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investigação

Homem foi espancado até a morte por causa de dívida de drogas em Araruama. Polícia tenta confirmar se suspeito com tornozeleira eletrônica participou do crime

Maicon Douglas da Silva Pinto foi assassinado no dia 11 de fevereiro deste ano na Estrada de Macabu, em Iguabinha, cidade de Araruama, na Região dos Lagos, por conta de uma suposta dívida de drogas. . O pai da vítima comunicou à 129ª Delegacia de Polícia que Maicon teria sido surpreendido por quatro pessoas num beco localizado na Estrada Vila da Pedreira, esquina com a Rua Damião Rodrigues da Silva, em frente da Escola Municipal Paulino Pinto Pinheiro Filho, em Iguaba Grande, onde foi agredido e forçado a entrar no interior de um automóvel de cor escura. Por volta das 21h do mesmo dia, o corpo da vítima foi encontrado com sinais de espancamento. Em diligências, a polícia obteve imagens de câmeras de segurança nas proximidades do beco em que a vítima foi surpreendida. Nas imagens, é possível visualizar que um dos agressores da vítima ostentava uma tornozeleira eletrônica. De acordo com o narrado, há indícios que de a motivação para o crime teria sido a existência de uma suposta dívida da vítima com o tráfico de drogas. Ainda, receberam uma denúncia anônima no sentido de que os possíveis envolvidos no homicídio de Maicon estariam no Bairro de Iguabinha, na localidade conhecida como Torre, na cidade de Araruama. Diante de tal informação, foi realizada uma diligência nos arredores do local do crime, momento no qual dois indivíduos foram avistados e levados à delegacia para prestar informações. Com as informações prestadas, a autoridade policial procedeu a consultas no banco de dados da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) e identificou um deles,, que foi reconhecido por tsetemunhas como sendo o indivíduo que atende pelo nome de João e que é monitorado por tornozeleira eletrônica. Assim, para confirmar a possibilidade de o indivíduo flagrado pelas imagens das câmeras arrecadadas nas proximidades do local onde a vítima foi encurralada tratar-se do suspeito identificado, a autoridade policial representou pelo afastamento do sigilo dos dados do monitoramento da tornozeleira eletrônica ostentada pelo suspeito. Com o objetivo de dar continuidade às investigações, a Autoridade Policial representou pelo afastamento do sigilo de dados da tornozeleira eletrônica de com o acesso aos dados de seu monitoramento nas datas na data de 11 de fevereiro 2025, no horário entre 16h e 22h. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

PF prendeu 12 em operação contra quadrilha de comércio ilegal de cigarros comandada pelo contraventor Adilsinho, patrono do Salgueiro. Um dos presos é um PM

A Polícia Federal prendeu hoje 12 pessoas, entre elas um PM, durante uma operação para desmantelar uma organização criminosa armada e transnacional*, especializada no *comércio ilegal de cigarros por meio do domínio de regiões e da imposição de violência e medo*.  O grupo é liderado pelo contraventor Adilsinho, atual patrono da escola de samba Acadêmicos do Salgueiro. Ele foi um dos alvos. O bando falsificava e comercializava os cigarros que produzia com o emprego de *embalagens falsas, trabalho análogo à escravidão, tráfico de pessoas* e *imposição de violência e terror* para que comerciantes de regiões dominadas pela quadrilha *fossem obrigados a adquirir o produto contrafeito* e *revender apenas o cigarro fornecido pelo grupo investigado* A investigação foi iniciada em fevereiro de 2023, após a *descoberta de três fábricas clandestinas de cigarros falsos* e do *resgate de inúmeros trabalhadores paraguaios submetidos a regime análogo à escravidão*,. Foi revelado em outra operação essa mesma organização criminosa tinha uma *célula de serviço paralelo de segurança*, coordenada por um policial federal e integrada por policiais militares e bombeiros, que também atuavam em outros serviços ilegais de acordo com os interesses do grupo. Além disso, integrantes de uma outra célula da organização criminosa eram os responsáveis pelo *fornecimento de insumos, maquinários e mão de obra escrava oriunda do Paraguai*, que eram empregados na produção clandestina dos cigarros no estado do Rio de Janeiro e em outras unidades federativas. Esta célula do grupo era administrada por uma mulher que possuía um serviço de segurança particular por parte de um policial militar.Já um outro núcleo do grupo criminoso era integrado por indivíduos responsáveis pelo *acompanhamento dos veículos que transportavam a mercadoria contrafeita, a qual era fornecida da Baixada Fluminense para comerciantes de outros estados brasileiros*. Um desses integrantes era um policial rodoviário federal que tinha a função de assegurar a entrega segura da carga. Os agentes federais tentaram cumprir *21 mandados de prisão preventiva*, *26 mandados de busca e apreensão* e *12 mandados de medida cautelar diversa da prisão*, incluindo a suspensão das funções de um policial rodoviário federal.  Foram emitidas ordens de bloqueio, sequestro e apreensão de bens, *avaliados em cerca de R$ 350 milhões*. Dentre eles estão *imóveis, veículos de luxo, criptomoedas, dinheiro em espécie, valores depositados em contas bancárias*, entre outros. *O montante obtido com o lucro dos delitos praticados era posteriormente submetido a lavagem de dinheiro*, com a consequente *remessa de altas cifras ao exterior de forma irregular*. Vale ressaltar também que o modus operandi dessa organização criminosa, no que diz respeito ao domínio de regiões e imposição de violência e terror, *é o mesmo empregado pelos grupos que exploram o jogo ilegal no estado do Rio de Janeiro*..Os investigados poderão responder pela prática dos seguintes crimes: organização criminosa; redução a condição análoga à de escravo;  tráfico de pessoas; crime contra a saúde pública; fraude no comércio; sonegação por falta de fornecimento de nota fiscal; crime contra a relação de consumo; falsificação e uso de documento falso; violação de direito autoral; lavagem de dinheiro; e evasão de divisas. *Operação Libertatis 2 – atualização* *12 presos* Onde foram realizadas as prisõess 2 (1 casal) em São Pedro da Aldeia/RJ; 1 PM, em Bonsucesso, no 22º BPM; 1 em Serra, no Espírito Santo/ES ;1 em Magé/RJ;1 em Nova Friburgo/RJ; 6 na cidade do Rio de Janeiro (Cachambi, Jacarepaguá, Ilha do Governador, Barra da Tijuca e Campo Grande); FONTE: Polícia Federal

Preso mais um integrante da quadrilha que roubava vans e microônibus para posterior venda das peças. Bando é ligado ao TCP e causou prejuízo de mais de R$ 6 milhões ao transporte turístico do RJ

A Polícia Civil prendeu Fernando de Assis Costa, vulgo Paulista. Ele é mais um integrante da quadrilha de roubo a vans e microônibus a ser capturado. O bandido era responsável pelo roubo e corte dos veículos para posterior revenda das peças. Paulista integra a facção narcoterrorista do TCP (Terceiro Comando Puro) e faz parte do grupo criminoso especializado no roubo de veículos do setor turístico, que era liderado pelo roubador de vulgo “Foguinho”, que foi preso há cerca de duas semanas pela equipe da DRFA.* Ao todo, o grupo criminoso praticou mais de 20 (roubos) de vans, causando um prejuízo ao setor de transporte turístico no Estado do Rio de Janeiro de mais de R$6.000.000,00 (seis milhões de reais) somente no ano de 2024.* Paulista  foi preso escondido na casa de parentes, em Nova Iguaçu. Ele costumava se homiziar na Vila Aliança, tendo fugido da localidade após operação da Polícia Civil no local, na semana passada.  Os criminosos atuavam roubando os veículos principalmente nas Zonas Norte e Oeste do Rio de Janeiro, além de alguns mnicípios da Baixada Fluminense. *Na operação, foram apreendidas diversas ferramentas utilizadas pelo criminoso para o desmanche dos veículos e remarcação de chassis, além de um simulacro de arma de fogo utilizado nos roubos praticados pelo grupo criminoso* FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro

PM que atirou em estudante após sua mulher dizer erradamente que ele havia lhe assaltado foi indiciado por duas tentativas de homicídio. Foi pedida a sua prisão

 O PM Carlos Alberto de Jesus que atirou em um estudante de jornalismo Igor Melo na Avenida Brasil após sua mulher dizer que ele havia a assaltado foi indiciado por duas tentativas de homicídio. Foi pedida a prisão dele. O crime ocorreu em 24 de fevereiro. Na ocasião, o rapaz ferido e outro que pilotava a motocicleta chegaram a ser presos por conta dos depoimentos do autor e de sua mulher. A mulher afirmava que Igor e o mototaxista eram assaltantes e que tinham subtraído seu telefone celular. A partir do relato dela, seu marido PM foi atras dos dois, e atirou. Imagens analisadas mostram que eles precisaram correr para escapar da situação. A 22ª DP (Penha) investigou o caso.. Todos os envolvidos voltaram a prestar depoimento e constatou-se inconsistências nos relatos do casal. A investigação revelou que ela, de fato, havia sido assaltada por dois homens, que possuíam características semelhantes às das vítimas. A mulher, contudo, passou informações erradasl. Por esse motivo, foi indiciada por falso testemunho majorado. Igor ficou internado por semanas e perdeu um rim após tomar o tiro. FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro

Quando ainda era da milícia, ex-PM preso suspeito de treinar traficantes do CV participou de uma extorsão de R$ 50 mil e tomada de apartamentos

Quando ainda participava da milícia da Muzema, o então PM Ronny Pessanha de Oliveira, o Caveira, foi acusado de participar de uma extorsão De acordo com a testemunha, armados com fuzis e pistolas, os bandidos exigiram R$ 50 mil e ainda obrigaram a passar para o grupo o controle de quatro apartamentos.  O grupo era fortemente armado, praticamente pronto para qualquer guerra; que qualquer um que se oponha a eles, ou fizesse qualquer coisa que não seja da vontade deles, é simplesmente eliminado ou expulso do local onde reside.  A testemunha ainda disse que o grupo matou um senhor e escondeu o corpo. Caveira foi preso na última segunda,-feira suspeito de treinar traficantes do Comando Vermelho e de lavar o dinheiro dos criminosos. Viagens, roupas de grife, festas e um carro de luxo avaliado em R$ 3 milhões. Esse era o estilo de vida ostentado por Ronny , que fazia questão de exibir sua rotina nas redes sociais. FONTE: TJ-RJ e Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Leia detalhes sobre o assassinato de um homem que foi morto com um facão de churrasco em Irajá. Suspeito do crime foi preso em MG

Leia agora detalhes do assassinato de Leonardo Luca Hevangelista, morto na última sexta-feira com um facão de churrasco em Irajá. O principal suspeito do crime, Bento dos Anjos Nascimento, foi preso hoje em Minas Gerais. Uma testemunha afirmou que estava realizando um churrasco junto com outros funcionários da empresa e, por volta de 23:30, começou uma discussão entre alguns presentes por uma disputa de quem ganhava mais e quem seria melhor que quem na empresa¿. Leonardo estava discutindo com o nacional de vulgoCabelinho¿ até que a discussão evoluiu para vias de fato. O irmão e o filho da vítima fatal entraram no meio da briga com o intuito de ajudar Leonardo; No meio da confusão, a testemunha não conseguiu identificar as facadas que atingiram Leonardo, seu irmão e seu filho. Após um grupo de envolvidos se evadir do local o declarante identificou Leonardo ferido perdendo muito sangue, momento em que procedeu com um pano para realizar a compressão no ferimento tentando socorrer o ferido. O irmão e o filho da vítima fatal foram atingidos também. Identificou Bento`em um vídeo gravado por populares no local fugindo com uma faca na mão. Outra testemunha presenciou a confusão entre Leonardo e Cabelinho e viu quando Bento com uma faca na mão e e outro homem correndo atrás do irmão de Leonardo. Em determinado momento, Bento retornou na direção de Leonardo. Antes de ir embora, a testemunha olhou para trás e viu quando Loonardo caiu ao chão. O o declarante não viu Bento desferir a facada, mas que ao chegar à empresa hoje, 22/03/2025, ficou sabendo ele havia matado Leonardo com um golpe de faca. O irmão de Leonardo disse que a princípio a discussão era entre a vítima fatal e Cabelinho. Leonardo e Cabelinho entraram em vias de fato e ele e o sobrinho foram ajudá-lo. No meio da confusão, Bento pegou a faca de churrasco e partiiu em direção a Leonardo mas ele não conseguiu visualizar o exato momento dos golpes que atingiram seu irmão. Disse que Bento chegou a acertá-lo com com a faca e causou ferimentos no rosto e no ombro. Contou que o grupo de agressores correu para fugir do local dizendo. “Vamos embora, vamos embora” Falou ainda que populares chamaram a ambulância mas ouviu dos socorristas que o irmão teria vindo a óbito. Segundo a Polícia Civil, a investigação apontou que o autor fugiu para o estado vizinho após o homicídio e se escondeu em um endereço ligado a sua companheira, onde foi encontrado. FONTE: TJ-RJ e Polícia Civil do RJ

Relembre como agia a milícia do Quitungo, alvo de operação hoje da Polícia Civil. Bando tinha aliança com Peixão (TCP)

O líder da milícia que agia no Q uitungo que é alvo de operação hoje da Polícia Civil do Rio de Janeiro contra lavagem de dinheiro era aliado do traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão. Esse miliciano e Peixão, inclusive, foram acusados de matar dois homens (Jhonatan Batista Vilas Boas Alves e José Mário Alves da Trindade) em 2020 que não aceitavam a aliança entre o grupo paramilitar e o Terceiro Comando Puro (TCP). Os bandidos atacaram indivíduos que estavam em uma festa, com o fim de manter o controle da cobrança ilegal de taxas e do comércio de drogas ilícitas, executando as vítimas com disparos por arma de fogo. Os criminosos ainda fizeram a destruição dos cadáveres das vítimas. Eles atearam fogo e destruíram parcialmente os cadáveres das vítimas supramencionadas no interior do veículo Toyota Etios, placa KWL 7122, cor branca, ano 2018, que foi abandonado na Rua Pedro Rufino, na altura do número 446, no bairro Cordovil A milícia do Quitungo atuou na região durante muitos anos, explorando a cobrança de taxas ilegais mediante extorsão de moradores e comerciantes locais, praticando homicídios contra as pessoas que se recusam a obedecê-los ou que integram facção criminosa rival. Alvo de hoje, Zaqueu, que era PM na época, era a liderança maior na comunidade à época dos fatos, sendo o responsável por coordenar e ordenar os atos praticados na comunidade. O então PM Beiço era o segundo da escala hierárquica, cabendo a este gerenciar e comandar os postos hierarquicamente inferiores.Goiaba era o terceiro na hierarquia. Pelo lado do tráfico, Peixáo era o responsável por coordenar e ordenar os atos praticados por seus subordinados e tinha como braço direito, o bandido vulgo Dino, que até hoje não se confirma se está morto ou não. FONTE: Tribunal de Justiça do RJ

Milícia que agiu no Quitungo movimentou mais de R$ 10 milhões. Só um taxista, R$ 1.5 milhão

A Polícia Civil busca envolvidos na lavagem de dinheiro de milicianos que atuavam na Comunidade do Quitungo, Zona Norte do Rio de Janeiro. As investigações revelaram um esquema de movimentação financeira suspeita que ultrapassa R$ 10 milhões.  Foi determinado pela Justiça o bloqueio de R$ 10 milhões nas contas dos investigados. Um taxista envolvido com a quadrilha, em apenas seis meses, movimentou R$ 1,5 milhão em suas contas, transferindo parte desses valores diretamente para o homem apontado como chefe da milícia. Essa liderança também é alvo da operação desta quarta e é investigada por diversos homicídios. Ainda há mandados contra pequenos empresários que mantiveram relações financeiras com o grupo criminoso. As investigações apontam que,. para lavar o dinheiro, os suspeitos utilizavam pequenas transferências, uso de empresas inativas e movimentação entre múltiplas contas bancárias. O Quitungo não é mais dominado pela milícia, hoje está sob controle do Comando Vermrelho. FONTE: Polícia Civil do RJ

MP denunciou 44 do CV que atuam no Sul Fluminense e pediu para prender 27

Quarenta e quatro ntegrantes da facção criminosa Comando Vermelho, que atuam na região Sul Fluminense,, foram denunciados pelo MPRJ..Foi e requerida prisão preventiva de 27 deles. Os mandados são cumpridos na manhã desta terça-feira (26/03),. Os investigados agiam em bairros como Vila Helena, Vale do Ipiranga e Caixa D’Água, todos em.Barra do Pirai, utilizando inclusive o interior de presídios como base de operações, além de aliciar adolescentes para o tráfico.  A denúncia revela que o grupo intimidava moradores e praticava violência como forma de consolidar o domínio territorial. Em um dos episódios narrados, um dos denunciados chegou a ameaçar um policial militar que atuava na região. O grupo e acusado por tráfico de drogas, associação para o tráfico, roubo, constrangimento ilegal e violação de domicílio com emprego de violência. Os mandados, expedidos estão sendo cumpridos nos municípios de Barra do Piraí, Rio de Janeiro, Itaboraí e Paraíba do Sul, além de buscas realizadas em unidades prisionais. FONTE: Ministério Público do RJ

Peixão disse que Deus deu o Complexo de Israel (TCP) na sua mão

A denúncia do Ministério Público Federal contra o tráfico de armas envolvendo o traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, o descreve como sendo o o líder do tráfico, o “dono do morro”, exercendo a liderança maior dentro da estrutura criminosa, estabelecendo os objetivos da organização e investindo de poderes os seus comandados. Peixão, segundo a denúncia, é responsável pela organização de ataques e execuções, e ainda controlando o comércio de drogas, a distribuição de armas de fogo entre os seus comandados, a realização de roubos de cargas, extorsões e lavagem de dinheiro, bem como pelas decisões do tráfico atinentes aos seus alvos, que são deliberadamente escolhidos para servirem de exemplo ao restante da comunidade, tudo com a intenção de demonstrar a dominância e poderio da organização, de modo a incutir medo na população. Peixão disse que trata o Complexo de Israel como se fosse um país que possui um exército bem aparado. Disse que Deus deu a comunidade na sua mão e por isso precisa ter tudo. Segundo o documento, a facção criminosa é responsável por grande parte dos conflitos armados ocorridos no Complexo do Israel, em especial por conta da rivalidade violenta com outra organização fluminense, o Comando Vermelho, liderado por indivíduo conhecido como “Doca” No mês de fevereiro de 2025, uma operação policial foi realizada no Complexo do Israel, no intuito de prender “Peixão”, cujo objetivo, segundo o Secretário Segurança Pública do Rio de Janeiro, Victor dos Santos, foi o de “salvar vidas” Nos cinco dias antecedentes à redação desta denúncia, membros da organização criminosa Terceiro Comando Puro entraram em conflito armado com o grupo rival, Comando Vermelho, resultando em tiroteios na Zona Norte do Rio de Janeiro. Uma conversa captada de Peixão, ele fala sobre a captura de um morador do Complexo do Israel, comunidade dominada pelo TCP, efetuada por indivíduo conhecido como “Gardenal” (cujo nome real é Carlos da Costa Neves), integrante da facção Comando Vermelho, e que teria alertado “Peixão”, por meio do morador interpelado, que em breve haveria um confronto entre membros dos grupos rivais. Nos diálogos, Everson Vieira, o Deus, que era encarregado de negocair armas para Peixão, respondeu “vamos explodir eles”, ao comentar sobre integrantes da organização rival Comando Vermelho: FONTE: Ministério Público Federal

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