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Comando Vermelho

TCP tenta se restabelecer em Niterói. Em uma semana, houve três ataques

Traficantes do Terceiro Comando Puro vêm tentando se restabelecer em Niterói, que tem todas as suas comunidades dominadas pelo Comando Vermelho. Os ataques começaram meses atrás mas se intensificaram essa semana com baques do TCP na comunidade da Palmeira, no Fonseca, no Preventório, em Charitas e a última, no Morro do Estado, no Centro. A ação na Palmeira foi frustrada por uma ação da PM, que prendeu dois suspeitos e recolheu dois fuzis. A Palmeira faz parte do conjunto de favelas conhecido como Fonsequistão, que já foi de domínio do TCP até o início desta década. No dia do ataque na Palmeira, circulou essa mensagem na internet. Atenção: Há risco iminente de confronto armado entre o Terceiro Comando e o Comando Velho no Complexo do Fonseca. Por motivos de segurança, recomenda-se evitar transitar pelas seguintes áreas e proximidades: • Palmeiras • São Januário (final da rua) • Santo Cristo  • Santo Cristo Coreia • Travessa Continental • Travessa Bahia • Travessa Dona Ana • Cel. Leôncio • Morro Seco • Pimba No mesmo dia, os bandidos do TCP foram até o Preventório. Vídeos divulgados nas redes sociais mostraram o tiroteio e o desespero dos moradores. Um homem acabou sendo morto no confronto. O último ataque ocorreu no Morro do Estado que também já foi de domínio do TCP durante um bom temp. Um vídeo que circula na internet mostrou criminosos fortemente armados chegando à comunidade em uma Fiorino branca, numa ação que a Polícia Civil já trata como uma grave tentativa de invasão. Segundo relatos, os ataques do TCP em Niterói tem sido comandados pelos traficantes vulgos Dril, que comandava a comunidade do Sabão, em Niterói, e o Morro da Dita, em São Gonçalo, quando eles eram controlados pela ADA (Amigos dos Amigos) e Galo, que comandava o Fonsquistão na época do TCP. Em junho, Dril já havia tentado entrar no Sabão e houve tiroteio. Também atacou o Morro do Boa Vista, no São Lourenço e também aconteceu confronto Dril se esconderia no Complexo da Maré.

Traficantes do CV obrigaram moradores a comprarem gás com eles no Lins com preço mais caro

Em mais uma ação da “Operação Contenção”, policiais civis da 26ª DP (Todos os Santos), com apoio da 25ª DP (Engenho Novo) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), deflagraram, na manhã desta sexta-feira (28/11), uma ação contra um esquema criminoso que ameaçava moradores da região do Complexo do Lins, na Zona Norte do Rio. Agentes cumprem mandados de busca e apreensão em um depósito de gás vinculado à facção criminosa Comando Vermelho. Até o momento, 700 botijões foram apreendidos. Segundo as investigações, narcoterroristas do Comando Vermelho danificaram e interromperam o fornecimento regular de gás encanado na região, para obrigar os moradores a comprar o insumo de um único estabelecimento a preço acima do valor de mercado. Enquanto em outros locais o custo era de cerca de R$ 100, os moradores da região chegavam a pagar R$ 300, de acordo com a vontade dos traficantes. Essa é apenas mais uma das fontes de renda do CV no Complexo do Lins. A facção explora as comunidades para esconder e clonar veículos roubados e para o transbordo de cargas subtraídas, além do comércio de drogas e de cobranças ilegais. No curso da apuração, uma concessionária confirmou que seus técnicos foram ameaçados e impedidos de entrar na localidade para restabelecer o fornecimento. Além disso, diversas distribuidoras relataram que não poderiam entregar os itens em endereços da região com medo de represálias. No decorrer das investigações, agentes identificaram que um depósito realizava entregas no local, mesmo diante da proibição imposta pelos criminosos. As equipes, então, confirmaram que o estabelecimento tinha exclusividade nas vendas, consolidando o monopólio ilegal e prejudicial aos clientes. Em troca, a dupla responsável pelo comércio realizava pagamentos às lideranças criminosas. O local funcionava como um braço econômico da facção criminosa, que financiava e estruturava atividades ilícitas de modo permanente. A operação desta sexta, portanto, tem o objetivo de desmantelar esse esquema criminoso e coletar novas provas que corroborem as investigações da ação criminosa. A ação faz parte da “Operação Contenção”, uma ofensiva estratégica do Governo do Estado para conter e atacar o avanço territorial da facção criminosa Comando Vermelho. O principal objetivo é desarticular a estrutura financeira, logística e operacional da organização criminosa, além de prender traficantes que atuam na região. Desde o início das ações da “Contenção”, mais de 250 capturados e outros 136 criminosos neutralizados em confronto. Foram apreendidas cerca de 460 armas, sendo 189 fuzis, e mais de 50 mil munições.

Traficante do CV que foi responsável por ataque à delegacia em Caxias comanda esquema de extorsão a empresas que atuam no entorno da Reduc. Ele conta com o apoio de um líder comunitário que é pastor

Policiais civis da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Capital (DRE-CAP), da Baixada Fluminense (DRE-BF) e da 60ª DP (Campos Elíseos) deflagraram, nesta quinta-feira (27/11), a “Operação Refinaria Livre”, para desarticular uma associação criminosa responsável por extorsões sistemáticas contra empresas que atuam no entorno da Refinaria Duque de Caxias (Reduc). O grupo é liderado pelo chefe do tráfico de drogas na região, o narcoterrorista Joab da Conceição Silva, integrante da facção Comando Vermelho, e por um pastor que se apresenta como líder comunitário e religioso, mas atuava como intermediador do tráfico nas ações de coação empresarial. Até o momento, três criminosos foram presos. J oab foi apontado como o mentor do ataque à 60° DP, em Campos Elíseos, em fevereiro, quando dois policiais civis ficaram feridos. Os agentes foram para as ruas para cumprir mandados de prisão temporária e de busca e apreensão, expedidos a partir de investigação da DRE-CAP, a fim de aprofundar a colheita de provas, impedir a coação de testemunhas, frear a interferência criminosa sobre empresários e trabalhadores, e evitar a destruição de evidências essenciais. O inquérito revelou que empresas instaladas na área industrial da Reduc eram forçadas a pagar valores mensais ao tráfico, sob ameaça de incêndio de caminhões, agressões a funcionários, interrupção violenta das atividades produtivas e impedimento de acesso às instalações industriais. O pastor comparecia pessoalmente às empresas apresentando-se como representante comunitário, mas impondo regras ditadas por Joab. Ele citava proibição de permanência de caminhões nos pátios, imposição de contratação de moradores específicos, ligados aos traficantes, e oferta de “mediação” para evitar represálias. Segundo os agentes, isso era uma fachada para a prática de extorsão. Relatos formais de representantes empresariais, termos de declaração e atas do Ministério do Trabalho demonstram que empresas foram obrigadas a interromper suas atividades por diversos dias, em razão das ameaças feitas pelo grupo criminoso. A investigação identificou que sindicatos e associações de fachada vinham sendo instrumentalizados pelo tráfico para pressionar as empresas. Segundo os agentes, integrantes da associação criminosa infiltravam-se em setores industriais, controlando ilegalmente processos de contratação, indicando candidatos sem qualificação, interferindo em processos seletivos, e cobrando vantagens indevidas em troca de vagas de emprego. O grupo também impunha a contratação de parentes e aliados do tráfico, garantindo presença e controle direto dentro do polo industrial. Entre os contratados identificados está a companheira de Joab, que atuava em uma empresa sem critérios técnicos e por imposição territorial. Ela ingressou na companhia poucos dias antes do ataque criminoso à 60ª DP ocorrido em fevereiro de 2025, ordenado e comandado por Joab da Conceição Silva. O pastor também já foi alvo das forças de segurança. No início desse mês, ele foi preso em Betim, no estado de Minas Gerais, durante a ” Operação Aves de Rapina”. Ele estava transportando uma pistola e seis granadas artesanais, além de munições e valores em espécie. O homem admitiu ter levado os artefatos explosivos desde Duque de Caxias para realizar ações de intimidação e interrupção de serviços na Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Minas Gerais, a pretexto de atender a um “movimento grevista” organizado por sindicatos alinhados ao grupo criminoso. No veículo, também estava o presidente de uma associação de empresas de transporte de combustível, evidenciando a participação direta de sindicatos e entidades formais na estrutura criminosa. A presença de explosivos reforça o modus operandi de ameaçar empresas e trabalhadores por meio de atentados, inclusive com possível risco ao transporte nacional de combustíveis.

Operação na Maré que teve três mortos e deixou criança baleada era para pegar traficante do TCP que deu golpe em Beira-Mar em Caxias

Alvo principal de operação emergencial ontem no Complexo da Maré,, o traficante Corinthains que comanda a comunidade do Barro Três, em Duque de Caxias, deu um golpe em Fernandinho Beira-Mar há alguns anos e tomou algumas de suas áreas na cidade. A operação se deveu porque o serviço de inteligência da Polícia Civil descobriu um suposto plano de traficantes do Terceiro Comando Puro de invadir uma comunidade do Comando Vermelho. Um menino de 12 anos acabuo baleado na perna. Dois fuzis foram apreendidos,. No confronto, houve três mortos, dois deles seguranças de Corinthians. Mas também morreu Bruno Paixão. O Homem trabalhava como vendedor de queijos na comunidade e foi atingido pela polícia logo após gritar que era trabalhador. Imagens de drone mostraram o momento em que um criminoso joga um fuzil e sai de uma casa agarrado numa mulher e a uma criança durante a operação na Maré. Segundo a polícia, esse criminoso estava com vendedor de queijos e teria fugido depois que o vendedor viu o drone monitorando a região e avisou os bandidos para fugirem

Jacarepaguá volta a sofrer com guerra entre milícias e com o CV

Depois dos confrontos pelo controle da Gardênia Azul e na Muzema, Jacarepaguá voltou a ter guerra. Entre as milícias e com o Comando Vermelho também. A disputa começou depois que o miliciano Fabi, integrante do antigo grupo de Orlando Curicica, tentou invadir a comunidade do Dois Irmãos, em Curicica, área comandada por André Boto e Capitão América. Ele teve o apoio do Comando Vermelho. Depois de semanas de confronto em que uma mulher acabou baleada e seis corpos foram encontrados dentro de um carro, Fabi foi morto em confronto com PMs quando se preparava para invadir a Dois Irmãos com cerca de 30 homens. Boto nesta guerra passou a contar com o apoio de milicianos de Rio das Pedras. Uma nova guerra se iniciou na Taquara mais especificamente na comunidade dos 700. Boto e Capitão América junto com Rio das Pedras passaram a investir no local que é comandado por Play do Jordão e Léo Problema que tomaram todas as áreas do antigo dono, Nem da Malvina e contam com o apoio das milícias do Catiri e Santa Cruz. Agora quem entrou na guerra foi a milícia de Rodrigo Barraca, que comanda o Camorim, que está junto com Boto e Rio das Pedras. Havia grande movimentação de homens na Dois Irmãos. Ontem houve Intenso tiroteio nos 700 com uso de granadas e drones. Os invasores foram recebidos a tiros pelos milicianos locais que já aguardavam pelo ataque. . Segundo informações, esse ataque teria partido desta vez de traficantes do Comando Vermelho da comunidade do Teixeiras, também na Taquara. Por conta desta guerra, foram registrados dois homicídios em um mesmo dia na região na semana passada. Um deles de um homem vulgo TH que chegou a ir até a DRACO fazer denúncias contra milicianos. A outra morte ocorreu no Anil. Além disso, tem havido confrontos esporádicos entre Rio das Pedras e Gardênia Azul com mortes.

Ataque da milícia na Vila Kennedy (CV) deixou dois mortos e quatro baleados

Um ataque de milicianos, próximo à quadra da escola de samba da Vila Kennedy, na Zona Oeste, deixou seis moradores baleados. Dois deles não resistiram aos ferimentos. Os demais foram socorridos para um hospital da região, onde permanecem internados. Segundo relatos, um carro com milicianos fortemente armados passou atir4ndo para dentro da comunidade. O Grupamento de Ações Táticas do Batalhão de Bangu reforçou o policiamento na área.

Cúpula do CV teria proibido soldados de postar fotos de armas e drogas

Todos os soldados do Comando Vermelho estão proibidos de postar fotos e vídeos exibindo armas ou drogas nas mais de mil comunidades dominadas pela facção no estado do Rio de Janeiro. A determinação consta em um comunicado Segundo o texto: “Está proibida a postagem de vídeos em todas as áreas do Comando Vermelho — L.R.L.J.U. Obs.: vídeos de armas, bancas de drogas ou qualquer situação relacionada ao crime. Obs.: Cabe aos irmãos das áreas fazerem valer essa determinação. Cabe aos irmãos das áreas punirem quem não cumprir.” FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunçâo

Traficantes teriam pulado do TCP para o CV em Belford Roxo matando ex-aliados e levando fuzis

Segundo informações que circulam nas redes sociais, ao menos três traficantes oriundos do Gogó do Bom Pastor (TCP) pularam pro Comando Vermelho que atua na favela do Castelar, também em Belford Roxo. Relatos apontam que o trio matou cinco ex-aliados e levaram dois fuzis e pistolas para provar “lealdade” a nova facção. O jornalista Bruno Assunção escreveu em suas redes sociais que o chefe do TCP conhecido como Lacoste, da comunidade da Serrinha, estaria há cerca de dois meses sem realizar pagamentos aos seus soldados no Gogó, o que teria motivado a ruptura. As imagens dos armamentos foram divulgadas logo depois em páginas ligadas ao CV. Ao todo, Lacoste perdeu 8 soldados somente nesta sexta-feira. FONTE: Baú do Rio OFC (Telegram) e redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Morreu policial civil baleado em megaoperação na Penha e no Alemão (CV)

Morreu neste sábado o policial civil Rodrigo Nascimento, que foi baleado na megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão no último dia 28. É o quinto policila morto na ação. Rodrigo havia sido gravemente ferido na megaoperação e não resistiu aos ferimentos A Polícia Ciivl lamentou a perda e ressaltou a atuação do policial ao longo de sua carreira. A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro lamenta, com profundo pesar, a morte do policial civil Rodrigo Nascimento, da 39ª DP (Pavuna). Ele estava internado após ser ferido na Megaoperação Contenção, em 28/10. Mais uma vez, sentimos a dor de perder um dos nossos em decorrência da violência praticada por terroristas que afrontam o Estado e colocam a população em risco. Rodrigo honrou a nossa instituição. Sua coragem e comprometimento permanecem como exemplo. É por ele – e por todos que tombaram em serviço – que não iremos recuar. Nos solidarizamos com familiares, amigos e colegas. Sua ausência jamais será esquecida.a FONTE: PCERJ

Bandido morto ontem na Cidade de Deus (CV) recebia R$ 350 por semana e se vangloriou da morte de policial

Morto em confronto com a CORE na Cidade de Deus ontem, Luiz Felipe Silva Romão, o Mangabinha recebia cerca de R$ 350,00 reais por semana para ficar na contenç4o do tr4fico. Ele morreu no dia do pagamento. Mensagens extraídas do celular dele revelaram que ele se vangloriou de ter participado do confronto que matou o agente da Core José Antônio Lourenço Júnior, em maio. Em diálogos de 19 de maio, ele admite o ataque, descreve a fuga e comemora a morte do policial, dizendo: “Rodou um só” e “Fiz meu nome. De 62”.O conteúdo está no relatório telemático da Delegacia de Homicídios da Capital. Mangabinh havia publicado fotos com granadas e armas um dia antes, desafiando: “Entra pra ver”.”. A polícia aponta que ele deixou a Cidade de Deus após o crime e fugiu para o Bateau Mouche, na Praça Seca. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

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