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investigação

Assassinos do ator Jeff Machado vão a júri popular. RELEMBRE DETALHES DO CRIME

Bruno de Souza Rodrigues e Jeander Vinicius da Silva Braga vão a júri popular pelo homicídio do ator Jeff Machado em 2023.Veja detalhes do crime A partir de 11 de outubro de 2019, nesta cidade, Bruno obteve, para si, vantagem ilícita de R$ 12.000,00 em prejuízo da mãe de Jeff ocasião em que prometeu falsamente a vítima, a compra de vaga de ator numa novela da emissora de televisão Rede Globo, recebendo o valor, sob o pretexto de repassá-lo a um suposto produtor. Convicto que Bruno conseguiria fazê-lo ser contratado para atuar na novela da emissora, Jeff pediu à sua mãe que realizasse o depósito na conta bancária informada por Bruno, o que foi concretizado, em 11 de outubro de 2019, através de depósito em dinheiro. O dinheiro nunca foi restituído, tampouco houve a contratação de Jeff pelaemissora Rede Globo, por se tratar mera isca criada por Bruno para obter vantagens financeiras ilícitas da vítima. A partir do êxito no primeiro golpe, Bruno, então, passou a manter Jeff em erro, passando-se por , suposto produtor/diretor criado por ele, com o fim de alimentar a expectativa da vítima de ser contratada para atuar em novela da emissora, oportunidade em que Jeff realizou outros depósitos, entre 11 de outubro de 2019 e 12 de janeiro de 2023, totalizando R$ 23.322,00. Com as cobranças por parte de Jeff, Bruno decidiu matá-lo, para ocultar a fraude e, assim, preservar a sua imagem no meio profissional, artístico e social em que vivia. Em 23 de janeiro de 2023, entre 15h30min e 20h, na residência de Jeff localizada na Estrada Roberto Burle Marx, e, Barra de Guaratiba, Bruno e Jeander estrangulou o pescoço de Jeffcom um cabo de aparelho de telefonia celular, matando-o: O crime foi premeditado por Bruno, desde 1o de dezembro de 2022,quando contatou a proprietária da kitnet para onde levaria o corpo da vítima, passando-se por Jeff, alugando o imóvel no dia 12 e, em seguida, contratando Jeander pararealização de obras no local, elevando o muro da kitnet em cerca de 1 metro e instalando um portão fechado. No dia do crime, acreditando na história contada por Bruno, Jeff o buscou depois Jeander dirigindo-se todos à sua residência, para fornecer documentos a Bruno para a pretensa assinatura do contrato com a emissora de TV e para gravar um filme erótico com Jeander. Na residência da vítima, Bruno ministrou certa substância entorpecente na bebida de Jeff deixando-o letárgico, quando todos, inclusive Jeander subiram ao quarto da casa, onde deram início à relação sexual, enquanto conversavam sobre os documentos pessoais de Jeff para sua suposta contratação. Em meio ao ato sexual, quando a vítima se encontrava de costas, Bruno pegou um cabo telefônico e estrangulou o pescoço de Jeff provocando a sua morte. Jeander concorreu para a prática do crime, atuando no ato sexual e trocando carícias com a vítima, com o fim de distrai-la para que Bruno pudesse atacá-la. Prosseguindo no plano criminoso, por volta das 21h do dia 23 de janeiro de 2023, o denunciados ocultaram o cadáver de Jeff, colocando-o em um baú pertencente à vítima e oenterrando na parte da frente da kitnet, alugada por Bruno, ocalizada na RuaItueira, no 10, Campo Grande, nesta cidade, onde permaneceu até ser descoberto, em 22 de maio de2023, por policiais civis: Depois de matarem Jeff, os denunciados amarraram suas mãos e pés, acondicionando o seu corpo num baú, colocando-o no porta-malas do automóvel da vítima e dirigindo-se para o imóvel onde o cadáver foi enterrado numa “cova improvisada”, cavada por Jeander, de cerca de 2m de profundidade, cobrindo com terra. No dia seguinte, Bruno comprou materiais para concretagem e contratou um pedreiro especialista em contrapiso que concretou a superfície de terra, onde a vítima fora enterrada. Após matar a vítima e ocultar seu corpo, Bruno deu seguimento ao seu plano criminoso, passando, agora, à prática dos crimes patrimoniais contra o espólio de Jeff roubando seus pertences e fazendo saques em suas contas bancárias.

Milícia de Rio das Pedras tinha fuzis abastecidos com peças importadas dos EUA

Na manhã de hoje, a Polícia Federal deflagrou uma operação para apurar a prática de importação ilegal de peças de fuzil, voltada para o abastecimento da milícia atuante no bairro de Rio das Pedras, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Na ação de hoje, policiais federais cumpriram dois mandados de busca e apreensão em endereços localizados no bairro supracitado. Também seria cumprido um mandado de prisão preventiva contra o principal investigado, mas ele não foi encontrado no local e segue foragido da Justiça. Durante as buscas, os policiais encontraram equipamentos, maquinários, acessórios e insumos utilizados na fabricação e montagem de armas e munições. De acordo com as apurações, o investigado importava ilegalmente o material oriundo de Miami, nos Estados Unidos, para ser utilizado na montagem e manutenção de armamentos de alta potência, que seriam utilizados pelo crime organizado instalado em Rio das Pedras para reforçar o domínio da região, além de defender o território contra forças policiais e facções rivais. A deflagração de hoje foi fruto da investigação referente a diversas encomendas contendo material bélico em situação irregular, interceptadas pela Receita Federal no Aeroporto Internacional do Galeão. O recebedor das mesmas foi preso em flagrante pela Polícia Federal em julho deste ano, no Rio de Janeiro.

Milícia alvo de operação hoje na Baixada já era investigada há quase dez anos. VEJA DETALHES DE SUA ATUAÇÃO

Uma investigação antiga revelou que a milícia alvo de operação hoje pelo Ministério Público Estadual atuava na região do Bairro da Grama, em Nova Iguaçu (Grupo A) e nos bairros Bela Vista, Nova Aurora e Shangri-La, em Belford Roxo, aos quais é atribuída a prática de variados delitos, incluindo homicídios, extorsão de comerciantes por meio da imposição de taxas de segurança, agiotagem, além da exploração de atividades típicas de milícia. O bando atuava como um grupo de extermínio e só depois eles vieram “com esse negócio de milícia, de cobrar taxa”. Todos os homicídios atribuídos aos dois grupos criminosos objeto destes autos têm como característica marcante o emprego de múltiplos disparos de arma de fogo O bando começou a ser invetigado em 2016 a partir principalmente depois que um indivíduo da milícia de Nova Aurora fez contato com um dos alvos de Nova Iguaçu e então passaram a investigar também o grupo de Belford Roxo. Um dos bandidos ligou para algum dos membros do grupo da Grama (Baiano, salvo engano), para tratar de alguma situação relativa a informações que o batalhão estaria reunindo sobre os dois. A atividade essencial era empréstimo a juros, com ameaça e extorsão. Havia depósitos de gás, tomada de casas para aluguel, cobrança de taxas de segurança e taxa de água. Um dos alvos da operação de hoje, vulgo Deco, era o braço armado do grupo da Grama na éopca e, mais depois, assumiu a liderança. O grupo torturou três adolescentes. Nas interceptações, os investigados diziam que deram uma coça nos meninos porque os pegaram roubando na localidade.Uma mulher chamada Janice foi capturada e depois foi executada. Os indivíduos faziam cobranças dos comércios e do moto-taxi. Havia divisão de valores entre os membros. Cada um ficava com um percentual. Havia vários homicídios atribuídos ao grupo. As testemunhas arroladas na denúncia foram vítimas de extorsão que foram ouvidas na delegacia, Elas tinham muito receio pela fama de violência do grupo. Os milicianos usavam armas de fogo e havia informação de que possuíam dois fuzis na época, mas não foram encontrados. Os grupos investigados respeitavam cada um o seu território. Uma das condições do acordo de colaboração era fazer a cirurgia do colaborador. O colaborador transitava entre os dois grupos. Integrava efetivamente o grupo de Belford Roxo, mas também frequentava festas do grupo de Nova Iguaçu. O inquérito se iniciou com a denúncia de que um miliciano liderava a organização de dentro do presídio. Houve uma situação em que ele pedia que a esposa pegasse dinheiro e levasse para o presídio e a conversa dá a entender que seria dinheiro de cobranças. . Havia comentários sobre o “bonde do trem”, que se dedicava a execuções e repressão de crimes na região. Foi identificado um episódio em que três jovens foram capturados e torturados pelo bonde do trem. Um diálogo mencionava que os três jovens foram pegos com uma arma de fogo e receberam uma “massagem”. Também diziam que uma viatura passou pelo local, na região do beira-linha, e isso impediu que os jovens fossem executados. Em Nova Iguaçu havia muita informação sobre agiotagem. Havia cobrança de taxas pelas vagas nos pontos de moto-taxi. Havia prática de atividades de segurança. Há uma conversa que fornece fortes indícios de que uma furtadora foi capturada e morta pelo grupo. Há informações que sugeriam a exploração de atividades de vans. A milícia investigada ainda não possuía a estrutura que têm as milícias de hoje, mas ficou evidenciada a prática das atividades de forma bem costumeira. Havia preocupação em coibir atividades criminosas e manter o controle da área. A convivência entre os dois polos era de paz. Um dos líderes do grupo de Belford Roxo era um PM que foi flagrado em uma conversa em que demonstrou certo descontentamento por uma operação da P2 que estaria sendo realizada sem o seu conhecimento. Com base no que foi interceptado, uma equipe da P2 estaria atuando na área de domínio da organização e, quando essa notícia vem, o PM miliciano deu a entender que assumiria o controle dessa equipe e que, por ordem dele, essa equipe pararia a atividade e passaria a se reportar a ele A milícia cobrava dos comércios e decretou a ordem de que só podia comprar gás com as revendas deles. Também explorava gatonet e kombis. Era normal os milicianos andarem armados na localidade. Quando surgiam boatos sobre tráfico de drogas, “a Milícia ia lá e matava”, Um miliciano tinha uma foto de perfil com os dizeres: “Deus julgará os meus inimigos, eu apenas providencio o encontro. Nova Iguaçu, bonde do trem”

MP prendeu 11 milicianos na Baixada

O Ministério Público do RJ cumpriu mandados de prisão contra 11 integrantes de uma milícia que atuava em Nova Iguaçu e Belford Roxo, nesta quarta-feira (20/08). As investigações do GAECO/MPRJ revelaram que o grupo praticava extorsões semanais contra comerciantes, motoristas de vans, mototaxistas e empresas de internet e TV a cabo. Os pagamentos eram exigidos em espécie ou por transferência bancária, sempre sob ameaças de agressões, incêndio de bens e até execução.A operação, batizada “Reinado Dividido”, demonstrou que, mesmo preso, Jefferson Constant Jasmim, conhecido como Deco ou 01, liderava a organização criminosa. Ele autorizava extorsões, controlava recursos, organizava a compra de armas e planejava atos violentos. As investigações também identificaram a participação de Bruno Feliphe de Sousa Queiroz, apontado como gerente operacional; Michael Fernando Griebeler Borges, o Big Mac, responsável por cobranças e repasses financeiros; e Renato dos Santos Marques, o Renatinho, encarregado de extorsões e intimidações armadas .O Procedimento Investigatório Criminal (PIC) instaurado pelo GAECO/MPRJ também constatou que o grupo disputava território com outras milícias, como as lideradas por João Teixeira dos Passos, o Jota da Grama, e Gilson Ingrácio de Souza Júnior, o Juninho Varão. Essa rivalidade impôs um clima de terror à região, levando vítimas a relatar que viviam sob um “reinado dividido”. A atuação da organização se estende, pelo menos, desde 2023 até o presente, com forte presença nos bairros Miguel Couto, Parque Ambaí, Itaipu e Shangri-lá.

PMs envolvidos com o ‘Novo Escritório do Crime’ estão na bola para sererm expulsos da corporação

Dois PMs estão sendo submetidos a conselho de disciplina que pode levá-los a expusão da corporação após serem denunciados pelo MPRJ pelo crime de organização criminosa, sequestro e cárcere privado e comércio de armas de fogo. Eles estão envolvidos em um grupo de extermínio cuja clientela seria composta por personagens ligados à atividade de contravenção e milícia no Estado do Rio de Janei-ro, em especial a organização criminosa denominada “O novo escritório do crime”. O grupo realizava a vigilãncia, levantamento de dados e o monitoramento das vítimas, resultando na execução sumária destas “em plena luz do dia”, mediante múltiplosdisparos de arma de fogo. Por conseguinte, os executores recebem valores em dinheiro ajustados com os mandantes das execuções. O bando agiu a mando da quadrilha do contraventor Rogério de Andrade. Eles recebiam valores em dinheiro ajustados com os mandantes das execuções. A investigação revelou que a execução das vítimas da organização criminosa ocorre no modus operandi. Exemplo impactante de um dos delitos brutais de homicídio. Um deles foi de Fábio Romulado Mendes, ocorrido em 29SET2021, por volta das 09h, na Estrada dos Bandeirantes, bairro Vargem Pequena, A execução de Fábio foi encomendada pelo miliciano Batata que pagou ao PM Bruno Esquilo, um dos que poderão ser expulso, além de Papa e Rodriguinho. para que estes efetuassem o trabalho de planejamento, levantamento de dados, monitoramento e execução da vítima a fim de que não houvesse falha na empreitada criminosa, o que consequentemente, culminou com a consumação do crime. Uma testemunha afirmou que Bruno Esquilo é responsável pela segurança na localidade conhecida como Caixa D‟Água em Padre Miguel e disse que o grupo era comandado por Rogério Andrade e tem como chefe um dirigente da Mocidade Independente de Padre Miguel, seguido por Batata, seu braço-direito e depois Bruno Esquilo, depois Papa, Muniz e Vitinho. A testemunha disse que uma semana após o crime ouviu uma conversa de Esquilo sobre a tentativa de matar Fábio a mando de Batata, ambos falavam sobre a dificuldade de executar o crime, tendo em vista que Fábio andava de veículo blindado, e, por isso, seria preciso usar um fuzil de calibre 7,62 e que na Estrada dos Bandeirantes. Depois do crime, Bruno ficou sumido por um tempo e quando voltou, disse que ele e os comparsas tinham pego o cara. Além disso, antes do crime Bruno estava sem dinheiro e depois do crime, o policial apareceu com muito dinheiro; Bruno geralmente dirigia os veículos utilizados, pois, como policial militar, em caso de algum contratempo, Constam, ainda, os indícios da participação de Esquilo na morte no nacional Neri Peres Júnior no dia no dia 04OUT2021, por volta das 12h50min, na Avenida do Canal, bairro de Realengo, na cidade do Rio de Janeiro. Restou apontado que a execução de Neri foi encomendada por Batata ”, que remunerou o militar com vistas ao levantamento de dados, monitoramento e execução da vítima, Convém esclarecer, que a atuação do grupo criminoso em comento, não se limitava à prática de homicídios, sendo constatada também a prática da atividade de comércio ilegal de arma de fogo. O outro PM vulgo Briggs ers o responsável pelo fornecimento de arma de fogo e de munições de calibre restrito ao grupo criminoso, O Novo Escritório do Crime. Esquilo negociou a compra de armas de fogo, munições e carregadores. Os PMs também fizeram fraude para recebimento de valor de seguro e recebimento de pagamento mensal da milícia de Curicica, liderada por André Boto. Urge salientar que os materiais bélicos adquiridos pela organização criminosa são oriundosde apreensões realizadas pela Polícia Militar, do PM, utilizando-se da corporação e de suas funções institucionais em benefício próprio e de seus comparsas, desviavam os materiais apreendidos com o fito de alimentar belicamente a organização criminosa. Foi captada uma conversa de Esquilo e Boto, que entre os dias 28 e 29 de agosto de 2021 sequestraram um homem As conversas apontam que a vítima foi libertada por ser conhecida na região e, possivelmente por ter contato com outros criminosos, razão pelaqual a manutenção do seu cárcere poderia causar problemas à malta em razão de eventuais atritos com outras organizações criminosas. A execução do sequestro da vítima foi perpetrada por Esquilo com auxílio de Boto e de Vitinho Fubá. As investigações apontam que as tratativas para compra de armas de fogo se deram inicialmente entre Esquilo e o falecido milciiano Playboy da Curicica. Foi o miliciano que encaminhou ao PM o contato de Briggs à época lotado no 14o BPM, com quem ele passou a negociar, em benefício da organização criminosa, armas, carregadores e munições, armamentos desviados de operações policiais.

PM leva a conselho disciplinar que poderá expulsar sargento que foi preso com veículo usado em comboio de milicianos no Catiri

A Polícia Militar decidiu submeter a conselho de disciplina, que pode decidir pela expulsão, de um sargento que foi preso com um carro que havia sido flagrado em um comboio de milicianos no Catiri, em Bangu, no final de julho. No dia 30 de julho de 2025, por volta das 12h, agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), atuando em conjunto com a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (DRACO-IE), realizaram a abordagem de um automóvel da marca Toyota, modelo Corolla Cross, de cor branca, que trafegava pela Avenida Brasil, na altura do número 23.800, sentido Campo Grande, bairro de Guadalupe, Zona Norte do Rio de Janeiro/RJ. A abordagem foi motivada por informações repassadas pelos setores de inteligência da PRF e da DRACO, que identificaram o referido veículo como supostamente clonado e vinculado a atividades ilícitas. Durante a inspeção, confirmou-se que o automóvel ostentava a placa RTT-0F15, com indícios de adulteração, sendoposteriormente constatado que a verdadeira identificação do veículo correspondia à placa SRD-5D26, constando como roubado na cidade do Rio de Janeiro em 9 de maio de 2025. No interior do veículo encontrava-se como único ocupante o sargento Félix, então lotadona UPP do Jacarezinho, que, ao ser indagado sobre a posse e destino do automóvel e dos objetos transportados, afirmou que estaria realizando o transporte de armamento da comunidade da Maré com destino à região do Catiri, situada no bairro de Bangu, Zona Oeste da cidade. Durante a revista veicular, os agentes localizaram e apreenderam o seguinte material bélico: Importa registrar que, conforme amplamente noticiado pelos veículos de imprensa locais, o veículo conduzido pelo militar integrou um comboio de aproximadamente sete automóveis, que circularam na comunidade do Catiri, em Bangu, durante o fim de semana que antecedeu a prisão, portando armamento pesado e com forte indício de vinculação a grupo miliciano atuante na região. Imagens captadas por drone, compartilhadas com órgãos de segurança, identificaram o Corolla Cross branco conduzido pelo acusado como um dosveículos do comboio. A ação teria motivado, inclusive, confronto com grupo rival vinculado ao tráfico de entorpecentes, resultando, inclusive, em ao menos um civil ferido.

Vítimas de chacina em Cabo Frio teriam sido queimadas vivas

Uma das vítimas da chacina que deixou três corpos carbonizados ontem em Cabo Frio seria uma mulher. Ela seria moradora da cidade vizinha de Armação de Búzios. Familiares compareceram ao Instituto Médico Legal (IML) para coletar material genético, que será usado na análise de DNA. A perícia inicial indica que as vítimas foram queimadas vivas, o que aumenta a brutalidade do crime. A polícia trabalha com a hipótese de a chacina ter sido um acerto de contas do tráfico com as vítimas sendo capturadas em outra cidade e desovadas em Cabo Frio. 

Jovem morta por se recusar a sair com traficante teria sofrido violência sexual. Bandidos do TCP se revoltaram com ação de bandido suposto mandante do crime

A jovem Sther, de 22 anos, que foi espancada até a morte por se recusar a sair com um traficante em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio, também teria sofrido violência sexual, de acordo laudo médico. Segundo publicação do jornalista Bruno Assunção, os traficantes do Terceiro Comando Puro teriam se revoltado com o suposto autor do crime, vulgo Coronel, que comanda o tráfico na Favela do Muquiço, em Deodoro. Não seria a primeira vez que Coronel teria cometido esse tipo de crime. Teria feito isso também no Muquiço e no Complexo da Maré. Segundo a família, Sther foi torturada e deixada morta na porta da casa em que morava, na Vila Aliança, por dois homens a mando de Coronel, . O crime teria sido motivado pela recusa de Sther em deixar o baile com o criminoso. Parentes relatam ainda que a jovem estava realizando sonhos pessoais, como tirar carteira de habilitação e se mudar para um novo apartamento. De acordo com os investigadores, Coronel acumula uma série de anotações criminais por tráfico de drogas, roubo, homicídio cometido com arma de fogo, formação de quadrilha, porte ilegal de arma de uso restrito, receptação, roubo de veículo e lesão corporal.

Polícia investiga se dívida por conta de suposto programa resultou em assassinato de motorista de aplicativo em Caxias

Sobre o assassinato do motorista de Uber Marlon Fernando Pereira da Matta, de 42 anos, em Duque de Caxias, a polícia investiga a informação de que o trabalhador devia R$ 200 a um dos envolvidos por conta de um suposto programa. Marlon estava desaparecido desde a tarde da última quarta-feira (13) e seu corpo foi achado na manhça de ontem em uma região de mata no bairro de Xerém. Os suspeitos do crime foram presos ontem. Segundo relatos, a dívida teria ficado pendente, causando um desentendimento. Com isso, um dos suspeitos chamou um comparsa para cometer o crime. Eles pretendiam vender o carro de Marlon e dividirem o valor que seria arrecadado. O veículo foi encontrado abandonado na quinta-feira no Parque Nova Campinas.

Os detalhes da atuação da maior milícia da Baixada Fluminense: a entrada para a política, lavagem de dinheiro e as descrições das execuções cometidas pela quadrilha, em uma delas os bandidos decapitaram seis pessoas ao mesmo tempo

A milícia chefiada por Juninho Varão hoje começou a sse expandir a partir de 2020 quando policiais civis foram informados, por moradores e comerciantes de cidades da Baixada Fluminense, como Seropédica e Nova Iguaçu, estava, extorquidos pelos milicianos da área. De acordo com populares, na época, um determinado grupo de milicianos teria espraiado seus domínios por diversos bairros do município de Seropédica, ostentando ostensivamente armas de fogo, ameaçando e extorquindo a população local, cobrando taxas abusivas sobre serviços essenciais como água, luz, gás, TV a cabo, transporte e segurança, além de estarem invadindo terrenos e casas pertencentes de terceiros, a fim de realizar e comercializar construções ilegais Na ocasião, o grupo ainda era chefiado por Tandera e seu irmão Delsinho seria o seu “braço direito”, o segundo homem na cadeia hierárquica da organização. Com o passar do tempo, a quadrilha foi se avolumando em tamanho, complexidade e estrutura, passando a contar com dezenas de “funcionários” e “colaboradores”, os quais atuam de maneira escalonada, em diferentes níveis hierárquicos e com diferentes funções, mas todos unidos pelo propósito de trabalhar em prol da organização criminosa. A organização criminosa passou a ser responsável por diversos crimes ocorridos na região, como homicídios, sequestros, agiotagem, extorsões a moradores, comerciantes, motoristas de van e mototaxistas, esbulho possessório de residências e terrenos, monopólio sobre atividades comerciais inclusive lícitas objetivando lavagem de capital, roubos de cargas, roubos e clonagem de veículos, “grilagem de terras”, construção irregular e venda de empreendimentos imobiliários ilegais, ameaças, entre outros. Ainda líder do grupo, Tandera passou a imiscuir-se na política dos municípios de sua área de influência, patrocinando e apoiando candidaturas locais, tudo isso mirando a obtenção de vitórias em futuras licitações e contratos administrativos, além do controle de Secretarias de governo O plano era o seguinte: os milicianos apoiavam e auxiliavam candidatos em suas campanhas, sendo que, em troca, acaso eleitos, tais políticos deveriam agraciar a organização criminosa com cargos públicos e contratos administrativos recebidos em decorrência de licitações fraudulentas. Varão, Tandera e outros milicianos participaram de encontros com políticos das regiões por ele dominadas (pré-candidatos às eleições em 2020).A reunião tinha por objetivo a formação de uma “coalizão” para as eleições de 2020. Em troca do apoio dos criminosos, os autoproclamados pré-candidatos expressamente prometeram vantagens espúrias, que seriam materializadas por meio da entrega de cargos públicos aos milicianos e de contratos administrativos obtidos por meio de licitações fraudulentas. Ao longo da reunião, os milicianos articularam um audacioso plano de tomada de poder político nos municípios onde há influência de sua organização criminosa. Conforme abertamente debatido no inusitado “rendez-vous”, o plano era infiltrar-se nas Prefeituras locais, o que faria por meio do controle de determinadas Secretarias de Governo, bem como por meio da obtenção de contratos administrativos celebrados por meio de licitações fraudulentas. estrutura da organização criminosa. Não satisfeito com a criminalidade violenta, o bando planejou imiscuir-se também com crimes do “colarinho branco”, o que demonstra claramente sua intenção de escalar a organização para outro nível. Varão acabou assumindo o controle de regiões que outrora pertenciam a Tandera organizando, a partir de agosto de 2022, em torno de sua própria figura, uma nova quadrilha. Ele deu um golpe em Tandera se aproveitando do enfraquecimento deste. O bando investia em joias. Foram verificadas as compras de um anel feminino no valor de 2.900,00 (dois mil e novecentos reais), um cordão no valor de R$ 2.400,00, um bracelete em formato de cinto no valor de R$ 21.000,00 (vinte e um mil reais), um escapulário no valor de R$ 9.000,00, um bracelete de ouro, no valor de R$ 35.000,00 (trinta e cinco mil reais), um cordão de ouro no valor de R$ 13.760,00 e um cordão de ouro no valor de por R$ 13.015,00, tudo para afastar cada vez mais os valores ilícitos de sua origem criminosa Um dos integrantes do bando movimentou em menos de um ano R$ 1.394.405,00. Um outro em quatro anos fez circular R$ 1.553.025,93 Integrantes do bando tiveram vídeos captados pela polícia manuseando fuzis Fal, calibre 7.62mm, os quais estão sendo desembalados e montados. Em uma gravação, se viu menos 4 (quatro) fuzis novos , possivelmente recém adquiridos na época pela ORCRIM01958/2020. O bando teria arrecadado R$ 49.400,00 relativamente a extorsões a areais na Baixada. A quadrilha era muito violenta. Foram descobertos vídeos contendo a gravação da execução, por decapitação, de ao menos seis vítimas. Em um deles, o assassino serra o pescoço de uma das vítimas, enquanto ela ainda estava viva. Em outro vídeo, vê-se um rapaz, com a orelha decepada, implorando pela própria vida, alegando ser morador e pedindo clemência. Após alguns segundo, o rapaz é executado com um tiro, seguindo-se então a decapitação. As imagens revelam a crueldade dos bandidos a ponto de o criminoso ter tirado uma selfie com os cadáveres decapitados dos jovens que acabara de assassinar, nitidamente orgulhoso do que fizera: Foram identificados ainda vídeos de execuções de dois rapazes não identificados, possivelmente moradores das comunidades dominadas pela milícia, ocorridas em março de 2020. Em determinado momento, o miliciano pergunta aos rapazes quantas vezes eles teriam roubado, ambos confessando que teriam roubado Após, o criminoso pergunta “quem quer morrer primeiro”. Após concretizarem as execuções, os milicianos ainda filmaram os cadáveres dos rapazes, fazendo comentários jocosos, às gargalhadas. Em determinado momento, um deles pisou na cabeça de uma das vítimas, a fim de mostrar a marca do disparo na cabeça do rapaz. Em razão disso, foi possível identificar o calçado bastante característico, da marca Dolce Gabbana, utilizado pelo miliciano Havia um outro vídeo que um miliciano apareceu executando dois indivíduos com uma faca. No vídeo, vê-se que o crime foi cometido de maneira extremamente cruel, com o intuído de torturar as vítimas, uma vez que o bandido perfura seus corpos por repetidas vezes, sendo certo que as vítimas estavam amarradas, completamente incapazes de se defender. Chama atenção ainda que as execuções tenha sido registradas em vídeo, o que parecia comprazer o miliciano: A milícia tinha estratégias, Seus integrantes não podiam focar andando em “carro

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