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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Operadoras de telefonia foram proibidas por traficantes de entrar em várias ruas do Complexo de Israel (TCP) e nos seus arredores. VEJA RELAÇÃO

Outra denúncia recebida pelo Ministério Público Estadual diz que a quadrilha de Peixão proibiu a operadora Claro e demais concessionárias telefônicas de fazerem reparos na rede em Cordovil e Brás de Pina em comunidades que compõem o Complexo de Israel. Funcionários das empresas relataram que sofriam ameaças de traficantes. Nem nas ruas fora das comunidades, as equipes podiam entrar. As empresas Claro, Oi, TIm, Vivo não conseguiam fazer a manutenção pois os traficantes pretendiam implantar a própria internet deles na região;.Algumas ruas afetadas foram FONTE: MPRJ

MP recebeu denúncia de que Peixão (TCP) teria mandado matar nove pessoas em um único dia em junho de 2023

Denúncia recebida pelo Ministério Público Estadual informou que o traficante Peixão teria mandado matar nove pessoas no dia 17 de junho de 2023 em Parada de Lucas. Segundo a notícia, Peixão ordenou as mortes do miliciano Allan Romariz Baista, Nenzinho da Pavuna e uma mulher chamada Débora, que era esposa do traficante Moisés Severino da Silva, o Dino, que foi durante um tempo seu braço-direito e teria sido morto também por Peixão em 14 de novembro de 2021. As outras supostas vítimas que teriam sido mortas naquele dia não foram identificadas. Ainda segundo a denúncia recebida pelo MP, as pessoas foram mortas porque Peixão achava que elas eram X9. Os corpos teriam sido jogados para jacarés comerem em um mangue que existe na Rua Doutor Adailton, em Vigário Geral. Um animal que não sumiu completamente com um cadáver acabou sendo morto . A família das vítimas não puderam dar um enterro digno e muito menos postar que está de luto senão Peixão iria matar também, de acordo com o que foi comunicado ao MP. A denúncia foi cadastrada sobre o número de protocolo 3679.6.2023 FONTE: MPRJ

Criminosos marcaram encontro com homem e o mataram na Praia do Forte, em Cabo Frio

Allan Terra Couto, de 34 anos, foi assassinado ontem na Praia do Forte, em Cabo Frio. Segundo a polícia, a vítima foi atraída para o local do crime por um dos bandidos que marcou um encontro com ele horas antes da execução. A trama foi descobeta após agentes ao verem mensagens armazenadas no celular de Allan., O homem foi morto sem qualquer chance de defesa. Ele já foi envolvido com o crime mas se afastou há anos e tinha uma vida simples dedicada ao trabalho. FONTE: PCERJ

Homem foi morto em plena luz do dia em Magé

Um homem identificado como Leone foi executado nesta tarde de sábado, em Suruí, Magé, na Baixada Fluminense. De acordo com relatos de moradores, vários disparos foram ouvidos, causando grande movimentação e pânico na região. A Polícia Militar foi acionada e isolou a área até a chegada da perícia. O corpo permanece no local. Até o momento, não há informações oficiais sobre a motivação do crime nem sobre os suspeitos. Segundo os moradores, o local costumava ser tranquilo, mas esse já é o segundo episódio recente envolvendo tiros de fuzil na região. No caso anterior, houve uma tentativa de homicídio próxima a uma escola, por volta das 11h da manhã. Moradores afirmam que a área está abandonada pelas autoridades e cobram mais segurança e policiamento. FONTE: O Mensageiro (Facebookl)

Preso braço-direito de traficante que mandou matar jovem que se recusou a sair com ele

Policiais do GAT do 9º BPM (Rocha Miranda) prenderam cinco suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas, entre eles o número 2 da comunidade do Muquiço, em Deodoro, Zona Norte do Rio. Fábio Gomes da Silva, conhecido como “Fabão”, é apontado como braço direito de Bruno da Silva Lourenço, o “Coronel”, chefe do tráfico da região. ⚖ “Coronel” é acusado de ser o mandante do sequestro e espancamento que resultaram na morte de Sther Barroso dos Santos, de 22 anos. A jovem foi sequestrada após sair de um baile funk 🎶 na comunidade da Coréia, em Senador Camará, Zona Oeste do Rio. Fabão, que já havia sido condenado a 15 anos de prisão por homicídio, estava foragido. Os suspeitos foram surpreendidos em uma boca de fumo e levados para a 30ª DP (Marechal Hermes) , onde o caso foi registrado. Durante a ação, os policiais apreenderam um fuzil, uma espingarda e duas pistolas. FONTE: PMERJ

Saiba detalhes e suposta motivação para assassinato de mulher que havia sido expulsa da maior milícia do RJ

A miliciana Martinha Sapatão.foi morta na Região dos Lagos para onde fugiu após ser expulsa da quadrilha. Ela era pessoa de confiança do Zinho e responsável pela parte financeira da milícia. Após a prisão do Zinho, Martinha se juntou com o Andrey(Zero). Os dois tentaram assumir. o controle total da milícia, mas bateram de frente com o PL e Naval, e por último tentaram rachar a quadrilha , mas não tiveram apoio dos frentes das áreas e acabarem sendo expulsos da milícia pelo PL. Na ultima madrugada, Martinha foi capturada na Região do Lagos e morta. A suposta motivação da morte da Martinha seria que ela estaria na conexão com o Doca da Penha e com a milícia do Varão, planejando ataques nas áreas do PL FONTE; Milicia RJ News (Twitter).

Com o dinheiro do jogo do bicho e das máquinas caça-níqueis, Adilsinho montou a máfia de cigarros no Rio. Saiba como ele criou um império que movimenta cifras altíssimas

O contraventor Adilsinho é citado em processo da Justiça Federal como potencial mafioso que manda matar seus adversários ou pessoas que cruzam seu caminho clandestino, A máfia dos cigarros comandada por Adilsinho   foi responsável pela instalação e pelo funcionamento das fábricas desmanteladas em 2022, 2023 e 2024, mas foi em 2018 o marco inicial de toda a atividade desenvolvida pela máfia de cigarros instituída por Adilsinho, quando ele passou a fabricar e comercializar cigarros clandestinos utilizando-se de suas empresas e da parceria mantida com responsável contábil da empresa Cia Sulamericana de Tabacos, para dar aparência de legitimidade às ações criminosas perpetradas pela máfia, inclusive com manipulação contábil na emissão de notas fiscais fictícias e na falsa declaração de rendimentos.” O vínculo de Adilsinho  com a máfia do jogo do bicho e das máquinas caças níquel vem desde 2005. Já naquela época, o contraventor  já possuía poder para monopolizar a venda de cigarros clandestinos em territórios sob exploração da máfia do bicho, bem como carregava a bagagem teórica e relacionamentos para isso.   Com a renda obtida na prática dos crimes perpetrados na máfia do jogo de azar, além de aumentar seu estoque de riquezas, Adilsinho investiu valores, fomentou e iniciou a fabricação e comercialização de cigarros implementando, a partir de 2018, idêntico modo de atuar antes já desenvolvido na exploração de máquinas caça níquel, qual seja: monopólio territorial, corrupção de agentes públicos para atender aos interesses da máfia e fraude.Assim, desde 2018, ele comanda e fomenta intelectual e financeiramente as atividades criminosas desenvolvidas na fabricação e comercialização clandestina de cigarros, em regime de monopólio e mediante a corrupção de agentes públicos (inclusive da esfera federal), bem como recruta pessoas e as manda, direta ou indiretamente, executar ou concorrer para a prática de condutas penalmente proibidas, visando principalmente a obtenção e maximização do lucro, e a diminuição de riscos, momento em que aufere o lucro mais expressivo, no domínio funcional dos fatos perpetrados e resultados alcançados por demais componentes da máfia. Contudo, em 2021, depois que Adilsinho e suas empresas foram alvos de procedimentos fiscais da Receita Federal do Brasil e investigações criminais, ele desistiu de tentar atribuir aspecto de legitimidade às ações criminosas desenvolvidas e abandonou as operações realizadas através das suas empresas, tendo migrado e assumido a forma de atuação integralmente informal. Naquele ano,  ano de 2021, Adilsinho deu início a sua empreitada de montar um complexo industrial clandestino, com grande parte da operação em Duque de Caxias, onde possui poder e influência em razão de ter o domínio da região como integrante da “máfia do jogo do bichoSua quadrilha movimentou cifras altíssimas. Em  2020, uma de suas empresas movimentou “por dentro” do sistema financeiro, cerca de R$ 45.000.000,00 na Caixa Econômica Federal e R$ 30.000.000,00 no Santander, com a maioria das transações em espécie.  O acervo patrimonial de Adilsinho adquirido com os crimes perpetrados e encobertados mediante mecanismos característicos de lavagem de capital ultrapassa o valor de R$ 25.192.812,50 e US$ 1.000.000,00,    Adilsinho é o maior falsificador de cigarros e que ele teria a capacidade de falsificar qualquer cigarro. Estimam que ele em breve vai falsificar cigarros da empresa Souza Cruz, e não vai mais perder tempo fabricando o cigarro da marca Gift. Dizem ainda que têm medo de Adilsinho e que ele é inteligentíssimo e perigosíssimo” (Evento 1, INF32, fls. 34/54).   Uma das fábricas clandestina sde cigarros que pertencia ao contraventor Adilsinho tinha faturamento mensal de, no mínimo, R$ 9.000.000,00 (nove milhões de reais), tendo em vista a informação de que eram fabricados cerca de 150 (cento e cinquenta) caixas por dia, sendo que em cada caixa há 50 (cinquenta) pacotes, e em cada pacote há 10 (dez) maços de cigarros, os quais seriam vendidos cada um por R$ 4,00 (quatro reais). Nestas fábricas havia a utilização de trabalhadores paraguaios aliciados e de lá trazidos vendados e sem acesso ao celular, regime de escravidão, fabricação do cigarros paraguaios da marca GIFT, jornada de trabalho de 12h, ausência de emissão de nota fiscal, contexto de poderio bélico e ameaçador existente na localidade de Duque de Caxias/RJ e perpetrado por parte do grupo investigado contra os trabalhadores para restringir a liberdade de locomoção. Adilsinho é proprietário de uma empresa de comércio de cigarros, cigarrilhas e charutos,  uma outra de serviços de organização de férias, congressos, exposições e festas; e de um clube, além de agenciamento de profissionais para atividades esportivas e outras não especificadas.” Um ex-PM que tinha duas empresas que eram utilizadas para tentar, supostamente, dissimular os valores obtido com a Fábrica Clandestina de Cigarros, foi executado a tiros na tarde do dia 15/06/2023 na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Uma conversa entre um homem conhecido como Alex e uma mulher chamada Jordana evidencia que ele estava conduzindo negócios que poderiam contrariar os interesses do grupo de Adilsinho, mas que poderiam gerar à interlocutora uma oportunidade de comercialização de cigarros falsificados mais rentável, ocasião em que a interlocutora Jordana responde que teme a morte ao atuar em interesses contrários ao bando de Adislinho. Adilsinho era o patrão da quadrilha, .exercendo poder hierárquico sobre as demais pessoas e auferem os maiores lucros; Depois dele, havia os assessores, responsáveis pelas atividades administrativas e burocráticas. Realizam pagamentos e transferências de valores em favor do patrão e sua própria família, normalmente por meio de pessoas interpostas; Em seguida, os gerentes das fábricas, que eram. os responsáveis por coordenar os locais em que são produzidos os cigarros, bem como falsificam documentos que instruem a fabricação e o comércio do falso cigarro paraguaio (embalagens e comprovante de pagamento de tributos paraguaios), custeiam despesas das fábricas e dos alojamentos de trabalhadores escravos, mantém em depósito produto de crimes, fornecem maquinário, insumo e matéria prima para a fábrica; Em quarto, aparecia os comerciantes, que eram os responsáveis pela venda dos cigarros aos consumidores finais. Depois, vinham fornecedores de bens e insumos, encarregados por fornecer insumos, maquinários, matéria-prima e imóveis que permitem a instalação e operação das fábricas clandestinas de cigarro e a consequente produção de contrafeitos;

Casal foi morto em Belford Roxo

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga as mortes de Lucas Augusto de Souza e Fabiana Evelyn da Silva Gonçalves ocorridas em Belford Roxo. A perícia foi realizada no local e diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, segundo o comando do 39º BPM (Belford Roxo), policiais militares foram acionados para uma ocorrência de lesão corporal, no Bairro Andrade Araújo, em Belford Roxo, na madrugada deste sábado (18/10). No local, na Estrada da Prata, os agentes localizaram um veículo colidido em um muro. E no interior do veículo, um casal em óbito e uma mulher ferida na mão, que foi socorrida ao Hospital da região.  Os agentes permaneceram no local para o trabalho da perícia, que ficou a cargo da  DHBF.  FONTE: PMERJ e PCERJ

Traficante do TCP que saiu da cadeia há pouco tempo ameaça redutos do CV na região de Anchieta. PM reforça a área de olho em possível guerra

Policiais do 20º BPM e do 41º BPM vêm intensificando as ações nas comunidades do Az de Ouro, Tatão e Jaqueira, em Anchieta, nas últimas semanas, removendo barricadas e realizando prisões de criminosos. Somado a isso, fatos importantes vêm ocorrendo e podem gerar uma guerra na região. Isso porque o criminoso Neném, ex-frente da comunidade Az de Ouro na época do TCP, que foi preso em 2023 junto a outros seis comparsas com quatro fuzis saiu da cadeia recentemente e tem sido apontado por homicídios na área. As investigações indicam que uma disputa entre o CV e o TCP pelo domínio das favelas pode estourar a qualquer momento. As três últimas mortes em Ricardo de Albuquerque, Anchieta e regiões próximas foram atribuídas a criminosos do bonde do Neném. As vítimas eram conhecidas pelos vulgos: Frango, Da Mangueira e Ricardo (ou Ricardinho). FONTE; PMERJ e Pega Visão RJ News (Telegram)

Mulher que era uma das lideranças da maior milícia do RJ mas acabou expulsa foi morta

A miliciana Martinha Sapatão foi morta durante a última madrugada. Ela era uma das lideranças da maior milícia do Rio, que era comandada por Zinho e agora por PL. Entretanto, por desavenças com os chefes, acabou sendo expulsa da quadrilha recentemente, A informação que circula foi que o próprio bando de PL matou ela. Outra versão diz que foi o grupo de Juninho Varão quem cometeu o crime. Existem vários relatos nas redes sociais sobre crimes supostamente cometidos por Martinha. RELEMBRE: https://www.fatospoliciais.com.br/trio-que-tentava-assumir-o-topo-da-maior-milicia-do-rj-foi-expulso-da-quadrilha/ FONTE: Milícia RJ News (Twitter)

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