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Traficante do CV alvo de operação hoje que prendeu oito em Vargem Pequena foi acusado de comandar espancamento até a morte de suposto X9 da milícia, segundo a Justiça

O traficante do Comando Vermelho alvo de operação hoje na comunidade do Cesar Maia, em Vargem Pequena, na zona sudoeste do Rio, vulgo Lilinho, responde a três processos por homicídio no Tribunal de Justiça do Rio. Um deles de 2026 encontra ainda em sigilo. Dos autos disponíveis no site do TJ-RJ, relembramos um caso de 2018, do dia 01 de outubro daquele ano, quando Lilinho e comparsas foram acusados de espancar até a morte Allan Augusto Damião Pereira. O delito teria sido praticado por suposto motivo torpe, para cumprir a “lei do tráfico”, objetivando demonstrar o poder da facção criminosa Comando Vermelho. Uma testemunha ocular da violência sofrida pela vítima afirmou em Juízo que Lilinho comandou as agressões contra Allan, que levou coronhadas, chutes e socos. Segundo os autos, Allan foi morto por ser indicado como suposto “X9 da milícia” Consta, ainda, da denúncia que, em data que data que não se pode precisar, mas sendo certo que até o dia 01 de outubro de 2018, Lilinho e comparsas teriam, em tese, se associado para a prática do crime de tráfico de drogas, no interior da Comunidade Cidade de Deus,

Motoboys moradores de comunidade dominada pelo CV teriam sido sequestrados e mortos por traficantes do TCP no Morro do Chaves, diz jornalista

Dois motoboys foram sequestrados por traficantes fortemente armados no Morro do Chaves, em Barros Filho, na Zona Norte do Rio, durante o último fim de semana. O crime ocorreu nas proximidades de um campo de futebol da comunidade, perto da Rua São Salvador, e teria sido presenciado por moradores que participavam de uma confraternização no local. Relatos apontam que os dois jovens moravam na favela Proença Rosa, área dominada pelo Comando Vermelho (CV), e foram abordados por criminosos do Terceiro Comando Puro (TCP), facção rival. Após serem questionadas sobre onde residiam, as vítimas foram agredidas, amarradas e colocadas juntas no porta-malas de um carro modelo Corolla Cross prata. Ainda segundo o relato, os sequestradores estavam armados com fuzis e pistolas e deixaram o local após receberem a informação de que uma viatura da Polícia Militar se aproximava da região, onde o policiamento foi reforçado para tentar conter possíveis confrontos entre facções. As vítimas foram levadas para a comunidade conhecida como Bairro 13, onde foram mortas por ordem de um traficante identificado como “Cego”. Até o momento, não há informações sobre o paradeiro dos corpos. AS INFORMAÇÕES SÃO DO JORNALISTA BRUNO ASSUNÇÃO

Arrego a PMs, fábrica de bebidas falsificadas, mortes de policial e cachorros, ataque à delegacia: decisões da Justiça revelam histórico criminal atribuído ao líder do CV em São Gonçalo preso ontem

Preso ontem, o traficante Biel do Feijão atua no crime pelo menos desde a década passada. Segundo o Tribunal de Justiça, uma investigação de anos atrás dizia que ele era responsável pela contabilidade do tráfico no Morro do Feijão, sendo citado em interceptações como garantidor do “arrego” pago aos policiais militares. Ele chegou a ser preso pela Polícia Rodoviária Federal em 3 de abril de 2019. Biel chegou a investir dinheiro do tráfico em uma fábrica que produzia bebidas alcoólicas falsificadas quando ainda era conhecido como Biel do Abacate. Segundo informações do TJ-RJ, o bandido foi réu em cinco processos no Tribunal do Júri por homicídio. Uma das vítimas foi um homem que teve que entrar para o tráfico para saldar dívidas com criminosos mas não conseguiu pagar e acabou morto junto com dois cachorros de estimação de seu primo. Biel fornecia drogas para a vítima, de acordo com os autos. Em outro caso relatatdo no TJ-RJ, Biel foi acusado de ser o mandante da morte de Michael Daniel Monteiro David, que era filho de um policial mililtar reformado. O pai da vítima disse na época que recebeu mensagens de colegas avisando que seria, ele mesmo, a próxima vítima, razão pela se mudou da loclaidade. Em outro processo do qual foi impronunciado (ficou livre de júri popular), Biel foi acusado de envolvimento na morte de Júlio César Marreto de Oliveira, que era policial mililtar. Na ocasião, duas mulheres também foram baleadas mas sobreviveram.Biel também foi investigado por suposto envolvimento em um ataque contra a 72ª DP em 2018. No referido ataque uma pessoa que passava pelo local foi ferida no ombro. Com o início das investigações apurou-se que o ataque partiu da organização criminosa denominada Comando Vermelho, ligada ao tráfico de drogas no Complexo de Boaçu, especialmente nas Favelas do Lodial, Favelinha e Comunidade do Espantalho, já que seus integrantes movimentam-se constantemente por demais favelas situadas nos Municípios de São Gonçalo, Niterói e Itaboraí. Apurou-se, ainda, que a origem do atentado foi uma represália contra a apreensão de um adolescentede apenas 15 anos de idade e com uma extensa Fai (Folha de Atos Infracionais).

PM pode expulsar quatro policiais suspeitos de extorquirem homem dentro de oficina de motos em Rio das Ostras

Depois de dois anos, a PM decidiu submeter a comselho de disciplina que pode decidir pela expulsão de seus quadros de quatro policiais militares acusados de extorsão em Rio das Ostras em dezemro de 2023. Segundo publicação no boletim interno da PMERJ, no dia 24 de dezembro daquele ano, os quatro policiais teriam extorquido em R$ 1.998 de um homem no interior de uma oficina de motos, no bairro Âncora. O alvo foi abordado pelos policiais militares. Por conseguinte, foi conduzido à Rua das Dálias, mesmo sem portar qualquer objeto ilícito. Em seguida, por volta das 16h31min,os acusados deixaram suas Câmeras Operacionais Portáteis (COPs) dentro da viatura e conduziram a vítima para fora, ocasião em que, mediante grave ameaça de prendê-la por tráfico de drogas, solicitaram a quantiade R$ 15.000,00 De acordo com o boletim interno, foi encaminhada denúncia anônima à Agência de Inteligência Classe “C” (AIC) da 6a Delegacia de Polícia Judiciária Militar (6a DPJM),versando sobre a conduta dos policiais militares, na companhia de um civil, no interior da comunidade dobairro Âncora, cobrando a entrega da quantia de R$ 15.000,00 A denúncia ainda destacava que, ao final, foi fechado acordo de pagamento da quantia de R$ 6.000,00 (seis mil reais) a ser entregue aos denunciados, por volta de 00h00min, no final da Rua das Dálias, s/n. No mesmo ato, foi enviado vídeo contendo imagens com o número de série das notas que seriam entregues aos policiais militares. Diante dos fatos comunicados, por volta das 00h00min, agentes da 6a DPJM deslocaram-se até as proximidades do local informado para entrega dos valores acordados. Ato contínuo, os policiais militares foram abordados pelos agentes correcionais, que lograram êxito na localização de uma sacola contendo R$1.998,00 em espécie, próxima da viatura. Após conferência das notas acondicionadas, verificou-se que os números de série das notas coincidiam com aqueles constantes no vídeo encaminhado junto à denúncia anônima. Diante dos fatos, foi instaurado o Inquérito Policial Militar n.o 778/118/2023,CGPM n.o 2023267473, no âmbito administrativo militar, o qual instruiu a denúncia ministerial datada de 20AGO2025, oferecida pelo Membro do Ministério Público Estadual do Estado do Rio de Janeiro (MPERJ), em exercício na Auditoria de Justiça Militar do Estado do Rio de Janeiro (AJMERJ), tando de serviço), do Código Penal Militar, estando incursos nas penas neles previstas. E,m elação ao uso irregular da Câmera Operacional Portátil (COP), tal mérito foi objeto de apreciação administrativa durante a análise do IPM Port. 778/118/2023,CGPM n.o 2023267473, haja vista a extração do Documento de Razões de Defesa n.o 0867/118/2025, CGPM n.o 2025980439, que resultou na aplicação da punição de prisão por 01 (um) dia ao graduado, conforme publicação inserta no Boletim da PM n.o 148, de 15AGO2025, vide SISCOR/PMERJ. Por fim, é relevante consignar que no dia 16OUT2025, a Justiça recebeu a denúncia em epígrafe, inaugurando assim, a ação penal n.o 0102168-04.2025.8.19.0001, na qual os acusados figuram como réus. Nesta oportunidade, foram deferidas as medidas cautelares em desfavor dos militares cpmp a bem a decretação da suspensão da função pública e o comparecimento mensal em juízo para informar e justificar suas atividades, a qual poderá ser cumprida no Fórum mais próxi-mo de sua residência, desde que comunicado a este Juízo para adoção das providências cabíveis, suspensão do porte de armas de fogos, devendo acautelar suas armas particulares e funcionais, que possam estar sob seus cuidados, nas RUMB da atual unidade em que está lotado, proibição de ausentar-se do Estado, bem como do país, sem a devida autorização judicial,

Traficante do CV é suspeito de envolvimento nas mortes de mais de 50 milicianos na Zona Oeste do Rio

Apontado pela polícia e por investigações como um dos mais temidos executores do tráfico na Zona Oeste do Rio, RD do Barbante é acusado de participação direta em mais de 50 homicídios em confrontos armados contra milicianos do PL, segundo informações do Portal dos Procurados. Sua área de atuação mais intensa concentra-se em Santa Cruz, Campo Grande, Paciência, Inhoaíba, Cosmos, Guaratiba e Bangu (principalmente região do Catiri), onde ele teria liderado diversas investidas para expulsar ou eliminar grupos milicianos que tentam dominar o controle territorial e as cobranças de “taxa de segurança”. RD do Barbante é descrito por fontes policiais como um atirador de alta periculosidade, responsável por execuções, emboscadas e guerras de fogo que deixaram um rastro de mortes nos últimos anos na disputa entre facções e milícias na Zona Oeste.

PM preso hoje suspeito de extorquir e estuprar uma mulher responde processo sigiloso de milícia em Araruama junto com ex-vereador preso no ano passado acusado de homicídio motivado por disputa dentro do grupo

Segundo o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o policial militar Lucas de Sousa Mathias, que foi preso hoje em Maricá suspeito de extorquir e estuprar uma mulher responde a processo sigiloso por constituição de milícia que tramita em Araruama. A ação é de 2023. De acordo com informações que se pode obter, entre os réus deste processo, está o e x-vereador de Araruama Sérgio Roberto Egger. que fo preso no ano passado por homicídio. O processo deste homicídio também está em segredo de Justiça mas segundo o que saiu na imprensa quando o político foi preso, o assasssinato tinha ligação com uma suposta disputa dentro de um grupo de extermínio A matéria informou que a quadrilha agia como uma milícia na região controlando o transporte alternativo e serviços clandestinos.

Assim como em janeiro, maiores milícias do RJ também haviam ensaiado trégua em dezembro e romperam

Antes de ser anunciado um suposto acordo de paz enre as maiores milícias do Rio em janeiro que foi rompido, foi divulgado nas redes sociais que os dois grupos já tinham acertado uma trégua em dezembro que também não foi para a frente. As milícias do PL (sucessor de Zinho) e do Juninho Varão junto com Waguinho ou Velhinho voltaram a duelar . Em dezembro, o acordo teria sido rompido por PL No dia 19 daquele mês, por exemplo, no Conjunto 61, em Santa Cruz, dois milicianos do bando de Waguinho foram mortos em um suposto ataque do PL. Várias mortes já tinham sido registradas antes desta história de acordo. Veja o que foi divulgado na rede social. No dia 19 de dezembro, por exemplo, no Conjunto 61, em Santa Cruz, dois milicianos do bando de Waguinho foram mortos em um suposto ataque do PL. Em 21 de outubro, o miliciano Boi, homem forte do grupo do PL comandou um ataque na João 23, em Santa Cruz, reduto de Waguinho, e mataram um radino e deixaram um inocente baleado. Em 14 de setembro, a milícia do PL matou o miliciano Coalha do Guandu no Cabuçu, em Campo Grande. Em resposta, Juninho Varão matou um miliciano no Tingui, em Campo Grande. Em 15 de agosto, a milícia do PL fez mais um ataque na área do Waguinho na João 23, em Santa Cruz . Dois milicianos foram baleados e jogados dentro da mala de um carro.

Peixão (TCP) pode estar escondido na Bolívia, diz jornalista

De acordo com apuração do repórter Bruno Assunção, o traficante Alvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão não estaria no Brasil. O bandido seguiria foragido na Bolívia, onde estaria acompanhado de parentes e familiares próximos. Informações apontam que ele recebe proteção de narcotraficantes e outros criminosos com influência nas rotas internacionais do tráfico de drogas. Recentemente, parentes do traficante foram detidos a caminho dó pais vizinho. Segundo o jornalista, soldados do Terceiro Comando Puro (TCP), a mando de Peixão, intensificaram a instalação de barricadas nos acessos e no interior do Complexo de Israel, na Zona Norte do Rio. O conjunto é formado por pelo menos cinco comunidades, onde criminosos ampliaram muros, bloqueios e obstáculos em vias estratégicas para dificultar a circulação e a atuação das forças de segurança. A cúpula do TCP na região tem ignorado o programa estadual Barricada Zero, que prevê a retirada dessas estruturas. Segundo moradores da região, há um período considerável sem a realização de megaoperações no Complexo de Israel, o que tem contribuído para a consolidação territorial da facção. Após a ADPF das Favelas, o grupo criminoso expandiu o controle físico da área, com ao menos 36 vias bloqueadas, transformando a região em uma espécie de fortaleza.

Traficante do CV que ia ser resgatado de delegacia e que comanda a quadrilha alvo de operação policial hoje chegou a nomear seu substituto na liderança do grupo mas este acabou morrendo em tiroteio com a polícia

Os traficantes da comunidade do Vai Quem Quer, em Duque de Caxias, alvos de operação hoje da Polícia Civil e do Ministério Público Estadual do Rio, monitoram a presença de viaturas policiais e eventuais ações das forças de segurança nas imediações da referida localidade. Os membros da organização criminosa compartilham alertas em tempo real, orientações estratégicas e avisos preventivos, com o objetivo de ocultar entorpecentes de forma célere e eficaz diante de qualquer movimentação policial. A quadrilha que tem como líder o criminoso conhecido como Rato que foi alvo de tentativa de resgate na delegacia de Campos Elíseos no ano passado. Com a sua prisão, Rato já até tinha nomeado seu substituto, vulgo Murcho, mas este acabou sendo morto em operação policial dias depois da tentativa de resgate na unidade policial. Uma mulher lamentou na época a morte de Murcho e ainda sugeriu que havia X9 no meio dos traficantes. Segundo a Polícia Civil, os criminosos realizaram delitos para proteger comparsas envolvidos no ataque à distrital. Um dos pontos centrais da investigação foi a comprovação da existência de uma “caixinha” do tráfico, abastecida por lideranças locais, destinada a custear despesas de criminosos presos, aquisição de armamentos, compra de drogas e manutenção da estrutura do grupo. Os traficantes da Vai Quem Quer tem atuação integrada do tráfico de drogas com grupos do Comando Vermelho sediados na Rocinha e no Complexo da Penha.

Chefões do CV da Penha foram denunciados por morte de irmãos mas Justiça rejeitou e decretou a prisão de outros dois suspeitos

A polícia investiga o envolvimento de traficantes da Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha, na morte de dois irmãos chamados Lábaro e Júlio César Viana de Oliveira. Os crimes ocorreram entre janeiro e fevereiro do ano passado em um intervalo de uma semana. A informação é do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Foram denunciados por um dos crimes três chefões do Comando Vermelho, Marcinho VP, Doca e Abelha mas a Justiça rejeitou a acusação contra eles. Não há nos autos disponíveis explicação sobre a suposta participação deles. Foi decretada, porém, as prisões preventivas de outros dois suspeitos. Julio César foi morto no dia 7 de fevereiro na Rua Delfim Carlos, nº 53, em Olaria onde possuía um estabelecimento comercial. Os autores teriam efetuado os disparos de dentro de um veículo clonado, modelo Honda HR-V, cor cinza, placa SUK2B35, evadindo-se do local, na sequência, em direção à comunidade “Vila Cruzeiro” Lábaro foi morto no dia 31 de janeiro. Um relatório da Justiça aponta que um dos suspeitos dos dois crimes é um traficante conhecido como Romarinho; Um tio dos irmãos contou que moradores da região lhe afirmaram que o autor da morte de Lábaro seria Romarinho e que em relação a Júlio, Romarinho também estaria envolvido. A testemunha afirmou ainda que Júlio lhe disse após a morte do irmão que estava sendo ameaçado de morte por Romarinho Outro suspeito citado no documento é um bandido de vulgo Grampola, que era homem de confiança de Romarinho. Uma outra testemunha do processo também disse que estava sob ameaça de morte. Romarinho e Grampola tiveram as prisões preventivas decretadas.

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