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Comando Vermelho

“Ajuda a gente porque está eu e meu sobrinho baleados dentro de casa”, disse morador do Chapadão (CV) após ataque do TCP

Madrugada tensa na Zona Norte do Rio mais uma vez. Traficantes do Terceiro Comando Puro atacaram o Complexo do Chapadão, em Costa Barros e há relatos de moradores baleados. “Lá no Gogoó, os alemão invadiu e baleou morador”, disse um internauta. “Meu marido está baleado aqui dentro de casa. Os alemão mandou tiro para cá. Ele e o sobrinho dele baleados. . Eu estou com medo, eles mandaram tiro para dentro da minha casa”, falou uma moradora. “Ajuda a gente aqui na Curumim. Está eu e meu sobrinho baleados aqui dentro de casa”, postou o homem que teria sido atingido. De acordo com o 41º BPM (Irajá) até o momento a unidade não foi acionada.  Houve também confronto no Morro do Jorge Turco, em Rocha Miranda. A comunidade dominada pelo Comando Vermelho foi baqueada por rivais do TCP da Favela Para-Pedro, em Colégio..

PM interveio em guerra de facções em Costa Barros. Armas foram apreendidas e suspeitos foram presos. Dois bandidos morreram

A Polícia Militar informa que, neste sábado (30/08), policiais militares do 41º BPM (Irajá) foram acionados para verificar ocorrência de disparos de arma de fogo na comunidade Terra Nostra (TCP), em Barros Filho. No local, foi constatado confronto entre criminosos oriundos da comunidade do Chapadão. O policiamento foi reforçado na região. Durante as ações, policiais militares do Batalhão de Policiamento em Vias Especiais (BPVE) detiveram três suspeitos que fugiam do Morro do Chaves. Com eles foram apreendidos uma pistola, duas granadas, dois rádios transmissores e material entorpecente. Houve também na Terra Nostra apreensão de um fuzil, radiotransmissores e outros materiais. Os confrontos afetaram a circulação dos trens do ramal de Belford Roxo. A ocorrência foi encaminhada para a 39ª DP. O traficante Nem, um dos responsáveis pelas investidas do Comando Vermelho no Bairro 13 e Terra Nostra (TCP), foi encontrado morto na comunidade após baque na região. Um outro criminoso morreu no Morro do Chaves.

Em conversa com armeiro, Peixão (TCP) disse que jogou granadas por drones em rivais. “Que bagulho maneiro”. Parceiro de chefão vai para presídio federal

O traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, encaminhou a seu subordinado que adquiria armamentos bélicos e táticos no Paraguai, incluindo drones e fuzis, notícias acerca dos resultados de bombardeios com uso de drones sobre território dominado por facção rival. O comparsa de Peixão disse que os equipamentos que negociava eram suficientes para eliminar “Doca”, alcunha de Edgar Alves de Andrade, líder do grupo rival autodenominado Comando Vermelho. Financiado por “Peixão”, o comparsa contrabandeava eletrônicos como comunicadores de longa distância e fuzis anti-drones, bem como negociava armas e pistolas com vendedores sediados no Paraguai, equipamentos voltados à aparatar o Terceiro Comando Puro. O armeiro de Peixão  será transferido neste sábado para o presídio de segurança máxima em Catanduvas, no Paraná. Em conversas, Peixão falou para ele comprar fuzis e drones,

A FARRA DA SAIDINHAS: Veja mais bandidos perigosos que ganharam permissão para passar o dia dos pais em casa e não voltaram para a prisão

Veja agora relação de outros bandidos que foram beneficiados pela saidinha do Dia dos Pais e não retornaram para a cadeia. Wallace Alexandre Pereira, vulgos “Chileno ou Gordinho”, de 55 anos, Com varias passagens pelo sistema carcerário, sendo uma delas em setembro de 2013, quando preso por policiais da 6ª DP, ele era considerado integrante de uma quadrilha conhecida como “Novo Cangaço”, que ataca comércio e bancos nas regiões Nordeste e Centro-Oeste. Considerado de Alta Periculosidade, Wallace confessou ter participado do sequestro de uma das filhas do dono da confecção De Millus, em 1997. Pablo Henrique dos Santos Goes, vulgo “EScobar”, de 34 anos Em um das suas prisões e, outubro de 2015, ele era considerado chefe do tráfico de drogas do Morro do Juramente, que nesta época pertencia a facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP), sendo atualmente, controlada pelo Comando Vermelho Vermelho (CV),Vagner Menezes Godoy, vulgo “VG do Chapadão”, de 42 anos, Preso em abril de 2017, ele era considerado uma das lideranças do tráfico de drogas do Complexo do Chapadão, em Costa Barros, Zona norte do Rio.Fábio da Costa Souza, vulgo “Fabinho Piloto”, de 40 anos, se encontra na condição de Evadido do sistema Penitenciário, desde 17 de agosto de 2025. Preso em março de 2012, integrava o bando do traficante Marcus Vinicius Martins Vidinhas Junior, o Palhaço, e respondia por crimes de homicídio, roubo e latrocínio. Roger Pereira Moizinho, vulgo “Macarrão”, de 46 anos, Considerado de Alta Periculosidade , e membro da facção criminosa Comando Vermelho (CV), ele foi preso em abril de 2021, no Morro da Providência, no Centro do Rio, e era apontado como chefe do grupo, que seria responsável por mais de 30 homicídios além de inúmeras tentativas , em Minas Gerais. Robson Luiz Monteiro Martins vulgo “Canela de Vidro”, de 51 anos, se encontra na condição de Evadido do Sistema Penitenciário, desde 17 de agosto de 2025. Considerado de Altissíma Periculosidade, “Canela de Vidro”. é considerado uma das principais lideranças do tráfico de drogas da Comunidade da Reta Velha, em Itaboraí, Região Metropolitana do Rio, e membro da Organização Criminosa Comando Vermelho *(CV). O criminoso tem origem no Complexo do Alemão e ganhou o apelido depois de sofrer uma cirurgia na perna e ficar com uma grande cicatriz. Considerado, em 2015, o segundo homem na hierarquia do tráfico da Vila Cruzeiro, Canela de Vidro era o responsável pela mistura e distribuição das drogas na comunidade, sendo apontado também como responsável pelas execuções promovidas pelo tribunal do tráfico. Adriano Carneiro Mendonça, conhecido “KG ou Quem”, é considerado de Alta Periculosidade, Um uma das suas prisões, em setembro de 2018, era apontado como o chefe do tráfico na comunidade Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, na Zona Sul do Rio.Alax Matheus dos Santos da Cruz, vulgo “Madruga”, considerado de Alta Periculosidade pelos sistema carcerário, Preso em março de 2020, era considerado o chefe do tráfico de drogas da Favela da Palmeirinha, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense.Breno de Souza Trindade, vulgos “Piloto ou BR”, Preso em dezembro de 2020, foi no bairro Vila Margarida, município de Itaguaí, onde o mesmo se encontrava foragido após tomar conhecimento de que possuía 04 (quatro) mandados de prisão em seu desfavor. À época ele foi considerado um dos maiores roubadores de veículos e cargas dos municípios de Niterói e São Gonçalo, Os roubos de veículos nas Regiões Oceânica e Sul de Niterói e os roubos de cargas, praticados ao longo da Rodovia Estadual Amaral Peixoto RJ-104, na divisa entre os municípios de Niterói e São Gonçalo, sendo liderados por Breno e exercido conforme declarações das vítimas com extrema violência.

Justiça liberou mais um traficante perigosísimo para passar o dia dos pais em casa e ele não retornou para a cadeia

Marcos Leandro Rosa Alves de Souza, vulgo “Neném”, de 27 anos, se encontra na condição de Evadido do Sistema Penitenciário, desde 16 de agosto de 2025. Preso em outubro de 2023, após após um tiroteio na comunidade Az de Ouro, em Anchieta, na Zona Norte do Rio, foi preso. Ele era apontado como chefe do tráfico da comunidade e como um dos principais responsáveis pela guerra entre grupos criminosos rivais na região. Contra ele consta um Mandado de Prisão, expedido pela Vara de Execuções Penais (VEP), Espécie de prisão: Recaptura, Tipo do Mandado Originário: Mandado de Prisão Motivo: Evasão, após receber o benefício na modalidade de Visita Periódica ao Lar (VPL), referente ao Indulto dos Dias Pais, onde acabou não retornado a sua unidade prisional, aonde cumpria pena pelo crime de Tráfico de Drogas.

Investigação deste ano da DRE destrincha a quadrilha de Popeye, um dos chefões do CV em Belford Roxo e filho de lendário traficante

investigação conduzida pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes-DRE/RJ esmiuçou a estrutura criminosa de alto poder ofensivo, pertencente à facção Comando Vermelho (CV), que exerce, de forma ostensiva e armada, o domínio territorial sobre o denominado “Complexo do Parque Floresta” , no município de Belford Roxo/RJ. Esse complexo é formado pelas comunidades de Santa Marta, Vila Pauline, Caixa D’Água e Parque Floresta, compreendendo uma área geográfica de aproximadamente 1,6759 km2, habitada por cerca de 32.342 pessoas A atual liderança da organização criminosa na região é atribuída a Nome, conhecido pelos vulgos “Popeye”, “Eto” e “Calvin” , herdeiro direto do falecido Orlando Jogador. O bandido comanda ataques a forças policiais, determina a instalação de barricadas e explora economicamente a população local. A quadrilha adota rotas de fuga estratégicas, previamente mapeadas, que incluem a Rua Albuquerque, Estrada do Conde, Rua Amador Dias e acessos à região da Mata do Morro São Bento O bando possui um sistema de evacuação clandestina de feridos e mortos, direcionados para a Unidade Mista do Lote XV, com o propósito de evitar que os corpos passem por necropsia oficial e exponham a estrutura criminosa. A quadrilha ainda outros crimes como roubo e desmanche de veículos, com posterior revenda de peças e financiamento de novas ações criminosas, roubo de cargas, com participação em quadrilhas interestaduais, exxtorsão de comerciantes, moradores e transportadores autônomos, comercialização forçada de gás, cigarros contrabandeados e serviços clandestinos, além de provável lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio por meio de laranjas e empresas de fachada. Instaurou-se na região um regime de terror e opressão contínua , onde o cidadão comum não possui acesso pleno a serviços básicos de saúde, educação e segurança, temendo represálias caso se comunique com agentes públicos ou tente denunciar qualquer irregularidade. Foi possível mapear com precisão diversos pontos de venda de drogas, conhecidos popularmente como “bocas de fumo”, que se encontram plenamente ativos e em funcionamento, com expressiva movimentação diária de entorpecentes. Esses locais se destacam não apenas pelo volume de drogas comercializadas, mas também pela forma armada com que são defendidos pelos integrantes da facção.. ]Boca da Colômbia – situada na confluência da Rua das Margaridas com a Estrada doConde, trata-se de um dos centros neurálgicos das operações do tráfico local, com grande fluxo de usuários e presença constante de olheiros armados; Boca do Coro Come – ESSA base opera com significativa distribuição de cocaína e maconha, sendo referenciada por moradores como uma das mais violentas da região; Boca do Iraque – protegida por barricadas e frequentemente utilizada como esconderijo de armas e rádios transmissores; Boca da Ladeira – movimentação noturna intensa e por ser ponto de recolhimento dos valores obtidos com a venda de drogas em áreas adjacentes;  Boca Central – localizada na interseção entre a Avenida Central e a Avenida do Canal, esse ponto serve como entreposto de distribuição e comando intermediário das operações da facção. Todos esses pontos de venda de drogas são guarnecidos por homens armados com fuzis, pistolas e granadas, dispostos estrategicamente em locais de vigilância elevada, o que representa risco iminente e permanente à integridade física de moradores, agentes públicos e transeuntes.As denominadas “bocas” operam como verdadeiras unidades logísticas do tráfico, com funções bem delimitadas, plantões organizados em turnos e distribuição regionalizada das substâncias ilícitas. Paralelamente à manutenção desses pontos de comércio ilegal, a facção criminosa consolidou a implementação de áreas de contenção armada , estabelecidas com o claro objetivo de impedir a entrada de viaturas policiais e de garantir a impunidade dos operadores do tráfico. Nessas áreas, identificam-se barricadas compostas por entulhos, concreto, ferro retorcido e até veículos queimados, dispostos de forma intencional para atrasar ou impossibilitar a progressão de forças estatais. Os locais de contenção armada, denominados “frentes de fogo” ou “postos de contenção”, são ocupados rotineiramente por criminosos portando armamento de guerra e atuando sob ordens diretas da liderança local. As vias de acesso mais vulneráveis ao ataque são protegidas por atiradores posicionados em pontos elevados, com cobertura cruzada e monitoramento por rádio. A existência dessas áreas consolida um cenário de domínio bélico e insurgente , em que a força estatal é afrontada de forma deliberada e onde o cumprimento da lei se torna praticamente inviável sem operações especiais e uso de força proporcional. No curso das diligências realizadas no presente inquérito policial, foi constatado que a facção criminosa que domina a comunidade da Caixa D’Água, integrada ao Complexo do Parque Floresta, dispõe de um aparato bélico extremamente letal e sofisticado. Tal arsenal inclui armamentos de uso exclusivo das Forças Armadas, caracterizados por seu alto potencial ofensivo, denotando uma postura de insurgência contra o Estado Democrático de Direito e uma evidente capacidade de enfrentamento direto e violento às instituições públicas de segurança. A seguir, detalham-se os principais armamentos e entorpecentes identificados no contexto desta investigação, com considerações jurídicas, sociais e sanitárias ampliadas, bem como as demais atividades ilícitas vinculadas à facção: a) Fuzis AK-47 e Colt 5.56mm: b) Pistolas 9mm: armas curtas, semiautomáticas, de fácil ocultação e rápida utilização. c) Granadas explosivas: artefatos de destruição em massa, proibidos para qualquer uso civil, são utilizados em contextos bélicos e de terrorismo. d) Fuzil .30: armamento com altíssimo poder destrutivo, comumente usado para perfuração de blindagens pesadas e até mesmo aeronaves. A presença de armamentos desse porte não se restringe à exibição de força. Os traficantes implementam verdadeiras zonas militarizadas dentro da comunidade, com postos de contenção, barricadas, sentinelas armados com rádios comunicadores e ordens expressas para repelir incursões policiais. Essas contenções armadas funcionam como “trincheiras” urbanas, transformando o espaço público em ambiente hostil ao Estado e comprometendo o direito de ir e vir da população, a prestação de serviços públicos essenciais (como saúde, educação e coleta de lixo), e minando por completo a autoridade das instituições democráticas. Além do tráfico de entorpecentes e do armamento pesado, a facção desenvolve um sistema criminoso de exploração econômica da comunidade. Dentre as principais condutas, destacam-se:  Extorsão sistemática de comerciantes locais e moradores de condomínios, mediantecobrança de “taxas de segurança” sob ameaça de

Professor recrutava alunos de escola estadual do Mato Grosso para o CV

Um professor de matemática da rede estadual identificado como Sinei Marinho Pedroso, de 42 anos, foi denunciado pelo Ministério Público de Mato Grosso, por atuar como articulador do Comando Vermelho (CV) dentro de uma escola em Sorriso (a cerca de 420 km de Cuiabá). S egundo as investigações, ele liderava um grupo criminoso e utilizava sua função para recrutar adolescentes para a facção, inclusive por meio de redes sociais. O professor teria intermediado o cadastro dos jovens como “lojistas”, encarregados de gerenciar o tráfico local, e chegou a fornecer drogas dentro da escola. Ainda de acordo com o MP, ele teria autorizado que estudantes praticassem “salves” (punições corporais) contra colegas com base em disputas relacionadas à facção. Sinei foi preso em flagrante no dia 17 de março deste ano após ser denunciado por uma estudante. A Secretaria de Educação do estado anunciou sua exoneração logo em seguida. 

Depois de seis anos, Nando Bacalhau (CV) é acusado de duplo homicídio cometido em 2019. Vítimas cometiam furtos e foram carbonizadas

Líder do tráfico no Complexo do Chapadão, em Costa Barros e preso há vários anos, o traficante Nando Bacalhau está sendo acusado agora por um crime cometido em 2019. O fato ocorreu exatamente no dia 17 de abril daquele ano quando foi determinada a execução das vítimas Carlos Eduardo de Castro Barreto e de Fabio Brites de Mattos. Os corpos das vítimas teriam sido encontrados carbonizados dentro de um veículo Ford Fiesta. As vítimas estariam praticando furtos na região dominada pela facção criminosa Comando Vermelho, principalmente nos arredores do Complexo do Chapadão. Narra a denúncia, que as vítimas teriam sido advertidas para que cessassem tais condutas, mas diante da continuidade, os denunciados teriam ordenado a morte das vítimas. A Justiça, porém, rejeitou a denúncia contra Bacalhau alegando que nenhuma das testemunhas, de fato, presenciou o crime praticado. Todas prestaram depoimento com base em “ouvir dizer”. As testemunhas ao falarem sobre o crime usaram expressões como “soube”, “teve conhecimento”, “uma vizinha disse”.

Justiça absolveu preso suspeito de tráfico em Paraty após perícia confirmar que ele foi torturado por PMs. Não havia imagens das câmeras corporai. LEIA O RELATO DAS AGRESSÕES

A Justiça absolveu um homem preso suspeito de tráfico após a perícia comprovar que ele foi torturado por PMs. Detalhe: não havia imagens das câmeras corporais. O fato ocorreu em no dia 07 de março de 2024, por volta de 6h30min, na Rua Aloísio de Castro, no bairro Condado, em Paraty/RJ. Na ocasião, o suspeito tinha 18g de maconha e seis gramas de cocaína com inscrições do Comando Vermelho., Com ele, foi apreendido um rádiotransmissor e o suspeito informou exercer a função de vapor do tráfico. Ele confessou ao PMs que estava realizando venda de drogas no local e que ascendeu à função de vapor havia três dias. Os agentes o colocaram em uma viatura mas no caminho ele abrir a porta do carro e tentou sair do veículo em movimento, sofrendo lesões no joelho e no tornozelo esquerdo. Nessa linha, ele foi levado para o Hospital para atendimento médico e em seguida apresentado à autoridade policial”O preso alegou que sofreu agressões. “Sou usuário de drogas, fumo cigarro, cheiro cocaína, fumo maconha e bebo cachaça. Os policiais me espancaram na minha abordagem. Eu levei uma bicuda com ponta de ferro, socos e chutes na costela. Quando eu fugi, cai no chão e les vieram pisando em cima de mim me dando socos. Que a bicuda que eu levei na costela está doendo muito, não estou conseguindo nem sentar, direit. Meu corpo está todo roxo.que no momento da abordagem eu estava tão alucinado que não senti nada. Que eles apertaram tanto a algema quemachucou meu pulso, eu pedi para afrouxar, não estava nem conseguindo respirar. Que meu pulso está inchado, nem sei se deslocou”, disse O perito apontou o nexo causal entre a alegação de agressão sofrida pelo acusado no momento de sua prisão com as escoriações descritas no laudo de exame de corpo delito. As fotos juntadas pela Defensoria Pública, durante a realização da Audiência de Custódia, foi possível observar hematomas que sustentam as alegações de tortura sofridas pelo apelante. Segundo a Justiça, foi forçoso é reconhecer que não havia como embasar um decreto condenatório amparado nas provas obtidas no momento de sua prisão, vez que o laudo coloca em dúvida a sua licitude

Chefões do CV pressionaram governo a transferir Marreta para Bangu 3 para facilitar comunicação e transmissão de ordens de Marcinho VP. Justiça do RJ recomendou ano passado que bandido não fosse para Catanduvas (PR) quando transferido para evitar novos contatos com o líder máximo da facção

No ano passado, comissões de detentos formadas por lideranças do Comando Vermelho presas em Bangu 3 e no Vicente Piragibe pressionaram a administração penitenciária para transferir o traficante Marreta de Bangu 1 para Bangu 3., unidade prisional de regime fechado com convívio com outros presos. Isso ocorreu porque em Bangu 3, Marreta poderia gerenciar melhor as ações da cúpula do Comando Vermelho, sobretudo, repassando ordens recentes, recebidas de Márcio dos Santos Nepomuceno, vulgo “Marcinho VP”, dentro de presídio federal de Catanduvas. A proximidade com os comparsas facilitaria , a comunicação com aqueles que se encontram extramuros, facilitando a difusão de ordens emanadas de dentro das penitenciárias fluminenses, dificultando ações preventivas estatais, o que poderia colocar em risco a coletividade carioca, moradores das comunidades historicamente sob seu jugo, agentes pertencentes às forças de segurança pública e o bom funcionamento das instituições e a da democracia. As investigações confirmaram que, o retorno de “Marreta” para o Estado do Rio de Janeiro viabilizou o repasse de ordens do primeiro escalão da organização criminosa Comando Vermelho, especialmente em virtude do convívio entre Márcio dos Santos Nepomuceno e Luiz Cláudio Machado, quando estiveram custodiados na mesma unidade. Em 2024, a Justiça determinou o retorno de Marreta para o sistema penitenciário federal mas para que a medida atingisse fins almejados era necessário que ele fosse alocado em unidade prisional federal diversa da Penitenciária Federal de Catanduvas (PFCAT). A transferência, no entanto, só ocorreu em julho deste ano e para própria Catanduvas, Sua transferência o sistema penitenciário federal dificultaria possíveis articulações com grupos criminosos, e, por conseguinte, o fluxo de ordens emanadas do interior das unidades prisionais para seus comparsas extramuros, uma vez que, ele é um dos principais líderes da organização criminosa Comando Vermelho (CV) e atua ativamente na instabilidade da segurança pública no estado. Dados coletados no período em que o preso esteve custodiado em cadeia federal apontam que de fato ele ocupava relevante posição no âmbito da facção, além disso, Marreta demonstrou a intenção de adquirir armamentos para empregar em conflitos na região a qual ele exerce influência quando retornasse ao sistema prisional estadual. Marreta incluído no Sistema Penitenciário Federal na data de 05/05/2015, na Penitenciária Federal de Mossoró/RN; em 15/03/2016 o referido preso foi transferido para a Penitenciária Federal de Porto Velho/RO, e, posteriormente fora novamente transferido para a Penitenciária Federal de Catanduvas/PR em 13/02/2019. Sendo devolvido para o Estado do Rio de Janeiro em 20/10/2023.

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