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Comando Vermelho

Em resposta à invasão em Madureira, CV atacou o Muquiço (TCP)

Traficantes do Comando Vermelho atacaram a comunidade do Muquiço, em Deodoro, entre a noite e a madrugada desta quarta-feira. Relatos apontam que a ação seria uma resposta ao apoio dado à invasão do TCP, horas antes, nas favelas do Congonha e do Cajueiro, em Madureira. T Testemunhas contaram que um integrante do TCP e um do Comando Vermelho ficaram feridos. Ainda não há informações sobre o estado de saúde deles. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Preso traficante do CV que comanda a guerra com milicianos na Zona Oeste do Rio

Policiais civis da 34ª DP (Bangu) prenderam, nesta segunda-feira (20/10), uma das principais lideranças da facção criminosa Comando Vermelho na comunidade do Catiri, na Zona Oeste do Rio, vulgo Papáo .da 48. A captura aconteceu nas imediações da Vila Kennedy, na mesma região, após uma investigação minuciosa da unidade, que revelou o envolvimento do homem em uma série de ações criminosas na localidade.  As investigações apontam que o criminoso é peça-chave na guerra entre traficantes e milicianos. O narcoterrorista era responsável por coordenar ofensivas da facção contra grupos rivais, além de liderar um núcleo de atentados armados dentro da facção. Sua função incluía desde a organização de ataques, até a expansão territorial do tráfico, em áreas consideradas de alto valor para a organização criminosa. Nas redes sociais, o homem ostentava seu envolvimento com o crime e publicava fotos com armas de fogo, além de símbolos e lemas ligados a facção criminosa.Durante a ação desta segunda para capturá-lo, ele tentou fugir, mas foi preso. Além disso, durante as diligências, foi localizado um celular de um homem desaparecido. A investigação indicou que o criminoso teve participação direta em um atentado contra um veículo, ocorrido em 15 de setembro deste ano, no bairro de Padre Miguel. A vítima do ataque, que permanece desaparecida, teria sido confundida com um integrante da milícia. FONTE: Polícia Civil do RJ

Ao menos cinco corpos teriam sido jogados em cemitério clandestino no Morro do Jordão (CV)

:A Polícia Civil do Rio descobriu um cemitério clandestino do Comando Vermelho no Morro do Jordão, no Tanque. No local, foi encontrado um poço com cerca de 30 metros de profundidade, onde, segundo as investigações, ao menos cinco rivais do tráfico teriam sido mortos e jogados. Os bombeiros precisaram descer de rapel e encontraram ossos ainda amarrados. FONTE: PCERJ

Guerra de facções em Madureira tem traficantes mortos e moradores feridos

Dois traficantes do Comando Vermelho vulgos Pinokio e Da Nike morreram e dois moradores ficaram feridos por estilhaços durante um confronto entre facções rivais em Madureira. De acordo com relatos, cerca de 30 criminosos do TCP saíram do Complexo da Serrinha, em Madureira, e invadiram as favelas do Congonha e do Cajueiro, comunidades vizinhas à Serrinha. A invasão começou por volta das 11h02 desta terça-feira. “Como essa quantidade de bandido entra aqui e ninguém vê nada? Tá estranho isso. Eles passaram correndo de fuzil, mascarados… Como que ninguém vê isso? Aqui não tem só bandido, não, pelo amor de Deus!”, relatou uma moradora ferida. Até as 11h51, integrantes do TCP ainda permaneciam dentro das comunidades. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

TCP atacou áreas do CV em Madureira

Traficantes do Terceiro Comando Puro do Complexo da Serrinha, em Madureira, atacaram em plena luz do dia os morros da Congonha e do Cajueiro. Intenso tiroteio foi registrado na região. Os invasores estariam dentro das comunidades portando fuzis e usando roupas camufladas. “Nunca para que triste”, disse uma moradora. “Uma situação muito desagradável para todos. Madureira está cada dia pior”, falou outra. “Apavorada aqui. Muitos tiros, muitos tiros mesmo”, contou uma terceira pessoa. FONTE: Pega Visão RJ (Telegram) e Madureira News RJ (Facebook)

O poder que Beira-Mar (CV) exerce dentro do cárcere

Relatório do TRF 3ª Região mostra o poder que o traficante Fernandinho Beira-Mar exerce dentro do cárcere. O documento aponta que Beira-Mar exerce mesmo comportamento de influência negativa sobre a massa carcerária.  Ele tenta manipular, mediante pagamento de advogados, coagir a diversos outros internos a se voltarem contra a administração da unidade onde está preso (a Penitenciária Federal de Campo Grande) e contra o juiz corregedor.  Tenta, via seus advogados, tirarem o juiz de suas funções correicionais. –  Agressivo, permanece com comportamento apresentando raiva, aversão/nojo e desprezo contra os servidores (análise comportamental). –  Ele exerceria liderança negativa, manipulando outros internos e até mesmo seus advogados para seus intentos imorais e ilegais. O interno tem comportamento incompatível com as normas disciplinares do sistema federal e de forma intermitente se envolve em atos de indisciplina. Tem dificuldades no trato com outros presos e com os servidores. Beira-Mar já moveu diversas denúncias e pedidos de providências em face de autoridades administrativas da PFCG perante o Ministério Público Federal, Corregedoria do DEPEN, Juiz Corregedor e Polícia Federal, relatando gravíssimos fatos que ocorrem no interior da Unidade Prisional (denúncias de maus tratos e violações de Direitos Humanos). Tais postulações geraram represálias e reclamam imediata intervenção das autoridades competentes. Para a sua defesa, deveria haver o mínimo para assegurar a ele o direito de dialogar com seus advogados, mantidas obviamente as gravações em áudio e vídeo de todas as conversas.    Beira-Mar tem perfil de liderança, tanto no Comando Vermelho, como a qualquer preso que fica próximo do mesmo, atua dentro do Sistema Penitenciário Federal no sentido de arregimentar aliados para continuar no seu intento criminoso, sistematicamente tenta enviar recados extra-muros aos seus subordinados de atividade criminosa, através de outros presos e até dos familiares destes.-  Quando estava preso em Porto Velho, enviava bilhetes aos presos próximos, para que estes repassassem aos seus familares, para transmitirem as ordens aos seus comparsas de crime.-   Beira-Mar teve sua revolta exacerbada e ocorreu atritos com alguns agentes federais por sua insubordinação por ele acreditar fielmente que estava sendo perseguido pelo sistema. O traficante trata-se de um preso que possuí elevadas condições financeiras, tendo uma gama enorme de advogados, assim coloca os seus causídicos para solicitar diversos pedidos ao SPF, alguns com o intuito de desestabilizar o sistema, bem como atentar contra o manual de procedimentos do SPF, etc.-  Desde o seu retorno para Campo Grande, Beira-Mar tem gerando inúmeros relatórios de inteligência, tratando-se de um preso que demanda um grande trabalho de vários setores do presídio. Apontado como liderança da facção criminosa Comando Vermelho (CV). Também executa o papel de articulador –fornecedor ou relações públicas do tráfico– dentro do Sistema Penitenciário Federal (SPF).  O interno também financia honorários de advogados para outros presos; além de ‘casas de apoio’ e passagens aéreas para familiares dos detentos e, ainda, custearia despesas com remédios e consultas médicas de familiares dos internos. Anos atrás, o bandido tinha o desejo de realizar fuga bem como informações que o envolvem em ameaças a autoridades do Depen.  Durante seus atendimentos advocatícios o interno demonstra muita insatisfação em relação a alguns envolvidos em seus processos e chega a falar abertamente que quem delata deve morrer, o interno chegou também a fazer ameaças veladas contra sua ex-esposa.  Beira-Mar se mostrou bastante articulado na tentativa de ajudar seus parentes envolvidos na operação “Epístola”. Durante atendimento com advogado passou orientações para que aqueles pudessem colaborar com a justiça.  Se utilizou também de outro interno custodiado na mesma ala para repassar mais orientações para sua irmã sobre o acordo de delação com o MPF em Porto Velho.  Em outra ocasião foi possível observar que Fernandinho tinha muito prestígio e respeito perante os presos ligados ao CV, quando lhes deu o conselho de que aqui devem conviver de forma respeitosa e harmoniosa mesmo com os presos ligados a facções rivais.  Ele também pôde se aproximar de liderança de facção rival enquanto esteve custodiado no isolamento da unidade, cumprindo RDD, e lá puderam conversar, dentre outros assuntos, sobre fabricação e venda de drogas bem como sobre a organização hierárquica das facções comando vermelho e primeiro comando da capital, citando inclusive algumas alcunhas de membros ocupantes de cargos.  Beira-Mar se valia do seu prestígio para, em troca de favores oferecidos a outros internos como o pagamento de dinheiro para eles e seus respectivos familiares, cooptá-los e influenciá-los de modo que as condutas deles permitam a gestão da sua organização criminosa fora do ambiente prisional, o tráfico de drogas e a lavagem do dinheiro oriundo dessas atividades ilícitas.  A subserviência dos internos cooptados por Beira Mar é resultado, basicamente, do custeio de despesas com honorários advocatícios e consultas médicas deles e de seus familiares, bem como do pagamento mensal de dinheiro e a distribuição de funções na organização criminosa, o que denota uma relação habitual, onerosa e com grau de subordinação.  É perceptível que a organização criminosa liderada por Beira Mar está ativa diante do volume de dinheiro movimentado nos pagamentos supracitados, todos efetuados, por ordem sua, a advogados e visitantes, seus e de outros internos, mesmo durante atendimentos monitorados em parlatório.  Utilizar apenas presos do CV e seus respectivos familiares não é a única estratégia de Beira-Mar para dar prosseguimento às suas articulações criminosas dentro das penitenciárias federais.  Em 2017, ele foi flagrado em conversas com internos da organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), sugerindo aliança entre as duas facções e incentivando a prática de crimes, como sequestro de autoridades e atentados à bomba. FONTE: TRF 3ª Região

PM investiga morte de inocente durante tiroteio no Chapadão (CV). Três ônibus foram feitos de barricadas como protesto

A Polícia Militar nstaurou um procedimento para apurar as circunstâncias da morte.do.pastor Eduardo Oliveira dos Santos ontem durante um tiroteio entre policiais e traficantes no Complexo do Chapadâó,, em Costa Barros. Hoje, PMs realizam uma operação na comunidsde. Ainda nâo houve registro de tiroteios. Por conta da morte do pastor, Em protesto, moradores fecharam ruas e três ônibus foram usados como barricadas em Anchieta. FONTE: PMERJ

Polícia procura cemitério clandestino no Morro do Jordão (CV)

Policiais civis da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) realizam, na manhã desta terça-feira (21/10), uma operação no Morro do Jordão, na Zona Oeste do Rio. O objetivo é apurar informações de inteligência que apontam a existência de um local utilizado como cemitério clandestino por integrantes de uma facção criminosa que atua na região. A ação conta com o apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e do Corpo de Bombeiros. As equipes estão em campo realizando buscas e levantamento de dados que possam auxiliar nas investigações. A ocorrência segue em andamento. O Morro do Jordão era dominado por uma milícia mas foi tomado pelo Comando Vermelho nos últimos anos. FONTE: Polícia Civil do RJ

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