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Amigos dos Amigos

A tensão continua na Zona Oeste do Rio com disputa entre milícias e da milícia com o tráfico

Manhã de sábado de tiroteio na região de Manguariba,em Paciência, na Zona Oeste do Rio. Relatos de ataque da milícia de Juninho Varão contra o grupo paramilitar liderado por PL. O jornalista Bruno Assunção divulgou em suas redes sociai de que Varão também planejaria realizar ataques orquestrados contra rivais que controlam a região de Antares, em Santa Cruz. Segundo o que ele divulgou, os ataques estariam previstos para este sábado. A Zona Oeste vem vivendo um clima de guerra nos últimos dias. Primeiro, foi o ataque de milicianos do PL à Vila Kennedy, área do Comando Vermelho, em retaliação ao baque sofrido em Antares no início da semana.. A facção do tráfico respondeu indo na Carobinha, em Campo Grande. A Secretaria de Administração Penitenciária identificou que o Comando Vermelho tenta dominar áreas próximas ao Complexo de Gericinó, na Zona Oeste do Rio, para criar um cinturão em torno das prisões onde estão seus chefes. As comunidades de Jardim Bangu, Catiri e Vila Kennedy são os principais alvos — esta última já serve de base para ataques armados. O relatório afirma que o grupo conta com apoio da facção ADA e da “Tropa do Celso”.O documento com todos os dados foi encaminhado para diversos órgãos de segurança. FONTE: SEAP, Submundo Criminal (Telegram) e redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Traficantes da ADA sequestraram duas pessoas em Quissamã. Uma das vítimas teve o cabelo queimado com isqueiro e nunca mais foi encontrada

Traficantes ligados à facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) que atuam em Quissamã, no Norte FLuminense, foram denunciados por terem sequestrado em 07 de novembro de 2024, duas pessoas em razão de disputas com outro grupo. As vítimas foram raptadas próximo de uma igreja. Os autores as levaram para uma área de mata e os amarraram com um arame preto e grosso, impedindo que saíssem do local ou que pedissem socorro. Um dos alvos somente foi libertada do cárcere por volta da meia noite, ou seja, 10 horas após o sequestrarem na praça. Essa vítima libertada chegou a serf amarrada em uma árvore e constantemente ameaçada, causando-lhe intenso sofrimento físico e mental, Já o outro sequestrado, Paulo Vitor, foi agredido com diversos golpes de madeira e coronhadas em sua cabeça, além de também ter tido o seu cabelo queimado com isqueiro , causando-lhe intenso sofrimento físico e mental. Essa vítima jamais foi encontrada. Um dos sequestradores chegou a bater com um pedaço de madeira na cabeça de uma das vítimas (Paulo Vitor), que era seu próprio irmão. Um dos envolvidos recebeu uma ligação de um bandido vujlgo Da Bros, conversou por algum tempo na chamada e em seguida colocou uma das vítimas (Paulo) para falar ao telefone, momento em que ele foi obrigado a declarar que havia drogas e armas na casa de sua tia, localizada em Quissamã. Foram denunciados os traficantes vulgos Empadinha, Baby Monstro, Mezenga, Gabriel Moto Táxi, Dalan, Pato Roco, JV, Fernandinho, Da Bros, Pacotinho, entre outros.

‘Donos’ de bocas de fumo de algumas das principais favelas do Rio continuam mandando mesmo presos. VEJA RELAÇÃO

Confira agora alguns donos de bocas de fumo de comunidades das mais perigosas do Rio de Janeiro que se encontram presos e mesmo assim continuariam mandando. Marcinho VP – dono do Complexo da Penha (CV) Fernandinho Beira-Mar – dono da Favela Parque Beira-Mar e Parque das Missões, em Duque de Caxias (CV) Rogério 157 – dono da Favela da Rocinha (CV) Nando Bacalhau – dono do Complexo do Chapadão (CV) Menor P – dono das comunidades do TCP no Complexo da Maré Coelho – dono do Complexo de São Carlos (TCP) Peixe – dono da Vila Aliança (TCP) Ronaldinho ou R9- dono da Ladeira dos Tabajaras e do Dona Marta (CV) Arafat – dono do Complexo da Pedreira (TCP) Celsinho da Vila Vintém – dono da Vila Vintém (ADA) Dão – dono do Morro da Providência (CV) Marreta – dono do Jorge Turco, Complexo do Lins, Bateau Mouche (CV) My Thor – dono do Morro do Santo Amaro (CV) Nico – dono da Furquim Mendes (CV) Taillon – dono de Rio das Pedras (milícia) Boto – dono de comunidades de Curicica (milícia)

Messi ex-frente do Urubu na época da ADA foi preso

:O traficante Messi ou Camisa 10, ex frente do Morro do Urubu, em Pilares, nas gestões do ADA e TCP, foi preso. O criminoso, que se abrigava no Complexo da Serrinha (TCP), em Madureira, é responsável pelas investidas da facção no Morro do Urubu (CV). Ele foi pego quando saía da Comunidade da Serrinha, utilizando um carro de aplicativo. Messi é conhecido por ser o responsável pelas guerras iniciadas pelo traficante Lacoste, da Comunidade da Serrinha, ocorridas em áreas dominadas pela Facção Comando Vermelho. Em desfavor de Messi existia um mandado de prisão e o mesmo responde ainda pelos Crimes de Homicídio, Associação ao Tráfico e Roubo Majorado. Durante a abordagem, THIAGO não resistiu à prisão e foi conduzido para a Sede da 17ª DP, onde foram cumpridos os procedimentos de praxe e posteriormente, o preso será encaminhado à SEAP, onde passará por audiência de custódia e ficará à disposição da Justiça

Jovem que teria sido confundido com assaltante, foi sequestrado e morto por traficantes da Vila Vintém (ADA)

Vinicius Heinen, de 19 anos, teria sido confundido com assaltante, acabou sequestrado e morto por traficantes da Vila Vintém, em Padre Miguel, na Zona Oeste do Rio. O rapaz foi brutalmente executado sem chance de defesa. A família aguarda pela liberação do corpo. A polícia já está ciente do caso e realiza diligências para esclarecer o episodio. As informações são do jornalista Bruno Assunção.

Líder da ADA teve prisão preventiva decretada por triplo homicídio em Realengo. Uma das vítimas tinha pulado para o TCP e levado fuzis e estava jurada de morte. Bandidos do CV também teriam participado do crime

A Justiça decretou a prisão preventiva do traficante Índio do Jardim Novo (ADA) e de outros três bandidos por um triplo homicídio ocorrido em setembro do ano passado em Realengo. . No dia 11 de setembro de 2024, entre 12h. e 13h:30min, na Rua Silva Neto, nº 19, a mando de Índio, os outros três mataram mediante disparos de armas de fogo as vítimas Carlos Eli Gil de Almeida, Márcio Rodrigo da Silva e Gabriel Willian Nascimento da Silva, Os crimes foram cometidos por motivo torpe, eis que praticados por vingança abjeta, pois no contexto de ¿guerra¿ do narcotráfico, uma vez que a vítima Gabriel havia trocado de organização criminosa, indo para o Terceiro Comando Puro (TCP) o que desagradou os bandidos, além de estar praticando roubos a veículos. O crime teve participação de bandidos das facções ADA e CV. o alvo seria apenas “GB”. Carlos e Márcio morreram porque estariam no local na hora errada As vítimas foram monitoradas previamente, cercadas em uma vila de casas sem saída, alvejadas de inopino por número excessivo de disparos Foram utilizados fuzis de fogo calibre 7,62×51 e calibre 7,62×39, Índio na qualidade de “frente” da comunidade do Jardim Novo, em posição de superioridade e liderança, dirigindo a atividades dos demais denunciados, determinou e autorizou os homicídios acima descritos. Carlos Eli era mecânico, utilizando a parte de baixo do imóvel como oficina. Era usuário de entorpecentes, mais especificamente, cocaína; Não possuía desavenças no local, dívidas ou qualquer inimizade que tenha comunicado. Gabriel, vulgo GB era assaltante de veículos; Quando GB levava algum carro à oficina da vítima, solicitava o carro de Carlos emprestado até que o serviço ficasse pronto. Carlos foi alertado para não emprestar carros para GB porque ele cometia roubos. Sobre Márcio, GB o teria chamado para ajudar no reboque de um corsa prata até a oficina. GB tinha uma rixa com um morador sendo, expulso, indo integrar outro grupo criminoso. Tinha ganho liberdade prisional há cerca de 3 meses antes do crime. O homem com quem GB tinha rixa disse que foi ameaçado por ele. Sua companheira também foi. O motivo da ameaça foi o fato de GB achar que o declarante teria roubado um de seus veículos. Disse que saia sabia que os integrantes da facção ADA já estavam no encalço de “GB”, pois “GB” teria pego dois fuzis desta comunidade e levado para Comunidade da Vila Aliança, dominada pela facção rival Terceiro Comando Puro. Confessou que monitorou as vítimas para que os criminosos do Jardim novo, em conluio com integrantes da facção Comando Vermelho do Morro do 48 pudessem realizar o “bote”; Contou ainda que os executores estavam em uma SLV Tracker azul marinho preta e que participaram Bambam, Bebel e mais dois individuos do Morro do 48. No dia dos fatos, na parte da manhã, “GB” passou de carro e reameçou o declarante, que estava acompanhado de sua companheira. Diante da nova ameaça e sabendo que os meliantes do Jardim Novo queriam matá-lo, entrou em contato com “Bambam” e forneceu o endereço do local onde poderia ser encontrado. Além disso, monitorou a vítima no local, franqueando acesso dos executores à vila e fugindo juntos após o ataque; Que, após os fatos, teria sido convidado por “Bambam” para integrar o tráfico do Jardim Novo tendo recusado. Disse ainda que o mandante do ataque foi Índio e Bambam era seu segurança e homem de confiança. Falou ainda que é sabido que as facções ADA e CV fizeram acordo e estão atuando juntas; Questionado acerca de homicídio ocorrido na rua Biribá, 346 – Bangu (procedimento 901-00810/2024), no interior de uma casa de festas, com mesmo modus operandi dos fatos apurados, diz que os executores são do Jardim Novo e costumam trafegar com Virtus de cor branca e outro na cor preta, não sabendo especificar quais os elementos participantes dessa outra empreitada criminosa; Perguntado sobre a vítima Natã, não soube falar.

COMPRA DE ÁREA DA MILÍCIA E ACORDO COM O CV: Relembre a investigação que resultou na última prisão de Celsinho da Vila Vintém (ADA)

A denúncia que resultou na última prisão do traficante Celsinho da Vila Vintém diz que , toda a região de Curicica, em Jacarepaguá, era dominada pelo miliciano André Boto. Entretanto, Boto teria feito um acordo espúrio para transferir a atuação nos seus territórios para traficantes de drogas das facções criminosas denominadas de “Comando Vermelho” e “ADA – Amigos dos Amigos”. Tal acordo, celebrado com a facção criminosa ADA, que tem como líder Celsinho teria obtido o “aval” do traficante Doca, chefe da facção criminosa Comando Vermelho. Assim, a partir desse cenário, iniciou-se investigação criminal, lastreada em informações de inteligência produzidas pelo GIC da 32ª DP, que levaram à prisão em flagrante, no dia 26 de fevereiro de 2025, de diversos integrantes da ADA, Os criminosos declararam que foram “recrutados” diretamente por Celsinho para dominarem a Comunidade da Vila Sapê, conforme o referido acordo, tendo ainda afirmado estarem associados à facção criminosa “ADA- Amigos dos Amigos”, liderada por ele. . Cumpre esclarecer que tal ocupação fora realizada sem resistência, pois Boto teria “vendido” o domínio do território para Celsinho, uma vez que Boto exerce a liderança da milícia do local, o que foi ressaltado por várias testemunhas ouvidas nos autos, Durante as investigações, foram juntados documentos que demonstram que uma ocupação ordenada por Celsinho ocorreu no dia 10 de março de 2025, no interior da Comunidade Dois Irmãos, também localizada no bairro Curicica, quando policiais civis da 41ª DP prenderam um homem em flagrante delito. Esse homem afirmou que: “faz parte da tropa do Celsinho da Vila VIntém, e o grupo que está no Dois Irmãos foi mandado por ordem direta dele, que forneceu inclusive as armas utilizadas para o grupo dominar a área; Ele confirmou que Celsinho comprou a área do miliciano Boto, que negociou toda a área; Importante ressaltar o envolvimento do líder da facção criminosa denominada “Comando Vermelho”, Doca, uma vez que o homem preso também afirmou que existe um acordo de não agressão entre os traficantes da facção ADA, que ocupam a área do bairro Curicica, e os traficantes do Comando Vermelho, que ocupam a área vizinha, sobretudo na Comunidade Cidade de Deus. A associação entre Celsinho e Doca, através de um acordo entres as facções “ADA” e Comando Vermelho para a ocupação pacífica da região da Curicica, também restou evidenciada no dia 17 de março de 2025, quando policiais militares prenderam em flagrante delito, na comunidade Gardênia Azul cinco suspeitos sendo que alguns deles afirmaram que eles e os demais traficantes teriam ido à Comunidade Gardênia por ordem do denunciado Doca, líder do Comando Vermelho no Complexo da Penha. Tal movimentação fora orquestrada uma vez que, antes do acordo de Celsinho com a milícia de Boto. Celso teria pedido “apoio” a Doca. , inclusive tendo se reunido com ele por videoconferência.

Alegando que ele está doente e tem esposa com câncer em estágio terminal, STJ concede prisão domiciliar a Celsinho da Vila Vintém (ADA)

O traficante Celsinho da Vila Vintém ganhou o direito de ter prisão domiciliar. Sua defesa impetrou habeas corpus perante ao Superior Tribunal de Justiça e o órgão decidiu que o criminoso se encontra com delicado estado de saúde, portador de graves enfermidades e, em idade avançada, bem como ser o mesmo imprescindível para os cuidados da esposa em estágio terminal de câncer metastático. Com isso, foi proferida decisão em que foi concedida pelo STJ ordem para substituir a prisão preventiva por prisão domiciliar com a utilização de tornozeleira eletrônica. O réu está autorizado a acompanhar sua esposa ao hospital após a instalação da tornozeleira, tendo que cumprir as seguintes medidas cautelares: Líder da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA), Celsinho foi preso pela última vez após investigações revelarem que ele teria comprado uma área da milícia em Curicica, em Jacarepaguá, e se aliado ao Comando Vermelho, houve queima dr fogos na Vila Vintém,. reduto do criminosos

CAMPOS (RJ): Chamado para participar de um ataque à ADA, traficante do TCP foi baleado pelos próprios comparsas e delatou eles, que acabaram presos

Um traficante do Terceiro Comando Puro foi convocado por comparsas para participar de um ataque à facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) na região do Km 14, em Campos dos Goytacazes. Ele acabou sendo baleado pels próprios parceiros de facção mas conseguiu fugir e foi socorrido por populares. Ao dar entrada no hospital, ele delatou seus antigos comparsas do TCP Narrou que havia sido chamado pelos três para um suposto ataque contra a facção rival, e que, ao chegar na Estrada do Fio, antes mesmo de adentrarem o pasto, os comparsas passaram a atirar contra ele, Os autores foram localizados juntos e abordados com base nas informações repassadas pela vítima. Além disso, um dos conduzidos, ao ser informado do motivo da abordagem, demonstrou deboche, dizendo: “Que isso, chefe! Vamos matar nossos amigos?”, o que revela desprezo pela vida humana e envolvimento consciente na trama criminosa. Os elementos colhidos indicam que os custodiados integram organização criminosa armada (facção TCP) e estão inseridos em um contexto de disputa territorial violenta. Além disso, já são conhecidos pelas guarnições da área, e foram explicitamente apontados como autores de uma tentativa de homicídio dentro da própria facção, o que demonstra alto grau de periculosidade e risco concreto à ordem pública.

Deputado estadual preso comprou sete bazucas e vendeu a traficantes de três facções do Rio

Veja agora a relação de equipamentos anti-drones comprados pelo deputado estadual TH Joias, preso por ligação com o tráfico, e vendido a criminosos O material foi negociado com os traficantes Pezão e Índio do Lixão do Comando Vermelho bem como para bandidos do Terceiro Comando Puro e Amigos dos Amigos. O parlamentar adquiriu por exemplo sete bazucas O deputado também comprou dois detectores de drones Veja a decisão que decreteou a prisão preventiva do deputado e seus comparsas O desembargador Ricardo Rodrigues Cardozo, do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), decretou a prisão em flagrante do deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva, mais conhecido como “TH Jóias”, e a prisão preventiva de Luciano Martiniano da Silva, vulgo “Pezão”; Gabriel Dias de Oliveira, vulgo “Índio do Lixão”; e Luiz Eduardo Cunha Gonçalves, o “Dudu”. Os quatro são suspeitos da prática de crimes de tráfico de armas, drogas e corrupção, na comunidade do Lixão, em Duque de Caxias, bem como nos Complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio – áreas dominadas pela facção criminosa Comando Vermelho. O parlamentar foi preso na manhã desta quarta-feira, 3 de setembro. É de competência do Órgão Especial o processamento e julgamento de deputados estaduais e dos agentes cujos delitos alegadamente praticados sejam conexos àqueles imputados ao detentor do foro especial por prerrogativa de função. “Entendo que a autoridade policial demonstrou adequadamente a presença de indícios suficientes de autoria e materialidade, relativamente a Gabriel, Luciano, Thiego e Luiz Eduardo, em especial no que tange a supostamente integrar organização criminosa para prática de crime equiparado a hediondo, qual seja, o tráfico de drogas, com fundados indícios, ainda, da prática de lavagem de dinheiro, principalmente por Thiego Raimundo dos Santos Silva”, destacou o relator do processo, desembargador Ricardo Rodrigues Cardozo, que acrescentou que a decisão da prisão em flagrante do parlamentar é necessária para a garantia da ordem pública. “Demonstrada adequadamente a presença de indícios suficientes de autoria e materialidade, e em sendo necessário garantir a ordem pública, bem como resguardar a instrução criminal e assegurar a aplicação da lei penal, entendo por determinar a prisão em flagrante do deputado estadual”, completou. A decisão do magistrado também deferiu o pedido de busca e apreensão em face dos quatro investigados e a quebra de do sigilo telemático, relativamente a quaisquer dados armazenados em aparelhos celulares, pen drives, HDs, tablets, “nuvem”, e demais dispositivos eletrônicos. Nesta quarta-feira, 3 de setembro, o presidente do TJRJ, desembargador Ricardo Couto de Castro, proferiu nova decisão levantando o sigilo e determinando a redistribuição do processo em razão das férias do relator de 1º a 30 de setembro. “Desta forma, temos que o presente feito demanda solução urgente, aplicando-se o disposto no § 1º. do artigo 83, do Regimento Interno deste Tribunal de Justiça. Pelo exposto, determino a redistribuição dos processos 0065652-85.2025.8.19.0000, 0065664-02.2025.8.19.0000, 0003970-32.8.19.0000 e 0003984-16.2025.8.19.0000, os dois últimos em razão de decisão já proferida pelo relator originário (que avocou a competência para processar e julgar todos os feitos), a um dos Exmos. Desembargadores do E. Órgão Especial”, concluiu.

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