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Comando Vermelho

Suspeitos presos em uma casa onde haviam 19 fuzis durante megaoperação disseram ter sido agredidos por PMs

Presos durante a megaoperação policial nos complexos do Alemão e da Penha na semana passada disseram ter sido agredidos por policiais militares.Um deles disse que, além de ter sido agredido, levou um tiro na perna e acabou sendo levado pelos PMs, Os suspeitos disseram que não foram realizados disparos por eles e que foram realizados diversos disparos pelos policiais; que os indiciados não estavam portando armas; que a operação apreendeu mais fuzis do que presos. Disseram ainda que foram violados diversos direitos, como por exemplo, a assistsência de advogados. Segundo a Justiça, as possíveis agressões sofridas pelos custodiados ainda não foram devidamente apuradas, de forma que não há como presumir que tenha sido praticado o excesso por parte dos policiais militares. Não foran juntadas até agora imagens de câmeras corporais. Foi determinado o encaminhamento de quatro presos para exame de corpo de delito independentemente da existência de laudo no sistema, já que não narrou agressões no exame anterior. Após o laudo estar pronto, deverá ser encaminhado para a Promotoria de Justiça que atua junto à Auditoria Militar, para a Promotoria de Investigação Penal, para a Corregedoria Geral Unificada do Estado do Rio de Janeiro, A prisão ocorreu durante operação policial em que houve intenso confronto com policiais, inclusive tendo os agentes indicado que um dos indiciados baleou um Delegado de Polícia. Note-se que os policiais mencionam que os criminosos, após intensa troca de tiros, se refugiaram em uma residência, fazendo moradores de reféns, sendo certo que no imóvel foram arrecadados fuzis e drogas. Durante a Operação Contenção no Complexo do Alemão, na região da Vacaria, policiais do Batalhão de Choque se depararam com intensa troca de tiros. Ao subirem em uma laje para observar o local, os agentes viram criminosos armados, que reagiram com disparos. Houve confronto prolongado e resistência dos criminosos. Após cerca de duas horas de enfrentamento, os policiais chegaram a uma residência na Rua 29, Casa 02, na qual o morador informou que ele e sua esposa eram mantidos reféns. Iniciou-se negociação e os custodiados se renderam, um a um, deixando as armas no interior do imóvel. Na casa foram apreendidos 19 fuzis, 1 revólver calibre .38 e 6,3 kg de maconha embalados em 13 tabletes, além de outros materiais ilícitos. Um dos criminosos estava baleado, foi socorrido e a ocorrência encaminhada à DHC. Durante a operação, o Delegado Bernardo Leal Annes Dias, da DRE, foi baleado na perna por um dos indiciados e posteriormente internado em estado grave no Hospital Getúlio Vargas, onde passou por cirurgia Os presos integravam grupo de traficantes armados com fuzis e revólver, que efetuaram diversos disparos contra policiais, a fim de impedir o acesso à comunidade e, por conseguinte, evitar o cumprimento de mandados de prisão e possibilitar a fuga de seus comparsas. Ademais, os acautelados invadiram a residência de moradores, utilizando-os como reféns. Três dos presos eram foragidos do Estado da Bahia, sendo presos em flagrante no Rio de Janeiro, FONTE: TJ-RJ

Leia a descrição de um dos confrontos na megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão que não teve mortes nem feridos

Leia agora como foi um dos confrontos ocorridos durante a megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão na semana passada. Neste episódio, não houve mortos nem feridos. Ao se aproximarem dos acessos às comunidades, os agentes de segurança se depararam com diversas barricadas com carros e pneus em chamas. Além disso, traficantes realizavam diversos disparos de fuzis e metralhadoras contra as equipes policiais. Na rua indicada no mandado de prisão, ao subirem uma escada, os policiais foram surpreendidos com quatro homens vestidos com roupas camufladas, toucas ninjas e coletes táticos. Os elementos estavam armados com fuzis e pistolas e realizaram disparos contra os agentes de segurança, que revidaram a injusta agressão. Cessado o confronto, no qual foi necessário inclusive o uso de granadas de efeito moral, os indivíduos se evadiram, pulando o muro de uma residência. Os policiais determinaram que os moradores saíssem da casa, sendo certo que um dos suspeitos, o qual era integrante do grupo que realizou os disparos contra os agentes, tentou sair do imóvel. Contudo, o conduzido foi reconhecido e detido. O indiciado admitiu ser integrante da facção criminosa, esclarecendo que estava acompanhado de outros traficantes do Estado do Pará e que um deles poderia estar dentro da casa. Os policiais jogaram uma granada de gás lacrimogênio e, em revista à residência, encontraram um fuzil AR10, calibre 7.62, com um carregador municiado com 9 munições íntegras, sendo uma na câmara do armamento. Por fim, os policiais destacaram que o armamento comporta 20 munições e que o preso foi um dos traficantes que efetuou disparos contra as equipes policiais. O preso integrava grupo de traficantes armados com fuzis e pistolas, que efetuaram diversos disparos contra policiais, a fim de impedir o acesso à comunidade e, por conseguinte, evitar o cumprimento de mandados de prisão e possibilitar a fuga de seus comparsas. Ademais, invadiu a residência de moradores e tentou sair do local fingindo ser residente do imóvel. No entanto, foi reconhecido pelos agentes e o fuzil que portava foi arrecadado, devidamente municiado. FONTE: TJ-RJ

Bandido do CV foi para a Ucrânia aprender táticas terroristas para usar contra a polícia

A Subsecretaria de Inteligência (Ssinte) da Polícia Civil apurou que um integrante do Comando Vermelho fez um “intercâmbio” para aprender técnicas terroristas de guerra para usar contra as forças de segurança do Rio de Janeiro. Philippe Marques Pinto seria ligado a Antonio Hilário Ferreira, o “Rabicó”, uma das principais lideranças da facção, considerado chefe do Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo.O criminoso teria ido para a Ucrânia, para aprender técnicas que são usadas no conflito. Foram identificadas pelo menos três entradas dele na Europa, além de imagens do traficante na Ucrânia.Agora, a Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) vai instaurar inquérito. O homem, que já tem anotações criminais por tráfico de drogas, vai responder também por apologia ao tráfico e associação para o tráfico. FONTE: PCERJ

Líder máximo do CV, Marcinho VP age para ser solto em breve

O traficante Marcinho VP, líder máximo do Comando Vermelho, está tramando para ser solto em breve por meio de manobras jurídicas. O criminoso deverá concluir o tempo máximo legal de reclusão em 2026, quando completará 30 anos de prisão. O Ministério Público Estadual requereu à Justiça nova prisão preventiva de Marcinho assim como dos traficantes My Thor e Claudinho da Mineira por adotarem medidas para atrasar o andamento de um processo por homicídio que tramita há quase 23 anos. De acordo com o GAEJURI/MPRJ, embora os três cumpram pena por outros processos, este processo específico tramita com lentidão devido a manobras protelatórias recorrentes, o que tem impedido a realização do julgamento pelo Tribunal do Júri. O pedido de prisão será analisado pelo Juízo da 1ª Vara Criminal da Comarca da Capital. Segundo o Ministério Público, as condutas adotadas pelos réus incluem a desistência dos advogados de defesa às vésperas do julgamento e a entrega de um grande volume de documentos nos momentos finais do prazo, prática conhecida como document dumping. . O GAEJURI/MPRJ destacou que, mesmo presos, os acusados continuam a comandar atividades criminosas dentro do sistema prisional, razão pela qual a prisão preventiva é necessária para garantir a ordem pública: “Embora atualmente custodiados em razão de outros processos criminais, é certo que eventual revogação ou término dessas prisões resultaria na imediata colocação dos réus em liberdade, o que representaria risco concreto à sociedade, diante da comprovada permanência de suas influências e atuações no comando da facção criminosa”, destaca o documento. FONTE: MPRJ

Complexo da Penha (CV): A fortaleza do crime. Bandidos estão dispostos a matar ou morrer pela facção

O Complexo da Penha, por conta de diversos fatores, como a dificuldade de realização exitosa de operações policiais ao longo dos anos, acabou se tornando um esconderijo fortificado de traficantes fluminenses e até mesmo de outros entes federativos, um verdadeiro “bunker” do Comando Vermelho. O Complexo da Penha, cada vez mais, é uma fortaleza do crime, de difícil acesso a policiais para operações regulares, sendo que os traficantes locais usam armas de grosso calibre, mormente fuzil, bem como se valem de barricadas e outros obstáculos para dificultar qualquer tipo de atuação policial. Os soldados do tráfico de drogas estão dispostos a matar ou morrer em nome do predomínio de tal facção criminosa na região do complexo da Penha e arredores. A expansão do Comando Vermelho tem ceifado a vida de dezenas de pessoas anualmente, colocando em pânico regiões outrora relativamente mais tranquilas no Rio de Janeiro. O Complexo da Penha é a principal base do CV porque é um local próximo a vias expressas, de fácil escoamento de drogas e armamentos, além da proteção por conta do crescimento urbano desordenado. Além do notório dinheiro arrecadado com o tráfico de drogas e atividades correlatas, como roubo de automóveis e de carga, colocam os principais traficantes do Complexo da Penha, e seus fortemente armados e leiais soldados, como de altíssima periculosidade. A expansão do CV para a região da grande Jacarepaguá, é voltada não somente para tráfico de drogas, mas também para roubo e desmanche de automóveis, e outros crimes correlatos. FONTE: TJ-RJ

Vídeos confirmam que facção cearense foi incorporada ao TCP

Veja vídeos que mostram que a facção Guardiões do Estado do Ceará (GDE) foi incorporada ao Terceiro Comando Puro (TCP) do Rio de Janeiro. Segundo o jornalista Lucas Barbosa, do Povo, a transformação da GDE em TCP reforça a centralidade do RJ no cenário da segurança pública cearense. Sem ter o “santuário” que o Rio proporciona ao CV, ficou difícil para a GDE competir com os rivais. Boa parte do avanço do CV se deve pela possibilidade…

A traficante Japinha do CV não está entre os mortos em megaoperaçâo

A traficante Penélope ou Japinha nâo esta entre os mortos na negaoperacso nos complexos da Penha e Alemso conforme havia sido divulgado pela mídia. A Polícia Civil informou, nesta terça-feira (4), que o corpo inicialmente apontado como sendo dela é, na verdade, de um traficante baiano A confirmação foi feita após a circulação de uma imagem nas redes sociais mostrando um cadáver com um tiro no rosto, logo depois da megaoperação . Segundo a polícia, o homem foi identificado como Ricardo Aquino dos Santos, de 22 anos, contra quem havia dois mandados de prisão em aberto. As autoridades também negaram que haja mulheres entre os 117 suspeitos mortos. Conhecida como “Japinha do CV” ou “Penélope”, a criminosa é considerada uma “soldado do tráfico” e costuma publicar fotos armada nas redes sociais. Apesar disso, ela não estava entre os alvos da megaoperação. FONTE: PCERJ

Milicianos tomaram área do CV na Taquara e bateram de frente com a polícia. Um morreu e outro ficou ferido

INa madrugada de segunda para terça, milicianos ligados à Léo Problema e Play do Jordão tomaram a comunidade do 700, na Rua Ipadu, na Taquara. A comunidade do 700, estava com os traficantes do CV. E na tarde de ontem, os milicianos saindo da comunidade bateram de frente com agentes da DRACO. Houve tiroteio e um miliciano morreu. Policiais civis da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) realizaram uma ação, nesta terça-feira (04/11), contra milicianos que realizavam cobranças ilegais, na Taquara, Zona Sudoeste do Rio. Um criminoso foi morto e outro acabou ferido, sendo socorrido para um hospital da região.Os agentes flagraram a dupla fazendo as cobranças e realizaram abordagem. Os milicianos atacaram os policiais e houve confronto, resultando nos dois criminosos alvejados. fONTE: Milícia RJ News (Twitter) e PCERJ

Justiça autoriza transferência de sete chefes do CV para penitenciárias federais fora do RJ

O juiz titular da Vara de Execuções Penais (VEP), Rafael Estrela Nóbrega, decidiu pela transferência para presídio federal de sete dos 10 apenados da relação enviada pelas autoridades policiais do estado. Os apenados são Arnaldo da Silva Dias, (“Naldinho”), Carlos Vinicius Lírio da Silva (“Cabeça do Sabão”), Eliezer Miranda Joaquim (“Criam”), Fabrício de Melo Jesus (“Bicinho”), Marco Antônio Pereira Firmino da Silva (“My Thor”), Alexander de Jesus Carlos (“Choque”), Roberto de Souza Brito (“Irmão Metralha”). Em relação a Wagner Teixeira Carlos e Leonardo Farinazzo Pampuri, o “Léo Barrão”, o juízo da VEP requereu que, no prazo de cinco dias, a Secretaria de Polícia Civil encaminhe mais informações que permitam fundamentar a transferência, de acordo com os dispositivos da Lei 11.671, de 8 de maio de 2008. Já o processo relativo ao cabo da Marinha Riam Maurício Tavares Mota, que foi o décimo relacionado na lista da Secretaria da Polícia Civil, está no juízo de Organização Criminosa (Orcrim), dependendo, ainda, de julgamento. Portanto, a decisão caberá ao juízo da Orcrim. Ele foi preso e acusado de operar drones para o Comando Vermelho. A requisição para a transferência dos presos ocorreu após a realização da Operação Contenção pelas polícias civil e militar no dia 30 de outubro. Os presos permanecem em presídio de segurança máxima do estado do Rio de Janeiro até a sua transferência para um presídio federal. Presos O magistrado esclarece que os presos requisitados para transferência, exceto o cabo Riam, tinham condenações em processos sobre tráfico de drogas e não foram presos durante a realização da Operação Contenção. De acordo com a denúncia, eles exercem liderança na facção Comando Vermelho. “A atuação do Poder Judiciário, no âmbito da execução penal, deve, portanto, harmonizar o princípio da ressocialização da pena com o dever indeclinável de assegurar a estabilidade e a segurança do sistema prisional, que constitui pilar da própria segurança pública. Portanto, é dever deste juízo preservar o interesse coletivo sobre o individual, especialmente diante de risco real de reincidência e coordenação de práticas criminosas a partir do cárcere, situação que agrava a insegurança social e desafia a autoridade estatal. A inclusão em estabelecimento federal de segurança máxima visa, precisamente, a interromper a comunicação ilícita entre o preso e sua organização criminosa, garantindo a segregação qualificada e restabelecendo a efetividade da função preventiva e repressiva da pena”, destacou o juiz na decisão de transferência. Condenações Arnaldo da Silva Dias – condenação total corresponde a 81 anos, 4 meses e 20 dias de reclusão e cumprimento de, até 03/11/2025, 15 anos, 8 meses e 22 dias de pena, com remanescente de 65 anos, 7 meses e 28 dias a cumprir (81%), assinalado término em 09/06/ 2042. Carlos Vinicius Lírio da Silva – condenação total corresponde a 60 anos, 4 meses e 4 dias de reclusão e cumprimento de, até 29/10/2025, 25 anos, 6 meses e 25 dias de pena, com remanescente de 34 anos, 9 meses e 9 dias a cumprir (58%), assinalado término em 28/12/ 2035, progressão de regime em 30/04/2024. Eliezer Miranda Joaquim – condenação total corresponde a 100 (cem) anos, 10 ( dez) meses e 20 (vinte) dias de reclusão, com cumprimento até 03/11/2025 de 20 (vinte) anos, 08 (oito) meses e 24 (vinte e quatro) dias de pena, com remanescente de 80 (oitenta) anos, 1 ( um) mês e 21 (vinte e um) dias, equivalente a 80%, previsão de término para 11/12/2037, progressão de regime em 25/07/2035. Fabrício de Melo Jesus – condenação total corresponde a 65 (sessenta e cinco) anos, 8 (oito) meses e 26 (vinte e seis) dias de reclusão, com remanescente a cumprir de 45 (quarenta e cinco) anos e 8 (oito) dias, em 03/11/2025. Consta previsão para o término de pena em 22/11/2040. Marco Antônio Pereira Firmino – condenação total corresponde a 35 (trinta e cinco) anos, 5 (cinco) meses e 26 (vinte e seis) dias de reclusão, com o cumprimento de até 03/11/ 2025 de 26 (vinte e seis) anos, 1 (um) mês e 17 (dezessete) dias de pena, com remanescente de 9 (nove) anos, 4 (quatro) meses e 9 (nove) dias. Alexander de Jesus Carlos – condenação total corresponde a 34 anos e 6 meses de reclusão e cumprimento de, até 03/11/2025, 17 anos, 6 meses e 29 dias de pena, com remanescente de 16 anos, 11 meses e 1 dia a cumprir (50%), assinalado término em 29/10/2038. Roberto de Souza Brito – condenação total corresponde a 50 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão e cumprimento de, até 03/11/2025, 19 anos, 2 meses e 2 dias de pena, com remanescente de 31 anos e 18 dias a cumprir (62%), assinalado término em 28/11/2040. FONTE: TJ-RJ

Bandido que praticava tortura foi preso em megaoperação

Fagner Campos Marinho, conhecido como “Bafo”, é apontado como um dos soldados mais cruéis do Comando Vermelho, responsável por torturas e pela segurança armada em áreas controladas pela facção. Ele foi preso durante a megaoperação das polícias Militar e Civil no Rio de Janeiro, na última terça-feira, que atingiu diferentes núcleos do tráfico na capital. A investigação aponta que ele atuava com armas de fogo de grosso calibre, como fuzis, e exercia a função de soldado do tráfico, controlando postos de segurança e coordenando a atuação de outros criminosos. Em escalas de plantão divulgadas pelo grupo, determinava onde cada integrante deveria atuar, reforçando seu papel operacional dentro da organização criminosa. Com a prisão de Fagner Campos Marinho, o Comando Vermelho perde um dos soldados mais temidos das regiões da Penha e Vila Cruzeiro, FONTE: Portal dos Pricurados do Disque Denúncia

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