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Comando Vermelho

Traficante do CV que saiu da prisão no Natal e não voltou participou de rebelião em Bangu com morte de agente e agressões a funcionários

Márcio Aurélio Martinez Martelo o Bolado do Fallet, que foi beneficiado pela saidinha de Natal e não retornou para a cadeia, participou de uma rebelião no presídio de Bangu 3, em dezembro de 2003. O objetivo dos presos com o motim era a fuga da penitenciária. Em 2 de dezembro daquele ano, aproveitando-se da oportunidade de ser dia que agentes de saúde eram esperados na unidade a fim de procederem a exames clínicos periódicos nos internos, que implicaria grande movimentação pelas áreas comuns, por volta de 09hs00mins, quando inspetores de segurança foram entregar o café da manhã, os internos iniciaram um tumulto, sob o argumento de que não havia sido entregue quantidade habitual de alimentação, e se recusaram a receber os mantimentos , exigindo que os containers fossem devolvidos a empresa para a reposição dos mantimentos faltantes, criando, desta forma, pequeno tumulto na unidade carcerária, forçando o deslocamento de parte do efetivo de plantão até as galerias. Em meio às discussões e reivindicações provocadas pelos denunciados, outro grupo se beneficiava das discussões que eram travadas com os inspetores para iniciarem quebra de paredes e arrombamento das portas das celas, e na posse de armas de fogo e outros petrechos de natureza bélica, renderem os agentes que se encontravam nas galerias. Os presos Bacalhau e Ratinho assumiram o comando dos demais, e após renderem e imobilizarem inspetores de segurança penitenciária rumaram até a entrada da unidade, local denominado inspetoria, objetivando a abertura dos portões, eis que mantinham os servidores sob a mira de suas armas, e já eram seguidos pelos demais denunciados, que igualmente mantinham agentes sob seus domínios, utilizando-se de violência física. Ao alcançarem a sala da inspetoria, os criminosos avistaram um agente de seguranla que trabalhava no serviço de operações externas da SEAP (SOE), e aguardava a vinda de um interno para transportá-lo ao Tribunal de Justiça objetivando participar de uma audiência. A vítima se encontrava armada, pois trabalhava no transporte externo de presos, e no momento dos fatos estava na área externa da unidade. Os denunciados de vulgo” Ratinho “e ” Bacalhau “, quando avistaram a vítima armada, imediatamente passaram desferir disparos de armas de fogo, com intenção de matá-la, e assim darem prosseguimento à fuga planejada, sendo a vitima atingida de forma mortal, conforme consignado no AEC de fls. 240. Após matarem a vítima , os denunciados se uniram aos demais líderes que foram identificados com Polegar, Cebolinha, DImas e o próprio Bolado, além de Rato, Ceará, Popeye que já tinham rendido agentes de segurança, funcionários da área de saúde e professores, e de maneira contínua e alternadamente mantiveram as vítimas como seus reféns, presas no pátio de visita pelo período de 75 (setenta e cinco) horas. Os denunciados, concentrados no citado pátio, desferiram, socos, pontapés, coronhadas e outros golpes com instrumentos de ação contundente nas vitimas que fizeram de reféns, e se utilizaram de botijões de gás para amarrá-los no corpo das vítimas que ficavam à frente das celas como verdadeiros”escudos humanos”, garantindo a negociação dos denunciados com autoridades de segurança pública que foram chamadas ao local. Foram graves os ferimentos das vítimas, tanto físico quanto moral, eis que pelo prazo de 75 (setenta e cinco) horas ficaram privadas de suas locomoções, todas presas no pátio de visita, sofrendo inúmeras agressões físicas e incontáveis ameaças as suas vidas e integridades corporais.

Homem foi preso levando R$ 50 mil para o Complexo da Penha (CV). Dinheiro foi arrecadado em comunidades da Baixada

Agentes da 22ª DP (Penha) e da 38ª DP (Brás de Pina) prenderam em flagrante um homem que transportava cerca de R$ 50 mil em dinheiro do tráfico, na Avenida Brás de Pina, em Vista Alegre. O valor, arrecadado em comunidades da Baixada Fluminense, seria levado ao Complexo da Penha. Com o suspeito, foram apreendidos um bloqueador de sinal, anotações do tráfico e o veículo usado no transporte. Ele confessou atuar para a facção Comando Vermelho. As investigações seguem para identificar outros envolvidos.

Braço de guerra do CV exibe fuzis e diz a moradores de Campo Grande que extorsões chegarão ao fim. VIDEO

Imagens que circulam nas redes sociais mostram o ex-miliciano como “RD do Barbante” hoje um dos braços de guerra do Comando Vermelho exibindo armamentos de uso restrito. No vídeo (disponível no grupo do Bruno Assunção), ele faz declarações direcionadas aos moradores de Campo Grande, afirmando que práticas como cobranças e extorsões vão chegar ao fim. O conteúdo teria sido gravado após alguns integrantes ligados à milícia de Zinho romperem com o grupo e migrarem para o Comando Vermelho (CV). Segundo apuração do repórter, a movimentação faz parte de uma tentativa do grupo de avançar sobre áreas de Campo Grande e ampliar sua atuação na Zona Oeste do Rio, com o objetivo de chegar a Santa Cruz, região historicamente associada ao Comando Vermelho, mas que há anos está sob controle da milícia.

Traficantes do CV na Maré teriam brigado e um dos chefes proibiu moradores de circularem pela área do outro

Segundo informações, aconteceu um desentendimento entre os membros do Comando Vermelho dentro de um baile que aconteceu na Favela do Parque União (CV) dentro do Complexo da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro. Soldados da Nova Holanda (CV) ligados ao “MTB”, entraram em desentendimento com soldados do “bonde do Alvarenga”, apontado como chefão do Parque União (CV). Após o acontecimento, o Alvarenga, dono do Parque União (CV), ordenou a proibição de soldados da Nova Holanda (CV) transitando no território do Parque União (CV).

Traficante morto em confronto com a PM em Niterói iniciou ofensiva do TCP na cidade desde dezembro

Dono das bocas de fumo da comunidade do Santo Cristo, no Fonseca, em Niterói e morto em um confronto com a PM nesta madrugada, o traficante Welvison Aureliano Leal, o Galo, foi um dos responsáveis pelo início da guerra que se instalou na cidade desde dezembro. Junto do traficante conhecido como Drill, Galo comandou as invasões promovidas pelo Terceiro Comando Puro em redutos do Comando Vermelho. Os ataques do TCP ocorreram no Complexo do Fonseca, conhecido como Fonsequistão, Morro do Preventório, em Charitas, e Morro do Estado, no Centro. O TCP conseguiu reaver algumas comunidades do Fonseca e também o Morro do Estado e o CV vem tentado recuperar as áreas. A disputa tem provocado vários tiroteios que têm tirado o sono de moradores e até deixou inocentes baleados na virada do ano. Homicídios também foram registrados nos últimos dias na região fo Fonseca, O TCP conta com reforços do Complexo da Maré na guerra e planeja avançar para outras áreas como a Nova Brasília, na Engenhoca, segundo relatos nas redess ociais. A facção dominava comunidades na cidade até 2021 quando foi expulsa pelo CV. No confronto da madrugada, além de Galo, outros dois suspeitos também morream e três ficaram feridos. PMs realizaram uma ação na Comunidade da Palmeira, no Fonseca, e prenderam dois criminosos, além de apreenderem duas pistolas e um veículo. A ocorrência teve início durante patrulhamento na Rua São Januário. Durante a abordagem, o condutor tentou furar o bloqueio policial, dando início a um confronto. Três suspeitos foram atingidos, socorridos, mas não resistiram aos ferimentos. Um deles era apontado como liderança do tráfico na Comunidade do Santo Cristo.

PM confirma dois baleados em Inhoaíba na última sexta. Relatos apontam ataque do CV que deixou inocentes feridos

A Polícia Militar informa que, de acordo com o Comando do 40º BPM (Campo Grande), na sexta-feira (02/01), policiais da unidade foram acionados para duas ocorrências de disparos de arma de fogo em Inhoaíba, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Em um dos casos, uma vítima foi socorrida por terceiros até unidade hospitalar após ser atingida. No outro, uma segunda vítima foi ferida por disparo enquanto trafegava pela via, sendo encaminhada diretamente para atendimento médico  Ambas as ocorrências foram registradas na 35ª DP para adoção das medidas cabíveis. informações que circulam nas redes sociais apontam que ex-milicianos conhecidos como RD e Max hoje ligados ao Comando Vermelho teriam tentado executar um homem, ainda não identificado, na região do Barbante. Durante a ação, dois inocentes foram baleados na Rua Campo Grande e socorridos para o Hospital Rocha Faria.

TCP conseguiu conter ataques do CV em Niterói

Moradores do bairro do Fonseca, em Niterói, viveram mais uma madrugada tensa com novo tiroteio entre quadrilhas rivais de traficantes. Segundo relatos, bandidos do Comando Vermelho das comunidades da Vila Opiranga, Otto, Nova Brasília e Precentório tentaram reaver as áreas perdidas para o Terceiro Comando Puro na região O TCP, no entanto, reforçado por criminosos do Complexo da Maré manteve o controle da área e conteve o.avanço dos rivais. Nas redes sociais, moradores relataram momentos de pânico e tensão em localidades como Santo Cristo, Palmeira, Pimba e Coronel Leôncio. Segundo os relatos, o barulho constante de tiros levou famílias a se abrigarem dentro de casa, temendo ser atingidas por balas perdidas. “Bala voando, tensão no ar”, escreveu um morador. “Está um inferno. Deus tenha misericórdia dos inocentes. É um absurdo o que o povo está vivendo. Queremos paz”, desabafou outro. Alguns moradores também afirmaram que o clima de insegurança não se restringe a este fim de semana. Um perfil relatou que, durante o Réveillon, o som de disparos já havia sido ouvido na região. “Na virada foi horrível. Em vez de alegria, ficou a preocupação de ser atingido por um projétil”, comentou. Disputa por território Tradicionalmente dominada pela facção Comando Vermelho (CV), a região do Fonseca enfrenta, desde o fim do ano passado, um cenário de instabilidade marcado por confrontos armados. A disputa por território entre facções rivais, principalmente com a tentativa de avanço do Terceiro Comando Puro (TCP), tem resultado em tiroteios frequentes e elevado a sensação de insegurança entre os moradores. O aumento da violência tem chamado a atenção das autoridades. Entre 24 de novembro e meados de dezembro de 2025, ao menos cinco pessoas foram presas ou apreendidas no Fonseca, identificadas pela Polícia Militar como integrantes do TCP. Entre os detidos, há adolescentes infratores. No mesmo período, o 12º BPM (Niterói) apreendeu cinco fuzis, além de pistolas e outros materiais ilícitos. Também circulou recentemente nas redes sociais um suposto mapa indicando áreas que teriam sido ocupadas pelo TCP, antes sob domínio do CV, o que reforça a percepção de disputa armada pelo controle da região. O que dizem as autoridades Em nota divulgada anteriormente, o 12º BPM informou que mantém o policiamento reforçado no Fonseca, com incursões frequentes e apuração de denúncias, na tentativa de evitar novos confrontos. Até o momento, a Polícia Militar não informou se foi acionada especificamente para atender o tiroteio registrado na noite deste sábado (3). Já a Polícia Civil afirmou, em outra ocasião, que acompanha de forma permanente a atuação de facções criminosas na região, por meio de delegacias distritais e especializadas, utilizando ferramentas de inteligência e investigação para identificar suspeitos e desarticular grupos armados. ░

Pedreira recebe reforços de outras favelas do TCP para enfrentar ataques do Chapadão (CV), diz jornalista

Após cerca de 15 dias consecutivos de at4qu3s atribuídos ao Comando Vermelho (CV), soldados do Terceiro Comando Puro (TCP) estão reforçando os acessos ao Complexo da Pedreira, na Zona Norte do Rio, e articulando ações coordenadas contra o grupo rival. O último sábado (3) e este domingo (4) foram marcados por intensos tiroteios em Costa Barros. Segundo apuração do repórter Bruno Assunção, o complexo tem recebido reforços de integrantes do TCP vindos de diferentes regiões da capital. Segundo as fontes, já é possível ver a presença de armamentos ostentando símbolos de áreas como o Complexo de Israel, Serrinha e Maré. As armas teriam sido cedidas temporariamente para fortalecer a defesa de áreas estratégicas como Bairro 13, Casinhas, Terra Nostra e Morro do Chaves, que seguem no centro da disputa territorial. A disputa pelo controle territorial em Costa Barros, na Zona Norte do Rio, se intensificou na tarde deste domingo (4) .A violência provocou tiroteios intensos, obrigando motoristas de vans, ônibus e carros a retornarem na contramão para escapar dos disparos. O c*rpo de um homem, com marcas de t!ros, foi encontrado em um rio da região; a identidade ainda não foi divulgada. Pela manhã, o Batalhão de Irajá iniciou uma operação no Complexo do Chapadão, em resposta ao confronto entre as facções CV e TCP. Moradores relataram barricadas em chamas, presença de veículos blindados e correria de pessoas que foram surpreendidas pelos tiros. No sábado (3), ao menos dois soldados do TCP ficaram feridos durante confrontos, ao tentar conter uma ofensiva do CV. Eles teriam sido atendidos em um ponto clandestino no Complexo da Pedreira. Desde dezembro, a região vive uma escalada de violência, com tentativas de avanço sobre áreas como Bairro 13, Casinhas, Terra Nostra e Morro do Chaves.

Facções criminosas têm outras funções menos conhecidas que não foram citadas em reportagem de jornal carioca. SAIBA QUAIS

Os jornais O Globo e o Extra divulgaram uma matéria hoje falando sobre novas funções criadas pelas facções criminosas para administrar o tráfico em favelas do Rio. Entre os novos cargos citados na reportagem, estão o de gerente de barricadas, gerentes de baile funk, gerentes das extorsões, gerentes de combate antiaéreo, gerentes de tecnologia encarregados de adquirir e operar drones mas há outras funções menos conhecidas que são descritas em investigações. No Complexo da Penha, há mais funções. O traficante Grandão apontado como gerente-geral da localidade e síndico cuida da escala de plantão dos soldados integrantes do grupo, divididos em postos, todos fortemente armados, inclusive, em relação à segurança do principal líder da facção criminosa na região, vulgo Doca. Ele orienta sobre pontos de contenção armada (trincheiras no mato) e inteligência (monitoramento) Grandão também emite comunicados sobre normas de comportamentos em atividades recreativas nas comunidades com e participação de traficantes da localidade.(…) Ele também organiza os pagamentos (remuneração) dos traficantes locais e até mesmo das supostas propinas pagas a policiais. Na Penha, existe um gerente que comanda um grupo de matadores a serviço do Comando Vermelho, atuando na expansão territorial da facção criminosa, o traficante vulgo BMW Trata-se de um braço violento violento da facção que emprega armas de fogo de grosso calibre em suas ações e atua com violência extrema contra rivais. Na Penha também um gerente que cuida do fluxo de dinheiro da organização, analisando o recebimento de drogas, que gerencia a segurança de pontos de venda de drogas no Complexo e cercanias, mantendo as lideranças informadas sobre eventuais movimentações suspeitas e intermedia a vinda de traficantes de outros entes federativos. Tem ainda o gerente de fiscalização dos “soldados do tráfico, que verifica se eles estão atentos nas áreas designadas, devidamente portando seu respectivo armamento pesado. Há ainda os chefes da segurança, gerente da contabilidade, Outra figura importante na quadrilha é o traficante Gardenal, que possui inúmeras funções: a expansão violenta e criminosa do Comando Vermelho na região da grande Jacarepaguá, orienta sobre aquisição de armas de fogo, drones de vigilância e outros acessórios relacionados a manutenção do Comando Vermelho como principal facção criminosa no território.(…) Ele tanmbém se vale de sua experiência de longa data no tráfico de drogas armado para orientar melhor os “novatos” sobre posicionamento de fuzil de grosso calibre, para enfrentar com maior eficiência (criminosa) uma possível incursão de agentes da lei.(…) A quadrilha do traficante Peixão, por exemplo, tem um membro preso que atua na coordenação de invasões a comunidades rivais e na execução de desafetos de Peixão.s. Ttem também um membro exclusivo para a cobrança de “taxas” para exploração de serviços de telecomunicações, distribuição de sinais de internet e transportes alternativos, de modo a angariar vultosa quantia mensal nos interesses do bando. As investigações reforçam que, em locais dominados por facções criminosas voltadas ao tráfico de drogas, existe um sistema organizado de atuação dividido em diversas funções mais tradicionais e conhecidas, como os” olheiros, radinhos ou atividades “(encarregados de avisar aos comparsas sobre incursões policiais na área do tráfico), os encarregados de armazenar e vender a droga (” vapores ou aviões “) e os que se armam para defender o comércio ilegal (” seguranças “ou” contenção “). Há, ainda, os transportadores das drogas entre as comunidades (” mulas “) e os que embalam e misturam os entorpecentes para aumentar o lucro (” endolas “), além, obviamente, os que comandam e gerenciam o tráfico (” donos “ou” frentes “).

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