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homicídios

Casal foi morto em Belford Roxo

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga as mortes de Lucas Augusto de Souza e Fabiana Evelyn da Silva Gonçalves ocorridas em Belford Roxo. A perícia foi realizada no local e diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, segundo o comando do 39º BPM (Belford Roxo), policiais militares foram acionados para uma ocorrência de lesão corporal, no Bairro Andrade Araújo, em Belford Roxo, na madrugada deste sábado (18/10). No local, na Estrada da Prata, os agentes localizaram um veículo colidido em um muro. E no interior do veículo, um casal em óbito e uma mulher ferida na mão, que foi socorrida ao Hospital da região.  Os agentes permaneceram no local para o trabalho da perícia, que ficou a cargo da  DHBF.  FONTE: PMERJ e PCERJ

Traficante do TCP que saiu da cadeia há pouco tempo ameaça redutos do CV na região de Anchieta. PM reforça a área de olho em possível guerra

Policiais do 20º BPM e do 41º BPM vêm intensificando as ações nas comunidades do Az de Ouro, Tatão e Jaqueira, em Anchieta, nas últimas semanas, removendo barricadas e realizando prisões de criminosos. Somado a isso, fatos importantes vêm ocorrendo e podem gerar uma guerra na região. Isso porque o criminoso Neném, ex-frente da comunidade Az de Ouro na época do TCP, que foi preso em 2023 junto a outros seis comparsas com quatro fuzis saiu da cadeia recentemente e tem sido apontado por homicídios na área. As investigações indicam que uma disputa entre o CV e o TCP pelo domínio das favelas pode estourar a qualquer momento. As três últimas mortes em Ricardo de Albuquerque, Anchieta e regiões próximas foram atribuídas a criminosos do bonde do Neném. As vítimas eram conhecidas pelos vulgos: Frango, Da Mangueira e Ricardo (ou Ricardinho). FONTE; PMERJ e Pega Visão RJ News (Telegram)

Uma das vítimas fatais do ataque em Irajá trabalhou como cabeleireiro e percussionista e atuou em projeto social

:Uma das vítimas fatais do ataque a tiros contra pessoas em situação de rua em Irajá era Etervaldo Bispo, de 52 anos, conhecido como Bahia. Morador de rua há mais de 10 anos, ele já havia trabalhado como cabeleireiro e percussionista, participando de um projeto social no bairro. Além dele, outro homem foi morto e um terceiro ficou ferido. O sobrevivente, Jaílton Matias, de 37 anos, foi baleado no rosto, tórax e joelho, e está entubado no Hospital Getúlio Vargas. As vítimas dormiam sob um viaduto quando foram atacadas por criminosos em um carro ainda não identificado. FONTE: Baú do Rio OFC (Telegram)

Sobrevivente de ataque que matou dois moradores de rua em Irajá teve envolvimento com o tráfico da Favela Para Pedro (TCP)

O sobrevivente do ataque a moradores de rua em Irajá que terminou em duas mortes na madrugada de hoje tinha uma condenação antiga de três anos por associação para o tráfico de drogas. No dia 21 de outubro de 2009, por volta das 11:30 horas, policiai nilitares lotados no 9º BPM realizavam incursão na Favela “Para-Pedro”, situada em Irajá, quando na localidade conhecida como “Torre” lograram deter o denunciado, o qual carregava um rádio de comunicação de marca Motorola e de logo informou aos agentes que trabalhava para o tráfico de drogas ali instalado, sob a chefia de uma tal “Toulon” e sob a gerência do elemento alcunhado de “Play Boy”, exercendo a função de “olheiro” – pessoa encarregada de informar aos meliantes sobre a presença de policiais ou inimigos na comunidade – mediante o recebimento da quantia mensal de R$ 200,00 (duzentos Reais). Segundo um polical que fazia patrulhamento de rotina na favela “Para Pedro, o suspeito que estava sozinho e falava, através de seu rádio de comunicação; que presumiu que ele informava da presença da polícia na favela para seus companheiros de tráfico. Os PMs ouviram pelo rádio do preso os traficantes se comunicando, naquela freqüência, e falando “Pará, como é que ta aí na torre?”; que ainda ouviram “A P2 prendeu o Pará. Quando viram o réu informando da presença da polícia, se seguiram fogos. FONTE: TJ-RJ

PM morto ontem em Jacarepaguá também integrou quadrilha na Baixada que matava e torturava traficantes que não pagavam propina

Além de comandar uma milícia na Zona Oeste do Rio, Adelmo da Silva Guerini, policial militar morto ontem na comunidade da Asa Branca, em Jacarepaguá, fez parte também de uma quadrilha voltada para extorquir comerciantes e criminosos na Baixada Fluminense e matar e torturar traficantes que não pagavam propina ao grupo, obtendo supostamente vantagem indevida por meio de crimes e em razão da função pública Adelmo e outros PMs usavam um grupo de Whatsapp por meio do qual eram trocadas mensagens a respeito dos crimes praticados e planejados por eles, expressas menções a informantes, a vantagens ilícitas obtidas, a futuras diligências, inclusive, no que tange à execução de pessoas. Tudo conforme exposto no relatório da investigação. O nome do grupo era ‘Os expresão, nome, no mínimo, sugestiva aos interesses financeiros visados pelos participantes. O bando atuiava perante o GAT do 24º BPM (Queimados) quanto perante a P2 do 21º BPM (São João de Meriti), formavam organização criminosa voltada para prática de delitos, mormente com objetivo de obtenção de vantagens indevidas. Ainda, ficou evidente o risco de reiteração nas práticas delitivas, porque parte dos integrantes, mantiveram a conduta criminosa “a pós a mudança de Batalhão, inclusive, com a iniciação de outros contatos e manutenção de antigo para mapear as oportunidade da nova localidade – FONTE: TJ-RJ

Moradores de rua foram mortos com tiros de fuzil em Irajá

Dois moradores de rua foram assassinados a tiros de fuzil perto do metrô de Irajá, na Zona Norte do Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (17). Um terceiri foi atingido mas sobreviveu. Um dos alvos tinha envolvimento com o tráfico e assaltos na região. Os demais eram inocentes. As vítimas dormiam sob a marquise da estação, na Avenida Pastor Martin Luther King Júnior. O fato aconteceu por volta das 4h., Um carro parou na frente dos alvos , e os ocupantes fizeram disparos. O ferido foi levado em estado grave para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha. A polícia apura a motivação do crime. FONTE: Página Irajá Notícias (Facebook) e redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Campos (RJ) tem final de semana violento com dois mortos e dois baleados

A cidade de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, teve um final de semana marcado pela violência: duas pessoas foram mortas e duas baleadas. Um homem foi assassinado em via pública no bairro Parque Santa Rosa na tarde de ontem (12). Um jovem foi morto com mais de 30 tiros no Parque Bandeirantes na manhã de sábado (11). Éric dos Santos Barreto, tinha 20 anos e não possuía envolvimento com o crime, Um suspeito do crime foi preso. Um homem foi baleado no braço no sábado (11) quando seguia de moto pela Baixada Campista. Ainda no sábado, encapuzados efeturam disparos contra um grupo de pessoas em Guarus. Um rapaz acabou atingido e foi levado para o Hospital Ferreira Machado. A vítima não sabe quem são os autores e a motivação do ataque. FONTE: PMERJ e PCERJ

Polícia investiga homicídios de dois caçadores achados mortos a tiros e com marcas de tortura em uma região de mata em Angra

A polícia investiga as mortes de dois caçadores que foram achados cujos corpos foram achados no último domingo (5) com sinais de tortura e perfurações à bala no sertão do Frade, em Angra dos Reis. Eles foram identificados como Adonias Gomes de Oliveira, de 45 anos e Robson Alves Cipriano, de 29 anos. PMs do 33º Batalhão foram acionados e os agentes entraram na mata, um local é de difícil acesso — a cerca de duas horas de caminhada mata adentro. A perícia foi acionada e, após autorização, os corpos foram retirados O duplo homicídio foi registrado na 166ª DP, que investiga o caso. Adonias foi encontrado morto no dia do aniversário, quando completou seus 45 anos de idade. FONTE: PMERJ e PCERJ

Guerra CV contra o PCC se espalha pelo país

Um dos líderes do Comando Vermelho no Amazonas, conhecido como “Xuruca”, foi morto pelo PCC em Florianópolis, Santa Catarina. A criança em seu colo acabou sendo atingida e está em estado grave. Xuruca havia se mudado recentemente para Santa Catarina após sobreviver a um atentado do PCC no dia 15 de julho, ocasião em que estava em um carro blindado. A disputa entre as duas facções se espalha pelo.pais. Essa semana duas balsas de combustível utilizadas pelo Comando Vermelho em Jatuarana (CV), em Manaus, foram atacadas, roubadas e incendiadas por piratas ligados ao PCC na manhã de hoje. Os criminosos transferiram as cargas para uma terceira embarcação antes de fugirem. Sete integrantes do Comando Vermelho foram presos em Cáceres, no Mato Grosso. A primeira ocorrência aconteceu ontem no bairro Jardim Paraíso (CV), onde quatro criminosos foram detidos após tentarem matar um membro do PCC na Avenida Radial I. Já a segunda ocorreu na terça-feira, quando outros três integrantes do CV foram presos após uma tentativa de homicídio contra um membro do PCC no bairro Marajoara (PCC). Recentemente, Dois membros do PCC foram mortos ontem por integrantes do Comando Vermelho na Cidade Peixoto Azevedo, Mato Grosso. A execução ocorreu no bairro Centro Antigo (Em Guerra). A Tropa do Sangue Azul (CV), de Mossoró, está ameaçando integrantes do PCC do bairro União (PCC), em Manaus. Eles ivulgaram uma lista de membros do PCC decretados com valores de recompensas que variam de R$50 mil a R$500 mil. O Comando Vermelho do Rio Grande do Norte recebe forte apoio do CV do Norte, especialmente do CV do Amazonas. Além disso, alguns integrantes do CV do Ceará também têm investido e ampliado influência no estado, fortalecendo as conexões entre as células da facção. Senana passada dois homens foram sequestrados por integrantes do Comando Vermelho na manhã de ontem, em Sinop (CV), no Mato Grosso. Horas depois, eles foram encontrados mortos em uma zona rural da cidade. Um dos corpos estava com os olhos arrancados e dedos cortados, além de apresentar sinais de tortura. Sinop é totalmente controlada pelo CV, mas o PCC mantém presença na cidade sem disputa territorial. Há duas semanas, um integrante do PCC foi morto na cidade. Ainda não se sabe se os dois homens assassinados tinham ligação com o PCC ou se possuíam alguma dívida com o CV. FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

Condenado a 60 anos por morte de idosos na Ilha negou o crime e disse que advogada lhe avisou sobre o caso após ver reportagem. RELEMBRE O FATO

Relembre agora como foi o asssasinato de um casal de idosos em outubro do ano passado na Ilha do Governador. O acusado do crime Luiz Carlos Custódio Pereira foi condenado a 60 anos pelo crime. Narra a denúncia que: “No dia 29 de outubro de 2024, por volta de 08 horas, na Rua Amanda Guimarães, nº 563, na Portuguesa, no bairro de Ilha do Governador, Luiz Carlos, subtraiu bens e valores de propriedade de Selma Muniz Santos (nascida em 08 de fevereiro de1948) e Antonio Sidinei Rocha dos Santos (nascido em 13 de novembro de 1955). Consta do incluso procedimento que o denunciado era companheiro de uma mulher que trabalhava na casa das vítimas, tendo esta o indicado para fazer trabalho de marcenaria na residência do casal. No dia dos fatos, após se apropriar da chave da residência dos idosos, que sua companheira possuía, o denunciado foi até o local, com a intenção de subtrair bens e valores. Após ingressar no imóvel, o acusado se deparou com Antonio, oportunidade em que o agrediu com um objeto contundente, causando-lhe lesões corporais. Em seguida, o denunciado agrediu a idosa, que estava na cama, com esganadura e com um instrumento perfurante, causando-lhe lesões corporais. As lesões produzidas nas vítimas, foram a causa eficiente de suas mortes, conforme fazem certos os laudos de exame cadavérico. Luiz Carlos subtraiu o telefone celular de Antonio, o telefone celular e a carteira de Selma, com uma pequena quantia. Após a subtração, ele se evadiu do local.” A sua ex-companheira o reconheceu-o nas gravações, descrevendo inclusive suas roupas, sem hesitação. O delegado responsável pelo caso confirmou que o acusado relatou ter jogado as roupas usadas no crime ao mar, demonstrando ciência do nexo com o delito. Além disso, familiares das vítimas confirmaram a animosidade prévia entre Selma e o acusado, bem como o fato de a companheira do réu ser a única pessoa fora do núcleo familiar a possuir uma cópia da chave da casa, o que era de conhecimento do réu, reforçando a narrativa da acusação. O interrogatório do acusado, que alegou ter estado na casa apenas para concluir serviço de marcenaria, não se sustenta frente ao conjunto probatório. Nenhum dos familiares confirmou a presença de serviço agendado, Antônio foi encontrado caído no corredor com uma lesão na cabeça, enquanto Selma apresentava pulsos amarrados e lesões perfurocortantes no tórax, sendo posteriormente constatado, por laudo cadavérico, que a causa da morte da mulher foi esganadura; que não foi possível apreender o instrumento perfurocortante utilizado; Luiz Carlos foi filmado entrando e saindo da casa por volta das 8h20min, e que ninguém mais entrou no local até o meio-dia, quando os corpos foram descobertos pelo filho e a sobrinha da vítima. O acusado respondeu que não; que não praticou o delito, negou ter pego a chave da casa das vítimas em algum momento; que chegou a realizar um serviço na casa das vítimas; que havia uma porta infestada de cupins que precisava ser substituída por uma porta de correr; que iniciou o serviço na quinta-feira e retornaria na sexta para finalizá-lo, mas acabou sendo assaltado e agredido, o que o levou a passar o dia no hospital, no Getúlio Vargas; que, por esse motivo, não retornou para concluir o trabalho na sexta-feira, mas decidiu ir no domingo finalizar o arremate da porta; que combinou diretamente com a senhora Selma que voltaria no domingo, pois ela teria um compromisso médico na segunda-feira; que chegou por volta de 7h30 da manhã, tendo combinado às 7h; que foi a própria senhora Selma quem abriu a porta; que tomou café com ela, concluiu o arremate da porta por volta de 8h30 e foi embora; que o senhor Antônio estava no quarto durante esse período; Falou que soube dos fatos por meio de sua advogada, que ligou após ver a reportagem; FONTE: TJ-RJ

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