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Comando Vermelho

Deputado estadual foi denunciado por envolvimento com o tráfico no Rio e está preso

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou o deputado estadual TH Joias e outras quatro pessoas pelos crimes de associação para o tráfico de drogas e comércio ilegal de armas de fogo de uso restrito. O.parlamentar foi preso essa manhã. Outras 14 pessoas também foram presas. O.orgâo obteve junto ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), quatro mandados de prisão e cinco de busca e apreensão, cumpridos nesta quarta-feira (03/09), em endereços na Barra da Tijuca, Freguesia e Copacabana. De acordo com a denúncia, os acusados mantinham vínculos estáveis com a facção criminosa Comando Vermelho, atuando nos Complexos da Maré e do Alemão e na comunidade de Parada de Lucas. O grupo é acusado de intermediar a compra e venda de drogas, armas e equipamentos antidrones usados para dificultar operações policiais nos territórios ocupados pela organização, além de movimentar grandes somas em espécie para financiar as atividades da facção.  Para o MPRJ, o parlamentar denunciado utilizou o mandato para favorecer a organização criminosa, inclusive nomeando comparsas para cargos na Assembleia Legislativa do Rio (ALERJ). Ainda segundo a denúncia, o deputado é acusado de intermediar diretamente a compra e a venda de drogas, armas de fogo, aparelhos antidrones e realizou pagamentos a integrantes do Comando Vermelho.  Outro denunciado é apontado como uma das lideranças da facção, responsável pelo controle financeiro do grupo e pela autorização de pagamentos vultosos, incluindo a autorização para a compra dos antidrones usados para dificultar a atuação policial. Um terceiro denunciado exercia a função de tesoureiro, encarregado de armazenar drogas, guardar valores milionários, efetuar pagamentos e intermediar negociações de armas e munições.Um quarto denunciado atuava como fornecedor de equipamentos especializados à facção, em especial os dispositivos antidrones. Ele também era responsável pelos testes em campo e ensinava outros membros da facção a operá-los. De acordo com a Procuradoria-Geral de Justiça, paralelamente, o denunciado ocupava o cargo de assessor parlamentar, indicado pelo deputado, como forma de encobrir as atividades ilícitas. Ainda segundo a denúncia apresentada à Justiça, a quinta acusada havia sido nomeada para um cargo comissionado na ALERJ e sua função era servir de elo entre o grupo criminoso e o Legislativo. A assessora contribuía para acobertar o papel desempenhado pelo tesoureiro, com quem é casada.A investigação tramitou na Procuradoria-Geral de Justiça por envolver agente político com foro por prerrogativa de função.

Denúncia relata terror imposto pelo tráfico na Cruzada São Sebastião (CV)

Denúncia divulgada em rede social aponta que traficantes do Comando Vermelho tomaram a Cruzada São Sebastião, no Leblon. De acordo com a denúncia, o chefe do tráfico, vulgo Dimas, teria se apóssado do bloco 2 e não respeita ninguém. Lá é um entre e sai de moradores de rua comprando crack e outras drogas e ainda furtam as roupas dos moradores que ficam no varal. Os bandidos instalaram um depósito de gelo no prédio acabando com a área comum, As crianças não têm mais onde brincar. Os moradores são monitorados. Se algum deles contrariar a ordem dos bandidos, sofre consequências. Um dos bandidos mais violentos é o gerente vulgo Tequila, que bate em morador. Outros como W e Igor gostam de ostentar armas para intimidar os moradores. Dimas gosta de forçar as garotas novinhas a ficar com ele. Se recusarem, são expulsas junto com suas famílias. Já teria tomado diversos apartamentos na Cruzada. A denunciante disse que não poderia revelar o seu nome porque sofreria represálias e corria o risco de ser levada ao tribunal do tráfico “Por favor nos ajude a se livrrar destes monstros que vêm infernizando a vida dos moradores da Cruzada que não aguentam mais essas covardias”.

PM teve conversa vazada com traficante do Alemão (CV) passando informações sobre operação. Já um outro negocia propina. VEJA

O traficante 2D ou Macaco Russo do Complexo do Alemão teve uma conversa vazada com um policial militar. Na troca de mensagens, é possível perceber o agente repassando informações um dia antes de uma operação Um outro policial negocia propina com um bandido. Os prints de conversas foram divulgados nas redes sociais do apresentador Tino Júnior

Saiba mais sobre a quadrilha de traficantes do CV suspeita de matar policial civil em Angra

A quadrilha suspeita de matar um policial civil em Angra dos Reis ontem de noite é oriunda do Morro da Glória, dominada pelo Comando Vermelho. Para garantir a venda das drogas usam de sua força indo de encontro com as forças policiais, há relatos de confrontos anterios com apreensões de drogas ilícitas incluindo apreensão de arma de grosso calibre como fuzil e granada, armas essasutilizadas em guerras. O local é comandado pelo traficante Bigode, que se encontraria foragido e escondido em uma das favelas do Rio de Janeiro. Bigode deixou a gerência do tráfico para Tatinha, que tem como braço direito o bandido vulgo Pesadelo. Um dos principais auxliares de Bigode era o vulgo VN. Outros traficantes integram a quadrilha como funções diferentes como o CX Dágua, Chico era outro importante membro da quadrilha. Ele organizava o ponto de venda de drogas e prestava contas ao líder; auxilia na organização das drogas, controlando os estoques nos pontos de venda. Realizava feedbacks constantes a Bigode sobre a venda de drogas Tesoura monitorava a ação da polícia; realiza a recomposição das drogas nas bocas; Cabelinho atualizava as lideranças sobre a qualidade das drogas que está sendo posta a venda. Qualquer execução em favelas dominadas pela facção Comando Vermelho mesma do Morro da Glória 1 tem que ser autorizada pelo “dono” do local, no caso, Bigode. Os integrantes da quadrilha obrigados a aderirem a um código de conduta, sob pena de morte. Foi constatado que Bigode ordenou a torturade um comparsa por ter adquirido uma moto produto de crime, o que não é aceito pela ORCRIM. Autoriza que ataques sejam realizados contra policiais em diligência, usando a expressão Papo para eles é bala. Muitos relatos de confrontos entre os criminosos e policiais. Um deles narra a tentativa de homicídio contra policias civis e militares no dia 9/3/2024 após ingressarem no morro daGlória e foram atacados por traficantes armados. Teve também um outro confronto entre policias militares e traficantes no morro da Glória I onde resultou na morte de três traficantes e na apreensão de 1 revólver, uma pistola, uma granada, munições, 155 pinos de cocaína, 10 trouxinhas de maconha, 45 pedras de crack e 9 frascos de lóló. Houve uma apreensão de drogas efetuada pela polícia civil no morro da Glória I onde foram arregadado um armamento de guerra Fuzil, 1023 pinos de cocaína, 54 pedras decrack e materiais para endolação de drogas. Os PMs receberam informações de que o traficante Tatinha estava no alto do morro celebrando por ter matado Alex Pereira, procedimento 166-02162/2024, foi feita diligência para checar a informação e se depararam com Tatinha e Pesadelo ambos armados os quais fugiram deixando para trás drogas. Os bandidos teriam sido autores dos homicídios do vulgo Mosquita no Centro de Angra, além de Tiago Oliveira dos Santos por conta de guerras entre grupos rivais. Os bandidos usam um grupo de Whatsapp para se comunicar, intituldado de Tropa do México.

PM foi morto em operação no Chapadão (CV)

Um policial militar foi morto na manhã de hoje durante uma operação no Complexo do Chapadão. A equipe em que ele atuava foi cercada por criminosos na Rua Javata, onde houve intenso confronto. O agente chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. O policial morto no Chapadão era um dos comandantes do GAT do 41º BPM (Irajá) A PMERJ lamenta a morte do subtenente, Anderson de Souza Figueira, do 41BPM, ocorrida nesta manhã. O policial foi ferido durante uma ação no Complexo do Chapadão. Ele chegou a ser socorrido para o Hospital Ronaldo Gazolla, mas não resistiu.

Policial civil foi executado pelo CV em Angra

O policial civil Elber Peres foi executado na noite de ontem em Angra dos Reis. É investigada a hipótese de a ordem do crime ter partido do traficante vulgo Bigode do Comando Vermelho como retaliação pelo trabalho do poilicial. O bandido havia ameaçado policiais da delegacia da cidade há pouco tempo.    Em uma das mensagens, “Bigode” teria dito: “vai morrer todos, o sangue vai escorrer”, citando diretamente três policiais civis da delegacia, entre eles o próprio Elber. O agente foi atingido por três tiros sendo dois na barriga e um no.pescoço. Ele foi morto ao sair da igreja ao lado do.filho. Chegou a ser socorrido mas não resistiu.

Doca, Tiriça, Matuê e Pezão são acusados de matar ex-ginasta do Vasco por ela ter se relacionado com miliciano. Executaram também sua amiga pelo mesmo motivo e um amigo delas

Os traficantes Doca, Pezão, Tiriça e Matuê, líderes do Comando Vermelho, estão sendo acusados de mandar matar a ex-ginasta do Vasco Monalisa Raueny de Oliveira Mateia e outras duas pessoas que estavam com ela em 2023. Só essa semana, os suspeitos tiveram as prisões decretadas. Os executores abordaram a vítima que estava com amigos em um bar levando a moça e seus acompanhantes para a comunidade da Chacrinha, na Praça Seca. Doca autorizou a execução e foi exaltado, no momento da execução, como “Tropa do Urso”, como também é conhecido por seus comparsas. O crime foi cometido por motivo torpe, uma vez que o crime de homicídio foi perpetrado em virtude da vítima ter se envolvido com um miliciano que atuava na região, até a tomada pelo Comando Vermelho. Os bandidoso ocultaram o cadáver da vítima, eis que foi amarrado e incinerado em local incerto.” Segundo uma testemunha que compareceu a Delegacia de Descoberta de Paradeiros, além de Monalisa, outras duas outras pessoas estariam mortas na mesma localidade. O declarante contou que Monalisa tinha um relacionamento com um miliciano, que atuava em prol da milícia da localidade conhecida como Chacrinha.Monalisa chegou a ter um filho com um paramilitar mas ela não declarou o nome do pai na certidão de nascimento; Contou que no mês do maio de 2023 o Comando Vermelho tomou a região da milícia e estão lá até hoje. Nesse período o miliciano em questão fugiu da localidade levando um fuzil da milícia; Os traficantes estavam atrás dele para tomar o fuzil dele e também matá-lo. Monalista não estava morando com ele e sim ficava na casa da mãe dentro da Chacrinha. De vez em quando, moça saía para encontrar o miliciano, que não estava mais no morro A testemunha disse que Monalisa foi capturada por traficantes do CV sendo um deles de vulgo Eltinho. A abordagem foi por volta das 16h no dia 10/07/2023 dentro da Chacrinha. Eltinho estava acompanhado de outros homens, usando motocicletas; Monalisa estava com outra amiga, que também namorava um miliciano.Havia também um jovem homossexual junto. Os três foram capturados juntos por “Eltinho” e os demais traficantes, sendo levados até o alto do morro, no final da Rua Serenidade. Monalista foi torturada até a morte para passar informações sobre o miliciano, assim como as outras duas vítimas. A amiga de Monalisa também foi morta por namorar o miliciano Wendel, que já até morreu. O jovem que acompanhava as moças também teria sido executado. A testemunha foi até o local onde ocorreu os corpos teriam sido desovados na Rua Serenidade e confirmou que um dos cadáveres era de Monalisa mas não viu o rosto porque tinha um pano em cima. Ao lado dela, estavam os corpos da amiga e de do amigo homossexual. Falou ainda que Eltinho tinha um pai miliciano e mataram ele em 2021. Que decidiu virar Comando Vermelho para vingar a morte dele. Ele passou um tempo fora da favela e voltou agora após o comando vermelho retomar o território; Monalisa tinha sido alertada pelos traficantes de droga do local que não era para ela subir o morro próximo à favela da Serenidade, mas mesmo assim ela foi lá para beber e tomar cerveja com estes dois amigos; A testemunha disse ainda que o pai do Eltinho foi executado pela própria milícia do porque acharam que ele era X9. O apelido dele era Magrão.Monalisa era muito abusada e não levava desaforo pra casa e, inclusive, já deu um tapa na cara de um traficante. Uma outra testemunha disse que Monalisa era uma moça rebelde, se tornou usuária de drogas, e na oportunidade, estava completamente desorientada, sem estudar e sem trabalhar; Ela havia sido ginasta do Vasco, inclusive federada, e costumava competir, até que desistiu de prosseguir com o esporte Falou que assim que os traficantes invadiram a Chacrinha e colocaram os milicianos para fora, a família, temendo pela segurança de Monalisa, a enviaram para Minas Gerais. Ela ficou 15 dias apenas em Minas, tendo ido em seguida para Campo Grande; Monalisa era muito teimosa e decidiu , ela própria, que queria voltar para a Chacrinha. Foi a teimosia de Monalisa que a levou para a morte, até porquê, mesmo depois de ter retornado foi diversas vezes avisada que deveria deixar a localidade. Que também foi avisada que não aparecesse na parte alta da comunidade, Os traficantes começaram a cismar que Monalisa lá aparecia para coletar informações e repassá-las ao miliciano que havia fugido para Madureira.Foi assim que no dia 11/07/2023, os traficantes conhecidos pelos vulgos Eltinho, Matuê, Da Serra e Pazão abordaram Monalisa na Estrada da Chácara e a conduziram para o alto, a localidade conhecida como Serenidade. A moça foi torturada e mantida viva até o dia seguinte, pois o intuito desses homens era descobrir a identidade do miliciano e onde ele poderia ser encontrado; No dia seguinte, foi direto para cima e que ao chegar na Serenidade, encontrou os traficantes sentados e os três corpos;. Que reparou que o corpo dos dois amigos estavam mais ao fundo da mata e pouco machucados; Que certamente foram mortos logo; O corpo de Monalisa estava bem à frente e muito machucado, levando o declarante a concluir que a ela foi muito torturada; O declarante falou com Eltinho e o bandido disse que lhe entregaria o corpo só o dia seguinte. No dia seguinte, foram buscar o corpo mas na ocasião disseram que Monalisa não existia mais, pois já haviam dado cabo do corpo dela. A testemunha falou que três dias antes do sumiço de Monalisa os traficantes fizeram a mesma coisa com o Sr. Mário Luís Gomes Trindade. Ele tinha três filhos que integravam a milícia. Sumiram com ele. Soube que o motivo foi o fato de ser pai de três homens envolvidos com a milícia. Mário era alcoólatra, usuário de drogas, e levantava algum dinheiro catando recicláveis.

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