Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Amigos dos Amigos

Investigação aponta que traficante mineiro abastecia Celsinho da Vila Vintém com 200 kg de pasta base de cocaína e lavava dinheiro com Peixão em farmácias no RJ

Uma investigação conduzida pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) revelou que o traficante conhecido como “Bim”, que se encontrava escondido na comunidade de Parada de Lucas, na Zona Norte do Rio de Janeiro, era responsável pelo fornecimento mensal de aproximadamente 200 quilos de pasta base de cocaína ao criminoso conhecido como “Celsinho da Vila Vintém”. Além disso, ele também teria atuado no auxílio à lavagem de dinheiro do tráfico em estabelecimentos farmacêuticos no Estado do Rio de Janeiro, em associação com o traficante “Peixão”. De acordo com as apurações, Bim comandava uma complexa organização criminosa com base na Região Metropolitana de Belo Horizonte, especialmente no município de Vespasiano (MG). As ações das forças de segurança contra o grupo resultaram, nos primeiros anos desta década, na apreensão de mais de uma tonelada de cocaína, cerca de R$ 600 mil em espécie e no sequestro de ao menos dez imóveis de alto padrão. As investigações apontam que os líderes da organização estruturaram uma espécie de “consórcio criminoso” com o objetivo de adquirir grandes quantidades de entorpecentes em outros estados da federação, reduzindo custos e ampliando os lucros. Paralelamente ao tráfico, os integrantes passaram a acumular patrimônio incompatível com suas rendas declaradas, especialmente em imóveis e veículos, valendo-se de mecanismos típicos de lavagem de dinheiro. Mesmo diante de sucessivas operações policiais, o grupo não interrompeu suas atividades. Ao contrário, demonstrou elevado grau de resiliência e capacidade de adaptação, passando a operar de forma ainda mais sofisticada. Nesse contexto, Bim teria se deslocado para o Rio de Janeiro, de onde passou a coordenar e expandir as atividades ilícitas, enquanto integrantes permaneciam em Minas Gerais responsáveis pela logística e fluxo financeiro. Segundo o MPMG, ao se estabelecer em território fluminense, o investigado passou a contar com a proteção armada da facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP), liderada por “Peixão”, também conhecido como “Pastor”. Mais do que abrigo, a relação evoluiu para uma aliança estratégica, na qual Bim se consolidou como um dos principais fornecedores de pasta base e cloridrato de cocaína para o TCP, além de abastecer integrantes do Comando Vermelho (CV) e da facção Amigos dos Amigos (ADA). A análise de dados extraídos de aparelhos celulares atribuídos ao investigado revelou diálogos que indicam a negociação de grandes carregamentos de drogas oriundas da Bolívia, referida nas conversas como “Bola”. As mensagens também apontam a comercialização de armamentos de alto calibre, como fuzis 5.56 e 7.62, adquiridos no exterior, evidenciando o elevado poder bélico da organização. As investigações identificaram ainda que Bim controlava a produção e prensagem de cocaína com as logomarcas “Lampião” e “Bugatti”, associadas a drogas de alta pureza. Uma dessas remessas — cerca de meia tonelada — foi anteriormente interceptada pela Polícia Rodoviária Federal no Arco Metropolitano, no Rio de Janeiro. Nos diálogos analisados, o investigado também orientava subordinados quanto à aquisição de maquinário industrial para prensagem e embalagem de entorpecentes, mencionando valores aproximados de R$ 80 mil para a máquina e R$ 20 mil para insumos de embalagem. Em uma das conversas, ele afirma possuir capacidade para fornecer até 200 quilos mensais de pasta base ao traficante “Celsinho da Vila Vintém”. Bim foi preso em 19 de janeiro de 2023, durante operação conjunta da Polícia Civil de Minas Gerais com a Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Ele foi localizado no interior da comunidade de Parada de Lucas, portando uma pistola Glock calibre 9mm adaptada para disparos em rajada, documento de identificação falso, veículo com sinais identificadores adulterados, além de dezenas de aparelhos celulares e um caderno de contabilidade do tráfico. A análise do material apreendido reforçou os indícios de que o investigado continuava exercendo papel de liderança na organização criminosa em Minas Gerais, mesmo durante o período em que esteve escondido no Rio de Janeiro. As apurações também identificaram indícios de conexão com o Primeiro Comando da Capital (PCC). Bim manteria contato com um indivíduo conhecido como “Torre”, apontado como liderança da facção paulista, além de interlocuções com um narcotraficante preso, descrito como seu “irmão” dentro da organização criminosa. Por fim, foi constatado que o grupo também utilizou recursos ilícitos para aquisição de um posto de combustíveis no município de Paraty (RJ), como parte das estratégias de lavagem de dinheiro.

Mulher de Celsinho da Vila Vintém morreu no Rio; ela respondeu a processos que acabaram arquivados

A mulher do traficante conhecido como Celsinho da Vila Vintém, Deise Mara de Souza Rodrigues, que faleceu nesta data por causas não divulgadas no Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, já respondeu a processos na Justiça por suposta participação em crimes. Em todos os casos, no entanto, não houve condenação, tendo as ações sido arquivadas ou encerradas sem sentença condenatória. Um dos processos tratava do homicídio de Júlio César da Silva Ramos, ocorrido em 16 de junho de 2015, na comunidade da Vila Vintém, na Zona Oeste do Rio. De acordo com os autos da época, Deise foi apontada como suspeita de atuar como mentora intelectual do crime, supostamente em conjunto com um comparsa conhecido como “Loco Abreu” e outros integrantes da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA). Segundo a denúncia, a vítima estava em um baile funk na comunidade quando avistou sua motocicleta, que havia sido furtada dias antes, em posse de um homem desconhecido. Ao tentar reaver o veículo, Júlio César teria se envolvido em uma discussão com integrantes da facção que atua na região. Ainda conforme os autos, durante o tumulto, traficantes teriam sido acionados e, seguindo ordens atribuídas à organização criminosa local, a vítima foi atingida por disparo de fuzil, morrendo no local. A denúncia também apontava que, após o crime, o corpo teria sido levado para a região conhecida como “Campo do Cruzeiro”, onde teria sido esquartejado e incendiado. O Ministério Público sustentou, à época, que o homicídio teria sido motivado por motivo fútil, relacionado à tentativa da vítima de recuperar o bem subtraído. Apesar das acusações, o processo, iniciado em 2017, foi arquivado em 2021, sem condenação. Deise também figurou como ré em um processo de 2011 que apurava dois homicídios duplamente qualificados. Na ocasião, as investigações apontavam que os acusados seriam pessoas de alta periculosidade, supostamente ligadas ao comando do tráfico na Vila Vintém, e que ordenariam execuções de indivíduos considerados ameaças ao controle da organização criminosa. Testemunhas ouvidas na fase policial relataram temor e afirmaram ter sido expulsas da comunidade, além de alegarem ameaças atribuídas aos investigados. As vítimas foram identificadas como Renato Cardoso Quezado e Leandro Rodrigues de Almeida. Segundo os autos, os crimes teriam sido praticados com uso de armas de fogo de grosso calibre, a curta distância, impossibilitando qualquer chance de defesa. A vítima Leandro era sobrinha de Celsinho e foi expulsa da comunidade, em razão de disputas internas na estrutura do tráfico de drogas da região. No entanto, a Justiça entendeu que não havia indícios suficientes de autoria em relação aos acusados, incluindo Deise e Celsinho, decidindo pela impronúncia — o que os retirou do julgamento pelo Tribunal do Júri. Posteriormente, o processo foi arquivado. Em outro caso, Deise chegou a ter a prisão preventiva decretada sob acusação de envolvimento com o tráfico de drogas na Vila Vintém, mas acabou absolvida pela Justiça. Após sua morte, a escola de samba Unidos de Padre Miguel prestou homenagem: “Deise foi força, foi amor, foi história viva da nossa escola. Uma mulher que lutou até o fim, que nunca deixou de acreditar e que transformou tudo ao seu redor com sua presença única. Seguiremos honrando seu nome, sua luta e seu legado… para sempre.”

Morto pela polícia, traficante ‘Desenho’ era citado em processo por participar de torturas e humilhações na Vila Vintém (ADA)

O traficante Fabiano de Moura Leite, conhecido como “Desenho” e apontado como uma das principais lideranças do tráfico na Vila Vintém, em Padre Miguel, foi morto nesta semana durante uma operação policial na comunidade, na Zona Oeste do Rio. Um comparsa também morreu na ação. Ambos chegaram a ser socorridos e levados ao Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, mas não resistiram. Armas foram apreendidas. (um fuzil, duas pistolas, três granadas e seis carregadores para fuzil e pistola). A morte de Desenho ocorre em meio a um histórico de envolvimento com o comando do crime na região. De acordo com informações constantes em processos judiciais, ele já integrava, há anos, a estrutura da facção criminosa que atua na favela, exercendo papel de destaque na organização. Em um processo de 2012, que investigava a atuação de traficantes na Vila Vintém, Desenho é citado ao lado de outros integrantes do grupo acusado de práticas violentas contra moradores. Segundo os autos, vítimas relataram episódios de tortura, humilhação e ameaças, com especial incidência sobre mulheres. As ordens, ainda conforme a investigação, partiam de dentro do sistema prisional, sendo atribuídas ao então líder conhecido como “Celsinho da Vila Vintém”, apontado como responsável pelo controle dos pontos de venda de drogas na comunidade. A denúncia também descreve um cenário de intimidação sistemática, com ameaças direcionadas a testemunhas e vítimas, com o objetivo de impedir a colaboração com as autoridades. Os relatos indicam um ambiente de forte coerção, sustentado pelo uso ostensivo de armas de fogo e pela atuação organizada do grupo criminoso. Ainda segundo os documentos, a quadrilha apresentava elevado grau de periculosidade, com atuação estruturada e armamento diversificado, operando de forma semelhante a um “poder paralelo” nas áreas sob seu domínio. Além de Desenho e Celsinho, o processo menciona outros integrantes identificados por apelidos como “Perigo” (também conhecido como Piloto ou Dilico), “Velho” (ou Luquinha), “Zoio” (Mata Rindo ou Slay), Nazareno, “Pará” (ou Parasinho), Canelão e “Piolho” — este último posteriormente ligado ao Comando Vermelho. Todos foram reconhecidos por vítimas como integrantes da facção Amigos dos Amigos (ADA) e responsáveis por cumprir ordens da liderança do grupo. De acordo com as investigações, a organização exercia controle sobre diversas localidades, incluindo Vila Vintém, Curral das Éguas, Nogueira, Minha Deusa, 77 e Conjuntão. A operação que resultou na morte de Desenho integra ações das forças de segurança para conter a atuação de grupos criminosos na Zona Oeste. O caso segue sob investigação.

Mulher que assistiu vídeo de traficantes torturando e matando um rapaz deu depoimento impressionante sobre o caso e disse que nenhum ser humano aguentaria aquilo

Uma mulher que foi testemunha de um processo que julgou traficantes ligados à facção criminosa Amigo dos Amigos (ADA) acusados de homicídios em Campos dos Goytacazes deu um depoimento impressionante sobre os fatos. O marido dela, chamado Maurício, foi assassinado pelos bandidos. Segundo os autos, testemunha contou que uma das vítimas, conhecida como Durinho, teve o aparelho dentário arrancado na covardia. Segundo ela, bateram nele com pau. “Foi uma tortura o que fizeram com ele”. Ela disse que nenhum ser humano aguenta aquilo e falou que não tem medo de ser morta e sim torturada. A decisão judicial aponta que a mulher falou que assistiu o vídeo do crime e viu um bandido batendo no rosto de Durinho, torturando o braço. Segundo ela, a vítima pedia socorro e era mais porrada em cima de porrada. Contou que as piores coisas que possa imaginar fizeram com o rapaz. De acordo com os autos, a testemunha disse que Durinho sangrava muito, estava com os braços e pernas amarradas. O rapaz era usuário de drogas. Segundo ela, eram dez pessoas contra um, cada uma tirando um pedaço do rapaz. O processo revela que a mulher contou na época que, dois anos após o fato, seu psicólogico ficou ruim e que até hoje não é uma pessoa normal mais. Foi a primeira vez que viu um negócio daquele. O relatório da Justiça informa ainda que ela ainda disse que se acontecer alguma coisa com ela, se a matarem, vai morrer feliz, por causa da coragem que está tendo em tentar acabar com o tráfico, a droga e a violência ao ser humano. Falou que a única certeza que tem é que vai morrer um dia, mas se não for por violência está tranquilo, segundo o que consta nos autos. A decisão judicial revela ainda que ela contou que já recebeu ameaças e que seu marido da declarante não deixava a declarante ter amizade com ninguém para ela não ficar sabendo de nada, pois ela não gostava de coisa errada. Falou também que após matarem o marido, , falaram que passaram a foto da declarante para a galera do ADA para matarem ela. Segundo ela, de onde a virem, vão matá-la. Sobre o marido, disse que uma ligação de dentro da cadeia pediu um traficante matá-lo pois sabia de muita coisa, diz a Justiça. O relatório informou que Maurício teria estado na mata para colocar armadilhas para passarinhos, ouviu Durinho pedir por socorro, viu avítima ser agredida e em seguida, ouviu os disparos e também ouviu quando os criminosos ligaram para informar que “estava feito”. Contudo, ao sair da mata, Maurício foi visto e, por isso , estava com medo. Dias depois, houve a negativa de Maurício de esconder armas para os traficantes e seu estabelecimento foi arrombado, tendo Maurício que não queria mais ostraficantes no bar. Após, Maurício teria sido assassinado. O assassinato de Durinho levou a condenação de Alan Carlos da Silva Nunes à pena de 34 anos, 10 meses e 10 dias de reclusão. A defesa do condenado postulou a absolvição sob alegação de ser a decisão contrária à prova dos autos. Subsidiariamente requereu a revisão da pena. Em decisão promulgada em 25 de fevereiro, a Justiça negou.

Guerra do tráfico na região do Catumbi se arrasta por duas décadas. ENTENDA

A guerra entre traficantes na região do Estácio, Catumbi e Rio Comprido, na Região Central do Rio, vem desde os anos 2000. Naquela época, os confrontos se acirraram depois que o falecido traficante Irapuan David Lopesl, o Gangan, então chefe da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) e morto em um confronto com a polícia, tomou do Comando Vermelho o controle dos morros da Mineira e do Zinco. No último sábado, em pleno Carnaval, um traficante do Morro do Fallet (CV) conhecido como Zoio foi morto em um suposto ataque de rivais do TCP em Santa Teresa. Outras duas pessoas ficaram feridas. Vire e mexe vem ocorrendo confrontos esporádicos na região De acordo com a página Word War Rio, no início do ano houve relatos de que os traficantes do CV se reuniram para planejar as investidas no São Carlos (TCP) Estariam envolvidos os integrantes do CV da Mangueira, Jacaré, Lins, Fallet e Praça Seca; Ao mesmo tempo que os traficantes que Carré e Léo Empada, lideranças do TCP planejavam a retomada do Morro da Coroa. – Lembrando que o Carré era chefe da Coroa na época do TCP. Em agosto de 2020, o Comando Vermelho promoveu uma grande invasão ao Complexo de São Carlos (TCP) que contou com a participação de traficantes de várias favelas como Rocinha, Alemão, Penha. Na ocasião, uma mulher chamada Ana Cristina que nada tinha a ver com a história cabou sendo morta. Ela dirigia-se à pizzaria onde seu companheiro trabalhava juntamente com seu filho de três anos e, quando passou foi surpreendida por uma intensa troca de tiros entre narcotraficantes Diante do tiroteio, a vítima ingressou no interior do automóvel da testemunha Gabriele a fim de se abrigar, ocasião em que deitou seu corpo por cima do corpo de seu filho pequeno para protegê-lo, mas acabou alvejada por dois tiros de fuzil, Traficantes da cúpula do Comando Vermelho responderam processo por esse caso como Doca, Abelha, Johny Bravo da Rocinha, Paulinhozinho do Fallet, Jiló dos Prazesres, Bambu da Rocinha, Léo Serrote (preso), além de Menor Cheru, Léo Empada e Limão, esses três últimos ligados ao TCP.O traficante Johny Bravo recrutou integrantes da Rocinha para o ataque fornecendo-lhes roupas táticas e armamentos (fuzis). Abelha, então preso, teria dado a ordem para que coordenasse a invasão ao Morro de São Carlos.

Processos na Justiça detalham homicídios ordenados por chefão da ADA em cidade do Norte Fluminense

Segundo o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o traficante Buldogue responde a pelo menos nove processos acusados de homicídios em São Francisco do itabapoana, no Norte Fluminense. Um dos autos diz que, em dia 13 de maio de 2025, por volta das 13h50min, na RJ 196, Km 180, s/nº – Buena, um integrante da sua quadrilha vulgo WL matou Leandro Lírio Moreira e Marlon Moreira de Oliveira por ordem de Buldogue. O delito foi praticado mediante emboscada, conforme demonstrado pelas imagens de monitoramento, que revelam o veículo utilizado pelo atirador. estacionado na localidade por aproximadamente 30 minutos antes da ação criminosa. Tal conduta evidencia que o denunciado aguardava intencionalmente as vítimas, tendo planejado previamente a emboscada com o propósito de consumar o crime. A infração também foi perpetrada por motivo torpe, considerando que o ato criminoso se deu em razão de Marlon ser integrante da facção TCP, isto é, o pano de fundo do crime se deu em razão da nefasta guerra entre facções criminosas. As vítimas foram executadas com diversos disparos de arma de fogo, dentro do veículo Fiat Ducato enquanto estavam a caminho do Estado do Espírito Santo para realizarem venda de peixes. Consta que, por volta das 13h, as vítimas partiram do distrito de Gargaú. No entanto, ao passarem pelas imediações de Buena, foram surpreendidas por um veículo VW/Voyage, de cor branca, que interceptou a sua trajetória. Do referido automóvel, desceu o atirador, ocupante do banco dianteiro do passageiro, o qual passou a efetuar disparos de arma de fogo em direção às vítimas. O setor de inteligência da 147º DP concluiu que a vítima Marlon mantinha envolvimento com o tráfico de drogas na localidade de Gargaú, sendo integrante da facção criminosa denominada “TCP”. Consta, ainda, que esse ofendido já teria sido anteriormente ameaçado por Buldugue Slíder da facção “ADA”. No dia dos fatos, portanto, tendo os ofendidos passado durante o trajeto por bairros dominados pela facção “ADA”, como a Ilha dos Mineiros, Buldogue ordenou a um comparaa a execução dos nacionais. O VW/Voyage usado no crime foi apreendido no dia seguinte ao crime em pauta na localidade de Coreia em uma residência pública e notoriamente conhecida como utilizada por integrantes da facção criminosa “ADA”. Conforme os elementos informativos colhidos no Inquérito Policial n.º 147-00536/2025, após exame papiloscópico no veículo, foram encontrados fragmentos de digitais justamente de WL. Em um processo de 2024, ele responde pelo homicídio de uma mulher chamada Joyce que era usuária de entorpecentes e, em razão do vício, efetuava diversos furtos para sustentar a doença. No entanto, a facção dominante no local (“ADA”) não admitiu a conduta da vítima e, além de castigá-la fisicamente dias antes, ceifaram sua vida.Os traficantes foram apontados como como autores do crime de tortura contra a vítima dias antes tendo um dos acusados feito contato com o chefe da facção Buldogue, tendo este mandado cortar as duas mãos da vítima. Na delegacia, testemunhas afirmaram que havia vídeo da execução da vítima Joyce. Outra vítima de Buldogue foi Soraya Miranda dos Santos, assassinada em 2022. Ela foi morta por ser considerada X9 pela quadrilha. Osmar da Silva Henriques foi outra vítima do bando. O crime teve motivação torpe pela rivalidade na própria facção criminosa “ADA”,. Em tempo, a linha investigativa entendeu que a vítima, nos últimos dias, não participava ativamente do tráfico de drogas, o que possivelmente também ocasionou a execução. Na época, a polícia concluiu que Buldugue vinha determinando a morte de pessoas associadas a outras facções rivais para monopolizar a comercialização de entorpecentes na região

Chefe do tráfico preso teve a prisão preventiva decretada suspeito de envolvimento em triplo homicídio no Norte Fluminense que teria como suposta motivação briga por herança familiar

O chefe do tráfico do município de São Francisco do Itabapoana, vulgo Buldogue, teve a prisão preventiva decretada suspeito de envolvimento em um triplo homicídio ocorrido na cidade este mês, segundo informações do Tribunal de Justiça. Buldogue é ligado à facção crimnosa Amigos dos Amigos (ADA). Em maio do ano passado, divulgamos uma matéria informando que mesmo preso, ele continuava coordenando toda avidade ilícita na Ilha dos Mineiros, e outras localidades subjugadas pela facção ADA (Amigos dos Amigos) no município. Segundo as investigações, além de coordenar toda estrutura ramificada de venda de drogas, Buldogue age como verdadeiro poder paralelo, julgando, condenando e executando penas. Age punindo cidadãos com penas corporais, torturas e execuções sumárias, age também expropriando propriedades alheias, tudo isso sob os olhos do Estado. Buldogue responde a nove processos no TJ-RJ acusado de homicídios.. Além de Buldogue, tiveram as prisões decretadas os indivíduos de vulgos Pepeco, Gordinho e Tutu. Os indícios de autoria restaram presentes, tendo em vista o relato da vítima sobrevivente, das testemunhas e da dinâmica da empreitada delituosa devidamente descrita na denúncia, revelando a atuação conjunta e coordenada dos acusados. Foram vítimas do homicídio Reginaldo Mendes dos Santos, de 65 anos, Eduardo Castro da Silva e Luiz Carlos Cruz Lucas, de 52 anos. De acordo com informações apuradas no local, homens encapuzados chegaram em um carro modelo Gol e em duas motocicletas. Antes do crime, eles teriam ordenado que o caseiro deixasse a propriedade e afirmado que “ninguém faria cerca no local”. Em seguida, os suspeitos entraram na casa junto com as vítimas. Logo depois, diversos disparos de arma de fogo foram ouvidos. Os corpos foram encontrados em diferentes cômodos do imóvel, incluindo a cozinha, o banheiro e um corredor. A perícia recolheu munições e estojos de calibre .40. Durante o registro da ocorrência, a polícia tomou conhecimento de que uma das vítimas conseguiu fugir no momento do ataque e identificou suspeitos. Um deles foi reconhecido na delegacia e permaneceu preso. Policiais militares prenderam um homem de 20 anos, que não teve o nome divulgado, suspeito de participação no triplo homicídio ocorrido na localidade de Aldeia. O suspeito, foi reconhecido por uma das vítimas que estava no interior da casa e conseguiu escapar. O homem foi localizado na localidade de Siribeira, em Barra do Itabapoana. Ele foi preso e encaminhado para a 147ª DP da cidade. Foi divulgado que a principal linha de investigação para o crime seria uma briga por herança familiar. Reginaldo seria o alvo principal dos atiradores, enquanto Eduardo e Luiz Carlos trabalhavam para a vítima. Em dezembro, Reginaldo e uma irmã teriam participado do sequestro de outro irmão. Na ocasião, a vítima teria sido agredida e abandonada no estado do Espírito Santo.

Favela onde filha de major da PM foi espancada e morta por suspeita de golpe no tráfico é comandada por bandido que fugiu de presídio usando uma corda e responde por triplo homicídio

A Favela do Jardim Novo, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, onde Naysa Kayllany da Costa, de 22 anos, filha de um major da PM, foi espancada e acabou morrendo depois, é comandada pelo traficante Lucas Apostólico da Conceição, o Índio do Jardim Novo, vinculado à facção criminosa Amigos dos Amigos.(ADA). A Polícia Civil investiga a possibilidade de um desentendimento em um ferro-velho da região, onde Kayllany trabalhava, que pode ter relação com o caso. O estabelecimento pertenceria ao tráfico e existe a suspeita de a moça ter desviado dinheiro do negócio.Índio fugiu do presídio Bangu 6 em 2023 juntamente com os criminosos Jean do 18 e Marcelinho Merendiba todos considerados de alta periculosidade. A fuga foi realizada após serrarem as grades da cela em que ficavam, a B1. Em seguida, a partir de uma escada improvisada, feita com cordas e pedaços de madeira, teriam pulado o muro da unidade. O equipamento foi encontrado preso à guarita onde ficava um dos policiais penais responsáveis pela vigilância dos detentos.Índio responde desde o ano passado processo por triplo homicídio ocorrido em 2024 em Realengo A motivação do crime seria porque uma das vítimas, vulgo GB, havia trocado de organização criminosa, indo para o Terceiro Comando Puro (TCP) o que desagradou os bandidos, além de estar praticando roubos a veículos. O crime teve participação de bandidos das facções ADA e CV. o alvo seria apenas “GB”. as outras duas vítimas, Carlos e Márcio, morreram porque estariam no local na hora errada. As vítimas foram monitoradas previamente, cercadas em uma vila de casas sem saída, alvejadas de inopino por número excessivo de disparos.Índio na qualidade de “frente” da comunidade do Jardim Novo, em posição de superioridade e liderança, dirigindo a atividades dos demais denunciados, determinou e autorizou os homicídios. Após ser espancada, Naysa Kayllany já chegou sem vida na UPA do Jardim Novo, após ser agredida. A perícia identificou múltiplas lesões compatíveis com espancamento. A moça era filha do major Neyfson Borges, oficial conhecido e respeitado no Batalhão de Choque da PM.Nas redes sociais, o pai da jovem publicou uma mensagem de despedida comovente, que emocionou milhares de pessoas: “Hoje o céu ganhou mais uma estrelinha. A mais branca de todas. Feita com um pedaço arrancando inesperadamente do meu coração. Deus levou para Ele minha eterna branquinha. Seu pai te ama e te amará por todo o sempre. Você foi minha felicidade por mais de 22 anos. Obrigado por dar luz à minha vida. Só preciso ficar aqui mais um pouquinho para cuidar dos seus irmãos. Olhe por eles aí de cima e peça forças para todos que ficaram para suportar esse vazio e essa saudade infinita.”

Os bastidores do assassinato de um casal muito jovem morto por traficantes da ADA em Macaé

Processo na Justiça revela a trama do assassinato de um casal em Macaé identificado como Tony Machado Macedo de Almeida, de 18 aos, e Maryana Anastácio Cabral Gomes, de 16 anos, ocorrido em 20 de novembro do ano passado. Tony era envolvido com o tráfico e chegou a vender uma motocicleta para comprar drogas na capital fluminense e posteriormente repassado para outros venderem. Esses intermediários, no entanto, teriam sido picotados pelos traficantes. O pai de Tony dissse que um traficante vulgo Semente queria matá-lo e por isso retirou seu filho da cidade tendo ele permanecido fora de Macaé durante 15 dias em São José do Ubá, De volta a Macaé, Tony apareceu com uma Tucson marrom e enviou mensagem para o pai. “Semente avisou que os meninos vão me cercar para me pegar” A mensagem foi enviada momentos antes de Tony ser assassinado Tony ainda falou para o pai. “Pai eu vou lá para o aeropor, o senhor me encontra lá para a gente para São José de Ubá porque eu estou correndo risco de vida, os garotos estão me cercando”. Em outra mensagem, Tony expressava o medo. ” “Mãe, manda meu pai indo lá pra reta da Dona Rute porque eu vou ter que ir embora de Macaé rápido. Os cara me viram no bairro aqui e explanou onde eu “to”. Eu tenho que ir embora”. Tony assim como Maryana teriam sido mortos por traficantes da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA).  Testemunhas disseram à polícia que um homem, pilotando uma motocicleta preta, se aproximou do casal e disparou contra eles antes de fugir. Maryana era namorada dae Tony. O policial Claudio Cordeiro disse que foram acionados para comparecerem no local, pois havia um duplo homicídio, na Rua Chico Mendes próximo ao Recanto da Lagoa, no Bairro São Marcos, que alguns populares estavam no local dizendo que ouviram disparos. Que um dos populares, de nome Vicente viu de sua janela que o autor estava pilotando uma moto. Ao chegtar ao local do crime, o pai de Tony informou que o filho era envolvido com tanto com o tráfico quanto com o roubo; que disse também que um homem de vulgo Semente seria o responsável por matar seu filho. No local foram apreendidos os telefones das vítimas. Dois envolvidos com o crime estão com as prisões decretadas. Um deles, inclusive, era amigo de Tony e esteve com ele antes do crime. Esse amigo fugiu assim que soube que homens em uma motocicleta foram até a sua casa procurá-lo. Posteriormente, a polícia apreendeu munições e caderno com possíveis anotações do tráfico

RJ passou dos 800 fuzis apreendidos. CV teve quase 70% do total

Um levantamento feito pela reportagem com base nas divulgações oficiais feitas pelas instituições policiais apontam a apreensão de 822 fuzis no Estado do Rio de Janeiro. Deste total, 554 pertenceriam ao Comando Vermelho, 193 do Terceiro Comando Puro, 70 da milícia e 5 da ADA. A unidade que mais apreendeu fuzis foi o 41• BPM (Irajá) com 118.

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima