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Após três mortes de motoboys, trabalhadores que usam motocicletas como ganha pão voltam a ser vítimas: um foi fuzilado em Belford Roxo e outro agredido na Pedreira. VIDEO

Após três mortes de motoboys em pouco mais de uma semana no Grande Rio, houve mais violência çontra trabalhadores que usam motocicletas como seu ganha pão. O mototaxista Rafael Vilela da Silva foi morto ontem dentro de um ferro velho na comunidade do Bom Pastor, em Belford Roxo. O vídeo do crime foi divulgado na Internet. Um motoboy foi sequestrado e levado para o Complexo da Pedreira, na Zona Norte do Rio. A vítima foi agredida e extorquida. Em áudio divulgado, ele relata momentos de terror nas mãos de criminosos ligados ao Terceiro Comando Puro. Segundo o depoimento, sofreu agressões, teve as roupas retiradas e valores subtraídos da conta bancária.

PM da ativa que foi flagrado em conversa com policial aposentado acusado de fazer segurança de bicheiro recebendo oferta de propina foi recentemente condenado por extorsão em outro processo, diz TJ-RJ

O policial militar Gutemberg Dantas da Silva que foi citado na denúncia do Ministério Público Estadual do Rio recebendo oferta de propina de um policial aposentado suspeito de participar da segurança do bicheiro Rogério de Andrade foi recentemente condenado a três anos de prisão pelo crime de concussão (corrupção praticada por servidor público). O processo é de 2019. Segundo o MPRJ, a conversa de Gutemberg com o policial aposentado envolvido com o contraventor foi em 2019. Na época, ele era lotado na Subsecretaria de Inteligência. Sobre o crime que o levou a condenação, de acordo com o TJ-RJ, Gutemberg junto a comparrsas exigiram de um comerciante a entrega da quantia de R$ 12.000,00. Na ocasião, disseram estar realizando uma operação policial, se identificando incialmente como policiais civis da DRCPIM e posteriormente assumindo serem policiais militares lotados na Subsecretaria de Inteligência da PMERJ (SSint/PMERJ). O comparsa de Gutemberg abordou a vítima om o uso de arma de fogo, informando-lhe que “perderia toda a sua mercadoria e que esta seria levada pela DRCPIM”, exigindo, à princípio, a quantia de trinta mil reais para que a referida mercadoria não fosse apreendida. Em determinado momento, chegou ao local terceiro ainda não Identificado, mas referido como “Tenente”, afirmando ser da SSint/PMERJ, passando a exigir da vítima a quantia de vinte mil reais, e que, diante de sua negativa, aceitou obter a quantia de quinze mil reais. Diante disso, foi então acertada a entrega da quantia na passarela da Estação de Trem de Madureira, não tendo a vítima conseguido reunir a quantia de quinze mil reais e tendo entregue a um dos PMs, vujlgo Betinho, a quantia de R$ 12.000,00 (doze mil reais) acima referida. Segundo o processo, Gutemberg também foi acusado de se envolver em outro caso de extorsão contra um comerciante em Nova Iguaçu. Na ocasião, exigiram R$ 10 mil da vítima tendo por fim recebido R$ 4 mil. Na ocasião, eles se identificaram como como policiais militares da SSint/PMERJ e afirmando que fariam uma fiscalização em seu estabelecimento por conta de uma “denúncia” acerca de mercadorias piratas que teriam recebido. De acordo com os autos, Gutemberg também teria participado de outra extorsão na cidade quando ele e comparsas teriam exigido R$ 40 mil de um comerciante tendo no final recebido R$ 4 mil. Na ocasião, os suspeitos tanbém se identificaram como agentes da DRCPIM. A vítima foi até uma agência bancária sacar o dinheiro enquanto Gutemberg e outro PM permaneceram no estabelecimento aguardando seu retorno.

Como agia a quadrilha de traficante do CV de Arraial do Cabo preso em Petrópolis

O traficante que seria o número dois do Comando Vermelho no Morro da Coca-Cola, em Arraial do Cabo que foi preso hoje em Petrópolis, Rodrigo Duarte Bertanha, o Drigo, seguia as ordens do irmão, Marcos, vulgo MK ou Papai, segundo processo antigo que tramita no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. O bando controla não só o Morro da Coca Cola como também as comunidades da Cabocla, Prainha e Sítio. MK na época do processo estava preso e mesmo assim comandava e monitorava a organização criminosa, mantendo contato telefônico com familiares, bem como com” gerentes “e” vapores “subordinados seus para dar ordens para a prática de crimes graves, monitorando a distribuição dos entorpecentes e armas de fogo, bem como sendo responsável pelas principais decisões do grupo. O mesmo ocorria com alguns outros gerentes que também estavam presos, mas permaneciam, de dentro do presídio, no controle da venda das drogas sob sua responsabilidade no morro, através de seus comandados. Interceptações telefônicas feitas flagraram conversas de integrantes da quadrilha passando informações a respeito da chegada de cargas de entorpecentes, de armas e munições, da contabilidade de venda das drogas, da atividade de cada membro e dos menores e também da movimentação de policiais em incursões pelas localidades indicando até mesmo quem seriam os policiais. Como se não bastasse, foram, ainda, interceptadas ordens emanadas por gerentes da organização criminosa para que os integrantes da facção disparassem armas de fogo contra policiais que subissem o Morro da Coca- Cola e para que colocassem barricadas que impedissem o acesso por carros e viaturas às ruas do morro, a exemplo de várias converssas. Foi identificada ainda a prática de extorsão contra os moto-taxistas que atuam no Morro da Coca-Cola, ocasião em que se identificou que, atuando sob ordem de MK, os elementos passaram a exigir o recolhimento semanal de R$ 50,00 de cada moto-taxista, sob pena de perda da motocicleta e de consequências mais graves, conforme ameaças interceptadas. Além de MK e Drigo, faziam parte do primeiro escalão do bando os vulgos R ou Tio, Tiago Cabeça, Amaral, Índio, Dinaldo ou Cabelinho e CaranhaSobre a prisão de Drigo hoje, a polícia disse quel, mesmo escondido fora da área de atuação, ele continuava exercendo papel de liderança, dando ordens aos criminosos que atuam na Região dos Lagos. De acordo com as investigações, o homem exercia função estratégica dentro da facção, sendo responsável pela logística e pelo comando das atividades ilícitas na Região dos Lagos. Ele foi capturado enquanto frequentava uma academia. Contra o criminoso, havia mandado de prisão em aberto pelo crime de associação para o tráfico de drogas. Após a prisão, o acusado foi conduzido à 105ª DP (Petrópolis). A queda de uma das principais lideranças do Morro da Coca-Cola representa um avanço significativo no enfrentamento ao crime organizado e reforça o combate contínuo da Polícia Civil ao narcotráfico em todas as regiões do estado.

PMs poderão ser expulsos da corporação suspeitos de sequestrar dois homens em Queimados e exigir R$ 5 mil das famílias. Um deles não pagou e acabou morto

Depois de quase quatro anos do fato, a PM decidiu levar a conselho de disciplina que pode decidir pela expulsão de seus quadros de dois agentes da lei suspeitos de sequestro de dois homens em Queimados durante uma operação polciial em 2022. Eles exigiram R$ 5.000 das famílias das vítimas e que não pagou, a pessoa acabou executada. Uma das extorsões foi contra um suspeito vulgo Padaria em Queimados.. Os PMs, segundo a investigaçao, teriam exigido R$ 5.000 do avõ e da mãe da vítima. Eles também teriam sequestrado outro homem, vulgo Nenéu, e também teriam exigido R$ 5 mil do pai dele. Na época dos fatos, os PMs procederam na viatura no 52-2892, juntamente com outros policiais militares que, até o presente momento, não figuram como réus na Ação Penal, até a localidade conhecida como Morro do Cocô para realização de operaçãopolicial visando a “retirada de barricadas para desobstrução de vias públicas”, conforme a Ordem de Policiamento no 243/22. Após chegarem ao acesso pela Rua Itaquatia, os acusados desembarcaram e procederam a pé ao interior da comunidade onde, já próximo a um comércio localizado na Estrada Carlos Sampaio, abordar e deter as vítimas. Ato contínuo, o subtenente e o cabo começaram a exigir primeiramente da facção criminosa local, sem sucesso, e, em seguida, dos familiares das vítimas a quantia de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) sob a promessa de que iriam liberá-los caso obtivessem a vantagem econômica indevida. Após o recebimento da vantagem indevida correspondente a uma das vítimas., esta foi liberada pelos acusados que, não logrando obter a quantia correspondente à liberdade do outro suspeito, que acabou morto. Para assegurar a impunidade do crime, diante do não recebimento da vantagem indevidaum dos PMs, mediante violência consubstanciada em disparo de arma de fogo, utilizando fuzil calibre 7,62, marca Imbel, patrimônio da PMERJ, série no 21991, efetuou, em tese,disparo que ocasionou a morte da vítima Padaria. Foi aberto o processo criminal 0093712-65.2025.8.19.0001, em trâmite perante a Auditoria de Justiça Militar do Estado do Rio de Janeiro (AJMERJ), e ainda, foi decretada, em desfavor dos referidos policiais militares, a suspensão do exercício de função pública a fim de que os mesmos, até a sentença definitiva ou ordem de contracautela, não sejam escalados na atividade policial (atividade-fim). Segundo a PMERJ, espera-se do militar estadual, em serviço ou fora dele, ativo ou inativo, em formação ou já formado, a manutenção do elevado padrão de disciplina e dignidade, assim sua conduta moral deve ser pautada em função dos objetivos da Corporação. Um desses objetivos é a virtude moral, em razão disso, todo policial militar deve zelar por uma conduta elogiável, cumprindo com retidão todas as suas obrigações e deveres para com a sociedade. De acordo com a PMERJ, cumpre citar que o póstero processo disciplinar não terá o escopo de avaliar a existência e as circunstâncias do cometimento de crime, o que é da alçada do Poder Judiciário, mas sim os aspectos ético-disciplinares da conduta do militar em questões circundantes do ocorrido, o que demanda uma análise factual do episódio. O mérito em questão será avaliar, dentro dos atos praticados pelo policial, se o mesmo reúne condições ético-morais de permanecer nas fileiras da Corporação.

Traficantes do CV mataram comerciante em Tanguá que se recusou a pagar taxa para eles

A Polícia Civil do Rio divulgou hoje que o comerciante Cascudo do Gás que foi assassinado no último dia 27 de dezembro em Tanguá, cidade da Região Metropolitana fluminense,  foi morto por traficantes do Comando Vermelho. Ex-candidato a vereador, Carlos Henrique Paula de Souza foi executado a tiros em frente ao seu estabelecimento, no Centro da cidade.   Os autores do crime, dois homens em uma moto, surpreenderam comerciante. Usando capacetes, os criminosos se aproximaram, sacaram pistolas e fizeram vários disparos em direção à vítima, que teve morte instantânea. As investigações revelaram que os criminosos, ligados ao tráfico de drogas local, estavam exigindo pagamentos extras de comerciantes para permitir que eles continuassem suas atividades.  Além disso, esses bandidos restringiam a venda de produtos como água, carvão e cigarro, com o objetivo de monopolizar o comércio e aumentar os lucros à custa dos moradores.  Cascudo foi brutalmente assassinado por se recusar a ceder às exigências do grupo criminoso. Hoje, a polícia fez uma operação contra os envolvidos.. Cinco bandidos foram presos em flagrante e os agentes apreenderam grande quantidade de material entorpecente, rádios transmissores, balança de precisão, celulares e dinheiro em espécie.  As diligências contaram com apoio de outras unidades do 4ª Departamento de Polícia de Área (DPA) e do Departamento-Geral de Polícia do Interior (DGPI). Diante dos fatos e com base em trabalhos de inteligência da unidade, a operação visa o cumprimento de dois mandados de prisão contra integrantes do Comando Vermelho, envolvidos nesses crimes de homicídios, extorsões, torturas e associação criminosa. Durante a ação desta quinta, os agentes apreenderam 2214 pinos de cocaína, 454 papelotes de maconha, 1528 papelotes de crack, 5 rádios transmissores, 1 balança de precisão, 3 celulares e R$ 1.7 mil em espécie.

Traficantes do TCP são suspeitos de matarem dono de ponto de mototáxi que não teria pago taxa em Belford Roxo

Segundo informações que circulam nas redes sociais agora se noite traficantes ligados ao Terceiro Comando Puro (TCP), integrantes do “Lacoste” da Serrinha, executaram, no final da tarde de hoje, o responsável pelo ponto de mototáxi na Praça do Barro Vermelho, em Belford Roxo. O crime teria sido motivado pela recusa da vítima em pagar propina aos criminosos. Segundo informações, os traficantes “Messi” e “Foca”, também oriundos da Serrinha, em Madureira, seriam os mandantes do ataque. Durante a ação, outras pessoas foram baleadas no local, incluindo uma criança (informação ainda não oficial)

Em Vargem Grande, morador tem que pagar R$ 50 de água e R$ 50 de luz para a milícia. No Caju, tráfico (TCP) cobra R$ 150 do gás. Em Rio das Pedras, há restrição de circulação por causa de briga entre paramilitares. A população de comunidades do Rio continua sendo explorada pelo crime organizado

Denúncias que foram publicadas em rede social revelam mais exemplos de exploração por parte de milicianos e traficantes a comerciantes e moradores de comunidades do Rio de Janeiro. Um morador da comunidade da Taboinha em Vargem Grande, na Zona Sudoeste carioca, afirmou que os residentes têm que pagar para a milícia R$ 50 de luz, R$ 50 de água e R$ 20 para a associação de moradores. Quem não pagar, os criminosos cortam a luz e é preciso dar R$ 500 para religar, segundo a denúnncia, isso se não baterem neles, contou a testemunha. O morador afirmou que os traficantes do Terceiro Comando Puro também agem na comunidade em conluio com os paramilitares. “Somos obrigados a aceitar bandidos do TCP vendendo drogas no nosso portão”, lamenta. Outro exemplo de exploração ocorre no Complexo do Caju, na Zona Portuária, onde o preço do gás subiu para R$ 150. A ordem partiu de um traficante vulgo 98 a mando do chefão da área, vlgo Bob. Os criminosos expulsaram e tomaram uma distribuidora que fornecia carvão e água mneral em galão para os comerciantes. Desde então, a comunidade está sem os produtos para a compra, prejudicando a todos. Voltando para a Zona Sudoeste, uma suposta briga entre milicianos estaria impedindo o ir e vir dentro da própria comunidade de Rio das Pedras. A rivalidade ocorre entre os cirminosos das localidades de Areal e Areinha. Há relatos de que o morador de uma área não pode atravessar para a outra.

Traficante do CV solto em fevereiro mandou expulsar provedores de internet de Itaboraí para sua quadrilha controlar o serviço e impôs taxas de segurança a moradores e comerciantes

Traficantes do Comando Vermelho estavam expulsando comerciantes provedores de internet de diversos bairros de Itaboraí, a fim de que o próprio grupo criminoso passe a explorar economicamente o serviço. A quadrilha agia sob liderança do criminoso vulgo Paiol que estava preso até o mês de fevereiro de2025 e que ostenta diversas anotações pela prática de crimes de homicídio, tráfico, associação para o tráfico, tortura e latrocínio. Os bandidos vinham praticando extorsão, furtos, ameaças e constrangimentos ilegais contra comerciantes locais.visando ao controle econômico de serviço básico da região (internet). O bando usava armas de fogo para fazer ameaças aos moradores e comerciantes , com a finalidade de obter vantagem econômica, passando a extorqui-los em troca de uma “segurança”, além de implantar sua própria rede de internet e venda de gás, obrigando os moradores a comprarem tais serviços. Paiol virou réu esse ano por homicídio. Ele já respondia a procvesso por assassinato desde 2000. Sua base na cidade é o bairro da Cidade Nova. O caso que virou inqurito na 71ª DP está tramitando na 1ª Vrara Criminal da cidade.

Chefão da milícia do Catiri participou de reunião que instituiu cobrança de taxa de segurança de R$ 50 mensais a moradores de condomínio na Taquara, diz Justiça

Milicianos constrangeram os síndicos dos blocos 10, 5, 11 e 8 do “Edifício Cabo Frio”, no Condomínio Mirante da Taquara, na Zona Sudoeste do Rio, mediante grave ameaça e com armas de fogo (fuzil), com o objetivo de extorquir R$ 50,00 mensais de cada proprietário de apartamento. O montante seria repassado em benefício dos criminosos. Um dos envolvidos seria o miliciano Montanha, que comanda a comunidade do Catiri, em Bangu, que está em guerra com o Comando Vermelho. O fato ocorreu primeiramente no dia 20 de maio. Indivíduos supostamente integrantes de uma milícia privada chegaram ao condomínio, que possui 1.443 unidades, e informaram a I.C.S, secretária do bloco 9, sobre a implantação de uma “taxa de segurança”. No dia seguinte, outros quatro síndicos dos blocos 10, 5, 11, 8 e um tesoureiro do bloco 3 e se dirigiram até à localidade conhecida como “Cabeça de Porco”, onde foram inicialmente recebidos por um miliciano armado com fuzil intimidando-os, o qual os encaminhou até o local da dita reunião, onde haviam mais, pelo menos, três homens armados. Já no local da reunião, Montanha que também portava uma arma de fogo do tipo fuzil, intimidando os lesados, Ao ser iniciada a mencionada reunião, um dos paramilitares chamado Ataul foi o responsável por conduzir o ato, ocasião em que foi estabelecido contato telefônico com um indivíduo não identificado, o qual, fazendo uso do viva voz, disse aos lesados: “agora a gente é dono do Mirante” e anunciou que seria instituída uma cobrança de R$ 50,00 (cinquenta reais) por cada unidade cujo recebimento dos valores seria responsabilidade dos respectivos síndicos, tendo os ameaçado, ainda, dizendo, de forma intimidatória, que quem “atrapalhasse a investida seria removido do cargo e perderia o apartamento”. Durante a dita reunião, o interlocutor não identificado ainda proferiu ameaças no sentido de que “quem não pagasse perderia o apartamento” e disse que a instituição da cobrança não dependeria dos moradores do condomínio, mas sim que “a ordem era deles e ponto final”, caracterizando a extorsão. Um homem chamado Leonardo seria o responsável por intermediar as comunicações estabelecidas entre os síndicos e o grupo criminoso, tendo os lesados, após o fim da mencionada reunião, saído do local extremamente atemorizados.Em sede policial, os lesados esclareceram os fatos de forma detalhada e reconheceram os suspeitos, entre eles Montanha. Três milicianos tiveram as prisões preventivas decretadas, entre eles o próprio Montanha.

CV voltou a atacar a Carobinha (milícia)

Soldados do Comando Vermelho entraram na comunidade da Carobinha, em Campo Grande, no início da noite de quarta-feira e permaneceram em alguns pontos da região até a madrugada desta quinta-feira. Em seguida, o grupo retornou para a Vila Kennedy, também na Zona Oeste. Segundo fontes ouvidas pelo repórter Bruno Assunção, houve confronto com integrantes de um grupo miliciano que atua na área. De acordo com os relatos, o avanço do grupo rival não teria sido contido devido ao grande número de envolvidos e ao uso de armamento pesado. Ao longo dos últimos meses de disputa, moradores da região relataram à reportagem o impacto da violência no dia a dia da comunidade. Uma das fontes afirmou: “Não queremos o tráfico aqui, mas também não aguentamos mais ser extorquidos pela milícia.” Em outro desabafo, o morador destacou o clima de insegurança: “Não sabemos o que pode acontecer. Aqui sempre foi um lugar de paz, mas isso acabou quando começamos a ter que pagar taxas”.

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