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Líder da milícia de Rio das Pedras tem mais dois homicídios nas costas

Um dos líderes da milícia de Rio das Pedras, o bandido conhecido como Gerlan, que está preso,  é suspeito de mais dois homicídios que viraram processos no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Em um deles, Gerlan foi acusado da morte de Guilherme Mota Ribeiro. Conforme apurado, o criminoso convocou mototaxistas da localidade da Araticum para uma reunião no local conhecido como “campo do Sertão”, ocasião em que impôs, de forma autoritária, a obrigatoriedade do pagamento de taxas à organização criminosa por ele liderada.  Ao término da reunião, Gerlan determinou que a vítima, a qual exerceria a função de coletar dinheiro de mototaxistas, mas para traficantes de drogas, se dirigisse à Estrada do Sertão, na curva do “S”, onde, segundo os elementos constantes dos autos, executou pessoalmente Guilherme.  O exame de corpo de delito de Necropsia concluiu que “a causa da morte foi por lesão polivisceral, mecanismo de morte, evento terminal, provocado pela ação vulnerante de instrumento que penetrou e transfixou o crânio (face), tronco e membros”.  Os autos dão conta de que Gerlan teria gravado um vídeo, divulgado por ele mesmo, no qual se vangloria do homicídio, afirmando que a vítima “ficou de exemplo”, o que demonstra a intenção de intimidar a comunidade local e consolidar o domínio territorial da milícia.  O outro caso que tramita na Justiça é o assassinato de Pedro Henrique dos Santos Pires, morto em 25 de maio de 2023. Pelo menos quatro homens em três motocicletas participarem do homicídio. Gerlan foi flagrado desembarcando de uma motocicleta de baixa cilindrada, de cor branca, tipo scooter, empunhando uma arma de fogo que parece ser pistola na mão e vai na direção na vítima executá-la, empreendendo fuga neste mesmo veículo em seguida. Cinco meses antes do crime, a vítima e Gerlan tiveram um desentendimento,  ocasião em que o miliciano desferiu um “soco” na boca da vítima, causando-lhe ferimento em razão do aparelho que ele usava. Os dois eram colegas em Rio das Pedras  se afastando após essa discussão. A vítima trabalhava como entregador “freelancer” do Ifood e iria começar um curso de barbeiro, sem qualquer envolvimento com crimes, nunca tendo sido preso, sem notícia de outras brigas ou ameaças além das informadas. FONTE: TJ-RJ

Mãe denunciou e filho foi preso suspeito de matar mulher em Sepetiba

A Polícia Civil prendeu, nesta segunda-feira (10), o homem apontado como autor dos disparos que mataram Laís Oliveira Gomes Pereira, de 26 anos, em Sepetiba, na Zona Oeste do Rio. A própria mãe o denunciou. Uma mulher seria a mandante e pagou R$ 20 mil aos autores pelo crime. Segundo as investigações, Davi de Souza Malto teria agido com Erick Santos, que dirigia a moto utilizada no crime. Santos, que se entregou na Delegacia de Homicídios, já estava preso. Segundo a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), Davi foi identificado por meio de imagens de câmeras de segurança e acabou localizado após denúncia da própria mãe, Kelly da Silva Souza. Ela contou aos policiais que reconheceu o filho nas imagens divulgadas pela imprensa e que “não imaginava que Davi fosse capaz de cometer um crime como este.” Agentes realizam diligências para identificar o mandante e a motivação do homicídio. FONTE: PCERJ

Bandido que comanda o PCC no Sul da Bahia e que chegou a ser preso no Paraguai vivia em residência de luxo no Rio de Janeiro

A maior liderança do PCC no Sul da Bahia, o traficante Abraãozinho vivia em residência de alto luxo no Rio de Janeiro. Ele se utilizava de um homem chamado Gabriel como um auxiliar de comando, lhe repassando orientações, que são retransmitidas aos demais integrantes como se Gabriel fosse o líder. Abraãozinho oreintava Gabriel em diversas questões financeiras e inclusive quanto à possibilidade de ocultação de dados dos aparelhos celulares apreendidos, tendo ainda orientado a transferir bens para terceiros, Há informação de que foi encontrada conversa entre Gabriel e Abraãozinho a respeito de um sequestro por ele realizado juntamente com outro indivíduo identificado por”fogo”, tendo matado a vítima posteriormente. Abraãozinho chegou a se encontrar com Gabriel no Rio de Janeiro. Ele chegou a ser preso no Paraguai em 2017, em Ciudad del Este. Sua base de atuação era as cidades de Teixeira de Freitas, Nova Viçosa, Mucuri, Posto da Mata e Itabatã. FONTE: Site jurídico Jusbrasil

Atentado contra bicheiro foi coisa de organização criminosa de alta periculosidade ligada ao jogo do bicho, diz Justiça. Mandante ainda não foi apontado

Ainda não se tem o mandante, mas para a Justiça, o modus operandi usado no atentado contra o contraventor Vinicius Drummond em julho noa Barra da Tijuca denota envolvimento de organização criminosa de alta periculosidade, ligada à contravenção do jogo do bicho, cujos integrantes são conhecidos pelo uso de ameaça e violência para se desfazerem de provas e intimidarem testemunhas. Por certo, a existência de notória disputa territorial por pontos de contravenção se mostra como cenário incontroverso, conforme amplamente divulgado na imprensa e demonstrado pelos documentos juntados aos autos, que correlacionam a vítima à cúpula do jogo do bicho. Segundo a Justiça, a disputa, que já vitimou diversas pessoas envolvidas ou não na contravenção, incute na sociedade temor e incerteza quanto à intervenção do poder público em solucionar a situação de extrema violência que aterroriza a população. Ademais, salta aos olhos a audácia dos envolvidos ao, em plena luz do dia de uma sexta-feira, efetuar diversos disparos de arma de fogo de alto calibre em uma das principais vias da cidade, colocando em efetivo risco os cidadãos que por lá transitavam, a denotar evidente desprezo pela vida alheia e pelo próprio aparato estatal. O risco de reiteração delitiva também se mostra presente, exsurgindo do próprio modus operandi e circunstâncias do delito como também das anotações criminais dos indiciados, além do fundado indício de um dos investigados ser ligado a grupo criminoso voltado à prática de crimes gravíssimos, notadamente homicídios e extorsões. Há possibilidade de relação dos investigados com a guerra desencadeada no Rio de Janeiro para tomada de pontos de contravenção, razão pela qual a ausência de efetiva resposta estatal funcionaria como “aval” para continuidade dos homicídios. A investigação prévia se mostrou robusta, em que pese ainda não acabada, logrando êxito em detalhar a dinâmica criminosa e as conduta de um dos investigados não só na manhã e na tarde do dia do crime (11/07/2025) como também nos dias anteriores, em que os indiciados planejaram cuidadosamente o crime, levantando a rotina da vítima e identificando as janelas de oportunidade espacial e temporal para a execução FONTE: TJ-RJ

Bandidos do CV do Mato Grosso pagariam R$ 80 mil mensais para se esconder em favelas do Rio

Uma investigação do Ministério Público de Mato Grosso revela que chefes da facção Comando Vermelho no estado estariam pagando até R$ 80 mil por mês para se esconder em favelas do Rio de Janeiro, como Rocinha, Vidigal, Penha e Complexo do Alemão. O valor seria pago em parte em dinheiro e em parte em fuzis, para garantir proteção e abrigo em áreas dominadas pelo tráfico, segundo o GAECO. De acordo com os investigadores, essas lideranças comandam o tráfico em Mato Grosso à distância, mesmo enquanto estão abrigadas no Rio. Lideranças do CV-MT foragidas: Jonas Souza Garcia Júnior, o Batman; Angélica Silva Saraiva de Sá, a Angeliquinha; e Jéssica Leal da Silva, a Arlequina. FONTE: MP-MT

Miliciano que abandonou o grupo de Zinho, foi considerado traidor e se aliou a oponentes na Baixada Fluminense poderá retornar para a quadrilha, diz relatório da Justiça. Guerras e disputas internas provocaram cerca de 100 mortes

Preso em 2022 em São Paulo, o miliciano Latrell, que era um dos principais nomes da milícia de Zinho mas foi considerado traidor e acabou abandonado a quadrilha poderá voltar a compô-la devido a sua proximiddade com Naval, um dos novos chefes do grupo, segundo um relatório da Justiça. Latrell depois que foi preso solicitou ficar na cadeia que abrigava milicianos da Baixada Fluminense tendo se aliado ao grupo de Tandera, que é rival ao de Zinho. Latrell se encontraria diretamente vinculado aos confrontos armados que as milícias travaram. Foi listada uma série de homicidios em estillo de execução e tendo como motivação principal a disputa de territórios ou divergências pessoais. Podem ser mencionados ao menos 100 homicídios em razão de disputas territorias ou internas na milícia. O criminoso cuidada de todas as atividades da milícia desde as mais corriqueiras às mais sofisticadas. Ele decidiu sair da milícia do Zinho em 2022 por não concordar com a forma como determinadas dinâmicas criminosas se deram. Uma delas seria a que Zinho teria adotado em relação aos rivais de ataques a familiares dos mesmos, promovendo expulsão das localidades de moradia, apropriando-se de bens (móveis e imóveis) e até decretando mortes, o que não foi bem visto por Latrell e outros integrantes da milícia Por conta disso, Latrell abandonou a quadrilha sem contudo promover oposição direta a Zinho alegando suposta lealdade à Família Braga.Devido a tais fatos, foi considerado traidor razão pela qual foi se refugir em São Paulo onde acabou preso. Na época, foi pedido para que ele não ficasse alocado em galeria do sistema penitenciário destinadas aqueles que pertencessem à milícia de Zinho e sim para os que se declaravam apoio à milícia da Baixada, que fazia oposição a Zinho. FONTE: TJ-RJ

Milicianos voltaram a entrar em conflito em Jacarepaguá

Segundo relatos à reportagem, os paramilitares de Rio das Pedras teriam matado dois milicianos da Taquara, um deles de vuigo Coringa. Isso ocorreu porque a milícia da Taquara teria se aliado aos paramilitares do Catiri, em Bangu, e também aos de Santa Cruz, que são rivais de Rio das Pedras. A milícia de Rio das Pedras teria se juntado ao grupo do Boto e do Capitão América, que domina a comunidade Dois Irmãos, em Curicica, que estava em guerra recente com o Comando Vermelho. A milícia da Taquara que era dominada por Nem da Malvina teria perdido todas as suas áreas para Play do Jordão e Léo Problema. FONTE: Página Milícia RJ News (Twitter)

Contabilidade divulgada por jornalista mostra quanto moradores e comerciantes pagam para traficantes do Quitungo (CV)

Quitungo, em Brás de Pina, que mostra os valores que os traficantes receberiam de comerciantes e moradores locais. Ferros velhos, por exemplo, teriam que pagar de R$ 1.000 a R$ 1.500. Quitinetes – R$ 400 a R$ 600. Barbeiro – R$ 400 Bar – R$ 500 Casas – R$ 400 a R$ 1.000 Apartamentos – R$ 300 a R$ 400 A área é dominada pelo Comando Vermelho e sofre influência direta do Complexo da Penha. Na semana passada, durante a megaoperação, foi preso Thiago do Nascimento Mendes, o Belão, que era o frente do Quitungo. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Miliciano de Rio das Pedras foi até Petrópolis matar um motorista de aplicativo a mando do grupo paramilitar

Um miliciano de Rio das Pedras vulgo Sem Alma foi até Petrópolis cometer um homicídio contra um motorista de aplicativo Yuri Zumba Borges da Silva, no dia 01 de novembro de 2024, na localidade conhecida como Torres do Morin, Estrada do Castelinho. E ele cometeu o crime a mando dos milicianos Um dia antes, a vítima Yuri teria saído de casa, por volta das 00:h30, afirmando que iria trabalhar e, após esse dia, não retornou para casa, sendo encontrada morta, alvejada por vários projéteis de arma de fogo. Após o início das investigações, se verificou que o suspeito do crime, oriundo do Rio de Janeiro e com envolvimento com a milícia de Rio das Pedras, esteve no local dos fatos, conforme narrado pela testemunha L.D.S.C, proprietário do bar localizado próximo ao local onde foi encontrado o corpo da vítima. O acusado teria solicitado uma corrida, por meio do aplicativo Uber, para o bairro da Freguesia, na cidade do Rio de Janeiro. O motorista confirmou ter levado o investigado até a cidade do Rio de Janeiro e que, após uma abordagem policial, ele teria sido preso em flagrante por estar portando uma arma de fogo de uso restrito, calibre 9mm, mesmo calibre do projétil retirado do corpo da vítima Yuri. Os indícios de autoria são fortes, na medida em que os elementos informativos colhidoS apontam o miliciano como autor do crime cometido em face da vítima Yuri, sobretudo pelas declarações do, motorista de aplicativo que transportou o investigado da cidade de Petrópolis até a cidade do Rio de Janeiro, sendo certo que ele teria buscado o indiciado nas proximidades do local onde o homicídio foi praticado. Além disso, a outra testemunha afirmou ter visto o investigado no local dos fatos, tendo ele sido preso em flagrante, muito possivelmente com a arma usada para a prática do homicídio contra a vítima Yuri. A arma apreendida com o investigado é uma pistola calibre 9 mm e se pode afirmar que a vítima foi morta a tiros disparados com arma de igual calibre, sendo, inclusive, arrecadado próximo ao corpo um estojo de munição com essa especificação. Ainda, um celular idêntico ao que a vítima usava foi encontrado com o ora investigado. FONTE: TJ-RJ

Guerra interna no TCP se acirra na Ilha

A disputa interna entre Neves, chefe do TCP no Morro do Dendê, e Neguinho, chefe do Boogie Woogie, ganhou mais um capítulo no último sábado (8). De acordo com relatos, por causa do desentendimento entre os dois criminosos, moradores do Complexo do Dendê, na Ilha do Governador, foram proibidos de comparecer à festa de aniversário de Neguinho. Segundo relatos, Neves teria imposto a proibição e publicado nas redes sociais um aviso de que quem desobedecesse a ordem seria punido. A rivalidade entre os dois, que pertencem à mesma facção criminosa, começou no início deste ano. Ainda conforme a apuração, o motivo da briga seria a divisão do dinheiro arrecadado com cobranças a moradores, comerciantes e motoristas de aplicativo. Neguinho defendia que os valores fossem divididos igualmente — 50% para cada —, mas Neves discordou, o que teria intensificado o conflito. fONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

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