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extorsão

Saiba quem é o traficante que mandou cortar água de quase 2 mil pessoas em Caxias. TV não disse quem era. Cobrança pelo serviço não é novidade

Passou na televisão que traficantes do Jardim Pantanal, Duque de Caxias cortaram a água de cerca de 2 mil moradores mas a matéria não mencionou quem teria dado a ordem. Aquela área ali quem manda é o traficante Flamengo que é vinculado ao Terceiro Comando Puro. Uma investigação que veio a tona há cerca de dois anos apontou que a quadrilha de Flamengo O bando controla os condomínios Volterra, Rotonda, Parma, Páuda e Bozano, colocando pessoas de sua confiança na administração dos condomínios para cobrança dos serviços como fornecimento de água, gás, internet e tv à cabo clandestino, bem como de taxas condominiais dos moradores. Os criminosos expulsam moradores que se insurgem contra a quadrilha e também torturam pessoas que eles consideram ser X9. Também estão envolvidos em homicídios. Várias ruas da região têm barricadas. A página Reage Jaqueira denunciou recentemente os nomes das vias que foram obstruídas pelos bandidos. Os traficantes proibiram os moradores de seguirem essa página. Rua Cruzeiro Rua assirio Rua fenício Rua Mapiba Rua da Floresta Rua da Paz Rua General Artigas 250 Rua Maximo Gorki Rua Frei santo Antonio Rua Altas Rua Paranapiacaba Rua Juiz de Fora Rua mapiba Rua camões Rua senador Nereu Ramos Rua Rouget Lisle Rua Gabriel Danuzio Rua Débora Rua Marquesa dos Santos. FONTE: Superior Tribunal de Justiça e página Reage Jaqueira (Facebook)

Traficantes do Para Pedro (TCP) cobram taxas por serviços básicos, fecham ruas com barricadas e vêm atacando o CV. Polícia faz operação

Traficantes da comunidade do Para-Pedro (TCP), em Irajá, na Zona Norte do Rio,  empregam violência contra os moradores da localidade, além de fecham ruas com barricadas e cobram por serviços básicos. De acordo com policiais civis, o grupo vem realizando constantes incursões contra a facção criminosa rival que atua na comunidade do Juramento (CV). Os bandidos estão envolvidos também com roubos de veículos e de cargas na região, além de praticarem homicidios. A polícia faz uma operação no lolcal hoje. Quatro pessoas foram presas. Além dos cumprimentos de mandados, a operação desta quarta visa a verificação de informações de inteligência sobre o esconderijo de armas e drogas na comunidade, além da recuperação de veículos e cargas roubadas.  FONTE: Polícia Civil do RJ

CV assumiu as cobranças de taxas a moradores e comerciantes na Taquara

Segundo a Polícia Civil, traficantes do Comando Vermelho estão realizando extorsões contra comerciantes e moradores da região da Taquara, em Jacarepaguá. A investigação aponta que alguns criminosos integravam a milícia que atua na “Comunidade Meringuava” e, após a facção do “Comando Vermelho” ter avançado para a região, migraram para o grupo criminoso. Ficou constatado que esses integrantes do “Comando Vermelho” costumam realizar essas cobranças todas as sextas-feiras e policiais foram ao local, para tentar capturar os criminosos. Com.isso, foi preso Matheus Santos da Silva. Ele foi visto saindo de um bar e, após ter recebido voz de prisão, o narcoterrorista se evadiu, utilizando um veículo roubado. Os policiais civis iniciaram a perseguição e o bandido atentou contra a vida dos agentes, que utilizaram dos meios necessários, de maneira moderada, para repelir a injusta agressão. O criminoso foi alvejado de raspão, bateu com o veículo, foi preso e socorrido pelos policiais civis. Com o criminoso, foi apreendido uma pistola calibre 9mm. Contra ele, também foi cumprido um mandsdo de prisão condenatória pelo crime de roubo. Ele estava foragido da Justiça desde Junho de 2024. O veículo utilizado pelo criminoso foi roubado por integrantes do Comando Vermelho no início de março, em uma rua próxima aonde o criminoso foi abordado pelos policiais. Certa quantia em espécie oriunda das cobranças realizadas também foi apreendida. FONTE: Polícia Civil do RJ

Apenas de 10% a 15% do faturamento do CV advém da venda de drogas. O restante é proveniente da cobrança de taxas a moradores e exploração de serviços, além dos roubos de cargas e veículos, disse secretário da Polícia Civil do RJ

Em entrevista a uma emissora de rádio nesta semana, o secretário da Polícia Civil do Rio de Janeiro, delegado Felipe Curi, afirmou que apenas de 10% a 15% do faturamento do Comando Vermelho provém da venda de drogas. O restante, segundo ele, é proveniente da exploração de serviços como gás, internet, TV a cabo, além da cobrança de taxas de comerciantes e moradores, no que ele chamou de miliciazação do tráfico de drogas. Os bandidos também faturam alto com os roubos de cargas e de veículos. 90% dos roubos de cargas e 80% dos veículos sãon praticados por facções criminosas. “Não são quadrilhas especializadas. As próprias facções têm entre seus integrantes pessoas que cortam os veículos que clonam ou que destinam as cargas. O roubo de cargas traz liquidez imediata já que as mercadorias são repassadas para comerciantes dentro das próprias comunidades”, disse. Sobre o esquema de lavagem de dinheiro do CV com o PCC, ele explicou que os valores saíam do banco digital criado pelas duas facções e ia para regiões da fronteira com o Paraguai e a Bolívia e voltava por emio de empresas de fachada, sendo revertido para a compra de armas e drogas e também para a caixinha do CV que é uma espécie de poupança da facção para financiar a compra de armas, drogas e uma espécie de previdência que sustentava parentes de presos e parentes de lideranças do grupo. O dinheiro movimentado neste esquema de lavagem era proveniente da venda de drogas e também da cobrança de taxas de moradores e comerciantes,. Os depósitos eram feitos sempre com notas de pequeno valor, FONTE: Polícia Civil do RJ

Trans foram presas suspeitas de extorquir norueguês em Copacabana. Elas exigiam grana para não divulgar vídeos íntimos

Duas mulheres trans foram presas acusadas de extorquir um turista norueguês, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Os fatos vinham ocorrendo desde o último dia 22. As suspeitas, que são garotas de programa, chantageavam a vítima com ameaças de divulgar vídeos íntimos gravados sem autorização. A dupla exigia pagamentos em espécie para não expor o material, totalizando um prejuízo estimado em R$ 35 mil, além de tentativas de extorsão que somam aproximadamente R$ 80 mil. A vítima chegou a realizar diversos pagamentos para as prostitutas, que passaram a procurá-lo onde está hospedado. Na hora em que realizavam nova extorsão, as autoras acabaram presas. Uma das detidas tem antecedentes pelos crimes de extorsão, associação criminosa e rufianismo. As investigações prosseguem para identificar e localizar outros envolvidos. FONTE: Polícia Civil do RJ

Milicianos aliados de traficantes (CV e ADA) disputariam com paramilitares o controle do Catiri

O jornalista Bruno Assunção publicou em suas redes sociais esta semana que estaria havendo uma briga entre milicianos pelo controle da comunidade do Catiri, em Bangu. Ele escreveu que a disputa seria entre Ademir, Alan Pirulito e Montanha pelo controle da localidade. Apuramos com uma fonte que, na verdade, Ademir estaria junto com traficantes do Comando Vermelho e da ADA (Amigos dos Amigos) que há tempos querem tomar o Catiri enquanto que Pirulito e Montanha seriam aliados. Ainda segundo a publicação do jornalista, os milicianos do Catiri estariam abordando moradores usando fardamento semelhante ao da PMERJ e da Polícia Civil, determinam toque de recolher em pontos estratégicos e revistariam telefones dos residentes. O caso é investigado pela delegacia de Bangu. A disputa no local não é só pelo controle das extorsões a moradores e vans, mas também envolvem jogo do bicho. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção e Página Milícia RJ News (twitter)

Em Belford Roxo, milícia cobra taxa de acordo com a projeção de lucro do comerciante

Autos dos processo contra milicianos que atuam em Belford Roxo revelam mais detalhes sobre a atuação da quadrilha chefiada por um indivíduo vulgo Cabeça de Ouro. O bando atua nas localidades de Parque Esperança, Wona, Vale das Mangueiras, Luz, Parque dos Ferreiras, Vasco, Parque Fluminense e Lote 15. O modus operandi do grupo consiste em um ou mais indivíduos realizarem cobrança semanal de valores, mediante ameaça de caso o comerciante não realize o pagamento da taxa exigida, o grupo voltará ao local e praticar mal maior contra o referido comerciante; Os comerciantes pagavam as taxas variáveis entre R$20,00 a R$70,00 semanal, dimensionado pelo tamanho do comércio e a sua projeção de lucro naquela região; Carlinhos da Padaria é braço-direito de Cabeça de Ouro e atual responsável por gerir os negócios do grupo; A polícia descobriu por exemplo que lojas de acessórios, laticínios, doces, depósito, rações pagam a taxa para a milícia. Por por medo de represália da milícia local, as vítimas se recusam a comparecer na delegacia para prestar esclarecimento; FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Quando ainda era da milícia, ex-PM preso suspeito de treinar traficantes do CV participou de uma extorsão de R$ 50 mil e tomada de apartamentos

Quando ainda participava da milícia da Muzema, o então PM Ronny Pessanha de Oliveira, o Caveira, foi acusado de participar de uma extorsão De acordo com a testemunha, armados com fuzis e pistolas, os bandidos exigiram R$ 50 mil e ainda obrigaram a passar para o grupo o controle de quatro apartamentos.  O grupo era fortemente armado, praticamente pronto para qualquer guerra; que qualquer um que se oponha a eles, ou fizesse qualquer coisa que não seja da vontade deles, é simplesmente eliminado ou expulso do local onde reside.  A testemunha ainda disse que o grupo matou um senhor e escondeu o corpo. Caveira foi preso na última segunda,-feira suspeito de treinar traficantes do Comando Vermelho e de lavar o dinheiro dos criminosos. Viagens, roupas de grife, festas e um carro de luxo avaliado em R$ 3 milhões. Esse era o estilo de vida ostentado por Ronny , que fazia questão de exibir sua rotina nas redes sociais. FONTE: TJ-RJ e Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Preso ex-policial civil suspeito de extorquir motoristas de aplicativos e comerciantes e teria ligação com milícias de Magé e Região dos Lagos

A Polícia Civil prendeu ontem um ex-policial e um comparsa suspeitos de extorquirem comerciantes e motoristas de aplicativo, utilizando-se de ameaças, armas de fogo e falsas alegações de dívidas para intimidar as vítimas. É apurada a ligação dos presos com milícias que agem em São Pedro da Aldeia e Magé, onde o grupo estaria tentando implantar uma estrutura paramilitar extorquindo moradores, empresários e até parentes de detentos sob pretexto de cobrança de dívidas Há três anos, a dupla invadiu a casa de uma vítima alegando que buscavam um suposto morador devedor. Diante da negativa do atual residente, os criminosos forçaram a entrada no imóvel, se apresentaram como policiais e iniciaram uma série de ameaças. Durante a ação, os criminosos exigiram R$ 3.900,00, e mediante a recusa da vítima, passaram a exigir pagamentos mensais de R$ 1.000,00. A vítima foi agredida com tapas e coronhadas, enquanto os autores reviravam o imóvel e subtraíam objetos pessoais, como a chave de um caminhão, R$ 2.200,00 em dinheiro, cartões bancários, televisão e celulares. Posteriormente, os criminosos mantiveram contato por telefone, ameaçando e cobrando os valores exigidos, utilizando o mesmo aparelho celular já identificado pela investigação. A vítima reconheceu os autores, incluindo o veículo usado na ação, pertencente a um dos presos. Um dos envolvidos, inclusive, já havia sido preso por tentativa de homicídio em 2016 em Magé. Na operação, os policiais apreenderam o telefone utilizado nas extorsões, diversos chips cadastrados em nome de terceiros, além da chave do caminhão subtraída durante o crime. FONTE: Polícia Civil do RJ

PMs poderão ser excluídos da corporação suspeitos de extorquirem turistas estrangeiros que portavam maconha na Zona Sul do Rio

Dois PMs do batalhão do Leblon estão sendo submetidos a conselho de disciplina que poderá representar pela exclusão deles da corporação acusados de extorquirem turistas na Avenida Niemeyer, que portavam maconha em maio do ano passado. Na ocasião, os estrangeiros estavam em um veículo Renault Kwid quando foram abordados por policiais militares, os quais encontraram um material semelhante à Cannabis sativa. Relataram ainda que os agentes, inicialmente, exigiram a quantia indevida de R$ 10.000,00(dez mil reais) em espécie e, após tratativas, reduziram o valor para R$ 5.000,00 (cinco mil reais). Diante da impossibilidade de pagamento imediato, foram orientados a se dirigirem a um shopping para realizar osaque. Informaram que retiraram o montante total de € 1.190,00 (mil cento e noventa euros) — e o entregaram aos policiais em um estacionamento nas imediações do Shopping Fashion Mall, de forma discreta, conforme as instruções recebidas. Após a entrega do dinheiro, afirmaram ter recebido o entorpecente de volta e, em seguida, foram liberados. Após a análise das imagens das câmeras de vigilância constatou-se que os turistas foram abordados no local indicado na denúncia. Além disso, verificou-se que os investigados deixaram o local da abordagem ̳escoltando‘ as vítimas, sendo possível visualizar, instantes depois, a entrada deles no interior do shopping, sem a presença dos investigados. Os turistas anotaram as placas das motocicletas utilizadas pelos policiais. Por meio das fichas de circulação e dos mecanismos de controle do 23o BPM, constatou-se que, naquele dia, os veículos estavam sendo utilizados pelos investigados Além disso, em relação a um dos PMs, por meio de diligência telefônica realizada via aplicativo WhatsApp, um dos turistas o acusou e o identificou de maneira categórica, pormeio de uma fotografia, como um dos autores dos fatos descritos. Recai, ainda, contra a sua conduta, que ao assumir o serviço no dia 23 de maio de 2024,deliberadamente e sem a devida autorização, não acautelou a Câmera Operacional Portátil (COP), deixando assim, de captar imagens relevantes para as investigações. Seguindo as investigações, não é razoável que duas pessoas sejam ̳escoltadas‘ após umaabordagem sem que os policiais tenham produzido qualquer registro do episódio. Além disso, ao localizaremmaterial assemelhado a entorpecente, deveriam ter conduzido os envolvidos à delegacia. A omissão nesseprocedimento comprometeu a regularidade da abordagem, resultando na formalização da acusação contra osagentes na 1a DPJM. FONTE: Boletim Interno da PMERJ

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