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investigação

Inquérito da PF sobre tráfico de armas revelou também negociações de drogas entre Professor do Alemão (CV) e paraguaios. Bandido carioca tinha marca própria de entorpecentes

O inquérito da Polícia Federal sobre tráfico internacional de armas revelou também que o traficante Professor do Alemão também comprava drogas de paraguaios. Professor recebeu vídeos em 16/07/2021 de uma colheita de maconha e o traficante carioca solicitou que a droga venha “molhadinha”. No dia 25/07/2021, um traficante voltou a enviar vídeos de prensagens de maconha afirmando que estaria preparando o envio de duas toneladas desse entorpecente para “Professor. Também foi oferecida cocaína ao bandido do Rio “Mano é. Deixa eu te perguntar uma coisa. Você não pega óleo (cocaína) TOP em ….mano. Eu to com um amigo forte aqui mano. Tá descendo três, quatro aviões por semana mano. Tem muito óleo aqui. Ele vai colocar onde eu falar pra ele. Aí se por aí dá pra fazernegócio aí contigo mano”, ofertou o traficante ao bandido carioca. Professor respondeu que estava pagando pagando 18 mil reais no quilo. Um outro traficante sugeriu a Professor montar um laboratório de refino próprio e que já teria até o químico para fazer os processamentos. Ele disse a “Professor que” poderia ter sua própria marca de cocaína (escama), mas quedeveriam comprar uma aeronave própria para transportar os entorpecentes. Posteriromente, em outro diálogo, Professor afirmou que a marca “UFC” lhe pertence e é de sua exclusividade, mas, no entanto, “descobriu que descobriu que forneceram cocaína com sua marca para outros traficantes, Mais um traficante enviou para “Professor” duas amostras de maconha, sendo um quilo de cada qualidade. Após avaliação do traficante carioca, uma das amostras, a embalada com fita marrom é aprovada e fecharam acordo para o envio de 200 quilos ao preço de R$ 800,00 (oitocentos reais) om quilo. A investigação revelou que Professor iria receber no Aeroporto Santos Dumont, aparelhos telefônicos dotados de criptografia qual, entre outras funções promete aos seus usuários a impossibilidade de interceptação. O teor das mensagens evidencia que o uso da ataforma seria para interações voltadas para as questões cambiais da organização criminosa, sendoveiculado que os contatos inseridos nos aparelhos seriam dos supostos doleiros. Em 16/07/2021 um traficante enviou para Professor envia imagens de 20 pistolas da marca HS 9mm ao preço de U$1.150,00 (um mil, cento e cinquenta dólares). O traficante aceitou reduzir o preço da unidade da pistola para U$ 1.140,00 dólares e que entregaria as 20 pistolas para o “Alemão” no dia seguinte de “Professor” aceitasse o negócio. O bandido carioca respondeu Do mesmo traficante, Professor encomendou mais 6 pistolas e 6 fuzis mas determinou que as pistolas fossem entregues em Ciudad del Este/Paraguai e os fuzis deveriam ser entregues em Pedro Juan Caballero/PY. Professor chegava a usar como pagamento das drogas e aarmas veículos_ como um Santa Fé e um Onix. FONTE: Polícia Federal

Professor (CV) dizia que tinha um exército que podia chegar a 300 homens, 200 fuzis, era milionário e que montou centro cirúrgico em sua casa de luxo para fazer três operações

O traficante Professor do Alemão afirmava  ter um exército de200 homens com fuzis podendo atingir 300 homens, além de confirmar que é o  comandante do Comando Vermelho, que é milionário e que não teria mais a conta de quantos fuzis possui. Segundo Professor, só no Complexo do Alemão, haveria  em torno de torno de 200 fuzis.  Em uma conversa com um suposto PM, ele dizia que teria muito poder, haja vista possuir mais soldados e fuzis que qualquer outra facção, mas nem por isso seria arrogante. O traficante Abelha, outro líder do CV,  enviou a Professor uma página de relatório confeccionado pelo Ministério público do Estado do Rio de Janeiro que demonstra um diagrama com os principais integrantes. da facção Comando Vermelho atuante no Complexo da Penha/RJ (Morro do Alemão). Nesse documento, não aparece citação a Professor, mas aponta como cabeças o próprio Abelha,, Doca e Pezão.  O fato causou estranheza mas gerou deboche por parte do bandido. “aí eu não tô na sua comeia a não” “Vou viajar já que vou fica esquecido. Kkkk”. Após a conclusão da reforma da área de lazer da residência de “Professor” ele envia vídeo para “Abelha” demonstrando que, mesmo residindo em área de extrema pobreza leva uma vida de luxo. Professor, de forma improvisada,  montou um pequeno centro cirúrgico em sua residência onde, após a cooptação de médicos, foi submetido pelo menos três vezes a cirurgias, sendo duas delas estéticas para implantação de cabelos e lipoaspiração, além de outra cirurgia para retirada de um projétil alojado em sua cabeça FONTE: Polícia Federal

Pagamentos e acertos para propina, contato com oficiais superiores, aviso sobre operações, pedidos de ajuda: investigação da PF revelou relação promíscua entre o traficante Professor do Alemão (CV) e PMs

Segundo a Polícia Federal, o traficante Professor do Alemão investia uma parcela significativa de seus lucros com a venda de drogas no pagamento de subornos a policiais “arregos” com a finalidade de suprimir as ações do Estado, obtendo proteção e recebeendo informações privilegiadas por parte desses policiais, que seriam responsáveis pelos patrulhamentos de areas, como avisos com antecedência de operações políciais a serem desencadeadas, bem como informações de movimentações administrativas de policiais, inclusive com recebimento de publicações de boletins internos da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ). Escutas telefônicas feitas pela Polícia Federal revelou esquema para pagamento de propinas a PMs. Em uma delas, um traficante de vulgo Uber  que atuava na comunidade do “Engenho” revelou que os pagamentos (sintonia)estariam seguindo normalmente toda  semana, mas que alguns policiais estariam praticando algum tipo de covardia com eles.Em seguida, afirmou que iria cortar o dinheiro  deles (policiais), inclusive o dinheiro pago a um oficial conhecido como Estrela. Professor era avisado de operações policiais. Em um trecho, ele conversou com um indivíduo vulgo Lorão Galinha que lhe disse que esteve com um PM vulgo Bigode ” e teria recebido informação deiminente deflagração de operação em que policiais militares estariam escalados para dar apoio  a policiais civis em operação contra milicia“Professor” falou não acreditar nas afirmações e falou que o “Paraíba (Doca)” e “Mel” (Wilton  Carlos Rabello Quintanilha, vulgo “Abelha”) teriam contatos e acertos muito sinistros (com policiais) e estes não teriam avisado nada sobre a possibilidade de operaçãoes na localidade de sues domínios. Lorão prosseguiu afirmando que seus contatos BP e Chq confirmaram que haveria uma operação grande, mas ainda não podiam confirmar o local.Em seguida “Professor” pediu para “Lorão Galinha” aguardar novas informações, possivelmente porque iria entrar em contato com os supostos policiais cooptados pelo grupo, e em seguida, retornar com informações que a operação a ser deflagrada seria realizada pelo BOPE Doca chegou a dizer a Professor que Bigode e Capitão iriam confirmar o horário da operação e ele iria avisar ao parceiro.   Professor conversou com FZD, um suposto oficial da PMERJ, e foi informado que iriam trocar o comando local e o policial iria para Manguinhos mas o traficante o tranquilizou dizendo que iria conversar com o chefe de lá que a sintonia lá (pagamento de propina) fosse mantida.  Ao mesmo tempo, que o oficial iria conversar com o major que assumiria no Alemão para ele manter o acerto com Professor. Dias depois, o novo comandante ligou para o bandido para manter as tratativas.  Professor foi flagrado em uma escuta dizendo que estava em guerra com policiais  que estariam exercendo paralelamente a atividade de milícia nas proximidades de sua comunidade, além de demonstrar aexistência de tratativas diretas com policiais oficiais superiores da Polícia Militar do Rio  de Janeiro (Estrela Superior). “ O traficante, inclusive, intimidou um dos PMs que supostamente estava atuando como miliciano, cobrou explicações e ordenou que ele subisse o morro para conversar. O policial demonstrou medo.   ” P… irmão, eu nunca fui de sacanagem, nunca me meti em parada errada, nunca me meti em milícia nenhuma, nunca fuidisso, até porque o meu trabalho eu trabalho contra as milícias, não sei se você tá  sabendo aí onde eu trabalho, talvez você esteja sabendo. P… compadre, se eu tivesse na sacanagem, tivesse na milícia como deve chegar pra você aí”, disse o PM; Em seguida “Professor informou que as informações que estaria recebendo  divergiam das declarações prestadas pelo PM e que ele estaria recebendo informações privilegiadas do alto escalão (PMERJ) de que esse policial” estaria fazendo denúncias contra ele. Em outro áudio, Professor afirmou que o Alô (propina)  teria seguido para o “São João” recebendo resposta de que tudo ficaria mais calmo e que somente uma viatura ficaria na localidade, inclusive com agradecimentos ao fim. Em uma conversa, um contato informou a Professor que teria trocado mensagens com um policial que se comprometeu a conversar pessoalmente com uma coronel da PMERJ afirmando que teriauma reunião com ela e aproveitaria para combinar um suposto acerto. Um policial encaminhou mensagem de colegas a Professor  onderevelaram estar recebendo apenas R$ 1200,00 de propina e que nãoestariam acostumados a receber tão pouco valor e ameaçam dizendo que seria melhor entrar  na comunidade atrapalhando os negócios da venda de drogas. Eles exigiam que se “Professor”desejasse aumentar a sintonia entre eles teria que aumentar o valor da propina.Em seguida “Professor” reagiu em tom ameaçador respondendo que está na vida do  crime há muito tempo e que se não aceitasse o valor pago não receberiam nada.Os PMs também pediram ajuda a Professor. Um de alcunha Hulk pediu a  “Professor” ajudasse arecuperar um veículo roubado da marca VW, modelo Tiguan, cor branca, o qual segundo monitoramento por GPS teria sido localizado na comunidade dominada por “Professor”.O detalhe que chama a atenção consiste na informação de que o referido veículo  pertenceria a um irmão de um capitão que seria amigo do policial requisitante. Um outro policial enviou mensagens a Professor solicitando a pedido de uma coronel da PMERJ que “Professor” ajudasse na devolução de um veículo que pertenceria a um político influente, o qual estaria escondido na comunidade.  Professor recebeu de um policial o boletim interno da PMERJ que trazia a movimentação de agentes.  FONTE: Polícia Federal

Milicianos confirmaram que Tandera ‘abandonou tudo’ e que homens de Zinho fariam uma triagem para selecionar quem seria aproveitado na quadrilha, que voltaria a ser uma só. Quem não ficassse, poderia ser morto, como ocorreu com alguns

Milicianos confirmaram mesmo que Danilo Dias Lima, o Tandera, abandonou o crime. Um deles, que foi preso, disse que Tandera deu a “ultima forma” com a morte do seu irmão Delsinho e abandonou tudo. Esse miliciano disse que entrou para a milícia do Zinho logo depois e foi convocado para uma reunião mas ficou sabendo que em toda reunião do grupo, um morre, por isso abandonou tudo. Mas devido a sua experiência na milícia, foi convocado para treinar homens do falecido Tubarão e assim poder retornar para Cabuçu, em Nova Iguaçu, com sua família. E disse que Tubarão tentou um acordo com Juninho Varão, que herdou as áreas de Tandera, contra a milícia do Zinho. Uma investigação da Polícia Federal foi mais além. O falecido miliciano Nanan foi flagrado em uma conversa com GG dizendo que Tandera havia metido o pé. GG disse então que éra hora de “abraçar todo mundo. Até mesmo por material” (material refere-se ao armamento deixado pela milícia vencida).No contexto do diálogo, foi falado sobre a realização de uma “peneira”por milicianos que dominam a região da Zona Oeste, visando realizar uma espécie de triagem ou processo seletivo, através do qual apenas os milicianos (antigos rivais) aprovados seguirão na milícia que a partir de agora dominaria além dos territórios de Santa Cruz, também a Baixada Fluminense. Na triagem dos antigos rivais e de “resolver o que tem que resolver” (sic) – na madrugada do dia 06 para o dia 07 de setembro de 2022, três milicianos foram mortos. Um deles (vulgo Foca), é citado no diálogo acima “E aqui fora, o que fez contato foi o Foca né? Fiquei de receber ele hoje aí. Vou botar o Jhon Jhon pra trocar uma ideia com ele”. As mensagens trocadas entre GG e Nanan confirmaran, o que já se desconfiança, ou seja, o desmanche completo da milícia do Tandera e a intensão de aproximação e união (“bater cabeça para o irmão”- Zinho) daqueles que assumiram o grupo rival, para que a organização criminosa voltaria a ser uma só, com vasta extensão territorial. As mensagens também revelam articulação para seleção daqueles que seriam”abraçados”na nova configuração da milícia e daqueles que seriam” resolvidos “(executados). Na época, a nova configuração da milícia, com a queda de Tandera “, inclusive, foi colocada em pratica no Complexo de Gericinó (Bangu), através dos presos mais antigos e leais a milícia do Zinho. FONTE: TJ-RJ

Como se deu a ascensão do traficante Professor do Alemão (CV) no mundo do crime. Há 11 anos, ele já era figura de destaque na facção e quando foi preso pela última vez, há dez anos, disse que não queria isso para a sua vida

A ascensão do traficante Fhillip da SIlva Gregório, o Professor, no Complexo do Alemão veio em 2014 quando da morte de Diogo Wellington Costa, o Bebezão. O bandido voltou a ganhar destaque na mídia essa semana após serem divulgadas conversas dele com oficiais da UPP do Alemão sendo que em uma delas, um policial reclamou do valor da propina paga pelo criminoso. A partir daí, ele passou a ser o principal responsável pela aquisição e o transporte de armas, drogas e munições da facção criminosa Comando Vermelho. Na época, Professor tinha como base a Rua Canitá e um sítio localizado no município de Seropédica. Seu grupo tinha ramificações na cidade de Juiz de Fora, no estado de Minas Gerais. Já naqueles tempos, Professor e sua quadrilha movimentavam vultosas quantias que eram depositadas em contas pessoais ou de empresas e se destinavam ao pagamento das drogas, armas e munições apreendidas. Insta observar que, inclusive, o denunciado e seus comparsas enviavam fotografias das drogas, armas e depósitos feitos, como forma de “mostrar” a “mercadoria” ou a efetivação dos pagamentos. Foram feitas na ocasiã diversas prisões em flagrante pelo transporte de armas e drogas, bem como, se tomou conhecimento de ações policiais não vinculadas à investigação, onde foram feitas iguais apreensões. Em uma das mensagens trocadas entre o acusado e um elemento de vulgo “PH”, Professor mencionou que “possui um sítio com estrutura pica pra nois arriar aqui”, ou seja, para utilização no recebimento/armazenamento de entorpecentes, o que pôde ser comprovado com a prisão do acusado. No decorrer das interceptações foi constatado que a quadrilha, liderada pelo acusado, que já tinha um sítio em Seropédica, tinha a intenção de adquirir outra chácara nos limites entre Nova Iguaçu e Rio de Janeiro, bem como um veículo carreta para armazenamento e transporte do material entorpecente, respectivamente. Ele chegou a mencionar a existência de um veículo carreta, que só negociava na Colômbia, Bolívia e Peru. Constatou-se que o acusado efetuava transações de substâncias entorpecentes e, por diversas vezes, reclamou da perda de material entorpecente. Além de ser o chefe do tráfico, Professor coordenava a entrega e distribuição de entorpecentes, recrutava entregadores, fazia contato com fornecedores de entorpecentes e realizava transações financeiras de grande soma, havendo referencia nos autos de movimentar valores superiores a R$1.000.000,00 (um milhão de reais) em 15(quinze) dias. Um policial pôde afirmar que, em virtude das mensagens trocadas pelo acusado e chegou a movimentar entre R$800.000,00 (oitocentos mil reais) e R$900.00,00 (novecentos mil reais) por semana. Professor foi preso quando voltou ao Rio depois de ter ido ao Paraguai transportar um comparsa de vulgo Orelha. A prisão do acusado foi possível, em virtude de conversas mantidas entre o acusado e sua esposa, onde se verificou que o mesmo retornou ao Brasil em um avião de pequeno porte, indo para São Paulo e de lá viria para o Rio de Janeiro em vôo comercial. A equipe, então, conseguiu, junto às empresas de aviação, localizar o vôo em que o mesmo estaria, prendendo o acusado. Em sede policial, o acusado foi informado que estava sendo monitorado, não tendo o mesmo negado a prática do delito, afirmando que era o chefe do tráfico local e que era ligado à Facção Comando Vermelho e concordou em levar a equipe de policiais até o sítio. Professor disse que, após sair da prisão, em julho de 2013, retomou o trabalho, como motoboy, tendo em paralelo se envolvido com elementos integrantes do tráfico de entorpecentes do Complexo do Alemão, Afirmou, no entanto, qque não era o líder da quadrilha, nem tampouco se escondia no Complexo do Alemão, eis que possuía residência fixa fora do Complexo e sua função no tráfico era de “ajudador”0 Disse na época. que recebia ordens, possuindo alguns elementos sob seu comando para receber e distribuir carga de entorpecentes, bem como para efetuar depósitos referentes ao pagamento das cargas e, para preservar a segurança de seus familiares, não declarou o nome de quem recebia tais ordens. Alegou o acusado que, quando tomou conhecimento através dos policiais federais da investigação e do monitoramento existente, percebeu que não tinha ideia da dimensão de seu envolvimento com os elementos do tráfico de entorpecente, caindo em si quanto à gravidade dos fatos em que havia se envolvido, se dando conta de que não era isso que queria para sua vida, tendo por conta disso levado os policiais por livre e espontânea vontade até o sítio em Seropédica. Segundo o acusado, não negociava armas, nem andava armado, afirmando que existiam elementos que faziam segurança do local quando chegava ao Complexo do Alemão. O acusado disse que não recebia drogas, mas era o responsável em organizar a chegada das drogas de São Paulo, desconhecendo o fato de drogas enviadas a Juiz de Fora. Foi condenado a 21 anos e dois meses de prisão. . FONTE: TJ-RJ

Polícia impediu ataque a bomba em show de Lady Gaga

A policia do RJ e o.Ministério Público impediram um ataque a bomba no show da Lady Gaga ontem de noite. Os órgãos fizeram uma ação conjunta contra um grupo que disseminava discurso de ódio e preparava um plano, principalmente contra crianças, adolescentes e o público LGBTQIA+. Os envolvidos estavam recrutando participantes, inclusive adolescentes, para promover ataques integrados com uso de explosivos improvisados e coquetéis molotov. O plano era tratado como um “desafio coletivo”,  com o objetivo de obter notoriedade nas redes sociais. Um homem, líder do grupo, foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo no Rio Grande do Sul e um menor de idade foi apreendido por armazenamento de pornografia infantil no Rio. Os participanres atuavam em plataformas digitais, promovendo a radicalização de adolescentes, a disseminação de crimes de ódio, automutilação, pedofilia e conteúdos violentos como forma de pertencimento e desafio entre jovens. Ao todo, eram nove alvos nos municípios do Rio de Janeiro, Niterói, Duque de Caxias e Macaé, no Rio; Cotia, São Vicente e Vargem Grande Paulista, em São Paulo; São Sebastião do Caí, no Rio Grande do Sul; e Campo Novo do Parecis, no Mato Grosso. Como parte da ação, na tarde de ontem, agentes também foram a Macaé para cumprir um mandado de busca e apreensão contra um indivíduo que também planejava ataques. Ele ameaçava matar uma criança ao vivo, e responde por terrorismo e induzimento ao crime. FONTE: Polícia Civil.do RJ

Mulher tem prisão temporária decretada suspeita de mandar traficantes matarem o marido em Itaboraí

A Justiça decretou ontem a prisão temporária de uma mulher suspeita de mandar traficantes matarem o marido em Itaboraí.  O Inquérito Policial nº 951-00072/2025 foi instaurado para apurar o homicídio de Marcos Aurélio Batista Santos, ocorrido na madrugada do dia 14/02/2025, na Rodovia RJ 114, bairro Itapacorá,. Segundo consta dos autos, especialmente nos depoimentos de testemunhas, a vítima teria sido espancada e morta por indivíduos ligados ao tráfico local, a mando do enteado, sua esposa e a mulher de Marcos. O crime teria sido motivado c por uma suposta investida amorosa de Marcos em sua nora o que gerou desentendimento familiar. Em decorrência disso, os três investigados teriam solicitado o auxílio de traficantes da região para executar o delito. A vítima foi espancada, levada para local incerto e teve o corpo encontrado na manhã seguinte, em via pública. Entretanto, as testemunhas que apontaram os mandantes não presenciaram os fatos, tendo relatado apenas o que ouviram de terceiros, em especial de uma pessoa, ainda não ouvida. Uma das testemunhas disse que os três traficantes envolvidos na execução do crime, passaram a circular armados nas proximidades de sua residência com o claro intuito de intimidação. FONTE: TJ-RJ

PMs recebiam propina do tráfico em Angra

Procedimento investigatório .presidido pelo Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado – GAECO em auxílio à 2a Promotoria de Justiça junto à Auditoria de Justiça Militar (pág. 25 do i. 001 do PIC), foi instaurado para apurar crimes de corrupção, praticados por policiais militares do Batalhão de Angra dos Reis ao deixarem, deliberadamente, de atuar no combate ao tráfico de drogas local, mediante o recebimento de propinas. A notícia de fato criminal surgiu do depoimento prestado por um ex-PM , vulgo Veltinho, por ocasião de sua prisão em flagrante pelo crime de tráfico de drogas, que resultou no APF n. 166- 00796/2022 e na ação penal de autos n. 0003001-18.2022.8.19.0066. Preso em flagrante na data de 2.3.2022, ele relatou que fazia a entrega da propina do tráfico a policiais militares, para que não atuassem contra o tráfico de drogas, prática conhecida como “arrego”. Entre às 19:21 do dia 15 de fevereiro de 2022 até às 22:20 do dia 16 de fevereiro de 2022 , em Angra dos Reis, neste estado, um PM exigiu propina de Veltinho (o documento que tivemos acesso não fala o valor) Mesma coisa aconteceu entre às 12:18 do dia 18 de fevereiro de 2022 e às 21:08 do dia 18 de fevereiro de 2022 e entre às 22:22 do dia 28 de fevereiro de 2022 e às 22:28 do dia 28 de fevereiro de 2022 , O contato foi feito via celular. O PM citado responde a processo na Auditoria da Justiça Militar. FONTE: TJ-RJ

Saiba quem são os traficantes que fazem parte da quadrilha de Professor do Alemão (CV)

investigação revela todos os traficantes que fazem parte da quadrilha de Professor do Alemão, bandido flagrado conversando com oficiais da PM da UPP, e que comanda o Morro da Fazendinha. A quadrilha conta com um grupo de narcoguerrilheiros, estruturados em diversospostos, desde olheiros, a vapores (que fazem escoar as drogas), a gerentes e seguranÁas, respons·veis pela defesa do territÛrio, expansão ·rea de domÌnio, proteção dos lÌderes e ataque às forças de segurança. Professor segue as ordens de Marcinho VP e Pezão. Seu fornecedor de drogas é Paulista. Seu gerente-geral é 2D ou Macaco Louco. Seus gerentes são Pim-PIm, Rick e Torá. Seus soldados são É o Bixo, Humberto, BN, Dim, Róbson, Gordola, Paulo Henrique e Carlos Roberto Outros bandidos citados pelos PMs se chamam Lucas, Alex, Jobson, Thiago, Felipe, Fernando, Michel, Patrick (filho de Pezão), Pablo, Vítor, reconhecidos por fotos em rede social alguns deles portando fuzis. De acordo com a investigação, haveria cobranÁa de taxas ilegais aos moradores da comunidade Há relatos de que três rapazes teriam ido à Fazendinha resgatar um veículo e acabaram mortos e tiveram os corpos esquartejados. A investigação iniciou-se apÛs a equipe de busca eletrônica da Polícia Civil receberpelas redes sociais imagens e vÌdeos de torturas praticadas por traficantes daquela localidade contra jovens que teriam praticado recentemente roubos e furtos na orla carioca, bem como o ato de violÍncia praticado contra uma jovem. A comunidade da Fazendinha era altamente conflagrada, em razão dos diversosprocedimentos policiais existentes envolvendo troca de tiros entre policiais e traficantes da localidade, bem omo noticiando outros ataques à base da UPP que lá existe, onde, inclusive, os agentes de segurança que lá estavam, acabaram feridos ou mortos. FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site jurídico Jusbrasil

Polícia pediu prisão de suspeito de matar idosa em Belford Roxo mas Justiça apresentou vários motivos para negar

A polícia pediu a prisão temporária de um suspeito de ter matado uma idosa de 69 anos (Judith Maria da SIlva) que foi assassinada em 23 de abril em Belford Roxo. quando ia para o trabalho em Belford Roxo mas a solicitação foi negada. A Justiça e o Ministério Público destacam que não restou claro, nos autos, o momento exato em que se teve conhecimento da identificação do suspeit.A testemunha teria afirmado ter reconhecido o suspeito, ora representado, por meio de mosaico apresentado nas dependências da Delegacia de Polícia. Contudo, observa-se que não foram acostados aos autos o respectivo auto de reconhecimento devidamente assinado, tampouco o termo de declaração formalizado pela testemunha. Verifica-se, ainda, que foram realizadas apreensões de armas de fogo e munições, no entanto, não há nos autos qualquer relato que indique o local exato onde tais objetos foram localizados, nem a forma pela qual se concluiu que esses materiais teriam sido utilizados pelo suspeito na prática do delito. Ademais, conforme informado pela autoridade policial, foram apreendidas imagens captadas por câmeras de segurança nas imediações do local do fato, as quais, até o presente momento, não foram submetidas à devida análise pericial. Por fim, foi apreendida uma motocicleta, a qual, até então, não se encontra identificada como sendo de propriedade do suspeito. verifica-se a existência de diligências imprescindíveis à consolidação dos indícios de autoria, as quais ainda não foram concluídas. Dentre tais diligências, destacam-se: 1. A juntada aos autos do respectivo laudo de exame de necropsia, essencial para a comprovação da materialidade delitiva; 2. A inclusão dos termos de declaração das testemunhas, devidamente assinados e em sua integralidade; 3. A apresentação do auto de reconhecimento formal, também assinado, conforme alegado na representação. As imagens mencionadas não se encontram acostadas aos presentes autos, assim como não constam o termo de declaração e o auto de reconhecimento formal da testemunha que teria identificado o representado. Diante disso, revela-se dificultosa a compreensão acerca dos meios e fundamentos utilizados pela autoridade policial para chegar à identificação do representado como suposto autor do fato. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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