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denúncia

Foragido da Justiça que estava na casa de Oruam integrava quadrilha ligada ao CV que roubava celulares, extorquia e ameaçava as vítimas. Bando foi alvo de operação policial na semana passada que teve mais de 30 presos. VEJA MAIS DETALHES DA INVESTIGAÇÃO

O foragido da Justiça Yuri Pereira Gonçalves que foi flagrado na casa do rapper Oruam, filho do traficante Marcinho VP, responde a processo na Justiça suspeito de integrarn associação criminosa especializada na receptação de aparelhos celulares subtraídos e, ainda, na prática do crime de extorsão, A quadrilha foi alvo de uma operação da Polícia Civil na semana passada e era ligada ao Comando Vermeho, que teve mais de 30 presos. A ação é do ano de 2020 e descreve que várias pessoas passaram a receber ameaças via correio eletrônico ou aplicativo de mensagens, após terem seus aparelhos celulares subtraídos, nas quais os suspeitos exigiam fotografias de armas com seu nome, além de dados pessoais e nome de seus familiares, de forma a obter as senhas das contas pessoas do referido aparelho subtraído, permitindo seu desbloqueio e utilização por receptadores. Diante do grande número de vítima de tal ação, a equipe a equipe de investigação entrou em contato com o responsável pelo site onde foram feitas as consultas dos dados das vítimas, fornecendo a ele os CPF’s de algumas vítimas da suposta extorsão, sendo certo que ele identificou, inicialmente, dois usuários de seu sistema que consultaram os dados daquelas vítimas e forneceu uma lista das demais consultas realizadas por esses usuários, o que fez com que a quantidade de potenciais vítimas aumentasse de forma significativa. Os dois usuários que consultaram o referido sistema foram identificados e devidamente qualificados na representação policial, onde indica, ainda, os terminais telefônicos por eles utilizados para se comunicar com o proprietário do site de consultas antes mencionado, bem como seus respectivos e-mails. Além disso, consta dos autos do inquérito que uma das vítimas recebeu ameaças de uma pessoa com, a fim de que ela desvinculasse o celular subtraído de sua conta pessoal, valendo-se de fotografias de armas e demonstrando ser conhecedor de seus dados pessoais, como endereço. A quebra de sigilo do aplicativo Whatsapprevelou que os investigados fazem parte de diversos grupos destinados a comercialização e desbloqueio de telefones celulares.O bando agiu entre novembro de 2019 e setembro de 2024 e agia em diversos bairros da região metropolitana do Rio de Janeiro, A vítima J.M.T narrou que teve o seu celular, um Iphone 7 Plus, Jet Black, furtado no dia 06/11/2019, por volta das 11h, na Rua Alfredo Soares, centro de Nova Iguaçu, sendo certo que, após a subtração, começou a receber mensagens ameaçadoras, exigindo que realizasse o desbloqueio do aparelho, tendo o interlocutor demonstrado possuir diversas informações de seus dados pessoais. Diante dos elementos fornecidos, foi feito um levantamento nas bases de dados disponíveis da Polícia Civil, oportunidade em que foi constatado que havia outros procedimentos nos quais as vítimas relatavam que, logo após a subtração, recebiam links que buscavam extrair os dados das contas pessoais (ICloud) dos aparelhos, além de mensagens exigindo o desbloqueio, sob ameaças, conforme exemplificam A partir das diligências realizadas, descortinou-se o modus operandi de um grupo criminoso bem estruturado e com mais capilaridade do que poderia se imaginar,Dois dos integrantes realizaram, um cadastro no site Metabusca, obtendo os dados cadastrais dos usuários dos telefones subtraídos, para utilizá-los nas mensagens ameaçadoras, sendo os primeiros alvos identificados na investigação. Após sete períodos de interceptação telefônica e realização de demais diligências, foi possível identificar outros integrantes da organização criminosa, bem como individualizar as suas condutas. De acordo com o apurado no ambiente policial, estamos diante do golpe cibernético denominado phishing, no qual os criminosos aguardam até a vítima reativar a sua linha telefônica e, então, enviam-lhe uma mensagem informando que o aparelho foi recuperado (isca). No referido comunicado é exibido um link que direciona o usuário para uma página falsa do iCloud, solicitando que a vítima forneça seu login e senha de acesso. Em poder de tais dados, os transgressores conseguem realizar o desbloqueio dos aparelhos subtraídos, permitindo, assim, que possam ser comercializados para outros usuários. Na hipótese de as vítimas perceberem o golpe e não acessarem o referido link, os integrantes da organização criminosa passam a enviar mensagens em tom ameaçador, via aplicativo de mensagens ou e-mail, exibindo fotografias de armas com os seus nomes, além de dados pessoais, como endereço e nomes de familiares das vítimas, exigindo o desbloqueio do aparelho (index Demonstrou-se que os agentes são estruturados para financiar a prática de roubos e furtos de celulares, bem como para receberem, em primeira mão, os aparelhos subtraídos (já que interessa apenas o aparelho com chip para obtenção das senhas do proprietário) e para praticarem extorsão contra os proprietários dos aparelhos cujas senhas não puderam ser obtidas de forma fraudulenta. Por fim, não sendo possível realizar o desbloqueio dos telefones subtraídos, para que possam ser utilizados por outros usuários, os transgressores negociam, tão somente, as respectivas peças dos aparelhos. O caderno investigatório demonstrou, ainda, que os valores a serem pagos pelos telefones produtos de crime, bem como os valores pelos quais estes eram revendidos, variavam de acordo com as características dos aparelhos e a demanda existente no “mercado paralelo”, sendo a negociação realizada pessoalmente ou por meio dos terminais interceptados. Os criminosos atuavam em diversas frentes, formando núcleos voltados à prática de roubos, extorsão e receptação, destacando-se o de Duque de Caxias, Calçadão de Bangu e Central do Brasil, cujos contornos serão apresentados a seguir. Três bandidos faziam parte do Núcleo Duque de Caxias erecebiam os telefones subtraídos dos demais integrantes da malta, para serem revendidos no comércio informal, exercendo papel de liderança na organização criminosa. Chama atenção o fato de os denunciados em questão manterem contato direto com os autores dos roubos, fornecendo-lhes, inclusive, armas de fogo para serem utilizadas nas empreitadas, garantindo, assim, o imediato recebimento dos objetos de origem ilícita. Um dos membros era responsável pela movimentação e ocultação das quantias ilícitas obtidas com a comercialização dos produtos de origem espúria e, após a prisão do seu irmão, passou a receber orientações para assumir a posição de liderança no esquema criminoso. O tio dele guardava em sua residência dinheiro e joias provenientes das condutas criminosas sabidamente praticadas

Milicianos voltaram a se enfrentar em Santa Cruz

Milicianos voltaram a se enfrentar na noite de ontem no Conjunto João 23, em Santa Cruz. Video do confronto foi divulgado na Internet. Relatos de muitos tiros. Segundo informações que circulam nascredes sociais, mais cedo, o bando de Zinho e Naval havia entrado no local sem encontrar qualquer resistência por parte dos rivais do grupo paramilitar dominado por Waguinho. A disputa entre as duas quadrilhas vem desde o ano passado quando o líder da milícia rival de Zinho, vulgo Jacão, foi morto. Em dezembro, a disputa se acirrou com a morte de outro integrante do grupo de Waguinho, Zé Carlos, vulgo PQD. A partir daí, foi uma sequência de ataques de ambos os lados, inclusive com mortes. Leia comentários “Sabia, ouvi aqui da reta da base. Moro na rua do cemitério, e não foi pouco”. “Todo dia agora é isso na reta da João 23 e no guandu” “Com a luz fraca com um calor desses não podemos nem sentar no portão pra tomar uma fresca logo vem o aviso pra todos entrarem .todos dia agora é isso”. OTT 360 INFORMA: 25/02 – 20h31 Tiros em Santa Cruz, na comunidade João 23. Atenção na região FONTE: Baú do Rio ofc (Telegram), página Milícia RJ News (Twitter) e Santa Cruz News (Facebook).

Tráfico faz construções irregulares ao redor do complexo prisional de Bangu

Uma facção criminosa não revelada ainda ligada ao tráfico de drogas estaria por trás de construções irregulares feitas nas imediações do complexo prisional de Bangu. Hoje, o Ministério Público Estadual, a Secretaria de Ordem Pública, a PM, a SEAP realizam, nesta terça-feira (25/02), uma operação conjunta para demolir cerca de 20 construções irregulares erguidas em um loteamento clandestino perto das unidades prisionais. Os imóveis foram construídos sem autorização da Prefeitura, a menos de 250 metros da unidade prisional, em uma área de segurança onde edificações são proibidas por lei. Em uma análise preliminar da SEOP, realizada com avaliação externa, engenheiros da Prefeitura do Rio estimam um prejuízo de R$ 1 milhão aos responsáveis pelas construções irregulares. A área sofre influência do crime organizado. As construções clandestinas ao redor do complexo prisional, facilitam fugas e a entrada de itens proibidos no Complexo de Gericinó. Além das demolições das unidades não habitadas, a Prefeitura notificará os imóveis já ocupados, cujos moradores serão assistidos pela Secretaria de Assistência Social. FONTE: Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro

Traficantes de Mesquita exploravam serviço ilegal de internet e extorquiam moradores e comerciantes

Traficantes de drogas forçavam moradores de Mesquita a usarem um provedor ilegal de internet. Eles exploravam a oferta ilegal de serviços de internet e televisão por assinatura e extorquiam moradores e comerciantes locais Em uma operação ontem, foram apreendidos sete modens furtados de uso exclusivo uma concessionária de telecomunicação, além de cabos de fibra óptica e caixas herméticas utilizadas ilegalmente para distribuição de sinal. Um homem foi preso em flagrante pelo crime de receptação qualificada. Segundo a Polícia Civil, além de ser uma fonte de financiamento para o tráfico de drogas, o esquema impunha um monopólio sobre os serviços, impedindo a atuação de concessionárias regulares e utilizando os serviços de telecomunicações como forma de controle territorial e financeiro. FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro

CV patrocina roubos de veículos para cobrar pela devolução dos mesmos, aponta MP

A prática de traficantes “patrocinarem” roubos para cobrar pela devolução dos veículoss vem se tornando corriqueira em favelas dominadas pelo Comando Vermelho. O Ministério Publico Estadual anunciou hoje que fez uma denúncia que descreve o roubo de um automóvel BYD Dolphin, em 22 de novembro de 2024, em Nova Iguaçu. Foram denunciados Rodrigo do Nascimento Novaes da Silva, o “RD”, Dailson Leite Serra, o “DN”, Lucas Gonçalves da Silva, o “LC”, e Valdo Rai Azevedo Teixeira, que confessaram cometer uma série de assaltos a motoristas. Os carros roubados eram levados para o Complexo do Chapadão, onde os criminosos negociavam os “resgates” com as seguradoras ou associações de proteção veicular e, em alguns casos, diretamente com os proprietários. A investigação revelou que os veículos e armamentos utilizados nos assaltos eram fornecidos por traficantes do Chapadão. Após a negociação do resgate, que correspondia a aproximadamente 10% do valor do veículo na Tabela FIPE, os traficantes ficavam com 70% do valor arrecadado, enquanto os 30% restantes eram divididos entre os executores dos roubos. A Promotoria também denunciou hoje por uma tentativa de latrocínio Cauã Amorim Gonçalves, no dia 20 de janeiro deste ano, no Engenho Pequeno, também em Nova Iguaçu. A vítima transitava com sua motocicleta quando foi abordada por dois homens em uma moto – Cauã estava armado na garupa. A vítima parou sua motocicleta, mas, mesmo assim, o piloto ordenou que o garupa o matasse. Percebendo que o denunciado iria atirar, a vítima entrou em luta corporal e agarrou a arma de Cauã. Durante o embate, cinco disparos foram efetuados, tendo um deles atingido a vítima e outro o próprio denunciado. Cauã foi preso enquanto recebia atendimento no Hospital da Posse. Assim como no.outro caso ele disse que o valor que receberia pela motocicleta iria depender de quanto a “seguradora” iria pagar pelo resgate. Cauã, por sua vez, atuava em conjunto com traficantes de uma favela em Belford Roxo, também controlada pela facção Comando Vermelho. Fonte: Ministério Público do RJ

Traballhador oriundo da Bahia foi morto por traficantes do TCP em Resende porque eles viram uma foto em seu celular fazendo gestos do CV com as mãos

Oriundo da Bahia, Edelson Santos Portela, de 32 anos, foi morto no último dia 26 de janeiro no bairro Paraíso, em Resende, por envolvidos com a facção criminosa Terceiro Comando Puro. No corpo da vítima foram encontradas múltiplas perfurações nas costas, glúteos e parte de trás da cabeça. ,  Segundo as investigações, o crime teria sido praticado porque autores teriam visto no celular da vítima, Edelson fazendo gestos com as mãos em alusão à facção criminosa Comando Vermelho. Edelson teria ido até o local se encontrar com uma mulher pela qual mantinha relacionamento afetivo. Informações indicam que ele era trabalhador. Atuava em uma empresa há aproximadamente dois anos e tinha a função de lider de produção. Diziam que era um excelente funcionário e nunca ninguém soube que ele tinha qualquer envolvimento com o tráfico de drogas. A mulher com quem Edelson estava envolvido viu ele discutindo com quatro homens armados que tinham miras vermelhas. Edelson levantou a camisa para mostrar que não estava armado. Estava muito nervoso e tentando explicar que era trabalhador. A moça tentou intervir mas os suspeitos mandaram ela ir embora senão também iria morrer. Disseram que se chamasse a polícia iria morrer. Insistiu para liberarem o rapaz mas os bandidos mandaram ela meter o pé senão seria morta. Os criminosos roubaram o celular de Edelson e viram a tal foto. Ouro fato que chamou a atenção da polícia foi que Edelson rabalhava e residia no Bairro Fazenda da Barra 3, local também dominado pela facção criminosa Comando Vermelho. Dois suspeitos estão com a prisão temporária decretada, um deles tem o vulgo de Zangão. FONTE: Página oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Braço do TCP no interior mineiro teria se aliado ao bando de Peixão. Líder estaria escondIdo no RJ

A facção criminosa mineira chamada Família Cruzeiro, que é um braço do Terceiro Comando Puro (TCP), está associada a traficantes do Complexo de Israel, que lhe dão suporte para o abastecimento de drogas, armas e manutenção do controle de drogas A base do grupo é a cidade de Carlos Chagas. O líder do grupo é conhecido como João Victor” Palito, que estaria escondido no Rio de Janeiro, de onde abastece a sua própria facção com drogas e armamento bélico pesado – incluindo granadas. Para garantir sua gestão, Palito se valeu de métodos violentos que ferem à ordem pública e a paz social, posto que diversos dos homicídios ocorridos nos últimos anos têm sido ligados a esta organização, que se vale até mesmo de adolescentes para as práticas delitivas. Diversos comprovantes de transferência bancária para João Victor” Palito “demonstram a subserviência dos comparsas a ele, prestando-lhe conta de toda movimentação financeira da facção, e até mesmo obtendo permissão ou não para a realização de determinadas atividades ou eliminação de desafetos, A Família Cruzeiro possui reduto no bairro antes conhecido como Cruzeiro III). É comum nas fotografias visualizar os membros da organização fazendo o número 3 com as mãos, O bando estaria estaria envolvido com tráfico interestadual de drogas e corrompendo menores para transporte/comercialização de drogas. A quadrilha realiza constante monitoramento das autoridades, integrantes das forças de segurança pública e demais funcionários públicos da localidade de Carlos Chagas, possuindo fotografias nos celulares apreendidos de membros do setor de Perícia da Polícia Civil, de Policiais Militares, de viaturas da Polícia Penal, bem como imagens do Fórum – em que laboram integrantes do Poder Judiciário” . A Família Cruzeiro eliminou todos seus rivais, de modo que ninguém que não pertença a esta facção consegue vender drogas na cidade, tendo, inclusive, ocorrido homicídios recentes de indivíduos que tentaram vender drogas. FONTE: Processo do TJ-MG disponível no site jurídico Jusbrasil

Homem matou outro em Vila Isabel durante discussão e enfiou cabo de vassoura na parte íntima da vítima

Um homem foi preso ontem suapeito de matar o dono do seu apartamento, em Vila Isabel, na Zona Norte. Segundo a polícia Luís César Soares confessou ter agredido Flávio Henrique Taube Malouk, de 42 anos, durante uma discussão. O corpo da vítima foi encontrado no chão do imóvel, localizado na Rua Maxwell, na madrugada desta sexta .O cadáver estava com a bermuda abaixada na altura das coxas e com um cabo de vassoura preso ao ânus. FONTE: Facebook do Portal dos Procurados do Disque Denúncia

NOVA IGUAÇU: Homem é suspeito de tentar matar filho de três anos dando veneno e de estuprar a criança

Um homem tentou matar o filho de três anos de idade inserindo veneno na lata de Neston. Ele também é suspeito de estuprar o garoto. O caso ocorreu em Nova Iguaçu. O produto foi entregue à mãe da criança e consumido pela criança. O fato ocorreu no último dia 29. O suspeito teria levado a criança para comprar alguns alimentos no supermercado, fato que foi confirmado por câmeras de vigilância. Os autos, no entanto, não trazem informações sobre como ficou a situação da criança nem se o individuo foi preso. Segundo a Justiça, autos carecem de esclarecimentos adicionais e de elementos mínimos. A própria Autoridade Policial relata que diligências estão em curso, como a realização de exames toxicológicos no material biológico da vítima; Uma outra pessoa também teria participado da trama mas ainda não foi identificvada pela Jusatiça. FONTE: Página Oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Assassino de menino de três anos apanhou de traficantes e disse que agrediu a criança porque ela mordeu seu dedo

Preso acusado de matar o enteado Alisson Otávio, de três anos, em Belford Roxo, Pedro Henrique da Silva Pinto foi amarrado com fitas adesivas por traficantes como punição por ter sumido com a criança. Ele apanhou dos bandidos pois foi encontrado com lesões nos braços e na orelha sendo preciso atendimento médico. Inicialmente ele jurou que não havia feito nada com a criança. Disse que deixou o menino em casa para comprar leite e quando voltou, não o encontrou. Posteriormente confessou a policiais em depoimento que espancou o enteado e, ao perceber que ele havia morrido, decidiu ocultar o cadáver. ,Pedro revelou que agrediu o menino com tapas e socos no peito porque ele teria mordido seu dedo. Após o espancamento, ao perceber que o menino não reagia, o padrasto teria decidido ocultar o cadáver do menino. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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