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ameaça

Durante megaoperação na Penha (CV), PMs invadiram casa de moradora, obrigaram ela a ficar em um cômodo da residência mediante ameaça de arma para vasculhar o local e roubar um celular

Processo na Justiça detalha como PMs intimidaram uma moradora e furtaram um celular durante a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha em 28 de outubro que deixaou 121 mortos. Naquela data, os PMs Renato, Martins, S.Souza e Coutinho entraram em casa alheia, contra a vontade tácita de quem de direito, mediante arrombamento, conforme devidamente registrado por uma das câmeras corporais.] Para tanto, policial militar ainda não identificado, mas certo que pertencente ao efetivo do BPChq e atuava na fração composta pelos denunciados, fez uso de um alicate para cortar ferro, rompendo o cadeado que mantinha a porta do domicílio trancada; após o que, ato contínuo, os agentes entraram e permaneceram alguns minutos em seu interior. Os PMs constrangeram a dona de casa que teve reduzida a capacidade de resistência, com emprego de arma tendo sendo impedida de exercer seu direito de ir e vir dentro da própria residência e a tolerar que se faça o que a lei não manda, qual seja, que sua casa fosse vasculhada pelos denunciados. Os PMs Xaropinho e Martins subtraíram um parelho de telefonia celular retratado nas imagens captadas pela câmera corporal. O aparelho era de propriedade da moradora, . Na ocasião, após violarem o domicílio da vítima, os denunciados cercearam sua liberdade de ir e vir determinando que permanecesse em um cômodo específico e não saísse; quando, então, Martins subtraiu o celular que se encontrava conectado a um carregador sobre o braço de um sofá localizado na sala de estar da residência, conforme registraram as imagens captadas pela câmera corporal.

Veja detalhes da dinâmica do assassinato de um cachorro em Magé. Dono disse que teme por sua vida e não conseguiu enterrar o animal

Um crime bárbaro chocou o Rio de Janeiro no último fim de semana. O cachorro Luke, de dois anos e seis meses foi morto a tiros em Magé por um homem que teria se incomodado com seu latido. O autor está com a prisão preventiva decretada e é procurado pela polícia. O dono do cão, disse que o vizinho passou de moto, e o cachorro começou a latir. Segundo o tutor do animal, o vizinho começou a gritar que se estivesse armado atiraria no cachorro e que se alguém falasse alguma coisa, também seria alvejado com tiros de arma de fogo; O dono questionou o vizinho quanto a necessidade de atirar no cachorro só por estar latindo. O autor perguntou se estavam duvidando de que não atiraria no cachorro. O vizinho foi até sua casa uardou a motocicleta e poucos minutos depois voltou.Em seguida, veio em sua direção e de seu colegaLeandro sacou a arma da cintura e apontou a arma para o peito do colega do tutor e apertou seu pescoço, efetuando um tapa no rosto dele. No momento em que Leandro apontava a arma para o rapaz, Luke declarante veio em sua direção num possível ato de protegê-los.Nesse momento, Leandro efetuou aproximadamente cinco tiros, sendo que quatro acertaram o cachorro; Em seguida, o autor voltou andando na direção de sua casa e em certo momento parou e voltou a ameaçar o tutor de Luke; O vizinho então, efetuou um disparo de arma de fogo em direção ao dono do animal, que fugiu correndo sendo ainda perseguido pelo vizinho ;Após os disparos, o vizinho entrou novamente em casa e voltou com mais munições, carregou a arma novamente e ficou parado em frente a casa; O dono do cachorro pegou o carro e saiu, mas viu quando o vizinho também pegou a moto e sumiu;No dia seguinte, por volta de 9 horas, em frente a sua casa, o autor dos disparos apareceu novamente fez ameaças dizendo que iria “pegar” o dono do cachorro; O vizinho disse que quando atirou no cachorro já queria tutor; O dono disse que Luque era bastante dócil e querido na vizinhança. Falou que seu pet nunca apresentou qualquer atitude agressiva contra o vizinho , seu tutor ou contra moradores do região; O corpo do cachorro foi enterrado por um vizinho, atrás da casa do declarante, pois o dono estava abalado para fazer o enterro. Disse que não sabe porque o vizinho tomou essa atitude, pois o cachorro nunca o atacou, mas apenas latiu ao vê-lo passar de moto;O dono teme por sua vida e de sua família e pede Justiça”. A polícia tem imagens captadas de circuito interno, referentes ao exato momento em que Leandro dispara diversos tiros contra o cachorro, retirando-lhe a vida. É possível observar, ainda, que o autor agride, com tapas, um homem presente no local, em comportamento extremamente agressivo.

Ísis Valverde afirmou à polícia que homem que a perseguia lhe provocou sensação de medo, insegurança e ameaça. Suspeito teve a prisão preventiva decretada

O homem que foi preso acusado de perseguir a atriz Ísis Valverde durante 20 anos na última terça-feira (16) se dirigiu à portaria do condomínio da artista local em que foi reconhecido pelos funcionários do condomínio por reiteradamente se dirigir ao local, assim como por possuir restrição judicial imposta em seu desfavor de se aproximar daquela residência. Ísis afirmou que na data encontrava-se na cidade de São Paulo, não estando fisicamente presente em sua residência no momento dos fatos.Declarou que tomou conhecimento, por intermédio de terceiros, de que o investigado Cristiano Rodrigues Kellermann compareceu ao condomínio onde reside, em flagrante reiteração de condutas anteriores já objeto de registro policial. Afirmou que a reiteração da conduta do investigado lhe provocou sentimento de medo, insegurança e ameaça, especialmente diante do histórico de perseguições, importunações e abordagens indevidas por ele praticadas. Relatou que, mesmo estando em outra unidade da federação, sentiu-se profundamente abalada ao ser informada do ocorrido, temendo não apenas por sua integridade física, mas também pela segurança de seus familiares. Ela consignou que as atitudes do investigado geram constante estado de apreensão, interferindo em sua tranquilidade, rotina e sensação de segurança. A atriz declarou, de forma expressa e inequívoca, que deseja representar criminalmente em desfavor de Cristiano Rodrigues Kellermann, requerendo a adoção das providências legais cabíveis para sua proteção e a de sua família”. Um policial contou que o dia 16 de dezembro de 2025, por volta das 21h30min, o declarante informou que recebeu uma ligação do chefe de serviço, ocasião em que foi cientificado de que Cristiano estaria no condomínio. Esclareceu que o Cristiano é a pessoa que, segundo registros anteriores, frequentemente ameaça e importuna a atriz. Relatou que, após a comunicação recebida, deslocou-se até o condomínio na companhia de seu colega Wellington. informou que, ao chegarem ao local, foram recebidos pelo segurança do prédio. Consignou que, ao tentar entrevistar Cristiano, a diligência mostrou-se dificultada, uma vez que o indivíduo apresentava discurso desconexo, afirmando possuir “dez amigos”, realizando gestos repetitivos como bater na própria cabeça, alternando declarações de que estaria sendo ameaçado e, em outros momentos, afirmando que a vítima estaria sendo ameaçada. Declarou que, em razão da fala confusa e desorganizada apresentada por Cristiano, não foi possível concatenar de forma lógica as ideias por ele expostas durante a tentativa de entrevista”. A denúncia foi apresentada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro contra o custodiado, em 30/11/2025, em razão da prática do crime de perseguição tipificado no artigo 147-A do Código Penal em face da mesma vítima. Foi decretada a sua prisão preventiva. Segundo a policia, desde janeiro deste ano, o suspeito passou a apresentar um comportamento invasivo e obsessivo, o que levou a vítima, temendo por sua segurança, a procurar a unidade policial. A partir disso, agentes da especializada instauraram um inquérito e iniciaram diligências para apurar os fatos. Em uma segunda ocasião, o homem retornou ao condomínio onde fica a residência da atriz. Ao tomarem ciência do fato, as equipes se deslocaram até o local, mas, ao chegarem, o criminoso já havia fugido. Na terceira investida, o homem voltou ao endereço e tentou contato direto, insistindo em se encontrar com a vítima. Diante da ação, e em razão do monitoramento contínuo realizado pela delegacia, os policiais foram imediatamente ao local, montaram um cerco tático e conseguiram localizar o criminoso. Ele foi autuado em flagrante pelo crime de perseguição. Segundo as investigações, o perseguidor chegou a contratar um detetive particular para obter dados pessoais e sensíveis da vítima, como endereço e telefone. Em depoimento, ele admitiu persegui-la há mais de 20 anos e relatou diversas tentativas de aproximação em diferentes locais.

Profissional do Programa Mais Médicos do governo federal que trabalha na Zona Oeste do Rio pediu transferência para SP porque foi ameaçado por supostos milicianos a atender pessoa baleada

Um médico do Programa Mais Médicos do governo federal que está lotado em uma unidade de saúde em Paciência, na Zona Oeste do Rio, pediu transferência para Araçatuba/SP ou outro município paulista em razão de estar recebendo ameaças de supostos integrantes da milícia. Uma das ameaças ocorreu no dia 13 de fevereiro e houve imposição por parte de uma pessoa que se dizia integrar uma milícia local para que houvesse o atendimento de uma vítima de ferimento à bala que seria levada à clínica. O profissional detalha que nesta ameaça, por pressão da pessoa que se dizia integrante de milícia, forneceu o número do seu telefone particular quando lhe foi informado que ele e o enfermeiro que também trabalha no local seriam levados a outro local para atender à vítima e que lhes seriam pagos um total de R$ 3.000,00, mas que antes lhe foi exigido que realizasse uma transferência via PIX no valor de R$ 1.000,00, o que não foi feito por indisponibilidade de tal verba pelo mesmo, encerrando-se a ligação com a ameaça de que o agressor iria “pegar” os profissionais de saúde. Tal fato foi registrado na Delegacia de Polícia Civil. Esse mesmo médico havia dito que no ano anterior, um marido de uma paciente compareceu à unidade de saúde, acusando e de supostamente ter recebido presentes da esposa e, de forma agressiva, proferiu ameaças de morte. Por conta disso, foi transferido de Santa Cruz para o bairro vizinho de Paciência. Segundo os autos, quando sofreu ameaça por parte de supostos milicianos, o médico já estava lotado em Paciência, cujo gerente acionou o protocolo mais seguro que deciidiu pelo fechamento do posto.

Preso traficante do TCP que praticou atentado contra deputado e ameaçou prefeito na Baixada

Policiais civis da 60ª DP (Campos Elíseos) e da 66ª DP (Piabetá), com apoio de agentes da 52ª DP (Nova Iguaçu) e da 59ª DP (Duque de Caxias), prenderam um narcoterrorista pelo atentado à vida de um deputado e por ter ameaçado o atual prefeito de Belford Roxo. A ação aconteceu na última segunda-feira (11/11), em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e outros cinco homens envolvidos com o tráfico de drogas foram capturados. As investigações mostraram que o criminoso vulgo Mais de Mil é ligado também ao narcotraficante Flamengo apontado como o líder na comunidade do Barro 3, em Belford Roxo, e figura como autor em diversos procedimentos policiais. O inquérito policial apontou ainda que o narcotraficante, junto com outro criminoso, são responsáveis por uma organização envolvida em roubos de cargas na região de Duque de Caxias. Após informações de inteligência e monitoramento, os agentes realizaram diligências pela comunidade Pantanal, em Duque de Caxias, e, ao chegarem em um ponto de venda de drogas, conseguiram capturar três homens, incluindo o responsável pelo atentado, e dois adolescentes. Na ação, os policiais cumpriram um mandado de prisão preventiva pelo crime de homicídio qualificado contra o responsável pelo atentado. Ele vai responder, ainda, pelo crime de tráfico de drogas e associação para o tráfico de drogas, assim como os outros dois traficantes. Já os menores, responderão por fato análogo aos mesmos crimes. FONTE: PCERJ

Milicianos de Curicica proíbem moradores de irem a bailes em áreas do CV

Circula nas redes sociais um suposto aviso dos milicianos da comunidade da Curicica, na Zona Sudoeeste do Rio, proibindo que moradores da região vão para bailes na Cidade de Deus, Gardênia Azul e César Maia, áreas dominadas pelo Comando Vermelho. O.aviso faz ameaças dizendo que quem descumprir sofrerá consequências. fONTE: Canal Baú do Rio OFC (Telegram)

Traficante que deu golpe no TCP em Belford Roxo e se aliou ao CV intimida moradores que passarem informações para a antiga facção

Após dar um golpe no Terceiro Comando Puro (TCP) e tomar o controle da comunidade Gogó do Bom Pastor, em Belford Roxo, que passou a ser dominado pelo Comando Vermelho, o traficante Esquilo declarou guerra aos traficantes Lacoste da Serriinha e Messi e intimidou moradores que porventura venham a passar informações para o TCP. “Vão ser cobrados” Ele escreveu também que espiona os rivais com drone, FONTE: Baú do Rio OFC (Telegram)

Delegado morto em SP foi ameaçado há quatro anos por um homem por conta de uma investigação contra colega da polícia. ‘Seu covarde, demorei para te achar, mas te achei”

Assassinado na semana passada em Praia Grande, o ex-delegado-geral de São Paulo, Ruy Ferraz Pontes, sofreu ameaças em 2021, por um homem que o acusava de perseguir um outro delegado que era investigado pela Corregedoria na época. Na ocasião, o homem enviou a Fontes ameaças de divulgação de dados e outros xingamentos contra a vítima, que na época ocupava o mais alto e honroso cargo da competente e dedicada Polícia Civil deste Estado.  “vou vazar seus dados, tais como telefone, endereço, CPF, RG etc pra galera te achar pela sua covardia com o da Cunha. Espero que voce morra””sobre rastrear, tenta aí, fodão”,”seu covarde, demorei p te achar, mas achei”,”seu safado, covarde. Vou divulgar agora os dados que colhi seu”,”até seu irmão vai se f..”,”mexa com bandido grande, mexa comigo, me rastreia, Agora fica perdendo teu tempo pra prejudicar homem de bem, “mexa com o crime cibernetico, seu fraco, arrombado, rato”, “vou derrubar seu número, seu corno covarde”, “dá adeus pro seu Whatsapp”, “responsa seu corno”.  O homem fez ameaças a Fontes  visando pressionar a vítima relativamente a apuração administrativa na ocasião instaurada, bem como que tentou invadir dispositivo, o telefone celular da vítima, visando alterar ou destruir dados ou informações sem autorização do usuário do dispositivo. Ademais, a intenção do réu de instalar vulnerabilidades no dispositivo para obtenção de vantagem ilícita – beneficiar pessoa que estava sendo legitimamente investigada ou punida em âmbito administrativo.

Na presença da PM, obras da Clínica da Família no Vidigal (CV) foram retomadas após ameaças de traficantes

Na tarde da última terça-feira (09), homens armados ameaçaram os operários que estavam trabalhando na obra da futura clínica da família do Vidigal. Visando a segurança dos funcionários, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) suspendeu temporariamente a obra e fez um boletim de ocorrência na Polícia Civil, além de pedir apoio das forças de segurança do Estado. Hoje as obras já foram retomadas, com a presença no local de duas viaturas da Polícia Militar. A SMS espera que as forças de segurança garantam a integridade dos funcionários para a continuação dos trabalhos.

Comerciante disse que miliciano preso em Nova Iguaçu no último fim de semana ordenou que ela desocupasse a loja senão sofreria consequências e ele “passaria todo mundo”

Leia agora mais detalhes sobre a acusação contra miliciano Marcelo Feital Joaquim., preso no último fim de semana em Nova Iguaçu. Uma comerciante descreveu todos os atos que vem sendo praticados pelo representado desde junho do corrente ano, para intimidar e obrigar as vítimas a abandonarem o estabelecimento comercial onde desempenham sua atividade comercial, sob o argumento de que teria sido comprado por outra pessoa e que elas teriam que desocupar: Ela relatou que, no dia 26/06/2025, Marcelo chegou na loja se apresentando como dizendo que comprou o imovel do antigo dono e pediu que a declarante deixasse o imóvel; A comerciante disse que existia um processo judicial a respeito da posse e propriedade do imóvel. Marcelo não apresentou nenhuma documentação e disse que não queria saber de processo judicial pois era muito influente e não perderia seu tempo com isso. Ele então ameaçou a comerciante, dizendo que se a mesma não saísse por bem, sairia por mal. No dia 16/08/2025 dois homens em uma motocicleta foram até a loja e determinaram que as funcionárias ligassem para a dona. As funcionárias ligaram para a sua sócia e um dos homens falou pelo telefone que elas teriam 15 dias para desocupar a loja, caso contrário “Passariam todo mundo”.A proprietária foi na delegacia e registrou uma ocorrência sobre o fato. No dia 26 de agosto, Marcelo retornou a loja com mais três homens. Um desses três homens era o mesmo que havia ameaçado “passar todo mundo” no dia 16/08/2025, tendo sido reconhecido através das imagens do CFTV da loja Marcelo e o homem mencionado, que esteve lá anteriormente, entraram na loja e os outros dois homens ficaram do lado de fora, mas log o em seguida também entraram; Eles mandaram que a comreciante sentasse e não levantasse e falou que estava ali para desocupar as lojas, pois estava com uma ordem de despejo, mas não apresentou nenhum documento. A vítima explicou ainda que havia um processo judicial e Marcelo disse que “ele é a ordem de despejo. A comerciante perguntou se Marcelo era oficial de justiça e o mesmo diz que não, que era da milícia. A declarante pergunta para o outro homem o nome dele e o mesmo diz que era melhor não saber para o bem dela. Ela ainda perguntou se fora ele que esteve na loja no outro dia ameaçando todos, e o homem respondeu que sim. Marcelo então disse que daria até segunda feira dia 01/09/2025 para a declarante sair. Neste momento dois Policiais do Projeto Segurança presente se aproximam e Marcelo e dois de seus comparsas saíram da loja e ficaram em frente ao imóvel conversando e rindo com os policiais do segurança presente. Neste momento o quarto homem de óculos permanece na loja, mandando que a declarante continuasse sentada, evitando que a vítima falasse com os policiais. Os policiais foram chamados pelos funcionários da outra loja, mas após conversarem com os homens, foram embora sem sequer entrar na loja da declarante. A comerciante mostrou para o homem de óculos a foto da denúncia no Ministério Público; Ele saiu da loja e contou a Marcelo, que declarou que não tinha medo pois o “Marcinho seguraria para eles”; A declarnte disse acreditar que Marcinho do qual Marcelo ostenta foto nas redes sociais; seja um vereador. Que após o fato foi registrado ocorrência nesta UPJ sob o nº052-10450/2025; QUE fez a denúncia no Ministério Público de nº2025.00826946; A comerciante disse que no dia 02/09/2025 recebeu uma ligação de número restrito, onde foi ameaçada, onde o homem falou “Se não desocupar a loja, sofrerá as consequências”. No dia 05/09/2025, por volta 08h, ao chegar em seu estabelecimento, percebeu que a corrente que lacra o estabelecimento estava cortada, a porta estava uns 30cm içada. Ao entrar em sua loja, verificou que estava tudo revirado e com mercadorias faltando, quase todos os cabides estavam vazios. Ela olhou o estoque e notou que haviam furtado mercadorias do estoque; Quando olhou o caixa, percebeu também que haviam furtado R$ 500,00 em espécie; Que somando, diz ter uma estimativa de prejuízo de mais de R$ 70.000,00. Disse acreditar que o mandante seja Marcelo; Que ao ver as imagens do furto, identificou um dos homens como sendo um dos que estavam com Marcelo no dia 26/08/2025….”.

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