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ameaça

Traficante acusado de mandar matar jovem que se recusou a sair com ele estaria ameaçando moradores que estão denunciando abusos que ele e comparsas estão cometendo

De acordo com informações do jornalista Bruno Assunção, suspeito de ser o mandante da morte da jovem Sther de 22 anos, o traficante Coronel do Muquiço estaria meaçando moradores do Muquiço, de Senador Camará e da Vila Aliança por repassarem informações à imprensa sobre as crueldades que ele e seus comparsas vêm praticando nessas regiões. A família da vítima também estaria sofrendo pressão. Anteontem, a Polícia Militar fez uma operação na região para prender suspeitos do crime. Os criminosos da Vila Aliança e de Senador Camará acharam que o deslocamento dos PMs seria para lá e causaram um transtorno gigantesco na vida dos moradores de bem. Chegaram a fechar vias importantes da comunidade com um ônibus atravessado, e algumas escolas não abriram por precaução. Só no TJ-RJ, Coronel virou réu em 14 processos por homicídio. Eke também possui diversas anotações criminais por tráfico de entorpecentes, roubos a transeuntes, homicídio provocado por projétil de arma de fogo, formação de quadrilha, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, receptação, roubo de veículo e lesão corporal.

Mulher sofreu um infarto devido a abalo emocional por ameaças feitas por milicianos de Santa Cruz. Ela teve até que mudar de cidade

Uma mulher veio a sofrer um infarto por conta de ameaças feitas por milicianos de Santa Cruz já que ela era informante de uma ação penal que vai julgar os assasinos do seu filho. As ameaças ocorreram entre os meses de abril e maio de 2024, na comunidade do Rodo. Um miliciano que está preso prometeu matar a vítima e toda família dela, desviando-a da propensão em esclarecer as circunstâncias do homicídio de seu próprio filho. A mulher disse que sofreu em torno de dez intimidações, feitas por terceiros não identificados, que passavam em motocicletas quando ela circulava pela região, e lhe diziam frases como: “se você não parar, vão te matar” ou “o chefe disse que, se a senhora não parar, ele vai mandar matar a senhora”. Relatou ainda que, em ocasião posterior, soube por vizinhos que indivíduos desconhecidos estiveram em sua comunidade a bordo de um carro e fugiram ao perceberem a presença da polícia, o que a levou a crer tratar-se de nova investida contra sua vida. Disse também que moradores da região foram abordados por desconhecidos que procuravam saber seu endereço. Que, posteriormente, um carro preto foi visto em frente à sua residência, tirando fotografias, fato presenciado por sua neta de 5 anos e por um familiar. Afirmou que todos esses episódios lhe causaram intenso abalo emocional, culminando em um infarto, o qual a obrigou a implantar um marcapasso. Por essa razão, afirmou ter deixado a cidade por quatro meses, temendo por sua vida. Acrescentou que, após esse período, não houve novas ameaças, mas que permanece temerosa diante da lembrança dos fatos e da figura do acusado, a quem atribui condutas violentas e intimidadoras ocorridas antes e depois do homicídio de seu filho. A filha da vítima narrou que não presenciou diretamente as ameaças dirigidas à sua mãe, mas confirmou que esta frequentemente retornava de suas saídas à rua em estado de desespero, relatando ter sido ameaçada de morte por desconhecidos que mencionavam o nome de um miliciano. . Afirmou que a situação era recorrente e que vizinhos chegavam a socorrer sua mãe na via pública, concluindo crer que os atos estavam relacionados à condição de sua mãe como testemunha em processo criminal que envolve o acusado. Confirmou que, em uma dessas ocasiões, sua filha, neta da vítima, viu um carro preto parado em frente à residência da família, tirando fotografias, o que aumentou o sentimento de insegurança no núcleo familiar. Acrescentou que sua mãe sofreu um infarto em razão dessas ameaças e que, desde então, ambas passaram a viver sob constante medo, mesmo após cessarem os episódios diretos de intimidação.

PM suspeito de extorquir em R$ 30 mil, agredir e ameaçar matar homem e que já foi condenado a 23 anos de cadeia poderá ser expulso da corporação. “Quero o dinheiro, senão vai acabar aqui”.

Em 17 de fevereiro de 2022, um homem foi atraído até um bar localizado no município de Ni-lópolis/RJ, por meio de um contato telefônico de uma mulher chamadal Edla, que se apresentou falsamente como vítima de violência doméstica para obter sua localização. No local, o rapaz foi violentamente agredido pelo sargento PM Peres e por outro indivíduo não identificado, sendo, em seguida, forçado a entrar em um veículo utilizado pelo grupo criminoso. Na sequência, duas mulheres e o PM dirigiram-se à rEsidência da vítima, onde arrombaram a porta e subtraíram diversos bens, como uma televisão de 43 polegadas,dois ventiladores, um aparelho celular, pares de tênis e outros objetos pessoais. Enquanto isso, a vítima permanecia no interior do veículo, sob agressões físicas. Após o roubo, a vítima foi levada à força até o bairro do Recreio dos Bandeirantes, no Riode Janeiro, onde, entre as 20h do dia 17 e as 08h do dia 18 de fevereiro de 2022, foi mantida sob vigilância, sendo agredida e ameaçada de morte com arma de fogo pelo sargento, com o objetivo de extorquir-lhe a quantia de R$ 30.000,00 (trinta mil reais), sob a ameaça direta de execução: “Quero o dinheiro, senão vai acabar aqui”. Ainda durante o trajeto, o PM manteve contato telefônico com o mandante dos crimes, “Caio Padrinho”. Em determinado momento, pararam em uma choperia para conversarem pessoalmente, mantendo a vítima confinada no veículo. Em seguida, ela foi levada a um local ermo, nas proximidades da Estrada do Pontal, onde sofreu novas agressões e ameaças. Ao final, foi deixada em uma quitinete no chamado “Beco do Índio”, sob a guarda de um homem., com ordens expressas para não deixá-la sair até o pagamento ser realizado. O sargento Peres está sendo submetido a conselho de disciplina que poderá decidir pela sua exclusão dos quadros da corporação. Ele foi condenado a 23 (vinte e três) anos, 6 (seis) meses e 20 (vinte) dias de reclusão, em regime inicialmente fechado,

Mototaxistas da Vila Kennedy eram obrigados a instalar aplicativo criado pelo CV. Quem não usava, não podia trabalhar

Segundo a Polícia Civil, os mototaxistas da Vila Kennedy eram obrigados a se cadastrar no aplicativo criado por traficantes do Comando Vermelho.Só podia entrar na comunidade quem estava cadastrado no sistema. No aplicativo havia os dizeres: “O único aplicativo que passa pelas barricadas e deixa na porta de casa”. Circulou também uma mensagem ameaçadora.  “Só para lembrar que é para todo mundo baixar. Isso não é uma decisão minha e sim de força maior. Quem não baixar para se adaptar ao sistema pode parar de trabalhar”. Depois que os mototaxistas baixavam o aplicativo, quando a corrida era aceita, eles eram obrigados a repassar os valores para os traficantes.  O aplicativo funcionou por três meses e tinha 300 mototaxistas cadastrados.

“Quero ver vocês me pegar aqui dentro do complexo, não vai me pegar, sabe por quê? Vocês peidam”, disse Oruam quando a polícia estava a sua procura

“Quero voer vocês virem aqui, pô, me pegar aqui dentro do complexo, não vai me pegar, sabe por quê? Vocês peidam, Vai tnc, sou filho do Marcinho, seus fdps, vem me pegar aqui agora, estou na Penha, entra aqui para você vê Essas foram as palavras literais feitas pelo rapper Oruam depois que a polícia estava atrás dele após a tentativa de homicídio contra policiais em julho. Os dizeres constam nos autos de decretação da prisão preventiva do cantor. Ao todo, sete pedras foram lançadas contra os policiais do peitoril da primeira janela do andar superior de 4,5m (quatro metros e cinquenta centímetros) de altura, vindo a serem jogadas de cima para baixo por Oruam e comparsas. Pedras atingiram diretamente o policial Alexandre (uma pedrada acertou as costas e a outra atingiu o calcanhar esquerdo) e em relação ao delegado Moyses Santana,uma das pedras passou a poucos centímetros de seu rosto, sendo necessário se abrigar atrás da viatura, movimento também realizado pelo seu colega. Oruam persistiu na escalada criminosa e buscou atrair os agentes de segurança para local com maior garantia de resultado morte dos mesmos, no caso a fuga para o Complexo da Penha, Convém observar que as vítimas estavam desprovidas de capacete, colete e equipamentos de segurança, o que ingressou na esfera de conhecimento dos acusados durante a ação criminosa, contribuindo para o agravamento do risco Concluiu que a 1ª pedra, ao atingir o solo (ou um alvo humano), atinge força de impacto superior a 9000 N, valor muito acima do limiar de fratura óssea craniana, podendo resultar em lesões letais imediatas. Em relação às demais (2ª à 7ª pedra), utilizando-se das mesmas bases de cálculos e dados observou através do gráfico constante no bojo da denúncia que, em se tratando de caso de múltiplos lançamentos, a análise dos fatos narrados, envolvendo o lançamento sucessivo de pedras de uma sacada situada a 4,5 metros de altura, com direcionamento a pessoas e locais habitados, indica que os denunciados assumiram o risco de produzir o resultado morte. Oruam e os demais indivíduos também lançaram pedras na viatura utilizada pelo declarante, danificando-a. O rapper também deu socos na viatura.Os policiais optaram por sair do local, tendo em vista que naquele momento havia risco real de que alguma pedra acertasse os mesmos, pondo em perigo suas vidas e integridade física; que assim entraram rapidamente na viatura e se posicionaram mais a frente, se distanciando dos autores, enquanto o reforço era solicitado, inclusive da PMERJ; Segundo a Justiça, a posição audaciosa de Oruam desacato e ameaças aos agentes das forças policiais não se deu somente pelas redes sociais, mas também pessoalmente, consoante mídia publicada nas redes sociais, referente ao dia dos fatos, sendo extremamente grave e dela se denota que em futuras ocasiões atuará da mesma forma, sendo necessária a prisão para a garantia da ordem pública. Frise-se que, por força das ações eleitas pelo próprio acusado, o caso ganhou notoriedade e imprescindível que o Poder Judiciário garanta que a segurança estatal retome a ordem diante do caos gerado pelas ações dos denunciados. Percebe-se que as ações dos acusados, em especial acusado “Oruam”, repercutem de modo tão negativo na sociedade que incitam a população à inversão de valores estabelecida contra as operações feitas por agentes de segurança pública, conforme se depreende pelo início da ação legítima de apreensão do adolescente “Menor Piu” e também pelas demais repercussões, causando profundo abalo social. Assim, a Ordem Pública restou extremamente abalada pelos fatos em comento, demandando rápida ação estatal a fim de conter as futuras e prováveis ações de escalada delituosa. Por fim, ressalte-se que o acusado Oruam, com visibilidade em razão de suas apresentações como “artista”, é referência para outros jovens e que, como o ora acusado, podem acreditar que a postura audaciosa de atirar pedras e objetos em policiais é a mais adequada e correta, sem quaisquer consequências

Integrante do Bonde dos Crias da Vila Kennedy (CV) preso essa semana coagiu PM como retaliação a operações policiais no Catiri, alvo da facção

Preso na última terça-feira, o traficante Alifer Oliveira de Carvalho, o Jarule, seria braço direito de Rodney Lima de Freitas, o RD, apontado como o principal puxador de guerras da facção criminosa Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio. Jarule é integrante do Bonde dos Crias, que atua na Vila Kennedy e tem expandido sua influência sobre a região do Catiri, na Zona Oeste do Rio.Segundo as investigações conduzidas pela Polícia Civil, Alifer exerce função de liderança na facção, sendo responsável direto por ações de intimidação contra moradores e desafetos, utilizando ameaças e violência como mecanismos para impor o domínio territorial do grupo criminoso. Em um dos episódios mais graves apurados, o investigado teria coagido um policial militar, como forma de retaliação às operações policiais que vêm sendo intensificadas no Catiri. Alifer também é acusado de participar da invasão a um condomínio residencial, onde foram lançados artefatos explosivos, provocando pânico entre os moradores. Além disso, o traficante teria ordenado o incêndio de postes de energia, o que resultou na interrupção do fornecimento de internet para cerca de 250 famílias, com o objetivo de impor o uso exclusivo da rede controlada pelo tráfico na comunidade. O criminoso foi reconhecido tanto pelo policial militar ameaçado quanto pelo síndico do condomínio atacado. Nas redes sociais, ostenta imagens portando armas e cercado de outros integrantes da facção, numa clara estratégia de intimidação virtual utilizada para manter o controle psicológico sobre a população local. As apurações também alcançam RD, identificado como um dos principais financiadores das ações criminosas do Bonde dos Crias. Ele seria responsável por garantir suporte logístico e recursos financeiros ao grupo, que busca ampliar seu domínio sobre áreas estratégicas da Zona Oeste carioca. A 34ª DP prossegue com as investigações para o completo desmantelamento da estrutura criminosa atuante na região”. O aparelho celular apreendido com o custodiado contém um adesivo colado com as inscrições “CPX do Catiri- a braba 10”, que é comumente utilizada como inscrição em associação para o tráfico de drogas. FONTE: TJ-RJ

Traficante do TCP xingou prefeito de Belford Roxo e disse que ele ia entrar na bala. Governante respondeu

Em uma postagem feita no Instagram, o traficante conhecido como Mais de Mil, se referiu ao prefeito de Belford Roxo, Márcio Canela, como “c… disfarçado de prefeito” em razão das medidas que estão sendo tomadas pelo governante contra a criminalidade na cidade, principalmente a retirada de barricads. l Em uma outra postagem, feita por ele, disse que Canella ia entrar na bala. O prefeito respondeu. FONTE: Rege Jaqueira (Twitter)

Milícia do Azul aterrorizou vítimas em Maricá

A milícia do Azul impõe terror a moradores de Maricá. No ano passado, os paramilitares invadiram um terreno alheio para o fim de esbulho possessório. Eles privaram a liberdade dois homens que tiveram as mãos e os pés amarrados. As vítimas foram ameaçadas e agredidas com chutes, coronhadas e golpes com pedaços de madeira. Os bandidos ainda roubaram pertences das vítimas como telefones celulares e documentos. Os criminosos também pararam o carro na frente da casa de uma das vítimas como forma de intimidação. Uma das vítimas contratou os serviços da outra para fazer obras no terreno mas quando chegaram viram uma ocupação indevida do espaço. Os criminosos já haviam instalado um poste de energia e iniciado uma construção de alvenaria no local. O bandido Azul foi questionado pelas vítimas, que foram cercadas por oito homens armados e agressivos. Os lesados foram levados para uma área de mata e foram submetidos a novas agressões. As vítimas ficaram sob cárcere privado por cerca de cinco horas com contínuas agressões e ameaças. Depois foram liberadas. FONTE: TJ-RJ

Ameaça de atentado fecha sede da OAB-RJ

Por orientação das autoridades de segurança pública,, a sede da OABRJ, no Centro do Rio, permanecerá fechada até o meio-dia desta quinta-feira, dia 3. Todas as atividades previstas para o período da manhã foram canceladas. A medida foi determinada pela presidente da Seccional, Ana Tereza Basilio, após comunicado recebido na noite desta quarta-feira, dando conta de uma ameaça de atentado relacionada a grupos extremistas. “Estamos em contato direto com as autoridades de segurança pública, atentos aos fatos e às apurações, acompanhando tudo com muita cautela. A segurança de advogados, advogadas, funcionários e de todos os que circulam diariamente pela sede da OABRJ é nossa prioridade”, afirmou Basilio. Todas as atualizações sobre o funcionamento da sede, bem como novas informações sobre o caso, serão divulgadas nos canais oficiais da OABRJ. FONTE: OAB-RJ

Após ameaça de traficantes, empresa de ônibus está usando garagem de outra firma na Zona Norte do Rio

A Viação Vigário Geral está utilizando a garagem da Viação Nossa Senhora de Lourdes, na Penha, devido a ameaças de traficantes a seus funcionários. A garagem da Viação VG, localizada em Vigário Geral, enfrenta dificuldades operacionais por estar em área dominada por criminosos. A Viação Nossa Senhora de Lourdes está oferecendo apoio para garantir a segurança dos colaboradores e a continuidade do atendimento. O sindicato Rio Ônibus confirmou que a mudança se deve à situação de criminalidade na região. FONTE: Apuração BR News (Whatsapp)

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