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homicidio

Semanas após divulgarmos caso de morte por espancamento na Praia Vermelha, polícia prendeu um dos suspeitos

Após nossa reportagem divulgar o caso mês passado, a policia prendeu um dos envolvidos no assassinato de Glauber Santana na Cruz. Ele foi espancado em novembro , na Praia Vermelha, Zona Sul do Rio. O criminoso foi preso ontem enquanto estava nas areias da Praia de Ipanema. O crime foi praticado quando a vítima, funcionária de uma barraca de bebidas na Praia Vermelha, tentou separar uma briga entre dois irmãos. Glauber acabou sendo violentamente espancado pelos dois, que utilizaram um capacete nas agressões. Mesmo desacordado, os dois continuaram a desferir golpes, inclusive pisoteando a cabeça da vítima. O rapaz chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu dias depois. FONTE: Polícia Civil do RJ

Ex-miliciano que teria pulado para o CV foi pego por paramilitares do Catiri. Vídeo circula nas redes sociais

Circula na manhã desta quinta-feira um vídeo de um homem com ferimentos no rosto agonizando. Segundo relatos, trata-se de um indivíduo conhecido como Boquinha. Ele era miliciano, teria pulado para o Comando Vermelho e foi pego pelos paramilitares do Catiri, em Bangu, No vídeo, um suposto miliciano disse que iria ‘picotar ele todo” Boquinha teria sido morto. A PM foi questionada e disse que não foi acionada para o fato. Como o vídeo é chocante, não vamos publicá-lo. FONTE: Página Milícia RJ News (Twitter) e PMERJ

PM foi morto na Avenida Brasil

Um policial militar foi atingido por disparos de arma de fogo enquanto trafegava com seu carro na Av. Brasil, altura de Bangu. A vítima identificada como Marcelo José Batista não resistiu aos ferimentos. Há relatos de que o PM estava no Catiri e foi seguido por milicianos. Equipes do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE) isolaram a área e a DH da Capital foi acionada. FONTE: PMERJ

Mais um miliciano foi morto na Taquara

No fim da tarde de ontem, um homem ainda não identificado foi morto a tiros na Rua Ipadu, na Taquara. Segundo informações, dois criminosos de máscara vieram do interior de uma comunidade próxima ao local, e atiraram nele. A vítima faleceu na hora. A ambulância foi acionada para a retirada do corpo. Segundo relatos, a vítima seria um miliciano conhecido como Fantasma. É o segundo paramilitar morto no bairro em poucos dias. Na última sexta-feira, Dudu Cerol foi executado na região. FONTE: Páginas Taquara News (instagram) e Milícia RJ News (Twitter)

Suspeitos de homicídio de advogado no Centro do Rio são alvos de operação policial, entre eles três PMs. Eles seriam ligados ao contraventor Adilsinho

O Ministerio Publico e a Policia Civil fazem operacão contra investigados por envolvimento no homicídio do advogado Rodrigo Crespo, ocorrido em fevereiro do ano passado no Centro do Rio. Os alvos possivelmente integram a quadrilha vinculada ao  contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho – foragido da Justiça. Nesta fase da operação, são alvos de busca três policiais militares, além de quatro outras pessoas, identificados como matadores na hierarquia da organização, segundo as investigações. Segundo a Policia Civil, a Delegacia de Homicidios tem novos indícios que mostram a existência de um grupo de “matadores de aluguel”, responsável por diversos homicídios, todos a serviço de uma organização criminosa que explora o comércio ilegal de cigarros e atividades contravencionais. O bando é suspeito de envolvimento em diversas execuções recentes no Rio de Janeiro, como o do miliciano Marco Antonio Figueiredo Martins, o Marquinhos Catiri; do policial penal envolvido no comércio de cigarros, Bruno Killier; além do homicídio de Rodrigo Crespo. No dia 26 de abril, o GAECO/MPRJ denunciou três homens, entre eles um policial militar, por homicídio qualificado. A ação penal aponta que os denunciados participaram do monitoramento da vítima e estiveram juntos antes e depois do crime. Os réus estão presos preventivamente e serão levados a Júri popular. De acordo com os policiais, após as apurações avançarem, um novo envolvido foi identificado. Ele já está preso por envolvimento em outro homicídio, também no ano passado, que vitimou o comerciante Antônio Gaspazianne Mesquita. A investigação mostra que o assassinato foi motivado por desavenças na exploração de máquinas caça-níqueis da região. FONTE: Ministério Público do Rio de Janeiro e Polícia Civil do RJ

Traficantes do CV que teriam participado de ataque a milicianos em Santa Cruz são suspeitos de matar policial da Core

A pagina Milicia RJ News do Twittter divulgou na última segunda-feira que traficantes do Comando Vermelho que teriam participado de um ataque a milicianos em Antares, em Santa Cruz, são suspeitos de terem matado o.policial civil João Pedro Marquini, da CORE, ppróximo do túnel da Grota Funda, na noite de domingo . A Informação já repercute na imprensa carioca . Segundo o que foi postado, eles teriam atacado o agente e sua esposa, a juíza Tula Melo, durante a fuga O bonde seria comandado pelo traficante RD, um.ex-miliciano que pulou para o CV e vem liderando investidas da facção contra redutos paramilitares na Zona Oeste do Rio. O carro usado pelos bandidos foi recuperado na comunidade César Maia, em Vargem Pequena. A Polícia Civil informou que presta toda assistência à família e realiza diligências incansáveis para identificar os criminosos envolvidos na morte do agente. FONTE; Página Milícia RJ News (Twitter) e Polícia Civil.do RJ

Preso suspeito de matar patrão e queimar corpo da vítima

A polícia prendeu Matheus Fonseca de Almeida suspeito de matar e queimar o corpo do.patrão Geraldo de Souza Costa. De acordo com as investigações, Matheus era funcionário da vítima e trabalhava em uma de suas barbearias em Madureira. No dia 29/12/2024, num domingo ,ele, de forma cruel, foi até o local do fato, barbearia em que trabalhava, e aproveitando que a vítima estava sozinha no local, iniciou o crime. O criminoso amarrou, torturou e matou a vitima. Após matar a vitima, Matheus colocou fogo no corpo da vítima e na barbearia. Ato contínuo, trancou a porta do estabelecimento e fugiu levando consigo vários pertences da vítima que estavam no interior do estabelecimento. Acrescenta-se ainda que Matheus ao fugir levou o DVR com as imagens das câmeras que filmavam o interior do estabelecimento. FONTE: Polícia Civil do RJ

Um ano após afirmarem que eram incapazes de reconhecer autor de disparos que atingiram PM em Itaguaí, policiais disseram que suspeito detido com maconha seria o atirador após verem fotografia que circulou em redes sociais. Justiça, no entanto, negou prisão

 Um ano após PMs afirmarem que não eram capazes de identificar o autor da tentativa de homicídio do PM Felipe Eirin Ramos em abril do ano passado em Itaguaí, outros policiais disseram que um homem que foi detido com um cigarro de maconha teria sido reconhecido como autor dos disparos. com base em uma fotografia que circulava em grupo de WhatsApp de policiais militares, na qual o investigado era apontado como suspeito do crime.  A partir daí, os policiais que atuaram na diligência de 2024 foram reconvocados à delegacia e, em que pese terem afirmado anteriormente que não conseguiriam reconhecer o autor dos disparos, passaram a apontar o suspeito como sendo o responsável pela tentativa de homicídio.  Segundo a Justiça, no entanto, esse reconhecimento tardio e influenciado por imagem informal compartilhada em aplicativo de mensagens, não se reveste da segurança e lisura necessárias para ensejar a prisão preventiva, sobretudo quando os próprios agentes públicos já haviam declarado, à época dos fatos, que não possuíam elementos para identificação do atirador.  Desta forma, está  afastada a plausibilidade da autoria atribuída ao acusado, segundo a Justiça. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Preso por morte de grego em São Gonçalo é acusado de outro homicídio

Apontado como principal suspeito da morte do grego Meletios Barmpas em São Gonçalo, em outubro do ano passado, Maycon Douglas Rodrigues Rezende (preso recentemente), é apontado pela Justiça como autor de outro homicídio, que foi cometido em novembro de 2023, em Itaboraí. Segundo os autos, no dia 3 de novembro daquele ano, ele teria efetuado disparos de arma de fogo contra  Wesley Pires Soares, cque foram a causa eficiente de sua morte.  Na ocasião, a vítima estava na residência de sua namorada quando foi arrebatada por cerca de 10 pessoas, entre eles Maycon, que ordenaram que a vítima entrasse em um veículo JEEP, de cor branca.  Após o arrebatamento, por volta das 02:00 horas, o corpo da vítima foi encontrado em via pública, com múltiplas lesões provocadas por disparos de arma de fogo.  Ouvida em sede policial, a testemunha não teve dúvidas em reconhecer, através de mosaico de fotografias, o ora acusado como sendo um dos autores do crime de homicídio. Ademais, a testemunha afirmou, ainda, que, no dia seguinte ao crime, por volta das 09:00 horas, Maycon arrombou a porta de sua residência e a ameaçou de morte, bem como confessou ser o autor do homicídio da vítima Wesley. Maycon teve prisão preventiva decretada por esse crime também.  FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Justiça decretou prisão de traficantes do CV acusados de matar mulher ligada ao TCP em Petrópolis

A Justiça decretou na semana passada as prisões temporárias de dois traficantes do Comando Vermelho vulgos FP e Galinho por causa de um ataque ocorrido no último dia 15 na localidade de Casinhas, em Petrópolis, que terminou com o homicídio de Letícia Ribeiro Gonçalves, vinculada ao Terceiro Comando Puro.  Sob as ordens de Dera, os bandidos dirigiram até o conjunto habitacional da Posse, local conhecido como “Casinhas”, onde concorreram para a morte de Letícia, ocasião em que “Dera” teria efetuado pelo menos quatro disparos de arma de fogo contra ela.  Na cena do crime, a vítima sobrevivente também foi ferida por disparos de arma de fogo. Os representados claramente buscavam a hegemonia local na comercialização de entorpecentes, eliminando ou cooptando criminosos concorrentes.  Os investigados agiram em atividade típica de grupo de extermínio, buscando por pessoas ligadas à facção criminosa rival, na intenção de eliminar, da forma mais violenta possível, toda a concorrência.  A própria dinâmica dos fatos, aliada aos reiterados relatos de envolvimento dos suspeitos com o tráfico de drogas e filiação ao Comando Vermelho, somados, sugerem que, soltos, representam risco real, direto e imediato a todas as testemunhas, na medida em que nada os impediria de intimidar ou até mesmo matar quem quer que colabore com o Estado na elucidação dos fatos.  O homicídio de Letícia teria “deixado um recado” no sentido de que qualquer pessoa que se oponha ao grupo criminoso dos investigados sofrerá as consequências.  Restou comprovada a prática dos delitos de homicídio qualificado consumado, homicídio qualificado tentado, tráfico de drogas e associação para o tráfico de drogas praticados pelos investigados.  FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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