisão por roubo majorado, delito cometido em 2018. Também tem outra condenação por furto. A pena foi de um ano e seis meses de reclusão e aplicada em 2019. FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro, site do TJ-RJ e Relatório da Polícia Civil disponível no site Jusbrasil

Justiça manda Corregedoria apurar supostas agressões de PMs contra traficantes presos em Meriti

A Justiça do Rio mandou a Corregedoria da Polícia Militar apurar supostas agreessões de PMs contra três traficantes presos na comunidade do Dique, em São João de Meriti Um dos bandidos presos alegou ter sido arrastado pelos policiais até a viatura. Um segundo falou ter sido agredido por dois policiais militares que efetuaram sua prisão com pisões e tapa no rosto. Um terceiro narrou ter sido agredido por um dos dois policiais militares que efetuaram sua prisão com um tapa no rosto. Consta do auto de prisão em flagrante que policiais foram chamados para apurar informações sobre o sequestro de dois homens na localidade. Ao chegaram no local foram recebidos por disparos de arma de fogo realizados por cerca de seis elementos. Após revidarem, os policiais conseguiram encontrar dois dos suspeitos João Vitor Dos Reis no interior de uma residência, onde foram duas armas de fogo. No trajeto da fuga, foram apreendidas mochilas com drogas. Os policiais vasculharam a vila onde se situa a casa em que os presos se refugiaram e encontraram, sob uma caixa d’água, um fuzil AR-15, com a numeração suprimida, contendo 6 munições. Os agentes da leu progrediram pela área e foram surpreendidos por disparos de arma de fogo realizados pelo terceiro criminoso. Após revidarem , os militares capturaram o bandido com que foi apreendida uma pistola com a numeração suprimida e municiada. Os três presos estão com a prisão preventiva decretada. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Depoimentos detalham como foi o assassinato de mulher que foi morta em Nova Iguaçu por ter caso com homem casado. SAIBA TUDO

Leia agora detalhes de um feminicídio que chocou o Rio de Janeiro: o asassinato de Larrisa dos Santos Silva, morta por manter um caso com um homem casado. Uma testemunha contou que na quarta feira dia 22/01/2025 por volta das 15hs foi procurado por Alan Santos Gusmão Junior que disse que precisava que o declarante fizesse um canteiro na entrada da casa que fica localizada na rua Augusto Alves da Silva n308 Posse Nova Iguaçu, pois ia fazer um jardim. Alan estava muito nervoso e disse para a testemunha. “Gugu, pô cara como eu te conheço a muito tempo e meu avô também você é a única pessoa que eu fosso confiar. Em seguida, disse que havia matado uma mulher e perguntou se o conhecido poderia ajudá-lo a sumir com o corpo ou ajudar a enterrar. A testemunha, então, afirmou que não podia fazer isso e que Alan estava desesperado então ofereceu dar uma televisão de 70 Polegadas para que o declarante ajudasse a ocultar o corpo de Larissa no canteiro que o declarante havia construído na frente da sua casa. Alan continuou a contar o que tinha feito e disse o seguinte. “Gugu, matei a mulher que tinha um caso com ela” O assassino lhe contou que estavam na casa no momento começou a discussão que desencadeou no homicídio, o próprio Alan, a esposa Leandra e Larissa. Alan disse que Larissa que durante a discussão Larissa o teria esfaqueado nas duas mãos. Ele então tomou a faca da mão de Larissa e a esfaqueou até a morte. Quando foi na casa da testemunha, Alan tinha corte nos desdos das duas mãos. Alan lhe contou que tinha enterrado o corpo de Larissa no canteiro que havia sido construído , mas que já estava cheirando mal e por este motivo estava tão nervoso e desesperado; Ele, então, disse para o declarante que precisava que este fizesse um buraco no piso que fica ao lado do canteiro que fora construído para enterrar o corpo da vítima, mas a testemunha se recusou. Então, Alan disse ao declarante que tinha um conhecido que lhe contou que havia um rio em Belford Roxo que tinha um jacaré e que lá o corpo iria sumir sendo comido pelo animal. A testemunha voltou a negar ajuda. Alan continuou insistindo. Ele queria que o declarante transportasse o corpo de Larissa em seu Veículo um Santana Preto, o que também foi negado. Depois falou para levá-lo para o Arco Metropolitano pois lá teria uma região de matagal, pedido também recusado. Diante disso, a testemunha procurou um amigo que o orientou a contar toda a verdade do que tinha sido relatado por Alan na polícia. Alan havia se separado de Leandra mas reatou o casamento dias antes do crime. Outra testemunha falou que Larissa disse certa vez disse que estava ficando com um homem de nome Alan , pois este tinha dinheiro e proporcionava coisas boas para ela, sendo que o homem nunca disse a ela que era casado. No dia em que desapareceu Larissa não falou nada para a declarante se iria encontrar com Alan. Alan disse que não queria se entregar à polícia pois tinha medo de morrer. . O acusado do crime disse que Larissa foi para a sua casa, no dia 21 de fevereiro, Ela entrou em contato com ele via Whatsapp dizendo que precisava de dinheiro porque havia batido a moto e estava custeando tudo sozinha. Ele disse que a moça o ameaçou dizendo que iria matá-lo, bem como sua esposa já que sabia que os dois haviam reatado. Larissa lhe pediu dinheiro e ele disse que não tinha , e que ainda que tivesse, não lhe daria porque pretendia gastar na sua casa;. A moça continuou insistindo , mas diante da recusa, ela disse que iria embora. Antes de sair, Larissa pediu pra ir ao banheiro mas quando Alan se virou, a moça teria vindo na sua direção com uma faca na mão. Alan foi atingido em ambas as mãos.Houve luta corporal . Durante a briga, Larissa foi atingida uma primeira vez, no peito, acreditando o declarante que de raspão. Alan conseguiu lhe tomar a faca, mas ela teria continuado dizendo que mataria o declarante e a esposa. Então, Alan golpeou a vítima na parte superior do tórax;. Larissa também tentou segurar a faca. A luta começou na sala e terminou no quarto, onde Larissa desfaleceu.Alan não tentou socorrer a moça e não ligou para ninguém. Tentou limpar a sala o máximo possível antes da Leandra chegar, mas não conseguiu. A esposa não chegou a ver o corpo da vítima porque Alan trancou a porta do carro. Disse que o sangue que estava no chão era de suas mãos suas mão, pois havia estourado um pirex. Depois da obra pronta, Alan carregou sozinho o corpo de Larissa até o canteiro. Ele enrolou o cadáver em um edredom e um tapete. Jogou um pouco de terra sobre o corpo, somente o suficiente para escondê-lo;. Após enterrar o corpo, limpou o sangue da casa antes que Leandra acordasse. No dia seguinte, estava nervoso com o corpo enterrado em seu quintal e resolveu procurar o pedreiro, e lhe pediu ajuda para tirar o corpo de lá. Alan disse que não tinha dinheiro, mas que poderia dar alguma coisa pra ele, como uma televisão. Então decidiu levar o corpo para um rio no bairro Shangri-la, em Belford Roxo, onde dizem ter jacarés, para que os animais devorassem o cadáver. Como não teve ajuda, comprou mais terra e plantas para colocar sobre o corpo; Depois disso, fugiu com a mulher. O casal acusado do crime está preso. Eles foram localizados em Petrópolis.. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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