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denúncia

MP arquivou e não investigou denúncias recebidas pela sua Ouvidoria sobre supostas propinas pagas a PMs pelo tráfico e milícia

O Ministério Público Estadual do Rio engavetou denúncias recebidas por sua Ouvidoria a respeito de supostas propinas recebidas por PMs.. Em uma delas, uma moradora afirmou que a frente do tráfico da Favela da Chatuba, em Mesquita, na Baixada Fluminense, possuía um telefone so parra falar com os policiais do batalhao que ela pagaria arrego. “Ela manda matar quem deve e a família nao pode procurar a policia senao morre tambem agora ela manda colocar drone na chatuba e tem um telefone so pra falar com os policia do batalhao que ela paga arrego”, disse. O MP argumentou que a denúncia anônima é genérica e não indicou as circunstâncias de fato específico a ser objeto de apuração, tampouco vítimas ou testemunhas da ação delitiva, não sendo acompanhada por qualquer elemento de convicção, de forma a aferir a sua plausibilidade, impondo-se o seu indeferimento/rejeição. Em outra notícia crime enviada à sua Ouvidoria, um denunciante disse que milicianos do Catiri, em Bangu, cobravam uma taxa de R$ 150,00. No entanto, houve reajuste determinado pelos milicianos e a taxa passou a custar 500,00.. Narrou que tudo ocorre com a anuência do batalhão da área pelo fato dos policiais receberem propina para não interferir nas ações dos milicianos. Conta inclusive que certo dia a viatura de nº 523164, com quatro policiais armados de fuzis, estava na Rua Solidão, às 21 horas e saíram apenas às 21h30 com certa quantia nas mãos (não detalhou). “A notícia se desprovida de elementos mínimos concretos capazes de levar a comprovação da materialidade delitiva, bem como para corroborar a autoria delitiva atribuída pelo noticiante aos elementos identificados , haja vista que não houve identificação de nenhuma das supostas vítimas dos fatos noticiados, nem tão pouco de qualquer testemunha, inexistindo juntada de qualquer arquivo – digital ou não – contendo elementos probatórios que corroborem a comunicação”, afirmou o MP. Mas essa não foi a única denúncia sobre o Catiri recebida pela Ouvidoria do MPRJ Uma outra pessoa comunicou que os milicianos andam armados sem nenhuma restrição, pois os policiais somente aparecem no local para receber propina. “notitia criminis anônima em epígrafe encontra-se desprovida de elementos mínimos concretos capazes de levar a comprovação da materialidade delitiva, bem como acerca da autoria delitiva, haja vista que não houve identificação de nenhuma das supostas vítimas dos fatos, tampouco de qualquer testemunha, inexistindo juntada de qualquer arquivo – digital ou não – contendo elementos probatórios que corroborem a comunicação. Adicione-se que não há qualquer indício de materialidade para iniciar uma investigação, haja vista que há apenas uma narrativa especulativa, desacompanhada de quaisquer elementos de prova.”, afirmou o MP. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

PMs recebiam propina do tráfico em Angra

Procedimento investigatório .presidido pelo Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado – GAECO em auxílio à 2a Promotoria de Justiça junto à Auditoria de Justiça Militar (pág. 25 do i. 001 do PIC), foi instaurado para apurar crimes de corrupção, praticados por policiais militares do Batalhão de Angra dos Reis ao deixarem, deliberadamente, de atuar no combate ao tráfico de drogas local, mediante o recebimento de propinas. A notícia de fato criminal surgiu do depoimento prestado por um ex-PM , vulgo Veltinho, por ocasião de sua prisão em flagrante pelo crime de tráfico de drogas, que resultou no APF n. 166- 00796/2022 e na ação penal de autos n. 0003001-18.2022.8.19.0066. Preso em flagrante na data de 2.3.2022, ele relatou que fazia a entrega da propina do tráfico a policiais militares, para que não atuassem contra o tráfico de drogas, prática conhecida como “arrego”. Entre às 19:21 do dia 15 de fevereiro de 2022 até às 22:20 do dia 16 de fevereiro de 2022 , em Angra dos Reis, neste estado, um PM exigiu propina de Veltinho (o documento que tivemos acesso não fala o valor) Mesma coisa aconteceu entre às 12:18 do dia 18 de fevereiro de 2022 e às 21:08 do dia 18 de fevereiro de 2022 e entre às 22:22 do dia 28 de fevereiro de 2022 e às 22:28 do dia 28 de fevereiro de 2022 , O contato foi feito via celular. O PM citado responde a processo na Auditoria da Justiça Militar. FONTE: TJ-RJ

Saiba quem são os traficantes que fazem parte da quadrilha de Professor do Alemão (CV)

investigação revela todos os traficantes que fazem parte da quadrilha de Professor do Alemão, bandido flagrado conversando com oficiais da PM da UPP, e que comanda o Morro da Fazendinha. A quadrilha conta com um grupo de narcoguerrilheiros, estruturados em diversospostos, desde olheiros, a vapores (que fazem escoar as drogas), a gerentes e seguranÁas, respons·veis pela defesa do territÛrio, expansão ·rea de domÌnio, proteção dos lÌderes e ataque às forças de segurança. Professor segue as ordens de Marcinho VP e Pezão. Seu fornecedor de drogas é Paulista. Seu gerente-geral é 2D ou Macaco Louco. Seus gerentes são Pim-PIm, Rick e Torá. Seus soldados são É o Bixo, Humberto, BN, Dim, Róbson, Gordola, Paulo Henrique e Carlos Roberto Outros bandidos citados pelos PMs se chamam Lucas, Alex, Jobson, Thiago, Felipe, Fernando, Michel, Patrick (filho de Pezão), Pablo, Vítor, reconhecidos por fotos em rede social alguns deles portando fuzis. De acordo com a investigação, haveria cobranÁa de taxas ilegais aos moradores da comunidade Há relatos de que três rapazes teriam ido à Fazendinha resgatar um veículo e acabaram mortos e tiveram os corpos esquartejados. A investigação iniciou-se apÛs a equipe de busca eletrônica da Polícia Civil receberpelas redes sociais imagens e vÌdeos de torturas praticadas por traficantes daquela localidade contra jovens que teriam praticado recentemente roubos e furtos na orla carioca, bem como o ato de violÍncia praticado contra uma jovem. A comunidade da Fazendinha era altamente conflagrada, em razão dos diversosprocedimentos policiais existentes envolvendo troca de tiros entre policiais e traficantes da localidade, bem omo noticiando outros ataques à base da UPP que lá existe, onde, inclusive, os agentes de segurança que lá estavam, acabaram feridos ou mortos. FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site jurídico Jusbrasil

Polícia pediu prisão de suspeito de matar idosa em Belford Roxo mas Justiça apresentou vários motivos para negar

A polícia pediu a prisão temporária de um suspeito de ter matado uma idosa de 69 anos (Judith Maria da SIlva) que foi assassinada em 23 de abril em Belford Roxo. quando ia para o trabalho em Belford Roxo mas a solicitação foi negada. A Justiça e o Ministério Público destacam que não restou claro, nos autos, o momento exato em que se teve conhecimento da identificação do suspeit.A testemunha teria afirmado ter reconhecido o suspeito, ora representado, por meio de mosaico apresentado nas dependências da Delegacia de Polícia. Contudo, observa-se que não foram acostados aos autos o respectivo auto de reconhecimento devidamente assinado, tampouco o termo de declaração formalizado pela testemunha. Verifica-se, ainda, que foram realizadas apreensões de armas de fogo e munições, no entanto, não há nos autos qualquer relato que indique o local exato onde tais objetos foram localizados, nem a forma pela qual se concluiu que esses materiais teriam sido utilizados pelo suspeito na prática do delito. Ademais, conforme informado pela autoridade policial, foram apreendidas imagens captadas por câmeras de segurança nas imediações do local do fato, as quais, até o presente momento, não foram submetidas à devida análise pericial. Por fim, foi apreendida uma motocicleta, a qual, até então, não se encontra identificada como sendo de propriedade do suspeito. verifica-se a existência de diligências imprescindíveis à consolidação dos indícios de autoria, as quais ainda não foram concluídas. Dentre tais diligências, destacam-se: 1. A juntada aos autos do respectivo laudo de exame de necropsia, essencial para a comprovação da materialidade delitiva; 2. A inclusão dos termos de declaração das testemunhas, devidamente assinados e em sua integralidade; 3. A apresentação do auto de reconhecimento formal, também assinado, conforme alegado na representação. As imagens mencionadas não se encontram acostadas aos presentes autos, assim como não constam o termo de declaração e o auto de reconhecimento formal da testemunha que teria identificado o representado. Diante disso, revela-se dificultosa a compreensão acerca dos meios e fundamentos utilizados pela autoridade policial para chegar à identificação do representado como suposto autor do fato. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Traficantes com táticas de guerrilha cercavam base de UPP em morro da Tijuca, que era monitorado por todos os lados por criminosos com fuzis e pistolas

“Tem muita gente que passa pela UPP e dá tiro nos policiais, que sabemos que a pessoa é da sacanagem, mas não podemos fazer nada porque não está devendo nada, mas sabemos que é do tráfico/da contenção”. “Há muro onde (os meliantes) ficavam monitorando os policiais”.  “A base ficava num vale dentro da favela, então eram monitorados de todos os lados: pela frente, por trás e laterais; que a base cansou de ser atacada tanto pela retaguarda como pela guarda; que eles faziam uma contenção para atacar a base através da vanguarda com fuzis e pistolas; que já houve policial baleado ali; que agora fizeram a guarita de alvenaria, porque não estávamos aguentando”. Esses relatos são de PMs que trabalhavam na UPP do Morro da Formiga, na Tijuca, área dominada pelo Comando Vermelho, que era alvo constante de ataques de traficantes. Os  traficantes atacavam a polícia com tiros de fuzil e granadas; que inclusive a base da polícia é toda furada; que eles impõem o terror na comunidade e expulsavam os moradores que eram contra o tráfico de drogas; que as armas utilizadas são fuzis, pistolas, granadas, AK-47 e FAL. Os bandidos fazem parte do Bonde do Parma, que tem relação com o Comando do Vermelho, que atua em Caxias e também na Formiga há um bom tempo.O Bonde do Parma tinha o objetivo de tomar morros do Rio, seja em Jacarepaguá, seja na Tijuca; que esse bonde ficou acantonado na Floresta da Tijuca com aprendizado de tática de guerrilha. Segundo relatos, quando esses indivíduos descem do morro da Tijuca, seja pela Barra da Tijuca, seja por Jacarepaguá, seja pela Tijuca, seja pelo Centro, eles roubam e sobem o morro de novo; que é como se fosse Alibabá e os 40 ladrões, porque eles têm a chave para subir no morro e ninguém os encontra. Com a suposta morte de Paulinho Muleta, o novo líder agora é Corujito, que como “chefe do pó” das “bocas de fumo” existentes na “Comunidade da Formiga”, sendo o responsável pela venda de cocaína de todos os pontos de venda da localidade.  Os criminosos agem com extrema violência. Relatou um PM que os traficantes haviam colocado um indivíduo no paredão e o fuzilaram; que a pessoa era da boca de fumo, mas tinha ido a Duque de Caxias e, quando voltou, mataram porque pensaram que era alemão; que, quando chegou lá, considerou que ele morreu como um animal. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Confira como funcionava um esquema de venda de anabolizantes vindos do Paraguai e México que eram distribuídos a vários estados brasileiros. Líder do bando foi preso no Rio

Foi preso um dos maiores revendedores de anabolizantes do estado do Rio de Janeiro. Líder de uma quadrilha de traficantes, ele foi pego em uma agência dos Correios da Penha, na Zona Norte da capital fluminense. O bando recebia anabolizantes e produtos controlado, importados do Paraguai e do México, e  distribuía diariamente para diversas cidades do Rio de Janeiro e de outros Estados como São Paulo, Minas Gerais, Brasília, Rio Grande do Sul, Amapá, Goiás, Espírito Santo, Paraná e Maranhão. Cada remessa contendo as referidas substâncias alcançava em torno de R$ 15 mil. O chefe do grupo chegava a fazer até três envios por dia e informava o CPF de outras pessoas para evitar ser identificado, além de fazer falsas declarações sobre o conteúdo do que iria ser postado. Estima-se que a quadrilha já tenha arrecadado mais de R$ 10 milhões com a venda dessas substâncias.   FONTE: Polícia Civil do RJ

Traficante do CV apontado como sucessor de Beira-Mar e que foi flagrado negociando com PMs, empresta armas para bandidos da facção em troca de drogas

Investigações revelam que o traficante Professor do Alemão, o mesmo que foi flagrado em conversas com oficiais da PM pela Polícia Federal, tem uma atuação mais próxima da figura de “matuto”(grande fornecedor de drogas), sendo certo que seus contatos, especialmente no Paraguai, credenciaram-no também para fins de comércio de armas de fogo, sendo detentor de enorme arsenal, o qual cede a várias outras lideranças em troca de “preços” de drogas. Muitos o apontam como sucessor de Fernandinho Beira-Mar. Pelo empréstimo de armas a chefes do tráfico de comunidades, “Professor recebe um percentual dos lucros do comércio de drogas de determinado produto (a exemplo do “pó de50”, da “maconha de 10”, ou seja lá como for o acordado). Professor ganhou mais destaque dentro do Comando Vermelho com a morte do traficante Leandro Simões Nascimento Furtado, o Diminho, que era chefe dosmorros da Fazendinha e Nova Brasília, neutralizado em confronto com policiais. Diminho ou Oliver era detentor de um verdadeiro arsenal de guerra, atuando da mesma forma que “Professor quem o sucedeu, inclusive na herança do “arsenal” Diversos foram os fuzis apreendidos ou identificados eminvestigações com o acrograma Oliver ou o símbolo da marca BMW com as inscrições Oliver.Todo esse arsenal, que abastecia várias comunidades dominadas pela facção Comando Vermelho, foi herdado por Professor somando-se ao acervo de armas que já detinha. Professor tinha contatos com Galã, um dos maiores narcotraficantes do país, indivíduo ligado à máfia internacional do comércio de drogas e armas. Eles mantiveram conversas por meio de um aplicativo, inclusive quando o bandido carioca estava preso. Apesar de ter sido flagrado negociando com PMs, Professor determinava que seus seguranças confrontem com policiais militares e traficantes de outras facções criminosas. FONTE: Relatório da Polícia Civil disponivel no site jurídico Jusbrasil

Mulher que fo agredida pelo ex-companheiro na frente das filhas pequenas na Maré, o denunciou, ele foi preso e agora ela está com medo de vingança por parte dos parentes que moram na comunidade. Irmão do agressor está ‘bolado’ com a vítima

Uma mulher que foi agredida pelo ex-companheiro na frente das duas filhas pequenas na Favela Parque União, no Complexo da Maré, o denunciou e ele foi preso está com medo de vingança por parte dos parentes do agressor, que são moradores de comunidade, que inclusive estiveram no hospital lhe procurando. As agressões ocorreram no dia 30 de março. O homem, numa crise de ciúmes, deu um chute na moça e a derrubou no chão, ficando em cima dela e dizia “Desbloqueia o tablet sua fdp, piranha, vagabunda” Enquanto a ofendia, o homem batia com um sapato em sua face, repetidas vezes, e ainda pegou uma madeira extraída do guarda-roupas e batia na vítima, socava sua barriga, puxava o cabelo dela; A cabeça da moça ficou “mole” igual a uma “gelatina” de tanto socos e sapatadas que recebeu do agressor. A filha do casal, de cinco anos, viu tudo e dizia em voz alta. “Para pai, você vai matar minha mãe. Mesmo assim, o homem continuou a agressão. A filha de um ano também viu tudo mas devido a pouca idade, não falou nada. A mulher desmaiou com a violência das agressões. Ela só se lembra de ter acordado no Hospital; Contou que o ex-companheiro sempre foi um homem violento, não aceitando o fim do relacionamento do casal. Ele já agredira a declarante por outras vezes, desferindo um tapa tão forte no rosto da declarante que cortara sua sombrancelha, fato ocorrido há 1 (um) ano atrás, e a declarante decidira não fazer o registro policial; A mulher disse que já foi centenas de vezes fora ofendida com palavras como “piranha”, “fdp”, “safada”, “vagabunda”, “covarde” e com ameaças ‘vou te matar”. Ela disse que sempre possuiu muito receio de denunciar o agressor, pois mora dentro de uma comunidade dominada pelo tráfico de drogas, e acreditava que procurar a polícia lhe causaria problemas na comunidade, bem como tinha medo qe ele viesse lhe matar se procurasse a polícia; A vítima disse temer por sua vida e sua filha também teme pelo pior. “Mamãe, estou com medo do papai voltar e te matar”, disse a criançaPor medo, assim que teve alta do hospital procurar a delegacia. Um tio do agressor e a esposa dele foram no hospital procurar a declarante, não sendo permitida a entrada e visita. Disseram que o irmão do agresesor está bolado e com muita raiva dela; A prisão do autor foi prorrogada. FONTE: TJ-RJ

Ex-miliciano que pulou para o CV gravou video para dizer que não morreu após boato que tinha sido morto

: Ex-miliciano Sapo ou Baleado, da tropa do RD do Barbante, do.Comando Vermelho, se “pronunciou” através das redes sociais para dizer que não morreu. No fim da noite passada circulou informações que o mesmo estaria dentro do carro que foi fuzilado em Cosmos, na Zona Oeste do Rio. “Vai ficar nessa de fofoquinha no Twitrer que eu morri. Tô vivão .Pode reforçar a zaga que o ataque está forte para c… O que não falta é cria com nós. Vai tomar… o da milícia. Vai se …” No vídeo o traficante cita o miliciano Faustão que teria sido executado por eles. FONTE: Baú do Rio OFC (Twitter)

Esses são os líderes da milícia que obrigava morador a votar no candidato deles

Comandam a milicia que foi alvo ontem dre operacão em Belford Roxo Jefferson Damazio Luqueti, conhecido como ?Kim do Babi?, de 33 anos e Herbert da Conceição Heleno, conhecido como Kibe?, de 31 anos. Segundo investigações, além das extorsões: moradores são expulsos de casa e políticos são escolhidos na época da eleição. Moradores da região teriam sido forçados a votar em um candidato a vereador apoiado pelo grupo. ?A milícia atuava de maneira violenta e sistemática para controlar o território, explorando economicamente os moradores e comerciantes sob a alegação de proteção?, destacou a promotoria do MP/RJ” Além de ?Kim do Babi? e ?Kibe?, outras pessoas foram denunciadas por milícia privada, corrupção e extorsão. Em uma gravação recuperada pelos promotores, ?Kibe? manda um integrante do grupo revistar o celular de um morador para checar uma possível ligação com o tráfico. ?Pode tomar o telefone dele, fazer ele desbloquear, olhar se tem bagulho dele lá com vagabundo lá do Castelar, que ele vai meter o pé dessa porra, ameaça o o miliciano. A investigação segue em andamento. Quem tiver informações sobre sobre a localização dos dois milicianos, favor denunciar a seu paradeiro pelos seguintes canais de atendimento:Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) ? 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

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