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denúncia

Família diz que traficantes do TCP da Maré mataram jovem que não tinha envolvimento com o crime. Eles tinham inveja das posses da vítima

Pedro Henrique Santos de Souza, jovem sem envolvimento com o tráfico de drogas, foi morto por bandidos do Complexo da Maré em abril do ano passado. O rapaz trabalhava em uma padaria de propriedade da mãe, quem lhe deu um Jeep Renegade. Tinha sempre as melhores roupas, sempre de marca e originais; A família soube que no dia do crime, Pedro estava na companhia de alguns homens, todos pertencentes ao tráfico. O rapaz era educado mas não mantinha relações de amizade íntima com os traficantes. Ele apenas tratava bem eles pois sabia que poderia ser perigoso desagradá-los. A vida e as posses de Pedro levantavam muita inveja para os traficantes. Que um traficante, vulgo Novinho, pedia para usar o carro de Pedro, mas ele não gostava de emprestar mas não podia negar o uso por conta de saber que os envolvidos com o tráfico costumam ser violentos e os moradores sabem que devem obedecer para não serem castigados ou mortos. Para familiares, Pedro foi morto pelos próprios homens que estavam com ele na noite do dia 05/04/2024. O corpo foi encontrado dentro do seu carro.Entre os suspeitos, estão Novinho, Soneca, Grilo e Shrek. Eles teriam abandonado o corpo em local distante da comunidade FONTE: Polícia Civil do RJ

Justiça decretou as prisões preventivas de cinco pessoas envolvidas em morte de dentista em clínica de reabilitação em Itaboraí. Vítima levou golpes de mata leão, estrangulamento e pancadas no tórax

A Justiça decretou essa semana as prisões preventivas de cinco pessoas suspeitas de envolvimento na morte do dentista Gilberto Ranhol Gomes, agredido dentro de uma clínica de reabilitação em Itaboraí no ano passado. O fato ocorreu em 17 de outubro. Os envolvidos, funcionários da clínica,, submeteram a vítima a violenta contenção física, mediante a aplicação reiterada do golpe conhecido como “mata-leão”, além de outros meios de imobilização, ocasionando seu óbito, conforme laudo de necropsia A vítima Gilberto, que havia sido internada no dia anterior, recusou-se a assinar os termos de voluntariedade e cessão de imagem e, ao tentar fugir, foi contida por dois suspeitos, que aplicaram o golpe de “mata-leão”, enquanto um terceiro imobilizava suas pernas com gaze. Já desacordado, a vítima ainda recebeu golpes no tórax, sob alegação dos agentes de tentativa de reanimação. Posteriormente, foi levada à UPA da Ribeira, onde chegou em óbito. Uma testemunha presenciou a tentativa de fuga e a subsequente imobilização violenta de Gilberto, realizada de forma conjunta, que, além do estrangulamento, utilizaram-se de amarrações e golpes no tórax. Não bastasse isso, um dos acusados reconheceu ter aplicado o “mata-leão” na vítima, com a colaboração de dois comparsas. No mesmo sentido, o envolvido confirmou que o uso de golpes no tórax como método de reanimação e o “mata-leão” eram práticas habituais na clínica. Ainda, há registro de que um outro acusado teria aplicado um segundo “mata-leão” mesmo após a vítima já estar desacordada. Os fatos ocorreram em contexto de absoluta desproporcionalidade, contra pessoa vulnerável, internada sob tratamento, sem qualquer possibilidade de reação, evidenciando que os acusados, ao empregarem técnicas violentas, sabidamente arriscadas e letais, assumiram de forma consciente o risco de produzir o resultado morte, configurando dolo eventual. As próprias declarações dos acusados confirmam que tais práticas não eram isoladas, mas sim parte de uma rotina institucionalizada na clínica, que funcionava sem profissionais qualificados, adotando procedimentos violentos de contenção física, com a anuência dos proprietários. Já em relação o proprietário da clínica, há provas de que presenciou toda a agressão, manteve-se inerte e, mais do que isso, verbalizou sua concordância, conforme relato da testemunh, que reproduziu sua fala: “Tá vendo! Tá apanhando por causa de um papel”. E mais. Após os fatos, segundo os relatos de Luan, o dono da clínica determinou que fossem trocadas as roupas da vítima e ordenou que seu corpo fosse levado à UPA, simulando que teria fugido e sido encontrado naquele estado, numa clara tentativa de ocultar a dinâmica real dos acontecimentos, situação corroborada pelos depoimentos dos pais de Gilberto. Tais condutas revelam não apenas a anuência do acusado, mas também sua efetiva participação na tentativa de fraude à investigação, reforçando sua adesão ao resultado morte, igualmente caracterizando dolo eventual. De igual forma, quanto à uma mulher acusada do crime, embora não estivesse presente no local no momento dos fatos, na condição de proprietária, tinha pleno conhecimento da rotina adotada na clínica, que incluía práticas de contenção física violenta, realizadas sem qualquer respaldo técnico ou legal. A própria acusada admitiu que a clínica operava sem alvará, sem licença sanitária, sem profissionais habilitados e sem autorização formal, revelando que, de forma consciente, manteve uma estrutura absolutamente insegura, irregular e permissiva à prática de violência. Nesse contexto, restam evidentes os indícios de que a acusada, ao gerir conscientemente esse ambiente, assumiu o risco de que o resultado morte ocorresse, ainda que sua participação não tenha se dado diretamente no episódio específico. FONTE: TJ-RJ

Saiba como traficante Zeus se tornou o ‘dono’ da comunidade da Muzema (CV). Confira também negociações do bandido para a compra de armas e drogas

O traficante Luiz Carlos Bandeira Rodrigues, o Zeus, se tornou o dono das bocas de fumo da comunidade da Muzema, no Itanhangá após ampla participação ao financiar a guerra de expansão territorial da facção criminosa contra os milicianos estabelecidos anteriormente naquelanlocalidade. Após o sucesso da empreitada organizada por Zeus, a cúpula do Comando Vermelho_ Doca, Pezão e Abelha_ decidiram recompensá-lo com o controle territorial e econômico da região da Muzema. Com isso, toda a rentabilidade das atividades criminosas voltadas para o tráfico de drogas, roubo de veículos e cargas, cobranças de taxas de moradores e comerciantes, exploração de “gatonet” e expropriação ilegal de imóveis praticadas nesta região, são auferidas por Zeus e e parte desses lucros destinam-se à caixinha da facção. Após o aumento expressivo nas suas fontes de renda ilícitas, Zeus com visão ambiciosa, passou a financiar a tentativa de expansão territorial pelo Comando Vermelho sobre a comunidade Rio das Pedras – Jacarepaguá, ora dominada por milicianos, desencadeando uma guerra territorial travada entre distintos polos de guerrilha, com fortes armamentos, despontando no sofrimento da população carioca. Em recente postagem na rede social Whatsapp, Zeus ofereceu dinheiro para informantes que expusessem a localização de milicianos que atuam na Comunidade Rio das Pedras. O intuito do investigado não difere das práticas covardes comuns a essa facção, o homicídio de seus desafetos. Zeus tambén é responsável por comprar armas e drogas de fornecedores interestaduais para revender para outras lideranças do Comando Vermelho, no Estado do Rio de Janeiro e nos recortes abaixo. Em uma conversa com o comparsa Vini 21, Zeus mencionou Doca como devedor de determinado valor e posteriormente, envia para Doca”, uma lista atualizada de valores pendentes de quitação, o que demonstrou que traficantes de alta patente têm recorrido a Zeus” para abastecer seus redutos na guerra do tráfico. Em um grupo de Whatsapp ‘Amigos do Transporte’, Zeus dialogou com Paulista da 50, sobre acerto de finanças relacionadas à compra de munições e armamento e nesse contexto, uma chave PIX foi ilustrada por meio de um comprovante de transferência, no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), As cifras de Zeus com a compra de armas e drogas impressionam, eis que, em outro recorte, está discriminada a compra de mais de R$ 5.000.000,00 (Em outra escuta, Zeus se reportou a Oclinho 24, um dos seus fornecedores, o levantamento do valor da dívida referente à compra de fuzis e na mesma oportunidade, menciona o traficante Doca”, líder do Complexo da Penha, como interessado no carregamento do “óleo”25 que estava para chegar. No grupo ‘Filhos de Deus’, apurou-se uma mensagem enviada por Zeus direcionando uma boa parte do armamento do seu acervo para emprego na Comunidade da Muzema, onde possui total comando ” A polícia localizou uma imagem de um caderno de anotações do escritório de Zeus, com valores referentes ao carregamento de “maconha”, que somados totalizam o valor de R$ 1.748.450,00 fazendo menção ao nome de um homem chamado Adriano César como responsável por acolher valores em conta corrente dopagamento do referido carregamento.. Outros grupos usados por Zeus como GP e Articulados, ele o controle das finanças sobre a compra e venda de armas e drogas, para o qual recebe auxílio de vários interlocutores. Por meio das janelas de diálogos nesses dois grupos, apurou-se milhares de munições negociadas, carregadores de fuzil e 100 kg (cem quilos) de cocaína, somente em uma única encomenda. Há diálogos em que Zeus, afirmou para Oclinho” a encomenda de fuzis, munições de calibres .762 e .380, carregadores de G3 e, demonstrando o poder bélico ostentado nas comunidades cariocas dominadas pelo tráfico, negociam o pedido de uma metralhadora .50, pelo valor de R$ 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil reais). Em um perído de quarenta dias, um dos envolvidos no esquema obteve a quantia de superior a R$ 1.600.000,00 decorrente da venda de carregadores e munições a pessoas interpostas desta facção, além de receber depósitos em sua conta pessoal e das duas empresas em seu nome. Esse suspeito estava em uma planilha financeira obtida na quebra de sigilo telemático da nuvem de Zeus que contabilizou a compra de mais de R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais) em material bélico e drogas no período de um mês. Em um outrro diálogo captado pela políca, Doca foi atuallizado por Zeus sobre os valores pendentes de quitação referente à compra de munições e drogas. Os fornecedores Oclinho e Paulista chegaram a ir ao Complexo do Alemão o para receber o pagamento de R$150.000,00 em espécie, na companhia das duas respectivas esposas Zeus mostra um criminoso organizado, inteirado sobre cada entrada e saída de caixa, exigente quanto ao controle das finanças, levando a crer que talperfil seja um dos motivos que justificam a rápida ascensão de um traficante, natural de outro estado, em território carioca, já tão conflagrado por disputas sangrentas que envolvem todos os setores da criminalidade do estado: facções do tráfico, contravenção e milícia Os funcionários de Zeus exercem seu trabalho em um escritório localizdo no Complexo do Alemão f, de onde recebem as mercadorias ilícitas de traficantes de outros estados, contabilizam, planilham os valores gastos, revendem o material para traficantes locais e fazem a cobrança periódica das dívidas, no que se pode denominar de “Call-center ” do tráfico. FONTE: MPRJ

Bando de Peixão (TCP) ameaçou Tropa do Urso (CV) após ataque em Nova Iguaçu

Traficantes do Complexo de Israel (TCP) soltaram algumas ameaças para os rivais da Tropa do Urso, após um baque sucedido da Tropa do Peixão na comunidade da Bacia, em Nova Iguaçu. Disseram que vão invadir agora áreas em Duque de Caxias. Após o baque, os invasores permaneceram dentro da comunidade, sem nenhuma reação dos traficantes da Tropa do Urso. FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

Saiba como funcionava esquema milionário de pagamento de resgate de veículos produtos de roubo e furto no RJ. Quadrilha é alvo de operação

A Polícia Civil faz operação hoje contra integrantes de uma quadrilha que promovia “pagamento de resgate” de veículos produtos de roubo e furto. ]O inquérito revelou que empresas recuperadoras de veículos, conhecidas como “pronta resposta” ou “pronto emprego”, contratadas por associações e cooperativas de proteção veicular, negociavam diretamente com roubadores, traficantes e receptadores o pagamento de valores para a devolução dos veículos. O objetivo desse esquema é evitar que essas associações precisem indenizar seus clientes com base na tabela Fipe. Foi possível comprovar que esse modelo impactou diretamente no aumento do número de roubos de veículos ocorridos no segundo semestre do ano passado e nos dois primeiros meses deste ano em todo o Estado do Rio de Janeiro, principalmente na capital e na Baixada Fluminense. O esquema criminoso envolveu cifras milionárias. As investigações demonstraram que quatro empresas receberam, de apenas duas associações, mais de R$ 11 milhões em menos de um ano. Nesse mesmo tempo, só por essas empresas, mais de 1,6 mil veículos foram recuperados. Chama a atenção também o ínfimo tempo decorrido entre a data do roubo e a data da recuperação que, em algumas empresas, em média, é de apenas quatro dias. Como funcionava o esquema? Quando um veículo protegido por uma associação ou cooperativa era roubado, os funcionários dessas empresas de “pronta resposta” entravam em contato diretamente com criminosos, traficantes ou roubadores para negociar a devolução. Esse contato, muitas vezes, era feito dentro das próprias comunidades dominadas por facções. Para os criminosos, trata-se de uma forma rápida, segura e altamente rentável de obter dinheiro. O mesmo vale para essas empresas, pois, em média, foram pagos mais de R$ 6 mil por veículo recuperado, sendo que uma parte desses valores era pago pelo resgate e boa parte ficava para a empresa. Estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão contra sócios e funcionários dessas empresas, com o objetivo de apreender celulares, computadores e documentos que comprovem a participação no esquema, além de identificar os responsáveis, do lado dos criminosos, pelas negociações. FONTE: Polícia Civil do RJ

Guerra interna no CV teve sessão de tortura contra adolescente e ataque a tiros que deixou dois baleados na cidade de Levy Gasparian/RJ

Por conta de uma sessão de tortura em que um adolescente apanhou de madeiradas e barras de ferro, traficantes do Comando Vermelho fizeram um ataque na cidade de Levy Gasparian, no interior do Rio de Janeiro, que deixou dois baleados no último dia 18 de abril. O menor foi agredido por conta de provocações que teria feito comparando o grupo do Fonseca Almeida a um trem e o grupo do Conjunto Bento Argon a um trilho. O jovem teria dito que os traficantes do Fonseca Almeida que mandariam no trafico de Comendador Levy Gasparian/RJ O menor que apanhou confessou seu envolvimento com o trafico e, mais particularmente, com a facção criminosa Comando Vermelho. Segundo o adolescente, após postar uma foto segurando uma arma de “air soft”, passou a ser zombado por traficantes da mesma facção estabelecidos em ponto diverso. Apos troca de ofensas, o adolescente teria sido ameaçado e, no final da manha daquele mesmo dia 17 de abril, foi surpreendido com a chegada de um grupo de traficantes que o agrediram com barras de ferro, canivete e pedaços de m a d e i r a . E um dos agressores acabou sendo um dos bandidos baleados no ataque ocorrido o dia 18 de abril. O menor ainda noticiou que já existia uma “rixa” antiga entre o grupo do qual faz parte e o grupo que o procurou naquela manha de 17 de abril. Vendo a agressão, o traficante Gi teria se aproximado e mandado os agressores irem embora. O mesmo GI segundo o menor teria feito contato com o traficante de vulgo Jefinho, apontado pelo adolescente como dono da boca. Segundo o adolescente, ao ouvir o relato de GI Jefinho teria orientado a matar quem conseguissem do grupo de agressores. A orientação de Jefinho teria feito com que o próprio menor e GI passassem a organizar um grupo para vingar o ocorrido. Confirmando a narrativa das vitimas e testemunhas, o menor elencou GI, Douglinha, Cabelinho, DK, Talinho e Peixe como sendo o grupo que se formou para buscar a vingança determinada por Jefinho. Após fazer os disparos contra os desafeots, o grupo deixou o local em fuga ate o menor ser localizado e detido por policiais: As vítimas dos disparos tiveram que se esconder para não morrerem . Um deles fugiu para uma igreja onde ocorria um culto. O outro se refugiou em um banheiro Seis envolvidos estão com as prisões temporárias decretadas. FONTE: TJ-RJ

Mulher explicou como matou suposta amante do marido em Caxias. Disse que foi chamada pela vítima de “p.. do centro”

Andreza de Souza, mulher que matou a suposta amante do marido em Duque de Caxias no último fim de semana, disse ter recebido ameaças da vítima do tipo ‘p.. de zona do centro de Caxias” e vou arrebentar a sua cara”. A vítima, Jéssica dos Santos Moreira , teria dito que o suposto amante não continuaria trabalhando como entregador de uma farmácia. No último sábado, Jéssica teria lhe dito. “Bom dia, está de pé? Estou preparada para ir ai com a polícia, agora vocês se preparem” No mesmo dia, falou que acordou com Jéssica em frente à farmácia tentando promover escândalo para prejudicar o marido de Andreza; Na hora em que ela se encontrou com a vítima, Andreza portava uma pequena garrafa plástica com álcool, afirmando que a levou por temer uma agressão da vítima, que supostamente portava giletes; Disse que jogou o álcool em direção ao rosto da vítima e também acabou se molhando, com o objetivo de dificultar um potencial ataque, pois ouviu falar que a vítima era “boa de porrada” e portava giletes. Ambas iniciaram confronto físico, com puxões de cabelo e queda ao chão. Andreza admitiu ter desferido socos e tapas contra a cabeça da vítima enquanto esta já se encontrava no chão, sendo interrompida por intervenção verbal do marido Disse que não prestou socorro à vítima, que, segundo declara, ainda respirava ao deixar o local; Dirigiu-se à residência após os fatos, enquanto o marido foi para o trabalho; Ao saber da morte da vítima, foi com o companheiro até a Igreja Batista Vale das Bênçãos, no Parque Araruama, buscar aconselhamento com um pator, a quem considera figura paternal. Escondeu a motocicleta usada no crime nos fundos da igreja, por estar ocorrendo um congresso evangélico e não desejar chamar atenção. Consultou advogado antes de se apresentar à polícia, pois tinha medo de ir à delegacia;. Há um print de mensagem travada entre Andreza e o pastor, onde confirma ter matado uma mulher. O relatório policial que analisou as imagens do crime demonstra que a Andreza chega na garupa de uma motocicleta conduzida pelo companheiro. Em seguida, ela desembarca da moto, joga um líquido na direção da vítima e elas se atracam no chão, quando Jéssica é morta pelos golpes desferidos. FONTE; TJ-RJ

TCP respondeu ataque do CV no Fubá e foi no Juramento matando dois rivais e levando um fuzil

Depois do novo ataque que sofreram do Comando Vermelho nos morros do Fubá e do Campinho em que perderam fuzis e um.membro da quadrilha, os traficantes do Terceiro Comando Puro do Complexo da Serrinha, em Madureira, deram uma resposta e foram no Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho Segundo relatos nas redes sociais, eles teriam matado dois rivais e roubado um fuzil.e drogas. Fotos foram divulgadas na Internet. “Segura o c…aí do Juramento” ” Fdp a tropa deixou f… “ Eles gravaram um vídeo exibindo um oponente morto e ainda deram mais um tiro no rosto dele. Segundo relatos, o ataque ao Juramento no entanto não cobriu o.prejuizo que o TCP teve já que o CV teria tomado o Fubá e o Campinho mas só não ficaram porque fugiram com a chegada da PM. FONTE: Caos no RJ (Whatsapp)

Há sete anos havia estourado escândalo de extorsão a comerciantes no camelódromo da Uruguaiana. Personagem daquela época foi preso hoje em operação. Veja o que se descobriu na ocasião

Há sete anos tendo como personagem um dos presos na operação de hoje, o Ministério Público Estadual do Rio havia denunciado cinco pessoas acusadas de fazer parte de uma organização criminosa no Camelódromo da Uruguaiana, no Centro do Rio. O bando na época promovia em conluio com agentes públicos, extorsão de comerciantes, a venda e cessão irregular de espaço público permissionário, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro, dentre outroscrimes, além de inúmeras outras irregularidades que colocavam em risco avida de comerciantes e frequentadores do local. Na ocasião,, além de gerenciar o aluguel e comércio irregular dos boxes, o bando cobrava taxas semanais dos comerciantes, sendo aproximadamente R$ 30,00 referentes à segurança e limpeza do local (média de R$ 120,00 por mês), e aproximadamente R$ 95,00 mensais, referentes ao suposto rateio de conta de luz. Haviam outras taxaas, como taxa de obras para cumprir exigências do Corpo deBombeiro (R$ 610,00 por mês de cada box) e além de taxas eventuais de obras. Considerando o universo de aproximadamente 1.600 boxes, o montante arrecadado ultrapassa em muito o valor cobrado para realização doserviço prestado pela empresa. Além do mais, a prova produzida corrobora a informação de que a obra contratada sequer foi concluída e que os valores excedentes foram indevidamente apropriados pelos envolvidos no esquema criminoso. Um comerciante que fez aquisição de nove boxes, e para mantê-los abertos era exigida uma quantia no valor de R$ 5.000,00, por box. No curso das investigações foi apurado que os comerciantes que pagassem o valor cobrado, eram expulsos, perdiam suas mercadorias e tinham seus boxes “vendidos” ou “entregues” a terceiros pela quadrilha. Ressalta-se que a atuação do grupo por vezes contava com a presença de elementos que ostentavam armas de fogo, a pretexto de fazer a segurança do local e dos administradores do centro comercial. Naquela época, foi falado que o grupo atuava como uma milícia. A denúncia dizia que organizações criminosas rivais se revezam na administração da associação comercial que cuida do Mercado Popular da Uruguaiana com a ativa participação de agentes públicos ainda não identificados, que integram a malta, sempre[ objetivando fins espúrios e colocando em risco não só os comerciantes como os frequentadores do local haja vista o crescimento desordenado e sem controle dos boxes permissionários. Desde a época da ACAC, Associação dos Comerciantes, cujo presidente foi assassinado em 201413, até a vigência da sucessora, CCU, que a disputa pela liderança da entidade era palco da mais espúria e criminosa atuação de “grupos” de interesses, com evidente participação de agentes públicos envolvidos na deliberada omissão no exercício do poder de polícia em espaço público. O MPRJ chegou a relatar que o espaço destinado ao camelódromo representava verdadeiro caos organizacional, com ambiente propício para abrigar toda sorte de criminalidade, desde contrabando, receptação, falsificação de produtos e até mesmo vinculação com milícia1 roubo de cargas, tráfico de drogas e armas. O preso na operação de hoje era na época, tesoureiro da quadrilha sendo o responsável pelas decisões administrativas e financeiras do Centro Comercial. Além disso, era o braço contábil da organização, auxiliando a manter ocultos os proveitosfinanceiros da cúpula, e promovendo a aparência de legalidade para fins de prestação de contas. tinhaainda a função de catalogar todas as receitas e indicar as sobras, sendoainda responsável por tudo que entrava através do recolhimento da “taxa de luz”, da “taxa da associação” dos boxes e ainda arrecadava o dinheiro pela utilização do banheiro situado na sede Com a prisão de comparsas, esse homem acabou por promover sua própria ascensão política dentro da estrutura da CCU e, após a prisão temporária e afastamento de três parceiros em maio de 2018, assumiu a presidência e foi recentemente reeleito, constituindo atual “oposição” aos demais comparsas FONTE: MPRJ

Traficante do TCP da Serrinha gravou vídeo dizendo que estava na Bahia ajudando facção aliada em guerra contra rivais

Um traficante do Terceiro Comando Puro afirmou em vídeo que estava na Bahia ajudando integrantes da facção criminosa Bonde do Maluco (BDM) em guerra contra rivais. Segundo relatos, o bandido citado seria o de vulgo Rugal, que atua no Complexo da Serrinha, em Madureira, e estaria dando apoio ao BDM na guerra pela comunidade da Lagoinha, que é cobiçada também pelo Comando Vermelho. “Mesma conexão, TCP BDM é o mal”, disse o criminoso. Existe a suspeita de que o TCP estaria financiando a investida do BDM no território baiano, O Bonde do Maluco (BDM) capturou um Torcedor do Comando Vermelho (CV) que estava de Bobeira pelas ruas do bairro de São Gonçalo (BDM). A vítima foi levada para um cativeiro, onde acabou sendo torturada e morta. Segundo informações, o rapaz postava em suas redes sociais dizendo que era Muita bala no BDM, e também alegava ser da Tropa do Cris (CV). FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

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