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homicídios

Suspeitos de homicídio de advogado no Centro do Rio são alvos de operação policial, entre eles três PMs. Eles seriam ligados ao contraventor Adilsinho

O Ministerio Publico e a Policia Civil fazem operacão contra investigados por envolvimento no homicídio do advogado Rodrigo Crespo, ocorrido em fevereiro do ano passado no Centro do Rio. Os alvos possivelmente integram a quadrilha vinculada ao  contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho – foragido da Justiça. Nesta fase da operação, são alvos de busca três policiais militares, além de quatro outras pessoas, identificados como matadores na hierarquia da organização, segundo as investigações. Segundo a Policia Civil, a Delegacia de Homicidios tem novos indícios que mostram a existência de um grupo de “matadores de aluguel”, responsável por diversos homicídios, todos a serviço de uma organização criminosa que explora o comércio ilegal de cigarros e atividades contravencionais. O bando é suspeito de envolvimento em diversas execuções recentes no Rio de Janeiro, como o do miliciano Marco Antonio Figueiredo Martins, o Marquinhos Catiri; do policial penal envolvido no comércio de cigarros, Bruno Killier; além do homicídio de Rodrigo Crespo. No dia 26 de abril, o GAECO/MPRJ denunciou três homens, entre eles um policial militar, por homicídio qualificado. A ação penal aponta que os denunciados participaram do monitoramento da vítima e estiveram juntos antes e depois do crime. Os réus estão presos preventivamente e serão levados a Júri popular. De acordo com os policiais, após as apurações avançarem, um novo envolvido foi identificado. Ele já está preso por envolvimento em outro homicídio, também no ano passado, que vitimou o comerciante Antônio Gaspazianne Mesquita. A investigação mostra que o assassinato foi motivado por desavenças na exploração de máquinas caça-níqueis da região. FONTE: Ministério Público do Rio de Janeiro e Polícia Civil do RJ

Irmãos foram mortos em Meriti porque uma das vítimas passou a investigar por conta própria o furto de carro do pai, fez ameaças a família de um dos suspeitos e divulgou fotos dele. Justiça decretou a prisão de cinco envolvidos

Relatório da Justiça aponta a motivação para o assassinato dos irmãos Paulo e Marina Abdala Naja ocorrido em uma loja de autopeças em São João de Meriti, no dia 18 de dezembro do ano passado. Foram decretadas na última sexta-feira a prisão temporária de cinco suspeitos.  O crime estava diretamente ligado ao crime de furto do veículo Toyota Hilux SW4, de cor preta e placas DWN8J34, de propriedade do pai das vítimas, ocorrido na madrugada do dia 12/12/2024.  Conforme se extrai dos autos, a partir do crime de furto, a vítima Marina passou a envidar esforços na recuperação do veículo, inclusive com a participação dos criminosos acusados dos homicídios na intermediação, ocasião em que foi exigido o pagamento da quantia de R$40.000,00 como forma de “resgate” do veículo subtraído.  Consta, ainda, que um dos envolvidos informou a Marina que o outro investigado estava em posse do veículo. A partir dessas informações, a vítima Marina passou a intensificar as investigações por conta própria e obteve dados detalhados sobre o segundo envolvido passando a ameaçar diretamente a mãe do investigado e a divulgar fotos dele em grupos de WhatsApp, o que teria gerado retaliação e ameaças.  Assim sendo, a investigação demonstra que o homicídio das vítimas Marina e Paulo foi ordenado como represália ao envolvimento de Marina na identificação dos autores do furto e na exposição de suas identidades.  Consta ressaltar, ainda, que segundo demonstrado nos autos do inquérito, os cinco envolvidos constam como investigados nos autos dos inquéritos nº 126-01791/2025, 126-01805/2025 e 126-01810/2025, pela 126ª Delegacia de Polícia, sendo identificados como integrantes de uma organização criminosa responsável por furtos de veículos de luxo,  O duplo homicídio em apuração teve como motivação as ameaças à família do líder do grupo e, ainda, que o crime foi planejado por ele e o sócio e executado para eliminar obstáculos a suas atividades criminosas. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Chacina deixou quatro mortos em São Gonçalo

A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG) investiga a morte de quatro pessoas na localidade Campo do Zanata, em São Gonçalo, . A perícia foi realizada no local e diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Polícia Militar informa que, segundo o comando do 7º BPM (São Gonçalo), policiais militares foram até a Rua Nílson Gonçalves Mota, no bairro Apollo 2, em São Gonçalo, na madrugada desta terça-feira (01/04) para verificar uma ocorrência de homicídio. No local foram encontrados os corpos de três homens e de uma mulher. Os agentes preservaram o local para a perícia, que ficou a cargo da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo.  A imprensa da região noticiou que as mortes podem ter ligação com uma disputa entre milicianos e traficantes. Alguns dos mortos seriam suspeitos de tráfico. Uma outra vítima Camilla Viana, voltava do médico com a filha de 4 meses quando foi atingida. A menina caiu do colo da mãe, mas não foi alvejada FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro, PMERJ e Fogo Cruzado

Situação tensa em Madureira por conta de guerra entre o TCP e o CV

Circulam informações desde o início da tarde que traficantes do Complexo da Serrinha (TCP), em Madureira, atacaram o Morro do Cajueiro (CV) que fica no mesmo bairro A ação seria uma resposta ao baque dado pelo CV mais cedo nos morros do Fubá e do Campinho que terminou com o traficante ‘Lobo do 62’ morto e um. fuzil, uma pistola e quatro carregadores pegos pelo(CV) dos rivais da Tropa do Coelhão (TCP). Apareceram até fotos de supostos mortos nesta guerra em Madureira. “Ainda esta tendo muito tiro!! Minha mãe e amigos moram lá e nao podem sair de casa ! Invadiram o cajueiro e a congonha . As pessoas de bem não tem nem um dia de domingo em paz”, disse um morador. “Gente que inferno,temos pessoas especial dentro de casa,gritos e pedidos de socorro, moradores inocentes”, falou outro. “Estou próximo à fábrica da Piraquê ! Parece uma guerra ! Assustador !””, contou um.terceirl A PM está no local. Um criminoso ficou ferido ao entrar em confronto com policiais militares do 9 9°,BPM na comunidade do Cajueiro. Com ele, um fuzil G3 foi apreendido. O fuzil era de um traficante da Serrinha(TCP), vulgo Pará que não resistiu aos ferimentos e veio a óbito. FONTE: Grupo Notícias 24 Horas (WhatsApp) ,PMERJ e Página Madureira News (Facebook)

Guerra no Campinho e no Fubá (CV x TCP) durante a madrugada

Madrugada com relatos de tiros nas proximidades do Morro do Fubá e Campinho. Registro por volta das 2rlh. Teria sido mais um ataque de traficantes do Comando Vermelho. Alguns moradores relataram que na rmRua João Romero com a Rua Cajuru em Cascadura, tem um carro com marcas de tiros e rastros de sangue. Ha relatos que houve pelo menos duas pessoas mortas nessa rua Algumas casas tiverem janelas e paredes perfuradas por tir. Outro relato diz que no ataque, o CV conseguiu matar um traficante e pegar um fuzil que estava com o mesmo. FONTE: Página Cascadura Pilares Quintino News (Facebook) e Pega Visão News RJ (Telegram)

Traficantes do TCP teriam sido atraídos por uma mulher para o Juramento (CV) onde foram pegos por rivais

Agora pela manhã apareceram várias postagens e fotos nas redes sociais sobre isso. Segundo relatos, dois traficantes de vulgos “Da Honda” e “Gui”, que atuavam na favela da Malvina (TCP), em Irajá, foram “atraídos” para os acessos do Morro do Juramento (CV) por uma mulher que os enganou. Chegando lá, a tróia já estava formada e os criminosos do Juramento pegaram os rivais e os mataram.. Vale lembrar que a Malvina é comandada pelos traficantes Lacosta e Zeca da Serrinha (TCP). Há fotos circulando de homens caídos no chão com outros apontando armas para eles e de um esquartejado. As imagens são fortes, não vamos exibir. “Sem.pspo v… Essa c.. jogou os menor no ralo lá no Juramento. Fogo nela”, dizia uma das postagens. FONTE: Diário das Comunidades (Whatsapp)

Gerente de sacolão foi morto na Vila Aliança (TCP) e logo em seguida autor foi executado por traficantes

Um trabalhador identificado como Marcelo, gerente um sacolão na Vila Aliança em Bangu, foi assassinado. Logo após o crime, o autor trocou tiros com traficantes da localidade e também foi morto. Moradores lamentaram a morte de Marcelo que era muito querido, era conhecido como Bob, ele também era lutador de jiu-jítsu. Até o momento não há confirmação da motivação da morte de Bob, uns dizem que foi uma tentativa de assalto e a vítima teria reagido. ” Marcelo era um cara bom não tinha envolvimento com nada , mesmo assim tiraram sua vida”, disse um conhecido FONTE: Página Realengo TV (Facebook)

Milicianos suspeitos de homicídios na Baixada foram presos

A Polícia Civil prender o.miliciano vulgo Quebra,, em Seropedica. Contra ele havia um.mandado de prisão por homicídio de um desafeto, fato ocorrido também em Seropédica. Quebra integra o grupo miliciano que exerce influência no município de Seropédica, sendo um dos executores de rivais da quadrilha. Ele também atua no comércio ilegal de cigarros e agiotagem. Em Belford Roxo, foi preso o.miliciano Magrinho quandob praticava extorsões aos comerciantes do bairro Lote XV Magrinho pertence a milícia comandada por Diego Santos de Souza, vulgo Cabeça de Ouro. É importante ressaltar que Magrinho é suspeito de encvolvimento em diversos homicídios praticados a mando da milícia. FONTE: Polícia Civil.do RJ

Relembre como agia a milícia do Quitungo, alvo de operação hoje da Polícia Civil. Bando tinha aliança com Peixão (TCP)

O líder da milícia que agia no Q uitungo que é alvo de operação hoje da Polícia Civil do Rio de Janeiro contra lavagem de dinheiro era aliado do traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão. Esse miliciano e Peixão, inclusive, foram acusados de matar dois homens (Jhonatan Batista Vilas Boas Alves e José Mário Alves da Trindade) em 2020 que não aceitavam a aliança entre o grupo paramilitar e o Terceiro Comando Puro (TCP). Os bandidos atacaram indivíduos que estavam em uma festa, com o fim de manter o controle da cobrança ilegal de taxas e do comércio de drogas ilícitas, executando as vítimas com disparos por arma de fogo. Os criminosos ainda fizeram a destruição dos cadáveres das vítimas. Eles atearam fogo e destruíram parcialmente os cadáveres das vítimas supramencionadas no interior do veículo Toyota Etios, placa KWL 7122, cor branca, ano 2018, que foi abandonado na Rua Pedro Rufino, na altura do número 446, no bairro Cordovil A milícia do Quitungo atuou na região durante muitos anos, explorando a cobrança de taxas ilegais mediante extorsão de moradores e comerciantes locais, praticando homicídios contra as pessoas que se recusam a obedecê-los ou que integram facção criminosa rival. Alvo de hoje, Zaqueu, que era PM na época, era a liderança maior na comunidade à época dos fatos, sendo o responsável por coordenar e ordenar os atos praticados na comunidade. O então PM Beiço era o segundo da escala hierárquica, cabendo a este gerenciar e comandar os postos hierarquicamente inferiores.Goiaba era o terceiro na hierarquia. Pelo lado do tráfico, Peixáo era o responsável por coordenar e ordenar os atos praticados por seus subordinados e tinha como braço direito, o bandido vulgo Dino, que até hoje não se confirma se está morto ou não. FONTE: Tribunal de Justiça do RJ

Ex-PM do BOPE preso suspeito de treinar e lavar dinheiro de traficantes do CV é investigado por duas mortes na Muzema

O chefe da Polícia Ciivl do Rio, delegado Felipe Curi, afirmou que o ex-PM Ronny Pessanha de Oliveira, o Caveira, preso ontem suspeito de treinar traficantes do Comando Vermelho e de lavar dinheiro da facção, é investigado por envolvimento em pelo menso dois homicídios cometidos na comunidade da Muzema, no Itanhangá. As vítimas eram responsáveis por alguns condomínios na localidade onde o ex-militar expulsava moradores e tomava conta dos imóveis. Para lavar o dinheiro do crime, o ex-PM usava uma suposta empresa de segurança. Chamou a atenção dos policiais que o criminoso fez em duas semanas depósitos de R$ 350 mil para essa firma. A sócia dele era a sua pópria mã, que também praticava atos de ocultação de valores. Em dois meses, foram mais de meio milhão de reais investidos. A empresa, segundo as investigações, não funcionava já que não tinha nenhum empregado cadastrado, além de ser sediada na própria residência de Ronny. A mãe de Ronny teria adaquirido umc arro de luxo no valor de R$ 200 mil. A Justiça determinou o bloqueio de R$ 3 milhões que teriam sido movimentados por essa sempresa de fachada em menos de um ano, além de ter bloqueado também os veículos de luxo. Outros R$ 2 milhões movimentados pela sócia e outras pessoas vinculadas também foram bloqueados. Segundo a Polícia Civil, Ronny chegava com armas dse grosso calibre e expulsava as pessoas que estavam construindo na localidade e tomava para si os préidos. Ele também colocava outras pessoas para morar nos imóveis. O ex-PM se aporveitava do conhecimento de táticas operacionais que ele adquiriu para treinar os traficantres do Comando Vermelho Esses ensinamentos eram usados pelos criminosos na guerra contra facções rivais e contra policiais. FONTE: Polícia Civil do RJ

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