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Comando Vermelho

Fuzis apreendidos no Mandela (CV) tinham a marca de traficante que foi expulso da facção, apanhou na cadeia mas foi reconduzido ao grupo. RELEMBRE

O BOPE apreendeu ontem na comunidade do Mandela (CV), na Zona Norte do Rio. 3 fuzis, 1 pistola, carregadores e farto material entorpecente. Em destaque nas armas as frases “220” e “MGH” nos fuzis, em alusão ao traficante Choque do Manguinhos, que retomou o poder da comunidade em janeiro de 2024 Para quem não lembra, em janeiro de 2022, Choque foi brutalmente espancado pelos próprios comparsas em Bangu 3, ala do Comando Vermelho na prisão. Além de ter sido expulso da facção, o criminoso perdeu a comunidade do Manguinhos para os traficantes Abelha e Corolla. Mas, no fim de 2023, Choque foi novamente aceito no Comando Vermelho e retomou o poder do Manguinhos. No mesmo ano, Abelha perdeu o cargo de um dos chefes do Manguinhos e foi “rebaixado” na hierarquia da facção. Na época, postamos tudo em nossa página. Cronologia do caso Choque:

De mero traficante do CV a contador do TCP na Maré, confira a evolução de bandido no crime

Confira agora a história de um traficante que era do Comando Vermelho, passou pela milícia e se tornou um dos principais integrantes do Terceiro Comando Puro no Complexo da Maré. Segundo a Justiça do Rio, Pablo atuava no tráfico na comunidade do Castelar, em Belford Roxo, reduto do Comando Vermelho. Ele teria se desentendido com traficantes locais, fugindo daquela comunidade com dinheiro do tráfico, passando a morar em Nova Iguaçu, onde também teve problemas com a milícia local. Foi quando, então, por intermédio do vulgo “Bebezão”, Pablo se mudou para Vila do João, comunidade dominada pelo “TCP, passando a atuar no tráfico como contador. Ele teria conquistado prestígio na organização, elevando se na hierarquia do crime, passando de depositante a responsável pela cooptação de moradores da região para realização de depósitos fracionados da comunidade. Em fotos divulgadas nas redes sociais, ele pousou com armas, drogas, dinheiro e em companhia de outros traficantes da Vila do João, inclusive acenando com gestos representativos da organização criminosa “Terceiro Comando Puro” — TCP,

Um dos chefes do TCP na Maré tem atuação destacada para além dos limites territoriais da favela. Veja seu poder

Um dos chefes do Terceiro Comando Puro (TCP) no Complexo da Maré, o traficante Bill, Negão ou Mangolé tem atuação junto à facção criminosa para além dos limites territoriais deste conjunto de favelas. A investigação revelou que Mangolé tem influência, por exemplo, no Morro do Chapéu Mangueira, no Leme, uma das poucas comunidades na Zona Sul controlada pelo TCP. O bandido também chegou a oferecer apoio financeiro e bélico para a quadrilha do traficante Pai da Alma na guerra contra o Comando Vermelho pela comunidade da Vila Candosa, em São Gonçalo, no início desta década. Bill também cedeu “soldados” para o confronto com o Comando Vermelho na última guerra de facções na cidade de Niterói, mais especificamente no Morro do Estado. Em agosto de 2020, imagens mostraram uma uma festa no Complexo da Maré, na porção dominada pelo “TCP”, em que várias lideranças do tráfico daquele complexo de comunidades apareceram escoltados por seus “seguranças”, dentre eles Mangolé, Nas redes sociais, constantes são as postagens de apologia que fazem referência à liderança de “Bill” na comunidade. Um cordão de Bill faz apologia ao tráfico de drogas e tem o mapa do Complexo da Maré dentro do mapa do Brasil Em outras postagens há a comemoração ao aniversário do líder, inclusive com “música” enaltecendo o criminoso e foto de criminosos armados com referência ao líder e à localidade Vila dos Pinheiros. Mangolé ainda emite as ordens da organização criminosa paras atos de depósitos identificados como provenientes de moradores das comunidades dominadas pelo por ele, os quais são realizados para aquisição de drogas e armas para o grupo.

Traficante do CV condenado a 24 anos de prisão pelo assassinato de vereador em São Gonçalo cobrou satisfações das testemunhas do processo, que ficaram apavoradas

O traficante Sucesso que foi condenado essa semana a 24 anos de cadeia pela morte do vereador Aldecyr Maldonado em 2023 em São Gonçalo cobrou satisfações das testemunhas do presente processo, que restaram acuadas e apavoradas. O bandido imbuído de uma autoridade que não tinha, no dia dos fatos, atuava como verdadeiro “xerife” na localidade A vítima, por sua vez, morador antigo do município, desempenhava a legislatura municipal, em favor de uma sociedade democrática, consoante previsto na Constituição Federal de e era querido por todos. Um representante do povo foi morto em razão desse verdadeiro cenário de guerra. Sucesso, após o crime, comentou em suas redes sociais com a mãe de sua filha sobre a autoria do presente crime, com total desprezo à vida humana.Ele possu[ia posição de destaque e importância no organograma do tráfico de drogas local, dominado pela facção criminosa Comando Vermelho , sendo certo que fugiu do local após o crime e não sofreu qualquer represália da facção, o que demonstra o seu grau de comando dentro da mesma.

Há pouco mais de cinco anos, o triste fim de um casal que escapou da morte no Complexo da Maré (TCP) mas caiu no ‘tribunal do tráfico’ no Jacarezinho (CV) com a ajuda da ex-esposa da vítima

Há pouco mais de cinco anos, Marcelo da Silva Belchior foi até a comunidade da Vila do João, no Complexo da Maré, acompanhado da mulher Michele Maria de Freitas, buscar seus filhos na casa da ex-esposa. A ex-companheira de Marcelo chamou os traficantes para impedir que o rapaz levasse os filhos. Em seguida, Marcelo percebendo a chegada de traficantes, tentou sair logo do interior da comunidade, mas sua atual mulher foi alcançada e espancada. Em virtude da perseguição de traficantes, Marcelo foi obrigado a deixar seus filhos que estavam em seu colo e fugir atravessando a Avenida Brasil. Sua mulher conseguiu sair do interior da comunidade antes de ser morta, pois os traficantes gritavam que ela era cria do Jacarezinho, favela rival da Vila Pinheiro. Dias depois, traficantes armados de fuzil, foram na casa de Marcelo para forçá-lo a acompanhá-los para localidade conhecida como “Areal”. Chegando ao local, Marcelo percebeu que havia aproximadamente 30 traficantes fortemente armados e que sua ex-esposa estava dentre eles. A partir daquele momento começou uma espécie de “tribunal do crime”, em que o casal Marcelo e Michele seriam “julgados” pela quadrilha que domina o tráfico de drogas no Jacarezinho. Um outro ‘tribunal do tráfico’ ocorreu com um usuário de “crack” morador da Nova Holanda (dominada por facção rival) que estaria praticando crimes nos arredores da comunidade da Baixa do Sapateiro (TCP), no Complexo da Maré, Por esta razão, a vítima foi levada ao tribunal do crime da Baixa do Sapateiro, onde foi executado. A mãe da vítima relatou que, na esperança de encontrar os restos mortais de seu filho, foi à comunidade da Baixa por três vezes, sempre procurando pelo chefe do tráfico local, sendo certo que na terceira tentativa conseguiu que a levassem até o líder da comunidade, ocasião em que foi apresentada e recebida por TH ou Gabigol (já falecido).

Os negócios controlados por Doca, chefão do CV no Complexo da Penha

Depoimento de uma testemunha em uma investigação antiga da polícia revela o poder que o traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca, tem dentro do Complexo da Penha (CV). Segundo o que revelou, além de comandar o tráfico de drogas, Doca também é o responsável por controlar os pontos de mototaxistas, de lotadas (Kombis), a venda de cigarros clandestinos (contrabandeados ou falsificados), a gatonet (desvio de sinais de TV e internet), um bar de bebidas e entreterimento masculino, além das barraquinhas de festas que acontecem no Complexo da Penha, , ficando responsável por notadamente o “Baile da Gaiola. Doca também determina que moradores façam depósitos bancários de dinheiro proveniente da venda de drogas. Essa testemunha afirmou à polícia que era obrigada a comparecer a agências bancárias para depositar dinheiro em espécie. As contas bancárias que recebiam os valores earm informadas ao declarante através de mensagem do aplicativo Whatsapp. Após executar os depositos bancários, o declarante tinha que apagar essas mensagens e entregar os comprovantes de depósitos bancários para a pessoa que lhe “pagou a missão”. Por ela, recebia R$ 100, Informou que mesmo que quisesse recusar agir sob as ordens dos traficantes não poderia porque em represália seria castigado por Doca e;/ou com a suspensão de suas atividades no ponto de mototáxi por pelo menos uma semana ou seria alvo de coisa pior; que o declarante precisa de atuar nessa função para sustentar sua família e o dinheiro que consegue com os depósitos ajudava muito na sua renda. A investigação também revelou que Doca começou no crime atuando como gerente de Elias Maluco e por essa função recebia R$ 7.000 por semana Conhecikdo também como Paraíba, Doca comanda a Tropa do Urso, um grupo de “soldados do tráfico”, treinados e fortemente armados para defesa, tomada e retomada de territórios da organização criminosa. Composto por mais de 300 marginais, provenientes de várias comunidades dominadas pela facção, mas principalmente aqueles da região dos complexos da Penha e do Alemão, “Doca tem uma política expansionista pela dominação de territórios, subjugando facções rivais e moradores. .

LAVAGEM DE DINHEIRO: Traficante Lacoste da Serrinha (TCP) tinha casarão avaliado em R$ 500 mil em Búzios que colocou em nome de dona de salão e fez moradores movimentarem valores milionários. Chefão do Jacarezinho (CV) também tinha residência em condomínio de luxo em Natal (RN)

O traficante Lacoste ou Salomão, chefão do Complexo da Serrinha, em Madureira, adquiriu há alguns anos um imóvel de veraneio na cidade de Armação de Búzios, na Região dos Lagos, no valor de R$ 500 mil. Só que para ocultar o seu nome, colocou o bem no nome de uma mulher, que era uma espécie de secretária dele. A moça possuía um pequeno salão na Serrinha totalmente desestruturado. incapaz de justificar a titularidade, da sua parte, de mais de R$500.000,00.Parte dos valores para a compra da casa foram depositados por um homem que foi preso por tráfico de drogas. A polícia chegou a ficar de campana no local em datas comemorativas e feriados para tentar prender Lacoste em Búzios Ocorre que estas diligências foram capazes, exclusivamente, de revelar o uso do imóvel por familiares do traficante”, a exemplo de uma de suas filhas, que se encontrava presente em uma dessas diligência Lacoste também se vale de moradores para depósitos, com fins de ocultação da origem. Em uma investigação foram identificados em depósitos vinculados ao tráfico da Serrinha um total de mais de R$3.000.000,00 Na mesma investigação, foi descoberto que um outro chefão do tráfico, vulgo Lambari, da Favela do Jacarezinho (CV), adquiriu um imóvel em um condomínio em Natal (RN) e colocou no nome de um homem, que era proprietário de um comércio minúsculo no interior da comunidade. Lambari se mudou do Estado do Rio de Janeiro, passando a viver com considerável conforto no nordeste brasileiro. Ele saiu dos holofotes policiais, perambulando livremente junto à sociedade já há algum tempo, sem que os aparatos de justiça criminal tivessem conhecimento de seus atos. Mesmo assim, continuou envolvido com o tráfico de drogas, recebendo “participações nos lucros” ou “royalties” decorrentes da sua condição de “dono da comunidade”. E ele manteve mantém alguns bens em nome de interpostas pessoas (laranjas) de sua maior confiança. E essas pessoas são moradoras do Jacarezinho, pessoas, ordinariamente, sem renda, que movimentavam valores estratosféricos, completamente fora da realidade de vida contemplada por esses indivíduos, não deixando dúvidas de que estas pessoas são operadoras do esquema de arrendamento da comunidade levado a cabo por Lambari.Um outro morador, dono de um pequeno comércio na comunidade, movimentou R$ 5 milhões. Seu frente, Chico Bento, vivia sob mais absoluto luxo no Jacarezinho em um imóvel projetado por arquiteto, móveis os mais modernos, piscina, banheira de hidromassagem, ,

Confira a hierarquia da quadrilha do CV (cúpula, líderes territoriais e gerentes) especializada em roubo de veículos

Segundo investigações, os traficantes Fernandinho Beira-Mar, Marcinho VP, Fu, Barbozinha e Abelha integravam a cúpula da quadrilha do Comando Vermelho especializada em roubo de veículos e comandavam os valores pagos pelos carros subtraídos e o papel de outros membros no esquema; Mesmo já estando em unidades prisionais, eles mantêm o domínio finalístico das ações do grupo, deliberando sobre as estratégias criminosas e emanando ordens para os demais escalões. Os veículos objetos de subtração pelo grupo eram levados para comunidades dominadas pela facção “Comando Vermelho”. A apreensão de veículos roubados no Rio de Janeiro,já com placas e chassis adulterados (“clonados”), em outros estados como Espírito Santo e São Paulo, enquanto eram utilizados para outros crimes como o tráfico de drogas, demonstra a sofisticação, a amplitude e a conexão interestadual da organização criminosa. Existiam os lideres territoriais Um deles é Paulinhozinho, apontado como líder do Morro do Fallet e Fogueteiro, bem como membro do “Conselho”. Ele não apenas autoriza, mas fornece a estrutura necessária para que os veículos roubados sejam levados para sua área de domínio, garantindo abrigo e proteção aos executores. Sua liberdade representa a manutenção de um porto seguro para a continuidade dos crimes. Jiló, é tido como líder do Morro dos Prazeres e membro do “Conselho”. A investigação, corroborada por confissões, indica sua comunidade como um dos principais locais para aclonagem de veículos, atividade que ele supervisiona e com a qual lucra. Lambari é imputado como chefe da Favela do Jacarezinho e também membro do “Conselho”. A investigação apontou sua comunidade como destino de veículos roubados e revelou um robusto esquema de lavagem de dinheiro, demonstrando seu papel central no financiamento da quadrilha., . Corolla ou Chacota é apontado como chefe da Favela de Manguinhos. Sua área de domínio foi identificada como o destino de veículos e o local de origem de roubadores, indicando seucontrole direto sobre a atividade criminosa na região. Ratinho é tido como líder da Favela do Arará. Esta comunidade foi apontada como base para uma quadrilha de roubadores e destino de veículos subtraídos. Sua atuação é fundamental para dar suporte e proteção aos executores. Adidas ou Gazela ´é apontado como coordenador do tráfico no Morro do Turano, responsável por determinar ações e dar proteção aos criminosos em sua área de atuação. As investigações apontam que Adidas passa as determinações do “Conselho” para os seu comandado vulgo Pivete,.“Marcinho da Paula Ramos é imputado como membro do “Conselho” e líder do Morro Paula Ramos. Encontra-se em prisão domiciliar, mas as investigações apontam que, após sua soltura para este regime, os roubos de veículos na região dobraram. Ademais, conforme certidão da SEAP e demais informações descritas Marcinho descumpriu as condições impostas, não sendo localizado em seu trabalho e não comparecendo para a instalação de tornozeleira eletrônica. Assim, sua conduta revela total desrespeito à ordem judicial e umretorno imediato ao comando do crime, Gerentes e Núcleo Operacional Pivete – é apontado como a atual “frente”, auxiliar do chefe, do Morro do Turano. Ele tem a função de executar as determinações criminosas e dar proteção a roubadores e clonadores na comunidade. A investigação demonstra que ele se reporta à estrutura de comando historicamente liderada por “Adidas” ou “Gazela”) naquela localidade, mantendo as atividades ilícitas em pleno funcionamento mesmo após a prisão de outras lideranças. Trata-se de acusado que atua como gerente direto, o chamado “frente” de suacomunidade, sendo o elo entre o comando do “Conselho” e a execução nas ruas. Sua prisão é essencial para desarticular a linha de frente operacional do grupo. Chico Bento – atua como “frente” da Favela do Jacarezinho. Sua função é a de determinar as ações criminosas e proteger os executores de roubos no território. As investigações indicam que ele responde diretamente às ordens do chefe da localidade, Lambari, sendo o principal responsável por gerenciar a atividade criminosa na ponta. Trata-se de acusado que atua como gerente direto, o chamado “frente” de sua comunidade, sendo o elo entre o comandodo “Conselho” e a execução nas ruas Cocão – exerce a função de líder dos executores de roubos e principal “clonador” de veículos. Em sua confissão detalhou o funcionamento do esquema, revelando sua posição central na engrenagem criminosa. Ratinho” ou “Rato Velho” atua no transporte dos veículos roubados e no contato com receptadores para “escoar” a mercadoria ilícita. Marconi – desempenha a função de “piloto” ou “atravessador” do grupo, sendo essencial para a movimentação dos veículos roubados/clonados. Graxinha – apontado como um dos maiores receptadores do grupo, responsável por receber, adulterar e desmanchar os veículos roubados. Leandro Daniel atua como “batedor”, garantindo a segurança das operações de roubo e transporte, sendo responsável por observar e avisar da presença policial ao grupo criminoso que executa o roubo e na entrega dos veículos clonados, além de escolher os veículos queserão subtraídos. Natureza – atua como como receptador e vendedor dos veículos clonados. Sua confissãofoi de extrema importância para desvendar a estrutura do núcleo operacional e o papel de cada integrante.

MP denunciou 70 integrantes do Comando Vermelho do Catiri, Penha e Tabajaras

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), denunciou 33 integrantes da facção criminosa Comando Vermelho, incluindo suas lideranças, pelos crimes de associação criminosa e tráfico de drogas na comunidade do Catiri, em Bangu. A Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Polícia Civil realizou, nesta quarta-feira (17/09), uma operação no Catiri e na Vila Kennedy, na Zona Oeste da capital, para prender os 33 denunciados e cumprir 62 mandados de busca e apreensão. A denúncia encaminhada ao Judiciário relata que os acusados atuavam na comercialização de entorpecentes na comunidade, sendo a organização criminosa estruturada em hierarquia, liderança e divisão de tarefas, e responsável pela venda, distribuição, fornecimento e entrega de drogas na localidade, além da contabilidade do tráfico e da gerência dos pontos de venda de entorpecentes.  Ainda segundo a denúncia, os acuados contavam com estrutura voltada para a proteção armada do território, considerado estratégico pelo grupo criminoso devido à sua logística para o tráfico de drogas, à circulação de armamentos e à comunicação com internos do sistema prisional. Denunciados em Copacabana, Botafogo e Penha Entre julho e agosto de 2025, a 4ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo Rio de Janeiro ajuizou outras duas denúncias contra membros do Comando Vermelho, com atuação nas comunidades da Ladeira dos Tabajaras, nos bairros de Copacabana e Botafogo, e da Vila Cruzeiro, na Penha.  No primeiro caso, 23 pessoas foram denunciadas pela participação no tráfico de drogas na Ladeira dos Tabajaras e pela prática de ataques contra comunidades dominadas por milícia e facções rivais, com uso de violência, grave ameaça e emprego de armas de fogo e explosivos. No segundo, 15 integrantes da organização foram denunciados pela atuação na Vila Cruzeiro, associando-se de forma estruturalmente organizada e com divisão de tarefas para praticar crimes, como o porte de armas de fogo de uso restrito e proibido, além de homicídios relacionados ao narcotráfico. 

Beira-Mar, Marcinho VP e outros chefões do CV tiveram prisões decretadas por crimes patrimoniais na região da Grande Tijuca

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) obteve a prisão preventiva de 20 integrantes da organização criminosa Comando Vermelho, por associação criminosa para a prática de crimes patrimoniais. A denúncia do MPRJ relata que os integrantes da organização criminosa, entre eles os líderes Luiz Fernando da Costa, conhecido como “Fernandinho Beira Mar”, Márcio Santos Nepomuceno (“Marcinho VP”), Ricardo Chave de Castro Lima (“Fú”), Ocimar Nunes Robert (“Barbozinha”), e Wilton Carlos Rabelo Quintanilha (“Abelha”), associaram-se para praticar, reiteradamente, uma série de crimes patrimoniais na cidade do Rio de Janeiro, concentrando suas atividades no roubo de veículos e receptação. Ainda segundo o documento, os integrantes da organização promoveram diversos roubos de veículos na circunscrição distrital da 18ª e da 20ª Delegacias de Polícia, clonando os veículos roubados para serem revendidos ou vendendo suas peças para lojas e ferros-velhos. De acordo com as investigações, a dinâmica dos crimes era composta, além dos líderes da organização, pelos “batedores”, responsáveis por observar e avisar ao grupo que executava os roubos da presença de policiais, pelos “executores”, que efetivamente conduziam o roubo dos veículos, e por integrantes do grupo que eram responsáveis por levar os automóveis roubados a uma das comunidades dominadas pelo Comando Vermelho, com a prévia anuência dos chefes das localidades.

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