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homicidio

MACAÉ: Mulher chamou traficantes para pegar homem que teria se masturbado em frente da sua janela. Criminosos sumiram com o rapaz

Uma mulher chamou integrantes do tráfico de drogas como vingança contra um homem que teria se masturbado na varanda em frente de sua casa, em Macaé. Os criminosos teriam ingressado na casa da vítima, no caso, um alojamento no qual o alvo residia com outros colegas de trabalho, e, após a mulher confirmar a identidade da vítima, levaram-na em direção à Comunidade da Linha. Cerca de uma hora depois, os bandidos deixaram a vítima na calçada em frente ao alojamento aparentemente com os braços e pernas quebrados e já com a pulsação fraca, como informado pelas testemunhas que o socorreram. Enquanto aguardavam a chegada da SAMU, as testemunhas presenciaram a mulher denunciante falar pelo telefone que a vítima havia morrido. Logo depois os acusados regressaram ao local e levaram o rapaz, que até o momento não teve seu corpo encontrado. Como restou esclarecido com as diligências policiais, o crime teria sido praticado como represália porque a mulher teria dito à indivíduos ligados ao tráfico de drogas que a vítima estava se masturbando na varanda em frente à sua casa. Dessa forma, pelos depoimentos colhidos, há indícios de que o crime foi instigado pela mulher e, seu companheiro, que estavam presentes e auxiliaram na condução da vítima . Por sua vez, dois traficantes foram identificados como executores do crime. Outros dois foram identificado como mandantes, tendo ingressado no quarto da vítima e a levado para reconhecimento pela mulher. Um deles teria permanecido do lado de fora da residência fazendo campana, e um outro teria conduzido o carro que fez o translado da vítima e dos demais acusados. Testemunhas disseram que um dos suspeitos e dois adolescentes . teriam regressado ao local do crime, informado que haviam pegado o corpo da vítima e alertado às testemunhas para que não comunicassem os fatos à Polícia. Seis suspeitos tiveram as prisões preventivas decretadas, entre elas a mulher e seu marido.

Dono de lava-jato foi morto em Nova Iguaçu só porque cercou seu estabelecimento, o que desagradou traficantes do TCP que decidiram executá-lo

Morador do Cabuçu, em Nova Iguaçu, área dominada por milicianos, e proprietário de um lava jato em reduto do Terceiro Comando Puro na cidade, Thiago Moisés Ribeiro foi assassinado em janeiro só porque resolveu cercar o seu estabelecimento para evitar algum acidente quando manobrasse os veículos dos clientes. O fato desagradou os traficantes da comunidade Três Campos, que decidiram executá-lo. Dias após após a instalação dessa cerca, um dos bandidos havia quebrado o cercado e a caixa d`água de amianto que Thiago armazenava água para lavar os veículos; Thiago foi surpreendido em seu local de trabalho pelo súbito ingresso coordenado dos executores, tendo um dos bandidos vulgo Catchau efetuado disparos imediatos e a curta distância contra ele enquanto outros dois, um deles Neném (já falecido),, atuaram na vigilância externa, garantindo a aproximação silenciosa e impedindo qualquer possibilidade de defesa ou reação da vítima. Imagens mostraram que dois suspeitos foram em direção ao Thiagi empunhando uma arma de fogo. Logo em seguida foi possível ouvir vários estampidos de arma de fogo. Após executarem Thiago, os criminosos deixaram o local. Catchau e um outro participante do crime chamado Fabiano estão com prisões preventivas decretadas. Em meio aos disparos, um jovem de 22 anos, que jogava bola com amigos em uma quadra de futebol da região, também foi baleado. Um entregador que passava pela rua abandonou sua moto e correu abaixado entre os carros estacionados.

Ataque a tiros deixou adolescente de 15 anos morto, mulher e homem baleados em Campos (RJ)

Um ataque a tiros matou um adolescente de 15 anos e deixou uma mulher e um homem baleados no final da tarde deste sábado (20/12), no cruzamento da Avenida Teresópolis com Rua Paraíba do Sul, no Parque Guarus. A vítima que morreu no local foi Pedro Luiz dos Santos Queiroz da Silva, de 15 anos. Já os dois baleados foram: Laila Christiny da Silva Carvalho, de 34 anos, e Alissom Cordeiro Gomes. A mulher levou um tiro de raspão no braço direito. Já Alisson levou um tiro no tórax, que fraturou uma costela. Eles foram levados para o Hospital Ferreira Machado. No local do crime, a perícia arrecadou sete estojos de munição calibre 9mm e o celular da vítima fatal. A Polícia Militar apura se o caso tem ligação com o tráfico de drogas, apesar das vítimas não terem antecedentes criminais. Nenhuma prisão foi feita até a publicação desta reportagem

Cenas lamentáveis de violência que deixaram mortes e feridos em ruas do Rio neste fim de semana

Cenas lamentáveis de violência ocorreram na cidade do Rio de Janeiro neste fim de semana. Em três episódios ocorridos em Botafogo, Bento Ribeiro e Tijuca, houve três mortes. Na madrugada deste domingo (21/12), policiais militares do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE)  prenderam cinco suspeitos durante uma ação na Rua da Passagem, em Botafogo, Zona Sul do Rio. As equipes atuavam em patrulhamento na Avenida Brasil quando tiveram a atenção voltada para seis indivíduos em atitude suspeita, que se encontravam no interior de um veículo. Após ordem de parada, o condutor desobedeceu à determinação e empreendeu fuga.De acordo com os policiais, iniciou-se uma tentativa de cerco, que se estendeu até a Rua da Passagem, no bairro de Botafogo, onde os agentes foram alvo de disparos de arma de fogo pelos suspeitos. Houve confronto. Durante a ação, três suspeitos foram alvejados, sendo que um deles veio a óbito no local. Os outros dois suspeitos feridos foram socorridos pelo CBMERJ ao Hospital Municipal Miguel Couto, no Leblon, Zona Sul do Rio. Com eles, foram apreendidos um veículo roubado, um bloqueador de sinal, dois revólveres, uma réplica de fuzil e cinco aparelhos celulares.Cabe ressaltar que os suspeitos integram uma quadrilha especializada em roubos de veículos,  da comunidade do Complexo do Alemão. A ocorrência ficou a cargo da Delegacia de Homicídios (DH). Na Tijuca na tarde de ontem, um suspeito morreu e uma pessoas foi baleada durante uma tentativa de assalto. Os disparos ocorreram perto do quartel da Polícia do Exército; O sobrevivente foi atingido dentro de uma locadora de carros. O Comando Militar do Leste informa que, no dia 20 de dezembro de 2025, ocorreu um incidente nas proximidades do 1º Batalhão de Polícia do Exército (1º BPE), localizado na Rua Barão de Mesquita, no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro (RJ). A área foi isolada e está sendo feita uma perícia no local. Um Inquérito Policial Militar (IPM) foi instaurado para apuração dos fatos. O CML  reafirma seu compromisso com a legalidade, a ordem pública e a cooperação com as autoridades civis, contribuindo para o completo esclarecimento do ocorrido. Segundo o comando do 9º BPM (Rocha Miranda), neste sábado (20/12), policiais militares foram acionados para uma ocorrência de homicídio na Praça Manágua, em Bento Ribeiro, na Zona Norte do Rio. De acordo com o comando da unidade, no local, foi constatado que um homem já estava sem vida, vítima de disparo de arma de fogo após ser vítima de tentativa de assalto. (PAF). A perícia foi acionada, e a ocorrência ficou a cargo da Delegacia de Homicídios (DH).

Motorista de aplicativo achado sem vida em Rio das Pedras em novembro foi morto por engano. Alvo era seu amigo que ajudou a prender o mandante do crime anos antes

Achado morto enterrado em uma mata em Rio das Pedras em novembro após desaparecer na comunidade da Tijuqinha, o motorista de aplicativo Lucas Mendes Monteiro foi assassinado por engano. Morador do Irajá, Lucas desapareceu após ter ido comprar ouro na Tijuquinha com um amigo, para revender. Ele entrou em um veículo preto e não deu mais notícias aos familiares. Seu celular foi desligado na Rua da Chácara, depois de ter mandado uma mensagem para o amigo dizendo “Deu ruim”, segundo a Polícia Civil. De acordo com processo na Justiça, o alvo dos asasssinos era Gabriel, amigo de Lucas, que estava com ele e conseguiu fugir. O crime foi tramado dentro de um presídio de Japeri e teve como mandante um criminoso vulgo Nem da Rocinha (que não é aquele).Nem jurou de morte Gabriel após saber que foi com sua ajuda que a polícia o prendeu já que ele era colaborador dos agentes da lei e tramou seu homicídio por vingança. Para isso, Nem forjou uma negociação de compra e venda de ouro para atrair Gabriel. Gabriel chegou a ser preso e durante o tempo de cadeia manteve contato com um preso conhecido como Xororó e foi este que lhe colocou em contato com Nem. Foi marcado um encontro de Gabriel com um primo de Nem para pegar os ouros cerca de 298 gramas de diversas peças no dia 18/01/2025 no Itanhangá. Como não conhecia a área, Gabriel chamou Lucas para ir com ele mas os dois acabaram se separando pois Lucas disse que iria para o encontro da transação e pediu para ficar com a maior parte do ouro. Em conversa pelo whatsapp, Lucas disse que os caras estavam armados e `deu ruim’. Gabriel tentou contato com Lucas mas ele não atendeu e quando atendeu, uma voz de um homem disse que era da polícia e que ia até ele e desligou o telefone. Ele estava com a localização em tempo real de Lucas e viu que estavam “rodando” com ele pelo carro, devido à rapidez com que se movimentavam;Em certo momento, cruzaram com Gabriel mas elenão teve como saber qual o carro, pois passavam diversos veículos. Temendo pela sua vida, Gabriel foi embora e se dirigiu à família de Lucas para contar o fato. Posteriormente se dirigiram até a DAS (Divisão Anti-Sequestro) e foram orientados a procurar a 16DP, onde registraram a ocorrência;Gabriel disse que ha 6 anos é colaborador da polícia e que no ano de 2021 colaborou para a prisão de Nem e logo depois Nem descobriu que ele trabalhava para a polícia e que foi o declarante que “deu” sua prisão; Gabriel disse que em nenhum momento desconfiou que Nem estava envolvido no caso.e que era amigo também de Xororó. Ele contou que em uma conversa com Nem pelo whatsapp lhe enviou uma foto sua usando um cordão de ouro; Acredita que depois que Nem descobriu que o declarante era o mesmo que havia colaborado com sua prisão e armou com Xororó para poder pegá-lo; Gabriel disse que os caras ficaram rodando com Lucas para procurá-lo e que se tivessem achado, teriam matado todos. Um transexual que é irmão de Gabriel que está preso no presídio Plácido Sá Carvalo, em Bangu, revelou que existe comunicação dos detentos desta com a Cotrim Neto, em Japeri.e que os integrantes das comissões de presos se comunicam; Disse que Nem pratica extorsão de dentro da cadeia “mineirando” ouro das pessoas e que posteriormente coloca para seus comparsas fora do presidio venderem e que certamente seu irmão após ser apresentado a Nem, através de de Xororó, seria vitima de homicidio; Caso se concretizasse o crime, Xororó como é de costume entre os internos das cadeias, ficaria “forte” no contexto entre os presos e ganharia regalias no presidi. Ambas as unidades são “neutras”, ou seja, abrigam presos sem facção. Além de Nem, outros dois homens estão com prisão preventiva decretada pelo crime, entre eles Xororó. Todos são envolvidos com a milícia que agia na Tijuqinha.

Confundido com um rival, morador do Chapadâo (CV) foi sequestrado por traficantes da Pedreira (TCP) e queimado vivo

Um morador do Complexo do Chapadão (CV) foi sequestrado na divisa com a Pedreira (TCP) e foi levado para o chamado “tribunal do tráfico”. Acabou sendo queimado vivo. Segundo informações do jornalista Bruno Assunção, ele foi confundido com um integrante do CV. A vítima chegou a ser amarrada na localidade do Bairro 13 a mando do chefe do TCP, identificado como Cego. A vítima era um homem, trabalhador, mas está sob o domínio dos traficantes só por morar no Complexo do Chapadao. O GAT do batalhão de Irajá fou ao local. Durante a incursão para resgatar a vítima, houve confronto. Bruno Assunção confirmou um criminoso do TCP neutralizado e a apreensão de um fuzil.

Mototaxista foi assassinado por traficantes do TCP em Nova Iguaçu só porque postou foto no Morro do Vidigal (CV)

O mototaxista Renan Velasco Dias foi assassinado em julho por traficantes da comunidade do Danon, em Nova Iguaçu, área dominada por Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, do Terceiro Comand Puro, só porque postou uma foto em rede social em um ponto turístico do Morro do Vidigal, na Zona Sul do Rio, reduto do Comando Vermelho. O crime ocorreu no dia 1º daquele mês, na Rua Bassea Furman, nº 504, bairro Jardim Palmares, em Nova Iguaç. Os assassinos armados com fuzis calibre 5,56mm e pistolas calibre 9mm, efetuaram diversos disparos contra a vítima atingindo-lhe regiões vitais e causando-lhe morte imediata. Após a execução, os criminosos subtraíram a sua motocicleta, uma moto Honda/CB 300F Twister, cor dourada, placa SRU9J44, bem como seu aparelho celular, evadindo-se rapidamente da cena do crime e tomando rumo ignorado. Foram decretadas as prisões preventivas de três envolvidos no crime,, de vulgos Macaulay, Bebel e Russinho. Segundo consta nos autos, vítima trafegava em via pública quando foi surpreendida pelos denunciados que, de maneira repentina, realizaram a abordagem e passaram a efetuar disparos sucessivos contra Renan, que faleceu instantaneamente. Um amigo de Renan disse que no dia do fatos viu circular em um grupo de mensagens no WhatsApp, a foto de uma pessoa morta; que a vítima na imagem usava um casaco vermelho semelhante ao que Renan costumava usar; que, diante disso, entrou em contato com LEO, amigo em comum, o qual confirmou que o amigo havia sido assassinado; que, imediatamente, dirigiu-se até o local do fato e constatou a veracidade da informação ; Ouviu comentários de que Renan teria sido morto por ter tirado uma foto em um ponto turístico no Morro do Vidigal, área dominada pela facção Comando Vermelho (CV), rival da facção que controla a Comunidade do Danon, onde a vítima residia, sendo esta última sob domínio da facção Terceiro Comando Puro (TCP), cujo chefe seria Peixão. Contou ainda que , no grupo de WhatsApp denominado Jornal Destaque da Baixada, circularam informações de que os autores do homicídio de Renan seriam os indivíduos Macauli e Bebel. Na época do crime, , a Comunidade do Danon estaria envolvida em confronto com uma facção criminosa rival ; Um suspeito que foi preso com a moto de Renan disse que pediu o veículo emprestado para um dos envolvidos no crime, vulgo Bebel, Ele disse ue Bebel é gerente de um dos pontos de venda de drogas na Comunidade do Danon e atualmente um dos líderes do tráfico na região. Contou que antes de ser preso, o traficante conhecido como ” Macauly”, era o frente (líder) da comunidade; Antes de ser preso, ” Macauly” recebia ordens dos dois donos do tráfico de drogas na comunidade do Danon, conhecidos como “Flamengo e Bóris. Uma testemunha disse que ;Renan não fazia uso de drogas e trabalha fazendo entregas e como mototaxista em um ponto próximo à estação ferroviária de Nova Iguaçu, utilizando a motocicleta Honda/CB 300F Twister, de cor dourada, a qual desapareceu no dia do ocorrido; Contou que no mês de junho do corrente , a comunidade passou a ser palco de disputa territorial entre os traficantes da localidade (Terceiro Comando Puro) e do Comando Vermelho, oriundos do Conjunto da Marinha (Complexo do Grão Pará); Disse que Renan e a declarante gostavam muito de visitar um ponto turístico no Morro do Vidigal, área que agora toma conhecimento que é dominada pelo grupo criminoso Comando Vermelho (CV), rival da facção que controla a Comunidade do Danon, onde a depoente reside; Inicialmente, a declarante pensou que o Renan havia sido vítima de roubo seguido de morte, mas depois ouviu comentários dando conta de que ele havia sido executado por conta da postagem nas redes sociais de uma foto tirada no ponto turístico lá no Morro do Vidigal, comunidade que é dominada pelo grupo criminoso Comando Vermelho (CV), rival da facção que controla a Comunidade do Danon, onde Renan residia; Circulou na comunidade, que dias antes de sua morte, o Renan havia participado de uma confraternização para comemorar o aniversário de um amigo, que já havia pertencido à facção criminosa Comando Vermelho; Em uma página da plataforma WhatsApp, intitulada Plantão Baixada, no dia do sepultamento da vítima, circulou a mensagem apontando que os envolvidos na morte do Renan.” Uma segunda testemunha disse que Macauley, Russinoh e Bebel” passaram a liderar o tráfico de drogas na Comunidade do Danon; que o declarante ainda possui parentes morando no interior da Comunidade do Danon e, recentemente, soube que o traficantes conhecido pelo vulgo “Russinho , teria sido um dos autores da morte de Renan, ocorrida no interior da Comunidade do Danon; que o Renan foi executado por conta da postagem nas redes sociais de uma foto tirada no ponto turístico lá no Morro do Vidigal, comunidade que é dominada pelo grupo criminoso Comando Vermelho (CV), rival da facção que controla a Comunidade do Danon, onde a vítima residia.” Russinho também teve a prisão preventiva decretada pelos homicídios de Dinei Fábio Alvares e Italo Batista Soares de Medeiros, que foram mortos na Estrada de Madureira, em Nova Iguaçu, ocorridos em 16 de junho. Um sobrevivente disse que seguia com amigos em um carro para o Conjunto da Marinha, área dominada pelo CV, um carro branco fechou o veículo e desembarcaram os executores. Reconheceu os atiradores como sendo Russinho, Meteoro, Da Vovó e João Luiz. Disse que Russinho já o havia ameaçado de morte pela qual chegou a se mudar para Coroa Grande; Diziam que se vissem eles “dando mole na rua, o carro iria passar”; Afirmou acreditar que no dia dos fatos alguém informou a Russinho que ele e o amigo estavam no veículo alvejado; Russinho também responde pela morte de um barbeiro ocorrida em 2023 por acreditar que  a vítima era “X9” da facção Criminosa Comando Vermelho. Também foi acusasdo de cometer um homicídio em 2022.

Assassinato de PM na Barra teria custado R$ 200 mil

O assassinato do PM Marcos Antônio Cortiñas López na Barra da Tijuca em fevereiro deste ano pode ter custado R$ 200 mil.,   O crime teria sido motivado pela briga do Comando Vermelho contra o grupo paramilitar pelo controle da comunidade do Catiri, em Bangu. Em depoimento prestado nos autos do Inquérito Policial nº 901-00206/2025 um.suspeito  após ser questionado sobre o homício em questão, afirmou que um hoimem foi em sua casa na Vila Kennedy e teria lhe oferecido R$ 200 mil  para executar a vítima, mas que não pôde fazê-lo porque tinha sido baleado no pé dias antes, ficando a cargo de um indivíduo identificado como “Chel” a execução da empreitada criminosa. . Dois.envolvidos no crime foram presos..Jefferson Senra Amaral e um.outro, Caio Felipe da Cruz, apontado como autor dos disparos. Para a polícia, os envolvidos estão ligados à Tropa do RD, braço do Comando Vermelho responsável por guerras na Zona Oeste do Rio contra milicianos.

Execução na Taquara

A Polícia Militar informa que, segundo o comando do 18º BPM (Jacarepaguá), nesta sexta-feira (19/12), policiais da unidade foram acionados para uma ocorrência de encontro de cadáver na Rua Rubens de Castro, na Taquara, Zona Oeste do Rio de Janeiro. No local, os agentes confirmaram o fato e localizaram o corpo de um homem já sem vida, vítima de disparos de arma de fogo. A área foi preservada até a chegada da perícia. A ocorrência segue em andamento. A região é dominada por milicianos, que estão em guerra com traficantes do Comando Vermelho e com outros grupos paramilitares.

Bandidos da Pedreira (TCP) mataram PM em Meriti

A Secretaria de Estad Secretaria de Estado de Polícia Militar informa a morte do subtenente Marcelo Lima dos Santos, de 49 anos, ocorrida na noite desta quinta-feira (18/12), no Hospital Municipal de São João de Meriti. De acordo com informações preliminares fornecidas pela esposa da vítima, o casal sofreu uma tentativa de roubo nas imediações de um supermercado, onde o militar tentou reagir e foi atingido, sendo socorrido à referida unidade de saúde. Os criminosos fugiram O subtenente Marcelo era casado, estava na corporação há 29 anos e era lotado no 41º BPM. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga o caso. Segundo publicação do jornaliksta Bruno Assunção, os responsáveis pela morte do PM seriam oriundos do Complexo da Pedreira, em Costa Barros, área dominada pelo Terceiro Comando Puro. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) foi acionada e investiga a morte de Marcelo Lima dos Santos. Segundo informações preliminares, o homem foi alvejado após uma tentativa de assalto. Diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime.

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