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investigação

Bandidos tomaram ambulância e colocaram comparsa dentro para ser levado a um hospital mas ele morreu

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) informou que não foi comunicada pela Secretaria Municipal de Saúde sobre a suposta invasão à UPA de Costa Barros. A unidade esclareceu que foi acionada para uma ocorrência em que uma ambulância foi tomada por criminosos que colocaram nela um bandido baleado para ser levado à unidade de saúde. Ele chegou já em óbito. Diligências estão em andamento para apurar as circunstâncias da morte, bem como o uso irregular da ambulância. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que o 41º BPM (Irajá) não foi comunicado sobre a entrada de feridos por arma de fogo na UPA de Costa Barros, tampouco houve registro de invasão de criminosos na unidade de saúde nesta terça-feira (30/09). A corporação tomou conhecimento dos fatos somente após a veiculação pela imprensa e após isso o policiamento foi reforçado na região. A Polícia Militar reforça que mantém diálogo aberto com a população e com instituições públicas, incluindo a Secretaria Municipal de Saúde, para assegurar a prestação de um serviço público seguro e de qualidade.

Escondido no Complexo do Alemão (CV), traficante comanda crime em cidade litorânea do Espírito Santo famosa por ser destino de cariocas no Carnaval

Traficante conhecido como Pânico que comanda uma tropa que leva o seu vulgo  e está escondido no Complexo do Alemão age ma cidade litorânea de Piúma, no Espírito Santo, destino muito procurado por cariocas durante o Carnaval. O bandido tem o domínio  sobre o tráfico de entorpecentes nos bairros Areias, Tamarindo, Itaputanga e Centro, utilizando adolescentes como “vapores” (responsáveis pela venda direta)p Pânico, após a prisão de Chuck e o afastamento de seu braço direito vulgo Cabelinho  em decorrência da Operação Pacificação, assumiu integralmente a liderança do tráfico de drogas em Piúma/ES, consolidando a facção sob a denominação “Tropa do Pânico”, célula do “Comando Vermelho”. A gênese da organização remonta à atuação de Josimar Alves, que, de forma consciente e deliberada, pactuou com “Pânico” ao arrendar o território por ele dominado no bairro das Areias, em benefício da facção, garantindo-lhe a expansão e, simultaneamente, assegurando a si a percepção de parte dos lucros advindos da mercancia ilícita. Em uma das conversas interceptadas, ‘Pânico’ reafirmou sua posição de liderança ao declarar a um interlocutor: “se vcs vende alguma coisa na cidade e pq e mercadoria minha e eu deixo fora isso eu paro quem eu quiser aí mano e área minha!

Traficante da Paraíba escondido no Rio está envolvido em guerra de facções no estado nordestino. SAIBA DETALHES

As investigações da polícia da Paraíba revelam que o traficante conhecido como Fatoka que está escondido no Rio de Janeiro mas comanda crimes em cidades do estado nordestino está envolvido em uma disputa com a facção Nova Okaida. O inquérito apura a atuação de organizações criminosas na região metropolitana de João Pessoa, com especial atenção aos municípios de Santa Rita e Cruz do Espírito Santo. As investigações revelaram a existência de facções fortemente estruturadas e armadas, que disputam, de forma violenta, o domínio territorial dos pontos de tráfico de entorpecentes. A Nova Okaida vem se consolidando nos bairros de Plano de Vida, Augustolândia, Bica, Mumbaba e demais áreas periféricas de Santa Rita/PB. As ações criminosas praticadas por seus integrantes compreendem tráfico de drogas, porte e uso de armas de fogo, homicídios e tentativa de assassinato de desafetos e rivais. As provas colhidas ao longo do processo demonstraram a existência de uma divisão interna de funções entre os membros da organização, a estabilidade da associação e o uso da violência como ferramenta de dominação territorial. Além disso, as investigações evidenciaram o vínculo entre o crescimento dessa organização criminosa e o conflito com a facção rival “Comando Vermelho”, cujos membros tentaram expandir seu território por meio da coação de integrantes da Nova Okaida e de ataques armados. Em resposta, a facção denunciada intensificou suas operações, inclusive com planejamento de atentados e investidas armadas. No decorrer da investigação conduzida no âmbito da Operação Bellum, a qual desvendou a existência de núcleos territoriais das facções  atuando de maneira violenta e organizada, também, no município de Bayeux/PB. Ambas as organizações disputam o controle armado de áreas estratégicas para o tráfico de drogas, utilizando armas de fogo, ameaças, execuções sumárias e intimidação sistemática da população local como forma de manter sua hegemonia. As diligências empreendidas revelaram que os denunciados Nando), Pitota e Léo Porco integram a facção Nova Okaida, com atuação armada voltada ao controle territorial dos pontos de venda de drogas no bairro Mário Andreazza e áreas adjacentes. Exercem atividades de liderança local, segurança armada, distribuição de entorpecentes e intimidação de moradores. Paralelamente, constatou-se a estruturação de um núcleo do Comando Vermelho, composto pelos denunciados Conrado, Neguinho, Patinha, Robinho Beira da Linha, Nego, Redondo e Fatoka  . Esses indivíduos, igualmente armados, disputam com violência o domínio da mesma região, impondo terror à população local, ameaçando moradores, e atuando no abastecimento de armas e drogas para a sustentação da facção rival. As condutas criminosas de todos os denunciados se interligam por força da conexão territorial e da disputa armada existente entre os dois grupos, estando todos vinculados à prática de crimes permanentes no mesmo espaço geográfico, com modus operandi semelhante, estrutura organizacional estável e divisão de funções internas. No curso da investigação que originou o presente feito, foram apreendidos materiais de elevado potencial ofensivo e grande quantidade de substância entorpecente, consistindo em uma submetralhadora Taurus, modelo CTT, calibre .40, com numeração visível, 32 munições calibre .40, 68 munições calibre 5.56, três carregadores de carabina calibre .40, três carregadores de fuzil calibre 5.56, seis acessórios de fuzil (guarda-mão, grips, alça e massa), além de 278 tabletes de substância semelhante à maconha, devidamente acondicionados e com constatação pericial já formalizada nos autos. Tais elementos reforçam, de modo inequívoco, a materialidade dos crimes denunciados.

Traficante do CV escondido no Rio comanda crimes na Paraíba

Um traficante da Paraíba Flávio de Lima Monteiro, vulgo “Fatoka, escondido no Rio de Janeiro  continuaria ordenando crimes na Paraíba, mais especificamente, em Cabedelo, município daquele estado nordestino.  Hoje, o Ministério Público da Paraíba com apoio da PCERJ realiza operação com  objetivo era desmantelar e asfixiar financeiramente a célula do Comando Vermelho (CV) na Paraíba, conhecida como “Tropa do Amigão”, comandada por,“Fatoka”  A ação integrada mobilizou mais de 150 servidores, distribuídos em 30 equipes. Foram cumpridos 26 mandados de prisão preventiva e 32 mandados de busca e apreensão em João Pessoa, Cabedelo, Santa Rita, Campina Grande, Cabaceiras, Nova Floresta e em comunidades no Rio de Janeiro. O trabalho conjunto resultou na identificação de uma rede de “laranjas”, empresas fantasmas e movimentações financeiras que ultrapassam R$ 250 milhões, culminando no bloqueio judicial de R$ 125 milhões em bens e valores vinculados à organização criminosa. O Gaeco e a Draco ressaltam que o combate às organizações criminosas exige ações coordenadas em múltiplas frentes: desarticular lideranças, neutralizar o braço armado e atacar o poder econômico.  A Operação “Asfixia” demonstra que a integração institucional fortalece a capacidade do Estado em privar facções criminosas dos meios necessários à manutenção de suas atividades ilícitas, representando um marco para o enfrentamento qualificado ao crime organizado no Nordeste.

Mulher presa em Belém em operação contra o CV do Rio foi envolvida com tráfico internacional

A traficante Ju Pará que foi presa em Belém durante operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho já havia sido detida anteriormente por tráfico internacional de drogas na França. Ela atuava como mula levando drogas do Brasil para a Europa. No Rio de Janeiro, Ju Pará se escondia na comunidade da Gardênia Azul, em Jacarepaguá e retornou ao Pará em uma tentativa de escapar das autoridades policiais. “As investigações apontam que ela se escondia na comunidade da Gardênia Azul, reduto de criminosos ligados a uma facção, e que voltou para Belém com objetivo de buscar proteção. Na residência foi encontrado e apreendido o aparelho celular, que será periciado”, contou o delegado Augusto Potiguar, diretor da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO).” Ju Pará costumava ostentar fuzis e outras armas de fogo nas redes sociais, além de símbolos que evidenciavam a sua relevância dentro da organização criminosa.

Operação para conter avanço do CV em Jacarepaguá tem 22 presos

As Secretarias de Polícia Civil e de Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro e o Ministério Público deflagraram, nesta segunda-feira (29/09), uma operação conjunta contra o avanço da facção criminosa Comando Vermelho em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio. As equipes cumpriram mandados de prisão e de busca e apreensão nas comunidades da Gardênia Azul e da Cidade de Deus. Ao todo, 22 criminosos foram presos e houve apreensão de um revólver, quatro fuzis, sete pistolas, duas granadas, quinze rádios comunicadores e vasta quantidade de drogas. Além disso, nove veículos foram recuperados e 10 toneladas de barricadas foram retiradas.Entre os presos, está uma narcotraficante de drogas apontada como o elo da facção criminosa Comando Vermelho do Pará com o Rio. As investigações apontam que a mulher tinha uma atuação direta do tráfico de entorpecentes entre os estados. Nas redes sociais, ela ostentava fuzis e demonstrava a ligação com a facção. A prisão contou com o apoio da Polícia Civil do estado.As ordens judiciais foram deferidas a partir de robustprovas colhidas em inquérito policial conduzido pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Capital (DRE-CAP), 32ª DP (Taquara) e 41ª DP (Tanque), em atuação conjunta com o Gaeco, que revelou a estrutura e o funcionamento de núcleos armados do CV na região. A operação destaca a ação coordenada entre as Polícias Civil e Militar e o Ministério Público, reunindo esforços estratégicos para conter e reprimir o avanço territorial da facção em Jacarepaguá e em toda a Zona Oeste do Rio de Janeiro. A operação contou ainda com o apoio da Polícia Civil do Estado do Pará, reforçando o caráter interestadual da ofensiva contra a facção criminosa. As investigações revelaram que os traficantes utilizam violência armada, expulsam de moradores, intimidam sistematicamente a população local e usam drones para monitorar incursões policiais. Além disso, as células atuantes na Gardênia Azul e Cidade de Deus desempenham papel fundamental na logística de expansão do Comando Vermelho em toda a região. A ofensiva visou desarticular a rede criminosa, prender suas lideranças, apreender armas, drogas e materiais de comunicação, além de retirar de circulação criminosos responsáveis por homicídios, ataques a agentes de segurança e graves violações à ordem pública.

Polícia conclui que PMs agiram em legítima defesa em ação que terminou com morte de jovem no Catete

A Delegacia de Homicídios concluiu que a morte ocorrida na comunidade do Santo Amaro, na Glória, foi resultado de legítima defesa putativa por parte do policial do BOPE, que reagiu em meio a um cenário de tiros, correria e ataque pesado com armamento de guerra por parte de traficantes. O inquérito comprovou, com laudos e imagens de câmeras corporais, que não houve excesso ou ilegalidade na conduta policial. O caso foi analisado com total transparência e encaminhado ao Ministério Público. O fato ocorreu em junho em meio a uma festa junina. Na ocasião morreu Herus Guimarães Mendes da Conceição e teve cinco baleados.

Polícia diz ter desarticulado quadrilha de miliciano que ameaçava explodir lojas no Centro de Nova Iguaçu que não pagassem taxa

Policiais civis da 52ª DP (Nova Iguaçu) deflagraram, nesta segunda-feira (29/09), uma operação contra uma quadrilha de milicianos que extorquia e ameaçava comerciantes no Centro de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Durante a ação, três criminosos foram presos por extorsão e associação criminosa. De acordo com as investigações, os homens entravam em estabelecimentos comerciais, longe de áreas exploradas por organizações criminosas, e exigiam dinheiro dos donos. Os milicianos ainda ameaçavam explodir as lojas, caso não recebessem o valor solicitado. Em um dos casos, a quadrilha ainda tentou tomar uma loja de roupas e chegou a agredir o proprietário com coronhadas na cabeça. O chefe da quadrilha havia sido preso no dia 7 de setembro. Nesta segunda, dando prosseguimento às investigações, os agentes cumpriram três mandados de prisão temporária contra integrantes da quadrilha. As investigações continuam para identificar novas vítimas e demais integrantes do grupo.

Investigação revela principais nomes do CV em Paraty

O Disque Denúncia (2253-1177 ou 0300-53-1177) divulga, neste domingo (28), um cartaz para auxiliar nas investigações da 2ª Companhia Independente de Polícia Militar/Paraty (2ª CIPM), pertencentes ao 5ª Comando de Policiamento de Área (CPA),  a fim de obter informações que levem à localização e prisão de quatro traficantes, membros da Organização Narcoterrorista Comando Vermelho (CV), que vem atuando na Ilha das Cobras, em Paraty, localizado no litoral sul do Rio de Janeiro. São eles: Iago Santos da Silva, de 29 anos; Nathan Conceição Martins, vulgo “Negretinho”, de 24; Bruno Henrique Souza Torres, vulgo “BR”, de 25; e Vinicius Araújo Gomes, vulgo “VN”, de 24. Todos são considerados foragidos da Justiça.  Iago da Silva chefia o tráfico de drogas na Ilha das Cobras, segundo investigações com parentes próximos, e costuma se esconder na Rocinha, Zona Sul do Rio de Janeiro. Contra ele consta um Mandado de prisão, expedido pela Vara Única de Paraty, pelo crime de Homicídio Qualificado. Ele já teve passagem pelo sistema prisional, e atualmente, está em liberdade condicional.  Nathan Martins, gerencia os pontos de drogas, e também costuma se esconder na Rocinha, no Rio.  Contra ele consta um Mandado de prisão, expedido pela Vara Única de Paraty, pelo crime de Homicídio Simples C/C Crime Tentado, pelo fato de que, ele tentou contra a vida de policiais militares quando em incursão nos pontos de drogas da Ilha das Cobras.  Bruno Henrique, também é uma das principais lideranças da Ilha das Cobras e costuma também circular em uma ilha em Paraty, chamada de Ponta Negra. Contra ele consta um Mandado de prisão, expedido pela Vara Única de Paraty, pelo crime de Homicídio Simples C/C Crime Tentado, pelo fato de que, ele tentou contra a vida de policiais militares quando em incursão nos pontos de drogas da Ilha das Cobras. Ele também já teve passagem pelo sistema prisional, sendo considerado de Alta Periculosidade e, atualmente, se encontra em liberdade condicional. Neste mesmo processo, também consta o traficante Nathan Martins.  Vinicius Gomes, é gerente geral do tráfico de drogas. Contra ele consta um Mandado de prisão, expedido pela Vara Única de Paraty, pelo crime de Tráfico de drogas, Ele também já teve passagens pelo sistema prisional, pelo crime contido no artigo 354 dp CP – Motim de Presos, e, atualmente, se encontra em liberdade, desde março de 2022.  Diante dos fatos, o Disque Denúncia, solicita que quem tiver informações sobre a localização desses criminosos e membros de sua quadrilha,  favor entrar em contato  pelos seguintes canais de atendimento:     Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido

Polícia faz mais uma ofensiva contra expansão do CV em Jacarepaguá

As Secretarias de Polícia Civil e de Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro e o Ministério Público deflagram, nesta segunda-feira (29/09), uma operação conjunta contra o avanço da facção criminosa Comando Vermelho em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio. As equipes cumprem mandados de prisão e de busca e apreensão nas comunidades da Gardênia Azul e da Cidade de Deus. Até o momento, 17 criminosos foram presos e houve apreensão de um fuzil, pistola e drogas. As investigações revelaram que os traficantes utilizam violência armada, expulsam de moradores, intimidam sistematicamente a população local e usam drones para monitorar incursões policiais. Além disso, as células atuantes na Gardênia Azul e Cidade de Deus desempenham papel fundamental na logística de expansão do Comando Vermelho em toda a região. A ofensiva visa desarticular a rede criminosa, prender suas lideranças, apreender armas, drogas e materiais de comunicação, além de retirar de circulação criminosos responsáveis por homicídios, ataques a agentes de segurança e graves violações à ordem pública. Os agente buscam cumprir 18 mandados de busca e apreensão e 12 mandados de prisão contra traficantes do Comando Vermelho que atuam na comunidade da Gardênia Azul e em outras localidades da Zona Oeste do Rio. Ao todo, foram denunciadas 22 pessoas pelo GAECO/MPRJ à Justiça pelo crime de associação para o tráfico. Entre elas, estão a Gardênia Azul, foco principal da denúncia, a Muzema e outras localidades. Segundo o GAECO/MPRJ, o projeto expansionista vem sendo articulado por lideranças do Complexo da Penha, em um movimento que tem provocado dezenas de mortes anuais. De acordo com a denúncia, o gerente é Glauber Costa de Oliveira, conhecido como GL, apontado como uma das principais lideranças do Comando Vermelho na região de Jacarepaguá. Mesmo preso desde março de 2023, as investigações comprovaram sua participação ativa em grupos de conversa, nos quais emitia diversas ordens e orientações sobre a venda de drogas. O GAECO/MPRJ também identificou 14 soldados do tráfico, entre eles três adolescentes. Os demais denunciados, segundo a denúncia do Ministério Público, atuavam na função de monitoramento. A operação é resultado de investigação sobre o chamado Complexo de Jacarepaguá, conglomerado de comunidades formado pelo avanço violento e criminoso do Comando Vermelho na conquista de áreas antes dominadas pela milícia na região da Grande Jacarepaguá. As ordens judiciais foram deferidas a partir de robustas provas colhidas em inquérito policial conduzido pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Capital (DRE-CAP), 32ª DP (Taquara) e 41ª DP (Tanque), em atuação conjunta com o Gaeco, que revelou a estrutura e o funcionamento de núcleos armados do CV na região.  .A operação destaca a ação coordenada entre as Polícias Civil e Militar e o Ministério Público, reunindo esforços estratégicos para conter e reprimir o avanço territorial da facção em Jacarepaguá e em toda a Zona Oeste do Rio de Janeiro .Participam da ação unidades do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE),  Departamento-Geral de Polícia da Capital (DGPC), Coordenadoria de Recursos Especiais(Core), Subsecretaria de Inteligência da Polícia Civil (Ssinte), Subsecretaria de Inteligência da Polícia Militar (SSI), Batalhão de Operações Policiais Especiais(Bope), 18º BPM, Batalhão de Ações com Cães (BAC) e outras unidades da PM. A operação conta ainda com o apoio da Polícia Civil do Estado do Pará, reforçando o caráter interestadual da ofensiva contra a facção criminosa.

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