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Comando Vermelho

Justiça aponta nome de suspeito de matar candidato a ex-vereador em Tanguá. Ele teve a prisão decretada. Vítima foi morta porque se recusou a comercializar galões de água impostos pelo CV optando por fornecedores com preços mais justos

A Justiça decretou a prisão temporária de Paulo César do Amor Divino, vulgo Baiano, suspeito da morte do ex-candidato a vereador Carlos Henrique de Paula e Souza, o Cascudo do Gás, ocorrida em 27 de dezembro, no município de Tanguá. O nome dele ainda não tinha sido divulgado. Segundo os autos, a vítima foi atingida por 13 disparos de arma de fogo 9mm, na porta de seu estabelecimento comercial, em Tanguá. Segundo os autos, o crime foi motivado por uma represália da organização criminosa Comando Vermelho, em razão de a vítima ter se recusado a comercializar galões de água impostos pelo grupo, optando por fornecedores com preços mais justos, o que indica a motivação torpe. Os indícios de autoria tornaram-se robustos após a prisão em flagrante do representado no dia 31 de janeiro de 2026, ocasião em que foi surpreendido por policiais militares portando entorpecentes e uma pistola calibre 9mm. É imperativo destacar que o armamento apreendido possui as mesmas características cromáticas (verde escuro e bege) descritas detalhadamente por testemunhas presenciais do homicídio. Além disso, o investigado já vinha sendo monitorado como liderança da facção local no setor “Carandiru”, atuando diretamente sob o comando do vulgo “Canela de Vidro”, de acordo com o processo.

Moradores apavorados com guerra do tráfico em Niterói. “Não pude ir para casa”

“Moro em cima da coronel infelizmente é hoje não poderei ir pra casa depois do trabalho que Deus possa proteger minha família”. O relato é de um morador da comunidade Coronel Leôncio, na Engenhoca, na Zona Norte de Niterói, que desde o fim de semana tem sido palco de intensos tiroteios entre traficantes. “Que inferno isso! População não tem sossego nem depois de um dia de trabalho”, disse outra moradora. “Pqp esta terrível”, falou mais uma “Para que estamos dentro de um filme de guerra. 😢 tiroteio digno do exército” “Tá insuportável isso, diariamente tiroteio”. “Meu Deus que horror”. Por volta das 20:45 da noite de ontem, mais um intenso tiroteio iniciou-se na região do Fonseca. Um vídeo divulgado nas redes sociais mostrou um clarão e em seguida, um forte estrondo, provavelmente de uma granada que deve ter sido utilizada na guerra. Relatos indicam que a guerra está acontecendo na Coronel Leôncio e Santo Cristo, no Fonseca. A disputa é entre o Comando Vermelho e o Terceiro Comando Puro e se acirrou a partir das últimas semanas de novembro. O TCP tomou áreas dos rivais na região e o CV agora está tentando recuperar.

Justiça decretou a prisão preventiva de homem ligado ao CV suspeito de ser o executor do dono de um depósito de bebidas em Osvaldo Cruz. Segundo denúncia, ele agiu a mando de um traficante que teve uma briga corporal com a vítima

A Justiça decretou essa semana a prisão preventiva de um homem ligado ao Comando Vermelho conhecido como Todynho pela morte do dono de um depósito de bebidas. O crime ocorreu em agosto do ano passado no bairro de Osvaldo Cruz, na Zona Norte do Rio, Segundo os autos, Todynho teria agido a mando de um traficante vulgo Chamusquinha que uma semana antes do fato passou a integrar a boca de fumo do Morro do Campinho. Chamusquinha, de acordo com o processo, teve uma briga corporal com a vítima, identificada como Gabriel Martins, dias antes do crime A decisão judicial informa que Chamusquinha havia feito ameaças contra a vida da vítima do tipo “Vou te matar” e antes do crime, foi visto rondando diversas vezes as imediações mas não foi o executor. Ele não teve a prisão decretada ainda. Os autos dizem que durante os momentos anteriores ao crime, Chamusquinha foi visto gritando frases como: “Comando Vermelho! Vai morrer”. O texto da decisão judicial diz que Todynho foi reconhecido por uma testemunha como sendo do autor dos quatro disparos contra Gabriel. Ele chegou no depósito na garupa de uma motocicleta junto com um homem desconhecido do declarante. Desceu do veículo e ao adentrar no estabelecimento, sacou uma arma e efetuou os disparos. Depois fugiu, de acordo com o depoimento de uma testemunha incluso nos autos.

Policia investiga se subtenente da PM e perito da Civil foram mortos por causa de uma suposta disputa com o tráfico pelo comando de um clube em Piedade

A Polícia Civil investiga se o subtenente da PM Isaac Drumomd de Azeredo e o perito da Polícia Civil Sérgio Paixão Bonfim foram mortos por conta de uma disputa com o crime organizado pelo comando de um.clube, em Piedade, mesmo bairro onde ocorreu o crime ontem de tarde. Os policiais, segundo relatos divulgados na imprensa, estariam sendo ameaçados por traficantes do Morro do Dezoito, em Agua Santa, comandados por Jean do 18 do Comando Vermelho.

Jovem vendia drogas de forma independente e acabou morto pelo CV em Volta Redonda, diz polícia

Policiais civis da 93ª DP (Volta Redonda) concluíram o inquérito sobre o desaparecimento de Wesley dos Santos Silva Henrique, ocorrido na noite de 21 de outubro de 2025. A investigação resultou no indiciamento de quatro envolvidos por extorsão mediante cárcere privado com resultado morte, ocultação de cadáver, associação para o tráfico e posse ilegal de arma de fogo. O procedimento foi finalizado e encaminhado ao Ministério Público. Desde a comunicação do desaparecimento, os agentes da 93ª DP iniciaram um minucioso trabalho investigativo, com levantamento de informações de inteligência, oitivas de testemunhas, análise de dados, quebras de sigilo autorizadas judicialmente e diligências em campo nas áreas apontadas como possíveis locais onde o corpo poderia estar. As investigações revelaram que Wesley foi alvo de represália de traficantes ligados à facção criminosa Comando Vermelho, que atua nos bairros Siderlândia e Açude, em Volta Redonda. Segundo apurado, integrantes do tráfico local descobriram que o jovem realizava comércio de entorpecentes de forma autônoma, o que teria motivado o ataque. Na noite dos fatos, a vítima foi abordada enquanto realizava entrega de drogas, sendo mantida presa em praça pública e, posteriormente, levada para uma área de mata, onde permaneceu sob vigilância armada por cerca de três horas. Durante este período, ele foi coagido a realizar transferências bancárias, de R$ 9.4 mil para os narcotraficantes, contudo, mesmo após o pagamento não foi liberado. O trabalho investigativo identificou quatro criminosos diretamente envolvidos. Dois são apontados como executores diretos, que prenderam e coagiram para as transferências e da ocultação do corpo. Ambos estão foragidos, com mandados de prisão expedidos. Outros dois investigados encontram-se presos preventivamente, um por fornecer conta bancária utilizada para receber e pulverizar os valores extorquidos, e outro por conduzir a motocicleta da vítima até o Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio, onde o veículo e o celular foram revertidos em prol da organização criminosa. Durante as buscas pelo corpo, as equipes da unidade foram recebidas a tiros em duas ocasiões por traficantes ligados à mesma facção. Em resposta, foram deflagradas operações repressivas nos bairros Siderlândia, Açude e Jardim Belmonte, que resultaram na prisão de pelo menos 12 narcotraficantes e na derrubada de uma “seteira” utilizada para ataques contra forças de segurança. Mesmo diante de pressões externas e ataques públicos direcionados à equipe policial durante o curso das investigações, os trabalhos não foram interrompidos. A apuração seguiu de forma técnica, fundamentada em provas e respaldada por decisões judiciais, culminando na identificação da dinâmica criminosa e dos responsáveis. O inquérito foi concluído e encaminhado ao Ministério Público, que ofereceu denúncia já recebida pela Justiça. As diligências continuam para localizar o corpo da vítima e capturar os dois executores ainda foragidos.

Homem acusado de assaltar bocas de fumo do CV em São Gonçalo foi condenado a 26 anos de prisão. Pelo menos dois casos terminaram em mortes, segundo relatos à Justiça

Marllon Gonçalves Lima de Luna acusado de participar de botes para assaltar bocas de fumo do Comando Vermelho em São Gonçalo foi condenado a 26 anos e oito meses de reclusão. PMs são suspeitos de participarem do esquema. Um dos botes terminou em morte. O processo do caso é o Nº 0006970-62.2024.8.19.0004 Um dos casos que chegou a Justiça ocorreu no bairro Miriambi em junho de 2024 onde os autores roubaram da boca uma pistola 9mm Canik, chave de motocicleta, mochila com drogas e o valor aproximado de R$ 400,00 de um traficante, vulgo “Neguete” e de terceiro não identificado. No dia 02 de julho de 2024, por volta das 17:00 horas, na esquina da Rua Jequitibá com a Rua Sucupira, no bairro Arsenal, aconteceu um outro bote onde os autores subtraíram pertences da vítima Leonardo de Jesus, vulgo “Choque” ou “super choque”, dentre eles um rádio transmissor. A vítima foi alvejada por disparos de arma de fogo e foi conduzida ao Hospital Alberto Torres mas chegou na unidade de saúde em óbito.Segundo as investigações, os envolvidos praticavam o que popularmente se chama de “bote” em boca de fumo, que nada mais é do que assaltar boca de fumo para arrecadar dinheiro, drogas e armas, para depois revender e auferir lucro. De acordo com seu depoimento no processo, Negueba afirmou que os envolvidos nos botes teriam sido os responsáveis pelo homicídio de um traficante vulgo Sorriso, frente do Complexo da Alma. O fuzil dele desapareceu após a morte. Segundo o seu relato, o tráfico tinha conhecimento que o fuzil estava na casa do “TH do Gebara” em Guaxindiba. Os integrantes do tráfico foram até a casa do “TH” e cercaram a região. “TH” chegou a disparar o fuzil para repelir a ameaça dos traficantes. Após o cerco, o declarante sabe informar que policiais do 7º BPM teriam ido até o local para socorrer “TH”; é amplamente conhecido como bandido que dá “bote em bocas. As armas subtraídas nos botes eram revendidas; que todas as bocas de fumo assaltadas, de acordo com o mapeamento, eram do Comando Vermelho, pois em São Gonçalo a hegemonia é do Comando Vermelho;

Policiais da CORE atiraram em pitbull para contê-lo após o animal atacar e morder traficante que era alvo de operação em Niterói

Durante operação para prender bandidos envolvidos em uma guerra de facções no Morro do Pimba, em Niterói, no mês de janeiro, policiais civis da CORE tiveram que atirar em um cachorro da raça pitbull para contê-lo após o atacar um traficante que era alvo dos agentes, segundo processo do Tribunal de Justiça. Não foi informado, porém, o que ocorreu com o animal. Segundo os autos, no dia 19 de janeiro de 2026, por volta das 09h30min, policiais civis da 78a Delegacia de Polícia e da CORE, realizaram incursão na Comunidade do Pimba/Palmeira, em razão de informes de que traficantes vinculados à facção TCP estariam em deslocamento para atacar integrantes da facção rival CV, havendo, ainda, notícias de que moradores da região estariam sendo feitos reféns. Durante a incursão, um dos agentes avistou quatro indivíduos armados com fuzis saindo do terreno de uma casa abandonada, os quais, ao perceberem a presença policial, empreenderam fuga pelas residências vizinhas e pela área de mata. Ao ingressar no terreno, o policial localizou diversos carregadores de fuzil, rádios comunicadores, drogas, munições e um aparelho celular, todos abandonados pelo chão, sem que fosse possível identificar, naquele momento, a quem pertenciam. Na sequência, o policial tomou conhecimento de que policiais da CORE haviam realizado a detenção do suspeito , após este pular o muro de uma residência, ocasião em que foi atacado por um cão da raça pitbull. Segundo informado pelos policiais da CORE, foram feitas tentativas de conter o animal, contudo, sem êxito, restando como alternativa a realização de disparos contra o cão. Enquanto isso, outros policiais permaneceram em diligência no local, ocasião em que localizaram, no muro colado à residência onde o suspeito foi preso, um fuzil calibre 7,62, o qual se encontrava municiado. No local dos fatos, o preso confessou integrar o tráfico de drogas, tendo os demais integrantes do grupo criminoso conseguido fugir pela mata. Em razão das lesões decorrentes da mordida do cão, o preso foi socorrido ao Hospital Estadual Azevedo Lima (HEAL), onde recebeu atendimento médicoAo serem indagados acerca das informações de que pessoas estariam sendo mantidas como reféns pelo tráfico local, os moradores da região demonstraram resistência em colaborar, informando que temiam eventuais represálias por parte da organização criminosa. Já em sede policial, o preso declarou ser conhecido pelo vulgo de “Cavaco” e afirmou ter passado a infância e juventude na Comunidade da Palmeira, onde frequentava a boca de fumo local à época em que a facção TCP dominava o tráfico de drogas da região. Relatou que, após a invasão da facção CV e a expulsão dos traficantes locais, passou a residir no bairro da Gardênia, onde exerceu atividades lícitas, até cerca de duas semanas antes dos fatos, quando ficou desempregado. Segundo declarou, nesse contexto recebeu convite de um indivíduo conhecido como “TH” para integrar o tráfico de drogas no Morro do Pimba, na função de “radinho”, aceitando a proposta em razão de sua situação financeira, retornando a Niterói e passando a residir com sua mãe durante o dia, exercendo a referida função no período noturno, diariamente, das 20h às 8h, mediante pagamento O preso afirmou que parte dos traficantes atuantes na localidade havia chegado recentemente do Rio de Janeiro para manter o controle do tráfico e a vigilância contra a facção rival CV, declarando, ainda, que recebia ordens diretas do indivíduo “TH”, oriundo da Favela da Maré, responsável também por efetuar os pagamentos, e que a liderança do tráfico local teria sido exercida anteriormente por indivíduo conhecido como “Galo”, falecido em confronto com a PMERJ, estando, segundo ouviu dizer, atualmente sob responsabilidade de seu irmão, conhecido como “Iuri”. Relatou que, na data dos fatos, após encerrar seu plantão por volta das 8h, encontrava-se na boca de fumo do “Morrinho” quando se deparou com a operação policial, ocasião em que todos os presentes empreenderam fuga, havendo, entre os criminosos, indivíduos armados com fuzis, incluindo o mencionado “TH”, cujo aparelho celular caiu durante a fuga e foi apreendido pelos policiais. O preso declarou ter presenciado o momento em que alguns criminosos efetuaram disparos contra os policiais, os quais revidaram. Informou ainda que o local onde foi preso era rota habitual de fuga dos traficantes armados, os quais costumam invadir residências de moradores até a retirada das forças policiais, bem como que, nas proximidades da Travessa Nome, existem casas abandonadas utilizadas para ocultação de armas e drogas. Por fim, o preso declarou conhecer indivíduo chamado Nome, réu no procedimento 0801285-76.2026.8.19.0002 e conhecido pelo vulgo “Na Onda”, afirmando que este exerceria a função de “atividade” armada na comunidade, estando presente na boca de fumo no momento inicial da operação policial e também tendo empreendido fuga antes de ser posteriormente preso por policiais militares nas imediações

Cúpula do CV teria mandado dois para o ‘tribunal do tráfico’

Segundo informações que circulam nas redes sociais, a cúpula do Comando Vermelho teria levado dois de seus integrantes para serem executados no ‘tribunal do tráfico nos últimos dias. Um deles pode ter sido o traficante vugo RF, homem de confiança de BMW, chefão da Gardênia Azul, em Jacarepaguá, Ele teria sido acusado de desviar dinheiro da quadrilha. Há relatos extra-oficiais de que teria sido levado para a Pedra da Panela, espancado e esquartejado. O outro caso relatado pelo jornalista Bruno Assunção aponta que o traficante Chel, que seria um dos principais puxadores de guerra do CV para o Catiri, em Bangu, teria ca[ido no ‘tribunal da facção” no Complexo da Penha. Segundo o repórter, o motivo seria porque ele teria mandado roubar o cordão de ouro de um soldado da facção.

Confira como foi o sangrento confronto entre PMs e traficantes no Morro do Chaves, durante o Carnaval. Facções usam fitas coloridas para identificar os fuzis que lhes pertencem

Processo na Justiça relata como foi o confronto entre PMs e traficantes do Morro do Chaves, em Barros Filho, durante o Carnaval. Houve mortos, feridos e apreensão de fuzis. Chama a atenção nos autos que as facções usam fitas coloridas para identificar as armas que as pertencem. O TCP é na cor verde e o CV, são vermelhos. Segundo a PM, no dia 14. por volta das 22h20 houve confronto deflagrado na comunidade do Chaves e policais empreenderam perseguição a suspeitos escondidos em edificação abandonada, de onde disparavam contra agentes policiais que faziam o patrulhamento do local. Nesta ocorrência, foram presos quatro homens e apreendidos dois menores, além de um adolescente e um outro suspeito baleados.Policiais chegaram a ficar estaria encurralados em confronto com narcotraficantes da facção Comando Vermelho; Chegou a ser pedido ao batalhão a troca dos equipamentos de câmera corporal já que câmeras dos agentes envolvidos no acionamento emergencial estavam inoperantes por falta de bateria. A comunidade do Chaves está atualmente sob domínio do TCP (Terceiro Comando Puro); mas há cerca de 2 meses, o Comando Vermelho tem realizado ataques e investidas no local visando o domínio do território e o tráfico de drogas na região. O menor baleado no confronto portava fuzil plataforma Colt Calibre 5.56 mm com numeração de série suprimida mais carregador e 3 munições. O outro homem baleado tinha fuzil plataforma Colt Calibre 5.56 mm com numeração de série suprimida mais carregador e 3 munições. Ambos feridos foram identificados como membros da Facção TCP pela bandoleira com faixa verde ostentada no fuzil e os carregadores dos fuzis com fita adesiva verde; Um dos feridos durante seu atendimento relatou ser morador da Comunidade da Pedreira, área de domínio do TCP. A viatura ora encurralada na Estrada João Paulo foi acionada para socorro destes feridos; A equipe continuou em incursão pela Travessa Capineira. Outras unidades policiais apoiavam no confronto na comunidade por outros acessos; Os agentes avançaram até o final da Travessa Capineira e adentraram a área de mata onde há edificações de uma fábrica abandonada em perseguição aos narcotraficantes que ainda empreendiam combate. Os policiais obtiveram êxito junto às demais equipes ao cercar um grupo de narcotraficantes nesta edificação. Foi possível avistar no interior do prédio as chamas oriundas dos disparos de armas de fogo que eram feitos pelos narco traficantes no imóvel em direção à AV Brasil contra agentes do BPVE que completavam o cerco ao local, em direção a guarnição que patrulhava a pé e em direção ao blindado e em direção a viatura do GAT que seguiam por dentro da comunidade para o interior desta fábrica abandonada. A tentativa do grupo era dissipar as forças policiais na via expressa para cruzar em direção a comunidade Proença Rosa. Ao visualizarem o alvo, os PMs seguiram em direção para realizar o cerco. Ao fecharem as saídas do prédio, deram ordem de rendição para que todos saíssem com as mãos na cabeça e deixassem os pertences no interior da edificação. Do prédio saíram seis elementos sem resistência. Foram encontrados ainda três celulares, três fuzis, uma pistola, três granadas Um dos fuzis tinha inscrições “CHAVES CV” e “CAOS” em vermelho e seu carregador possui um adesivo indicando a inscrição “AP BALA” indicando afiliação a facção CV. Outro fuzil não possuía inscrições e seu carregador é marcado com fita vermelha, indicando associação ao CV. O terceiro fuzil tinha a inscrição Chaves em vermelho e um adesivo com as inscrições “MORRO DO CHAVES / PRETCHACA / A FORTE / $10” e seu carregador é marcado com fita vermelha indicando associação ao CV. Após concluir a varredura do local, os PMs procederam com a retirada dos presos e do material apreendido para apresentação em sede policial; Eles saíram da comunidade e ao acessar a Estrada João Paulo, Sgt em condução da viatura que acompanhava o blindado, depararam-se com mais dois elementos em uma moto Um suspeito na garupa da moto efetuou disparos de pistola contra a guarnição. Houve revide. Ambos elementos foram atingidos na região abdominal e caíram no local. Com eles, foi achada uma pistola com numeração suprimida mais carregador e três munições;

Polícia Civil matou quatro na Boiúna

Policiais civis da 41ª DP (Tanque) e da 26ª DP (Todos os Santos) realizaram, nesta sexta-feira (20/02), uma ação da “Operação Contenção” contra a expansão da facção criminosa Comando Vermelho na região da Boiúna, na Zona Sudoeste do Rio. Durante as diligências, os agentes foram atacados por narcotraficantes posicionados em uma área de mata. Houve confronto e quatro criminosos foram neutralizados. Até o momento, dois fuzis e duas pistolas foram apreendidos. De acordo com as investigações da 41ª DP, integrantes da facção oriundos de outras comunidades estavam sendo deslocados para reforçar a expansão territorial do grupo na região. Após trabalho de inteligência, foi identificado que ao menos dez criminosos estariam em deslocamento nesta sexta-feira, o que motivou a ação. No curso da operação, as equipes foram recebidas a tiros, resultando no confronto. A ação faz parte da “Operação Contenção”, uma ofensiva estratégica do Governo do Estado para conter e atacar o avanço territorial da facção criminosa Comando Vermelho. O principal objetivo é desarticular a estrutura financeira, logística e operacional da organização criminosa, além de prender traficantes que atuam na região. Até o momento, mais de 300 capturados e outros 136 criminosos neutralizados em confronto. Foram apreendidas cerca de 470 armas, sendo 190 fuzis, e mais de 51 mil munições.

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