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Comando Vermelho

CV do Amazonas faz homenagens a mortos no Alemão e Penha e divulga comunicado sobre corpos. VIDEO

Integrantes do Comando Vermelho realizaram homenagens aos membros da facção em Manaus que morreram durante a operação no Complexo da Penha e do Alemão. Nos balão está escrito os nomes “Neném” e “Macaco”, dois dos integrantes mortos. Ao todo, dez traficantes de Manaus foram mortos na ação. A facção também divulgou um comunicado sobre os corpos. (Leia acima)

Diálogos captados pela polícia apontam segurança reforçada na casa de Doca (CV) e bandido dando esporro em seus subordinados

Dialogos captados pela polícia revelam a segurança que existe para a residência onde vive o chefão do Complexo da Penha, Edgar Alves de Andrade, o Doca. Na conversa, o traficante Gadernal disse que no portáo do pai ninguém entra armado e sem autorização. Quem deixar passar sem avisar será parado.Gadernal estabeleceu quem faria a segurança da porta da residência do chefe O traficante Grandão estabelecia as escalas de plantão, incluindo a segurança pessoal de Doca. “Com o pai, Grandão, 51. Pinduca, Perna, Filhão e Marinho”., revela diálogo captado. “Ninguém sobe sem autorização prévia do pai” A casa do Doca tinha o codinome de Toca. O local, na região conhecida como “Cabaré”, é ininterruptamente monitorado por traficantes fortemente armados que realizam a segurança no portão de acesso e nos arredores do imóvel, como se verá adinate. Grandão ainda disse “Fica proibida qualquer atitude de qualquer amigo da firma sem comunicar ao Doca e ao Bala, meus irmãos. Isso não será admitido”. Doca foi flagrado dando esporro nos seus subordinados “Vamos parar de piadinha” “Essa parada de piada vamos deixar para mulher que vcs são bandidos”. Em outra mensagem, Doca fez mais cobranças “Não tem que obedecer só a mim tem que respeitar quem está na visão” “Se não está respeitando o amigo, não está respeitando a mim” Doca é hoje, em liberdade, a maior das lideranças da cúpula da Facção Comando Vermelho, e segundo informações de inteligência, o mais violento dos líderes da facção, responsável por uma postura de enfrentamento ao Estado e por fomentar roubos a transeuntes, veículos e cargas. Doca possui 269 anotações criminais, e 26 mandados se prisão pendentes de cumprimento, por crimes como tráfico de drogas, associação para o tráfico de drogas, organização criminosa, roubo, receptação, extorsão, tortura, ocultação de cadáver, corrupção de menores, dentre outros.Além de ser o chefe do Complexo da Penha, Doca também é o chefe de diversas outras comunidades, tais como Vila Kosmos, Juramento, Morro do 18, Cesar Maia,l Quitungo, Guaporé, Ipase, etc. Doca e seus homens mais próximos usam grupos de Whatsapp emitem ordens sobre a comercialização dedrogas para os subordinados, determinam as escalas de plantões sejam em pontos decomercialização de drogas (bocas), pontos de visão (monitoramento), ou pontos de contenção(segurança armada). Também chamam atenção de seus subordinados, falam sobre veículos roubados, monitoramento de viaturas policais, contabilidade sobre venda de drogas e execução de rivais. FONTE: Polícia Ciivl do RJ

Japinha do CV resistiu a abordagem da polícia e foi morta na operação na Penha

Uma das principais mulheres da linha de frente do Comando Vermelho (CV), conhecida como “Penélope” ou “Japinha”, foi morta em intenso confronto com as forças de segurança durante a maior operação policial da história do Rio de Janeiro, na última terça-feira (28/10). Segundo informações, Penélope estava fortemente armada, de roupa camuflada e colete tático, pronta para o combate. Ela resistiu à abordagem e abriu fogo contra os policiais, sendo atingida por disparos de fuzil.. O corpo foi encontrado próximo a um dos acessos principais da comunidade. Apontada como figura de confiança dos chefes locais do tráfico, ela atuava na proteção das rotas de fuga e na defesa dos pontos estratégicos de venda de drogas. FONTE: Página Realengo TV (Facebook)

Veja como é a hierarquia da quadrilha de Doca, o chefão do Complexo da Penha (CV)

Investigação revela que devido a seu poderio bélico, táticas de guerrilha e controle territorial, o Complexo da Penha é uma das comunidades mais difíceis de ter o Estado presente. Após aprofundamento das diligências investigativas, tornou-se possível compreender que os traficantes Doca e Pedro Bala exercem a liderança do tráfico noComplexo da Penha, tendo o primeiro maior protagonismo na facção. Abaixo deles, ficam Grandão e Gadernal, que são os responsáveis por executarem os planos e ordens daqueles, comandando todos os demais integrantes. Grandão, por exemplo, monitora diariamente os pontos estratégicos para a averiguação de presença dos soldados escalados nos plantões da localidade, nos prints abaixo ele ameaça alguns com corte de pagamento se não cumprem seu papel. Além do monitoramento das posições estratégicas, “Grandão”, também gerencia armas munições, controle de câmeras e até um bunker. No terceiro escalão do Complexo da Penha temos os gerentes dos pontos decomercialização de drogas e os chefes de outras comunidades como Urubu, Castelar, Barão, Gardênia Azul, todos com poder de comando sob diversos integrantes do terceiro escalão. Dentre esses podemos destacar BMW, Bergue, Samuca da 29, Tizil, Perna, Boris, Danado, Alex Macarrão, Neguinho da lInha, Du MEC, Soró, Taz ou TH do Rasta, Revoltado, Matuê (morto), Belão (preso) e Caio. Já no quarto escalão do Complexo da Penha se encontram os soldados, vapores e visão. São eles Vaguinho ou Malvadão Pequeno Homem, Hurley, Filipe, Boca Rosa, Juninho 51, Gato Brabo, Bafo, Piu Piu, Pinguim ou Gelo, Ceguinho, Cantor Matdor, Coruja, Fielzin, Sardinha, Faixa, Dilma, Vinicius, Novinho, Jonas Gabriel, Josinaldo, Adílson, Fabrício, Rosimaria, Eduardo, Cinquenta, Patin, BR, Guilherme, Leonardo, Leozin, Luís Carlos, Pedro Inácio, NG ou Negão, Usher, Faísca, Marinho, Coruja, Mato Velho, Davi, Juan Kayky, Henrique, Pimenta, TH, Filhão, Polegar ou Orelhão, , Bruno, Sedex, Drope, Filhote O grupo criminoso objeto desta demanda estruturou-se solidamente de forma a viabilizar a exploração de vários crimes tudo mediante a imposição de domínio territorial com violência, emprego de armas de fogo, além da prática de diversos outros crimes conexos. A investigação revelou que os investigados participavam ativamente de grupos de WhatsApp utilizados por traficantes de drogas com a finalidade de comunicação, coordenação e gerenciamento das atividades ilícitas relacionadas ao tráfico de entorpecentes. Nos referidos grupos, constatou-se que os membros trocavam informações sobre comercialização, armazenamento e distribuição de drogas, ações de vigilância contra forças policiais, uso de armas de fogo, bem como repassavam instruções operacionais, realizavam obranças e dividiam tarefas com clar eobjetivo de obter êxito nas atividades crimnosas. FONTE: Polícia Civil do RJ

OAB diz que 72 corpos foram retirados de mata na Penha por moradores. Governador disse acreditar que todos os mortos sem ser os policiais são bandidos

A Comissão de Direitos Humanos da OAB-RJ informou a um canal de televisão que foram retirados por moradores 72 corpos de uma região de mata conhecida como Vacaria, no Complexo da Penha. Os corpos foram encaminhados para o iML. Um morador que participou das buscas disse ter vistp corpo sem cabeça, esfaqueados e com tiros no rosto O governador Cláudio Castro afirmou que o número oficial de mortos na operação é de 58 sendo 54 suspeitos e quatro policiais Castro disse acreditar que os mortos que não eram policiais seriam traficantes porque foram abatidos em uma região de mata e não edificada. e segundo ele, ninguém iria estar passeando pela mata. O governador afirmou ainda que caso haja inocentes entre os 54 será algo bem residual. Moradores continuam as buscas pela mata a procura de corpos. FONTE: OAB-RJ, Governo donRJ, Voz das Comunidades

Saiba quais são os dez líderes do CV que serão transferidos para penitenciárias federais fora do RJ

Após receber um relatório de Inteligência da Polícia Civil, em parceria com a Secretaria de Administração Penitenciária, o governador Cláudio Castro decidiu solicitar ao Governo Federal dez vagas para a transferência imediata de lideranças criminosas para presídios federais. Wagner Teixeira Carlos – o Waguinho integrante da “Comissão”, liderança em Cabo Frio e na Região dos Lagos, e braço direito do traficante Kadu Playboy; Rian Maurício Tavares Mota, conhecido como Da Marinha, integrante da “Comissão”, operador de drones com atuação no Complexo da Penha; Roberto de Souza Brito, conhecido como Irmão Metralha, integrante da “Comissão”, com atuação no Complexo do Alemão; Arnaldo da Silva Dias, conhecido como Naldinho, integrante da “Comissão”, administrador da “Caixinha” do Comando Vermelho, com atuação em Resende; Alexander de Jesus Carlos, conhecido como Choque ou Coroa, integrante da “Comissão”, com atuação no Complexo do Alemão e Manguinhos. Marco Antônio Pereira Firmino, conhecido como My Thor, integrante da “Comissão”, com atuação em Santo Amaro e no Centro do Rio de Janeiro; Fabrício de Melo de Jesus, conhecido como Bicinho, integrante da “Comissão”, com atuação em Volta Redonda; Leonardo Farinazzo Pampuri, conhecido como Léo Barrão, não é integrante da “Comissão”, com atuação na Vila Kennedy; Carlos Vinícius Lírio da Silva, conhecido como Cabeça de Sabão, liderança na Favela do Lixão, em Niterói. Não faz parte da “Comissão”; Eliezer Miranda Joaquim, conhecido como Criam, liderança na Baixada Fluminense. Também não integra a “Comissão”. FONTE: Governo do RJ

Quadrilha de Doca (CV) usa aplicativo de mensagens para transmitir ordens. Bandido virou réu em 39 processos por homicídio e expandiu facção

Alvo principal da operação nos complexos da Penha e do Alemão, o traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca, é o chefe” do Complexo da Penha e de outras comunidades menores, sendo um dos responsáveis pelas recentes “guerras expansionistas” do “Comando Vermelho”, nas áreas da Zona Oeste da cidade (Jacarepaguá, Vargem Grande, Vargem Pequena, Itanhangá e Rio das Pedras). Doca formou um grupo para invadir e dominar comunidades existentes na Zona Oeste, para implementar o tráfico de drogas. Só na região da Grande Jacarepaguá, Doca tomou nos últimos anos da milícia as comunidades da Gardênia Azul, Muzema, Tijuquinha, Morro do Banco, Sítio Pai João, Jordão, Teixeiras, Covanca, Bateau Mouche, Chacrinha, Fontela, Dois Irmãos, entre outros.Tomou também os morros do Campinho, do Fubá e Macacos. A quadrilha de Doca tem um extenso grupo de conversas pelo “Whatsapp”. Essas conversas eram, em sua maioria, sobre o monitoramento da movimentação de viaturas policiais, o comércio ilícito de drogas, contabilizando o lucro, planejando ações criminosas, negociando veículos roubados, entre outros. Investido pelo poder do dono, o traficante Marcinho VP, que está preso, Doca exerce o comando efetivo da organização criminosa nas comunidades, pondo em prática as ações determinadas pelo “dono” ou determinando outras com o fim de atingir os objetivos estabelecidos por ele. Exerce uma liderança mais intelectual e administrativa na estrutura da associação criminosa, gerenciando os recursos obtidos por meio das atividades criminosas e estabelecendo as ações dos “soldados” necessárias a garantir o domínio territorial da organização e a sua expansão. No TJ-RJ, chegaram a ser abertos contra Doca 39 processos por homicídio doloso. O caso de maior repercussão foi o dos médicos que não residiam no Rio e foram mortos na praia da Barra da Tijuca em outubro de 2023. As vítimas estavam na cidade encontravam em razão de suas participações em um congresso internacional de medicina, que ocorria naquele fatídico final de semana, no Hotel Windsor, na Barra da Tijuca. Ocorre que, na noite em que ocorreu o crime, as vítimas -Marcos de Andrade Corsato, Perseu Ribeiro Almeida, Diego Ralf de Souza Bomfim e Daniel Sonnewend Proença -, que eram amigos e aproveitaram o congresso para se reencontrar, decidiram confraternizar no “Quiosque do Naná”, situado em frente ao hotel Windsor, local em que também se encontravam hospedadas, quando, por volta da 1h manhã, foram abordadas por três elementos, fortemente armados, que desembarcaram de um automóvel (Fiat Pulse, cor branca, com teto preto), e, sem que nada dissessem, em típico ato de extermínio, desferiram mais de 30 (trinta) disparos de arma de fogo contra os quatro médicos, levando três deles a óbito naquele mesmo local, restando a vítima Daniel sobrevivente, colocando em risco exponencial todos os demais clientes e funcionários do estabelecimento, os quais ficaram profundamente abalados, Uma das vítimas fatais tinha características muito semelhantes às de Taillon de Alcântara Pereira Barbosa (porte corpulento, pele clara, cabelo curto e preto, barba e óculos – líder da milícia que domina a região de Rio das Pedras, sendo ele o verdadeiro alvo dos executores, integrantes da facção criminosa “Comando Vermelho”. Os executores do crime em análise faziam parte da denominada “Equipe Sombra”, destacamento composto por ex-milicianos que foram acolhidos pela cúpula do“Comando Vermelho”, na intenção de eliminar os líderes da milícia da região da Grande Jacarepaguá e, assim, expandir o domínio da mencionada facção criminosa naquela localidade. Assim, agindo com erro em relação à pessoa, acreditando estarem executando o miliciano Taillon, integrantes do “Comando Vermelho” – a mando do denunciado Juan Breno Malta Ramos, vulgo BMW, subordinado a Doca e Gadernal chefes da facção criminosa atuante no Complexo da Penha e em Jacarepaguá, e de quem partiriam as autorizações para as práticas de extermínio de milicianos, com vistas à expansão do domínio da organização criminosa “Comando Vermelho”), Gadernal é homem de confiança de Doca e líder de suas tropas e chefe de sua segurança de ” do Complexo da Penha. Ele é responsável por definir estratégias de “guerra” contra facções rivais e pelas táticas de enfrentamento às forças de segurança do Estado. Também é responsável por coordenar as guerras expansionistas da facção criminosa FONTE: TJ-RJ

Fuzil, pistolas, granada e munições foram apreendidos no Itanhangá

Policiais do 31° BPM apreenderam um fuzil, duas pistolas, uma granada e 63 munições, na madrugada de hoje (29), durante reforço de policiamento ostensivo nos arredores das comunidades do Itanhangá. Na ação, quatro criminosos conseguiram fugir e um foi preso em flagrante no local. O veículo utilizado pelo grupo foi apreendido. Ainda, o Esquadrão Antibombas da PCERJ foi acionado para a detonação de um artefato explosivo utilizado pelos criminosos. FONTE: PCERJ

Número de mortos em operação na Penha e no Alemão será bem maior. Moradores levaram mais de 60 corpos para uma praça

O.número de mortos na operacâo nos complexos da Penha e do Alemão será bem maior do que os 64 anunciados oficialmente . Imagens mostraram corpos resgatados por moradores no fim da noite de ontem e início desta quarta-feira. Seriam mais de 60.. Os corpos que foram retirados da mata foram levados para uma praça onde permaneceram deitados à espera de reconhecimento por familiares e amigos. Haveria cadáveres ainda na mata. Policiais do Bope permanecem em matas na região dos complexos do Alemão e da Penha para procurar eventuais corpos de eventuais criminosos mortos em trocas de tiro com a polícia. A comoção é grande entre os moradores da região A todo momento chegam corpos e feridos ao Hospital Estadual Getúlio Vargas A Secretaria Estadual de Saúde ainda não divulgou o número de atendimentos. FONTE: PMERJ, e Pega Visão News ?(Whatsapp)

Cláudio Castro disse que dez líderes do CV presos espalharam o terror no Rio e pediu a transferência deles para penitenciárias federais. VIDEO

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, disse que 10 lideranças do Comando Vermelho presas teriam sido as responsáveis por esaplhar o terror na capital fluminense como retaliação pela operação realizada nos complexos da Penha e do Alemão e solicitou ao governo federal transferência destes para penitenciárias federais fora do Estado. FONTE: Twitter Cláuido Castro

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