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ATAQUE A PMS

Após sua casa sofrer um ataque de traficantes, PM passou a ser ameaçado pelos bandidos, ou aceitar o arrego ou sua família correria risco. Pressão psicológica levou policial ao infarto e teve atendimento recusado no hospital da corporação por falta de vagas. Vítima processou o Estado e ganhou a causa. CONHEÇA A HISTÓRIA

No dia 02 de janeiro de 2022, um PM com 26 anos de corporação estsava emsua casa essa sua esposa e seus dois filhos. De repente, uma explosão causou tremor as paredes do lar que construíram com tanto esforço. Uma bomba caseira foi lançada na esquina de sua casa pelos traficantes que dominam a região, em uma clara retaliação ao trabalho honesto e incansável do policial contra o tráfico de drogas. Não satisfeitos, os criminosos dispararam rajadas de tiros na residência. O PM nunca pensou que um dia sua dedicação à causa pública lhe custaria não apenas a tranquilidade, mas a própria paz de espírito e o bem- estar de sua família. Por mais de duas décadas, ele honrou sua farda, sem qualquer punição ou mancha em sua carreira, cumprindo seu dever com excelência e arriscando sua vida em prol da segurança de todos Após o atentado, os criminosos deixaram clara sua mensagem: ou o PM cedia ao “arrego”, colaborando com o tráfico, ou sua vida e a de seus familiares estariam em risco. Fiel aos princípios que sempre defendera, o policial recusou qualquer acordo e, imediatamente, registrou um boletim de ocorrência nº 119-00008/2022 acostado em anexo, narrando os detalhes do atentado. A partir de então, a vida dele desmoronou. O PM passou a viver sob intenso terror. Mensagens de morte e propostas de corrupção foram enviadas diretamente ao seu celular, agravando a pressão psicológica que já se tornava insuportável. Mesmo assim, ele, fiel à justiça, resistiu e continuou a lutar contra a corrupção. A pressão psicológica decorrente das ameaças diretas e das propostas de corrupção contribuiu para o desgaste emocional extremo do policial.Em 06 de junho de 2022, após 4 dias de terror psicológico constante, o corpo do PM não resistiu mais. Ao sair da delegacia às 12:49 hrs, onde havia prestado Auto de Reconhecimento de pessoa sobre o caso, ele sentiu fortes dores no peito. Desesperado, buscou ajuda e foi levado às pressas para o hospital Darcy Vargas, onde foi diagnosticado com um infarto. O PM começou a passar mal logo após sair da 119a Delegacia de Polícia Civil, onde reconheceu os envolvidos no crime denunciado. O infarto sofrido pelo PM foi desencadeado diretamente pelo estresse e pressão psicológica extrema decorrentes do atentado, das ameaças e da ausência de proteção estatal. Mesmo sendo contribuinte do Fundo de Saúde da Polícia Militar (FUSPOM), que deveria garantir-lhe atendimento de urgência, o PM foi negligenciado pelo próprio sistema que deveria protegê-lo. O hospital da corporação onde deveria ter sido internado, negou-lhe socorro sob a alegação de falta de vagas, mesmo tendo posteriormente informado que havia vaga, porém sem ambulância para o transporte. O Hospital Darcy Vargas conseguiu uma ambulância de um município vizinho para realizar a transferência do PM, que se encontrava entre a vida e a morte. Contudo, o veículo disponibilizado não estava equipado com cilindros de oxigênio, material de extrema importância para o transporte de um paciente recém-vitimado por um infarto. A falta de oxigênio no trajeto entre os hospitais colocou sua vida em risco, sendo mais uma prova da omissão estatal. A negligência no atendimento médico, ao deixar o PM sem os cuidados adequados, agravou o seu quadro clínico. O PM passou nove dias internado no setor de trauma antes de realizar o cateterismo que constatou duas artérias obstruídas. Seis dias se passaram até que a angioplastia fosse finalmente realizada, conforme documentos em anexo , tempo suficiente para que sua vida estivesse por um fio.Durante essa espera angustiante, outro policial, que realizara o mesmo procedimento, faleceu devido à demora no atendimento. Embora tenha sobrevivido, o Autor carrega cicatrizes físicas e emocionais que continuam a afetar sua vida cotidiana. Após receber alta hospitalar, o PM enfrentou um longo e extenuante processo de licenças médicas periódicas, sendo obrigado a renová- las a cada 15 dias e, posteriormente, a cada 30 dias, por um período de um ano e meio . Durante esse tempo, ele era forçado a comparecer ao CFAP , sempre exposto ao estresse de atravessar áreas de risco. Sua residência, localizada em Rio Bonito, distava significativamente do CFAP, localizado em Sulacap, uma constante fonte de estresse para o policial que encontrava-se com sua saúde ainda debilitada. A exigência de renovação frequente de suas licenças, aliada aos trajetos arriscados e desgastantes, impôs grande desgaste a um policial, um ser humano que já havia quase perdido a vida em razão da omissão do Estado . Além de estar em recuperação de uma recente cirurgia e com seu estado psicológico fragilizado, essas condições agravaram ainda mais sua saúde física e mental, expondo-o, novamente, à negligência do Estado em assegurar seu bem-estar e segurança. Além do desgaste causado pelas licenças médicas periódicas, a Junta Médica da PMERJ, mesmo durante tantas renovações, jamais realizou exames básicos, como a aferição da pressão arterial do Autor, demonstrando descaso com sua saúde e segurança. Esse desrespeito continuou a agravar seu sofrimento emocional e físico. O atentado contra a vida do autor e sua família não apenas o afastou de suas funções, como também lhe tirou a chance de almejar uma promoção e uma graduação superior. Esse afastamento forçado interrompeu suas oportunidades de crescimento na carreira, que ele certamente teria alcançado se sua saúde tivesse sido preservada. A interrupção forçada da carreira, gerou uma perda irreparável de oportunidades profissionais, afetando diretamente seu futuro. Antes do infarto, o PM levava uma vida saudável e ativa, sem sobrepeso e longe do sedentarismo, como demosntrado na foto ao lado no datar de 5 de julho de 2020, data anterior ao incidente. Ele possue um sítio, onde praticava atividades físicas intensas, como construir cercas, fincar mourões, capinar e plantar, atividades que, para ele, eram uma forma de aliviar o estresse acumulado no trabalho. Hoje, essas práticas foram-lhe retiradas por ordens médicas. Além disso, o Autor depende atualmente de medicamentos diários para sobreviver, tendo apenas uma artéria funcional, a qual se encontra parcialmente comprometida, exigindo acompanhamento médico constante. Exames anexados à petição demonstram o comprometimento de sua saúde cardiovascular e a

Dois PMs e três suspeitos feridos em confronto em Meriti

Na madrugada deste domingo (04/05), policiais militares  do  21ºBPM (São João de Meriti) realizavam patrulhamento nas proximidades das comunidades  ‘Cocobongo e Amor’ quando, de acordo com a equipe que atuou, criminosos atacaram com disparos de arma de fogo e houve revide. O  Grupamento de Ações Táticas (GAT) foi solicitado, devido ao intenso confronto no local. Na chegada do apoio, durante o conflito, dois agentes foram feridos e, na sequência, foram socorridos para  uma unidade de saúde da região, onde não apresentavam risco de morte. Após estabilizar o ambiente, os militares fizeram uma varredura e encontraram três criminosos feridos em posse de dois fuzis calibre 5.56, uma pistola calibre .45 e uma granada. Vale destacar que os criminosos foram socorridos para o Hospital Municipal de São João de Meriti. Ocorrência encaminhada à DH FONTE: PMERJ

PM foi ferido após bandidos furarem blitz em Santíssimo

Um policial militar foi ferido na noite de ontem após criminosos furarem uma blitz e trocarem tiros com os agentes em Santíssimo na Zona Oeste donRio. O.policial foi socorrido e levado ao Hospital Municipal Rocha Faria, em Campo Grande. Seu quadro de saúde é estavel. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, na noite de sexta-feira (2/5), policiais militares que atuavam pelo Regime Adicional de Serviço (RAS) do 40ºBPM realizavam patrulhamento na Rua Teixeira Campos, no bairro Santíssimo, zona oeste do Rio de Janeiro, quando foram atacados a tiros. Houve confronto. Um policial foi ferido por estilhaços na panturrilha e encaminhado ao Hospital Municipal Rocha Faria. Buscas foram realizadas na região, mas os suspeitos não foram localizados, até o momento. Ocorrência em andamento na 35ªDP.   FONTE: Pagina Bangu ao vivo (Facebook) e PMERJ

Doca (CV) teve prisão preventiva decretada apontado como o mandante de ataque a delegacia em Caxias

O traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca, chefão do Comando Vermelho, teve a prisão preventiva decretada apontado como o mandante do ataque à 60ª DP (Campos Elíseos), em Duque de Caxias, fato ocorrido em fevereiro Também tiveram as prisões preventivas decretadas os criminosos vulgos Nilsinho ou Novinho e Brinquedo que também teriam participado da ação junto com Joab e Bebel, além de aproximadamente outros 15 elementos ainda não identificados, todos integrantes da facção criminosa Comando Vermelho. Segundo relatos, todos cumpriram as ordens de Doca para promover a fuga do preso Rodolfo Manhães Viana, vulgo Rato, líder do tráfico da Comunidade do Vai Quem Quer, que se encontrava legalmente detido no interior da 60ª Delegacia de Polícia, em razão de prisão em flagrante lavrada no procedimento nº 060-01338/2025, no mesmo dia. Doca, segundo os autos, atuou como mandante e autor intelectual do ataque à 60ª Delegacia de Polícia, sendo o responsável pela ordem a seus subordinados para invadir a unidade policial, por meio de disparos de armas de fogo de grosso calibre e granadas, a fim de resgatar o traficante Rato que lá se encontrava detido. Doca é apontado como o maior líder da facção criminosa Comando Vermelho em liberdade e homiziado no Complexo da Penha, de onde, normalmente, são emanadas as ordens e realizadas reuniões da cúpula para as prestações de contas da facção. Nilsinho ou Novinho e Brinquedo supostamente participaram ativamente do ataque além de ostentarem fotos portando fuzis, foram obtidas mensagens em que dizem que tem que matar policiais. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Traficantes com táticas de guerrilha cercavam base de UPP em morro da Tijuca, que era monitorado por todos os lados por criminosos com fuzis e pistolas

“Tem muita gente que passa pela UPP e dá tiro nos policiais, que sabemos que a pessoa é da sacanagem, mas não podemos fazer nada porque não está devendo nada, mas sabemos que é do tráfico/da contenção”. “Há muro onde (os meliantes) ficavam monitorando os policiais”.  “A base ficava num vale dentro da favela, então eram monitorados de todos os lados: pela frente, por trás e laterais; que a base cansou de ser atacada tanto pela retaguarda como pela guarda; que eles faziam uma contenção para atacar a base através da vanguarda com fuzis e pistolas; que já houve policial baleado ali; que agora fizeram a guarita de alvenaria, porque não estávamos aguentando”. Esses relatos são de PMs que trabalhavam na UPP do Morro da Formiga, na Tijuca, área dominada pelo Comando Vermelho, que era alvo constante de ataques de traficantes. Os  traficantes atacavam a polícia com tiros de fuzil e granadas; que inclusive a base da polícia é toda furada; que eles impõem o terror na comunidade e expulsavam os moradores que eram contra o tráfico de drogas; que as armas utilizadas são fuzis, pistolas, granadas, AK-47 e FAL. Os bandidos fazem parte do Bonde do Parma, que tem relação com o Comando do Vermelho, que atua em Caxias e também na Formiga há um bom tempo.O Bonde do Parma tinha o objetivo de tomar morros do Rio, seja em Jacarepaguá, seja na Tijuca; que esse bonde ficou acantonado na Floresta da Tijuca com aprendizado de tática de guerrilha. Segundo relatos, quando esses indivíduos descem do morro da Tijuca, seja pela Barra da Tijuca, seja por Jacarepaguá, seja pela Tijuca, seja pelo Centro, eles roubam e sobem o morro de novo; que é como se fosse Alibabá e os 40 ladrões, porque eles têm a chave para subir no morro e ninguém os encontra. Com a suposta morte de Paulinho Muleta, o novo líder agora é Corujito, que como “chefe do pó” das “bocas de fumo” existentes na “Comunidade da Formiga”, sendo o responsável pela venda de cocaína de todos os pontos de venda da localidade.  Os criminosos agem com extrema violência. Relatou um PM que os traficantes haviam colocado um indivíduo no paredão e o fuzilaram; que a pessoa era da boca de fumo, mas tinha ido a Duque de Caxias e, quando voltou, mataram porque pensaram que era alemão; que, quando chegou lá, considerou que ele morreu como um animal. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

PMs trocaram tiros com suspeitos no Engenho da Rainha e logo após apareceram dois homens baleados. Um deles menor de idade morreu quando ia para o trabalho. Corporação investiga

Um menor de idade, de 17 anos, foi morto com cinco tiros nas costas quando ia para o trabalho no final da noite de ontem, no Engenho da Rainha. Uma equipe da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Alemão realizava policiamento pela Estrada Adhemar Bebiano, no Engenho da Rainha, no final da noite de ontem quando iniciou uma abordagem a um veículo suspeito. Segundo os policiais, criminosos atiraram de dentro do automóvel contra a equipe e houve confronto. Os marginais aceleraram e conseguiram fugir. Em seguida, os policiais constataram que dois homens que passavam pelo local em uma motocicleta foram atingidos. Uma das vítimas não resistiu aos ferimentos e a outra foi socorrida ao Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha. Segundo a nota, os policiais utilizavam câmeras uso individual e o comando da Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP) já instaurou um procedimento para apurar as circunstâncias do fato. A ocorrência foi registrada na DH da Capital, onde as armas dos policiais permaneceram à disposição da perícia, e a Polícia Militar colabora integralmente com as investigações. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga as circunstâncias da morte de Gabriel dos Santos Vieira, de 17 anos. Diligências estão em andamento para apurar todos os fatos. FONTE: Fogo Cruzado RJ, PMERJ e Polícia Civil do RJ

Onze milicianos foram denunciados por sucessivos ataques a policiais em Seropédica no ano passado

Onze milicianos que agiam em Seropédica foram denunciados pelo Ministério Público Estadual por participarem de ataques a policiais civis no ano passado. Entre os acusados estão Chica, Léo Toda Hora, Coruja, GL, PKD, Gordinho, Mecânico e Russinho. Consta da investigação que, os integrantes do grupo paramilitar, estavam em área de mata, próximos as margens do rio Guandu fortemente armados e foram flagranteados por drones da DRACO – PCERJ Ato contínuo, os policiais civis que realizavam o monitoramento, foram atacados pela mata, sendo certo que dois policiais civis da equipe foram alvejados por disparos de arma de fogo. Os milicianos também participaram de uma emboscada contra policiais civis da Especializada, DRACO-IE (Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especias). Os agentes foram atacados a tiros por milicianos chefiados pelo vulgo em Seropédica, ocasião em que dois policiais ficaram gravemente feridos. Os policiais da DRACO foram novamente vítimas de disparos de arma de fogo no mesmo mês de abril de 2024, em Seropédica. À época, após as mortes dos líderes Tubarão em fevereiro de 2024, e de seu sucessor vulgo Cientista, em março de 2024, estava havendo disputas territoriais e de poder em Seropédica entre as milícias do Zinho, Juninho Varão e Chica. Chica é um dos envolvidos na morte do estudante da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), ocasião em que duas crianças também foram baleadas. Houve, inclusive, alianças com a facção criminosa Terceiro Comando Puro-TCP, que domina diversas comunidades do Rio de Janeiro. FONTE: TJ-RJ

Bandido da Gardênia Azul (CV) foi jogar granada na polícia e bomba explodiu na sua mão

No fim da tarde de hoje, um tiroteio entre criminosos e policiais assustou moradores da comunidade da Gardênia Azul, especialmente na região da Via 7. Durante a ação, um suspeito tentou lançar uma granada contra os agentes, mas o artefato explodiu na sua mão e também feriu uma moradora que passava pelo local. O bandido ferido foi socorrido e encaminhado para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. Indivíduos estão tacando fogo em pneus na região. FONTE: Página Jacarepaguá Notícias (Facebook)

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