Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

agressão

Mulheres que viviam em favela dominada pelo CV em Santa Teresa são suspeitas de torturar entregador para ele quitar dívida com agiota

Duas mulheres são suspeitas de torturar um entregador de aplicativo de 22 anos na comunidade do Fallet-Fogueteiro, em Santa Teresa, na Região Central do Rio, área dominada pelo Comando Vermelho. Segundo as denúncias, a vítima saiu de Minas Gerais para trabalhar no Rio e era forçada a arrecadar R$ 1.700,00 por semana para quitar uma dívida de R$ 12 mil com um agiota. De acordo com o entregador, caso não alcançasse o valor estabelecido pelas suspeitas, ele era queimado, sofria mordidas e era agredido com socos e pontapés dentro de casa. O entregador contou ainda que as mulheres usavam a religião para fazê-lo aceitar ser agredido. Ele disse que já vinha sendo torturado há 4 meses.Um grupo de motoboys se uniu e foi até a casa onde as suspeitas e a vítima moravam, mas elas já tinham fugido, levando todos os pertences. Uma foto que circula na internet mostra vários hematomas nas costas da vítima.

Pai torturou filha de 15 anos em Magé ao descobrir que ela estava se envolvendo com traficante

Um processo que tramita na Justiça dá detalhes sobre uma bárbara tortura sofrida por uma adolescente de 15 anos que foi agredida pelo próprio pai em razão de estar supostamente mentindo e se envovlendo com um traficante. O caso ocorreu em novembro do ano passado, em Magé. O pai agrediu a garota violentamente com uma folha de bananeira, por incontáveis vezes, a atingindo na região das suas pernas, braços, costas e peito, ocasionando as lesões corporais Ele ainda teria desferido incontáveis tapas pelo corpo da mesma, tendo, ainda, a levado para o quarto e passado a máquina na sua cabeça, raspando os seus longos cabelos. Segundo a investigação, o agressor . teve notícias de que sua filha adolescente estava mentindo sobre suas ações, e que estaria envolvida com alunos da sua escola que usam drogas, bem como que estaria faltando aulas para ir a cachoeira, e saído de madrugada sem permissão. Foram totalizadas 35 (trinta e cinco) lesões, que media, entre 10 mm e 35 mm, restando ausente, por ora, a informação de lesão grave que necessita de maiores complementações. ‘Ao saber que sua filha estava se envolvendo com um traficante, o pai ficou furioso, avançou para cima dela e começou a agredi-la verbalmente e fisicamente, com um cabo de vassoura com tapas e batendo a sua cabeça no chão diversas vezes”, disse uma testemunha,

PM suspeito de extorquir em R$ 30 mil, agredir e ameaçar matar homem e que já foi condenado a 23 anos de cadeia poderá ser expulso da corporação. “Quero o dinheiro, senão vai acabar aqui”.

Em 17 de fevereiro de 2022, um homem foi atraído até um bar localizado no município de Ni-lópolis/RJ, por meio de um contato telefônico de uma mulher chamadal Edla, que se apresentou falsamente como vítima de violência doméstica para obter sua localização. No local, o rapaz foi violentamente agredido pelo sargento PM Peres e por outro indivíduo não identificado, sendo, em seguida, forçado a entrar em um veículo utilizado pelo grupo criminoso. Na sequência, duas mulheres e o PM dirigiram-se à rEsidência da vítima, onde arrombaram a porta e subtraíram diversos bens, como uma televisão de 43 polegadas,dois ventiladores, um aparelho celular, pares de tênis e outros objetos pessoais. Enquanto isso, a vítima permanecia no interior do veículo, sob agressões físicas. Após o roubo, a vítima foi levada à força até o bairro do Recreio dos Bandeirantes, no Riode Janeiro, onde, entre as 20h do dia 17 e as 08h do dia 18 de fevereiro de 2022, foi mantida sob vigilância, sendo agredida e ameaçada de morte com arma de fogo pelo sargento, com o objetivo de extorquir-lhe a quantia de R$ 30.000,00 (trinta mil reais), sob a ameaça direta de execução: “Quero o dinheiro, senão vai acabar aqui”. Ainda durante o trajeto, o PM manteve contato telefônico com o mandante dos crimes, “Caio Padrinho”. Em determinado momento, pararam em uma choperia para conversarem pessoalmente, mantendo a vítima confinada no veículo. Em seguida, ela foi levada a um local ermo, nas proximidades da Estrada do Pontal, onde sofreu novas agressões e ameaças. Ao final, foi deixada em uma quitinete no chamado “Beco do Índio”, sob a guarda de um homem., com ordens expressas para não deixá-la sair até o pagamento ser realizado. O sargento Peres está sendo submetido a conselho de disciplina que poderá decidir pela sua exclusão dos quadros da corporação. Ele foi condenado a 23 (vinte e três) anos, 6 (seis) meses e 20 (vinte) dias de reclusão, em regime inicialmente fechado,

Morador de rua foi torturado em Campos (RJ) ao ser confundido com outro que havia dado desfalque na boca de fumo

Um morador de rua foi confundido com outro que havia dado um desfalque na boca de fumo e acabou sendo torturado na noite de ontem no Parque Aurora, em Campos dos Goytacazes. Ele sofreu lesão no crânio, fratura exposta na perna esquerda e fratura nos dois braços. Apesar da gravidade das lesões, a vítima não corre risco de morte. Ele foi levado para o Hospital Ferreira Machado, onde aguarda pela realização de cirurgia. Até o momento, os autores da tortura não foram identificados. O crime foi registrado e será investigado na 134ª Delegacia de Polícia (Centro).

“Quero ver vocês me pegar aqui dentro do complexo, não vai me pegar, sabe por quê? Vocês peidam”, disse Oruam quando a polícia estava a sua procura

“Quero voer vocês virem aqui, pô, me pegar aqui dentro do complexo, não vai me pegar, sabe por quê? Vocês peidam, Vai tnc, sou filho do Marcinho, seus fdps, vem me pegar aqui agora, estou na Penha, entra aqui para você vê Essas foram as palavras literais feitas pelo rapper Oruam depois que a polícia estava atrás dele após a tentativa de homicídio contra policiais em julho. Os dizeres constam nos autos de decretação da prisão preventiva do cantor. Ao todo, sete pedras foram lançadas contra os policiais do peitoril da primeira janela do andar superior de 4,5m (quatro metros e cinquenta centímetros) de altura, vindo a serem jogadas de cima para baixo por Oruam e comparsas. Pedras atingiram diretamente o policial Alexandre (uma pedrada acertou as costas e a outra atingiu o calcanhar esquerdo) e em relação ao delegado Moyses Santana,uma das pedras passou a poucos centímetros de seu rosto, sendo necessário se abrigar atrás da viatura, movimento também realizado pelo seu colega. Oruam persistiu na escalada criminosa e buscou atrair os agentes de segurança para local com maior garantia de resultado morte dos mesmos, no caso a fuga para o Complexo da Penha, Convém observar que as vítimas estavam desprovidas de capacete, colete e equipamentos de segurança, o que ingressou na esfera de conhecimento dos acusados durante a ação criminosa, contribuindo para o agravamento do risco Concluiu que a 1ª pedra, ao atingir o solo (ou um alvo humano), atinge força de impacto superior a 9000 N, valor muito acima do limiar de fratura óssea craniana, podendo resultar em lesões letais imediatas. Em relação às demais (2ª à 7ª pedra), utilizando-se das mesmas bases de cálculos e dados observou através do gráfico constante no bojo da denúncia que, em se tratando de caso de múltiplos lançamentos, a análise dos fatos narrados, envolvendo o lançamento sucessivo de pedras de uma sacada situada a 4,5 metros de altura, com direcionamento a pessoas e locais habitados, indica que os denunciados assumiram o risco de produzir o resultado morte. Oruam e os demais indivíduos também lançaram pedras na viatura utilizada pelo declarante, danificando-a. O rapper também deu socos na viatura.Os policiais optaram por sair do local, tendo em vista que naquele momento havia risco real de que alguma pedra acertasse os mesmos, pondo em perigo suas vidas e integridade física; que assim entraram rapidamente na viatura e se posicionaram mais a frente, se distanciando dos autores, enquanto o reforço era solicitado, inclusive da PMERJ; Segundo a Justiça, a posição audaciosa de Oruam desacato e ameaças aos agentes das forças policiais não se deu somente pelas redes sociais, mas também pessoalmente, consoante mídia publicada nas redes sociais, referente ao dia dos fatos, sendo extremamente grave e dela se denota que em futuras ocasiões atuará da mesma forma, sendo necessária a prisão para a garantia da ordem pública. Frise-se que, por força das ações eleitas pelo próprio acusado, o caso ganhou notoriedade e imprescindível que o Poder Judiciário garanta que a segurança estatal retome a ordem diante do caos gerado pelas ações dos denunciados. Percebe-se que as ações dos acusados, em especial acusado “Oruam”, repercutem de modo tão negativo na sociedade que incitam a população à inversão de valores estabelecida contra as operações feitas por agentes de segurança pública, conforme se depreende pelo início da ação legítima de apreensão do adolescente “Menor Piu” e também pelas demais repercussões, causando profundo abalo social. Assim, a Ordem Pública restou extremamente abalada pelos fatos em comento, demandando rápida ação estatal a fim de conter as futuras e prováveis ações de escalada delituosa. Por fim, ressalte-se que o acusado Oruam, com visibilidade em razão de suas apresentações como “artista”, é referência para outros jovens e que, como o ora acusado, podem acreditar que a postura audaciosa de atirar pedras e objetos em policiais é a mais adequada e correta, sem quaisquer consequências

MC Poze disse que iria matar ex-empresário torturado e que iria jogar corpo no rio, aponta denúncia

Segundo denúncia do Ministério Público Estadual, MC Poze do Rodo disse que iria matar seu ex-empresário e jogar o corpo no rio, mas não o fez porque um dos presentes intercedeu pela vida da vítima. O cantor ainda falou que era para esquentar um ferro elétrico para queimar o rapaz. A vítima ficou desesperada e chegou a desmaiar na cozinha. Um dos envolvidos nas agressões, vulgo Gabigol o levou até o hospital. O agredido falou que acredita que foi torturado por cerca de duas horas e meia a três horas na sala da residência de MC Poze. Temendo por sua vida, o ex-empresário não contou a verdade no hospital, ao buscar atendimento, e informou no nosocômio que as lesões eram decorrentes de uma queda na escada. O ex-empresário contou que no dia seguinte à comemoração do aniversário do cantor na , teve um desentendimento com Poze, na presença de outros indivíduos, a respeito de uma joia de propriedade do músico (bracelete). Poze desconfiou que o declarante havia furtado a joia. Em razão da desconfiança, o cantor mudou o comportamento; que passaram a discutir, e Poze o mandou ir embora, o que disse que faria somente após ser revistado; Em determinado momento, na sala de estar da casa do funkeiro, este disse “pode pegar”, momento em que diversos homens que estavam no local passaram a agredir o rapaz com socos e pontapés; que após alguns minutos, Poze mandou parar. Em seguida, o cantor disse para alguém pegar uma “perna de três”, pedaço de madeira com três pregos na ponta, para com o instrumento agredir o declarante; Então, Loirinho, Leo, Tiza, Casca e Richard lhe agrediram, juntamente com os indivíduos “Di Gato e Gordinho ainda não reconhecidos. Poze comandou a tortura, determinava aos outros que batessem no declarante, e lhe queimou com cigarros acesos no pescoço, cabeça e região peitoral, e no interior do ouvido, dizendo que o deixaria surdo; que teve lesões decorrentes de pauladas e pregos nos braços direito e esquerdo, e também nas mãos esquerda e direita; que teve o braço fraturado por uma paulada desferida por Tiza que também sofreu diversos golpes de pauladas, socos e pontapés na região dorsal, costelas e pernas, o que lhe causou dificuldades de respirar e se locomover. FONTE: TJ-RJ

Clube de futebol da Baixada teve sua sede invadida e jogadores agredidos. Até criança foi ferida

O Duque de Caxias FC emitiu nota oficial após ter sua sede invadida e jogadores agredidos durante o treino NOTA OFICIAL O Duque de Caxias Futebol Clube lamenta profundamente os lamentáveis acontecimentos ocorridos na tarde desta terça-feira (16/07), quando torcedores ligados a uma torcida organizada invadiram de forma deliberada as dependências do clube, mais especificamente o vestiário, com o claro intuito de agredir e ameaçar atletas e membros da comissão técnica. Durante o ato de violência, um atleta e uma criança ficaram feridos. Além disso, o aparelho celular de um jogador foi levado, em mais um episódio que evidencia o nível inaceitável da barbárie registrada. As cenas presenciadas nesta tarde são absolutamente repudiáveis e não condizem com o ambiente de trabalho que deve prevalecer em uma instituição desportiva. O clube já está colaborando com as autoridades competentes e espera que as devidas providências sejam tomadas com a maior brevidade possível. Reiteramos nosso mais profundo repúdio ao que ocorreu e manifestamos nossa solidariedade a todos os que foram direta ou indiretamente afetados por este episódio inadmissível. O Duque de Caxias FC também aproveita para registrar o seu pesar pela situação desportiva que enfrenta no momento. Informamos que medidas internas já vinham sendo adotadas, inclusive com o afastamento de alguns atletas antes mesmo dos acontecimentos de hoje, sempre com o objetivo de reverter o atual cenário esportivo. Por fim, reforçamos que sempre enxergamos em nossa torcida um verdadeiro baluarte da nossa agremiação. É essa torcida apaixonada que esteve ao nosso lado nos momentos de glória e também nos períodos de dificuldade ao longo da nossa história. Continuamos acreditando no apoio e na força da nossa gente para, juntos, superarmos mais este desafio.. FONTE: Duque de Caxias Futebol Clube FONTE: Duque de Caxias Futebol Clube1

Menor ligado a ADA é suspeito de participar de sessão de tortura contra dois irmãos em Quissamã por achar que as vítimas eram de grupo rival

Um menor de idade ligado à facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) é suspeito de participar de uma sessão de tortura em Quissamã Uma das vítimas relatou que ela e seu irmão foram abordados por integrantes da facção sendo levados para um matagal, ameaçados, roubados seus celulares e espancados, sob a justificativa de pertencerem a grupo rival. As imagens do local mostraram o menor junto ao bando, em uma bicicleta, aliciando as vítimas A vítima informou não se recordar se o adolescente teria subtraído seu celular, não sabendo imputar a autoria, tampouco se, no momento da subtração, o menor estaria presente. Segundo a Justiça, , em relação aos atos infracionais análogos aos crimes de tortura e associação ao tráfico, a materialidade e autoria restaram comprovadas. O menor confessou em juízo que, à época dos fatos, fazia parte da facção criminosa Amigo dos Amigos, e que se dirigiu ao local das vítimas, após o recebimento de uma mensagem da liderança, A atuação do menor, durante a abordagem, contribuiu para a efetiva privação da liberdade das vítimas e o deslocamento destas do local de origem, não sendo crível que não soubesse a finalidade espúria desde o primeiro contato. O laudo de exame de lesão corporal em relação a uma das vítimas, atestou o sofrimento ensejado pelo espancamento com instrumentos contundentes e produzido por meio cruel, gerando escoriações lineares em mãos e antebraços (por ter sido amarrado) e pescoço, FONTE: TJ-RJ

Traficante que se passava por pescador para enviar drogas para favela em Caxias disse ter levado socos, chutes e golpes de fuzil de policiais civis. Justiça mandou apurar

O traficante que fingia ser pescador para levar drogas para uma comunidade de Duque de Caxias e foi preso essa semana relatou que foi agredido por policiais civis no momento da sua detenção. Falou não saber os nomes dos agressores mas alegou ter recebido socos, chutes, golpes com o fuzil. A Justiça determinou a realização de novo Auto de Exame de Corpo de Delito (complementar), independentemente da existência de laudo no sistema pois, apesar dos relatos de lesão à integridade corporal do preso o primeiro exame resultou negativo. Mandou ainda a extração de cópias dos autos à Promotoria de investigação e à Corregedoria da Polícia Unificada, a fim de apurar a conduta de todos os policiais envolvidos na ocorrência. O suspeito foi capturado na posse de 10,5 kg de maconha e 260 gramas de cocaína todas embaladas para venda, com preços e símbolos da facção criminosa Comando Vermelho. FONTE: TJ-RJ

Leia como um rapaz acusado de ser do TCP conseguiu sobreviver após ser sequestrado e torturado por traficantes do CV em Búzios

No dia 20 de março de 2024, entre 14h00min e 15h40min, na Praça “Zé Paraíba, no bairro Cem Braças, em Búzios, traficantes do Comando Vermelho sequestraram J.V.A.C e o espancaram com socos e golpes de madeira contra o seu corpo, bem como grave ameaça de morte exercida com emprego de armas de fogo, o que fizeram com o fim de obter informação e declaração da vítima e para aplicar castigo pessoal, tudo em razão do seu suposto envolvimento com facção rival. Os criminosos o sequestraram e o colocaram em um veículo após a prática do crime de tortura, para levar a vítima até região de mata no Bairro Baía Formosa, onde seria executada a tiros. O crime de homicídio acima descrito apenas não se consumou pois a vítima conseguiu fugir no percurso entre o bairro Cem Braças e São José, tendo solicitado socorro a agentes da Guarda Municipal. Além disso, o crime de homicídio tentado foi praticamente por motivo torpe, pois os denunciados tentaram matar a vítima J.v em razão do suposto envolvimento dele com facção criminosa rival ao “CV”, qual seja, o “TCP”. Na data dos fatos, a vítima estava transitando em uma motocicleta pelo bairro Cem Braças, quando foi abordado por três criminosos, os quaisdeterminaram que ele descesse do veículo, conduzindo-o, em seguida, até outros dois conparsas , além de outro indivíduo não identificado. No local, conhecido como Praça “Zé Paraíba”, a vítima foi submetida a interrogatório elos denunciados e o sexto indivíduo não identificado, todos traficantes de drogas integrantes do “Comando Vermelho”. Durante o interrogatório, J.V foi espancado com socos e golpes de madeira, enquanto afirmaram que lhe matariam depois, inclusive com emprego de armas de fogo que eram portadas pelos criminosos, tudo enquanto era acusado de ser “alemão” e de “fechar com o Terceiro Comando”. FONTE: TJ-RJ

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima