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homicidio

Empresário foi assassinado em Levy Gasparian (RJ)

O empresário Fernando Navarro, conhecido como Fernando do Lilinho, foi alvejado por vários tiros, sendo socorrido por populares e levado para uma clínica .mas não resistiu. O crime aconteceu na tarde da última sexta-feira (23), em frente à casa da vítima, no centro da cidade de Levy Gasparian, no interior fluminense. Muito conhecido na região, promovia o evento “Jegue Elétrico “. Segundo informações, os tiros foram disparados pelo ocupante de um carro escuro. FONTE: Página TR Revista (Facebook)

Justiça decretou as prisões preventivas de cinco pessoas envolvidas em morte de dentista em clínica de reabilitação em Itaboraí. Vítima levou golpes de mata leão, estrangulamento e pancadas no tórax

A Justiça decretou essa semana as prisões preventivas de cinco pessoas suspeitas de envolvimento na morte do dentista Gilberto Ranhol Gomes, agredido dentro de uma clínica de reabilitação em Itaboraí no ano passado. O fato ocorreu em 17 de outubro. Os envolvidos, funcionários da clínica,, submeteram a vítima a violenta contenção física, mediante a aplicação reiterada do golpe conhecido como “mata-leão”, além de outros meios de imobilização, ocasionando seu óbito, conforme laudo de necropsia A vítima Gilberto, que havia sido internada no dia anterior, recusou-se a assinar os termos de voluntariedade e cessão de imagem e, ao tentar fugir, foi contida por dois suspeitos, que aplicaram o golpe de “mata-leão”, enquanto um terceiro imobilizava suas pernas com gaze. Já desacordado, a vítima ainda recebeu golpes no tórax, sob alegação dos agentes de tentativa de reanimação. Posteriormente, foi levada à UPA da Ribeira, onde chegou em óbito. Uma testemunha presenciou a tentativa de fuga e a subsequente imobilização violenta de Gilberto, realizada de forma conjunta, que, além do estrangulamento, utilizaram-se de amarrações e golpes no tórax. Não bastasse isso, um dos acusados reconheceu ter aplicado o “mata-leão” na vítima, com a colaboração de dois comparsas. No mesmo sentido, o envolvido confirmou que o uso de golpes no tórax como método de reanimação e o “mata-leão” eram práticas habituais na clínica. Ainda, há registro de que um outro acusado teria aplicado um segundo “mata-leão” mesmo após a vítima já estar desacordada. Os fatos ocorreram em contexto de absoluta desproporcionalidade, contra pessoa vulnerável, internada sob tratamento, sem qualquer possibilidade de reação, evidenciando que os acusados, ao empregarem técnicas violentas, sabidamente arriscadas e letais, assumiram de forma consciente o risco de produzir o resultado morte, configurando dolo eventual. As próprias declarações dos acusados confirmam que tais práticas não eram isoladas, mas sim parte de uma rotina institucionalizada na clínica, que funcionava sem profissionais qualificados, adotando procedimentos violentos de contenção física, com a anuência dos proprietários. Já em relação o proprietário da clínica, há provas de que presenciou toda a agressão, manteve-se inerte e, mais do que isso, verbalizou sua concordância, conforme relato da testemunh, que reproduziu sua fala: “Tá vendo! Tá apanhando por causa de um papel”. E mais. Após os fatos, segundo os relatos de Luan, o dono da clínica determinou que fossem trocadas as roupas da vítima e ordenou que seu corpo fosse levado à UPA, simulando que teria fugido e sido encontrado naquele estado, numa clara tentativa de ocultar a dinâmica real dos acontecimentos, situação corroborada pelos depoimentos dos pais de Gilberto. Tais condutas revelam não apenas a anuência do acusado, mas também sua efetiva participação na tentativa de fraude à investigação, reforçando sua adesão ao resultado morte, igualmente caracterizando dolo eventual. De igual forma, quanto à uma mulher acusada do crime, embora não estivesse presente no local no momento dos fatos, na condição de proprietária, tinha pleno conhecimento da rotina adotada na clínica, que incluía práticas de contenção física violenta, realizadas sem qualquer respaldo técnico ou legal. A própria acusada admitiu que a clínica operava sem alvará, sem licença sanitária, sem profissionais habilitados e sem autorização formal, revelando que, de forma consciente, manteve uma estrutura absolutamente insegura, irregular e permissiva à prática de violência. Nesse contexto, restam evidentes os indícios de que a acusada, ao gerir conscientemente esse ambiente, assumiu o risco de que o resultado morte ocorresse, ainda que sua participação não tenha se dado diretamente no episódio específico. FONTE: TJ-RJ

Ex-presidente da Cãmara de Nilópolis foi morto a tiros

O ex-presidente da Câmara dos Vereadores de Nilópolis, Jorge Henrique Nunes, o Dedinho, foi morto a tiros na frente de sua casa nesta tarde (23). Ele havia sido preso em 2019, acusado de planejar o assassinato de seu adversário político.o O político foi alvejado com pelo menos cinco tiros e chegou a ser socorrido para o Hospital JK mas não resistiu aos ferimentos.” FONTE; Fogo Cruzado RJ

Mulher explicou como matou suposta amante do marido em Caxias. Disse que foi chamada pela vítima de “p.. do centro”

Andreza de Souza, mulher que matou a suposta amante do marido em Duque de Caxias no último fim de semana, disse ter recebido ameaças da vítima do tipo ‘p.. de zona do centro de Caxias” e vou arrebentar a sua cara”. A vítima, Jéssica dos Santos Moreira , teria dito que o suposto amante não continuaria trabalhando como entregador de uma farmácia. No último sábado, Jéssica teria lhe dito. “Bom dia, está de pé? Estou preparada para ir ai com a polícia, agora vocês se preparem” No mesmo dia, falou que acordou com Jéssica em frente à farmácia tentando promover escândalo para prejudicar o marido de Andreza; Na hora em que ela se encontrou com a vítima, Andreza portava uma pequena garrafa plástica com álcool, afirmando que a levou por temer uma agressão da vítima, que supostamente portava giletes; Disse que jogou o álcool em direção ao rosto da vítima e também acabou se molhando, com o objetivo de dificultar um potencial ataque, pois ouviu falar que a vítima era “boa de porrada” e portava giletes. Ambas iniciaram confronto físico, com puxões de cabelo e queda ao chão. Andreza admitiu ter desferido socos e tapas contra a cabeça da vítima enquanto esta já se encontrava no chão, sendo interrompida por intervenção verbal do marido Disse que não prestou socorro à vítima, que, segundo declara, ainda respirava ao deixar o local; Dirigiu-se à residência após os fatos, enquanto o marido foi para o trabalho; Ao saber da morte da vítima, foi com o companheiro até a Igreja Batista Vale das Bênçãos, no Parque Araruama, buscar aconselhamento com um pator, a quem considera figura paternal. Escondeu a motocicleta usada no crime nos fundos da igreja, por estar ocorrendo um congresso evangélico e não desejar chamar atenção. Consultou advogado antes de se apresentar à polícia, pois tinha medo de ir à delegacia;. Há um print de mensagem travada entre Andreza e o pastor, onde confirma ter matado uma mulher. O relatório policial que analisou as imagens do crime demonstra que a Andreza chega na garupa de uma motocicleta conduzida pelo companheiro. Em seguida, ela desembarca da moto, joga um líquido na direção da vítima e elas se atracam no chão, quando Jéssica é morta pelos golpes desferidos. FONTE; TJ-RJ

Preso traficante suspeito de matar idoso de 74 anos com alzheimer por suspeita que ele era pedófilo

A polícia prendeu hoje um dos responsáveis pelo assassinato de Andir José de Barros, de 74 anos, diagnosticado com alzheimer em estágio avançado. O idoso teria sido falsamente acusado de pedofilia, julgado e morto pelo “tribunal do tráfico”, ligado a uma facção de narcotraficantes. O criminoso foi localizado em uma casa, no bairro de Inhaúma, Zona Norte do Rio. Segundo as investigações, a vítima foi subjugada por traficantes da comunidade da Coréia após uma falsa acusação de pedofilia, sem qualquer comprovação. O criminoso preso nesta quinta, junto com seus comparsas, espancou o idoso ainda na rua. Em seguida, já ferido, ele foi levado à comunidade da Fazendinha, no Complexo do Alemão, onde foi novamente agredido e morto. Seu corpo permanece desaparecido, configurando também o crime de ocultação de cadáver. A ordem para o assassinato brutal, segundo apurado, veio do líder da facção criminosa na região, vulgo Professor do Alemão . As investigações continuam para identificar os demais envolvidos no crime. FONTE: Polícia Civil do RJ

Bandidos do CV atacaram o Dendê (TCP) e mataram um rival. Na fuga, bateram de frente com a PM. Teve tiroteio com três baleados

Traficantes do Comando Vermelho atacsram os rivais Morro do Dendê, na Ilha do Governador. Na ação, um bandido vulgo Vulcão acabou sendo morto. Durante a fuga dos invasores, PMs fizeram um cerco Houve reação e tiroteio. Três suspeitos foram baleados Três fuzis foram apreendidos. Um dos feridos foi identificado como Trix, considerado um “homem de guerra” do Comando Vermelho. Levou um.tiro de fuzil.na barriga e encontra-se em estado grave. O veículo onde estava os criminosos atingiu um motociclista que foi arremessado de um viaduto, caiu sobre um carro e morreu. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, segundo o comando do 17º BPM (Ilha), na tarde desta quarta-feira (21/05), policiais militares do serviço de inteligência se depararam com criminosos armados na saída da Ilha do Governador, próximo à Ponte Velha. Foi feito o cerco e houve confronto. Dois criminosos ficaram feridos e o veículo onde estavam atingiu um motociclista que passava na via. Com o impacto o condutor caiu do viaduto.   Foram apreendidos 3 fuzis, um equipamento de transmissão e dois coletes balísticos. Ocorrência em andamento. FONTE: PMERJ e rede social do jornalista Bruno Assunção

Miliciano morto pelo ‘Novo Escritório do Crime’ em Realengo tinha saído três semanas antes da cadeia e estava com medo de morrer porque dois paramilitares tinham acabado de serem executados

Uma das vítimas do Novo Escritório do Crime, o miliciano Neri Peres Júnior, vulgo Alemão, morto em 2021, estava com medo de morrer . Isto porque dias antes de ser assassinato, dois paramilitares haviam sido mortos na região de Realengo, vulgos Brinquinho e Mucão. Neri havia saído da prisão três semanas antes de ser morto, Pelo receio de ser executado, Neri disse que não passaria mais pela Avenida do Canal porque sempre havia muitos bandidos na via. Ele pertenceu à milícia de Orlando Curicica mas não havia saído bem do grupo tanto que teria ficado preso em presídio diferente dos demais integrantes da milícia; Alemão queria implantar um grupo paramillitar na Cohab de Realengo. A região era dominada por um PM vulgo Carvalho que havia morrido de Covid. Carvalho exercia influência no local há seis anos e já teria sido segurança do bicheiro Rogério Andrade Neri foi justamente morto por integrantes do Novo Escritório do Crime para garantir o domínio e a exploração criminosa em territórios da Zona Oeste do Rio de Janeiro, em especial em Bangu e Realengo. FONTE: MPRJ

Bandido do TCP foi morto pelo CV em Guaratiba

A Delegacia de Homicídios da Capital investiga a morte de Luiz Fernando Gregorio Machado, conhecido como Bebezão, apontado como integrante da facção Terceiro Comando Puro (TCP). Ele foi morto a tiros na noite da última segunda-feira (19), enquanto dirigia pela Estrada do Morgadinho, na Ilha de Guaratiba, Zona Oeste do Rio. O crime aconteceu na Rua Professor Castro Rabello. Segundo informações preliminares, o autor dos disparos seria um traficante conhecido como RD, supostamente ligado ao Comando Vermelho, grupo rival ao de Bebezão. A motivação e as circunstâncias do crime ainda são desconhecidas. RD é um ex-miliciano que pulou para o CV e vem promovendo guerras na Zoma Oeste do Rio. Bebezão era acusado da morte de um homem.chamado Luan Araújo da Silva em março do ano.passado. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Presa mulher acusada de espancar até a morte suposta amante do marido em Caxias

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) prenderu ontem a acusada pelo assassinato de Jéssica dos Santos Moreira, de 30 anos. O casao aconteceu no último sábado (17/05), em Vila Guanabara, Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A autora espancou a vítima, que era suposta amante do seu marido, até a morte . Segundo as investigações, a mulher foi atacada brutalmente enquanto andava pela rua.  A assassina jogou álcool no rosto da vítima e a agrediu. A maioria dos golpes foi na região da cabeça, sendo que, mesmo após cair, Jéssica seguiu sendo agredida. O ataque foi registrado por câmeras de segurança. Após ser capturada, a autora confessou o crime. Ela relatou que teve o apoio direto do companheiro, que permaneceu ao seu lado durante a agressão sem qualquer intervenção e possibilitou sua fuga. Além disso, contou que o crime foi motivado por ciúmes.   O homem é considerado foragido da Justiça. Ambos responderão pelo crime de homicídio qualificado, com indícios de conduta articulada e divisão de tarefas. FONTE: Polícia Civil do RJ

Homicídio cometido pelo ‘Novo Escritório do Crime’ pode ter rendido R$ 150 mil aos matadores. Homem denunciado por participar do grupo correu risco de ser morto pela própria quadrilha por repassar informações a rivais

Um dos integrantes do Novo Escritório do Crime que foi denunciado pelo Ministério Público Estadual disse que foi perguntado a ele se os membros do grupo teriam recebido cerca de R$ 150 mil para matar Fábio Romualdo, uma das vítimas do bando. Ele não soube dizer mas disse que um dos participantes do grupo apareceu com R$ 100 mil, o que lhe levou a acreditar que o dinheiro era o pagamento pelo homicídio. Esse homem correu risco de ser morto dentro da própria quadrilha. Isso por conta de sua aproximação com um grupo do bando do bicheiro Rogério Andrade que rivalizava com o de Thiago Soares Andrade Silva, o Batata, chefe do Novo Escritório do Crime. Ele só foi salvo por sua amizade com o PM Bruno Estilo, membro do grupo de matadores. No entanto, buscava informações com ele para repassar para o grupo de Márcio Araújo Souza e Rodrigo das Neves, suspeitos do assasinato do contraventor Fernando Iggnácio, e desafetos de Batata. Bruno Estilo desenrolou com Batata para não executá-lo e, depois de muito tempo de afastamento, resolveu procurá-lo e lhe emprestou uma arma, pedindo para não ficar de bobeira. O homem disse que por duas vezes tentaram matá-lo. Esse integrante do grupo chegou a dizer que instalou um rastreador no carro de um outro membro do Novo Escritório do Crime para descobrir quando ele se encontraria com Papa (apontado como executor dos homicídios) para que pudessem pegá-lo, ou seja, prender junto com algum órgão de segurança e descobrir a localização das armas; A informação era para ser passada para Araújo que, mesmo pres,o faria a informação chegar ao GAECO para que os envolvidos fossem presos. FONTE: MPRJ

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