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homicidio

Mulher morreu baleada a caminho do trabalho durante tiroteio no Catiri, diz página

Segundo informações divulgadas pela página Realengo TV no Facebook, Maria da Ajuda Santans do Nascimento, de 58 anos morreu baleada durante um confronto entre bandidos na comunidade do Catiri, em Bangu. A vítima estava a caminho do trabalho quando foi atingida. De acordo com informações preliminares, outra pessoa também foi atingida no Jardim Bangu e socorrida para uma unidade de saúde. O estado de saúde da vítima não foi divulgado. Relatos iniciais apontam que o confronto teria ocorrido durante uma invasão promovida por traficantes ligados ao Comando Vermelho oriundos da Vila Kennedy, o que provocou pânico entre moradores. Muitos relataram disparos intensos e correria na região. Procuradas pela reportagem, as polícias Civil e Militar ainda não responderam mas a página informou que equipes da Polícia Militar foram acionadas para conter a situação e reforçar o policiamento na área. O local foi isolado para a realização da perícia, e o caso será investigado pela Delegacia de Homicídios. Assista vídeo do local – Instagram

Identificado motoboy morto em assalto na Baixada. É o terceiro caso em uma semana

O motoboy Bruno Barbosa dos Santos, de 24 anos, foi morto a tiros durante um assalto na Rua da Matriz, no Centro de São João de Meriti, no fim da noite desta terça-feira (27). Ele foi abordado por dois criminosos em uma moto por volta das 21h30, teve o veículo roubado, acabou baleado no rosto e morreu no local. Os criminosos conseguiram fugir. Esse é o terceiro caso de entregador assassinado em menos de uma semana. Bruno estava trabalhando no momento que foi atacado pelos criminosos. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense.

Circula boato que influenciador digital teria sido morto por traficantes da Rocinha (CV) mas nada foi confirmado até agora

Circula desde ontem nas redes sociais que um influenciador digital conhecido como Rei da Jogada teria sido morto na Favela da Rocinha a mando de traficantes. A informação, porém, ainda não está confirmada. A Polícia Civil foi questionada a respeito mas perguntou para a reportagem quando teria ocorrido o fato e respondemos que o boato circula desde ontem e não tivemos mais retorno. Um morador da Rocinha disse que o fato ocorreu e que o influenciador teria sido morto por estar supostamente ajudando PMs a obter informações de traficantes. Contou que ele teria passado cinco dias dentro de um barraco apanhando até decidirem pela sua morte, mas nada foi confirmado até agora. Sobre o corpo, falou: “Aqui não acha corpo de ninguem” Outras especulações dizem que ele teria sido morto por causa de mulher ou inveja. O influenciador está a mais de 6 dias sem postar nada no Instagram e no Tiktok,. Segundo relatos, ele nunca ficou mais que 2 dias sem postar desde o seu começo. O.repórter Bruno Assunção também divulgou a informação em suas redes socias escrevendo que uma das hipóteses seria que o influenciador teria se envolvido com a amante do chefe do Comando Vermelho (CV) na área, identificado como John Wallace da Silva Viana, conhecido como Jhony Bravo. Ele é considerado foragido da Justiça e apontado como responsável por diversos homicídios e pelo tráfico de drogas. A segunda hipótese levantada é a de que teria sido armada uma suposta “mancada” contra o influenciador — gíria usada na favela para indicar que alguém estaria “no erro”. Ainda de acordo com a apuração, nessa versão, ele teria sido acusado de ser “X9”, termo utilizado no mundo do crime para designar informantes da polícia ou de grupos rivais, o que teria motivado a decretação de sua morte. Em contato com uma fonte da Delegacia de Homicídios da Capital, o.jornalista postou que a informação foi confirmada como de conhecimento através das redes sociais, mas a polícia afirmou que, até o momento, não foi oficialmente acionada para investigar o caso.

Justiça decreta prisão preventiva de Adilsinho por homicídio relacionado à máfia dos cigarros

A Justiça do RIo de Janeiro decretou hoje a prisão preventiva do bicheiro Adislon Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, por um homicídio supostamente relacionado a máfia de cigarros, segundo informações que constam no site do TJ-RJ. Segundo os autos, Adislinho agiu dolosamente, comandando as atividades ilícitas dos demais denunciados, concorreu para o crime, induzindo os executores a matarem Fabricio Alves Martins de Oliveira. O crime em análise foi realizado de forma organizada, mediante tocaia para surpreender a vítima, com a utilização de vestes da polícia, em um local público (posto de combustível), com armas de grosso calibre, inclusive fuzil (Auto de apreensão id. 866 – munições, inclusive calibre 7.62), tendo sido efetuados 14 disparos (Laudo de exame em local de morte violenta. O crime, está relacionado a disputas entre organizações criminosas rivais pela exploração do comércio clandestino de cigarros.O teor das interceptações telefônicas revela a atividade da organização voltada ao comércio ilegal de cigarros. Foram coletados elementos de informação acerca da participação dos acusados no crime. Um dos acusados, Alex de Oliveira Mattos atia no comércio ilegal de cigarros e a investigação apontou sua relação com a morte de FabrícioHá conversas entre Alex e sua esposa sobre Fabrício, indicando repulsa em relação a este diante de supostos “botes” praticados em transações anteriores. Em conversa com Alex, outro suspeito, José Ricardo Gomes Simões, há menção a homicídios praticadosinclusive mediante paga, além de tratarem sobre a possibilidade de morte de outro sujeito que também estaria envolvido no comércio ilegal de cigarros. Na mesma conversa, os acusados falam especificamente de Fabrício e de sua companheira, , com questionamentos acerca da razão de Fabrício estar vivo. Salienta-se que o diálogo se deu aproximadamente 5 (cinco) meses antes da morte do assassinato. Os autos apontam ainda Daniel Maia como envolvido e um trecho de conversa com Simões que indica o envio de foto de um homem chamado Rafael discutindo-se a sua localização. Em seguida, Danielnforma que está buscando informações sobre o indivíduo. A investigação apurou que Rafael ” estaria envolvido no comércio de cigarros. Cumpre ressaltar que Rafael nha relação com Fábio, sujeito que foi executado ao sair do enterro de Fabrício. Ademais, Fábio era primo de Rafael. Rafael disse que Fábio , lhe falou que Fabrício atuava no comércio ilegal de cigarros. Ainda no que se refere a Daniel, este possuía em sua galeria de fotografias imagens dos documentos de Fabrício no dia da sua morte. Em relação a Adilsinho, ele é apontado como “01”, responsável pela tomada de decisões, sendo possível concluir que a morte de desafetos exigiria sua concordância ou ordem. Ainda sobre ele,, este é citado por Rafael em suas declarações que não descartava a possibilidade de Fabrício ter sido morto pela “máfia de Caxias” Os envolvidos são pessoas perigosas e voltadas para o cometimento de ilícitos penais encaixados na alta criminalidade. A investigação revelou que os acusados integram uma organização criminosa que explora, ilegalmente, o comércio de cigarros contrabandeados ou fabricados em território nacional sem autorização do órgão competente. A constituição de organização criminosa armada e estruturada para a exploração ilegal de cigarros contrabandeados, por si só, evidencia a gravidade concreta do crime e justifica a decretação da prisão preventiva, especialmente para a garantia da ordem pública, objetivando tanto a interrupção das atividades ilegais da organização, bem como tutelar a saúde pública dos consumidores.

Tiroteio em Jacarepaguá que deixou morto e feridos foi disputa entre milícia e tráfico, diz página. VIDEO

Segundo informações que foram divlgadas na página Taquara News no Facebook, no tiroteio que ocorreu na manhã de hoje na Estrada do Cafundá, em Jacarepaguá, traficantes atacaram um miliciano que fazia cobranças no local. De acordo com a página, a partir daí começou uma troca de tiros. Um dos envovlidos acabou vindo a óbito no local. Segundo informações preliminares, outras duas pessoas ficaram feridas. Ainda não há informações de suas identidades. A Polícia Militar foi acionada e está no local aguardando a Ambulância para a retirada do corpo. O miliciano executado nas proximidades do Morro do Jordão era ligado ao Gat do Playboy e o vulgo do miliciano morto era ‘HG’. Durante o ataque de traficantes da Tropa do Carioca um senhor foi baleado A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga a morte de um homem, ainda não identificado. Na ação criminosa, outras duas pessoas também ficaram feridas. Diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime. A  Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 18º BPM (Jacarepaguá), policiais militares foram acionados, na manhã desta segunda-feira (26/01), para verificar uma ocorrência de disparos de arma de fogo na Estrada do Cafundá, no bairro do Tanque, Zona Oeste do Rio de Janeiro. No local, as equipes encontraram um homem ainda não identificado, já em óbito. Outras duas pessoas foram atingidas e socorridas para uma unidade de saúde da região, onde recebem atendimento médico. A área foi isolada para os trabalhos da perícia e os órgãos competentes foram acionados. A ocorrência será registrada na delegacia responsável, que ficará encarregada da investigação.

Um dos presos que tentou fugir de cadeia em Bangu foi condenado por homicídio contra um suposto informante da polícia e chegou a dizer que era do alto escalão do CV

Um dos detentos que tentaram fugir do presídio Plácido Sá Carvalho, em Bangu, na madrugada de hoje, vulgo Aranha, responde a processo no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, acusado de um homicídio cometido em 2009 na comunidade da Chatuba, em Mesquita, na Baixada Fluminense.. Ele foi condenado a 14 anos de prisão após ser julgado por júri popular. Na ocasião, comparsas levaram Aranha até a residência da vítima, que foi atingida por vários tiros. A vítima Ivanildo Alves dos Santos Filho ficou gravemente lesionada na cabeça. Ela foi colocada em um carrinho de mão e jogada no Rio Sarapuí,, não sendo mais localizada. O crime foi praticado sob alegação de que Ivanildo seria informante da polícia, segundo o que consta no processo. De acordo com os autos, Aranha detinha várias anotações criminais em sua folha penal e confessou na época por iniciativa própria que gerenciava boca de fumo e participava do alto escalão do Comando Vermelho. Os presos chegaram a render um policial penal, mas um dos agentes de segurança percebeu a ação e acionou o alarme.

Mais um entregador de pizza morreu baleado no Rio em assalto

Paulo Vitor de Souza Lopes , de 22 anoa, morador do Bela Vista, foi morto durante um assalto na Avenida Cesário de Melo, nas proximidades do Condomínio Oito, no sentido Joaquim Magalhães, em Senador Vasconcelos, na Zona Oeste do Rio . Criminosos atiraram contra o jovem e fugiram levando sua moto, que depois foi encontrada abandonada em Campo Grande. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital. No momento do crime, o jovem realizava uma entrega de pizza. Foi o segundo caso envolvendo entregadores no Rio em menos se uma semana. Há alguns dias, Marcelo Julio da Silva, de 52 anos, foi morto a tiros durante uma tentativa de assalto em Irajá, ontem (21). Após uma entrega, o motociclista foi abordado por dois homens armados, tentou fugir e acabou baleado.

Homem com esquizofrenia está com prisão temporária decretada suspeito de matar a própria mãe com uma facada no pescoço em São Gonçalo

Segundo processo no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, a polícia está a procura de Guilherme Vieira de Ávila, que tem a prisão temporária decretada suspeito de matar a própria mãe. Regina Célia Vieira Pestana de Ávila com uma facada no pescoço em São Gonçalo. Após o crime, o acusado fugiu do local dos fatos e permanece em paradeiro desconhecido, Regina foi encontrada morta no interior da sua residência apresentando ferimentos compatíveis com golpes de arma branca na região do pescoço. Segundo investigações, a vítima residia exclusivamente com o filho, que apresenta histórico de transtorno psiquiátrico grave, havendo relatos de que havia interrompido uso de medicação, situação que estava gerando conflitos no ambiente doméstico. De acordo com o depoimento de uma filha da vítima descrito nos autos, Guilherme era esquizofrênico, em tratamento desde por volta de 20 anos de idade. Segundo ela, o tratamento oscilava, com Guilherme parando de tomar remédios quando entendia estar bem. Quand ocorria isso havia estresse com Regina. No geral, era um bom relacionamento entre Guilherme e Regina, nunca tendo havido agressividade entre os dois; A irnã de Regina contou que ela vinha comentando das dificuldades enfrentadas com o filho. A vítima lhe informou a resistência por parte de Guilherme em tomar os remédios necessários para o tratamento. Falou que Guilherme nunca agredira Regina, porém Regina percebia que Guilherme provocava pessoas na rua. Disse que Guilherme não estava querendo tomar os remédios e sempre foi gentil e trabalhador. Ela contou que não estava conseguindo falar com Regina e acompanhou a sobrinha ao imóvel, a fim de verificar se havia ocorrido algo. Elas acionaram chaveiro e ao entrar no imóvel viram o corpo de Regina no colchão, reconhecendo-o cabalmente. A casa não estava revirada, sem sinais de arrombamento

Justiça diz que há achados periciais que indicam que jornaleiro que desapareceu em Niterói pode sido morto no ‘microondas’. Local para ele foi levado é ponto de execução e desova de cadáveres

Processo que tramita no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro contra os dois presos suspeitos de envolvimento no desaparecimento do jornaleiro Eduardo Aguiar Ferreira revela que o local onde a vítima sumiu em Duque de Caxias é um lugar ermo conhecido como ponto de execução e desova de cadáveres e houve achados periciais compatíveis com o método conhecido como “micro-ondas”, típico de execução e destruição completa de cadáver, ainda que não tenham sido localizados restos mortais. Eduardo sumiu em 24/11/2025, no bairro de Itaipu, em Niterói/RJ. Consta que a vítima foi abordada por ao menos três indivíduos armados e encapuzados, sendo constrangida a ingressar no referido automóvel, que passou a se deslocar inicialmente em direção ao município de Magé, seguindo posteriormente para a Rua Um, acesso Narcisa Amália, em Duque de Caxias, conforme dados de geolocalização extraídos do aparelho celular. No curso das diligências, foi localizado um veículo Toyota Corolla, ano 2003/2004, incinerado, com placas removidas e número de chassi suprimido, circunstâncias que, aliadas às imagens captadas e aos depoimentos colhidos, revelam compatibilidade com o automóvel empregado na empreitada criminosa. Os elementos também indicam a vinculação direta dos acusados presos Thiago Brício Nogueira e Rafael Gonçalves Pacheco ao veículo, notadamente em razão de sua aquisição e suposta alienação em data imediatamente anterior aos fatos, bem como por movimentações financeiras entre eles e pelas versões contraditórias apresentadas acerca da efetiva utilização do automóvel. Thiago detinha a posse e o domínio do automóvel imediatamente antes dos fatos, tendo inclusive submetido o bem a avaliação mecânica na véspera do crime, circunstância que sugere prévia preparação do meio empregado na empreitada. Há, ainda, indícios de que referido veículo foi disponibilizado conscientemente ao grupo executor, sendo reconhecido por testemunhas como o automóvel utilizado no sequestro e compatibilizado com o trajeto apurado por meio de dados de geolocalização do aparelho celular da vítima, o que permite inferir, em juízo de probabilidade, que a cessão do bem integrou a dinâmica do fato. Outro elemento relevante reside nas movimentações bancárias ocorridas no próprio dia dos fatos, quando foram realizados depósitos fracionados e transferências via PIX que totalizaram aproximadamente R$ 9.000,00, parte dos quais retornou à conta de titularidade de Thiago, sem causa lícita documentalmente comprovada. Tais operações, realizadas de forma fracionada, em data coincidente com o crime, constituem indício de coordenação financeira contemporânea à execução. Essas movimentações ganham especial relevo diante da informação prestada por testemunha no sentido de que, no momento das transferências, Thiago não mencionou qualquer intenção de vender o veículo Toyota Corolla utilizado no crime, limitando-se a informar que os valores se destinariam à aquisição de um veículo táxi, o que se mostra incompatível com a versão defensiva posteriormente apresentada e configura contradição objetiva relevante quanto ao meio empregado na empreitada. Sobre Rafael, há vínculos com a cessão do veículo e participação nas versões contraditórias apresentadas acerca da destinação do automóvel e da finalidade das transferências bancárias. A investigação tem se baseado em vários aspectos a) prova testemunhal idônea acerca do arrebatamento violento da vítima por indivíduos armados e encapuzados, em plena via pública e durante o dia;b) dados técnicos de geolocalização do aparelho celular da vítima, que demonstram seu deslocamento forçado até local ermo conhecido como ponto de execução e desova de cadáveres, com cessação definitiva de qualquer sinal ou comunicação; c) localização posterior do veículo utilizado na empreitada completamente incinerado, com chassi recortado, motor removido e sinais identificadores suprimidos, revelando conduta deliberada de eliminação de vestígios; d) achados periciais compatíveis com o método conhecido como “micro-ondas”, típico de execução e destruição completa de cadáver, ainda que não tenham sido localizados restos mortais. Segundo a Justiça, a ausência de localização do corpo não fragiliza comprovação do crime. A dinâmica apurada “arrebatamento, condução forçada, deslocamento até local ermo, destruição do veículo e desaparecimento definitivo da vítima” é típica de execução preordenada, incompatível com hipóteses alternativas como fuga voluntária ou cárcere prolongado, o que evidencia, com grau elevado de probabilidade, a ocorrência do resultado morte. A Justiça descreve a extrema gravidade dos fatos narrados, que envolvem sequestro, homicídio qualificado e ocultação de cadáver, além de do modus operandi sofisticado e profissional, com planejamento prévio, utilização de veículo fornecido pelos acusados, destruição de provas e provável atuação em contexto de criminalidade organizada; A motivação do crime apurada seria a conexão com atividades ilícitas relacionadas ao comércio ilegal de cigarros. Thiago e Rafael tiveram as prisões preventivas decretadas na última quinta-feira (22).

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