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Comando Vermelho

Doca (CV) tem mais uma prisão preventiva decretada por homicídio de rival do TCP que caiu no ‘Tribunal do Tráfico’ em Belford Roxo

O chefão do Complexo da Penha, Edgar Alves de Andrade, o Doca ou o Urso, teve mais uma prisão preventiva decretada essa semana por conta de um homicídio cometido na comunidade do Castelar, em Belford Roxo. Outros cinco bandidos também são suspeitos do crime, entre eles, Soró, apontado como o frente da localidade. O crime em questão foi praticado em 30 de dezembro de 2023. A vítima foi José Cleiton Nunes Pereira. Consta da denúncia que o crime foi praticado por motivo torpe, na medida em que serviu para demonstrar a força e o poder da facção criminosa Comando Vermelho, sendo que a vítima foi identificada como ligada à facção rival denominada Terceiro Comando Puro, e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, a qual foi surpreendida quando estava próximo a uma “boca de fumo”, pela superioridade numérica e armada dos denunciados, os quais o levaram para ser submetido ao Tribunal do Tráfico e executado, sem quaisquer chances de defesa. Consta, ainda, que no mesmo dia os denunciados e um adolescente já falecido ocultaram e destruíram o cadáver da vítima, o qual não foi encontrado até a presente data. FONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Justiça Federal condenou a até 20 anos 15 milicianos do bando de Zinho que trocaram tiros com PRFs na Avenida Brasil ano passado. Veja o papel de cada um no grupo e detalhes da investigação

A Justiça Federal do Rio condenou 15 milicianos do “Bonde do Zinho” que trocaram tiros com agentes da PRF na Avenida Brasil, em março do ano passado. Na ocasião, nove milicianos foram presos e outros seis baleados. As penas variam de 15 a 20 anos de prisão. Segundo a denúncia, na madrugada do dia 7 de março de 2024, por volta das 4h, os denunciados foram flagrados, por policiais rodoviários federais, com as armas e munições pelo menos, 12 fuzis, 7 pistolas, 2 granadas e milhares de munições, além de coldres, camisas, calças e cintos táticos com a inscrição “Polícia”, balaclavas e rádios comunicadores, quando trafegavam pela Avenida Brasil (BR-101), sentido Centro, na altura do Viaduto Eng. Oscar Brito, em Campo Grande, nesta cidade. Os acusados e resistiram, com violência, à ordem de parada policial, bem como dirigiam,na oportunidade, 3 veículos clonado sendo tal forma de deslocamento conhecida vulgarmentecomo “bonde”, além de que constituíam milícia privada voltada à prática de delitos como extorsão, receptação, ameaça e homicídio Um dos bandidos presos afirmou que um dos comparsas foi lhe buscar para r para ir para a Carobinha a pedido do Pipito, para ajudarem na “contenção” na comunidade porque o Comando Vermelho iria tentar invadir o local. Um outro também confirmou que foram para a Carobinha fazer a segurança para evitar uma suposta invasão do Comando Vermelho. Um terceiro contou que eles estavam voltando da Carobinha; que tinham ido para apoio, pois a localidade estava em guerra contra o Comando Vermelho; que foi acionado para evitar a invasão dos bandidos do Comando Vermelho, como não houve invasão foram liberados Um delegado afirmou que quando o falecido Pipito assumiu o comando da milícia de Zinho, houve um período de instabilidade e o Comando Vermelho aproveitou para retomar algumas áreas de domínio. Ao receber ainformação de que haveria uma investida na Carobinha, em Campo Grande, na passou-se a investigar tanto os traficantes que iriam retomar o poder sobre a comunidade quanto os milicianos da região; que conseguiu com essa investigação informações sobre dois veículos utilizados em deslocamentos da milícia; que esses veículos eram usados também pela milícia para deslocamento de homens e reforços para determinada região;que houve algumas tentativas de interceptação desses veículos sem sucesso até o dia que, com auxílio da PRF e do 27° Batalhão de Santa Cruz, logrou interceptar o comboio e apreender os materiais que estão nos autos; que a Polícia Civil agiu em viaturas descaracterizadas, posicionados em locais indicados pela PRF para que não fossem descobertos por olheiros; que a PRF, estando em viaturas ostensivas, foi quem ficou responsável pela abordagem. Segundo ele, a milícia do Zinho cobra taxa, exerce o monopólio na venda de serviços e produtos; que, diferente de outras milícias, o grupo criminoso de Zinho tem, como atividade não tolerada, o tráfico de drogas, apesar de alguns de seus integrantes responderem por tráfico de entorpecentes. O delegado afirmou que havia a monitoração tanto dos milicianos quanto dos traficantes com intenção de impum grande confronto na localidade; que as informações são obtidas por compartilhamento de agências de inteligência; que informações sobre a movimentação miliciana em questão estava, inclusive, em redes sociais de pessoas da região. O policial falou que um dos emvlvidos, Driel, exercia a função de liderança, detinha a confiança do Zinho e era o responsável pela administração miliciana de uma comunidade na região de Paciência; que os outros integram o Grupo de Ações Táticas da milícia (GAT), imitando a estrutura da Polícia Militar, são os combatentes que possuem os melhoresarmamentos, responsáveis por fazer a segurança em territórios já integrados pelo grupo criminoso e tomada de territórios de grupos criminosos rivais Ela disse que a milícia que a milícia em questão, do Zinho e do Pipito, não firma nenhum pacto com o tráfico; que o lucro da milícia em questão vem da exploração de serviços, venda da gás, taxa para circulação de transporte alternativo; que as informações analisadas. Uma policial afirmou que possuía informações de dois veículos utilizados pelos criminosos e que estariam em deslocamento para uma disputa territorial entre a milícia e o Comando Vermelho na localidade da Vila Kennedy; que contou com o auxílio da PRF por questões logísticas de deslocamento e possível perda da oportunidade de confirmação das informações; Falou que Driel era uma das sub-lideranças da milícia e responsável por uma regiãohabitacional de Paciência; que os criminosos presos integravam os grupos de ação tática da milícia e são responsáveis pela segurança dos territórios já tomados e pela tomada de novas localidades em disputas territoriais; que a milicia atua tanto na cobrança de “gato net”, quanto na cobrança de taxa de segurança da região e domina determinada região; que as milícias começaram com policiais desviados de suas funções combatendo o crime. Um outro policial falou que todos os denunciados confessaram, em sede de interrogatório em Juízo, que pertenciam ao grupo criminoso armado liderado por Luis Antônio da Silva Braga, vulgo “Zinho”, liderança que teria sido sucedida por Rui Paulo Gonçalves Estevão, vulgo “Pipito”. Admitiram, ainda, que atuavam na “segurança” dos locais determinados pela organização criminosa,sendo integrantes do grupo de ações táticas conhecido como “GAT da milícia, que recebiam remuneração semanal ou mensal por isso, além de terem esclarecido há quanto tempo se dedicavam às atividades no grupo. Veja o papel de cada um na milícia ALEXANDRO DOS ANJOS GARCIA: “… que ia ganhar R$ 200,00 (duzentos) reais e uma cesta básica; que já participou 6 (seis) ou 7 (sete) vezes de serviços como esse; … que não costumava a realizar outras funções, como cobrança; que só costumava fazer o “serviço de patrulhamento” nas áreas de Paciência, Santa Cruz; que o intuito desses patrulhamentos era fazer a segurança da área; que não levava o armamento nem o colete para casa; que, após o serviço, entregava os equipamentos para o Buiu, recebia o dinheiro e ia para casa …”; DRIEL AZEVEDO DE ARAÚJO: “…que já serviu ao quartel, onde aprendeu a atirar; que trabalhava em uma ótica e sofreu um atentado contra sua vida,

Veja como funciona o esquema da ‘caixinha’ do Comando Vermelho

As investigações do MPRJ e da Polícia Civil revelam como funciona o esquema da ‘caixinha’ do Comando Vermelho. O sistema opera por meio de taxas cobradas de forma mensal de líderes de pontos de venda de drogas nas comunidades controladas pela facção. Em troca, os responsáveis pelas “bocas de fumo” têm acesso à marca da organização, fornecedores de entorpecentes, suporte logístico e apoio bélico. Os valores arrecadados são centralizados e utilizados para financiar ações como compra de drogas e armamentos, expansão territorial, pagamento de propinas, assistência a membros presos e crimes conexos, como extorsões, roubos de cargas e veículos, além da exploração monopolizada de serviços de internet. Nesta fase da operação, os principais alvos são familiares e operadores do fundo financeiro da facção criminosa. Os alvos foram denunciados pelo GAECO/MPRJ à Justiça pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro, relacionados ao tráfico de drogas e à ocultação de valores ilícitos em mais de 4.888 operações financeiras, totalizando aproximadamente R$ 21.521.290,38. Os agentes estão cumprindo mandados contra suspeitos em Bangu, Jacarepaguá, Engenho da Rainha, Nova Iguaçu, Ramos, Copacabana, Cordovil, Santo Cristo e no Instituto Penal Vicente Piragibe. Também há mandados sendo cumpridos nos estados da Bahia e Paraíba. A polícia e o MP começaram a investigar a caixinha em 21 de maio de 2019, com a prisão em flagrante de Elton da Conceição, conhecido como “PQD da CDD”, na Cidade de Deus, em Jacarepaguá. Na ocasião, foram apreendidas armas, munições e documentos que revelaram um esquema estruturado de lavagem de dinheiro operado pelo Comando Vermelho. Entre os materiais recolhidos, destacaram-se comprovantes de depósitos bancários, que permitiram rastrear movimentações financeiras ilícitas utilizadas para financiar as atividades da facção criminosa. A primeira fase da operação, deflagrada em 2020, concentrou-se na identificação do fluxo financeiro vinculado ao Comando Vermelho. Essa etapa resultou no indiciamento de 84 pessoas e na apreensão de documentos que detalhavam o funcionamento da “Caixinha”, o fundo financeiro que sustenta a organização criminosa. ]FONTE: Ministério Público e Polícia Civil

Traficantes Doca e Gardenal do CV tiveram as prisões temporárias decretadas por morte de turista que entrou por engano em comunidade do Rio

Tiveram as prisões temporárias decretadas pela morte de Diely Silva, a turista de Jundiaí (SP) que foi baleada após o motorista de aplicativo ter entrado por engano na comunidade do Fontela, em Vargem Pequena, Edgar Alves de Andrade, o Doca, Carlos da Costa Neves, o Gardenal, Antonio Styff Robert Santana Teixeira, vulgo Paraíba e José da Paixão Agostinho Filho, o Meio Quilo. Segundo a polícia,, Paraíba e Meio Quilo, estavam juntos do autor, um adolescente de 16 anos, em um ponto de venda de drogas, quando o carro das vítimas se aproximou. De acordo com a apuração policial, a dupla contribuiu “igualmente para impedir a passagem e alvejar o veículo” onde estava a turista. O menor que atirou na mulher já foi detido. As investigações apontaram que o crime foi motivado pelo suposto descumprimento de normas impostas pela facção Comando Vermelho. Doca e Gardenal foram os responsáveis por estabelecer a norma para tráfego na comunidade. A ordem teria sido fundamentada para impedir invasões de facções rivais na comunidade. Um deles reúne 262 anotações criminais, além de 26 mandados de prisão As diligências seguem para localizar e prender os identificados. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Conheça a quadrilha de Taz, traficante do CV que se esconde no Complexo da Penha mas domina áreas em Caxias e rouba cargas

Investigação revela que as comunidades do Rasta, Colúmbia e Conjunto, em Duque de Caxias, dominadas pelo Comando Vermelho, são comandadas pelo traficante TH ou Taz, que se esconde no Complexo da Penha. É ele quem decide quem morre, quem pode roubar. O número 2 nas localidades é o vulgo Cachoeira. É ele quem executa as ordens emanadas pelo seu líder TH, principalmente os homicídios que ocorrem dentro das comunidades como foi o caso do Jonathan ( um moreno, gordinho ) que apanhou de madeira por vários criminosos, inclusive o Cachoeira. Cachoeira estaria envolvido em todos homicídios que ocorrem na comunidade do Rasta. Orelha é ladrão de carga e veículos. Ele rouba com anuência do líder da comunidade do Rasta, TH, com quem divide os lucros. Índio é o comparsa de Orelha nos roubos Di Ouro é o frente do Conjunto, ficando responsável pela comunidade na ausência do líder, porém nenhuma decisão pode ser tomada sem anuência do líder do tráfico. TH dificilmente aparece na comunidade do Rasta. Jefferson é vapor na Columbia. Goiabada pertence a uma quadrilha de roubo de carga. Sua tropa conta com Da Honda, Nino, Cocão, Menor Rei, JV, Chiquinho e Orelha. A quadrilha de roubo de cargas do Rasta se utiliza de motocicletas, veículos, armas de fogo e bloqueadores de sinais para fazer abordagens aos caminhões que estão com a carga. Em seguida, essa quadrilha leva o caminhão junto com a carga e as vítimas para o interior da comunidade do Rasta, especificamente, no Cruzamento da Rua Tebas com Jamaica em uma casa de cor amarela de dois andares. O baile do Rasta é todos os domingos e é chamado baile do Irã. O Rasta possui as seguintes bocas de fumo, quais sejam, Pontilhão, Morro do Padre, Ponto Final do Verdinho, Valão e Columbia. TH mandou acabar com a feira popular que é realizada todo domingo na Rua 2 pois havia acontecido algum problema com os seguranças dela; FONTE: Relatório da Polícia Civil disponivel no site jurídico Jusbrasil

Conheça a quadrilha de Joab, uma das mais bem armadas do CV em Caxias

Um traficante preso explanou como funciona o tráfico em comunidades de Campos Elíseos, em Duque de Caxias, dominadas pelo Comando Vermelho. O líder da região é o criminoso conhecido como Joab, que comanda as comunidades Rua 7, Morro do Badu, Mangueira e Divineia. A quadrilha de Joab é a que tem o maior poderia bélico das comunidades que ficam no entornode Campos Elísios, Jardim Primavera e Saracuruna possuindo em torno de uns 20 fuzis, diversas pistolas e algumas metralhadoras. Na Rua 7, toda sexta-feira, tem o baile da Líbia, onde diversos traficantes se reúnem, inclusive Joab. O bandido vulgo Borússia, que anda de fuzil vem a ser o segurança pessoal de Joab. Batatinha é o gerente da boca da Mangueira. Americano também é segurança pessoal de Joab. Bonzinho é gerente do pó da comunidade da Rua 7. Atanázio é vapor da boca de fumo do Morro do Badú. Satanásio era gerente do pó da boca de fumo da Mangueira, mas fugiu depois de balear policiais militares no bairro do Cangulo durante uma abordagem. Andrezinho é o gerente da boca da Mangueira. Branquinho exerce o gerente da Rua 7. FONTE: Relatório da Polícia Civil do Rio disponível no site Jusbrasil

RELATÓRIO DA POLÍCIA CIVIL IDENTIFICOU 34 TRAFICANTES QUE ATUAM NO COMPLEXO DA PENHA (CV). VEJA OS VULGOS E A FUNÇÃO DE CADA UM

Relatório da Polícia Civil identificou 34 traficantes que atuam no Complexo da Penha, principalmente na Vila Cruzeiro. Veja quem são e a função de cada um. Lembrando que o Complexo da Penha, considerado o quartel general da facção criminosa Comando Vermelho no Rio de Janeiro. Edgar Alves de Andrade, o Doca ou Urso -. Exerce a função de chefe do tráfico de drogas do Complexo da Penha, dando ordens aos seus subordinados para o cumprimento de metas relativos ao comércio ilegal de drogas. Segundo informações a mando de Doca, meliantes cortam os fios da rede de telefonia, internet e TV por assinatura para que os moradores sejam obrigados a usarem o serviço ilegal fornecido no interior da comunidade. Pedro Paulo Guede – Pedro Bala – gerente geral em várias regiões do Complexo. É considerado o número 02 do Complexo da Penha. Pedro Bala também é apontado como um dos que coordena o tráfico de drogas em várias localidades do Rio de Janeiro, entre elasno Morro do Banco no Itanhangá e é apontado como um dos responsáveis pela morte do lutador Diego Braga, de 44 anos, que morreu após tentar recuperar uma moto no morro Fhillip da SIlva Gregório, o Professor – apontado como o responsável pela compra de armas para a facção do Comando Vermelho, enviando também para o Complexo da Penha. É oriundo e responsável pelo tráfico de drogas na comunidade da Nova Brasília no Complexo do Alemão. Carlos da Costa Neves, o Gardenal – segurança do tráfico . É apontado como um dos mais violentos da organização., e também o executor ( matador ) do grupo. Gadernal é acusado como um dos responsáveis por matar o jovem Marcos do Nascimento Tavares de 19 anos. Danado – apontado como segurança do tràfico de drogas. Apontado também como chefe do tráfico de drogas da favela São Simão em Queimados. Mais Alto ou Grande – gerente-geral, responsável pelo valor apurado da comercialização de cocaína. Ainda segundo relatos, “Grande”, além de agir na favela, comanda o tráfico de drogas no município de Macaé, no interior fluminense. Boquinha – gerente-geral da droga conhecida como loló e atua também como gerente da localidade conhecida como ” Sacopã”, próximo a Rua A na Vila Cruzeiro. Boris ou Lord – como Gerente Geral da maconha de R$ 10,00 ( dez reais ), também é gerente na localidade do Parque Proletário. Ricardo Severo, vulgo Faustão – apontado como Gerente Geral da droga conhecida como ” crack ” e também gerente da maconha comercializada na localidade da Rua Doze na Vila Cruzeiro. Faustão também é o responsável pelo tráfico de drogas no Complexo do Salgueiro em São Gonçalo. Bruno Silva Souza, o Tiriça – gerente do tráfico no Bairro Treze, na Vila Cruzeiro Também é responsável por confeccionar artefatos explosivos para serem utilizados pela organização criminosa. A Tiriça, foi dado a incumbência de chefiar o tráfico de drogas na Praça Seca a mando de Doca. Pinduca – realiza a parte administrativa ( entre elas: o elo com o presidente da Associação de Moradores ), controla o movimento das drogas e a respectiva contabilidade. Samuca – Gerente Geral da venda da maconha comercializada aos valores R$ 5,00 ( cinco reais e R$ 10,00 ( dez reais ). Nem Bolinho – segurança e contenção nas bocas de fumo na Rua Oito, na Vila Cruzeiro Du Rodo – Segurança e contenção das bocas de fumo da Rua Doze, na Vila Cruzeiro. Mota ou Matuto – segurança de Faustão e também responsável pelo abastecimento das bocas de fumo em especial da Rua Doze na comunidade da Vila Cruzeiro. Peladinho – gerente e segurança na Rua Doze. Romarinho – segurança e contenção de Pedro Bala Ygor – vapor na Rua Doze Jhonatan – vapor na Rua Doze Boca de Ovo Gerente da cocaína comercializada ao valor de R$ 10,00 ( Dez reais ) na liocalidade conhecida como Rua Nove na Vila Cruzeiro. Paulista ou Arrascaeta – tem função de destaque na hierarquia da quadrilha fazendo parte do Conselho, ou seja, grupo de lideranças do Comando Vermelho, e desde que chegou ao Rio de Janeiro se homiza-se na comunidade da Vila Cruzeiro. TH do Rasta, Taz ou Merreca – se esconde no Complexo da Penha e comanda o tráfico de drogas de Saracuruna, levando drogas da Penha para seu local de tráfico. Também é um dos braços armados da Vila Cruzeiro. Jonatha Hyrval Cassiano da Silva, o Bochecha Rosa – Se esconde na Penha e é responsável pelo tráfico de drogas no Corte 8, Mangueirinha, Sapo e Santuário, que integram o Complexo da Mangueirinha, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Também é responsável, juntamente com Doca, com fornecimento de armas e homens na guerra pela tomada da da Praça Seca ( Chacrinha e Bateau Mouche ). William Sousa Guedes – Corolla – se escondia na Penha antes de ser preso. Já foi responsável pelo tráfico de drogas na favela do Manguinhos. Nos últimos meses, puxou as guerras para invasões no Morro dos Macacos em Vila Isabel e na localidade de Santa Maria na Taquara. Berola – apontado como Gerente do tráfico de drogas da comunidade da Chatuba. Rajada – contenção na Vila Cruzeiro. Negrito – gerente da Rua Dez, na Vila Cruzeiro. ” é um criminoso conhecido de altíssima periculosidade e que já foi preso em 2014 por promover ataque à 45ª Delegacia de Polícia e a Unidade de Polícia Gato Mole – contenção na Vila Cruzeiro Di Gato – vapor na Rua Doze Berg ou Mezenga – Gerente do pó de R$20,00 na comunidade da Vila Cruzeiro. Dudu Nobre – contenção na localidade conhecida como Sacopã na Vila Cruzeiro. LZ – contenção na Chatuba. Gilmar – gerente do beco da Rainha, na Vila Cruzeiro. Angolano – segurança das bocas de fumos da Vila Cruzeiro Segundo depoimento de PMs, o Complexo da Penha está muito bem equipado com armas de grossos calibres e que no local possuem vários grupos de marginais que monitoram e controlam as vias de acesso através de ”

Advogada que atuava como pombo correio do CV era elo de ligação entre integrantes da facção no RJ, RS e GO

Investigação do Ministério Público de Goiás revela conexões entre traficantes do Comando Vermelho do Rio Grande do Sul, Goiás e Rio de Janeiro. O elo entre eles era uma advogada que atuava como uma espécie de pombo correio transmitindo recados entre os integrantes da facção. Um dos contatos da advogada era o preso conhecido como Cássio Reni, que seria uma liderança no Rio Grande do Sul, integrante da Tropa do Urso, braço gaúcho do CV. A advogada recebeu uma captura de tela de uma possível conversa entre Cássio e um traficante que seria um dos chefes da Cidade de Deus, na Zona Oeste do Rio. No mesmo dia, a advogada estabeleceu contato com Barney, traficante de Goiás, que foi preso essa semana na Favela da Rocinha” e se apresenta como sendo a advogada da qual “o pessoal” do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro mencionaram. Em outra conversa com Cássio Reni, os dois destacam a relevância do indivíduo “dono da de deus”, referindo-se a favela Cidade de Deus.Cássio passou para a advogada a seguinte mensagem: “Pode chegar usando meu nome falando até que minha mulher se quiser explica qual o teu trampo fala que quem mando foi eu que sou liderança do comando no Rio Grande do sul e que conexão é no complexo da penha como pit da maré braço do abelha e com o Jardel ermão do sardinha frente da cidade de Deus se presisa mas clareza fala pra manda encosta neles se o geral quise que eles vai na hora fala pode fala que sou fexado com Elias da rocinha e com Mike do santa Marta todos eles são cara que existe mesmo igual eu e ten nome o cara que tive de frente ai nessas cadeia e tu fala isso vai respeita oque tu que faze e vai para pra te ouvi” FONTE: Relatório da Justiça de Goiás disponivel no site jusbrasil

Doca, Gardenal e BMW, todos do CV, foram denunciados pelas mortes de médicos na Barra da Tijuca. MP e Polícia Civil fazem operação

O Ministério Público e a Polícia Civil tentam cumprir cinco mandados de prisão e três de busca e apreensão contra criminosos denunciados à Justiça por envolvimento no atentado aos médicos ortopedistas, em outubro de 2023, em um quiosque, na Barra da Tijuca. Entre os denunciados estão Edgar Alves de Andrade, o Doca, Juan Breno Malta Rodrigues, o BMW, Carlos da Costa Neves, o Gardenal, lideranças do Comando Vermelho. Os médicos foram mortos porque os bandidos confundiram um deles com Taillon de Alcântara, chefe da milícia de Rio das Pedras. Por conta das mortes dos médicos, a cúpula do Comando Vermelho decidiu pela morte dos envolvidos, entre eles o mandante, vulgo Lesk. A Promotoria denunciou os cinco homens por três crimes de homicídios dolosos consumados e um tentado, todos quadruplamente qualificados como motivo torpe, com recurso que dificultou a defesa das vítimas, com emprego de armas de calibre restrito (9mm) e para assegurar outros crimes. Além de Doca, BMW e Gardenal, foi denunciado também Francisco Glauber Costa de Oliveira, o GL, que está preso. .A motivação do crime seria a expansão do domínio da facção criminosa do Complexo da Penha para região da Grande Jacarepaguá. A tentativa de executar o miliciano Taillon Barbosa era considerada um passo fundamental para enfraquecer a milícia e fortalecer o domínio do Comando Vermelho na região. A denúncia aponta, ainda, o envolvimento dos acusados em outros episódios de violência, ligados à expansão territorial. Entre as provas reunidas está a identificação do veículo utilizado no crime, um Fiat Pulse branco com teto preto, vinculado a outros homicídios na área. Depois da grande repercussão nacional da execução dos médicos, ao constatarem que as vítimas não eram milicianos, lideranças do Comando Vermelho ordenaram a execução dos responsáveis pelos disparos, aponta a denúncia. A medida teria sido uma tentativa de minimizar a repercussão negativa e desviar a atenção do caso. Expansão territorial Desde o início de 2023, os traficantes do Complexo da Penha intensificaram a tomada violenta de comunidades em Jacarepaguá e arredores, historicamente dominadas pela milícia, como a Gardênia Azul e a Muzema. A meta dos bandidos seria formar um “Complexo de Jacarepaguá” sob seu controle, aumentando as atividades criminosas como o tráfico de drogas, roubos, extorsão de comerciantes e exploração de serviços clandestinos. A expansão do CV na região foi marcada por execuções brutais de milicianos e supostos aliados, praticadas por um grupo denominado “Equipe Sombra”, especializado em assassinatos direcionados. O bando, comandado pelos denunciados, teria apoio direto de lideranças do Comando Vermelho. FONTE: Ministério Público Estadual e Polícia Civil do Rio de Janeiro

Veja quem são alguns dos homens fortes de Beira-Mar (CV) em Caxias. Quadrilha é suspeita de pagar arrego a PMs

Mesmo encarcerado há décadas, o traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar mantem seus redutos, através do império do medo as novas gerações das comunidades em Duque de Caxias. Um de seus mais importantes subordinados é o bandido vulgo Cara de Mau, que desempenha uma função estratégica de homem de confiança dos superiores no tráfico de entorpecentes vulgos Zé Galinha, Grego ou Papai Zé e G ou Malvadão, atualmente em liberdade, atuando como gerente geral do tráfico na comunidade da Ana Clara., dando o aval para compra de munições,rádios transmissores e administra os plantões de mercancia de drogas nas alternâncias dos seus soldados no tráfico e roubos, fornecendo armas para ações delituosas, impondo como condições as assunções nos plantões. Foi Beira-Mar que determinou que Malvadão assumisse a liderança na Ana Clara com a prisão de Zé Galinha., Como um verdadeiro guerrilheiro, “Cara de Mau surgiu em várias fotos fardado, em pontos de vendas de drogas, na função de segurança, portando pistolas e rádiostransmissores, conforme diversas fotos e vídeos constantes em seu aparelho. Cara de Mau exercia funções de extrema confiança das lideranças do tráfico, que otem como olhos fiéis no que tange à comercialização de drogas, armas, munições e diretrizessobre as ordens autorizativas para o cometimento de crimes. Qualquer passo dado na comunidade é previamente comunicado aos chefes. No grupo de Whatsapp denominado “Família Ana Clara “ Cara de Mau nas folgas dos plantões da boca de fumo, frequentemente passava a arquitetar roubos a veículos de transporte de cargas, junto a criminosos da comunidade ou de outras regiões subjugadas pela facção criminosa Comando Vermelho. ]O traficante Zé Galinha, mesmo encarcerado, monitorava de perto seu reduto e as forças de segurança nas cercanias da favela, por meio dos seus subordinados Participam do tráfico também na Ana Clara os traficantes BRT, Zé Neguinho, Atanásio e Tartaruga. Geraldão era o frente deo roubo de cargas da comunidade. Outro importante destaque na quadrilha de Beira-Mar é o traficante Zangado, que tomava conta da comunidade do Cangulo. Ele autorizava o roubo de cargas fornecendo armas, veículos e permitindo o transbordo das cargas na favela mas exigindo 50% dos lucros. Tanto o Cangulo como a Ana Clara recebem ordens diretas da Favela Parque das Missões, cujo frente é o vulgo Coroa. Arrego de PMs Segundo relatos à polícia, haveria uma guarnição da PMERJ que receberia arrego para avisar sobre operações nas comunidades comandadas por Beira-Mar. Quando eles avisam das operações, os agentes suspeitos ligariam para os telefones das lideranças ou falam no radiotransmissor na frequência do Canal 4. Os policiais corruptos buscariam os arregos em uma viatura ou então em um carro Honda Civic prata. Se os traficantes não pagarem a propina, os PMs os matam, segundo a denúncia, Há também o tráfico na comunidade do Badu, liderado pelo vulgo Girafa, no Rasta, cujo frente é o TH, que se esconde no Complexo da Penha, Na Vila Urussaí, o líder é Cachorro Louco ou CH, Há até uma música; soldado do “beira Mar”, gosta muito de roubar! Cara de Mau pit bul do zé galinha, vai na pista roubar carga, o bagulho fica tenso FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site jusbrasil

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