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denúncia

SAQUAREMA: Traficante é suspeito de tramar morte de técnico de enfermagem que se relacionou com sua ex

A polícia procura Luciano Cabral de Amorim, de 26 anos, Maria Eduarda Dutra Teixeira, de 24 e de Alan Vitor Dias Dutra, de 22 anos. Eles são os principais suspeitos de envolvimento na morte do técnico de enfermagem Fábio Corrêa Oliveira, de 27 anos, em.Saquarema. .  Segundo as investigações, Fábio mantinha um relacionamento com uma mulher que, assim como ele, trabalhava no Hospital Novo Municipal Nossa Senhora de Nazareth, em Bacaxá. O ex-companheiro dela, o traficante Luciano Cabral, conhecido pelo vulgo de “Lulu”, que já respondeu pelo crime de homicídio, não aceitava o fim do relacionamento e teria sido responsável por marcar o encontro com o técnico de enfermagem, por mensagens pelo Whatsapp. No entanto, informações apontam que o celular dela teria sido “hackeado” pelo ex, que teria marcado o encontro se passando por ela. Os dois estavam separados há cinco meses. O técnico saiu de casa, em Jaconé, dirigindo um Jeep Renegade, e não deu mais notícias desde então. No dia seguinte do seu desaparecimento, o carro de Fábio foi encontrado carbonizado em Arraial do Cabo, município vizinho. O corpo da vítima, que estava desaparecido desde 20 de abril (domingo de Páscoa), foi encontrado enterrado em uma área de mata no bairro Vilatur, em Saquarema, na Região dos Lagos, nove dias depois de seu desaparecimento e, foi localizado com a ajuda de um cão farejador do Corpo de Bombeiros. A vítima foi reconhecida no local pelas tatuagens que tinha no corpo.  Diante dos fatos, a Autoridade Policial da 124ª DP (Saquarema), recorreu à Justiça e pediu um Mandado de Prisão, para os envolvidos na morte de Fábio Corrêa, o que foi deferido pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Saquarema, com pedido de Prisão Preventiva, pelo crime de Homicídio Qualificado.   Quem tiver informações sobre sobre a localização dos três envolvidos no crime, favor denunciar pelos seguintes canais de atendimento:  Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido FONTE: Disque Denúncia

Traficante Doca (CV) comandava roubos a joalherias no Rio que contavam com a participação de bandidos do Amazonas e do Pará

O traficante Doca ou Urso, chefão do Comando Vermelho, chegou a comandar há alguns roubos a joalheiras na cidade do Rio de Janeiro. Os crimes tinham a participação de criminosos do Pará e do Amazonas que estavam escondidos na Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha. Um dos roubos foi em Ipanema. Doca era o responsável por orquestrar os roubos, organizando o grupo, inclusive incluindo membros da facção, que conhecessem a cidade do Rio de Janeiro, servindo como guia para os criminosos de outros tados. Parte dos lucros dos roubos eram detinados a Doca. As armas eram fornecidas pelo traficante Pedro Bala, parceiro de Doca. Um dos bandidos envolvidos nos roubos era o de vulgo Geová, que também era integrante do tráfico no Morro da Mangueira e oriundo do Pará.A mãe de Geová chegou a falar diretamente com Doca para que não punisse seu filho por um desentendimento ocorrido entre ele e um bandido. Doca teria dito que no período que Geová trabalhou para ele, não deixou nada a desejar. Geová tinha muito dinheiro, cordões de ouro, casa, carro. Todos esses bens auferidos com produto dos roubos perpetrados por ele e seu bando. Os envolvidos são alvo de um processo criminal que tramita ainda em forma de inquérito desde 2021 no TJ-RJ FONTE: TJ-RJ

CV invadiu morro do TCP na Tijuca, matou um rival, exibiu vídeo com corpo do morto e ainda debochou. “Foi um prazer ir aí e matar vocês”

Durante a madrugada de hoje, traficantes do Comando Vermelho dos morros do Borel e Andaraí deram um baque no morro da Chácara( do Céu TCP), na Tijuca. Na ação, mataram um traficante do TCP e conseguiram pegar uma arma do rival. Os bandidos ainda foram para ss redes sociais debochar. “Equuipe matancia operações especiais foi um prazer ir aí e matar vocês tcp…. Ainda exibiram um vídeo com o corpo do rival morto FONTE: Bau do Rio OFC (Telegram)

Poze foi absolvido no ano passado em processo por associação ao tráfico suspeito de fazer show em aniversário de traficante número 2 do Jacarezinho (CV), exaltar bandidos e cantar música ameaçando a milícia

MC Poze do Rodo foi absolvido no ano passado de um processo por associação ao tráfico de drogas. A ação envolvia traficantes da Favela do Jacarezinho, na Zona Norte do Rio, domnada pelo Comando Vermelho. A sentença dizia que o funkeiro tinha a função de mestre de cerimônias dos bailes funks financiados pelo tráfico e realizados nas comunidades dominadas pela dita facção criminosa, tendo este declarado em sede policial que “defende a bandeira do Comando Vermelho” e só cantava em bailes realizados em comunidades por ela dominadas. Na função de MC, Poze participou da comemoração ao aniversário do traficante vulgo Fred, segundo na hierarquia do crime do Jacarezinho e cantou “funks proibidões”, cuja letra dizia “Milícia se brotar, a bala vai comer”, “Eu tô cheio de ódio, eu tô boladão”. Poze foi acusado de fazer apologia de fato criminoso e de autor de crime, na medida em que, enquanto cantava músicas que faziam larga alusão a crimes, centenas de disparos de armas de fogo eram desferidos para o alto pelos participantes, em local densamente habitado, oportunidade em que Poze os acompanhava, fazendo gestos simulando disparos de armas de fogo com ambas as mãos, rindo e dançando, não tendo se intimidado e nem se constrangido em nenhum momento em razão das rajadas disparadas pelo público. Além disso, o funkeiro saudou os elementos de vulgo “Diguinho, Caracu e Fred”. No dia dos fatos, foi realizado o baile funk denominado Pistão e Poze foi contratado o que somente realiza eventos em comunidades dominadas pelo “Comando Vermelho”, por já ter exercido a função de “vapor” na Comunidade do Rodo, em Santa Cruz, até os traficantes serem expulsos daquela localidade pela milícia. Poze falou na época que, no passado, integrava a facção criminosa mas negou as acusações. Asseverou que, no dia do suposto vídeo, iria fazer dois shows, um em São Gonçalo e outro na Comunidade do Jacarezinho. Alegou que, como cantor de rap, trap e funk, as letras de suas músicas abordam temas como amor, cotidiano dos moradores de comunidades, filhos, entre outras temáticas contemporâneas. Explicou que o nome “MC Poze do Rodo” é seu nome artístico, e não seu vulgo como qualificou a denúncia. Disse que foi surpreendido quando chegou a informação, por meio de seu antigo produtor musical, que teria que ir à delegacia em razão do acontecimento de um show na comunidade do Jacarezinho, negando conhecer os outros réus. Disse também que desconhecia que o show contratado se destinava a comemoração do acusado Fred., esclarecendo que, em seus shows, não participa diretamente da contratação nem mesmo sobre os pagamentos, sendo estas informações e encargos responsabilidade de sua equipe.Ainda, disse que não tem como “controlar quem frequenta o show”, não se recordando nem das presenças de crianças nem mesmo de disparos de armas de fogo efetuados. Quanto as saudações/menções à traficantes, referidas em trecho da denúncia, Poze asseverou que constantemente faz “saudações”, mas que não é “direcionado” para ninguém especificamente. Disse, ainda que as fotos anexadas ao inquérito, do acusado portanto armas de fogo, foram tiradas durante a produção de vídeo clipes musicais realizados no lugar onde morava, quando menor, não se tratando de armas de fogo. Por outro lado, afirma que, em que pese ter narrado em seu termo de declaração o contrário, sempre morou em comunidade, tinha o convívio com pessoas ligadas ao tráfico, mas que nunca participou do movimento criminoso do tráfico de drogas. Por fim, disse que destacou que suas músicas possuem letras que “dizem de tudo, menos sobre facções criminosas”. Falam sobre o dia a dia de uma pessoa de comunidade. E desconhece completamente as letras de músicas descritas na denúncia. Para absolver Poze, a Justiça alegou que não havia elementos suficientes e necessários a formação de convicção exauriente. Segundo os autos, ao fim da instrução, nem mesmo se pode concluir sobre a autenticidade do vídeo que deu azo ao início da ação penal. Os dois policiais civis ouvidos em juízo confirmaram que o vídeo em que aparece Poze em um show não foi periciado. Não há nem mesmo como se afirmar que o show foi realizado no dia dos fatos narrados na denúncia. O que se tem como incontroverso é que o acusado Marlon é um artista de canta músicas a retratar o dia a dia das comunidades mais vulneráveis.Como ressaltou o acusado em sede judicial, suas músicas narram situações de pessoas, que fazem parte destes ambientes, à margem da sociedade. As narrativas cantadas pelo acusado em hipótese alguma podem ser enquadradas ao tipo penal de apologia ao crime, uma vez que são somente retratos adquiridos pelo acusado diante todo o vivenciado em sua trajetória. Como dito anteriormente, há, de início, dúvidas acerca da autenticidade do vídeo em que, supostamente, apareceria o acusado em um show na comunidade. Além do único vídeo juntado, não houve qualquer apreensão de armamento ou material relacionado a prática de crimes. Os dois policiais ouvidos não estavam no local no suposto show, tendo apenas se confrontado com o vídeo veiculado pela internet. Dizer que as palavras destacadas em denúncia “Milícia se brotar, a bala vai comer” e “Eu tõ cheio de odio, eu tô boladão”, incitam a prática de delitos fogem a lógica razoável de nossa realidade cotidiana e se aproximam de impressões preconceituosas que vez ou outra insistem em afrontar a prática democrática da liberdade de expressão. FONTE: TJ-RJ

PM foi flagrado em vídeo em encontro com chefe do CV na Ilha

Um policial militar foi flagrado em um vídeo conversando com o chefe do tráfico do Morro do Barbante, na Ilha do Governador, vulgo Cachulé, do Comando Vermelho. As imagens mostraram o PM segurando uma sacola verde sem dar para ver o que tinha dentro A conversa ocorreu sob os olhares de dois seguranças de Cachulé. Após a conversa, o chefão do tráfico deixou o.local portando um fuzil. A Assessoria de Imprensa da Polícia Militar informa que a corporação não compactua com quaisquer desvios de conduta ou crimes cometidos por policiais, punindo com rigor os envolvidos quando constatados os fatos. FONTE: As informações são do.jornalista Bruno Assunção e PMERJ

MP recebeu denúncia que o traficante Doca (CV) estava planejando matar policiais mas arquivou o caso. SAIBA O MOTIVO

o O Ministério Público Estadual do Rio chegou a receber em 2023 uma denúncia que traficantes do Comando Vermelho, liderados por Doca ou Urso, estariam planejando matar policiais, estando inclusive com o recrutamento de menores para tanto. Segundo o comunicado, um bandido do Caramujo, em Niterói, estaria no Complexo da Penha recebendo telefonemas de presos, entre eles o vulgo Bananinha, que estariam na cadeia por homicidio e planejando outros crimes de dentro da prisão. A denúncia acabou arquivada sob alegação de que noticia veio desacompanhada de qualquer outro elemento a corrobora-la. Empreendidos esforços da equipe de promotores, não houve êxito na plena identificação do noticiante, tendo sido constatado, no mais, que o enderego indicado pelo remetente estaria situado no Morro do Estado, em Niterói. Apurou-se que um dos envolvidos é egresso do sistema penal e que Bananinha e o outro preso estão acautelados no Alfredo Trajan. “A comunicação manuscrita esta desacompanhada de qualquer outro elemento a corrobora-la, entretanto, por cautela, foi determinado que fosse encaminhada copia dos autos a SEAP para ciencia, ante a noticia de que pianos criminosos que podem envolver integrantes do sistema prisional”, disse o MP. O MP argumentou ainda verificou a inexistência de indlcios minimos que justifiquem a deflagraqao formal de uma investigaqao penal. Afinal, não foram indicados quaisquer outros elementos que pudessem viabilizar a definigao de linhas investigativas. Mesmo assim, por cautela, foi determinada a expedigao de oficios a SEAP e a 3a PJIP de Bangu e Campo Grande2, com a copia integral do presente feito, para fins de ciência e adocao de medidas cabiveis, no ambito de suas atribuições, ante a informações de que Banainha e um comparsa estariam realizando ligações telefônicas mesmo estando acautelados. FONTE: MPRJ

Traficante pulou do TCP para o CV e se juntou a puxador de guerra da facção

O traficante vulgo Bolinha que era do Complexo da Serrinha, em Madureira, área dominada pelo Terceiro Comando Puro, pulou recentemente para o Comando Vermelho. Ele se juntou ao criminoso vulgo Kaioba do Morro do 18, responsável por liderar os bondes do CV que têm atacado os morros do Fubá e do Campinho. Os dois até posaram para fotos juntos. Bolinha teria levado até um fuzil.do TCP para a nova facção. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção e Baú do Rio OFC (Telegram)

FIM DA TRÉGUA: CV deu golpe no PCC e acabou com o último reduto da facção paulista em Fortaleza

O fim da trégua entre o Comando Vermelho e o PCC continua rendendo pelo país. Segundo informações que circulam nas redes sociais, teria chegado ao fim a atuação da facção paulista em Fortaleza. O Comando Vermelho deu um golpe de estado na comunidade do Sossego e assumiu o controle. O local era o último reduto do PCC na capital cearense, Alguns de seus membros estariam escondido no bairro Planalto se preparando para retomar o controle da localidade. P |Nós últimos das, a PM vem fazendo operações no Sossego na qual vem prendendo membros do PCC e apreendendo armas da facção paulista., dando Inúmeros prejuízo. Os últimos redutos do PCC na Ccdade de Maranguape, um bairro conhecido como Guabiraba, foi tomado há tempos por membros da GDE (Guardiões do Estado), Restando apenas CV e GDE na cidade. FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

Operação mira milicianos que extorquem comerciantes em Itaguaí. Grupo age com violência e expulsa vítimas que não pagam taxas

Hoje é dia de operação contra milicianos que extorquem comerciantes na cidade de Itaguaí. As investigações apontam que a quadrilha cobrava irregularmente taxas de comerciantes que eram expulsos quando não pagavam. Até o momento, três criminosos foram presos e um veículo foi recuperado. Sempre utilizando-se de violência, o grupo ameaçava as vítimas, muitas vezes de morte, inclusive utilizando fuzis, para coagir a população a pagar a taxa semanal. Em um dos casos, registrado pelos policiais, em dezembro de 2024, no bairro Somel, os milicianos expulsaram um comerciante, pois ele não pagou a extorsão. Mais uma vez, usando armas, eles forçaram as vítimas a abandonar o comércio, que foi tomado pelo grupo. Na ocasião, com as vítimas ainda no local, os criminosos roubaram as mercadorias, o maquinário e os veículos de entrega. As apurações tiveram início em fevereiro de 2022, quando duas pessoas foram presas, sendo uma delas com R$ 420 escondidos na cueca. A dupla recolhia dinheiro de comerciantes a mando de milicianos. Os mandados são cumpridos em Itaguaí e também em bairros de Campo Grande, Santa Cruz, Sepetiba, Guaratiba, Inhoaíba e Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste. FONTE: Polícia Civil do RJ

Investigação revelou esquema de corrupção que causou prejuízo milionário no transporte público intermunicipal do RJ

Uma investigação da Polícia Civil do Rio desvendou um esquema de corrupção que gerava enorme prejuízo aos cofres públicos, por meio de fraudes no Bilhete Único Intermunicipal. A estimativa é que o prejuízo gerado por esse grupo possa chegar a dezenas de milhões de reais por ano — dinheiro que deveria subsidiar o transporte de trabalhadores fluminenses, mas que acabou irrigando contas bancárias e empresas de fachada ligadas aos investigados. SAIBA COMO FUNCIONAVA O ESQUEMA O esquema envolve linhas intermunicipais de transporte entre a Baixada Fluminense — Guapimirim, Magé, Piabetá e Raiz da Serra — e o Centro do Rio. Os fraudadores simulavam dezenas de passagens por hora em veículos com apenas 15 lugares, utilizando-se de cartões RioCard e do sistema de bilhetagem eletrônica para burlar os repasses do estado. Em um dos casos, foram registradas mais de 34 validações em apenas uma hora, sem que nenhum passageiro sequer entrasse na van. A quadrilha lucrava por meio da simulação deliberada de viagens inexistentes com o uso fraudulento de cartões RioCard vinculados ao programa Bilhete Único Intermunicipal. Por meio da instalação e manipulação dos validadores eletrônicos em suas vans, os permissionários realizavam múltiplas validações sequenciais — muitas vezes com o veículo parado e sem qualquer passageiro a bordo — registrando artificialmente um alto número de “embarques”. Cada validação gerava automaticamente um crédito a ser reembolsado pelo estado, na forma de subsídio tarifário, como se uma viagem legítima tivesse ocorrido. Ao longo do tempo, essas falsas validações resultavam em repasses mensais significativos às cooperativas e aos próprios permissionários, que se apropriavam indevidamente desses recursos. Em muitos casos, os cartões utilizados pertenciam a terceiros que sequer estavam presentes no trajeto, o que reforça o caráter simulado da operação. Os valores obtidos eram, em parte, lavados por movimentações fracionadas, aquisição de bens em nome de terceiros e uso de empresas de fachada, consolidando o enriquecimento ilícito com aparência de legalidade e dificultando a rastreabilidade do produto do crime. De acordo com o apurado, o esquema era baseado na industrialização da fraude, cujo lucro decorria diretamente da exploração de uma política pública voltada à proteção do cidadão trabalhador. Entre os investigados estão dirigentes de cooperativas e operadores de linhas suspeitas de funcionar como “fábricas de bilhetes falsos”, alguns deles com antecedentes em outras fraudes no setor de combustíveis. Em uma das situações apuradas, o investigado apontado como líder movimentou mais de R$ 1,2 milhão em apenas seis meses — R$ 259 mil em dinheiro vivo. Os autores montaram uma organização criminosa com divisão de tarefas, ocultação de patrimônio e lavagem de dinheiro, sustentada por um fluxo constante de repasses falsificados do programa Bilhete Único, que movimenta anualmente cerca de R$ 900 milhões. Policiais civis, estão nas ruas para cumprir nove mandados de busca e apreensão em residências e empresas de permissionários de vans acusados de desviar ilegalmente dinheiro público fazendo uso de viagens que nunca aconteceram. Além disso, com auxílio do Detro e de peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), fazem fiscalização para verificar a possível utilização de veículos roubados no transporte de passageiros pela organização criminosa. As apurações contaram com oitivas de testemunhas, cruzamento de dados do sistema de bilhetagem, rastreamento de itinerários e cooperação com o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e o Laboratório de Tecnologia contra a Lavagem de Dinheiro (LAB-LD) da Polícia Civil. O relatório de inteligência financeira revelou movimentações incompatíveis com as rendas declaradas, saques fracionados em espécie, repasses cruzados entre os próprios permissionários e vínculos com cooperativas e locadoras de fachada. A operação tem como objetivo apreender documentos, celulares, mídias digitais, veículos de alto valor e joias de origem suspeita, além de acessar o conteúdo de dispositivos eletrônicos e registros de dados em nuvem que possam comprovar o esquema. Com o material em mãos, a DDSD vai ampliar as diligências, a fim de identificar outros envolvidos. Os alvos responderão pelos crimes de peculato, lavagem de capitais e constituição de organização criminosa. FONTE: Polícia Civil do RJ

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