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Comando Vermelho

Morreu mulher baleada durante confronto entre facções no Juramento

Morreu, na madrugada deste domingo (8), Maria das Dores Ferreira dos Santos, de 56 anos, baleada na cabeça durante tiroteio no Morro do Juramento, na Zona Norte do Rio, no dia 22 de maio. Maria estava a caminho de uma farmácia quando foi atingida durante confronto entre traficantes rivais. FONTE: Fogo Cruzado RJ

Guerra de facções volta a Nova Iguaçu e apavora moradores

Traficantes do Comando Vermelho e o Terceiro Comando Puro iniciaram um novo confronto na comunidade do Danon, em Nova Iguaçu neste sabado. . Há indícios que o confronto se baseia entre a Tropa dos 300/Sérgio Bala do Grão-Pará (CV) e a Tropa do Flamengo do Pantanal (TCP). O tiroteio foi intenso. Moradores ficaram assustados.nesse sábado a noite. Imagens do confronto foram divulgadas na Internet. Q horror, disse um.morador. De novo isso.Que Deus proteja as pessoas. Começou o inferno de novo E muito triste sermos reféns do próprio bairro aonde moramos FONTE; Submundo Criminal (Telegram) e Notícias RJ Baixada (Facebook)

Após o TCP ir no Divino e pichar grafite de urso gigante, suposto traficante do CV mandou áudio determinando toque de recolher no Campinho, proibindo mototáxi de funcionar e ameaçando matar quem descumprir

Após traficantes do Terceiro Comando Puro irem até o Morro do Divino, no Campinho, pichar o grafite de um urso gigante que foi feito por rivais do Comando Vermelho, um suposto integrante do CV mandou um áudio nas redes sociais determinando toque de recolher na região, proibindo mototáxis de funcionar e ameaçou matar quem descumprisse a ordem “Toque de recolher, Madureira, Campinho. Todos os mototáxis que é inflitrado, fechamento dos polícia aí nós tá ligado. Sai da pista, não quero ninguém na pista, não quero nenhum mototáxi funcionando, quero todos os mototáxis fechado, ninguém trabalhando na região de Campinho e Madureira. Quem estiver trabalhando, fazendo visão, vou matar. Vocês foram lá na comunidade, esculacharam, tacaram fogo no carro de morador, progresso nenhum. Então resumindo, sobrou para morador, toque de recolher, não quero ninguém na pista, quem estiver na pista é porque é envolvido. Vamos fechar a p… toda. A guerra é de quadrilha, vocês querem ficar nessa aí, esculachando morador, os menos favorecidos. Tem papo não. Pode fechar tudo, lacrar tudo. Quero ninguém na posta, quem nós pegar, vamos chutar igual a cachorro na pista” FONTE: Alerta Jacarepaguá (Whatsapp)

Chefão da Rocinha (CV) comprometeu segurança da sua base ao dar abrigo a bandidos do Ceará

O que começou como uma forma de ampliar os lucros do tráfico na Rocinha pode ter se tornado um problema para John Wallace da Silva Viana, o Johnny Bravo, chefe do Comando Vermelho (CV) na favela carioca, Segundo o Ministério Público do Ceará, ao oferecer abrigo a líderes da facção vindos de outros estados, Johnny Bravo não apenas arriscou a segurança de sua base, como também comprometeu o funcionamento do próprio comércio de drogas na região. De acordo com o Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MP do Ceará, os chefes do tráfico pagavam R$ 100 mil para se esconder na parte alta da Rocinha. Não se sabe, no entanto, se o valor era cobrado por semana ou por mês. Durante a operação, agentes do Batalhão de Operações Especiais (Bope), na Rocinha, encontraram uma mansão de alto padrão, com piscina aquecida, cascata, área gourmet, academia, sinuca e deck com vista panorâmica. O imóvel pertenceria a Anastácio Pereira Paiva, conhecido como Doze ou Paizão, de 36 anos. Segundo o Gaeco, ele é o número dois na hierarquia do CV no Ceará, responsável pela região de Santa Quitéria, o maior município em extensão territorial do estado. Outros líderes cearenses com posições intermediárias no CV também estariam refugiados na Rocinha, entre eles Bruno Félix Castro, Carlos Luiz da Costa, Jairo Morais de Vasconcelos e Álvaro Luiz Martins. A inteligência do governo fluminense também aponta a presença de criminosos de estados como Goiás e Pará abrigados na comunidade. da Zona Sul. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denuncia

Motorista de aplicativo morto em Bangu pode ter sido confundido com algum miliciano

A Delegacia de Homicídios da Capital investiga se o motorista de aplicativo Esuardo de Assis Barreto, de 43 anos, morto ontem em Bangu, na Zona Oeste do Rio, tenha sido confundido pelos traficantes com um miliciano da região. Câmeras de segurança da Avenida Raúl Barros Vieira mostraram o momento em que a vítima passa em um carro branco, na tarde desta quinta-feira(05), quando dois bandidos em uma moto emparelham ao lado do veículo e já atiram. A vítima foi atingida, perdeu controle e bateu com o carro contra uma árvore. Os assassinos fugiram Eduardo morreu na hora. Ele tinha acabado de aceitar uma corrida para Bangu e depois ia buscar o filho na escola. Eduardo tinha casado há duas semanas. A Policia Civil esta analisando as câmeras de segurança para identificar e prender os envolvidos. FONTE: PCERJ

Traficantes fizeram imenso grafite de urso para homenagear chefe do CV após retomar favela no Campinho

Traficantes dos morros da Barão, Menezes com reforços do Complexo da Penha, todos CV, retomaram o controle do Morro do Divino, no bairro do Campinho, que estava com o TCP. Os invasores teriam feito um novo grafite imenso de um Urso, outro vulgo de Doca, chefão da facção, para mostrar uma forma de quem está mandando na comunidade. No final do ano passado, após investidas do TCP na região, os criminosos picharam todos desenhos em alusão ao Doca. FONTE: Voz das Favelas RJ (Whatsapp) e Baú do.Rio OFC (Telegram)

Do Complexo do Alemão (CV), traficante ordenou queima de ônibus na Paraíba

Do Complexo do Alemão, traficante vulgo Dom comandou queima de ônibus na Paráiba em 2023, quando um motorista morreu queimado. Na favela carioca, o criminoso articulava a compra de armas e ddrogas além de comandar de longe o seu grupo criminoso na Paraíba. Ele suava documento falso para ocultar sua verdadeira identidade. Dom planejou com outros criminosos, em especial um bandido de vulgo Galo (também escondido no Alemão) a queima simultânea de ônibus em várias cidades do seu estado como forma de fazer o Poder Público ceder aos apelos da facção e de demonstrar hegemonia. Tudo isso para amenizar a presença de forças policiais do Município de Bayeux, no estado da promovendo a queima de ônibus em outras localidades como forma de tirar o foco de operações policiais que estavam sendo realizadas naquela cidade. “Mano a gente nós tem que tacar fogo em pelo menos um ônibus para os canas lá botar fé naquele projeto”, disse um dos traficantes, “Vou ver se oby de patos consegue queimar um lá” Havia várias conversas mantidas por ele com outras pessoas, nas quais o investigado cita por diversas vezes a comunidade do Complexo do Alemão.Segundo as investigações, lideranças do tráfico de drogas utilizam a estratégia de controlar áreas sob seus domínios de dentro do Complexo do Alemão, que atualmente se tornaram verdadeiros banques, quase que intransponíveis, diante da burocratização e a necessidade de enormes aparatos policiais para a realização de quaisquer diligência. A comunidade se tornou um porto seguro para essas lideranças, oriundas de outros estados da federação, articularem conexões para compra e venda de armas e drogas, além de determinarem de longe ações que impactam a segurança pública de vários estados da nação. Dom manteve conversas com Zebet, que atua como seu fiel, nomenclatura usada por traficantes para denominar seus subordinados, que são responsáveis por guardar seus pertences de valor e ajudar no controle do recebimento e pagamento de dinheiro oriundo das atividades criminosas, além de outras funções de confiança. Hávia nos diálogos referências aos traficantes Doca (Urso) e Sombrão da VK , entre outros chefes do Comando Vermelho. Houve uma escuta que mostrou um traficante oferecendo 40 carregadores de fuzil para DOm As interceptações mostraram que o bandido também contratou serviços de um armeiro para conserto de fuzis. Dom negociava também a venda de maconha para traficantes do Chapadão e da CIdade de Deus. FONTE: Polícia Civil do RJ

Justiça decretou prisão preventiva de bandidos que uniram a ADA, o CV e a milícia para tomar a Zona Oeste do Rio

A Justiça decretou a prisão preventiva dos traficantes Celso Luiz Rodrigues, o Celsinho da VIla Vintém (ADA), Edgar Alves de Andrade, o Doca, (CV) e do miliciano André Costa Bastos, o Boto. A reaproximação de Celsinho, preso em amio, das dinâmicas do crime organizado envolveu duas figuras centrais do submundo carioca: Doca e Boto. A aliança, segundo a Polícia Civil, foi estratégica para ampliar o domínio de territórios na Zona Oeste do Rio, especialmente na região de Curicica, sem provocar confrontos diretos entre facções rivais e milicianos. O pacto entre os três revelou uma rara convergência entre milícia e tráfico, marcada por interesses territoriais e econômicos em comum. O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro denunciou Celsinho pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. A denúncia foi recebida pelo Juízo da 2ª Vara Criminal Regional de Jacarepaguá, que também decretou a prisão preventiva do réu. Segundo a denúncia do MPRJ, Celsinho teria retomado a aliança com o Comando Vermelho — facção da qual havia se desligado no passado — com o objetivo de reconquistar comunidades que haviam sido dominadas por milicianos. As investigações apontam que ele negociou diretamente com um grupo paramilitar e “comprou” o controle da Vila Sapê, em Curicica. A aliança integrou um pacto entre o Comando Vermelho, uma milícia local e membros da facção Amigos dos Amigos (ADA), visando à retomada de territórios perdidos para grupos paramilitares, sobretudo na região de Santa Cruz. No dia 10 de março de 2025, conforme apurado pelo MPRJ e pela Polícia Civil, Celsinho teria ordenado a ocupação da Comunidade Dois Irmãos, também em Curicica. Já no dia 17 do mesmo mês, outros traficantes se dirigiram à Comunidade Gardênia Azul para reforçar a tomada do território. A mobilização foi articulada após Celso solicitar apoio a Edgar Alves de Andrade, com quem chegou a se reunir por videoconferência. O suporte foi viabilizado antes da formalização do acordo entre Celsinho e a milícia local, intermediado por André Costa Barros. FONTE: TJ-RJ e Portal dos Procurados do Disque Denúncia

CV teve baleados e perdeu fuzil na guerra com a milícia em Itaguaí. Rivais debocharam. “Adorei os presentes”

Na guerra ocorrida ontem no Chaperó em Itaguaí entre traficantes do Comando Vermelho e milicianos do bando de Zinho, o CV teve dois baleados e ainda perdeu um fuzil e carregadores. Moreram no confronto, um miliciano e um morador. Segundo a PM, foram três homens levadso para o Hospital São Francisco Xavier. Os milicianos postaram a foto do fuzil tomado dos rivais e ainda esceveram a seguinte mensagem “Visita aqui é sagrada p.. Alemão não atravessa não. Traz mais p…adorei os presente.. saíram com o c.. pegando fogo e vazando óleo… isso é a tropa do Eckao maluco” FONTE: Milícia RJ News (twitter) “

Peixão (TCP) teria entrado na guerra contra o CV em Nova Iguaçu

O traficante Peixão (TCP) entrou na guerra que está ocorrendo pelo controle da comunidade do Danon, em Nova Iguaçu, que foi invadida pelo Comando Vermelho. Os bandidos postaram um vídeo com a mensagem 762 está no óleo Equipe Arão (outro vulgo de Peixão), equipe Bores, equipe Flamengo. Miolo quem tá é a gente” Policiais militares do 20• BPM apreenderam 11 rádios transmissores e um fuzil na comunidade. A ocorrência foi encaminhada à 56ª DP. FONTE: Submundo Criminal (Telegram) e PMERJ

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