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Traficante que deu golpe no TCP em Belford Roxo e se aliou ao CV intimida moradores que passarem informações para a antiga facção

Após dar um golpe no Terceiro Comando Puro (TCP) e tomar o controle da comunidade Gogó do Bom Pastor, em Belford Roxo, que passou a ser dominado pelo Comando Vermelho, o traficante Esquilo declarou guerra aos traficantes Lacoste da Serriinha e Messi e intimidou moradores que porventura venham a passar informações para o TCP. “Vão ser cobrados” Ele escreveu também que espiona os rivais com drone, FONTE: Baú do Rio OFC (Telegram)

Delegado morto em SP foi ameaçado há quatro anos por um homem por conta de uma investigação contra colega da polícia. ‘Seu covarde, demorei para te achar, mas te achei”

Assassinado na semana passada em Praia Grande, o ex-delegado-geral de São Paulo, Ruy Ferraz Pontes, sofreu ameaças em 2021, por um homem que o acusava de perseguir um outro delegado que era investigado pela Corregedoria na época. Na ocasião, o homem enviou a Fontes ameaças de divulgação de dados e outros xingamentos contra a vítima, que na época ocupava o mais alto e honroso cargo da competente e dedicada Polícia Civil deste Estado.  “vou vazar seus dados, tais como telefone, endereço, CPF, RG etc pra galera te achar pela sua covardia com o da Cunha. Espero que voce morra””sobre rastrear, tenta aí, fodão”,”seu covarde, demorei p te achar, mas achei”,”seu safado, covarde. Vou divulgar agora os dados que colhi seu”,”até seu irmão vai se f..”,”mexa com bandido grande, mexa comigo, me rastreia, Agora fica perdendo teu tempo pra prejudicar homem de bem, “mexa com o crime cibernetico, seu fraco, arrombado, rato”, “vou derrubar seu número, seu corno covarde”, “dá adeus pro seu Whatsapp”, “responsa seu corno”.  O homem fez ameaças a Fontes  visando pressionar a vítima relativamente a apuração administrativa na ocasião instaurada, bem como que tentou invadir dispositivo, o telefone celular da vítima, visando alterar ou destruir dados ou informações sem autorização do usuário do dispositivo. Ademais, a intenção do réu de instalar vulnerabilidades no dispositivo para obtenção de vantagem ilícita – beneficiar pessoa que estava sendo legitimamente investigada ou punida em âmbito administrativo.

Na presença da PM, obras da Clínica da Família no Vidigal (CV) foram retomadas após ameaças de traficantes

Na tarde da última terça-feira (09), homens armados ameaçaram os operários que estavam trabalhando na obra da futura clínica da família do Vidigal. Visando a segurança dos funcionários, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) suspendeu temporariamente a obra e fez um boletim de ocorrência na Polícia Civil, além de pedir apoio das forças de segurança do Estado. Hoje as obras já foram retomadas, com a presença no local de duas viaturas da Polícia Militar. A SMS espera que as forças de segurança garantam a integridade dos funcionários para a continuação dos trabalhos.

Comerciante disse que miliciano preso em Nova Iguaçu no último fim de semana ordenou que ela desocupasse a loja senão sofreria consequências e ele “passaria todo mundo”

Leia agora mais detalhes sobre a acusação contra miliciano Marcelo Feital Joaquim., preso no último fim de semana em Nova Iguaçu. Uma comerciante descreveu todos os atos que vem sendo praticados pelo representado desde junho do corrente ano, para intimidar e obrigar as vítimas a abandonarem o estabelecimento comercial onde desempenham sua atividade comercial, sob o argumento de que teria sido comprado por outra pessoa e que elas teriam que desocupar: Ela relatou que, no dia 26/06/2025, Marcelo chegou na loja se apresentando como dizendo que comprou o imovel do antigo dono e pediu que a declarante deixasse o imóvel; A comerciante disse que existia um processo judicial a respeito da posse e propriedade do imóvel. Marcelo não apresentou nenhuma documentação e disse que não queria saber de processo judicial pois era muito influente e não perderia seu tempo com isso. Ele então ameaçou a comerciante, dizendo que se a mesma não saísse por bem, sairia por mal. No dia 16/08/2025 dois homens em uma motocicleta foram até a loja e determinaram que as funcionárias ligassem para a dona. As funcionárias ligaram para a sua sócia e um dos homens falou pelo telefone que elas teriam 15 dias para desocupar a loja, caso contrário “Passariam todo mundo”.A proprietária foi na delegacia e registrou uma ocorrência sobre o fato. No dia 26 de agosto, Marcelo retornou a loja com mais três homens. Um desses três homens era o mesmo que havia ameaçado “passar todo mundo” no dia 16/08/2025, tendo sido reconhecido através das imagens do CFTV da loja Marcelo e o homem mencionado, que esteve lá anteriormente, entraram na loja e os outros dois homens ficaram do lado de fora, mas log o em seguida também entraram; Eles mandaram que a comreciante sentasse e não levantasse e falou que estava ali para desocupar as lojas, pois estava com uma ordem de despejo, mas não apresentou nenhum documento. A vítima explicou ainda que havia um processo judicial e Marcelo disse que “ele é a ordem de despejo. A comerciante perguntou se Marcelo era oficial de justiça e o mesmo diz que não, que era da milícia. A declarante pergunta para o outro homem o nome dele e o mesmo diz que era melhor não saber para o bem dela. Ela ainda perguntou se fora ele que esteve na loja no outro dia ameaçando todos, e o homem respondeu que sim. Marcelo então disse que daria até segunda feira dia 01/09/2025 para a declarante sair. Neste momento dois Policiais do Projeto Segurança presente se aproximam e Marcelo e dois de seus comparsas saíram da loja e ficaram em frente ao imóvel conversando e rindo com os policiais do segurança presente. Neste momento o quarto homem de óculos permanece na loja, mandando que a declarante continuasse sentada, evitando que a vítima falasse com os policiais. Os policiais foram chamados pelos funcionários da outra loja, mas após conversarem com os homens, foram embora sem sequer entrar na loja da declarante. A comerciante mostrou para o homem de óculos a foto da denúncia no Ministério Público; Ele saiu da loja e contou a Marcelo, que declarou que não tinha medo pois o “Marcinho seguraria para eles”; A declarnte disse acreditar que Marcinho do qual Marcelo ostenta foto nas redes sociais; seja um vereador. Que após o fato foi registrado ocorrência nesta UPJ sob o nº052-10450/2025; QUE fez a denúncia no Ministério Público de nº2025.00826946; A comerciante disse que no dia 02/09/2025 recebeu uma ligação de número restrito, onde foi ameaçada, onde o homem falou “Se não desocupar a loja, sofrerá as consequências”. No dia 05/09/2025, por volta 08h, ao chegar em seu estabelecimento, percebeu que a corrente que lacra o estabelecimento estava cortada, a porta estava uns 30cm içada. Ao entrar em sua loja, verificou que estava tudo revirado e com mercadorias faltando, quase todos os cabides estavam vazios. Ela olhou o estoque e notou que haviam furtado mercadorias do estoque; Quando olhou o caixa, percebeu também que haviam furtado R$ 500,00 em espécie; Que somando, diz ter uma estimativa de prejuízo de mais de R$ 70.000,00. Disse acreditar que o mandante seja Marcelo; Que ao ver as imagens do furto, identificou um dos homens como sendo um dos que estavam com Marcelo no dia 26/08/2025….”.

Preso miliciano que disse que explodiria Nova Iguaçu com gente dentro se dono não pagasse a taxa

A Polícia Civil prendeu no último fim de semana (7), Marcelo Feital Joaquim, miliciano responsável por extorsões e invasões de imóveis comerciais no Centro de Nova Iguaçu. O grupo liderado por ele exigia que comerciantes entregassem os estabelecimentos sob ameaças de morte. Em uma das ocasiões, Marcelo teria dito que “explodiria a loja com quem estivesse dentro” caso não fosse atendido. Marcelo Feital, que já ocupou cargos na Prefeitura de Nova Iguaçu, usava nomes de políticos para intimidar as vítimas, como explica o delegado Márcio Esteves.

Quadrilha emprestava dinheiro, cobrava mil por cento de juros e ameaça os clientes com armas

Policiais civis da 82ª DP (Maricá) prenderam, neste sábado (06/09), dois integrantes de uma quadrilha de agiotas que atuava com extrema violência. Os agentes cumpriram mandados de prisão e busca e apreensão em endereços ligados aos investigados, em Maricá e São Gonçalo, na Região Metropolitana. As investigações tiveram início em junho deste ano, quando as vítimas procuraram a 82ª DP para denunciar o crime de extorsão. A quadrilha emprestava dinheiro a moradores da região com juros abusivos, que chegavam a 1.000%, e fazia cobranças armadas, ameaçando as vítimas e seus familiares. Em um dos casos, um dos presos invadiu a casa de um denunciante e, não o encontrando, manteve a irmã em cárcere privado, apontando uma arma de fogo para sua cabeça e exigindo o pagamento imediato da dívida. Os agentes identificaram transferências bancárias via Pix para uma empresa em Alcântara, que servia como fachada para movimentar os valores obtidos ilegalmente. Na delegacia, as vítimas reconheceram um dos presos como o responsável por entregar os valores e o outro como o autor das cobranças violentas.As prisões ocorreram durante diligências nos bairros de Itaipuaçu e Jardim Interlagos, em Maricá, e também em Alcântara, em São Gonçalo. Na ação, foram arrecadados dois veículos de luxo, uma pistola, material de armamento, documentos, valores em espécie, celulares e munições. Nos locais, foi possível constatar que os investigados mantinham patrimônios incompatíveis com suas declarações de renda, já que ambos se apresentavam como vendedores autônomos de automóveis. As investigações continuam para identificar outros envolvidos na quadrilha e aprofundar a análise do material apreendido.

Pensando se tratar de um policial em viatura descaracterizada, traficantes sequestraram homem em Honório Gurgel, o agrediram e jogaram gasolina em seu corpo para tacar fogo. Vítima aproveitou distração e fugiu

Há quase um ano, criminosos abordadaram um homem que trafegava com seu veículo VW/Voyage, cor branca junto à Rua Doutor Areolino de Abreu, altura do nº 65, em Honório Gurgel, Rio de Janeiro, acreditando que se tratava de policial e que o veículo seria uma viatura descaracterizada. Os bandidos teriam levado a vítima para outro local e, então, iniciado uma série de agressões físicas. Jogaram gasolina em seu corpo sob a ameaça de atear fogo. A vítima, residente na comunidade, os teria identificado como agentes do tráfico local. Os investigados teriam entrado em contato com a liderança da criminalidade no local solicitando autorização para praticar o homicídio da vítima quando, em momento de distração, ela conseguiu evadir-se, pulando pela janela do terceiro andar do imóvel em que se encontrava. Então, a vítima correu até a UPA de Honório Gurgel, onde recebeu atendimento médico. Segundo o relato da vítima (fls. 09), os fatos ocorreram no dia 13/09/2024, mas ela só teria conseguido comparecer à Delegacia de Polícia, dia 20/09/2024, para comunicar os crimes, em razão, primeiro, de seu estado de saúde, que demandou atendimento médico e, segundo, da necessidade de retirar sua família da comunidade local por temer represálias. Os suspeitos foram formalmente identificados pela vítima em sede policial, sendo certo que eles integram o tráfico na comunidade em que, todos, residem. Ao todo, seis envolvidos tiveram as prisões preventivas decretadas.

Após perder o morro para o CV, ex-frente do TCP no Campinho fez ameaças aos moradores

Após ser expulso do Morro do Campinho pelo Comando Vermelho, o traficante Da Mata que era um dos frentes do.TCP na comunidsde fez ameaças à moradores que receberam cestas básicas dos novos ‘donos’ da favela. Ao mesmo tempo, o CV faz questão de exibir seu poderio bélico no Campinho.

Traficante acusado de mandar matar jovem que se recusou a sair com ele estaria ameaçando moradores que estão denunciando abusos que ele e comparsas estão cometendo

De acordo com informações do jornalista Bruno Assunção, suspeito de ser o mandante da morte da jovem Sther de 22 anos, o traficante Coronel do Muquiço estaria meaçando moradores do Muquiço, de Senador Camará e da Vila Aliança por repassarem informações à imprensa sobre as crueldades que ele e seus comparsas vêm praticando nessas regiões. A família da vítima também estaria sofrendo pressão. Anteontem, a Polícia Militar fez uma operação na região para prender suspeitos do crime. Os criminosos da Vila Aliança e de Senador Camará acharam que o deslocamento dos PMs seria para lá e causaram um transtorno gigantesco na vida dos moradores de bem. Chegaram a fechar vias importantes da comunidade com um ônibus atravessado, e algumas escolas não abriram por precaução. Só no TJ-RJ, Coronel virou réu em 14 processos por homicídio. Eke também possui diversas anotações criminais por tráfico de entorpecentes, roubos a transeuntes, homicídio provocado por projétil de arma de fogo, formação de quadrilha, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, receptação, roubo de veículo e lesão corporal.

Mulher sofreu um infarto devido a abalo emocional por ameaças feitas por milicianos de Santa Cruz. Ela teve até que mudar de cidade

Uma mulher veio a sofrer um infarto por conta de ameaças feitas por milicianos de Santa Cruz já que ela era informante de uma ação penal que vai julgar os assasinos do seu filho. As ameaças ocorreram entre os meses de abril e maio de 2024, na comunidade do Rodo. Um miliciano que está preso prometeu matar a vítima e toda família dela, desviando-a da propensão em esclarecer as circunstâncias do homicídio de seu próprio filho. A mulher disse que sofreu em torno de dez intimidações, feitas por terceiros não identificados, que passavam em motocicletas quando ela circulava pela região, e lhe diziam frases como: “se você não parar, vão te matar” ou “o chefe disse que, se a senhora não parar, ele vai mandar matar a senhora”. Relatou ainda que, em ocasião posterior, soube por vizinhos que indivíduos desconhecidos estiveram em sua comunidade a bordo de um carro e fugiram ao perceberem a presença da polícia, o que a levou a crer tratar-se de nova investida contra sua vida. Disse também que moradores da região foram abordados por desconhecidos que procuravam saber seu endereço. Que, posteriormente, um carro preto foi visto em frente à sua residência, tirando fotografias, fato presenciado por sua neta de 5 anos e por um familiar. Afirmou que todos esses episódios lhe causaram intenso abalo emocional, culminando em um infarto, o qual a obrigou a implantar um marcapasso. Por essa razão, afirmou ter deixado a cidade por quatro meses, temendo por sua vida. Acrescentou que, após esse período, não houve novas ameaças, mas que permanece temerosa diante da lembrança dos fatos e da figura do acusado, a quem atribui condutas violentas e intimidadoras ocorridas antes e depois do homicídio de seu filho. A filha da vítima narrou que não presenciou diretamente as ameaças dirigidas à sua mãe, mas confirmou que esta frequentemente retornava de suas saídas à rua em estado de desespero, relatando ter sido ameaçada de morte por desconhecidos que mencionavam o nome de um miliciano. . Afirmou que a situação era recorrente e que vizinhos chegavam a socorrer sua mãe na via pública, concluindo crer que os atos estavam relacionados à condição de sua mãe como testemunha em processo criminal que envolve o acusado. Confirmou que, em uma dessas ocasiões, sua filha, neta da vítima, viu um carro preto parado em frente à residência da família, tirando fotografias, o que aumentou o sentimento de insegurança no núcleo familiar. Acrescentou que sua mãe sofreu um infarto em razão dessas ameaças e que, desde então, ambas passaram a viver sob constante medo, mesmo após cessarem os episódios diretos de intimidação.

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