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Quem é o bandido que deu ordem da cadeia para tacar fogo em tudo durante operação contra expansão do CV em Jacarepaguá

Um traficante preso causou um rebuliço ontem durante operação da Polícia Civil contra a expansão do Comando Vermelho em Jacarepaguá. Segundo o que foi noticiado na mídia, ele foi flagrado em uma conversa no celular mandando tacar fogo em tudo e acabou sendo transferido para o presídio de segurança máxima Bangu 1. Mas quem é ele. Kevin Carmo Pereira dos Santos, o Kpetex foi condenado a oito anos de prisão por ter sido flagrado em 15 de agosto de 2024 na locallidade do Karatê, na Cidade de Deus, portando 400 gramas de maconha, 130 gramas de cocaína e um fuzil com cinco munições. No dia dos fatos, PMs foram até a CDD e acabaram atacados com disparos de armas de fogo. Ao avançarem terreno, os policiais militares identificaram Kevin ao lado de um fuzil e material entorpecente diversos, conforme descrito acima. Os agentes então, deram ordem de parada e o prenderam em flagrante. Em razão da situação flagrancial, o denunciado foi preso e conduzido à Delegacia para adoção das medidas de praxe…” Mas não foi só. Este ano, conforme noticiado pela nossa reportagem, ele teve a prisão preventiva decretada por um homicídio cometido em 26 de junho do ano passado na Gardênia Azul. A vítima foi Vilson Reis de Oliveira, que foi surpreendida por Kpetex e comparsa que efetuaram disparos contra o rapaz. O homicídio foi ordenado pelos traficantes Doca, Gadernal e BMW porque supostamente a vítima tinha amizade com PM e miliciano.

Milicianos presos hoje em Nova Iguaçu agrediram vítima com coronhadas na cabeça. Um deles era PM. LEIA DETALHES

Milicianos presos hoje em Nova Iguaçu, entre eles um PM, teriam agredido R.C.P.S com coronhadas na cabeça. Eles estavam atuando mesmo após a prisão do líder do bando, Marcelo Feital Joaquim, no dia 6 de setembro. Eles persistiram nas ameaças contra as vítimas, por um período via telefone onde agrediram veementemente uma das vítimas”. O grupo demonstrou seu poderio, no momento em que identificaram o endereço residencial de uma das vítimas, indo até a residência da mesma, onde a vítima fora atacada com coronhadas, causando diversas lesões”. Segundo os autos, os milicianos constrangeram R.C.P.S , T.C.F e A.M,G.J com intuito de obter para si vantagem econômica, qual seja, a entrega da loja comercial que as mesmas possuem há vinte anos, mediante grave ameaça. A vítima R foi abordada por dois criminosos em uma motocicleta, tendo os mesmos desferidos duas coronhadas contra a cabeça da vítima, afirmando que da próxima vez, o mesmo seria morto” Diz a autoridade policial que as vítimas teriam sido ouvidas nos autos do procedimento inquisitorial em curso e que duas delas teriam se mudado para Portugal “por receio por suas integridades físicas, tendo em vista as ameaças e extorsões sofridas”. A vítima agredida pelos suspeitos, estaria aguardando visto para também se mudar àquele país, “tudo decorrente do temor que as vítimas possuem diante da atuação e ameaças reais e graves da quadrilha”. R foi atacado na saída de sua residência, por volta das 07h, quando saía para a igreja. Segundo relatos de testemunha,ELE fora agredido por dois homens em uma motocicleta, que o agrediram com coronhadas, utilizando uma arma de fogo. Os algozes afirmaram que R do que se tratava e que na próxima vez seria morto. Apesar de estar portando telefone celular e seu veículo, seus algozes negaram a intenção de roubo, afirmando que seus intentos era ameaçadores em relação a disputa pela posse da loja comercial em comento. Apesar de feito contato telefônico com a vítima R, o mesmo recusou-se a comparecer em sede policial, por temer por sua integridade física. A vítima já tinha comparecido anteriormente na delegacia, informando que a quadrilha, mesmo após a prisão de seu líder, procuraram seu advogado e ofereceram um valor pela entrega da loja. A oferta fora recusada por sua esposa, que se mudou para Portugal com receio das graves ameaças sofridas”.A vítima T compareceu posteriormente em sede policial, alegando que falou com R mas o mesmo se recusou a comparecer em sede distrital. Apesar das insistências, R não atendeu mais as ligações da declarante. Afirmou ter conversado com a esposa de R, A, onde a mesma relatou que R apresentava sangramentos na face após o ataque. Afirmou que a ação não foi fruto de tentativa de assalto, e que tudo se refere a posse da loja comercial. Apresentou print da conversa com A narrando o ocorrido. As investigações após a prisão de Marcelo continuaram, onde foram identificados os demais integrantes da quadrilha criminosa, dentre eles um policial militar”. Cinco testemunhas reconheceram os criminosos como autores das ameaças ocorridas nos dias 26 de junho, 16 e 26 de agosto, integrantes da quadrilha de extorsão. Foram realizadas diligências na tentativa de capturar imagens do local das agressões. No entanto, o único local que possivelmente captou as imagens trata-se de uma oficina já fechada no momento das diligências.

Mulher presa em Belém em operação contra o CV do Rio foi envolvida com tráfico internacional

A traficante Ju Pará que foi presa em Belém durante operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho já havia sido detida anteriormente por tráfico internacional de drogas na França. Ela atuava como mula levando drogas do Brasil para a Europa. No Rio de Janeiro, Ju Pará se escondia na comunidade da Gardênia Azul, em Jacarepaguá e retornou ao Pará em uma tentativa de escapar das autoridades policiais. “As investigações apontam que ela se escondia na comunidade da Gardênia Azul, reduto de criminosos ligados a uma facção, e que voltou para Belém com objetivo de buscar proteção. Na residência foi encontrado e apreendido o aparelho celular, que será periciado”, contou o delegado Augusto Potiguar, diretor da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO).” Ju Pará costumava ostentar fuzis e outras armas de fogo nas redes sociais, além de símbolos que evidenciavam a sua relevância dentro da organização criminosa.

Polícia diz ter desarticulado quadrilha de miliciano que ameaçava explodir lojas no Centro de Nova Iguaçu que não pagassem taxa

Policiais civis da 52ª DP (Nova Iguaçu) deflagraram, nesta segunda-feira (29/09), uma operação contra uma quadrilha de milicianos que extorquia e ameaçava comerciantes no Centro de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Durante a ação, três criminosos foram presos por extorsão e associação criminosa. De acordo com as investigações, os homens entravam em estabelecimentos comerciais, longe de áreas exploradas por organizações criminosas, e exigiam dinheiro dos donos. Os milicianos ainda ameaçavam explodir as lojas, caso não recebessem o valor solicitado. Em um dos casos, a quadrilha ainda tentou tomar uma loja de roupas e chegou a agredir o proprietário com coronhadas na cabeça. O chefe da quadrilha havia sido preso no dia 7 de setembro. Nesta segunda, dando prosseguimento às investigações, os agentes cumpriram três mandados de prisão temporária contra integrantes da quadrilha. As investigações continuam para identificar novas vítimas e demais integrantes do grupo.

Investigação revela principais nomes do CV em Paraty

O Disque Denúncia (2253-1177 ou 0300-53-1177) divulga, neste domingo (28), um cartaz para auxiliar nas investigações da 2ª Companhia Independente de Polícia Militar/Paraty (2ª CIPM), pertencentes ao 5ª Comando de Policiamento de Área (CPA),  a fim de obter informações que levem à localização e prisão de quatro traficantes, membros da Organização Narcoterrorista Comando Vermelho (CV), que vem atuando na Ilha das Cobras, em Paraty, localizado no litoral sul do Rio de Janeiro. São eles: Iago Santos da Silva, de 29 anos; Nathan Conceição Martins, vulgo “Negretinho”, de 24; Bruno Henrique Souza Torres, vulgo “BR”, de 25; e Vinicius Araújo Gomes, vulgo “VN”, de 24. Todos são considerados foragidos da Justiça.  Iago da Silva chefia o tráfico de drogas na Ilha das Cobras, segundo investigações com parentes próximos, e costuma se esconder na Rocinha, Zona Sul do Rio de Janeiro. Contra ele consta um Mandado de prisão, expedido pela Vara Única de Paraty, pelo crime de Homicídio Qualificado. Ele já teve passagem pelo sistema prisional, e atualmente, está em liberdade condicional.  Nathan Martins, gerencia os pontos de drogas, e também costuma se esconder na Rocinha, no Rio.  Contra ele consta um Mandado de prisão, expedido pela Vara Única de Paraty, pelo crime de Homicídio Simples C/C Crime Tentado, pelo fato de que, ele tentou contra a vida de policiais militares quando em incursão nos pontos de drogas da Ilha das Cobras.  Bruno Henrique, também é uma das principais lideranças da Ilha das Cobras e costuma também circular em uma ilha em Paraty, chamada de Ponta Negra. Contra ele consta um Mandado de prisão, expedido pela Vara Única de Paraty, pelo crime de Homicídio Simples C/C Crime Tentado, pelo fato de que, ele tentou contra a vida de policiais militares quando em incursão nos pontos de drogas da Ilha das Cobras. Ele também já teve passagem pelo sistema prisional, sendo considerado de Alta Periculosidade e, atualmente, se encontra em liberdade condicional. Neste mesmo processo, também consta o traficante Nathan Martins.  Vinicius Gomes, é gerente geral do tráfico de drogas. Contra ele consta um Mandado de prisão, expedido pela Vara Única de Paraty, pelo crime de Tráfico de drogas, Ele também já teve passagens pelo sistema prisional, pelo crime contido no artigo 354 dp CP – Motim de Presos, e, atualmente, se encontra em liberdade, desde março de 2022.  Diante dos fatos, o Disque Denúncia, solicita que quem tiver informações sobre a localização desses criminosos e membros de sua quadrilha,  favor entrar em contato  pelos seguintes canais de atendimento:     Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido

Após tiroteio da manhã, Curicica tem anúncio de toque de recolher e aviso de guerra a qualquer momento

Circula na Internet agora de noite um comunicado supostamente da Associação devMoradores da comunidade Dois Irmãos, em Curicica, anunciando um toque de recolher no local porque estaria para estourar uma guerra a qualquer momento. Pela manhâ, um intenso tiroteio apavorou os moradores. Após tentativa de retomada dos milicianos, a Tropa do 31 (CV) com apoio de traficantes da Cidade de Deus e Gardênia Azul (CV) conseguiram manter a comunidade do Dois irmãos. Os traficantes postaram fotos exibindo seu poder bélico desafiando os paramilitares, que contam com o.apoio de Rio das Pedras. Ha relatos de que três traficantes teriam morrido nos confrontos.

Moradora foi morta na frente dos filhos em ataque do TCP ao CV em Caxias

Traficantes da comunidade do Barro Três (TCP), em Duque de Caxias, atacaram neste fim de semana a Favela do DIck (CV), no mesmo município. O fato terminou em tragédia: uma moradora acabou morta na frente dos filhos. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) foi acionada e investiga a morte de Sumara Oliveira de Araujo, de 28 anos. Diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime. A comunidade do Dick agora está em clima de guerra. Ao que parece os traficante do TCP estão na mata esperando a poeira abaixar para poder voltar ao interior da comunidade que se encontra vazia, já que os traficantes do CV fugiram.

Traficantes da ADA sequestraram duas pessoas em Quissamã. Uma das vítimas teve o cabelo queimado com isqueiro e nunca mais foi encontrada

Traficantes ligados à facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) que atuam em Quissamã, no Norte FLuminense, foram denunciados por terem sequestrado em 07 de novembro de 2024, duas pessoas em razão de disputas com outro grupo. As vítimas foram raptadas próximo de uma igreja. Os autores as levaram para uma área de mata e os amarraram com um arame preto e grosso, impedindo que saíssem do local ou que pedissem socorro. Um dos alvos somente foi libertada do cárcere por volta da meia noite, ou seja, 10 horas após o sequestrarem na praça. Essa vítima libertada chegou a serf amarrada em uma árvore e constantemente ameaçada, causando-lhe intenso sofrimento físico e mental, Já o outro sequestrado, Paulo Vitor, foi agredido com diversos golpes de madeira e coronhadas em sua cabeça, além de também ter tido o seu cabelo queimado com isqueiro , causando-lhe intenso sofrimento físico e mental. Essa vítima jamais foi encontrada. Um dos sequestradores chegou a bater com um pedaço de madeira na cabeça de uma das vítimas (Paulo Vitor), que era seu próprio irmão. Um dos envolvidos recebeu uma ligação de um bandido vujlgo Da Bros, conversou por algum tempo na chamada e em seguida colocou uma das vítimas (Paulo) para falar ao telefone, momento em que ele foi obrigado a declarar que havia drogas e armas na casa de sua tia, localizada em Quissamã. Foram denunciados os traficantes vulgos Empadinha, Baby Monstro, Mezenga, Gabriel Moto Táxi, Dalan, Pato Roco, JV, Fernandinho, Da Bros, Pacotinho, entre outros.

Traficantes do CV mataram um homem em Meriti por causa de uma apreensão de moto pela polícia

Dois traficantes do Comando Vermelho da comunidade do Gogó, em São João de Meriti, tiveram as prisões preventivas decretadas por um homicídio de um homem. O motivo do crime seria porque a vítima teria sido acusada por eles de ser a responsável pela apreensão de uma motocicleta pela polícia e que era utilizada pela quadrilha. Eles determinaram a execução de Mateus de Almeida Domingos de Souza, que teve as mãos amarradas e foi alvejado com diversos disparos.

Traficante da Maré acusado de entregar chefão do TCP morto pela polícia teria sido executado pelos comparsas

Segundo o que circula nas redes sociais, o traficante do TCP mais conhecido como ‘Luanzin’ foi cobrado e executado por seus próprios comparsas em uma cobrança interna nomComplexondacMaré. . O mesmo foi acusado de ser o “X9” que entregou a localização do traficante ‘Cria‘ ou ‘Di Ferro‘ que foi morto pela Polícia Civil durante a operação na comunidade da Vila do João (TCP), na ultima sexta-feira. Lembrando que Luanzin era traficante do Morro do Gogó (CV) em Guadalupe e pulou para o TCP há alguns anos. “Luanzin c…parava no nosso lado na maior falsidade… entregou o paizâo”, escreveu os traficantes em uma postagem.

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