Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

homicidio

PM morto em Nova Iguaçu seria ligado à milícia de Juninho Varão e pode ter sido alvo de grupo rival

Informações que circulam nas redes sociais apontam que o policial militar assassinado no fim de semana passado em um salão de festas no bairro da Luz, em Nova Iguaçu, seria conhecido pelo apelido de “Mineiro”. Sua execução poe ode estar ligada à disputa entre grupos paramilitares que atuam na Baixada Fluminense. De acordo com publicações que vêm sendo compartilhadas, ele teria ligação com a milícia comandada por Juninho Varão e seria apontado como um dos responsáveis pela atuação do grupo em diferentes áreas do município. Entre os bairros citados estariam Miguel Couto, Figueira, Vila de Cava, Santa Rita, Corumbá, Tinguá, Marambaia, Luiz de Lemos e Posse. As mesmas informações divulgadas nas redes também afirmam que Mineiro já teria sido citado em investigações relacionadas a homicídios na região. Esses casos estariam sendo apurados pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) e pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). Outro episódio que vem sendo associado ao nome do policial ocorreu no mês passado, quando um grupo armado supostamente ligado a ele teria promovido um ataque a tiros em um bar no bairro Cerâmica, também em Nova Iguaçu. A ação deixou seis mortos e vários feridos, aumentando a tensão na região. Inicialmente, surgiram relatos de que a morte de Mineiro estaria relacionada a conflitos internos dentro da própria quadrilha de Juninho Varão. No entanto, novas versões começaram a circular indicando que o policial pode ter sido executado por paramilitares de Itaguaí ligados a PL, outro grupo que disputa áreas de atuação na Baixada Fluminense. Ainda segundo essas informações, Juninho Varão teria invadido nesta semana o bairro do Chaperó, em Itaguaí, território associado ao grupo rival. Durante a incursão, um miliciano acabou morto, o que pode ter intensificado ainda mais o confronto entre as organizações criminosas. As circunstâncias do assassinato do policial e as possíveis conexões com disputas entre milícias seguem sob investigação.

Entre milícias e tráfico: assassinato de Léo Problema aprofunda disputa na Zona Sudoeste do Rio

A morte do miliciano conhecido como Léo Problema, na região da Taquara, Zona Sudoste do Rio, continua cercada de mistério e versões conflitantes. Nas redes sociais e em parte da imprensa, circulou a informação de que o crime teria sido cometido por traficantes do Comando Vermelho (CV). No entanto, uma fonte ouvida pela reportagem aponta outra possibilidade: o assassinato pode ter sido praticado por integrantes da própria milícia ligada a ele. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). De acordo com relatos que circulam nas redes, Léo Problema estaria envolvido na recente disputa armada pela Vila Sapê, em Curicica. A comunidade foi tomada por traficantes do Comando Vermelho, e desde então milicianos ligados a Betinho, com apoio de criminosos do Terceiro Comando Puro (TCP) e do próprio Léo Problema, estariam tentando retomar o controle da área. Nos meses anteriores, Léo Problema também participou de outras investidas na região. Ele teria contado com o apoio de milicianos das áreas do Catiri e de Santa Cruz para invadir a comunidade do 700, na Taquara, além da localidade conhecida como Dois Irmãos, em Curicica. Essas movimentações teriam provocado atritos com outro grupo miliciano que atua na região, ligado à comunidade de Rio das Pedras e ao miliciano André Boto, atualmente preso. Outra informação que circula nos bastidores do crime organizado é que Léo Problema teria sido o responsável pela morte do miliciano conhecido como Barraca, antigo chefe da região do Camorim, em Jacarepaguá. Barraca foi assassinado em janeiro deste ano, em Cabo Frio, na Região dos Lagos. Durante parte dessa disputa por territórios na Zona Oeste, Léo Problema manteve como aliado o miliciano Play do Jordão. Porém, com o agravamento das disputas internas entre grupos milicianos em Jacarepaguá, os dois teriam rompido. Play do Jordão teria ajudado Léo Problema em ofensivas contra o grupo dos irmãos Juvino — Damião e Nem —, que controlavam áreas da Taquara. Damião acabou assassinado posteriormente, e Léo chegou a ser apontado como um dos suspeitos pelo crime. Antes de ganhar protagonismo nas disputas da região, Léo Problema atuou como segurança do miliciano Horácio, que controlava áreas da Praça Seca e de Jacarepaguá. Horácio foi assassinado em 2023, em Búzios, e, após sua morte, Léo Problema e Play do Jordão teriam iniciado um processo de expansão territorial sobre outras milícias da região. Para isso, contaram também com o apoio de criminosos conhecidos como Acrísio e Tota, ligados à milícia da Favela Cabeça de Porco. Além das mortes de Horácio, Damião e Barraca, Léo Problema também era apontado como suspeito de envolvimento no assassinato do miliciano Cientista, morto em Jacarepaguá em 2024. Cientista teria ligação com uma milícia que atua na Baixada Fluminense. Na década passada, Léo Problema chegou a integrar a própria milícia dos irmãos Juvino. Na época, segundo investigações, ele teria participado de um homicídio e de tentativas de assassinato contra integrantes do grupo rival comandado por Orlando Curicica. Com um histórico de disputas internas, alianças rompidas e conflitos por território na Zona Oeste, a morte de Léo Problema abre novas perguntas sobre quem teria interesse em eliminá-lo — se traficantes rivais ou integrantes do próprio universo miliciano. Léo Problema acumulava sete passagens pela polícia, com registros por homicídio simples, homicídio qualificado, organização criminosa, roubo e porte ilegal de arma.

Miliciano pivô de guerra em Jacarepaguá foi executado

Apontado como pivô de uma guerra entre milicianos em Jacarepaguá nos primeiros meses do ano, o criminoso conhecido como Léo Problema foi assassinado na noite de hoje na Estrada dos Bandeirantes, na Taquara Informações preliminares apontam que Léo Problema foi pego quando se preparava para sair ao encontro de outros milicianos para uma suposta reuniâo. Relatos nâo oficiais apontam que ele foi executado por traficantes do CV. Um homem que estava com.ele foi ferido. Segundo policiais, houve troca de tiros no local, dois foram baleados. Um.deles chegou a sair do veículo depois e correu para o posto e foi socorrido A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, na noite de quarta-feira (11/3), policiais militares do 18º BPM (Jacarepaguá), durante patrulhamento pela Estrada dos Bandeirantes, na Taquara, localizaram um homem ferido por disparos de arma de fogo nas proximidades de um posto de combustíveis.Durante buscas nas imediações, os policiai encontraram, cerca de 400 metros à frente, um veículo com diversas marcas de tiros. No interior do automóvel havia um homem em óbito.O homem ferido foi socorrido ao Hospital Municipal Lourenço Jorge.Ocorrência em andamento na DH. Foi o terceiro assassinato na Taquara em um curto intervalo de tempo. Poucas horas atrás, dois homens também foram executados com tiros de fuzil na Estrada do Meringuava após tiroteio. Segundo relatos, ambos eram milicianos e estavam realizando cobranças no comércio da região. Em relação ao caso da Estrada da Meringuava, a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga as mortes de dois homens, ainda não identificados. Diligências estão em andamento para apurar os fatos .Quanto à ocorrência na Estrada dos Bandeirantes, a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) apura as circunstâncias da morte de um homem, ainda não identificado. Na ação criminosa, um outro homem ficou ferido e foi socorrido a uma unidade de saúde. Agentes realizam diligências para identificar a autoria do crime. Quem.é Léo Problema Segundo informações que circularam na Internet após tomar todas as áreas dos irmãos Juvino na Taquara, Léo Problema se juntou a milicianos do Catiri e Santa Cruz para tomar comunidades em Curicica. Em janeiro, ele liderou uma invasão a comunidade do 700 na Taquara que terminou em intenso tiroteio. Milicianos em fuga invadiram a pista da Transolimpica e fizeram uma família de refém.

Traficantes do CV são suspeitos de matar motorista da Prefeitura de Búzios por causa de dívida de drogas, diz Justiça

A Justiça decretou ontem a prisão de um traficante do Comando Vermelho vulgo Zóio, suspeito de ser um dos executores de um homicídio cometido na cidade de Armação de Búzios, na Região dos Lagos. A vítima era motorista da Prefeitura. O bandido já estava preso. Segundo os autos, os mandantes do crime teriam sido os bandidos conhecidos como Novinho e DG. Zóio teria sido um dos executores junto com GB, Baiano e um adolescente vulgo Cocão. De acordo com a decisão judicial, houve rumores de que a vítima poderia ter sido confundida com um informante do traficante “Macaco”, vinculado à facção rival TCP, hipótese que não foi descartada nas apurações iniciais, embora as confissões posteriores tenham confirmado que a motivação principal foi uma dívida de drogas no valor aproximado de R$ 3.000,00 entre a vítima e o grupo liderado por “Novinho. Um PM disse que a vítima Geovan estava na construção de uma casa quando três indivíduos chegaram ao local, chamaram ele e, após breve diálogo, passaram a efetuar disparos de arma de fogo, perseguindo-o pela via pública até sua morte. A esposa da vítima, afirmou que convivia há 14 anos com Geovan, descrevendo-o como homem trabalhador, sem envolvimento com o tráfico ou uso de drogas. Declarou ainda que não possuía a senha de desbloqueio do celular apreendido da vítima, que trabalhava como motorista da Prefeitura de Armação dos Búzios e que desconhecia qualquer ameaça recente. Duas outras testemunhas disseram que Geovan estava na obra para ajudar no “virar laje”, quando três indivíduos chegaram perguntando “quem é o Du Mato”, chamando-o para fora e, em seguida, abriram fogo contra ele, sem subtraírem qualquer pertence. Ambos relataram que os autores ameaçaram os presentes, advertindo que, se alguém “abrisse o bico”, seria morto, o que explica o posterior temor das testemunhas em proceder ao reconhecimento fotográfico dos autores. No curso das investigações, Zóio foi preso em flagrante por tráfico e porte de arma, (APF ) ocasião em que confessou espontaneamente a autoria do homicídio, relatando que a decisão de matar Geonva partiu dele próprio, tendo solicitado autorização das lideranças da facção via grupo de WhatsApp, sendo prontamente autorizado por “DG e Novinho. Mencionou falsamente os nomes de “RD” e “Miguel”, indivíduos não identificados e sem relação com o fato.As diligências seguintes comprovaram que, possivelmente, Zóio utilizou tais nomes para encobrir os reais comparsas, identificados posteriormente como GB e Cocão. Relatou que vendeu as drogas que originaram a dívida, que a vítima devia cerca de R$ 3.000,00, e que, no dia do crime, foi até o local acompanhado de dois comparsas, todos armados ¿ ele com um revólver calibre .38 e os outros com pistolas 9mm. Descreveram que chamaram a vítima para conversar e, ao perceberem sua tentativa de fuga, efetuaram aproximadamente dez disparos. O adolescente, enteado de Zóio, também confessou participação, afirmando que foi coagido pelo padrasto a participar da execução sob ameaça de morte. Disse que portava um revólver calibre .38 e, após ver a vítima cair, efetuou dois disparos na região do rosto de Geovan, confirmando ainda a presença de “GB” e “Baiano” . Declarou não saber o motivo exato, mas acreditava tratar-se de “guerra de facções”. Com base nessas informações, equipes da 127ª DP e da P2 do 25º BPM também prenderam Baiano. Durante sua prisão, ele portava 28 pinos de cocaína e admitiu participação no homicídio, esclarecendo em detalhes a dinâmica completa do crime. Disse que recebeu ordem direta de “DG”, por orientação do “patrão” “Novinho”, para “pegar um homem e trazê-lo para o Sem Terra”, sob o pretexto de que este informaria paradeiro de integrantes do TCP. Informou que se encontrou inicialmente com Cocão na Praça do INEFI, de onde ambos desceram a pé pela Avenida José Bento Ribeiro Dantas até a localidade da Marina, encontrando Zóio e GB já posicionados. No local, receberam três armas de fogo ¿ dois revólveres calibre .38 (um de cano curto e outro longo) e uma pistola preta. Segundo Baiano, Zóio ficou com a pistola, Cocão com o revólver de cano curto e GB com o revólver de cano longo, enquanto ele permaneceu em ponto estratégico, na esquina, fazendo a contenção e observação do movimento policial . Narrando a sequência dos fatos, Baiano disse que os três executores seguiram até o local onde Geovan se encontrava, ouviu em seguida diversos disparos e, logo depois, viu os comparsas retornarem correndo. No trajeto de fuga, Cocão comentou que havia descarregado o revólver no rosto da vítima, enquanto Zóio e GB afirmaram também terem descarregado suas armas. Todos fugiram a pé pela mesma rota, seguindo depois para a Praia da Ponta do Pai Vitório. Posteriormente, Baiano reconheceu por fotografia o revólver de cano longo preto calibre .38 utilizado no crime, informando que tal arma estava sob posse de GB no momento da execução, sendo este armamento posteriormente apreendido em outro procedimento policial (013-04475/2024).GB, por sua vez, negou envolvimento, alegando que estava em um lava-jato durante o crime. Segundo o setor de inteligência da 127 DP, Novinho o dono do movimento (patrão) e DG seu imediato em hierarquia, gerenciando o tráfico na localidade. Ambos já são conhecidos pelos agentes das forças de segurança, tanto da polícia civil quanto da polícia militar. Cabe destacar que duas testemunhas foram novamente intimadas para reconhecimento formal dos autores, mas preferiram não fazê-lo alegando falta de condições visuais, o que se entende como reflexo do temor decorrente das ameaças proferidas durante o crime.”

Saiba mais sobre traficante holandês que seria beneficiado por uma suposta propina paga por uma advogada a um delegado da PF preso ontem. O criminoso tinha 40 imóveis no Rio

O traficante holandês Gerel Lusiano Palm, que segundo investigações seria beneficiado por uma suposta propina paga por uma advogada a um delegado da Polícia Federal preso nesta semana, foi acusado de tentativa de duplo homicídio na cidade de Noordeloos, na Holanda, em dezembro de 2016. A informação foi publicada pelo jornal Tennessee Tribune. De acordo com a reportagem, as duas vítimas — homens de 28 e 35 anos, moradores de Rotterdam — ficaram gravemente feridas no ataque. Ainda segundo o veículo, Palm foi preso em março de 2017, em Paramaribo, capital do Suriname, antiga colônia holandesa na América do Sul. No entanto, ele conseguiu fugir da prisão apenas 12 dias depois, após desarmar um guarda e mantê-lo sob a mira de uma arma durante a fuga. A escapada levantou suspeitas entre autoridades locais, já que, segundo fontes do sistema penal, seria praticamente impossível fugir da penitenciária de Duisburglaan, localizada no bairro Flora, nos arredores de Paramaribo, sem algum tipo de ajuda interna, devido ao alto nível de segurança do local. Palm voltou a ser preso em 2021, no Rio de Janeiro, acusado de tentativa de homicídio. Pelo crime, acabou condenado a 20 anos de prisão. Segundo reportagem publicada no ano passado pelo Portal AZ, Palm teria acumulado mais de 40 imóveis na cidade do Rio de Janeiro. Os bens estariam sendo administrados por sua esposa, que também chegou a ser mencionada no processo de extradição e atualmente cumpre prisão domiciliar. Durante o julgamento relacionado ao caso ocorrido na Holanda, uma das vítimas esteve presente e afirmou que não sabia por que Palm tentou matá-lo, já que os dois eram amigos. “O fato de ele querer fazer isso comigo realmente me afetou. Eu perdi a fé nas pessoas”, disse a vítima. Investigadores também ligam Palm ao líder do crime organizado Ridouan Taghi, apontado como chefe de uma das mais violentas organizações criminosas da Europa. De acordo com as investigações, Palm teria fugido da prisão no Suriname em um veículo de alto padrão que o aguardava do lado de fora do presídio. Ele possui um longo histórico criminal. Entre as condenações está uma sentença de nove anos de prisão por um tiroteio de vingança ligado ao tráfico de drogas, ocorrido em 2001. A polícia holandesa também suspeita do envolvimento de Palm no assassinato de Ronald Bakker, funcionário de uma loja de equipamentos de espionagem na cidade de Huizen, em 2015. O crime teria sido organizado por Taghi. Bakker foi morto perto de sua casa, e sua filha presenciou o assassinato. Investigadores acreditam que o crime possa ter sido motivado pelo fato de que a loja onde a vítima trabalhava havia sido alvo de buscas policiais após criminosos suspeitos comprarem dispositivos de rastreamento no estabelecimento. Palm chegou a ser preso no caso, mas acabou libertado poucos dias depois por falta de provas. Após deixar a prisão, ele decidiu se mudar para o Suriname, onde, segundo relatos, passou a viver sem grandes preocupações em se esconder das autoridades. Em 2016, o blogueiro de crimes holandês Martin Kok foi assassinado, e novamente surgiram suspeitas sobre a participação de Palm no caso. Na tentativa de capturá-lo, autoridades holandesas chegaram a dobrar a recompensa oferecida por informações sobre seu paradeiro, passando de cerca de US$ 18 mil para mais de US$ 36 mil. Considerado um dos maiores traficantes ligados ao crime organizado europeu, Palm aguarda atualmente a conclusão de seu processo de extradição no Brasil. O governo da Holanda busca levá-lo de volta à Europa, enquanto autoridades dos Estados Unidos também demonstraram interesse no caso, por meio da DEA, que investiga conexões internacionais do criminoso.

Condenado pela morte de advogado no Centro do Rio, PM foi acusado de homicídio ligado a milícia em Caxias, diz Justiça

Isso a Globo não deu. Segundo o TJ-RJ, o policial militar Leandro Machado da Silva, vulgo Cara de Pedra, um dos condenados pela morte do advogado Rodrigo Marinho Crespo, foi acusado em processo que vai julgar os acusados da morte de Charles Augusto Ponciano, em 04 de dezembro de 2020, em Duque de Caxias. Acabou sendo impronuncíado e não vai a juri popular mas ainda não houve absolvição sumária. Segundo os autos, o crime foi praticado durante um churrasco em que a vítima estava presente, tendo os denunciados descido do veículo e efetuado disparos de arma de fogo em sua direção, momento em que Charles correu para dentro da casa e o comparsa de Leandro, na posse de um fuzil, o seguiu e efetuou mais disparos na direção de Charles. De acordo com a denúncia, Alguns dias depois, os milicianos ficaram sabendo disso, que então, Charles e o amigo estariam marcados para morrer. Cara de Pedra, apontado como miliciano, foi até a residência de Charles (alguns dias antes de sua morte) para dizer que estava tudo bem entre eles.  A decisão judicial informa que o crime foi praticado por motivo torpe, em razão de disputa de território entre duas organizações criminosas, ocasionado pela suposta participação da vítima em um grupo criminoso rival.  Outro fato relevante é que as munições utilizadas, segundo informação técnica prestada nos autos, foram adquiridos pelo exército- Paracambi/RJ, nota fiscal n.º 000061491, com emissão em 23.12.2013. No procedimento n.º 861-01230/2020, o Laudo de Exame de Componentes de Munição (DH-BF-SPC-002413/2020) referente aos estojos deflagrados, extraídos do local do crime, no qual aponta o calibre sendo 5,56mm, marca CBC, fabricação brasileira, lote BQJ03, ano de fabricação Consta ainda no referido laudo, que em consulta à indústria dos cartuchos examinados, é possível informar que o lote BQJ03 foi adquiridopela PMERJ, nota fiscal nº254.317, com emissão em 30/04/2008; nota fiscal nº 255.168, com emissão em 31/05/2008 e nota fiscal nº 261.911, comemissão em 30/11/2008. Por fim, os denunciados Leandro e seu comparsa exercem a função de policiais, o que facilita o acesso dos mesmos a armas de fogo, sendoprudente a prisão para evitar que ameacem testemunhas, ainda mais porque identificaram os autores do fato como integrantes do grupo demilícia.

Mototaxista desapareceu em Senador Camará e teria sido morto por traficantes, diz página

Publicação da página Bango Notícias aponta que o mototaxista Lucas Braga estaria desaparecido desde o último dia 5, em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio. Segundo a página, o rapaz ele teria sido morto por traficantes que atuam na região. Moradores relataram que o crime teria sido ordenado por um criminoso conhecido como “Sabão”, apontado como chefe do tráfico local. Ainda de acordo com a página, mais de 30 pessoas já teriam desaparecido na região

Morto em ataque em Cachoeiras de Macacu foi citado em reportagens na década passada como sendo chefe de uma quadrilha de agiotagem que agia na Região dos Lagos e que tinha patrimônio de R$ 11 milhões

Morto em um ataque a tiros na madrugada de hoje em Cachoeiras de Macacu, Ricardo Oliveira da Silva, de 62 anos, conhecido como Sapão, foi tema de matérias da imprensa na década passada. Segundo o que foi publicado na época, ele e a esposa foram presos suspeitos de comandar uma organização criminosa que tinha como principal objetivo o de explorar o crime de agiotagem em Araruama. Quando foi preso, Sapão e a mulher estavam em uma sua residência, de aproximadamente 2 mil metros quadrados, em Araruama. Com eles, foram encontradas e apreendidas, uma caixa contendo 21 (vinte e uma) munições intactas calibre 12, no quarto, dentro de um armário, 01 (um) revólver calibre .38, com numeração suprimida, municiado com 05 (cinco) munições intactas, 01 (uma) pistola calibre e9mm, com 02 (dois) carregadores municiados, e 102 (cento e duas) munições calibre 9mm, escondidos na adega da cozinha, além de 10 (dez) munições intactas calibre .22 LR, no interior do quarto De acordo com reportagem divulgada pelo jornal Extra em 2017, para desviar uma eventual fiscalização ou investigação, Ricardo utilizava sua esposa como intermediária nas negociações, sendo comum colocar os bens decorrentes de práticas criminosas em nome dela, achando assim que poderia escondê-los. ]O grupo utilizava ainda uma conhecida boate e casa de show da região para a lavagem do dinheiro adquirido pelo crime de agiotagem.Segundo as investigações, o patrimônio dele chegava ao montante de R$ 11 milhões. Bens foram sequestrados na época como uma cobertura em Cabo Frio, valores depositados em contas bancárias, imóveis comerciais e três veículos de luxo. Por conta da prisão com armas, Ricardo chegou a ser condenado a três anos e seis meses de prisão. Sobre o assassinato, a 159ª DP (Cachoeira de Macacu) investiga o caso. Na ação criminosa, outras quatro pessoas ficaram feridas e foram levadas para uma unidade de saúde. Segundo informações preliminares, dois criminosos, em uma motocicleta, passaram pelo local e efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra as pessoas que estavam no estabelecimento. A perícia foi solicitada para o local e outras diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime.

MP diz que condenados pela morte de advogado no Centro do Rio tinham ligação com o bicheiro Adilsinho

O Ministerio Público Estadual afirmou que os três réus condenados pela morte do advogado Rodrigo Marinho Crespo, assassinado em fevereiro de 2024 no Centro do Rio, tinham ligação com Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, investigado por atividades relacionadas ao jogo do bicho e preso em operação da Polícia Federal com apoio da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Leandro Machado da Silva, policial militar, Cezar Daniel Mondêgo de Souza e Eduardo Sobreira de Moraes foram sentenciados a 30 anos de prisão, cada um, Segundo o MP, o assassinato foi praticado para assegurar a execução e a vantagem de outros crimes relacionados à exploração ilegal de jogos de azar, atribuídos aos denunciados e a integrantes de organização criminosa. De acordo com a tese apresentada pelo GAEJURI/MPRJ, o crime também teria sido motivado pela intenção de intimidar possíveis concorrentes no mercado ilegal de apostas. A investigação indicou que Rodrigo Crespo avaliava investir no setor de jogos, com a abertura de um “sporting bar” em Botafogo, que poderia oferecer apostas esportivas e equipamentos semelhantes a máquinas caça-níqueis conectadas à internet — atividade que, segundo a acusação, poderia afetar interesses da organização criminosa que atua na região. Após dois dias de julgamento, o Conselho de Sentença acolheu integralmente as teses apresentadas pelo GAEJURI/MPRJ e reconheceu as qualificadoras de motivo torpe, relacionado à atuação profissional da vítima, que teria contrariado interesses de organização criminosa ligada a jogos de apostas on-line, além de emboscada e do uso de recurso que dificultou a defesa da vítima. As investigações apontaram que o crime foi precedido de monitoramento da rotina do advogado. Durante o julgamento, o GAEJURI/MPRJ apresentou laudos periciais, depoimentos de testemunhas, análises telemáticas e outros elementos investigativos que demonstraram a participação dos réus no homicídio e evidenciaram o planejamento da execução. ]

Justiça decretou prisão de chefão da maior milícia do RJ que é suspeito de envolvimento no homicídio do dono de uma padaria que se recusou a pagar a taxa da farinha

A Justiça decretou a prisão preventiva do chefe da maior milícia do RJ, vulgo PL (sucessor de Zinho), e de seu comparsa Jotinha pelo homicídio do dono de uma padaria que havia se recusado a pagar a taxa da farinha. Os autos não informam onde ocorreu o crime a data certa. mas dizem que imagens de câmeras de segurança flagraram os autores dos disparos chegaram ao local de motocicleta e usando capacetes. Essa motocicleta esteve, momentos antes, em uma padaria próxima conhecida por reunir paramilitares. “As câmeras de segurança desta padaria mostram dois homens chegando ao local, sendo que um deles era o indiciado Jotinha existindo imagens dele colocando uma arma na cintura”, diz a decisão judicial. Uma testemunha que está presa atualmente disse que a vítima Rafael Oliveira Braga, foi morta pelo motivo do mesmo se recusar a comprar farinha com a milícia do Orelha, o qual se reporta ao miliciano PL, monopolizando a venda da farinha. “O fato criminoso imputado aos denunciados é de extrema violência, posto que a vítima foi abatida com tiros, quando estava em seu local de trabalho, quando o dia ainda iniciava, o que evidencia a gravidade concreta do crime.”, dizem os autos. Orelha foi morto pela milícia após comandar a invasão ao Hospital Pedro Segundo, em Santa Cruz, para tentar matar a própria testemunha deste processo por outra desavença. Segundo o seu relato, o pão custava R$ 0,30, porém, a milícia obrigou as padarias a vender a unidade do pãozinho pelo valor de R$ 0,60; Perguntado quem foi o autor imediato do homicídio de Rafael, o declarante acredita que foi o miliciano Jotinha. Acrescentou que Jotinha foi um dos milicianos que atentaram contra sua vida no dia 17/09/2025, no sítio do Tenebra, Varanda, Santa Cruz, fato em que foi alvejado por nove disparos de arma de fogo 9mm. A testemunha disse entrou para a milícia em 2014, foi preso em 2019 e solto em 2021, saindo da milícia e abriu um bar. Chegou a ficar no mesmo presídio que PL. Contou que quando vivia nas comunidades Nova Jersey, Gouveia e adjacências sempre se deparava com o miliciano Erlan, vulgo Orelha e com o vulgo Jotinha, e com o miliciano de vulgo Pivete. Falou que Orelha e vulgo B2 eram os responsáveis pela localidade Gouveia, Nova Jersey e Varanda, porém Bruno “B2” foi morto recentemente, desta forma apenas o miliciano Orelha se tornou frente das localidades Nova Jersey, Gouveia e Varanda; Disse que Jotinha e Pivete eram seguranças de Orelha, Quando o miliciano Orelha tinha algum assunto para resolver, o mesmo enviava o miliciano Jotinha, Quando algum comerciante se negava a pagar a taxa da milícia, Orelha enviava Jotinha para resolver o assunto. Falou que Orelha se reportava ao miliciano PL. Se resolvesse matar alguém, PL tinha que permitir; Acrescentou que sempre via Jotinha armado com pistola e fuzil, fazendo uso de um automóvel Honda, modelo HRV, na cor preta. Ele ambém se locomovia no interior da comunidade de Nova Jersey, Gouveia e Varanda fazendo uso de motocicletas;

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima