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investigação

Chefe do tráfico preso teve a prisão preventiva decretada suspeito de envolvimento em triplo homicídio no Norte Fluminense que teria como suposta motivação briga por herança familiar

O chefe do tráfico do município de São Francisco do Itabapoana, vulgo Buldogue, teve a prisão preventiva decretada suspeito de envolvimento em um triplo homicídio ocorrido na cidade este mês, segundo informações do Tribunal de Justiça. Buldogue é ligado à facção crimnosa Amigos dos Amigos (ADA). Em maio do ano passado, divulgamos uma matéria informando que mesmo preso, ele continuava coordenando toda avidade ilícita na Ilha dos Mineiros, e outras localidades subjugadas pela facção ADA (Amigos dos Amigos) no município. Segundo as investigações, além de coordenar toda estrutura ramificada de venda de drogas, Buldogue age como verdadeiro poder paralelo, julgando, condenando e executando penas. Age punindo cidadãos com penas corporais, torturas e execuções sumárias, age também expropriando propriedades alheias, tudo isso sob os olhos do Estado. Buldogue responde a nove processos no TJ-RJ acusado de homicídios.. Além de Buldogue, tiveram as prisões decretadas os indivíduos de vulgos Pepeco, Gordinho e Tutu. Os indícios de autoria restaram presentes, tendo em vista o relato da vítima sobrevivente, das testemunhas e da dinâmica da empreitada delituosa devidamente descrita na denúncia, revelando a atuação conjunta e coordenada dos acusados. Foram vítimas do homicídio Reginaldo Mendes dos Santos, de 65 anos, Eduardo Castro da Silva e Luiz Carlos Cruz Lucas, de 52 anos. De acordo com informações apuradas no local, homens encapuzados chegaram em um carro modelo Gol e em duas motocicletas. Antes do crime, eles teriam ordenado que o caseiro deixasse a propriedade e afirmado que “ninguém faria cerca no local”. Em seguida, os suspeitos entraram na casa junto com as vítimas. Logo depois, diversos disparos de arma de fogo foram ouvidos. Os corpos foram encontrados em diferentes cômodos do imóvel, incluindo a cozinha, o banheiro e um corredor. A perícia recolheu munições e estojos de calibre .40. Durante o registro da ocorrência, a polícia tomou conhecimento de que uma das vítimas conseguiu fugir no momento do ataque e identificou suspeitos. Um deles foi reconhecido na delegacia e permaneceu preso. Policiais militares prenderam um homem de 20 anos, que não teve o nome divulgado, suspeito de participação no triplo homicídio ocorrido na localidade de Aldeia. O suspeito, foi reconhecido por uma das vítimas que estava no interior da casa e conseguiu escapar. O homem foi localizado na localidade de Siribeira, em Barra do Itabapoana. Ele foi preso e encaminhado para a 147ª DP da cidade. Foi divulgado que a principal linha de investigação para o crime seria uma briga por herança familiar. Reginaldo seria o alvo principal dos atiradores, enquanto Eduardo e Luiz Carlos trabalhavam para a vítima. Em dezembro, Reginaldo e uma irmã teriam participado do sequestro de outro irmão. Na ocasião, a vítima teria sido agredida e abandonada no estado do Espírito Santo.

Mulher de homem que desapareceu na Pedra do Sal disse que recebeu ligação dizendo que mataram seu marido e mandaram foto dele amarrado. Há relatos de que pensavam que ele era miliciano

A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga o desaparecimento de um homem que foi com a esposa curtir a Pedra do Sal, espaço boêmio na Zona Portuária do Rio de Janeiro. A esposa de Wenderson Lima da Mata afirmou que na última segunda-feira eles foram ao local quando o marido e um amigo foram abordados por cerca de dez homens, incluindo menores, que pediram para ver o celular dele. Desde então, o rapaz não foi mais visto.  A mulher  disse ainda que recebeu uma ligação de uma pessoa dizendo que matou o marido dela e mandou uma foto dele amarrado. Falou também que estão tentando usar o cartão do marido.  Segundo ela, os criminosos suspeitam que ele seja miliciano mas a companheira do rapaz afirmou que  ele não tem antecedentes criminais e trabalha com obras elétricas.   Ela contou que não tem informação da polícia sobre o caso.  “Te peço pelo amor de Deus, eu preciso da ajuda de vocês. Minha família precisa ter um enterro digno. Tenho duas filhas, uma tem apenas 2 meses de vida e eu estou buscando forças da onde não tenho”, disse

Cachulé levou adolescente e amiga para serem mortas e esquartejadas no Barbante (CV)

Morto na última sexta-feira em tiroteio com a PM, o traficante Wagner Barreto de Alencar, o Cachulé, foi citado em um processo que tramitou no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro como suspeito, segundo os autos, de levar uma adolescente e uma amiga para serem mortas e esquartejadas na comunidade do Barbante, na Ilha do Governador. Na época, Cachulé cumpria ordens de uma das chefes do tráfico local, conhecida como Rose Peituda. A adolescente que se chamava Taís tinha um relacionamento com o dono das bocas de fumo local, vulgo André Negão, então companheiro de Peituda, que por ciúmes ordenou a morte da menor. Segundo denúncia, após a prisão de Rose, em janeiro de 2009, Cachulé passou a compartilhar o comando do bando com Marcos Felipe Pereira Teles, vulgo “Vascaíno”, companheiro de “Rose”na época. De acordo com investigações, Cachulé participava de negociações para a aquisição de armamento bélico. Foi preso em 05 de março de 2009, sendo que mesmo após a sua prisão, participou da contabilidade e do planejamento da venda de entorpecentes, mantendo contato com integrantes do tráfico de drogas local para que lhe prestassem contas, procurando arquitetar, inclusive, a sua fuga, Na época que estava preso, Cachulé tinha uma namorada S.P.F e ordenou a ela que transmitisse ordens para seus comparsas irem para uma reunião no Morro do São João, no Engenho Novo, com intuito de planejar seu resgate da carceragem da Polinter-Grajaú. Cachulé chegou a responder quatro processos por homicídios no TJ-RJ, o último deles em 2025. A marca de violência de Cachulé ficou evidenciada em novembro de 2017 quando ele se tornou o principal suspeito de liderar o ataque à PPC (Posto de Policiamento Comunitário), em novembro de 2017, que foi fuzilado por cerca de 40 criminosos, como uma espécie de vingança, já que a Polícia Militar teria impedido a realização de um baile funk na favela, onde seria comemorado o aniversário de Cachulé.

Mulher que foi assassinada e esquartejada pelo ex-marido e teve corpo concretado em loja temia pela sua vida. Ela iria trocar a fechadura da porta da sua casa e chegou a ligar para o 190 com medo de violência

Antes de ser morta, esquartejada pelo ex-marido e ter o corpo concretado em uma loja na Zona Oeste do Rio, Karine Braz de Souza, de 30 anos, já temia pela própria vida. O suspeito do assassinato que ja´estava preso teve a prisão preventiva decretada essa semana. Segundo processo no Tribunal de Justiça, Karine verbaiuziou seu desejo de modificar a fechadura do imóvel para impedir o acesso de seu ex-companheiro. Corroborando tais relatos, foi constatada ligação realizada pela vítima para o número 190 nos dias que antecederam os fatos e logo após contato com o acusado revelando seu temor de episódios prévios de violência doméstica. O acusado Alberto Santa Eugênio, que está preso, afirmou inicalmente na delegacia que não via a vítima desde o dia 28 de agosto, o que demonstrou, assim, incompatibilidade com a informação fornecida à testemunha. Posteriormente, após realizadas diligências iniciais pela Delegacia de Polícia, tais como oitiva de demais testemunhas e perícia na residência da vítima (a qual constatou a presença de sangue humano em diversas áreas do imóvel foi requerida a prisão temporária do então investigado bem como a busca e apreensão de objetos relacionados aos fatos e, ainda, o afastamento do sigilo de dados armazenados em aparelhos eletrônicos que eventualmente fossem apreendidos, tudo a possibilitar o deslinde das investigações. Com o deferimento das medidas acima mencionadas, avançou-se na linha investigativa que colocava Alberto como principal suspeito da prática dos crimes de feminicídio de ocultação de cadáver, sendo constatado por meio da quebra de sigilo que ele se fez presente na área de abrangência da residência da vítima exatamente no dia apontado como de sua morte, tal como relatado pelas testemunhas. Tal situação foi confirmada pelo próprio acusado, que, após ter sido capturado em caráter de prisão temporária, narrou toda a dinâmica delitiva, não apenas se identificando como autor dos fatos como indicando de maneira pormenorizada seu modus operandi, inclusive apontando o local onde havia escondido o corpo da vítima local este apontado no relatório de quebra de sigilo de dados que indicou a presença do denunciado e, posteriormente, se confirmou como local da ocultação do cadáver, que veio a ver localizado já no curso das investigações Segundo a apuração, o crime teria sido praticadoa de forma premeditada e com emprego de extrema violência, em contexto de relação pessoal entre o acusado e a vítima, valendo-se, assim, da facilidade de acesso à vítima e do grau de confiança existente. Demais disso, necessário ressaltar que a ação foi levada a cabo na própria residência da vítima, tendo toda a movimentação sido percebida por vizinhos, o que demonstra o desprezo do acusado não apenas pela vida das vítimas como pela segurança daqueles que se encontravam no local. Mais além, cumpre mencionar o modus operandi do acusado que, de maneira fria e calculista, teria, após ceifar a vida de sua ex-companheira, cortado seu corpo em diversos pedaços demonstrando elevado grau de crueldade. Além disso, além do fato de que a perícia no local dos fatos apontou “provável tentativa de limpeza posterior” tudo a indicar seu intuito de destruir eventuais vestígios relacionados aos fatos.

Casal apontado como mandante de assassinato de biomédica tentou atrapalhar as investigações do caso. SAIBA COMO

Processo no Tribunal de Justiça revela como o casal Lívia Cardoso Costa e Marcelo de Oliveira Cabo, apontados como mandantes do assassinato da biomédica Denise Ramaciote da Silva tentaram atrapalhar as investigações do caso.  O casal confirmou que no dia do crime foram cobrar uma dívida que a vítima possuía com Marcelo e no caminho encontraram Catarina Silva de Carvalho, autora da facadas que mataram Denise. O casal deu carona para a suspeita e seguiram juntos para a casa da vítima. Lívia e Marcelo disseram que não viram nenhuma faca junto à indiciada Catarina no caminho para o local dos fatos.  No entanto, Catarina afirmou que Lívia quem levou as duas facas no dia do crime, sendo uma para cada uma delas. Catarina afirmou à polícia que Livia lhe manipulou para cobrar a dívida de Denise junto com ela, prometendo-lhe que o dinheiro que conseguisse arrecadar da vítima parte dele seria de Catarina.  As imagens das câmeras de segurança do local do crime, demonstraram a presença dos três indiciados na cena do crime e revelam que a indiciada Catarina colocou alguns objetos na direção do pedal de aceleração do carro de Marcelo, o que se corrobora as declarações dela, quando disse que colocou a faca e seu aparelho celular dentro do carro.  Tais informações sequer foram mencionados por Marcelo e Livia quando estiveram em delegacia. A Justiça informou que, por conta disso, suspeitava que o casal poderia estar tentando atrapalhar as investigações, sobretudo por omitirem informações que se compatibilizam com outros elementos de provas já angariados nos autos, especialmente quanto à arma do crime e aparelho celular da indiciada Catarina, que pode conter elementos elucidativos do crime em apuração. O irmão de Denise disse que ao ver a irmã ferida e caída ao chão ensanguentada, utilizou de sua arma para obrigar o indiciado Marcelo a levá-la ao hospital, informação que difere da versão dos indiciados .Livia foi presa ontem.   A criminosa foi capturada após dar entrada em um hospital de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. De acordo com as investigações, a vítima foi morta com diversas facadas em razão de uma dívida de R$ 30 mil. Denise teria pegado o dinheiro emprestado com a mulher e o marido para realizar obras no consultório onde atendia. A executora do crime foi presa em abril do ano passado, na comunidade Corte 8, em Duque de Caxias, para onde havia fugido após o assassinato. Nesta segunda-feira, a equipe da unidade recebeu informações de inteligência de que a foragida havia sofrido um acidente e precisava de atendimento médico de emergência. A partir disso, os agentes iniciaram diligências, realizaram verificações em hospitais da região e localizaram a criminosa em uma unidade hospitalar de Duque de Caxias. Ela permanecerá sob custódia no hospital até receber alta médica. Contra a mulher, foi cumprido um mandado de prisão preventiva pelo crime de homicídio. As investigações seguem em andamento para localizar e prender o outro envolvido no delito.

Veja fotos de pessoas que desapareceram em Jacarepaguá e podem estar entre os corpos encontrados em cemitério clandestino de Rio das Pedras

Somente uma policial que trabalha na Delegacia de Descobertas de Paradeiros (DDPA) da Polícia Civil do Rio investiga o desaparecimento de pelo menos cinco pessoas em Jacarepaguá. A agente disse que não pode entrar em detalhes da investigação mas informou que é de conhecimento que todas as cinco foram vítimas de homicídios e ocultação de cadáver por parte da milícia que atua na área. Policiais civis da Divisão de Capturas e Polícia Interestadual (DC-Polinter), em conjunto com a Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA), localizaram um cemitério clandestino na comunidade de Rio das Pedras, Zona Sudoeste do Rio. Os agentes foram ao local, nesta sexta-feira (09/01), para verificar informações de inteligência e um homem foi capturado em flagrante. As investigações apontaram que o local era utilizado por criminosos locais para ocultar os cadáveres de suas vítimas. Na ação, os agentes localizaram dois corpos. Os restos mortais encontrados serão levados ao Instituto Médico Legal (IML) para identificação. Durante as diligências, os agentes capturaram um integrante de um grupo paramilitar atuante em Rio das Pedras. O bandido estava com uma pistola raspada, munição, diversos carregadores e uma motocicleta roubada, além de cadernos de contabilidade com registro das extorsões sofridas por comerciantes locais. Veja as fotos das vítimas desaparecidas. Sobre esses desaparecidos, apuramosg com a Justiiça que um deles integrou a milícia da Gardênia Auzl em 2024 que praticacva, extorsões a moradores e comerciantes. A comunidade, no entatnto, passou a ser domianda pelo Comando Vermelho. Daniel Damasceno de Souza, era morador do AniJ Ele desapareceu no dia 20 de agosto de 2024, por volta das 19h00, após sair de sua residência sem revelar seu destino. Segundo informações de familiares, Daniel foi visto pela última vez na Gardênia Azul. Se você viu o Daniel e tem informações sobre ele é só ligar para (21) 22531177 / 0300 253 1177 (interior) ou enviar uma mensagem para o Whatsapp Desaparecidos +55 21 +5(21) 98849-6254.

Traficantes do CV mataram comerciante em Tanguá que se recusou a pagar taxa para eles

A Polícia Civil do Rio divulgou hoje que o comerciante Cascudo do Gás que foi assassinado no último dia 27 de dezembro em Tanguá, cidade da Região Metropolitana fluminense,  foi morto por traficantes do Comando Vermelho. Ex-candidato a vereador, Carlos Henrique Paula de Souza foi executado a tiros em frente ao seu estabelecimento, no Centro da cidade.   Os autores do crime, dois homens em uma moto, surpreenderam comerciante. Usando capacetes, os criminosos se aproximaram, sacaram pistolas e fizeram vários disparos em direção à vítima, que teve morte instantânea. As investigações revelaram que os criminosos, ligados ao tráfico de drogas local, estavam exigindo pagamentos extras de comerciantes para permitir que eles continuassem suas atividades.  Além disso, esses bandidos restringiam a venda de produtos como água, carvão e cigarro, com o objetivo de monopolizar o comércio e aumentar os lucros à custa dos moradores.  Cascudo foi brutalmente assassinado por se recusar a ceder às exigências do grupo criminoso. Hoje, a polícia fez uma operação contra os envolvidos.. Cinco bandidos foram presos em flagrante e os agentes apreenderam grande quantidade de material entorpecente, rádios transmissores, balança de precisão, celulares e dinheiro em espécie.  As diligências contaram com apoio de outras unidades do 4ª Departamento de Polícia de Área (DPA) e do Departamento-Geral de Polícia do Interior (DGPI). Diante dos fatos e com base em trabalhos de inteligência da unidade, a operação visa o cumprimento de dois mandados de prisão contra integrantes do Comando Vermelho, envolvidos nesses crimes de homicídios, extorsões, torturas e associação criminosa. Durante a ação desta quinta, os agentes apreenderam 2214 pinos de cocaína, 454 papelotes de maconha, 1528 papelotes de crack, 5 rádios transmissores, 1 balança de precisão, 3 celulares e R$ 1.7 mil em espécie.

Polícia indicia toda cúpula do CV que está na rua por causa de roubo de veículos

A Polícia Civil do Rio de Janeiro indiciou toda a cúpula da facção criminosa Comando Vermelho que está na rua pela explosão de roubos de veículos registrada no final de semana dos dias 30 de janeiro a 2 de fevereiro de 2025. Na ocasião, cerca de 800 crimes foram cometidos em apenas quatro dias em diferentes regiões do estado. A ação criminosa, investigada no âmbito da “Operação Torniquete”, teve como objetivo principal causar pânico na população e tentar desestabilizar o comando das forças de segurança. As investigações conduzidas pela Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA-CAP) comprovaram que os crimes não tiveram como motivação o lucro, mas gerar pânico para a população. De acordo com a análise de dados e cruzamento de informações de inteligência, a ordem para os roubos partiu diretamente da cúpula da facção em complexos estratégicos, como Penha, Chapadão e Salgueiro, como forma de retaliação às operações policiais e às novas gestões da segurança pública. O mapeamento revelou ainda que grande parte dos veículos roubados foi abandonada e recuperada pouco tempo depois em áreas sob domínio da própria facção, evidenciando que os crimes funcionaram como uma ação coordenada de intimidação e propaganda criminosa. Os roubos foram executados por criminosos vinculados a comunidades controladas pelo Comando Vermelho, seguindo determinações diretas das lideranças locais.Os indiciados são: Edgard Alves de Andrade, o “Doca”, líder da facção no Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio;Carlos da Costa Neves, o “Gardenal”, braço direito de “Doca” e responsável direto pelos roubos praticados pelos criminosos do Complexo da Penha;Luiz Fernando Nascimento Ferreira, o “Nando Bacalhau”, líder da facção no Complexo do Chapadão, na Zona Norte do Rio;Alexsandro Miranda da Silva, o “Dando”, braço direito de “Nando Bacalhau” e responsável direto pelos roubos praticados pelos criminosos do Complexo do Chapadão;Antônio Ilário Ferreira, o “Rabicó”, líder da facção no Complexo do Salgueiro, no município de São Gonçalo;Hilário Gabriel dos Santos Rangel, o “Biel do Feijão”, líder da facção na Comunidade do Feijão, no município de São Gonçalo;Jonatha Hyrval Cassiano da Silva, o “Bochecha Rosa”, líder da facção na Comunidade Corte 8, no município de Duque de Caxias;e Joab da Conceição Silva, o “Joab”, líder da facção na Comunidade Rua Sete, no município de Duque de Caxias. O secretário de Polícia Civil, delegado Felipe Curi, afirma que a investigação complexa da DRFA-CAP comprovou que essas ações criminosas foram em retaliações a várias ações das forças de segurança contra a caixinha do Comando Vermelho. “Essa é uma espécie de poupança da facção, que serve para financiar os luxos dos parentes das lideranças e também uma espécie de previdência privada para os parentes dos presos faccionados. Isso causou uma revolta na facção e acabou resultando nessa onda de roubos e de terror praticados pelo Comando Vermelho”, afirma o delegado. A ação faz parte da segunda fase da “Operação Torniquete”, que tem como objetivo reprimir roubo, furto e receptação de cargas e de veículos, delitos que financiam as atividades das facções criminosas, suas disputas territoriais e ainda garantem pagamentos a familiares de faccionados, estejam eles detidos ou em liberdade. O trabalho investigativo resultou na individualização das responsabilidades e no indiciamento dos líderes e operadores da facção que coordenaram os ataques em diferentes territórios. A Polícia Civil visa atingir não apenas quem executa o crime nas ruas, mas principalmente quem planeja, ordena e lucra com a violência. “Não vamos admitir que esse tipo de retaliação ocorra novamente em nosso estado. Vocês lembram da Megaoperação Contenção ocorrida no dia 28 de outubro de 2025. Vem mais por aí”, destaca o secretário Felipe Curi. Desde setembro de 2024, a “Operação Torniquete” já registrou mais de 740 presos, além de cargas e veículos recuperados, avaliados em quase R$ 45 milhões. As ações são contínuas e já ultrapassam R$ 70 milhões em bloqueio de bens e valores.

Facções criminosas têm outras funções menos conhecidas que não foram citadas em reportagem de jornal carioca. SAIBA QUAIS

Os jornais O Globo e o Extra divulgaram uma matéria hoje falando sobre novas funções criadas pelas facções criminosas para administrar o tráfico em favelas do Rio. Entre os novos cargos citados na reportagem, estão o de gerente de barricadas, gerentes de baile funk, gerentes das extorsões, gerentes de combate antiaéreo, gerentes de tecnologia encarregados de adquirir e operar drones mas há outras funções menos conhecidas que são descritas em investigações. No Complexo da Penha, há mais funções. O traficante Grandão apontado como gerente-geral da localidade e síndico cuida da escala de plantão dos soldados integrantes do grupo, divididos em postos, todos fortemente armados, inclusive, em relação à segurança do principal líder da facção criminosa na região, vulgo Doca. Ele orienta sobre pontos de contenção armada (trincheiras no mato) e inteligência (monitoramento) Grandão também emite comunicados sobre normas de comportamentos em atividades recreativas nas comunidades com e participação de traficantes da localidade.(…) Ele também organiza os pagamentos (remuneração) dos traficantes locais e até mesmo das supostas propinas pagas a policiais. Na Penha, existe um gerente que comanda um grupo de matadores a serviço do Comando Vermelho, atuando na expansão territorial da facção criminosa, o traficante vulgo BMW Trata-se de um braço violento violento da facção que emprega armas de fogo de grosso calibre em suas ações e atua com violência extrema contra rivais. Na Penha também um gerente que cuida do fluxo de dinheiro da organização, analisando o recebimento de drogas, que gerencia a segurança de pontos de venda de drogas no Complexo e cercanias, mantendo as lideranças informadas sobre eventuais movimentações suspeitas e intermedia a vinda de traficantes de outros entes federativos. Tem ainda o gerente de fiscalização dos “soldados do tráfico, que verifica se eles estão atentos nas áreas designadas, devidamente portando seu respectivo armamento pesado. Há ainda os chefes da segurança, gerente da contabilidade, Outra figura importante na quadrilha é o traficante Gardenal, que possui inúmeras funções: a expansão violenta e criminosa do Comando Vermelho na região da grande Jacarepaguá, orienta sobre aquisição de armas de fogo, drones de vigilância e outros acessórios relacionados a manutenção do Comando Vermelho como principal facção criminosa no território.(…) Ele tanmbém se vale de sua experiência de longa data no tráfico de drogas armado para orientar melhor os “novatos” sobre posicionamento de fuzil de grosso calibre, para enfrentar com maior eficiência (criminosa) uma possível incursão de agentes da lei.(…) A quadrilha do traficante Peixão, por exemplo, tem um membro preso que atua na coordenação de invasões a comunidades rivais e na execução de desafetos de Peixão.s. Ttem também um membro exclusivo para a cobrança de “taxas” para exploração de serviços de telecomunicações, distribuição de sinais de internet e transportes alternativos, de modo a angariar vultosa quantia mensal nos interesses do bando. As investigações reforçam que, em locais dominados por facções criminosas voltadas ao tráfico de drogas, existe um sistema organizado de atuação dividido em diversas funções mais tradicionais e conhecidas, como os” olheiros, radinhos ou atividades “(encarregados de avisar aos comparsas sobre incursões policiais na área do tráfico), os encarregados de armazenar e vender a droga (” vapores ou aviões “) e os que se armam para defender o comércio ilegal (” seguranças “ou” contenção “). Há, ainda, os transportadores das drogas entre as comunidades (” mulas “) e os que embalam e misturam os entorpecentes para aumentar o lucro (” endolas “), além, obviamente, os que comandam e gerenciam o tráfico (” donos “ou” frentes “).

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