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investigação

Duas pessoas foram mortas e uma ferida na Avenida Brasil

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga a morte de duas pessoas, ainda não identificadas, ocorridas na Avenida Brasil na Zona Oeste do Rio durante a última madrugada. Na ação criminosa, uma terceira vítima ficou ferida. A perícia foi realizada no local e diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas, na madrugada desta segunda-feira (23/06), policiais militares foram acionados para verificar a ocorrência de um veículo atingido por disparos de arma de fogo, com três ocupantes. No local, duas vítimas foram encontradas em óbito e uma foi conduzida ao hospital. A perícia foi acionada e o caso está sob investigação da Delegacia de Homicídios da Capital. FONTE: PMERJ e PCERJ

Preso o maior ladrão de bancos do RJ

A polícia prendeu hoje no Complexo do. Lins o maior ladrão de bancos do estado do Rio e Janeiiro iEle é o líder da quadrilha, criminoso de alta periculosidade que acumula 19 anotações, incluindo roubo, furto, roubo de veículos e tentativa de homicídio. Investigado desde a menoridade, ele se tornou uma das mais recorrentes figuras do roubo a banco do Rio de Janeiro, sendo atualmente considerado um dos mais ativos e perigosos nesse tipo de delito. Desde setembro de 2024, o homem foi identificado como autor de pelo menos quatro roubos a instituições bancárias. Em todos os casos, agiu com extrema violência e grave ameaça, utilizando arma de fogo. Ele, inclusive, subtraiu armamentos pertencentes aos vigilantes das agências bancárias. Segundo apurado, o criminoso utiliza o Complexo do Lins, área explorada por facção criminosa, como reduto estratégico e base para articulação logística e ocultação do núcleo criminoso. A investigação conduzida pela DRF permitiu o mapeamento da hierarquia do grupo, a identificação dos operadores logísticos e os vínculos com o tráfico local. FONTE; Polícia Civil do RJ

Identificadas vítimas da chacina em Silva Jardim (RJ)

Foram identificadas as quatro vítimas de uma chacina que aconteceu na madrugada da última quinta feira (19/06) no bairro Cidade Nova em Silva Jardim na baixada litorânea do Rio. Kauã Patrick Cabral da Silva, Iury Gabriel Ferreira, Angelo Cesar Pany de Oliveira, e Ariana Cruz Reis, todas as vítimas foram mortas a tiros Os policiais civis da 120a DP estão investigando os casos, e pedem informações à população para chegar aos autores da chacina Todos os corpos foram removidos pra o IML de São Gonçalo, posteriormente liberados para sepultamentos FONTE: RO em Foco (Facebook)

Soldado morreu baleado por colega em quartel do Exército no Rio

O soldado do Exército Raphael Pereira, de 19 anos, morreu em um quartel no Rio na última terça-feira (17), Ele foi baleado por outro militar. Ainda não foi confirmado se o disparo foi intencional ou acidental.. Raphael estava terminando o turno, no 11º Batalhão de Polícia do Exército, em Deodoro, na Zona Oeste do Rio. Ele foi levar o lixo para o lado de fora da unidade e, quando estava voltando, foi atingido por um militar que estava fazendo a guarda do local. O autor foi preso em flagrante e está sendo investigado. O Comando Militar do Leste abriu um procedimento administrativo para investigar a morte e que o jovem chegou a ser levado para o Hospital Geral do Rio de Janeiro, na mesma região, mas não resistiu aos ferimentos. FONTE: Comando Militar do Leste

Rapaz foi sequestrado e teria sido morto por traficantes do Complexo do Alemão (CV) por ser considerado X9. Com medo, família se mudou da favela e só registrou caso na polícia um ano depois. Corpo nunca apareceu

No dia 18 de agosto de 2023, Anderson Almeida Costa, estava assistindo ao jogo do Flamengo num bar na Rua Canitá, em frente a numérica 546, Inhaúma, interior do Complexo do Alemão. Por volta das 22h40m do mesmo dia, ele foi sequestrado por bandios. Na ação havia o veículo Corolla com quatro ocupantes e mais seis motocicletas com dois ocupantes cada, todos fortemente armados; Os traficantes mandaram todos que estavam no local ficarem quietos e disseram ainda: “ninguém viu nada, ninguém sabe de nada e ninguém fala nada”. Falaram ainda para não comparecerem na polícia para não sofrerem as consequencias. Anderson foi obrigado a entrar num veículo Corolla que se dirigindo para o interior da comunidade para desenrolar uma situação. Todos seguiram para a Grota. Um dos bandidos que teriam participado da ação é o vulgo Caoco. Era ele quem dava as ordens para os outros traficantes. Outros criminosos envolvidos eram Mamo e Filipinho O pai de Anderson questionou Caoco sobre o motivo de levarem seu filho e o bandido mandou ele ficar tranquilo. Ele disse que se Anderson estivesse devendo não iria ficar de “bobeira” fazendo churrasco na entrada da favela; O pai disse ao criminoso que estavam fazendo covardia com seu filho mas Caoco não deu ouvidos, virou de costas e foi embora. Filipinho ainda falou para ele para não se meter, pois não tem nada haver contigo não; Desde então, o pai não teve mais notícias do filho. No dia seguinte do desaparecimento, a família conseguiu acessar a conta do interior da comunidade, e todos disseram que Anderson foi morto e teve seu corpo ocultado pelo tribunal do tráfico de drogas por ser considerado como “X9”; Diante de tal situação, com medo de ser morto mudou-se da Rua Canitá n° 546, alguns dias após o desaparecimento de Anderson, o pai se mudou do local e não frequentou mais a localidade com medo dos traficantes que lá se encontram; Comentou-se que Caoco era matador da localidade sendo autor do homicídio do Michel do Depósito do Rock, Davi do Ferro velho, Manelzinho da internet da Relicário entre outros; O líder do tráfico local é o traficante Pezão. E que nenhuma morte que acontece no interior da comunidade acontece sem anuência dele. A família só registrou o fato um ano após o ocorrido, em 23/07/2024, pois tanto o comunicante como seus familiares residiam na favela e tinham medo de represálias. Após deixar a comunidade, o pai e seu outro filho se sentiram confortáveis o suficiente para relatar o acontecido. FONTE: Polícia Civil do RJ

Polícia investiga se alvo de atiradores no Terreirão era homem que foi baleado e havia sido preso por tráfico no ano passado

A polícia investiga se o alvo dos autores de um ataque que deixou um morto e quatro feridos no Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes, na noite da última terça-feira, seria um homem chamado Yago, que foi um dos baleados que sobreviveu. Ele havia sido preso em agosto do ano passado na mesma comunidade 1550g de maconha, distribuídos em 253 tabletes envoltos em filme plástico incolor; 700gde pó branco,distribuídos no interior de 510 pequenos sacos plásticos fechados por grampo metálico, reconhecido como Cocaína (pó); 220g de pedras amarelecidas, distribuídas no interior de 441 sacos plásticos fechados por grampo metálico, Yago ainda tinha uma pistola CZ 9mm, com a numeração raspada, e 12 (doze) munições intactas, além de outros dois carregadores vazios, tudo de uso restrito. No dia dos fatos, policiais militares estavam em patrulhamento no “Beco do Borracheiro”, local conhecido como ponto de venda de drogas, quando avistaram o denunciado sentado na porta de uma residência, o qual, ao perceber a presença dos policiais, tentou ocultar a sacola que estava em suas mãos. Ato contínuo, os policiais realizaram a abordagem do denunciado, logrando êxito em arrecadas, dentro da sacola as drogas, armas, e R$ 100,00 em espécie. Ao ser questionado a respeito das drogas, o denunciado afirmou que exercia a função de “vapor”, asseverando que havia mais drogas na residência ao lado. Em seguida, o denunciado levou os policiais no interior do imóvel, onde foi encontrado, embaixo de uma cama, a pistola municiada, além de outros dois carregadores, um rádio transmissor e um carregador de rádio. A quantidade e a forma de acondicionamento do entorpecente apreendido, bem como as circunstâncias da prisão do denunciado, deixam claro que a droga se destinava ao tráfico. FONTE: Polícia Civil do RJ e MPRJ

Cuidadora de idosos ofereceu R$ 1.500 para mulher indicar alguém para matar o filho da patroa e prometeu dar apartamento a ela caso tivesse êxito

Leia agora como a cuidadora de idosos Flávia Silva Teixeira planejou a morte do filho de sua patroa. Segundo os autos, ela contratou uma pessoa para ficar no lugar dela sob alegação de que teria que fazer uma cirurgia bariátrica. Essa mulher que ficou no lugar de Flávia disse que ela lhe perguntou se não tinha ninguém para indicar para matar o filho da patroa. Flávia falou que queria ficar com os bens da idosa e o filho dela era o único herdeiro. A profissional disse que Flávia lhe falou que, quando tivesse êxito, iria lhe dar um apartamento em Belford Roxo. Flávia chegou a oferecer para a mulher R$ 1500 para ela achar alguém capaz de matar o filho da patroa. A suspeita diziia para a patroa que o filho era drogado, viciado para ela não ter contato com ele. Flávia chegou a dizer para a mulher que já havia encontrado alguém para matar o filho da patroa e pediu a ela que mandasse uma foto da roupa que ele estaria usando, e uma foto do rosto dele. Falou ainda que a execução não ocorreria no local da abordagem, mas que ele será levado a lugar ignorado”. O filho da idosa disse ter ouvido da irmã de Flávia que ela planejava matá-lo e por isso tinha medo de ir vistar a mãe. FONTE: TJ-RJ

Preso por morte de PM em Guapimirim disse ter emprestado carro usado no crime para um amigo de infância que confessou a ele que matou PM e o ajudou a se desfazer de vestígios. Ele mentiu no primeiro depoimento acusando traficantes do Corte 8 (CV) de terem lhe obrigado a entregar o veículo

Veja agora como foi a investigação que levou a polícia a prender Daniel Ferreira Bernardo, apontado como suspeito de envolvimento na morte do PM Uilliam de Oliveira, morto no dia 11 em Guapimirim, na Baixada Fluminense. Segundo a apuração, há ortes indícios de que o veículo utilizado pelos autores do homicídio era de propriedade de Daniel, conforme se depreende dos proprietários anteriores do veículo Gol prata, sobretudo o depoimento de uma testemunha que a este vendeu o carro; Daniel, por sua vez, o representado compareceu em Juízo, e confirmou a propriedade do veículo e, na presença de seu advogado. Inicialmente, ele prestou um depoimento contando uma versão de que teria sido obrigado a dar seu veículo a traficantes da localidade onde mora (Ele fez menção a diversos nomes, dentre outros, o de “Zero Doia”, como um dos elementos que levaram seu carro: “…. Segundo ele, ao sair de casa, foi abordado por três indivíduos armados no interior da comunidade Corte 8. Os suspeitos ocupavam duas motocicletas. Pelo menos dois indivíduos, estavam portando armas longas estilo fuzil. Disse que havia um homem com um casaco grande na cor preta. Ele seria Nathan, irmão do traficante Bochecha Rosa, chefe do tráfico no Corte 8 e apontado como Zero Dois. Ao ser abordado, um dos bandidos disse. “Quero o carro, quero o seu carro. Daniel teria dito. “Não dá, estou saindo”. O criminoso insistiu. “Não quero saber, quero o carro”. Em razão da imposição dos traficantes, o declarante alega que entregou a chave do veículo. Depois de entregar a chave, apenas um indivíduo entrou no seu veículo e levou o carro”. No entanto, logo em seguida, ao ser confrontado pela informação de que o referido indivíduo “Zero 2” estava preso e que, portanto, não poderia ter participado da empreitada criminosa, o representado se retratou e apresentou versão completamente diferente, valendo transcrever seu depoimento: “ No primeiro termo, a equipe de policiais verificou que uma das pessoas reconhecidas pelo declarante era Nathan, vulgo Zero Dois, mas que se encontrava preso e, portanto, não poderia ter participado da empreitada criminosa, indagou novamente Daniel, na presença de seu patrono, por que mentiu deliberadamente à polícia; Daniel, após rever o que foi dito e conversar melhor com o seu advogado, decidiu retificar parcialmente o seu termo de declaração. Disse que apontou falsamente pessoas que não estão ligadas ao presente crime. Afirmou que, após analisar o mosaico de fotos, apontou, com o objetivo de ludibriar a Polícia e, sobretudo, com medo da consequência imposta pelos traficantes da região onde reside, Daniel afirmou que não conhece essas pessoas elencadas pela polícia. pós repensar os seus atos, decidiu por colaborar com a Políci. Disse que emprestou o seu veículo VW/Gol, de cor prata no qual foi utilizado no crime de homicídio para um amigo de infância vulgo DV. Ele tem a função de roubador (vulgarmente conhecido como 157) e segurança dentro da organização criminosa; No dia 11/06/2025, quando chegou em casa por volta de 00:40, o seu amigo DV” encontrou com o declarante e pediu o veículo emprestado, alegando que pegaria algumas roupas na casa do pai; Disse acreditar que o pai de DV mora fora da comunidade. Daniel perguntou se DV iria buscar as roupas “limpo”, referindo-se a situação em que o amigo buscaria as roupas desarmado ou sem flagrante até o local para não trazer problemas para o declarante. DV afirmou que não estaria armado ou com qualquer objeto ilícito e que o declarante não tinha o que se preocupar; Diante disso, Daniel decidiu emprestar o veículo.Depois que o suspeito pegou o carro, Daniel viu vários homens com armamento “pesado. Ele nunca tinha visto aqueles homens na região e acredita que possam ser de outra área. Não tem certeza, mas acredita que possam ser traficantes oriundos da Penha; Na manhã do mesmo dia (11/06/2025), DV mandou um menor de idade chamar o declarante em sua residência. Daniel se dirigiu até a boca de fumo e, ao chegar lá, encontrou DV, que falou que tinha utilizado o veículo no homicídio de um Policial Militar; O veículo estava furado por disparo de arma de fogo. DV pediu para o declarante arrancar o som automotivo do veículo, porque ia “tacar” fogo no veículo. DV deu a localização do veículo. O carro estava localizado na R. Vassouras, na comunidade do Corte 8, próximo a um ferro-velho, mais precisamente num “morrinho” depois do ferro-velho; Daniel foi até o local para retirar o som automotivo. Após tirar o som, DV levou o veículo para queimá-lo com o intuito de ocultar o crime cometido.Daniel disse acreditar que DV levou o veículo até o bairro São Bento para fazer isso. O bairro é uma área com a atuação da milícia.Antes de comparecer a esta especializada, Daniel confirma que apagou todas as conversas do celular e tudo que poderia comprometê-lo. Ele disse que possui muito receio do que acontecer com ele, visto que os traficantes da região são crueis; Disse que mentiu no primeiro termo por conta do medo do que pode acontecer com ele; O declarante afirmou não ser o motorista do veículo utilizado no crime. Com o fito de colaborar com as investigações, decidiu permitir acesso amplo ao seu celular, autorizando expressamente, perante o seu advogado, que o aparelho seja periciado pelo ICCE/RJ, inclusive fornecendo a senha do aparelho telefônico para facilitar na perícia.. Neste contexto, o representado, por fim, confessa ter emprestado seu veículo (e não ter sido forçado como alegou inicialmente) que foi utilizado na prática do homicídio da vítima policial militar a um amigo de infância chamado DV, mesmo sabendo que este fazia parte de uma organização criminosa e que após ficar sabendo do cometimento do homicídio, ainda assim, adotou conduta para se desfazer dos vestígios do crime, auxiliando o referido elemento de nome DV. Assim, restou nítida a participação do representado na empreitada criminosa que culminou com o homicídio do policial militar, fornecendo auxílio material e, posteriormente, praticando atos para sumir com os vestígios do crime, para que o veículo

Polícia prendeu um dos envolvidos no homicídio de PM em Guapimirim

A polícia prendeu um dos envolvidos no covarde assassinato do policial militar Uillian de Oliveira, executado com diversos disparos no momento em que chegava em casa, no bairro Vila Olímpia, em Guapimirim, Baixada Fluminense. Os investigadores conseguiram identificar o dono de um dos carros usados no crime, que passou a figurar como elemento central. De acordo com o apurado pela DHBF, o policial militar foi assassinado com diversos disparos de arma de fogo, logo após sair do serviço, ainda fardado. A investigação apontou que o crime foi cometido por traficantes vinculados à facção criminosa Comando Vermelho, como ato de retaliação à atuação policial na região. A partir de imagens de câmera de segurança, os agentes da DHBF identificaram os dois veículos usados no crime e, nesta quarta, o proprietário de um dos carros foi preso. A investigação apontou que ele empregou seu automóvel de forma deliberada, sabendo que seria utilizado no crime. Há fortes indícios de que sua participação não se limitou a uma colaboração passiva, mas que atuou de maneira consciente e alinhada aos interesses dos executores. Segundo os agentes, após o homicídio, o criminoso ainda contribuiu para a destruição de vestígios, tendo removido equipamentos do carro pouco antes de sua suposta incineração. Relatórios de inteligência e registros visuais captados por câmeras confirmam a circulação do veículo entre Duque de Caxias e Guapimirim, reforçando os laços do investigado com a logística do crime. A investigação segue e a Polícia Civil conta com a ajuda da população na identificação dos autores. Qualquer informação poderá ser repassada ao pelo telefone (21) 99805-4394, da DHBF. O sigilo é garantido. FONTE: Polícia Civl do RJ

Saiba o modus operandi de uma quadrilha de SP especializada em furtos de residências de luxo na Zona Sul do Rio que tinha o apoio de traficantes do TCP do São Carlos

Investigação revelou a existência de ntegrantes de uma organização criminosa de São Paulo, com apoio do tráfico de drogas do “Terceiro Comando Puro” do Morro do São Carlos, que praticavam furtos em residências de luxo na Zona Sul do Rio. O modus operandi é o seguinte. Um dos integrantes é responsável pelo levantamento dos apartamentos por meio da “internet”, especialmente por sites privados clandestinos (“darkweb”) e redes sociais; por outro lado, outro membro é encarregado pela condução do veículo automotor e por aguardar o retorno dos demais integrantes ao veículo para efetuar fuga; em seguida. Um terceiro participante ficava incumbido de atuar como “vigia”, constatando a aproximação de pessoas ao imóvel em que ocorre o furto.Por outro lado, verificou-se que outra parte da organização criminosa – geralmente composta por um casal – é responsável por ingressar no prédio e arrombar determinado apartamento vazio, evadindo-se posteriormente com a auxílio dos demais comparsas que estão no entorno do prédio. Apurou-se que os integrantes da quadrilha, por meio de banco de dados pagos, conseguem informações privilegiadas dos moradores – pretensas vítimas – por endereços ou placas de veículo. Posteriormente, já no prédio, a dupla – normalmente um casal – se identifica como parente dos moradores ou obtém autorização de entrada pelo porteiro do prédio. Verificou-se, ainda, que em determinadas oportunidades os membros da organização adentram ao prédio juntamente com outros moradores, a fim de afastar eventuais suspeitas. Com o ingresso no edifício, um dos membros da ORCRIM efetua uma ligação ao apartamento que pretendem furtar, com a finalidade de identificar a eventual presença de pessoas no interior do apartamento, o que poderia frustrar o ingresso e subtração de bens no imóvel. Uma vez confirmado que o imóvel está vazio, a dupla adentra no imóvel mediante rompimento de obstáculo, e subtrai bens e valores não rastreáveis (como dinheiro, relógios e joias) e, quando logram êxito, retornam à São Paulo com a res furtiva. Após a subtração, os criminosos retornam ao veículo, dividindo-se em dois grupos: parte retorna no veículo que os aguardava e que é conduzido por um dos membros e outra parte retorna via “Blablacar”, geralmente partindo da Rodoviária Novo Rio. Constatou-se, ainda, que o destino de retorno da organização criminosa alternava entre São Paulo e a comunidade São Carlos, local em que efetuavam a divisão dos lucros auferidos com as práticas criminosas. Por intermédio da análise de imagens de câmeras de segurança e demais procedimentos investigatórios de outros Estados foi possível identificar placas de veículos utilizados pela organização criminosa. Durante as investigações, a Polícia Civil identificou o automóvel Renault Logan, cor prata, placa QQF3D97, utilizado em crimes praticados no Rio Grande do Sul, especialmente no dia 21/03/2025. Nessa oportunidade, o grupo criminoso subtraiu aproximadamente $ 200.000,00 (duzentos mil reais) de uma vítima. A partir da referida informação, acionou-se alerta para monitoramento do veículo, sendo certo que foram constatadas passagens do veículo na Zona Sul do Rio de Janeiro, onze dias após o furto ocorrido no Estado do Rio Grande do Sul. Em seguida, os diligentes policiais identificaram que os integrantes da malta tentaram ingressar no condomínio localizado na Rua Miguel Lemos, nº 63, no bairro Copacabana, no dia 03/04/2025. Em razão disso, efetuaram buscas pelas imagens de câmeras de segurança da região, e confirmaram o trânsito pelos criminosos nas circunscrições, nesta data. A partir desta análise de imagens, a polícia identificou o veículo QQF3D97 e, entre os envolvidos, um homem chamado Nathan, já conhecido pelos investigadores da 14ª DP em razão de sua participação em outros crimes de natureza patrimonial, com idêntico modus operandi. Ainda em sede policial, apurou-se no registro de ocorrência nº 014-475/2024, referente a fato delituoso ocorrido em 11/01/2025, entre às 15h03min e 17h27min, na Avenida Epitácio Pessoa, n. 1612, 5º andar, bairro Ipanema, que Nathan – trajando camisa verde clara, bermuda bege e sapato escuro – após autorização do porteiro, ingressou no apartamento da vítima e subtraiu aproximadamente 20.000,00 euros, 20.000,00 dólares e R$ 20.000,00, além joias e relógios de valor. Naquela oportunidade, a vítima esclareceu que o ingresso no apartamento ocorreu por arrombamento da porta de entrada e que o criminoso foi filmado pelo circuito interno de monitoramento do condomínio. Em sentido semelhante, apurou-se a existência de imagens identificando Natha no registro de ocorrência nº 014-08587/2024 (fls. 114/117), envolvendo o furto de aproximadamente R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais). Às imagens captaram Nathan nas imediações do prédio trajando camisa branca, bermuda bege e sapato branco No mesmo contexto, em delito ocorrido no dia 15/03/2025, apurou-se a prática de crime semelhante no registro de ocorrência 014-03236/2025 que Nathan foi flagrado pelas câmeras no dia dois dias após (17/03/2025), na companhia do autor do autor do delito tentando praticar outros furtos. Nesse contexto, verificou-se no dia 17/03/2025, ocorreram diversas tentativas infrutíferas de práticas de furto pela organização criminosa, eis que o comparsa de Nathan foi reconhecido naquela oportunidade. Por fim, extraíram-se imagens de Nathan, Ryan e de uma adolescente no dia 03 de abril de 2025, em tentativas de furto a residências no bairro Copacabana, nas proximidades da Rua Miguel Lemos, nº 63 ( Destarte, após a sequência dos furtos narrados – com a identificação de autoria e de veículo utilizado pela malta – os suspeitos foram presos em flagrante, no interior do veículo Renault Logan, cor prata, placa QQF3D97 – que fora utilizado 11 dias antes para um furto em residência no estado do Rio Grande do Sul -, portando duas chavesde fenda. No dia da prisão, PMs do Projeto Lagoa Presente estavam em patrulhamento na Avenida Borges de Medeiros, próximo ao Parque dos Patins, na entrada do posto “BR”, quando avistaram um veículo Renault Logan, cor prata, placa QQF3D97, com cinco indivíduos em seu interior. Após a abordagem ao veículo, os policiais apreenderam no interior do automóvel duas chaves de fenda grandes e cinco aparelhos celulares. Em sede policial, esclareceu-se que policiais da 14ª Delegacia de Polícia receberam informações quanto à movimentação do referido veículo do bairro Laranjeiras em direção ao bairro Leblon. Em apuração pelo

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