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Comando Vermelho

Filho de lendário traficante do CV comanda complexo de favelas em Belford Roxo que é alvo de operação hoje

O filho do lendário traficante do Comando Vermleho Orlando Jogador, vulgo Popeye, comanda um complexo de favelas em Belford Roxo chamado de Parque Florsta. A quadrilha é alvo de operação hoje da Polícia Civil. Até o momento, quatro criminosos foram presos. O território explorado pelos criminosos é composto pelas comunidades de Santa Marta, Vila Pauline, Caixa d’Água e Parque Floresta. O objetivo é cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão, a fim de desarticular o braço da facção. Segundo as investigações, o grupo explora a região de forma ostensiva e com uso de armas de grosso calibre. Popeye homem seria o responsável por coordenar todas as atividades ilícitas, autorizar execuções, comandar ataques a forças policiais, determinar a instalação de barricadas e explorar economicamente os moradores, mediante violência e coerção. Além dele, a operação busca capturar outros três indivíduos que integram o comando da organização criminosa local. Também está entre os objetivos a retirada de barricadas e outros obstáculos físicos que cerceiam o direito de ir e vir dos cidadãos que habitam as comunidades. FONTE: Polícia Civil do RJ

Traficante do TCP teria quebrado as pernas em confronto com a PRF em Nova Iguaçu e foi para clínica clandestina dos

Um traficante de vulgo “Sheik” e seu comparsa voltavam do Morro do Danon (TCP), após um ataque do Comando Vermelho na comunidade, quando voltavam para a localidade do Inferninho (TCP), bateram de frente com a PRF, “ Sheik” conseguiu fugir, mas seu comparsa foi atingindo e quebrou as duas pernas, ele foi socorrido para uma clínica clandestina no Complexo da Maré (TCP). Os mesmos deixaram alguns materiais para trás que foram apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal. FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

Relatório do MP destrincha atuação do crime organizado no Rio de Janeiro

Segundo um relatório do Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro, grupos Paramilitares, ou milícias, já controlam 25,5% dos bairros do Rio de Janeiro, em um total de 57,5% do território da cidade. O tráfico de drogas, cujas principais facções —Comando Vermelho, Terceiro Comando, Amigos dos Amigos— possuem juntas o domínio de outros 34,2% dos bairros e 15,4% do território. Ao todo, 3,7 milhões de pessoas vivem em local controlado por algum grupo criminoso, ou o equivalente a 57,1% da população. Apesar do início dessa ocupação ter surgido nas comunidades pobres do Estado, atualmente esses grupos criminosos dominam os subúrbios da cidade do Rio de Janeiro, e diversos municípios da Baixada Fluminense, ostentando armas de grosso calibre em plena luz do. dia, matando, extorquindo e aterrorizando moradores de forma extremamente covarde e cruel. Tanto o tráfico de drogas como as milícias, disputam o controle de conjuntos habitacionais, loteamentos irregulares, comércio de gás, serviços de telefonia e internet, atuando inclusive no furto de derivados de petróleo nos dutos da Petrobras. Como todas essas atividades criminosas são lucrativas, traficantes e milicianos vêm formando alianças e fundindo o seu modus operandi, surgindo as chamadas “narcomilícias”, onde marginais se agrupam em bandos fortemente armados, com treinamento militar e quealém do tráfico de drogas, desenvolvem outras atividades originariamente típicas de milícia. O que todos esses grupos marginais têm em comum, é o controle territorial obtido através de seu domínio armado O domínio armado deve ser compreendido como a atuação dos grupos ou redes que exercem controle territorial armado e regulam atividades econômicas ilegais e irregulares, em um território específico, fazendo uso da coação violenta como principal recurso desustentação de seu governo criminal. Sua natureza instável, provisória eluida demanda disputas continuadas e concessões pactuadas entre atores criminais e destes com agentes estatais. Esse controle armado é uma manifestação de uma espécie de governo autônomo, sempre em conflito latente com outros concorrentes (“tráfico” e “milícias”) e em confronto amistoso e transacionado com o Estado (polícias, políticos e burocratas). Esse status deextrema e contínua violência possibilita apreender as articulações entre osfins de sua política, as estratégias de seus negócios, as táticas comerciais de suas competições e as necessidades logísticas de sustentação territorial.2 Esses grupos brigam entre si pela conquista de territórios no Estado, expansão que permite aumentar o lucro das atividades criminosas. Nessa batalha, a violência não tem limites, e nem sempre atinge integrantes de grupos rivais, mas os cidadãos cariocas e fluminenses que residem nesses locais e nos seus arredores. Outrossim, relevante destacar, tais organizações criminosas atuantes no Rio de Janeiro não somente vivem do tráfico de drogas. Com a intenção de maximizar os lucros e amortecer prejuízos causados pela polícia e facções rivais, tais grupos realizam roubos de veículos, roubos de carga, furtos de caixa eletrônico, abrigo de clínicas de aborto em favelas, bem como exigir indevidas vantagens de comerciantes, monopólio de serviços irregulares como o fornecimento de gás em botijão, sinal de televisão à cabo, internet, mototaxis etc. Dentro de seu território, local onde o Estado de Direito não existe, seus líderes controlam todas as atividades ilícitas realizadas e incrementam seus lucros. É quase inimaginável que em pleno Estado do Rio de Janeiro, um dos locais mais conhecidos e belos do mundo,boa parte de seu território é imune a legislação e vive sob o império de regrasde extrema violência e crueldade. Além disso, quando algum morador se opõe a alguma atividade do grupo, ele é capturado, torturado e morto, para que sirva comoexemplo aos demais moradores. Trata-se de uma forma de propagação de uma intimidação difusa e extremamente convincente, até porque esses atosde violência são filmados e divulgados na localidade FONTE: MPRJ

Saiba os argumentos utilizados pela defesa para conseguir a soltura de MC Poze do Rodo. “Fosse ele um artista “do asfalto”, certamente a prisão não ocorreria”

Veja os argumentos usados pela defesa do funkeiro MC Poze do Rodo para requerer sua soltura, que foi obtida na última segunda-feira. Segundo seus advogados, a prisão foi determinada com base em interpretações subjetivas e indícios frágeis – como menções a líderes do tráfico em composições musicais e imagens de indivíduos armados em shows -, sem qualquer prova concreta de que o paciente integre ou apoie atividades criminosas. A prisão do paciente tem como motivação trechos de músicas e manifestações artísticas – elementos protegidos constitucionalmente como forma de expressão e crítica social. Não há incitação direta, clara e específica ao cometimento de crimes. Imputar ao artista a responsabilidade pelo tráfico de drogas nas regiões e locais onde se apresenta abre um precedente perigoso, pois, no Brasil, o tráfico de entorpecentes se encontra em cada esquina. Portanto, a Ação da Polícia Civil do Rio de Janeiro é seletiva e evidencia a perseguição à arte periférica. Fosse o paciente um artista “do asfalto”, certamente a prisão não ocorreria. Poze não ultrapassou os limites da Liberdade de Expressão, uma vez que ele canta a realidade dos morros cariocas. Nesse diapasão, assumir que as manifestações artísticas do Poze do Rodo significam apologia ao crime, significa, também, que os relatos trazidos em filmes consagrados também enaltecem o crime – o que se sabe, não é verdade. Não havia provas materiais ou indícios suficientes de autoria que justificassem a prisão. O paciente é artista, possui endereço fixo, profissão definida, e não representa risco à ordem pública ou à instrução criminal. Nobre julgador, se o paciente faz apologia ao crime, é necessário que se aponte qual é o tipo penal que ele enaltece. Ocorre que não há qualquer apontamento claro como ordena o Direito Penal, por isso, a sua prisão é arbitrária e ilegal.As supostas condutas atribuídas ao paciente referem-se a conteúdos antigos, descontextualizados, sem qualquer contemporaneidade que justifique a custódia cautelar. A prisão temporária decretada contra o paciente, embasada unicamente em manifestações artísticas e na estética periférica que ele representa, configura constrangimento ilegal em sua forma mais grave: a utilização do aparato penal do Estado para censurar, silenciar e reprimir uma voz popular dissidente, sem elementos objetivos de participação concreta em atividades criminosas. O paciente é um artista oriundo da periferia, cujas músicas retratam a realidade vivida em comunidades historicamente marginalizadas. A prisão temporária imposta ao funkeiro sob alegações de “apologia ao crime” por trechos de suas músicas e pela presença de traficantes armados em shows realizados em comunidades, representa uma inversão perversa do papel do direito penal. Transforma-se o artista em suspeito apenas por se apresentar em territórios vulneráveis – muitos dos quais carecem de qualquer estrutura pública, e são justamente espaços de resistência cultural. A prisão do paciente também padece de ilegalidade material no tocante ao uso de algemas. NomeBrandon foi preso em sua residência, de forma pacífica, sem oferecer qualquer resistência à abordagem policial. Ainda assim, foi algemado, submetido a constrangimento físico e moral indevido, com flagrante violação à Súmula Vinculante nº 11 do Supremo Tribunal Federal, segundo a qual: Não houve resistência, risco de fuga ou ameaça à segurança da equipe policial. O uso das algemas, nesse contexto, teve claro intuito vexatório e midiático, visando produzir imagens e vídeos para alimentar a espetacularização da prisão. Outro aspecto gravíssimo diz respeito à conduta da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, que promoveu ampla divulgação da prisão do paciente em redes sociais institucionais com o título “Rodou”, numa clara tentativa de ridicularizar a figura do preso, transformando um ato processual sério em ferramenta de marketing, como se nota: Esse tipo de exposição pública desrespeita a dignidade da pessoa humana (art. 1º, III, CF), viola a presunção de inocência (art. 5º, LVII, CF) e afronta tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário, como o Pacto de San NomeRica. O uso midiático da prisão pela autoridade policial indica desvio de finalidade administrativa , com o propósito de obter cliques e engajamento virtual às custas da humilhação do paciente – o que, por si só, macula a legalidade do ato de prisão e justifica a sua imediata revogação. Tais práticas ferem ainda os princípios da moralidade e da impessoalidade administrativa (art. 37, caput, CF), além de serem incompatíveis com o Estado Democrático de Direito. Poze foi preso temporariamente no dia 29 de maio de 2025, em sua residência, localizada no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro, sob o fundamento de apologia ao crime e envolvimento com organização criminosa, com base em vídeos de shows e letras de músicas, segundo a sua defesa. FONTE: TJ-RJ

Presos homens que instalavam câmeras para vigiar a polícia para o CV em Cordovil. Eles também trabalhavam com internet do tráfico

Foram presos ontem dois homens que instalavam câmeras de vigilância a mando do tráfico de drogas, na comunidade do Dourado, no bairro de Cordovil, Zona Norte do Rio. Os dois foram localizados enquanto colocavam o equipamento em vias públicas para monitorar a movimentação das forças de segurança. As investigações apontaram que ambos têm vínculos com empresas de fornecimento de internet que operam exclusivamente na área explorada pelo tráfico. Durante a abordagem, foram apreendidos quatro câmeras que seriam instaladas, além de equipamentos para manutenção do serviço de internet. Os materiais seriam utilizados para fortalecer o “sistema de vigilância” montado pelos traficantes do Comando Vermelho da região. De acordo com os agentes, a ação teve como principal objetivo conter o avanço territorial do Comando Vermelho na região. Dados de inteligência demonstram que o fornecimento de internet e outros serviços comerciais dentro de comunidades tem sido utilizado como uma das principais fontes de lucro e lavagem de dinheiro da facção criminosa. Os dois foram autuados pelo crime de associação ao tráfico de drogas, por colaborar com as  criminosas. As investigações seguem para identificar outros envolvidos no esquema. FONTE: Polícia Civil do RJ

Vereador que quase foi morto pelo tráfico em Caxias disse que os bandidos fizeram disparos de fuzil contra ele e falaram . “Vai morrer todo mundo”

Leia agora como foi a tentativa de homicídio contra o vereador Leone Pereira da SIlva ocorrida no último dia 28 de maio, na comunidade da Coréia, em Saracuruna, Duque de Caxias. O político foi ao local para realizar atividade de fiscalização de obra pública municipal, ocasião na qual ele e sua assessora Fabiana foram abordados de forma violenta por diversos homens armados, dentre os quais foram identicados Bradock (traficante) e Alvarenga, líder comunitário. O vereador afirmou que, no momento da fiscalização, estava acompanhado de sua assessora parlamentar. Poucos minutos após sua chegada ao local, foi abordado por um indivíduo que posteriormente identificou como líder comunitário, o qual ordenou que o vereador se retirasse do local, alegando tratar-se de “área de outro político Em seguida, Alvarenga realizou uma videochamada e, ao mostrar o parlamentar pela câmera, afirmou: “Leone tá aqu, dando uma de maluco e não quer sair, vem aqui”. Logo em seguida, chegou ao local um grupo de aproximadamente oito indivíduos, distribuídos em quatro motocicletas, todos ostentando armas de fogo em via pública.Ao menos quatro desses homens portavam fuzis; Dentre os suspeitos armados, foi possível reconhecer de forma inequívoca o homem que liderava o grupo, conhecido pelo vulgo “Braddock”, O vereador afirmoutem conhecimento de que o referido indivíduo, vulgo “Braddock”, é apontado como o líder do tráfico de drogas na Comunidade do Coréa, localidade esta sob domínio da organização criminosa denominada Comando Vermelho (CV). Disse que também conseguiu visualizar nitidamente os rostos dos demais integrantes do grupo armado, e afirma possuir plena capacidade de reconhecê-los individualmente, caso necessário. Ao se aproximarem, os criminosos passaram a realizar diversos disparos de arma de fogo na direção do político e de sua assessora, ao mesmo tempo em que proferiam ameaças verbais, incluindo a frase: “Vai morrer todo mundo”; Nesse momento, pôde identificar claramente que o próprio “Braddock” foi um dos indivíduos que efetuaram disparos com fuzil contra sua pessoa e contra sua equipe de apoio. Os disparos passaram muito próximos do local onde se encontravam, o que gerou pânico e sensação iminente de morte, Temendo por suas vidas, o vereador e a assessora evadiram-se correndo até o veículo em que estavam, logrando êxito em embarcar e deixar rapidamente a localidade em alta velocidade, sob evidente risco de serem alvejados. Após alcançar um local seguro, entrou em contato com outros vereadores e com a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro para relatar o ocorrido. Em seguida, dirigiu-se ao seu escritório parlamentar. Em razão do forte abalo emocional causado pelo atentado, apenas conseguiu comparecer a delegacia dias depois para formalizar a comunicação dos fatos; Disse ainda que recebeu ameaças contra sua vida. Na delegacia, lhe foi apresentado um mosaico fotográfico contendo nove imagens de indivíduos distintos, ocasião em que reconheceu de forma inequívoca Alvarenga. como sendo o indivíduo que o ameaçou e realizou a videochamada no momento da abordagem, Reconheceu também, a partir de um segundo mosaico contendo nove fotografias, o indivíduo conhecido pelo vulgo “Braddock”, identificado posteriormente como Rafael Madeira Pitambeira,, como sendo o homem que liderava o grupo de traficantes que chegou ao local em motocicletas e que foi um dos responsáveis pelos disparos de fuzil que quase atingiram o declarante e sua assessora parlamentar O vereador apresentou o print com a ameaça que recebeu. FONTE: TJ-RJ

PM interveio em guerra de facções em Meriti. Bandido morreu, outros foram presos e fuzis apreendidos

O 21º BPM interveio na guerra entre facções em São.João de Meriti e prendeu cinco narcoterroristas do Comando Vermelho (CV). Entre os presos estão “Presuntinho” e “Cara Fina” — este último é um puxador de guerra do CV e estava atuando na região do Morro dos Macacos. Ele era do TCP e migrou para o CV do Morro São João. De acordo com relatos, os criminosos estavam efetuando disparos de arma de fogo nas proximidades do Parque Alian, e foram interceptados. Durante a abordagem, eles enfrentaram os policiais, e houve confronto. Um criminoso morreu. Quatro fuzis, carregadores e um rádio transmissor foram apreendidos. Segundo relatos, o traficante morto seria o vulgo Xuxu, ex-frente da Guacha (TCP) e que teria pulado junto com o traficante Cheio de Ódio para o Comando Vermelho FONTE: Baú do Rio OFC (Telegram) Redes sociais do jornalista Bruno Assunção e PMERJ

Guerra de facções continua intensa na Baixada

No começo da madrugada de hoje, traficantes da Vila Norma (CV) da Tropa do Suel (CV) invadiram mais uma vez os Predinhos do Trio de Ouro (TCP), em São Joâo de Meriti. Os invasores gritaram ‘é o Suel na Parada! É o Urso! Vai morrer TCP!” Houve um intenso tiroteio, mas pelo visto sem mudanças territoriais.. Moradores ficaram desesperados. Invadiram aqui, meu Deus, muito tiro, não saiam de casa gente Cada dia piorSó Deus pra guarda todos E o desespero toma conta quando ainda está esperando a familia chegar do trabalho Estão dizendo que mataram 3 no parque alian próximo ao mercadinho do Élio Mais um dia tenso pra nós moradores Gente isso já está des de quinta feira passada eu moro nos prédinhos e vou te falar tá difícil viu,minha rotina agora é chão cama,cama chao Aqui não temos mais paz pra dormirEssa é a realidade Traficantes do CV também atacaram o Morro do Danon e Yolanda (TCP) em Nova Iguaçu, ambos são controlados pela Tropa do Flamengo (TCP). Houve boatos de Mortos mas nada confirmado. FONTE: Submundo Criminal (Telegram) e Ui Meriti (Facebook)

Ao sair da cadeia, MC Poze do Rodo pediu para a polícia lhe deixar em paz e se revoltou com suposto tratamento dado a seus fãs que foram recebê-lo

Em entrevista na saída da cadeia, o funkeiro MC Poze do Rodo, pediu para a polícia lhe deixar em paz. Ele falou que seu filhos pequenos têm trauma de policiais. “Eles choram”, disse. Disse que é trabalhador a artista. Afirmou que teve uma recepção maravihosa ao sair da prisão mas criticou o tratamento da polícia que, segundo ele, jogou spray de pimenta e deu tiro de borracha nos seus fãs. “Me tratam assim só porque eu sou preto, sou favelado? Não sou bandido, aliás ninguém é bandido aqui. Tive que ir a luta para construir meu castelo, fiz nada de errado não. Sou artista, parem de me perseguir”, disse. Poze disse que é uma sensação maravilosa sair da cadeia mas que está revoltado com o tratamento dado pela polícia do Rio que, segundo o próprio, não gosta dele. O unkeiro foi preso na semana passada acusado de fazer apologia ao Comando Vermelno.

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