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Seis bandidos foram mortos após atacarem PMs no Juramento (CV)

Seis integrantes do Comando Vermelho foram baleados durante um ataque a policiais do 41° BPM no Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho. Eles chegaram a ser socorridos, mas morreram na unidade de saúde. Durante a ação, que aconteceu na manhã desta sexta-feira, quatro fuzis e duas pistolas foram apreendidos. Durante a madrugada, policiais militares do 41° BPM (Irajá) realizaram uma operação emergencial na comunidade do Morro do Juramento. Segundo o comando da unidade, a ação teve como objetivo coibir a atuação de criminosos envolvidos em disputas territoriais entre facções rivais. Durante o patrulhamento no entorno da localidade, os agentes se depararam com um grupo numeroso de homens armados. Houve uma tentativa de abordagem policial, mas os criminosos reagiram, efetuando diversos disparos contra as equipes do Grupamento de Ações Táticas (GAT) do batalhão.nstaurou-se um intenso confronto. Após o cessar dos disparos, os policiais encontraram seis suspeitos feridos no local. Os feridos chegaram a ser socorridos para unidades hospitalares da Zona Norte, mas não resistiram aos ferimentos. Com essa ocorrência, a Secretaria de Estado de Polícia Militar ultrapassou a marca de 530 fuzis apreendidos somente em 2025. Somente o 41° BPM (Irajá) é responsável por mais de 15% dessas apreensões, tendo retirado mais de 90 armas de uso restrito das mãos de criminosos — principalmente de quadrilhas que atuam nas localidades da Pedreira, Chapadão, Morro do Juramento e Para-Pedro, nos bairros de Irajá, Colégio, Vicente de Carvalho e Costa Barros. FoNTE: PMERJ

Presos por matar policial civil em Niterói integram organização criminosa estruturada e reagiram a prisão, diz Justiça

Segundo a Justiça, os três presos suspeitos de matar o policial civil Carlos José Queiroz VIana na manhã de ontem em Niterói entre eles os dois PMs, reforçam indícios de que eles integram organização delituosa estruturada. Com eles, foram apreendidos 1 Arma de Fogo TAURUS (Pistola) – Calibre (9 mm) Num. Série: ACD741753; 1 Arma de Fogo GLOCK (Pistola) – Calibre (.40 ); 1 Arma de Fogo GLOCK (Pistola) – Calibre (9 mm); 2 Componentes indeterminado (Carregador) – Calibre (9 mm) 1 Componentes GLOCK (Carregador) – Calibre (.40); 4 Componentes GLOCK (Carregador) – Calibre (9 mm); 9 Munição indeterminado (Cartucho (Intacto)) – Calibre (.40); 61 Munição indeterminado (Cartucho (Intacto)) – Calibre (9 mm); 23 Munição CBC (Cartucho (Intacto)) – Calibre (9 mm). Veículos: Jeep Compass Preta 2018 / 2018 Placa LMQ9C21 Chassi 98867513WJKJ07923 Utilitário Camioneta Combustível: Gasolina/Alcool Renavam:01175438275 Veiculo com placa sem documento¿, além de outros bens diversos. No mais, os custodiados apresentaram-se resistentes quanto à abordagem policial, com desobediência narrada pelos policiais que efetuaram a prisão, inclusive com utilização da profissão (policial) na tentativa de se esquivar da revista no veículo Os autores agiram ppor volta de 07h, na Rua Raul Correa de Araújo, n° 26, Consta que os criminosos chegaram em um veículo Ônix, cor Branca, placa AZK 1G53 e realizaram mais de 10 disparos de arma de fogo na vítima que saíra da residência aparentemente para jogar lixo na rua. A equipe DHNSG logrou êxito em identificar os executores e capturá-los no município de Duque de Caxias, em diligências engendradas pelo GIC e Equipe Plantão especializada, que abordaram os bandidos em veículo em atitude suspeita, onde foi encontrada a placa do ônix. FPMTE: TJ-RJ

Durante cerco, PMs foram atacados na Gamboa, houve confronto e bandido ficou ferido

PMs montaram um cerco para na noite de ontem para deter um veículo que fugiu de uma abordagem na região da Gamboa, na Zona Portuária do Rio Na ação, os policiais foram atacados por criminosos do Morro da Providência e houve confronto. Os suspeitos colidiram o veículo e, cessados os disparos, os militares socorreram um bandido com mandado de prisão em aberto para o Hospital Souza Aguiar. Com ele, foi apreendido um simulacro de arma de fogo. Cabe ressaltar que o suspeito possui quatro anotações criminais. FONTE: PMERJ

PM apreendeu dois fuzis com suspeitos que saíam da Maré (TCP)

Com base em dados de inteligência, policiais do 22BPM realizaram, nesta segunda (06/10), uma ação voltada à atuação de criminosos no Complexo da Maré. Durante a operação, os agentes abordaram um veículo que deixava a comunidade da Baixa do Sapateiro, acessando a Avenida Brasil. Dois ocupantes apresentaram informações contraditórias, o que levou a equipe a conduzi-los à 21ª DP. Durante a revista minuciosa no veículo, foram encontrados dois fuzis cal. 5.56 escondidos na tampa do porta-malas, resultando em uma importante apreensão de armamento de guerra. FONTE: PMERJ

PRF apreendeu mais de três toneladas de maconha na Dutra

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu mais de três toneladas de maconha, na segunda-feira (6), durante fiscalização na Rodovia Presidente Dutra (BR-116), em Piraí (RJ). O carregamento estava escondido em uma carga de tábuas de madeira e seria entregue na capital fluminense. Policiais rodoviários federais do Núcleo de Operações Especiais (NOE-RJ) e do Grupo de Operações com Cães (GOC-RJ) faziam uma ação para coibir o tráfico de armas e entorpecentes, na altura da Serra das Araras, no Sul Fluminense, quando abordaram uma carreta.O condutor, de 31 anos, transportava uma carga de tábuas de madeira. Ele disse que carregou o veículo no Paraná e teria como destino a Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Morador de São José dos Pinhais (PR), o homem contou que trabalha como motorista há cerca de dez anos. Entretanto, durante uma revista, com auxílio de cães farejadores, os policiais localizaram centenas de tabletes de maconha. O carregamento foi encontrado escondido no meio da carga de tábuas de madeira. Foi necessário utilizar uma empilhadeira para descarregar todo o material entorpecente. No total, foram apreendidos 3.465 quilos de maconha. A ocorrência foi encaminhada à Polícia Civil (Delegacia de Repressão a Entorpecentes – Baixada Fluminense). FONTE: PRF

PMs foram atacados em São Gonçalo mas apreenderam um fuzil. Cidade teve cenas de violência marcantes no fim de semana

Policiais do 7º BPM foram atacados por criminosos durante patrulhamento na Rua Expedicionário João Nunes, Comunidade do Jardim Catarina, em São Gonçalo. Após breve confronto, a equipe apreendeu um fuzil calibre 5.56 e grande quantidade de drogas enterradas em tonéis São Gonçalo que teve cenas de violência no último fim de semana A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 7º BPM (São Gonçalo), neste domingo (05/10), uma equipe da unidade foi informada pelo policial de permanência no Hospital Estadual Alberto Torres (HEAT) de que uma mulher havia sido atingida por disparo de arma de fogo na perna esquerda, em sua residência, no bairro Vista Alegre, em São Gonçalo. A vítima foi inicialmente atendida na UPA do Pacheco e, posteriormente, transferida para o HEAT. Não houve confronto com a polícia na região. A ocorrência foi encaminhada à 74ª DP. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 7º BPM (São Gonçalo), neste domingo (05/10), policiais militares da unidade foram acionados para verificar uma ocorrência de encontro de cadáver na Rua Doutor Nilo Peçanha, em Nova Cidade, São Gonçalo. No local, foi encontrado um corpo carbonizado. A Delegacia de Homicídios foi acionada e a equipe permanece no local resguardando a área até a chegada da perícia. A 74ª DP (Alcântara) foi acionada e investiga um caso de lesão corporal, contra uma mulher de 76 anos. Diligências estão em andamento para apurar a autoria dos disparos. Em relação à segunda vítima citada, até o momento, não houve registro na delegacia na área. A 74ª DP, contudo, ao tomar ciência do fato, apura o caso. A ocorrência está em andamento. Sobre o óbito, o caso é investigado pela Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG). A perícia foi realizada no local e diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime. FONTE: PMERJ e Polícia Civil do RJ

Como era a atuação de uma das maiores quadrilhas que forneciam armas para facções criminosas do RJ. Grupo agia desde 2022 mas só este ano foi aberto processo criminal contra os envolvidos

Depois de dois anos de descoberta a atuação de uma quadrilha que trazia armas de outros estados para serem vendidas à facções criminosas no Rio de Janeiro, o Tribunal de Justiça abriu processo contra os envolvidos. A investigação revelou a atuação do bando entre novembro de 2022 e março de 2023, em diversas unidades da Federação. O foco principal do grupo era, em suma, o comércio ilegal de arma de fogo, relativo ao transporte, à exposição à venda e ao fornecimento de armas de fogo, acessórios ou munições, inclusive de uso proibido ou restrito, sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar. Em março de 2023, o grupo sofreu um grande desfalque com a apreensão na Rodovia Presidente Dutra de 13 pistolas com kit rajada de calibre 9mm, todas com numeração de série suprimida por intensa ação mecânica, 31 (trinta e um) carregadores, sendo 11 estendidos e 20 normais, todos de calibre 9mm com 30 munições, além de 1 (um) fuzil calibre 762mm, 4 (quatro) carregadores cilíndricos calibre 556, com capacidade para 100 munições cada, 01 (um) carregador calibre 7,62mm, estes de uso proibido. A atuação da associação, ademais, tinha abrangência interestadual, pois os serviços (as rotas) tinham origem, normalmente, no estado do Paraná, mais precisamente em Foz do Iguaçu, e destinos intermediário e final, frequentemente, nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente, o que inclusive justificava toda a dinâmica relacionada aos aluguéis dos imóveis e automóveis, para viabilizar o transporte do armamento. O líder do bando era um homem chamado Mateus. Ele selecionava e repassava os serviços e encomendas, definia as rotas das viagens, controlava a movimentação e a atividade dos demais integrantes, escolhia os executores dos “serviços”, autorizava pagamentos e estabelecia conexões com os adquirentes e recebedores das armas de fogo comercializadas, além de também orientar os demais integrantes, para que demonstrassem cautela em suas atividades. Mais especificamente, ele definia as datas e os motoristas dos transportes das cargas de armamento, autorizava o uso dos automóveis alugados pela associação e definia e repartia os valores pagos pelas entregas feitas. Sua esposa, Thaís, era por sua vez, a responsável pela locação dos veículos utilizados no transporte das armas de fogo, munições e acessórios, assim como pela locação dos imóveis que eram usados pelos demais integrantes. Para além disso, ela também realizava pagamentos em nome ou em virtude de orientação de Mateus. O denunciado Pedro atuava pessoal e diretamente no transporte das armas de fogo, acessórios e munições, na locação dos veículos, na realização de entregas e no recrutamento de outros indivíduos para a associação (como demonstram os diálogos mantidos por ele com outros indivíduos, como o identificado pelo vulgo Sheik). No desempenho de suas tarefas, o demandado mantinha contato frequente com Mateus, de quem recebia orientações e para quem prestava contas sobre os serviços realizados. A denunciada Brenda, por fim, também desempenhava tarefas relacionadas ao transporte e fornecimento do armamento e estava direta, estável e conscientemente envolvida nas atividades do grupo criminoso. As estratégias do grupo eram (1) a locação de veículos e imóveis por pessoas que não conduziam os automóveis alugados nem se hospedavam diretamente naqueles bens; (2) o uso de grupos de aplicativos de mensagem, para compartilhamento, em tempo real, de informações sobre fiscalizações feitas pela PRF, e o uso de “batedores” – pessoas que se deslocava à frente dos comboios que transportavam as armas -, para que monitorassem o trajeto e alertassem sobre possíveis intervenções policiais; (3) uso de comunicação e linguagem velada – uso do termo “chuteira” para referencias a armas, e a supostas empresas, para disfarçar as demais atividades; (4) uso de diversas linhas telefônicas e de pessoas interpostas, para dificultar o rastreamento das atividades do grupo. ilegalmente comercializado. A apuração realizada pela autoridade policial revelou que, no período mencionado da atividade da associação criminosa, diversas viagens interestaduais foram realizadas, para transportar armas de fogo de uso restrito. Entretanto, além das viagens, os denunciados, nesse interregno, planejaram outros serviços e trocaram informações sobre os objetivos da associação e formas de auferir renda e expandir suas atividades, por meio de novas coletas e fornecimento de armamentos e a cooptação de outros integrantes para o grupo (como demonstram os inúmeros registros de contatos constantes dos autos, especialmente da Informação Sobre a Investigação, As provas obtidas durante a investigação ainda revelaram que os armamentos eram fornecidos a outros grupos criminosos, inclusive a facções criminosas com atuação na cidade do Rio de Janeiro. Em diversos momentos, os denunciados, especialmente os denunciados Pedro e Mateus, se comunicaram com os destinatários das cargas, e os registros desses contatos revelam a vinculação entre os interlocutores. FONTE: TJ-RJ

Desde o ano passado, PM do Rio prendeu 253 bandidos de outros estados

Em 2025, a Polícia Militar do Rio já prendeu 113 prisões de indivíduos com mandados expedidos pela Justiça de outras unidades da Federação. No ano passado, foram presos 140 criminosos oriundos de outros estados em território fluminense. Hoje, a corporação prendeu um bandido do Espírito Santo contra o qual havia mandado de prisão por homicídio em operação no Complexo da Alma e Jardim Catarian, em São Gonçalo. Foram presos ao todo, 11 suspeitos e apreendidas duas pistolas, material entorpecente e radiocomunicadores. Um homem foi atingido no braço esquerdo e socorrido ao Hospital Estadual Alberto Torres. Posteriormente, os policiais foram informados de que um homem, ferido por disparo de arma de fogo, deu entrada na mesma unidade de saúde.

CV perdeu armas e também teria perdido homens na guerra em Curicica. ENTENDA A DISPUTA

Há relatos que circulam nas redes sociais que o Comando Vermelho teve um grande prejuízo na operação de ontem do BOPE e nos ataques dos milicianos na comunidade Dois Irmãos, em Curicica. Além dos três fuzis que foram apreendidos, há a informação de que quatro traficantes foram mortos. Entre os mortos está o traficante conhecido como Madureira que parte do Bonde do 31, um dos puxadores de guerra da comunidade Santa Maria, na Taquara, e os outros mortos são os traficantes PDF, KM e Samuca. A guerra na Dois Irmãos começou depois que o miliciano Fabi tentou invadir a comunidade que era reduto do também miliciano André Boto (preso). Fabi acabou morto pela polícia mas os remanescentes da sua tropa teriam se unido ao CV para continuar a guerra. Do outro lado, Boto contaria com a ajuda de milicianos do Rio das Pedras. Apesar do prejuízo que teria tomado, os traficantes ficaram na área de mata da comunidade e tendo ajuda dos ex milicianos do Fabi.

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